quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

12 Dicas para não Cair na Malha Fina em 2015

1 - Não deixe de declarar rendimentos pagos por outras fontes, inclusive de empregos anteriores, quando há rescisão de contrato;
2 - Preste muita atenção e informe corretamente os dados dos rendimentos. Digitar qualquer número do CNPJ da fonte pagadora de forma incorreta causará problemas;
3 - Não declare como seu dependente alguém que já seja dependente de outra pessoa;
4 - Os rendimentos dos seus dependentes também devem ser incluídos em sua declaração;
5 - Não inclua como dependentes, em sua declaração, filhos (as) que recebam pensão alimentícia;
6 - Se você tem plano de previdência VGBL, não declare como dedução. Só quem tem PGBL poderá deduzir;
7 - Atenção com as despesas médicas: os valores são confrontados com os informados pelos médicos, clínicas e hospitais;
8 - Se recebeu aluguel não deixe de informar em sua declaração, pois quem lhe paga tem a obrigação de informar, sob pena de multa;
9 - Informe o número do recibo da declaração do ano passado, mesmo não sendo obrigatório;
10 - Faça a impressão da declaração e confira as informações com os documentos;
11 - Elabore sua declaração sem correria, pois a pressa é inimiga da perfeição;
12 - Na dúvida, é melhor procurar um Contador para prestar este serviço e assim evitar possíveis aborrecimentos.
Pense nisso!
Por: Vanildo Veras - http://www.administradores.com.br/

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Numerologia Empresarial – Como a Numerologia Pode Ajudar Sua Empresa

Há muito tempo a numerologia empresarial vem sendo usada para determinação do nome de empresas e até mesmo no momento certo para às decisões a serem tomadas.
Atualmente cada vez mais empresas buscam na numerologia apoio para alavancar seus negócios e por isso, o Empreendedores Web pesquisou para saber como empresários podem usar mais este recurso para ajudar na criação de uma empresa de sucesso.
Uma verdadeira aula de numerologia empresarial gratuita para você começar com o pé direito o seu negócio.
Nela é estudado como números e operações matemáticas baseadas em caracteres, principalmente os que compõem o nome, podem ser interpretados de forma a predizer ou modificar o futuro ou características de personalidade, no nosso caso, a personalidade empresarial.
A numerologia empresarial tem como base os conceitos da ciência que estuda a influência da vibração dos números sobre eventos do dia a dia, conhecida como Numerologia.
O estudo da numerologia aplicada  a área empresarial parte de um conceito antigo de Pitágoras que defendia a tese de que no Universo todas as coisas estão relacionadas às vibrações associadas a números. Por isso mesmo, a tabela que usaremos para calcular o número da sua empresa leva o nome de Tabela Pitagórica.

Como funciona a numerologia empresarial

A numerologia de empresas parte do princípio que ao escolhermos o nome do nosso negócio, devemos fazer com que ele esteja associado a um número cujas vibrações coincidam com os objetivos ou área de atuação do negócio.
Para determinar qual é o número da sua empresa e descobrir qual é o seu significado, basta associar cada letra do nome ao número correspondente na tabela abaixo.
123456789
ABCDEFGHI
JKLMNOPQR
STUVWXYZ
Exemplo: Empreendedores Web = 101 = 1+0+1 = 2. Se o resultado for onze, não reduza o número.

O significado do resultado segundo a numerologia empresarial

Agora que já sabe calcular qual o número da sua empresa vamos conhecer qual o significado associado a ele segundo a numerologia empresarial.
Número 1 – As empresas associadas ao número um são caracterizadas pela razão, justiça e determinação. São empresas cheias de energia e pró atividade.
Indicações: Empresas ligadas a área de financiamento e crédito, imobiliárias, escritórios de contabilidade.
Número 2 – Empresas que possuem o número dois tem a característica de luta por uma causa ou ideal. São empresas onde a perseverança será recompensada com o sucesso.
Indicações: Em função das suas características este é um número indicado para qualquer empresa. São empresas que também se encaixam na característica do número onze.
Número 3 – Essas empresas tem como principal característica a comunicação, felicidade, amor e fecundidade. São empresas onde a energia criativa aflora e quando orientadas no sentido da inovação o sucesso é garantido.
Indicações: Empresas dedicadas às criação, como agências de publicidade, agências de marketing digital, comunicação social e criação em geral.
Número 4 – Do ponto de vista da numerologia empresarial as empresas com número quatro não são muito indicadas, pois o número está relacionado à carta do Imperador, representando a estabilidade proteção imperativa e subjugação.
Indicações: Por ser um número com características de difícil conciliação com o espírito empreendedor, não indicado para o seu negócio.
Número 5 – As empresas com número cinco são caracterizadas pela inteligência, inspiração e acumulação. São empresas que tendem à acumulação, tanto de pessoas quanto de objetos e por isso mesmo precisa se manter bem disciplinada.
Indicações: Devido às suas características este número é indicado para empresas ligadas às áreas do turismo, lazer, buffet de festas e entretenimento em geral.
Número 6 – São empresas que tem como característica principal a beleza e harmonia. O foco está na busca do equilíbrio e bem estar o que é facilmente alcançado pelo número seis.
Indicações: Pelas suas características na numerologia empresarial este é o número ideal para empresas ligadas ao segmento de alimentação e também empresas na área de beleza e estética como salão de beleza e centros de estética.
Número 7 – As empresas regidas pelo número sete tendem a ter uma personalidade introspectiva e fechada. A energia deste número favorece o isolamento e ao foco no emocional.
Indicações: Como as características deste número são incompatíveis com o espírito empreendedor, não é um número indicado para qualquer tipo de negócio.
Número 8 – Este é um número típico de empresas extremamente competitivas e ousadas, com forte foco na movimentação financeira. Geralmente são empresas bastante agressivas em seus mercados.
Indicações: Pelas características do número, ele é altamente indicado para empresas do setor financeiro, como corretoras de valores, financeiras e bancos.
Número 9 – O número nove caracteriza empresas que passam constantemente por processos de encerramento de ciclos e para conseguirem crescer, precisam se adaptar rapidamente a mudanças constantes de ambiente negocial.
Indicações: Como as características desse número são de difícil assimilação pelo ser humano, não é um número muito indicado para quem deseja abrir um negócio.
Número 11 – São empresas que estão sempre preparadas para encarar desafios e superar obstáculos. O número onze possui uma energia muito positiva que faz com estas empresas estejam sempre prontas para superar metas e atingir objetivos cada vez maiores. O significado do número onze em termos empresariais é muito parecido com o do número dois.
Indicações: Devido às suas características positivas, este é um número indicado para qualquer tipo de empresa que deseje alcançar o sucesso.
Agora que você já conhece a metodologia para aplicar a numerologia empresarial à sua empresa, mão a obra! Para se manter atualizado sobre essa e outras matérias ligadas ao Empreendedorismo, assine nosso
Copiado: http://www.empreendedoresweb.com.br/

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Qual a Diferença entre Gestão Comercial e de Vendas?


Tenho percebido, com muita frequência, departamentos de RH buscarem gerentes comerciais para dirigir áreas de vendas. Misturar os papéis comerciais e de vendas é um erro mais comum do que se pensa, com consequências ruins para o desempenho das organizações.

O gestor comercial possui um papel estratégico e determinante para definir como a empresa irá explorar suas oportunidades de mercado e maximizar o seu aproveitamento de forma a garantir os resultados pretendidos pela organização. É na gestão comercial que se originam os planos de ação - vendas e demanda - com o consequente dimensionamento das equipes para que se atinja o volume de vendas estabelecido - as famosas metas de vendas.

Muitas vezes, em conjunto com o marketing, é papel do gerente comercial identificar segmentos de atuação, formação de preços, planos de comunicação e demais atividades que dão o necessário suporte aos vendedores no campo. 

Sua função é mais generalista do que um gestor de vendas. Este, muito mais tático, é responsável pela execução do plano de vendas. 


  • O papel do gerente de vendas nas organizações é garantir que o número estabelecido seja cumprido. É dele a responsabilidade por coordenar diretamente as equipes de vendedores e promover os meios necessários para que estas tragam os resultados pretendidos mês a mês. A mistura dos papéis comerciais e de vendas é acompanhada de uma confusão de conceitos que, se não for desfeita, poderá levar a resultados desastrosos.
Não é responsabilidade da gestão de vendas a administração dos estoques. Estes devem estar alinhados ao orçamento e revistos periodicamente pela função Vendas & Operações (em inglês Sales & Operations ou S&OP). Esta função alinha orçamento, vendas e cadeia de suprimentos, para que não falte produtos para vendas. É parte do papel do Gerente Comercial, participar do S&OP enquanto é obrigação do Gestor de Vendas fornecer insumos para este processo - o temido forecast.

Enquanto o gerente de vendas tem a visão do campo, o gestor comercial provê a ligação destas informações com o restante da organização de maneira a garantir não só o equilíbrio das contas, mas principalmente que o fluxo de fornecimento não seja quebrado e, com isto, se percam as oportunidades de vendas por falta de produtos.

Finalmente, é preciso também não confundir o suporte sistêmico que apoia cada uma destas funções. Enquanto os sistemas de gestão - ERP e Supply Chain - atendem às necessidades do Gerente comercial, a automação de vendas é que apoia ao gestor de vendas a gerenciar as atividades dos vendedores de forma a aproveitar da melhor forma o tempo e obter os melhores resultados. 
Enquanto o primeiro garante a eficiência do processo comercial, efetuando a entrega do que foi vendido e o bom resultado, o segundo permite o aumento da eficácia de vendas. Isto é vender mais.


Assim, mais do que qualquer outro objetivo, o gerente comercial busca, de forma incessante, o aumento na lucratividade enquanto minimiza custos, seja com a própria operação, seja na composição de estoques. 

Já o gestor de vendas, com foco maior na execução, busca de todas as formas realizar o resultado pretendido através do trabalho de suas equipes de venda. Em termos de tecnologia, um se apoia nas ferramentas para S&OP, enquanto o outro, nas de automação de vendas.


Por: Enio Klein, - http://www.guiadaembalagem.com.br/

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Infográfico: Como Bill Gates Construiu sua Carreira e Fundou a Microsoft

Pai, advogado. Mãe, professora. Nenhum engenheiro na família. A vida de Bill Gates não era tecnológica, até ele virar um hacker aos 13 anos


O fundador da Microsoft, Bill Gates, nasceu em Seattle numa família próspera e com acesso a educação Superior. Seu pai é um advogado bem sucedido e a mãe professora. Nenhum engenheiro na família e nenhuma indicação que lhe apontasse um futuro tecnológico. 
Mas aos 13 anos, sem mesada para pagar pelas horas de uso do computador da escola, tornou-se um hacker para poder usar a máquina de graça e acabou expulso. A escola depois entendeu que ele tinha um dom para tecnologia e o contratou para usar o computador e encontrar bugs. Depois disso, bem, vocês conferem no infográfico abaixo, criado pelo site Funders and Founders.
Copiado: http://idgnow.com.br

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

10 CONSELHOS PARA FAZER CRÍTICAS COM CUIDADO

Dar um feedback, fazer uma avaliação de uma pessoa que contenha críticas negativas, é um dos maiores desafios para qualquer gestor, até mesmo para os mais graduados e experientes.

O desafio é ainda maior quando é um cristão que tem que fazer isso. Se faz de maneira errada, pode ser taxado rapidamente de hipócrita pela pessoa que recebeu a crítica.

Por isso, enumero aqui 10 conselhos para ajudar-lhe a cumprir a tarefa de forma satisfatória.
  • Faça-o confidencialmente: A crítica em público sobre o trabalho de um funcionário é humilhante e pode conduzir à difamação do mesmo pelo restante da equipe. Por isso, quando for criticar, faça-o confidencialmente.
  • Faça-o pessoalmente: Geralmente é um erro fazer a crítica pelo telefone, pelo e-mail ou por algum outro veículo impessoal. A pessoa provavelmente se sentirá “cega”. Ao contrário, uma discussão pessoal permite que o avaliado entenda mais claramente seus interesses legítimos.
  • Vá direto ao ponto: A maioria dos subordinados “sente” quando seu superior tem algum problema com eles. Quando você chama alguém para conversar, mas fica dando voltas, ele percebe na hora e isso é frustrante para ele. Vá direto ao ponto.
  • Valorize sempre as qualidades: É essencial que o subordinado compreenda que você não vê somente as deficiências, mas também sua contribuição à organização. Para comunicar isso, um bom começo pode ser: "Eu acho que você está indo muito bem em relação a 88% das tarefas que lhe atribuí. O que nós vamos conversar nos próximos minutos, é sobre os outros 12%.”
  • Centralize o discurso em você e não nele: Falar na primeira pessoa é uma ferramenta que ajuda a não deixar o subordinado na defensiva. Estruture suas críticas nos termos de como você sente. Uma afirmação como "eu não estou compreendendo esta parte de seu relatório" tende a ser menos ofensivo do que "o que você escreveu nesta parte não está fazendo sentido." A aproximação anterior comunica essencialmente a mesma informação, mas soa menos ofensivo ao receptor da crítica.
  • Seja específico: Críticas abstratas, como "você está executando seu trabalho bem abaixo da média", não condizem com um gestor eficiente e nem funcionam como avaliação justa. Melhor que categorizar o desempenho ("bem abaixo da média"), seja específico sobre o que se espera e contraste isto com fatos objetivos sobre o que a pessoa realizou ou não. Isto ajudará a trazer um foco melhor sobre o problema e sobre qual medida tomar.
  • Atenha-se aos fatos: ater-se aos fatos significa ser objetivo e evitar julgamentos especulativos sobre as causas do comportamento impróprio. Fale sobre o que você sabe e seja verdadeiro.
  • Não seja repetitivo: Em toda a discussão, não há nenhuma necessidade de repetir a crítica. O subordinado “pega” a idéia. Também, se possível, atenha-se a um problema por vez. E, se possível, evite ressuscitar problemas antigos que já foram resolvidos previamente. Os subordinados recebem isso como desnecessário e injusto.
  • Através de um esforço comum, tentem achar uma solução: Após ter feito a crítica, envolva o subordinado na busca da solução do problema. Uma pessoa que ajude na busca de uma solução pode ser mais comprometido a efetuá-la do que outro que tem uma solução empurrada de cima para baixo. 
Localize o problema, ajuste alguns objetivos mutuamente adaptando-os como uma base para a próxima avaliação. Também, se achar apropriado, projete – junto com a pessoa - um plano de desenvolvimento para ajudá-lo a direcionar o trabalho corretamente. Dar um feedback, fazer avaliações, é uma ferramenta que deve ser usada mais de uma ou duas vezes por ano. Na verdade, o ideal é que seja uma atividade contínua.
Consequentemente, quando você vir um subordinado fazer algo errado (ou direito), deixe-o saber imediatamente para corrigir (ou para reforçar) seu comportamento.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

No Sem Vergonha, Mônica desmistifica a transa do primeiro encontro.


Jornalista Maranhense MONICA MOREIRA LIMA... falando de sexo de forma descomplicado....

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Como Calcular o Preço de Um Produto ou Serviço?

A grande dúvida do empreendedor após a abertura da empresa é quanto deve cobrar pelo produto ou serviço oferecido. 
  • Será que o preço é justo? 
  • Será que o preço é competitivo?
  •  Será que estará de acordo com o perfil do público-alvo?
Para não ficar no “achismo”, o Pensando Grande trouxe algumas dicas para ajudar o empreendedor a calcular o melhor preço sem preocupações com o retorno e a lucratividade.
  • Despesas fixas
Para qualquer produto ou serviço, as despesas fixas são aqueles valores necessários para o dia a dia da empresa: luz, água, telefone, aluguel, material de escritório, mão-de-obra, entre outros.
  • Despesas variáveis
Essas despesas são aquelas que aparecem em certos períodos do ano, tal como impostos, tributos, comissões de venda, entre outros. É importante lembrar que essas despesas devem estar na organização geral dos custos da empresa e tem um papel decisivo no planejamento financeiro da empresa.
  • Custo direto
É o valor da matéria-prima, dos materiais para serem utilizados ou trocados e o valor cobrado pelos fornecedores.
  • Lucros
O lucro não é o que o empreendedor quer pra si, mas sim o valor necessário para cobrir o investimento inicial durante um período de tempo pré-determinado. O retorno do valor investido é o primeiro estágio do lucro, mas pode voltar a ser lançado sempre que ocorram novos investimentos. Após esses períodos, o lucro torna-se parte do orçamento geral da empresa. Se for bem aplicado, pode voltar como investimento sobre novos produtos, embalagens ou serviços.
Para encontrar o melhor preço é preciso dividir o custo direto variável pelo mark-up divisor ( fator de formação do preço de venda que é igual a 100% menos a porcentagem das despesas variáveis menos a porcentagem despesas fixas menos a porcentagem do lucro líquido).
  • Custo direto variável/mark-up divisor

Vale lembrar que é bom ter estipulado também um preço mínimo e um preço máximo. Dessa forma, o empreendedor pode negociar melhor seus produtos com promoções e ofertas em larga escala ou serviços de maior ou menor valor.
Mas lembre-se: quem paga a conta é o cliente! Portanto, nada de exagerar nas despesas e fique de olho se olucro é o melhor para a sua empresa.
As ferramentas certas ajudam a otimizar seu trabalho e seu tempo. Planeje-se com um checklist especialmente feito para organizar suas tarefas. Conheça as utilidades do Excel 2010, esse pode ser os detalhe essencial que faltava para sua empresa decolar.
Copiado: http://www.pensandogrande.com.br/

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Estresse no Trabalho: Aprenda a Lidar com Essa Realidade

Eis a dinâmica do ambiente profissional: atender às demandas dos clientes, metas a cumprir, prazos apertados, reuniões, concorrência acirrada, pressão por melhores resultados, e por aí vai. Isso tudo tem aumentado o estresse na vida dos trabalhadores, pois o desgaste a que as pessoas são submetidas acaba ocasionando consequências negativas no aspecto físico e emocional. 

De acordo com dados divulgados em 2010 pela ISMA (Associação Internacional do Controle do Estresse), sete entre cada dez trabalhadores brasileiros sofrem de estresse no trabalho.
É preciso compreender que estresse não é uma doença em si, pois ele sempre fez parte da evolução humana. 

Estresse é um estado que o organismo cria quando submetido a situações de tensão que exigem adaptação, esforço e resiliência. O estresse prepara o corpo para enfrentar as situações de pressão. Um certo nível de estresse não é ruim, pois isso ajuda uma pessoa a se adaptar às diversas situações e, também, a superar uma adversidade. O problema está quando o organismo começa a ficar em desequilíbrio devido ao excesso de trabalho, pois é preciso um tempo para recuperação física e mental.

E você, como lida com o estresse no trabalho? Lembre-se que em muitos casos as situações que envolvem o trabalho são neutras, ou seja, elas podem se tornar positivas ou negativas, dependendo da percepção e interpretação que você atribui. De acordo com os estudiosos no assunto, existem dois tipos de estresse:

1 - Eustress, que é o estresse positivo que estimula a lidar com a situação, que motiva e serve de impulso para a pessoa alcançar um resultado que considera importante.
2 - Distress, o estresse negativo. As consequências deste tipo são mais prejudiciais à saúde, pois formam agentes causadores de inúmeras doenças. É o estresse pesado, que afeta o bem-estar. Ele é evidente quando a pessoa não sabe se adaptar a uma nova situação, gerando sentimentos negativos, entre eles a raiva, a frustração, etc.

Procure aprender a lidar com o estresse em seu cotidiano, repensando seu estilo de vida no trabalho. Atualmente, um dos maiores causadores de doenças é o estilo de vida que a maioria das pessoas leva sob alto nível de estresse. Veja abaixo algumas dicas simples que podem lhe ajudar a gerenciar melhor o estresse:

- Pare e relaxe. Você precisa reconhecer seus limites, então, durante o dia pare, respire calmamente, faça um alongamento breve se for necessário.

- Gerencie melhor o seu tempo. O segredo está em aprender a gerenciar a si mesmo e administrar melhor suas tarefas. Defina suas prioridades com um tempo adequado para executá-las, depois aja sem deixar a ansiedade atrapalhar seu desempenho.

 -Seja mais resiliente. Preste atenção se você não está olhando predominantemente para o lado negativo das situações. Cabeça erguida, sem fazer “tempestades em copo d’água”.

- Esteja presente no aqui e agora e se preocupe menos. A maioria das pessoas gera o distresse porque dispersa muita energia pensando demasiadamente no futuro. Faça suas tarefas com alegria no momento presente, e não desperdice a si mesmo.

- Saiba dizer não. Aceitar uma atividade em momento inapropriado pode prejudicar várias outras atividades importantes. Desenvolva um bom diálogo com as pessoas com quem trabalha para definir as prioridades e lembre-se que ninguém pode abraçar o mundo. 

Portanto, saber lidar com o estresse é uma das habilidades mais importantes para quem almeja crescer e se realizar no ambiente profissional. Se esse for o seu desejo, não espere o estresse dominá-lo, esteja consciente que é você quem deve assumir o controle.


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