quarta-feira, 4 de março de 2015

KPI – Você precisa saber o que é. Você precisa usar

KPI vem do inglês e quer dizer: Key Performance Indicator, ou seja, chave de indicador de performance.
 Hein?
Isto mesmo, um paradigma para criar indicadores. Situações que podemos pensar onde devemos monitorar os resultados para alcançarmos vôos maiores.
Um interessante artigo do Ricardo Jordão Magalhães nos brinda com 45 KPI`s utilizáveis no mercado e plenamente capacitados para o mercado jurídico, com poucas adaptações.
Divido o artigo:
1. Qual é o Volume de vendas? POR QUE é IMPORTANTE? Porque tudo começa com vendas! Enquanto não houver as vendas, não tem nada. Não tem salário, não tem processos, não tem sistema, não tem nada! É muito comum encontrar funcionários que chamam os clientes que compram de chatos. Sabe o que você tem que fazer com esses funcionários? Mandar eles funcionarem em outro lugar!
2. Qual é a Taxa de crescimento? POR QUE é IMPORTANTE? Porque a melhor maneira de motivar as pessoas é VENCER. Porque o crescimento é o movimento que estimula as pessoas a pensar que ainda tem muito por fazer e aprender na empresa.
3. Qual é o Retorno sobre Investimento? POR QUE é IMPORTANTE?Porque é preciso saber se a iniciativa Y está trazendo algum retorno a empresa depois de três meses no ar. Porque é importante entender quanto tempo, dinheiro e recursos ainda serão necessários para conseguir tirar X reais de lucro.
4. Quantos clientes estão satisfeitos? POR QUE É IMPORTANTE? Porque no final do dia a grande maioria dos clientes não está realmente satisfeita com o desempenho da empresa; e pior, eles não reclamam mais! Se você não for atrás do feedback dos clientes, você nunca vai saber o que está realmente acontecendo na sua empresa.
5. Qual é a frequência de compras dos clientes? POR QUE É IMPORTANTE? Porque é 5x mais caro conquistar um novo cliente do que reter um cliente que já comprou de você. Todas as empresas deveriam ter pelo menos duas estratégias de marketing no ar: (1) para atrair novos clientes, (2) para reter os clientes que já compraram. O mundo ideal é ter 50% das vendas mensais vindo de clientes que já compraram na empresa pelo menos 1x a cada 90 dias.
6. Quantos clientes voltam a comprar? POR QUE É IMPORTANTE? Porque dessa maneira você consegue fazer uma conta rápida sobre o número de clientes que você precisa para bater a sua meta. Porque dessa maneira você consegue perceber o quão fiéis os clientes são a sua empresa. Porque dessa maneira você consegue visualizar o quão fiéis os clientes são a sua empresa.
7. Qual é a lucratividade por cliente? POR QUE É IMPORTANTE? Porque no final o que interessa é o lucro que sobra da venda, e não a venda em si. De nada adianta trabalhar trabalhar trabalhar se não sobre lucro no final para reinvestir nas pessoas e na empresa.
8. O quanto entendemos do Ciclo de Vida do cliente com a empresa? POR QUE É IMPORTANTE? Porque dessa maneira você conseguirá entender melhor como oferecer produtos e serviços diferenciados e personalizados para cada um seus clientes.
9. O Quanto os clientes estão engajados com a empresa? POR QUE É IMPORTANTE? Porque os clientes engajados são os clientes mais autênticos, reais e propensos a contribuir com idéias fora-da-caixa.
10. Quantas reclamações recebemos dos clientes? POR QUE É IMPORTANTE? Porque precisamos saber onde estamos pisando na bola e onde temos que melhorar urgentemente.
11. Qual é a nossa participação de mercado? POR QUE É IMPORTANTE?Porque é uma maneira marketeira inteligente de saber quando você deve invadir um novo mercado ou continuar focado onde está. O trabalho de marketing baseado em segmentos de mercado ajuda a empresa a ter uma comunicação mais clara com os mercados.
12. O quanto vendemos nos mercados mais emergentes? POR QUE É IMPORTANTE? Porque todos os dias nasce algum mercado novo com um potencial incrível para ser explorado mas nós deixamos de lado por "falta de tempo". Geralmente os vendedores e marketeiros da empresa sempre estão pensando em como vender mais do mesmo para bater as metas de curto prazo.
13. Quantos problemas dos clientes nós resolvemos no primeiro contato?POR QUE É IMPORTANTE? Porque para o cliente tempo é dinheiro. Porque o cliente espera que o primeiro cidadão que atendê-lo possa resolver todos os seus problemas sem submetê-lo a um calvário de pessoas desconhecidas para quem ele vai precisar ensinar os seus problemas.


14. Qual é o faturamento por funcionário? POR QUE É IMPORTANTE?Porque todos os funcionários deveriam pensar como vendedores. Porque todos os funcionários deveriam se preocupar com o volume de vendas que traz para a empresa. Porque ao amarrar os funcionários ao faturamento por cabeça, eles vão entender o quanto precisam contribuir com as vendas da empresa independente da posição que ocupam.
15. Qual é a satisfação dos funcionários? POR QUE É IMPORTANTE?Porque você não precisa fazer pesquisa de satisfação com os clientes para entender o quanto eles estão satisfeitos. Se você não satisfazer os seus clientes, o concorrente fará
16. O quanto os funcionários estão engajados? POR QUE É IMPORTANTE? Porque no final das contas os funcionários deveriam ser os maiores evangelizadores da empresa junto ao mercado.
17. Quantos funcionários são evangelistas da empresa? POR QUE É IMPORTANTE? Porque quanto maior o número de malucos tarados pela causa da sua empresa, maior o número de clientes que também estarão.
18. Qual é o turnover da empresa? POR QUE É IMPORTANTE? Porque a saída dos funcionários é consequência de uma péssima liderança da empresa, um terrível clima organizacional, uma completa falta de respeito com os sonhos e vontades das pessoas. Porque perder funcionários é caro para a empresa.
19. Por quanto tempo os funcionários permanecem na empresa? POR QUE É IMPORTANTE? Porque funcionários com longo tempo de casa são profissionais que ajudam a empresa a espalhar mais rapidamente a sua cultura. Porque funcionários com longo tempo de casa são excelentes recursos para evitar que a empresa cometa os mesmos erros que cometeu no passado.
20. Qual é a taxa de faltas dos funcionários? POR QUE É IMPORTANTE?Porque a constante falta ao trabalho é sinal de que os funcionários estão insatisfeitos com o trabalho que fazem. E algo tem que ser feito!
21. Qual é a competitividade salarial da empresa? POR QUE É IMPORTANTE? Porque dinheiro não compra felicidade, mas incentiva a galera a lutar pelo que acredita.
22. Quanto tempo leva para contratar boas pessoas? POR QUE É IMPORTANTE? Porque a empresa não pode pegar o primeiro maluco que passa na porta da empresa porque tem pressa para contratar. A turma de RH tem que inventar um método que assegura que a empresa fará as melhores contratações possíveis dentro do prazo que precisa.
23. Quanto tempo leva para o treinamento virar resultado? POR QUE É IMPORTANTE? Porque todo treinamento custa muito tempo e dinheiro, e somente o conteúdo aplicado na prática é memorizado, enquanto todo o resto é esquecido rapidamente.
24. Quanto das nossas vendas vem da nossa marca? POR QUE É IMPORTANTE? Porque marketing é tudo, tudo é marketing. Porque a empresa não pode depender apenas das pessoas para entregar o seu resultado.
25. Quanto custa adquirir um cliente? POR QUE É IMPORTANTE? POR QUE É IMPORTANTE? Porque o custo de aquisição de clientes cresce todos os dias. Porque é preciso avaliar quais iniciativas de marketing são mais efetivas para adquirir clientes, e quais são pura perda de tempo.
26. Qual é a taxa de conversão? POR QUE É IMPORTANTE? Porque é uma maneira de entender o quão bem sucedidos tem sido as atividades de marketing da empresa.
27. Qual é o nosso posicionamento no Google? POR QUE É IMPORTANTE? Porque o marketing é digital! E será cada vez mais.
28. Quantas visitas recebemos no site? POR QUE É IMPORTANTE? Porque o web site da empresa é o hub principal de toda e qualquer estratégia de marketing. Quanto maior o número de visitas, maiores serão as vendas da empresa.
29. Qual é o engajamento online dos clientes com a empresa? POR QUE É IMPORTANTE? Porque os clientes deveriam ser os grandes promotores da marca da empresa. Porque na internet todas as pessoas estão conectadas facilitando o marketing boca-a-boca.
30. O quanto usamos a internet para construir a marca da empresa? POR QUE É IMPORTANTE? Porque web sites, e-mail marketing, videocast, web seminários, infográficos, mobile site, redes sociais e muito mais são ferramentas de marketing de relacionamento. Porque as novas gerações vão preferir fazer negócios com você pela internet.
31. Qual é o seu Klout? POR QUE É IMPORTANTE? Porque prova o quanto você é uma pessoa influente na internet. E quanto maior a sua influência, maior o seu impacto sobre as vendas e a construção da marca da empresa.
32. Quanto da entrega acontece sem erros? POR QUE É IMPORTANTE?Porque as pessoas estão cada vez mais exigentes e intolerantes a erros.
33. Qual é a capacidade de utilização da galera? POR QUE É IMPORTANTE? Porque todo recurso parado é um recurso desperdiçado.
34. O quanto os nossos processos são enxutos? POR QUE É IMPORTANTE? Porque equipes enxutas significam empresas mais ágeis, menos burocráticas e mais empreendedoras.
35. Quanto tempo leva para entregar? POR QUE É IMPORTANTE? Porque não basta vender. Tem que entregar!
36. Taxa de Encolhimento do Estoque? POR QUE É IMPORTANTE? Porque estoque é dinheiro empacado. E quanto maior o estoque de produtos da empresa, maiores serão os problemas de caixa da empresa.
37. Quanto dos nossos projetos são entregues dentro do prazo? POR QUE É IMPORTANTE? Porque as expectativas dos clientes estão cada vez mais altas. Se prometer, tem que cumprir!
38. O quanto de inovação existe no plano que temos pela frente? POR QUE É IMPORTANTE? Porque vivemos na era mais inovadora de todos os tempos; se você não se reinventar, os seus concorrentes o farão.
39. Qual é o retorno sobre a inovação? POR QUE É IMPORTANTE? Porque inovação por inovação não significa nada; inovação tem que dar resultados. Porque se você medir o retorno que a inovação tem que trazer, a equipe de marketing e vendas vão investir o tempo necessário para fazer a inovação virar.
40. Quanto tempo leva para lançar um novo produto no mercado? POR QUE É IMPORTANTE? Porque a fila anda!
41. O quanto os nossos processos internos são eficientes? POR QUE É IMPORTANTE? Porque todos os dias alguém inventa uma maneira mais ágil, barata e eficiente de fazer o que você faz e cobra o dobro do preço.
43. Onde existe retrabalho? POR QUE É IMPORTANTE? Porque não temos mais tempo para falta de comunicação, falta de colaboração, falta de qualidade, falta de comprometimento nas nossas empresas.
44. Quantas máquinas ficam parada por quanto tempo? POR QUE É IMPORTANTE? Porque máquinas são recursos, recursos são custos, custos são caros.
45. Qual é o consumo de água, energia? POR QUE É IMPORTANTE? Por mais "besta" que seja os custos da sua empresa, um dia eles vão afetar a margem dos seus negócios.
Seu escritório adota estas regras?
O seu negócio tem indicadores para performance?
Nãaaoooo? O que está esperando? #MãosaObra
Artigo escrito por GustavoRocha.com – Gestão e Tecnologia Estratégicas

terça-feira, 3 de março de 2015

Sistema de Informação Gerencial

 Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações. 

Um SIG gera produtos de informação que apóiam muitas necessidades de tomada de decisão administrativa e são o resultado da interação colaborativa entre pessoas, tecnologias e procedimentos, que ajudam uma organização a atingir as suas metas.

Um SIG pode incluir software que auxilia na tomada de decisão, recursos de dados, tais como bancos de dados, o hardware de um sistema de recursos, sistemas de apoio à decisão, sistemas especialistas, sistemas de informação executiva, gestão de pessoas, gestão de projetos e todos os processos informatizados que permitem que a empresa funcione eficientemente. 

É um sistema que disponibiliza a informação certa, para a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa, da forma correta e com o custo certo.

Os SIGs possuem uma multiplicidade de produtos de informação, que são apresentadas através de relatórios, que ajudam os gerentes com o fornecimento de dados e informações para a tomada de decisões. Os relatórios oferecidos por esses sistemas são:

Relatórios programados: Estes relatórios são uma forma tradicional de fornecimento de informações para os gerentes. Exemplos típicos desses relatórios são os relatórios de vendas diários e semanais ou demonstrativos financeiros mensais.

Relatório de exceção: São casos excepcionais de relatórios onde o gerente pode obter informações específicas. Como exemplo, um gerente de crédito pode receber um relatório que contém informações apenas sobre clientes que excedem os limites de crédito.

Informes e respostas por solicitação: Este tipo de relatório mostra as informações sempre que o gerente requisitar. Possibilitam através de suas estações de trabalho respostas imediatas ou que encontrem e obtenham respostas imediatas.

Relatórios em pilhas: As informações são empilhadas na estação de trabalho em rede do gerente.

Todas as funções de gestão, planejamento, organização, direção e controle são necessárias para o bom desempenho organizacional. Os sistemas de informação gerenciais são fundamentais para suportar essas funções, especialmente a de planejamento e controle.

Os Sistemas de Informação Gerencial são parte integrante das estratégias empresariais, pois a comunicação e a informação são de grande valor nas organizações. 

A qualidade da decisão tomada pelo gerente vai depender da qualidade e relevância das informações disponíveis. Por isto é muito importante investir em um SIG para oferecer informações rápidas, precisas e principalmente úteis, que irão garantir uma estruturação de gestão diferenciada, o que resultará em vantagem competitiva sobre as demais empresas.

Por Marina Martinez - http://www.infoescola.com/

segunda-feira, 2 de março de 2015

O QUE É ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

É o ato de desenvolver plenamente o planejamento da empresa, afinal, qualquer caminho será bom se não soubermos aonde queremos chegar.

O que é planejamento?
É uma função administrativa que tem por objetivo estabelecer uma situação futura desejada, delimitando os meios de se chegar à situação idealizada.

O que é estratégia?
É o caminho que a organização deverá seguir, sendo que se considera uma decisão mais estratégica à medida que seja mais difícil voltar atrás, e esta decisão terá impactos mais amplos na organização.

O que é planejamento estratégico?
O PE deve fazer parte do cotidiano de sua empresa, não importando seu porte e nem estrutura. Porém, mais importante que formular um planejamento é administrar e pensar estrategicamente as ações da empresa.

O ponto de partida para definir a configuração organizacional é a estratégia, que é o conjunto atual de planos, decisões e objetivos adotados para alcançar as metas da organização.

A formulação da estratégia inclui as atividades que conduzem à determinação das metas básicas da missão da empresa e o desenvolvimento de um plano específico de estratégia. A implementação da estratégia depende da utilização de ferramentas gerenciais e organizacionais no direcionamento e a alocação de recursos para cumprir objetivos estratégicos.

O direcionamento e a alocação de recursos são realizados com as ferramentas da estrutura organizacional, sistema de controle, cultura, tecnologia e recursos humanos.

O modelo e o projeto organizacional são as expressões definitivas da implementação da estratégia. Os dirigentes de topo devem projetar a organização de modo que todas as partes se ajustem em um todo coerente para estabelecer a estratégia e o propósito da organização.

Para a organização ser eficaz deve seguir sete conceitos básicos:
1.            Orientação: ter o sentido na visão de metas da missão da organização, como pessoas que definem uma orientação estratégica para a organização;
2.            Eficiência: tem como necessidade reduzir os custos e aumentar benefícios pelo uso da máquina;
3.            Competência: capacidade de executar as tarefas com muito conhecimento e habilidade, usando profissionais qualificados para obter as informações;
4. Inovação: ter organização para desenvolver novos produtos e serviços;
5. Concentração: focalizar os esforços em determinadas divisões;
6. Cooperação e Cultura: ter o conjunto de pessoas certas para desenvolver as necessidades de harmonia e cooperação;
7. Conflito e Política: saber lidar com as causas que poderão resultar na desunião das pessoas e de departamentos por causa do sucesso individual.

O objetivo da empresa deve ser montado dentro da finalidade de equilibrar todas as forças. A organização não pode maximizar todas as suas necessidades, mas tem que conhecer todas as forças e alcançar os resultados desejados, isso se trata de um processo contínuo de liderança que pode funcionar por um período de tempo e depois ser reorganizado.

O que é informação?
Informação e controle são componentes essenciais das organizações. Os gerentes precisam das informações para manter a coesão da organização. As ligações verticais e horizontais de informações são projetadas para fornecer aos gerentes dados relevantes para decisões e avaliações. Além disso, os sistemas de controle dependem de informações.

Informação é tudo aquilo que altera ou reforça o conhecimento; dados constituem a entrada de um canal de comunicação. Os dados são tangíveis e incluem o número de palavras, chamadas telefônicas, páginas impressas de computador enviadas e recebidas. Os dados não se convertem em informações sem que as pessoas se utilizem deles para aprimorar seus conhecimentos, o Planejamento Estratégico necessita de informações e não de dados.

A ausência de informações gera incerteza, quanto maior o volume de informações (dados sobre atividades organizacionais coletados e interpretados pelos participantes da organização) menor a ambiguidade. Isto somente poderá ser gerado pela interação entre os gerentes para discutirem a situação corrente quando os dados externos não fornecem respostas.

Em suma, a riqueza de informações irá depender da capacidade da informação de transportar dados. Existem vários canais de comunicação, que podem ser organizados em quatro categorias:

1. Face a face: está em primeiro lugar por proporcionar maiores indicações, como a linguagem corporal e as expressões faciais, esse modelo de comunicação permite que o feedback seja imediato e que a informação seja corrigida automaticamente. Nesse contexto há apenas uma pessoa falando com a outra, ou em contextos de grupos, nos quais as partes são tratadas como indivíduos e não como objetos;
2. Meios eletrônicos e telefones representam um canal relativamente rico por proporcionar um feedback rápido, não tão ágil quanto o face a face, já que as mensagens são pessoalmente direcionadas, embora não haja indicações visuais;
3. Comunicação por documentos escritos e endereçados como cartas, memorandos, notas e fax, permitem um feedback relativamente lento em relação a outros meios de comunicação, pois os apelos visuais são menores;
4. Comunicação por documentos escritos endereçados impessoalmente, como boletins, relatórios padronizados de computador, bancos de dados de computador e registros impressos, constituindo canais mais pobres ou enxutos. Não são adequados para o feedback, contudo são ótimos para o transporte de um grande volume de dados exatos para muitas pessoas.

É importante na estrutura organizacional a maneira como as partes se comunicam e se coordenam entre si e com as outras organizações, as interligações verticais coordenam atividades entre o nível superior e o nível inferior da organização, enquanto as interligações horizontais são utilizadas para coordenar atividades entre os departamentos.

A Tecnologia da Informação permite que informações mais complexas sejam transmitidas rapidamente para muitas pessoas, removendo barreiras de tempo e distância, promovendo um tipo de equipe virtual.

As organizações podem ser projetadas para fornecer o tipo certo de informação aos gerentes. O mesmo poderá ocorrer com os sistemas de apoio à tomada de decisões gerenciais, em que várias empresas têm obtido sucesso com seus sistemas de apoio devido à aplicação de tecnologia aos problemas mensuráveis e analisáveis. A estrutura da organização e os sistemas de apoio à informação devem ser projetados para dar aos gerentes de departamentos e aos funcionários conveniente volume e riqueza de informações. A tecnologia representa o padrão de assuntos e tarefas tratadas em diferentes partes da organização.

Quando é grande a variedade de tarefas, os problemas são frequentes, imprevisíveis e de grande profundidade. A incerteza sendo maior, o volume de informações necessárias também será maior, os funcionários irão despender mais tempo processando informações, e será necessário ter acesso a fontes de alta tecnologia e grandes bancos de dados.

Quando as tarefas não são analisáveis e, portanto, levam a problemas ambíguos, os funcionários necessitam de informações ricas de contatos pessoais. As discussões frente-a-frente e as conversas telefônicas transmitem muitas indicações de informações em curto espaço de tempo. Quando as tarefas são simples os gerentes utilizam meios econômicos. Quando o problema subjacente é claro e simples são necessárias informações escritas ou baseadas em computador.

Os gerentes estão dando cada vez mais ênfase à função da gerência da informação na busca permanente da combinação adequada da estratégia, motivação tecnológica e projeto organizacional, para manter a margem competitiva. Duas estratégias que as empresas podem adotar são: a liderança de baixo custo e a diferenciação.

O líder de baixo custo apresenta custos baixos de produção e pode estabelecer os preços de seus produtos ou serviços num nível suficientemente baixo para obter lucro enquanto as empresas rivais sofrem perdas.

Na diferenciação a empresa oferece um produto ou serviço ímpar baseado nas características do produto, na excelência de serviço ou na rigidez da entrega.

A tecnologia pode ser usada para obter tanto a liderança de custos quanto a diferenciação.
É preciso colocar que o domínio da informação não basta para assumir a liderança, é necessário o controle estratégico, por meio da avaliação geral do plano estratégico, das atividades organizacionais e dos resultados que fornecem informações para ações futuras. O ciclo de controle inclui o plano estratégico, a medição das entradas na atividade de produção, as saídas e as informações contínuas sobre o ambiente externo.

O controle estratégico normalmente utiliza as informações de feedback, que medem as saídas em que as informações são comparadas para que sejam feitas as mudanças requeridas. Ou, ainda, as informações de feedforward que medem as entradas na extremidade inicial do processo, permitido que a organização modifique os planos antes que se desligue do alinhamento as necessidades externas.

O controle estratégico é um processo contínuo que exige o monitoramento das condições internas e externas da organização, direcionando as atividades da empresa para os objetivos estratégicos. O sistema de controle estratégico é formado por quatro elementos fundamentais:

1. Orçamento empresarial: que é utilizado para estabelecer alvos financeiros para o ano e depois relatar custos em determinado período;
2. Relatórios estratégicos: que são usados para avaliar e monitorar o desempenho não financeiro;
3. Sistemas de premiação: que oferecem incentivos a gerentes e funcionários para melhorar o desempenho e alcançar as metas que são avaliadas anualmente pelos gerentes e superiores para saber a que níveis são alcançados e determinar novos objetivos;
4. Procedimentos operacionais: representa as normas e regras tradicionais.
O controle também é um problema de nível mais baixo, operacional das organizações em que os supervisores devem controlar diretamente os subordinados. O controle da supervisão aplica-se ao desempenho dos funcionários, podendo ser de três tipos:

1. Controle de resultados: trata dos registros escritos que medem os resultados e a produtividade dos colaboradores. É utilizado quando as tarefas de um colaborador são facilmente medidas;
2. Controle de procedimentos: trata da observação pessoal do comportamento do colaborador, serve para verificar se os mesmos seguem os procedimentos corretos. Toma mais tempo que o controle de resultados;
3. Controle de entradas: prioriza a seleção e o treinamento para uniformizar os conhecimentos, habilidades, aptidões, valores e motivação dos colaboradores. É utilizado quando nem os procedimentos nem os resultados são facilmente mensuráveis.

Comunicação significa que se contribui falando e não calando as ideias e abrigando mágoas e hostilidades que envenenam o espírito. Não existe informação sem comunicação

O homem não se preparou para o excesso de informações, para processá-las adequadamente. Há uma verdadeira volúpia em obter dados, sem condições de objetivá-los. Enquanto crescem as possibilidades infinitas de informar-se, o homem, paradoxalmente, distancia-se de seus semelhantes, por meio de isolamentos tecnológicos.

Desta forma, acentuam-se a crise de comunicação, as diferenças entre pessoas e grupos que não se compõe em equipes, que não falam a mesma linguagem de ideias e sentimentos e que não realizam a sinergia do trabalho compartilhado.


A comunicação é uma habilidade interpessoal, que tem demitido muitos gerentes ao passar dos anos, pois em muitas vezes o gerente ignora a necessidade da comunicação, quando liderança, comunicação e outras habilidades interpessoais devem ser pré-requisitos para a eficácia gerencial.

Copiado: http://www.portaleducacao.com.br/

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Dez Propagandas Antigas Absurdas

Seleção de propagandas antigas com abordagem morais absurdas.


O passado da publicidade tem uns anúncios assustadores. Seja pelo conteúdo, roteiro das campanhas, produtos anunciados. Muitos dizem que o mundo está cada vez mais "politicamente correto" e que isso limita a criatividade dos publicitários. Será?

Deixando esse divisor de águas de lado, reunimos dez propagandas absurdas, que deixaria qualquer cidadão dos dias atuais de cabelo em pé. Confira:

Propaganda dos cigarros Winston com os Flintstones
Cigarros Winston (Os Flintstones)
(clique na imagem ao lado para ver o vídeo)
Cigarros Winston na década de 50. Os Flinststones protagonizaram o comercial. Você imaginou personagens infantis vendendo cigarros nos dias de hoje?






Propaganda dos Revolveres Iver Johnson com criança
Revólver Iver Johnson (com crianças)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Na propaganda ao lado, uma criança é apresentada com um revólver na mão para repassar segurança em seu uso. O anúncio dizia que a boneca poderia ficar de lado e o filho poderia brincar com o revólver do pai, afinal a garantia era que as crianças não iam machucar com disparos acidentais.





Propaganda do Whisky Usher com um Burro

Whisky Usher (Burro)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)




Quer dizer que quem não bebe o uísque Usher é um burro? A publicidade em 1917 já mostrava suas ironias nos principais impressos brasileiros. Interessante e muito raro. 



Propaganda do 7 UP - Refrigerante e Bebê
7 Up (Refrigerante & Bebê)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Este de 1955, o refrigerante 7 UP apresentou um bebê matando sua sede com a bebida: "Por isso que temos os mais novos clientes no negócio (...) Ninguém faz isso como Seven-Up!"






Propaganda do Leite Moça como complemento ao leite materno.
Leite Moça (Leite Materno)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Já apresentamos um anúncio que apresentava o Leite Moça como fonte de alimento complementar ao leite materno aos bebês (clique aqui para ver). Eles investiram fortemente nesta comunicação. Descobrimos outra pérola do mesmo ano. Imagine a força e as consequência na saúde dos recém-nascido consumindo leite condensado?





Propaganda das Modas Fada (Gorda Elegante) - 1974
Modas Fada (Gorda Elegante)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)


Hoje o anúncio das ‘Modas Fada’ seria politicamente incorreto e até ofensivo ao referir-se dessa forma às mulheres que estão acima do peso.





Propaganda do Revolver Taurus nos anos 70
Revólver Taurus
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Este comercial insinuava que quem tinha um revólver Taurus dormia mais tranquilo. "Não deixem que roubem seu sono". Atualmente, com as novas legislações sobre o uso de armas, seria incorreto. Diretamente dos anos 80:





Propaganda dos Cigarros Camel indicado por Médicos
Cigarros Camel (Indicado por Médicos)
(clique na imagem ao lado para ver a o vídeo)


A categoria menos apropriada para vender cigarros foi convidada para promover os Cigarros Camel. Por muitos anos, atletas, celebridades, médicos, políticos e formadores de opinião foram usados pela indústria tabagista para a venda de cigarros. Temos este interessante comercial da Camel, diretamente de 1944. Vídeo com legendas.




Propaganda dos Rifles Winchester com Crianças em 1929
Rifles Winchester (Crianças)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Para vender uma arma, qual o melhor público para comunicar? CRIANÇAS! Por mais insano que pareça, os Rifles Winchester apresentou em 1929 um anúncio com foco para as crianças! Incrível: “O menino que fizer o seu primeiro disparo com um rifle Winchester continuará atirando com a Winchester toda a sua vida”.





Propaganda do Drops de Cocaína - Cura para a Dor - com crianças

Drops de Cocaína (Cura para Dor)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Por apenas 15 centavos, drops que usa a cocaína como sua composição básica prometia cura para a dor: ”Cocaína. A dor de dentes desaparece. Cura instantânea!”. Propaganda de 1885. Interessante ver o uso de crianças para ilustrar a campanha.

Copiado: http://www.propagandashistoricas.com.br/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O Que é Franquia Virtual e Como Ela Funciona?

Em primeiro lugar, o que é franquia virtual? 
Chamamos e franquia virtual, ou modelo de e-franchising, como também é conhecido, qualquer modelo de negócio online que possa ser adquirido no sistema de franchising, seja uma loja virtual, guia online, agências de turismo e outros modelos.
Essa definição sobre o que é franquia virtual é importante, pois ultimamente, muito se tem falado sobre o assunto, mas como se apenas lojas virtuaisfossem alvo do segmento de franquias online no Brasil.
Não é bem assim. O mercado de franchising virtual vai muito além.
O crescimento das franquias virtuais pode ser creditado em parte ao fato de serem franquias baratas e lucrativas que exigem um baixo investimento inicial.
Como não há necessidade de um investimento elevado em ponto comercial e instalações, as franquias online tem chamado atenção de muitos empreendedores.
Não é pelo fato de ser uma franquia virtual que esse tipo de negócio seja mais fácil do que qualquer outro no meio físico. 
O sucesso só vem com muito trabalho, pesquisa e dedicação. Os negócios online são realmente muito lucrativos, mas as vezes exigem um esforço até maior que no mundo online.

Como funciona uma franquia virtual?

As franquias virtuais funcionam da mesma forma que as franquias no mundo físico, com a cobrança de todas as taxas cobradas em uma franquia convencional como royalties e taxas de divulgação, as precauções na hora da escolha também são as mesmas, como análise da empresa franqueadora e pesquisa de mercado.
Com o crescimento do acesso à Internet no país, cada vez mais brasileiros estão conhecendo a praticidade de comprar produtos e serviços pela rede. Com isso, todos os segmentos dos negócios online cresceram e como consequência normal desse amadurecimento, vivemos um momento rico em ofertas de franquias virtuais no Brasil.

As opções para quem quer montar uma franquia virtual

Sabendo o que é franquia virtual, vamos ver algumas opções no mercado brasileiro. O modelo de franquia virtual mais comum no Brasil é o de loja virtual. Nessa modalidade, de maneira geral, o franqueado adquire o sistema da marca e tem por parte dela, suporta nas áreas de sistema, marketing digital e logística.
A ideia nesse tipo de negócio é que o franqueado atua como um divulgador da loja, portanto é importante que você conheça as técnicas de marketing digital e suas ferramentas como marketing de busca e divulgação através das redes sociais. As opções para divulgação de lojas virtuais são muitas e um dos segredos nesse negócio é a criatividade.
Outro modelo bastante comum surgiu durante o boom dos sites de compras coletivas há coisa de dois anos atrás. As franquias de compras coletivas fazem muito sucesso, já que o franqueado conta com a transferência do know how do franqueador tanto na área de sistemas quanto na área de contatos comerciais, essencial nesse tipo de negócio. Uma grande vantagem desse segmento é que você pode montar uma franquia de compras coletivas em casa, já que existem diversas opções home based nesse segmento.
O segmento de franquias online é bastante promissor e não requer um investimento muito alto para quem está começando. Agora que você já sabe o que é franquia virtual, basta fazer seu planejamento e botar a mão na massa.
Copiado: http://www.empreendedoresweb.com.br/

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

A Raiva e Você

Quando pensamos em raiva, logo pensamos em alguém descontrolado, que faz coisas agressivas, que explora o indefensável da outra pessoa para magoá-la ou feri-la.
Concordo, a raiva não é um sentimento legal, mas quando ela acontece, devemos enfrentar dois tópicos importantes:
1. O que desencadeou a raiva?
2. Com a raiva ganhamos o quê?
Vejamos:
1. O que desencadeou a raiva?
Inúmeros fatores podem ter feito você ficar com raiva, mas um problema sempre existe quando analisamos este fator: geralmente analisamos apenas o último, aquele fator que fez você explodir. Na verdade, devemos analisar todos os fatores possíveis, pois o fator da explosão as vezes é muito singelo.
Qual a importância desta análise?
Enorme. Não agir com raiva ou por impulso gera uma inteligência emocional grande, economiza muito dinheiro e treinamento e mais, proporciona um ambiente de trabalho mais sadio.
Ocorre que muitas pessoas odeiam pensar naquilo que fizeram. Apenas gostam de dizer que se fizeram assim, pronto, passou. Quer dizer, elas podem errar, mas não podem pensar no porque erraram ou o que poderiam fazer para mudar.


Agora, a raiva tem pontos que podem ser positivos.Ter raiva o tempo todo não é normal, nem mesmo é benéfico. Óbvio, nunca ter raiva de nada também não é normal e pior, pode ser uma doença grave guardar tudo para si, pois o dia que explodir, sai de baixo!

2. Com a raiva ganhamos o quê?
Se analisarmos bem, quando estamos com raiva nos sentimos mais seguros, rápidos, eficientes, corajosos, inteligentes, enfim, sentimos que nada pode nos afetar. Isto é uma pseudo segurança que a raiva nos proporciona.
Além disto, a raiva extravasa os sentimentos, quer dizer, não deixa que as coisas fiquem engasgadas na garganta e por conseqüência na nossa mente e coração, trazendo sempre coisas e sentimentos ruins no nosso dia a dia.
Somos resultado das nossas escolhas, lembre-se disto.
Se escolhermos guardar sentimentos, não conversar com as pessoas e resolver as pendencias, ficarmos isolados de tudo e de todos, temos que assumir as conseqüências destes atos.
  • Você já passou por momentos de raiva recentemente? 
  • Quais os fatores que a ocasionaram? Nunca é um só…
  • Como você reagiu? 
  • Você extravasou? 
  • Você precisou pedir desculpas pela sua atitude?

Sejamos nós donos do nosso templo interior!
Vamos controlar nossas emoções, desbastar nossa pedra bruta, evoluirmos em prol de um nós mesmos melhor e mais saudável.
Raiva? Pra que?
Só se for para um eu interior mais desenvolvido em prol de um nós social melhor, coletivo e saudável!
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

FAYOL E A ESCOLA DO PROCESSO DE ADMINISTRAÇÃO

Neste capítulo temos retomado o processo administrativo, o qual toma as decisões que são agrupadas em quatro categorias:  planejamento, organização, execução e controle, mais o papel dos gerentes que também são importantes para o comando da empresa nos processos administrativos.
Para Henry Fayol, integrante da Escola clássica de administração e engenheiro, uma empresa deveria ser dividida em atividades para uma melhor gerência, são elas:
  • Técnica: Produção e manufatura
  • Comercial: Compra, venda e troca.
  • Financeira: Procura e utilização de capital
  • Segurança: Proteção da propriedade e das pessoas
  • Contabilidade: Registro de estoques, balanços, estatísticas e etc.
  • Administração: Planejamento, organização, comando, coordenação e controle.
Ele também acabou sugerindo que esta ultima função era a mais importante em um uma empresa. Assim acabou por definir cada um de seus componentes da seguinte maneira:
  • Planejamento: Traçar planos e examinar o futuro
  • Organização: Montagem da estrutura humana e material
  • Comando: Manutenção da atividade da empresa
  • Coordenação: Harmonia entre atividade e esforço
  • Controle: Cuidados tomados para a realização do plano traçado
Segundo Koontz e O’Donnel, da Universidade da Califórnia, os gerentes aplicam e usavam as cinco funções simultaneamente, ao contrario do que muitas pessoas falavam pensando que eram aplicadas em uma seqüência.
Contudo, os dois escreveram um livro que fora usados como referencia onde adotavam quatro funções, eliminando comando e coordenação e incluindo liderança, que basicamente é uma mistura de coordenação com direção, motivação e participação para formar uma liderança capaz de fazer funcionar todos os outros processos.
  • Portanto para Fayol, uma empresa ficaria segmentada da seguinte maneira:
Outros autores também seguiram a linha de segmentação de funções sugerida por Fayol além dos citados acima como Gulick e Urwick que reformularam as cinco e adicionaram mais duas. Como por exemplo, a função de orçamento e informação e controle.
Além, de autores, a idéia do processo administrativo chegou ao Governo estadunidense, mais precisamente nas Forças Aéreas.
Mas devemos dar mais atenção a Peter Drucker que criou a expressão administração por objetivos (APO). Onde enfatiza a necessidade de, definir objetivos e avaliar resultados em áreas de desempenho que são monitoradas através do uso do APO, como por exemplo, a área de produtividade, rentabilidade e recursos financeiros e físicos da empresa.
Para uma melhor explicação, a APO é uma aplicação, na prática, dos conceitos de planejar, organizar, executar e controlar.
Onde temos uma definição de objetivos que são cobrados pelos seus resultados pela matriz, que por sua vez planeja e controla a estratégia de produção. A parte de organizar, e executar tal estratégia fica por parte da empresa. Assim concluindo a execução das quatro funções do processo administrativo.
A Administração por objetivos de Drucker é dividia em três componentes:
  • Objetivos Específicos: Devem ser definidos de maneira específica, deve ser de acordo com a área atendida da empresa. Além de ser mensurável, ou seja, os objetivos finais devem ser medidos quantitativamente.
  • Tempo definido: Prazo específico e definido para a realização dos objetivos, e prazos intermediários para verificação de desempenho da execução do planejamento.
  • Feedback sobre o desempenho: Conclusão do desempenho final e atitudes a serem tomadas no caso de falhas.
    • Aqui podemos perceber que Tempo definido e Feedback sobre o desempenho, juntos, formam o conceito de controle.
Entraremos agora para as definições das funções do processo administrativo:
  • PLANEJAMENTO:
Além de ser um processo de tomar decisões futuras, é também onde são comensuradas as inteligências do planejamento.
  • Dados de Entrada: Mostra a situação a se lidar utilizando dados do meio externo e interno à empresa, como solicitações, encomendas e mudanças legislativas e (in) satisfação do cliente.
  • Processamento de Planejamento: Interpretação de alternativas e avaliação de ação e escolha do curso.
  • Preparação de Plano: São traçados os objetivos, recursos e meios de controle a serem usados, baseando-se no processamento de dados de entrada.
Os planejamentos podem ser classificados em estratégicos, que estabelece a missão; os funcionais são responsáveis pela tradução dos planos estratégicos para as demais áreas especializadas; e os operacionais, os quais definem as atividades e recursos possibilitando a realização dos estratégicos ou funcionais para que se chegue ao(s) objetivo(s).
Um ponto interessante de ser levantando é a explicação de objetivos e metas.
Estes são resultados desejados que orientam a ação da empresa sendo usados como propósitos para essa. Uma tentativa de bater a venda do produto X do seu concorrente, a edificação de uma faculdade ou a produção de uma corrida de rua são exemplos que mostram o que são objetivos.
Vale lembrar que a tendência é de serem quantitativos, ou seja, vindos em forma numérica para serem usados como indicadores e facilitarem na hora da leitura de dados de entrada, por exemplo.
  • ORGANIZAÇÃO
Processo de ordenamento das partes segundo critérios ou princípios de classificação.
Na Organização temos as definições de responsabilidades, níveis de autoridade e da estrutura organizacional, muitas vezes trazidas em forma de organogramas e a análise dos objetivos.
  • Divisão do trabalho: Processo de divisão de uma tarefa por meio de departamentos, unidades de funcionários especializados.
  • Definição de responsabilidades: É onde após a divisão do trabalho, ocorre uma subdivisão dos departamentos e/ou unidades formando-se os cargos. Trata-se então de uma maior especialização onde um conjunto de tarefas ficará atribuído para um funcionário.
  • Definição de níveis de autoridade: Aqui é que entra a hierarquia. Que trata de uma divisão vertical entre subordinado e comando, onde este deve prestar contas por suas tarefas a esse. Além da hierarquia temos também a amplitude de controle. Resumidamente é o aumento de comando ou controle de um gerente pelo seu numero número de comandados, o que pode passar do controle do gerente acarretando assim numa baixa eficiência do(s) setor (es).
  • Desenho da estrutura organizacional: O desenho de um organograma leva em conta a divisão do trabalho e responsabilidades ou autoridade e hierarquia ou comunicação.
  • Departamentalização: Um organograma pode ser desenhado de várias maneiras para atender ao que é requisitado para a organização. Podendo ser divido em divisão de trabalho e responsabilidades, nível hierárquico, por produtos oferecidos, por mercado ou por cliente entre outros. Ilustração 1
  • EXECUÇÃO
Processo da síntese entre o planejamento e a organização, que formam os dados para a execução.
Na execução os resultados obtidos vêm em forma de produtos ou serviços os quais foram propostos pelo planejamento baseado nos dados de entrada oferecidos que com estudos percebeu que tal produto ou serviço iria ter mercado.
Também é aqui que são aplicados os recursos materiais e financeiros, que devem passar pela organização de modo responsável e eficiente. Uma vez mal organizados os recursos, a execução de um projeto pode acabar não ocorrendo ou não atingindo a meta de produção por falta de verba, por exemplo.
Ilustração 1
A flexibilidade durante o andamento da execução é importante para se tomar novas decisões devido a dinâmica de mercado e para implementar ações corretivas, que não necessariamente precisam chegar ao controle para serem ajustadas.
  • CONTROLE
O controle deve informar o sistema sobre seu desempenho de recursos usados e de orçamento e organograma (controle operacional) e de comparar com os objetivos para checar se o caminho que está sendo tomado vai levar para a realização dos objetivos (controle estratégico). Caso perceba que isso não ocorrera, deve comunicá-lo para que decisões no planejamento sejam tomadas a fim de que a situação seja revertida (controle administrativo).
Para que isso tudo seja controlado, existem os elementos do processo de controle que são: definição de padrão de controle, onde é estipulado ou o tempo ou o aprimoramento necessário e o fixa como padrão a ser seguido; a aquisição de informações, que inspeciona o uso de dispositivos de contagem e medição; a comparação e ação autocorretiva e o recomeço do ciclo de planejamento, que se trata da prática da definição do processo de controle citada acima.
Copiado: http://www.ebah.com.br/