terça-feira, 9 de setembro de 2014

Gestão Empresarial - que "bixo" é esse? - Conceitos

Está na moda falar sobre “Gestão Empresarial” e sua inteligência para facilitar o dia-a-dia do Gestor.

Com que conceitos entender a Gestão Empresarial? 

Para simplificar, sugerimos entender a Gestão Empresarial como sendo a prática de alinhar propósitos, pessoas e processos através de decisões, atividades, recursos, informações, relacionamentos e avaliações, tudo com suporte digital. Neste sentido, uma gestão bem-sucedida leva à diferenciação competitiva de uma empresa.

Enxergando a empresa como um organismo vivo (não engessado por excesso de burocracia e tecnocracia) em seu ecossistema corporativo (nas suas relações com os stakeholders), ela precisa dispor de competências capazes de sustentar um crescimento com lucro. É aqui que se justificam a profissionalização e modernização da Gestão Empresarial.

Muitas empresas fracassam por falta de práticas adequadas de Gestão Empresarial.Mesmo dispondo de conhecimento, muitas vezes não se sabe por onde COMEÇAR e como implementar melhorias.

Por onde começar? Uma avaliação dos processos gerenciais e operacionais permite identificar os pontos críticos, a “massa crítica” para indicar as ações de melhorias necessárias, com impacto direto no resultado financeiro.

Para facilitar a sua compreensão, vamos responder a algumas perguntas freqüentemente colocadas:

P 1: Como identificar se uma empresa realmente precisa de uma solução de Gestão Empresarial?
R 1: Se sua empresa tem até 20 colaboradores, já pode requerer a adoção de práticas modernas de Gestão Empresarial, que servem para prover soluções viáveis, de aplicabilidade imediata, em situações complexas.
Se sua empresa tem mais de 20 colaboradores, já precisa de um Modelo de Gestão Empresarial que desenha o processo de uma gestão executiva integrada.
Obviamente, a divisória acima é meramente indicativa, mas bem próxima da realidade.
P 2: Se a empresa necessita de uma solução de Gestão Empresarial, como se pode avaliar a dimensão e o escopo da mesma?
R 2: O melhor caminho é fazer uma avaliação diagnóstica, por mais simples que seja. Para saber por onde COMEÇAR, busque uma consultoria para ajudar a fazer um diagnóstico sobre o negócio atual versus negócio potencial, acompanhado de recomendações sobre possíveis soluções para reduzir a distância entre a situação atual e a potencial.

P 3: Por que é preciso sistematizar a Gestão Empresarial? 

R 3: Toda organização busca crescer com lucro de forma sustentável. Para alcançar esse anseio, a organização precisa ser competitiva: estabelecer seus objetivos, trabalhar suas vantagens competitivas e conquistar (e manter!) uma posição de liderança no segmento de atuação.

P 4: O que influencia o grau de competitividade?


R 4: O grau de competitividade depende diretamente do nível de produtividade da organização, medida pela relação entre o resultado produzido versus recurso consumido.
Para a empresa ser produtiva, não basta dominar a tecnologia do negócio; é preciso contar com pessoas dotadas de postura vencedora, orientadas para resultado e que incorporam as melhores práticas de gestão.

P 5: Como entender o conceito “Melhores Práticas de Gestão Empresarial”?
R 5: Melhores Práticas de Gestão Empresarial (best practices) são métodos e ferramentas gerenciais aplicados no dia-a-dia dentro do sistema de gestão, alinhados com os propósitos organizacionais, almejando algum resultado qualitativo ou quantitativo.

P 6: Quais são os pilares de um “bom” sistema de gestão?
R 6: Um bom sistema de Gestão Empresarial deve estar fundamentado em sete subsistemas, que são:
  • Clareza e Comunicação de Objetivos
  • Foco do (e não só no) Cliente
  • Agenda de Prioridades
  • Foco no Resultado
  • Envolvimento de Pessoas
  • Avaliação baseadas em fatos e números
  • Aprendizado contínuo
P 7: Como abordar estes subsistemas?
R 7: Uma organização eficiente dos subsistemas da Gestão Empresarial deve responder às seguintes questões:
  • Quais são os objetivos corporativos?
  • Por que os clientes deveriam nos escolher para fazer negócio?
  • Quais são as ações que perfazem 80% do resultado?
  • Quais são as contribuições individuais para o todo?
  • Como ampliar o comprometimento das pessoas com o resultado?
  • Quais informações são necessárias para a avaliação assertiva?
  • Como incentivar as pessoas para criar e inovar?
P 8: Como dar respostas “inteligentes”?
R 8: A Gestão Empresarial somente conseguirá dar respostas inteligentes, se estiver focada na competência essencial e centrada em torno de estratégia, pessoas, informação e operação.

P 9: Como entender as quatro competências essenciais corporativas?
R 9: Vamos partir para o seguinte entendimento:
- A Estratégia define o posicionamento competitivo frente aos stakeholders, que são colaboradores, clientes, fornecedores, comunidade e investidores;
- A valorização das pessoas implica em lhes dar espaço para desenvolver o seu potencial produtivo;
- A Informação será trabalhada de modo a permitir acuracia e agilidade para a tomada de decisão, em todos os níveis organizacionais.
- A Operação será desenhada para a conquista e manutenção de vantagens competitivas no dia-a-dia da empresa.

P 10: Qual é o resultado esperado da implantação de uma Gestão Empresarial sistematizada?
R 10: O resultado esperado é uma Gestão Empresarial norteada para fazer da empresa a opção preferida para se fazer negócio, diferenciando-a através de criatividade e inovação contínuas, assegurando transparência e compartilhamento bem como sustentando produtividade e qualidade superiores ao concorrente.

Em resumo, é possível modernizar a gestão e a operação na busca de saltos de melhorias qualitativas e melhores resultados financeiros.

Gestão Empresarial – não um “bixo de sete cabeças”, mas a solução factível para fazer uma diferença no mundo corporativo.
Por: Werner Kugelmeier – Consultor Empresarial - http://www.gestaoempresarial.adm.br/

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Dia do Administrador – 9 de setembro

Olá pessoal, hoje é dia 09.09.09, dia em que se comemora o Dia do Administrador!

Dia do Administrador. Por que esta data?

Os primeiros administradores ao longo da história foram os gerentes das companhias de navegação inglesas, em meados do século XVII. A escolha da data para ser o dia do administrador se deu pelo fato de que nesse dia, em 1965, foi assinada a lei que criou, oficialmente, a profissão de Administrador no Brasil. O dia do Administrador foi instituído pela Resolução CFA nº. 65/68, de 09/12/68.

O que faz um Administrador?

administrador é aquele profissional que planeja o futuro das organizações, organiza coordena  suas equipes e ações; e controla as atividades e processos das organizações, no sentido de proporcionar o desenvolvimento sócio-econômico das mesmas, atender as necessidades dos investidores, clientes e conseqüentemente, da sociedade em geral.
Dentre as mais diversas habilidades empresariais, os profissionais de administração devem saber utilizar princípios e técnicas buscando soluções para todo tipo de problema administrativo, devem também saber lidar com pessoas de forma eficiente, negociando e solucionando conflitos.

Qual a sua importância?

Estes profissionais possuem uma importância imensurável na sociedade brasileira e mundial. Sem osadministradores, não teríamos o desenvolvimento pleno das organizações, o progresso das economias e mercados, o aumento das receitas e muito menos o desenvolvimento mundial das nações. O que está diretamente ligado a geração de empregos para outros tantos profissionais .  Onde, em um cenário sem administradores poderia gerar um caos social sem tamanho, além de permitir que grandes empresas fossem geridas por pessoas sem a qualificação mínima necessária.
Já em 2005, Stephen Kanitz, administrador pela Harvard, previa um crescimento importante desta profissão, no Brasil e no mundo, e dos rumos que ela tomaria no futuro, veja:
Administração já é hoje a profissão mais freqüente deste país, com 18% dos formandos. Antes, nossos gênios escolhiam medicina, direito e engenharia. Agora escolhem medicina, administração e direito, nessa ordem.
Há dez anos tínhamos apenas 200.000 administradores, e só 5% das empresas contavam com um profissional para tocá-las. O resto era dirigido por “empresários” que aprendiam administração no tapa. Por isso, até hoje 50% das empresas brasileiras quebram nos dois primeiros anos e metade de nosso capital inicial vira pó.”
Stephen Kanitz
Por estes, e tantos outros motivos é que a profissão de Administrador precisa ser respeitada e tratada como merece, por toda a sua importância e representatividade no contexto social e econômico de um país. Afinal:
“Sem Administrador, não se chega a lugar nenhum!”
Fonte: Kanitz.com.br / BrasilEscola

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Falhas Humanas

Falhas humanas: à medida em que máquinas e equipamentos evoluem cada vez mais em confiabilidade e sofisticação, a quantidade de acidentes, em números absolutos, decresce. 
Porém, o percentual de falhas atribuídas a falhas humanas aumenta cada vez mais. Apesar do velho adágio de que “Errar é Humano”, isto não significa que devemos nos conformar com este fato. 

Falhas Humanas – conceitos
O dicionário Michaelis  elenca, dentre diversas definições para erro, as seguintes:
Erro 
sm 1 Ato de errar. 2 Equívoco, engano. Inexatidão. 4 Uso impróprio ou indevido. 5 Apartamento da honestidade ou da justiça. 6 Desregramento, mau comportamento. 7 Conceito equívoco ou juízo falso. 8 Doutrina falsa. 9 Culpa, falta. 10 Prevaricação. 11 Abuso. 12 Tip Tudo o que não confere com o original. 13 Em técnica, designa todas as pequenas diferenças residuais do valor exato, devidas a defeitos inevitáveis dos instrumentos.
Dicionário Online de Português  assim define erro:
Significado de Erro
s.m. Opinião, julgamento contrário à verdade: cometer erro.
Falsa doutrina; opinião falsa: o erro dos heresiarcas.
Engano, equívoco: erro de cálculo.
Imperícia: foi um erro essa intervenção.
Metrologia Diferença entre o valor exato de uma grandeza e o valor dado por uma medição.
S.m.pl. Desregramentos, desvarios no proceder: erros da juventude.
Na realidade, além da diversidade de erros, há diferentes classificações para erros.

Falhas Humanas – classificações

Inicialmente, os erros podem ser divididos em dois grandes grupos: Não intencionais e Intencionais.
Erros Humanos – não intencionais
Erros inadvertidos (deslizes, lapsos – em Inglês: slips)
Falhas na execução das ações necessárias (leitura errada de um instrumento, acionar um botão errado, não desligar um aparelho, etc.). São erros baseados na Habilidade, sendo frequentes em tarefas contínuas e repetitivas, usualmente sem feedback, ou seja, os desvios não são notados, a menos que ocorra um evento de maior gravidade. Raramente são eliminados através da formação dos trabalhadores.
Erros técnicos (em Inglês: mistakes)
Oriundos de decisões equivocadas (e não omissões, como no caso anterior) ou erros de discernimento, que podem ser baseados em Procedimentos, quando os procedimentos não contemplam todos os aspectos de uma situação, ou as instruções são dúbias e não claras. Os erros técnicos podem ser baseados em Conhecimentos, quando há procedimentos claros, mas não os trabalhadores não têm capacidade de absorver o conteúdo dos procedimentos.
Erros Humanos – intencionais (violações)
Erros deliberados (sabotagem)
Falha executada com conhecimento de causa, com nítido intuito de provocar danos e prejuízos.
Infrações
Não cumprimento de procedimentos conhecidos, por comodidade, preguiça ou urgência.

Falhas Humanas – exemplos

Erro inadvertido: motorista habituado a dirigir carros com câmbio automático, aluga um carro com câmbio manual, se esquece de pisar na embreagem ao parar no sinal, e o carro “morre”.
Erro técnico: ao detectar pressão alta em um vaso, o operador aciona uma válvula errada, e, ao invés de aliviar a pressão, aumenta a pressão, levando à abertura da PSV
Sabotagem: operário insatisfeito devido à sua demissão verte areia no cárter de um equipamento, visando causar prejuízo.
Infração: para evitar um caminho muito longo, motorista faz um pequeno trecho em contramão.

Falhas Humanas – percentuais de falhas

Percentual de Falhas Humanas
Percentual de Falhas Humanas

Por  |- http://blogtek.com.br/

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Como Contratar Pessoas: 8 Características para Caçar

Caro leitor, já faz um bom tempo que é conhecida a escassez de talentos gerenciais e de gente competente para operar as empresas e seus negócios. 
Com o aquecimento do mercado de trabalho nos últimos anos (não vou entrar na discussão sobre se o tal aquecimento se sustenta, ou em prognósticos prováveis para os próximos tempos, o fato é que depois da euforia sempre pode vir a ressaca) não poderia ser outra a consequência em um país com tanta carência – em todos os níveis – na formação de mão-de-obra.
Contudo, existem alguns fatores de ordem comportamental, que invariavelmente tangenciam a questão da instrução formal obtida em universidades, cursos técnicos e especializações – que é indispensável, os moderninhos que me desculpem – mas que estão muito mais relacionados ao campo das atitudes e talentos do que a métodos de ensino e conhecimento transferido de forma estruturada.
Trata-se de um componente agregado raro de encontrar, e que muitas vezes representa o “pulo do gato” tanto no sucesso da maioria dos empreendimentos sobre os quais escutamos os êxitos, como para transformar a vida de pessoas especialmente habilidosas e capazes que encontram neste reconhecimento a oportunidade para se destacar de uma vez por todas e fora dos padrões convencionais.
Quando Encontrar Alguém assim, traga para dentro, ou ao menos, não o perca de vista.
E para facilitar a identificação, seguem abaixo algumas características comuns a estes profissionais absolutamente especiais.
1. Franqueza. Estas pessoas não estão lá muito preocupadas com o que você vai pensar de suas opiniões. Estão prontas para defendê-las e irão confrontar com argumentos;
2. Auto confiança (bem calibrada e de verdade). Cientes sua capacidade, se preocupam pouco em provar algo para alguém. No lugar disso, não se importam em recuar quando são vencidos nos seus argumentos, pois encaram isso com normalidade – afinal podem mesmo ter errado em uma avaliação – e conhecedores do seu potencial, assumem desafios correndo os riscos do fracasso com a mesma naturalidade com que buscam o sucesso. Em meio a esse perfil, brota a criatividade;
3. Sensatos e equilibrados. Apesar da agressividade em defender ideias e posições e da auto confiança presente, sabem lidar com oposições, direcionamentos verticais eventualmente impostos e incompreensões.
4. Capacidade para o sacrifício. Estas pessoas não se importam em romper noites trabalhando, e nem tão pouco se incomodam em suportar cargas extenuantes de trabalho.
5. Objetivos e organizados. Atuando de forma absolutamente focada, não perdem tempo com enrolação, mas antes disso se preparam e efetivam minucioso planejamento de ação;
6. Relacionamento. Longe do blá blá blá reinante e dos clichês comportamentais corporativos, estas pessoas simplesmente sabem construir relações e atuar em conjunto. Respeitam adversários, edificam laços de confiança e fogem dos arroubos da vaidade. Simples assim;
7. Céticos seletivos. Não se trata aqui de um comportamento onde a descrença sempre é preponderante, mas estes profissionais possuem inteligência suficiente para entender que nem tudo merece crédito, e de que nem toda mudança ou inovação necessariamente são bem vindas. Com senso crítico aguçado, questionam e realizam análises cuidadosas antes de firmar conceitos e assumir verdades absolutas;
8. Apego aos detalhes. Conscientes de que o papel aceita qualquer coisa, e de apenas pensar estrategicamente não basta para atingir um resultado concreto, não se descuidam dos detalhes e sabem que é ali, às vezes em mínimas brechas, que a execução não ocorre e um projeto pode nunca deixar de ser apenas um sonho.
Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Ética e Moral na Gestão Pública: Possível ou Impossível?

Podemos infelizmente constatar que ética e moral são fatores, atos, condutas, ações, entre outros, pouco praticados na administração pública, porém felizmente não extintos. 

São raros os comportamentos éticos e morais atualmente em nossa sociedade. A sociedade do século XXI vive completamente impregnada de vícios, de concuspscência (a busca pelo prazer a qualquer custo e forma). 

Esse prazer a qualquer custo é a característica marcante da sociedade contemporânea, as ações das pessoas como um todo, infelizmente, geralmente são pautadas pelo prazer e não pela ética e moral.

A sociedade contemporânea vive uma grande dissimulação, nas organizações públicas (não só nas organizações públicas) geralmente impera o pensamento maquiavélico entre os que deveriam agir e pensar de acordo com a ética e a moral em favor do bem comum, o que infelizmente em muitos casos o que ocorre é o jeitinho, o improviso, o manda quem pode e obedece que tem juízo, e os fins justificando os meios, fins às vezes não benéficos para a sociedade em geral.

Mas afinal o que vem a ser ética e moral? Podemos dizer de forma genérica que ética é uma reflexão autônoma, pautada em princípios, de uma forma interna sobre as ações e conduta moral, visando o bem e a felicidade. Já a moral são valores sociais, ou seja, princípios que nascem nas pessoas mediante o prazer e o sofrimento, de forma involuntária, de maneira geral são hábitos, costumes, comportamentos e condicionamentos.

O grande desafio, imposto aos cidadãos, é como ser ético e moral em uma sociedade extremamente corrompida, trata-se de uma tarefa extremamente árdua e contraditória frente aos valores e atitudes de alguns governantes, que se deixam corromper pelos vícios, e usam seus respectivos cargos e poderes para o beneficio próprio. Esses governantes e gestores esquecem as virtudes e passam a agir pautados pelos vícios e pelo egoísmo. 

O “levar vantagem em tudo” a todo o custo é o símbolo da sociedade atual, os fins justificando os meios, pensando de forma completamente maquiavélica, no entanto, esses fins geralmente não são tão nobres assim, muito menos os meios são plausíveis.

As pessoas buscam constantemente os vícios (riqueza, poder, bens materiais, luxúria, consumismo, gula, entre outros), com isso os administradores públicos e privados, as pessoas que detém teoricamente o “poder” e as diretrizes das ações governamentais e privadas da sociedade, e de modo geral os entes da sociedade atual são aos poucos contaminados por esses vícios, visto que antes de serem gestores ou administradores públicos ou privados são frutos da sociedade atual.

Como os gestores públicos e privados, políticos entre outros são frutos dessa sociedade, alguns esquecem a ética e a moral e começam a agir de forma imoral e antiética na busca constante da satisfação pessoal (o individualismo). 

O individualismo é uma característica tão marcante desse atual estágio da sociedade moderna, onde o consumismo exacerbado e a busca pelo poder e riqueza a todo custo é gritante, ou seja, as práticas egocêntricas são cada vez mais valorizadas em detrimento do pensamento coletivo e do bem comum. 

Nas reuniões e debates o que geralmente ocorre é uma disputa de egos, onde o mais importante é impor a sua respectiva opinião, projeto ou algo similar, na busca de maior poder, pouco importa se o projeto do outro é mais benéfico para o bem comum, nessas situações raramente temos um dialogo aberto, mas sim uma disputa pelo poder e status, seja profissional ou social.

Podemos afirmar que ética é uma característica intrínseca da pessoa, não se aprende nos bancos da escola, ou a pessoa possui ou não. Ética e moral nas organizações públicas estão vinculadas ao principio da publicidade, pois caso os administradores e agentes públicos não possuam receio, vergonha ou medo de demonstrarem com toda a transparência seus atos, deliberações, despachos, atitudes entre outras medidas adotadas em público provavelmente
estarão visando o bem comum e da sociedade em geral, e assim agindo de forma ética e moral, desenvolvendo uma associação legítima, ou seja, uma relação de transparência, respeito e comprometimento com a sociedade. 

Essa seria uma forma de combater os vícios da sociedade contemporânea, ou seja, uma forma de combater e minimizar os efeitos da corrupção, e quem sabe desenvolver e construir um mundo mais justo e fraterno.

O grande desafio é combater a corrupção na sociedade tanto nas organizações públicas tanto nas privadas, interagindo com pessoas já mergulhadas e contaminadas pela falta de ética e moral, sem no entanto ser contaminado por essa fonte e impedindo que a corrupção dissipe-se pela sociedade como um todo. 

O se manter integro é o grande desafio da atualconjuntura social política, certamente é uma atitude árdua e heróica, porém é possível, pois assim a sociedade poderá sonhar com um mundo um pouco mais justo, podemos almejar a felicidade sem no entanto ser contaminado pelos vícios, pois para as pessoas serem felizes não necessitam serem corrompidas pelos vícios da sociedade atual.

A sociedade pode desenvolver uma associação legítima não que seja fácil, mas é possível, pois como diria um antigo professor de física, “as dificuldades podem levar a facilidades futuras”, visto que acreditando não ser impossível a sociedade talvez possa construir uma administração pública mais eficiente e eficaz, com mais ética e moral, fatores e características atualmente pouco valorizados na sociedade. Isso certamente contribuirá para o desenvolvimento de um mundo com menos vícios, buscando assim o bem comum da população e reduzindo os malefícios da corrupção.

Resumo:
Ética e moral características e atitudes renegadas ao segundo plano e extremamente desvalorizadas em algumas situações e ações da sociedade contemporânea. No entanto, ética e moral existem na administração e gestão pública? Será que é possível agir de forma ética e moral na gestão pública e privada sem ser contaminado pelo egocentrismo e o individualismo exacerbado da sociedade contemporânea? Esse ensaio visa debate e refletir sobre essa temática e também contribuir para difusão da importância do agir ético na sociedade moderna.

Autor: Adm. Wagner Freire Rocha - CRA/ES 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

O Controller Dentro Das Organizações

Introdução
 Desde o início do século XX, quando começaram a aparecer os controllers nas organizações americanas, existe interesse em conhecer as atribuições que eles desempenham. De uma função eminentemente contábil, o controller ocupa hoje outras posições, tornando-se um profissional indispensável na gestão empresarial.

Na atual dinâmica da economia global, as empresas são obrigadas a estar sempre em compasso de transição. Nesse cenário, o controller tem papel importante, gerando informações confiáveis e eficazes, supervisionando os setores de contabilidade, finanças, administração, informática e recursos humanos, tomando decisões que envolvem a todos e principalmente atuando constantemente em mudanças (de mercado, tecnologias, sistemas de gestão, etc.), assumindo assim, um papel fundamental dentro das organizações.

A Controladoria é um segmento da Contabilidade, mas também pode ser definida como ramo da Administração, dependendo do enfoque dado pelos gestores e contadores, responsáveis pelo suprimento de informações aos tomadores de decisão. A Controladoria tem como funções principais exercer os controles contábeis, financeiros, orçamentários, operacionais e patrimoniais da instituição. Com sua visão ampla e generalista, o controller influencia e assessora todos os outros departamentos da empresa, onde as informações são geradas e colocadas à disposição dos executivos para a tomada de decisões. Devido a esse fato, ela pode ser dividida didaticamente em Controladoria Administrativa e Controladoria Contábil, mas na prática profissional isso não é muito comum pois ambas as partes costumam ficar sob a égide de um único gestor (controller ou controlador).

Ainda do ponto de vista contábil, devido a esse relacionamento estreito com a Administração, a Controladoria pode ser considerada como pertencente ao ramo especializado da Contabilidade administrativa.

Resumidamente, podemos destacar que o papel do Controller  tem se expandido de um  Contador voltado para atribuições básicas, para um profissional voltado para gerenciamento com habilidades interpessoais que o qualifica a interagir com outros departamentos, bem como gerenciar atividades de um crescente e bem preparado grupo de colaboradores. Desta forma o papel do moderno Controller requer pelo menos muita experiência em administração e amplo conhecimento contábil.

Este trabalho tem por objetivo analisar as atividades dos controllers para compreender alguns aspectos relativos ao exercício do cargo, tais como, funções desempenhadas, habilidades requeridas e formação acadêmica. Espera-se com os resultados obtidos auxiliar a compreensão das funções do controller e promover a valorização deste profissional tão importante na gestão das organizações.

Contabilidade
Contabilidade é a ciência que estuda, interpreta e registra os fenômenos que afetam o patrimônio de uma entidade. O nome deriva do uso das contas contábeis. De acordo com a doutrina oficial brasileira (organizada pelo Conselho Federal de Contabilidade), a contabilidade é uma ciência social, da mesma forma que a Economia e a Administração (esta por vezes considerada um ramo da Sociologia). Mas é comum autores refutarem essa condição científica, colocando-na como técnica ou arte. Nessas acepções alternativas, por exemplo, há quem a defina numa conotação tradicionalmente jurídica, como a arte de organizar os livros comerciais ou de escriturar contas.

Administração
A Administração (do latim: administratione) é o conjunto de atividades voltadas à direção de uma organização utilizando-se de técnicas de gestão para que alcance seus objetivos de forma eficaz, com responsabilidade social e ambiental.

A administração é uma ciência exata que exige um profissional altamente afinado com os resultados, capaz de analisar a Contabilidade Gerencial (receitas, despesas e balanço patrimonial), o Cash Flow, vendas e produção. É muito comum as empresa nacionais de médio e pequeno porte acharem que têm controle sobre seus custos.

Lacombe (2003, p.4) diz que a essência do trabalho do administrador é obter resultados por meio das pessoas que ele coordena. A partir desse raciocínio de Lacombe, temos o papel do "Gestor Administrativo" que, com sua capacidade de gestão com as pessoas, consegue obter os resultados esperados. Drucker (1998, p. 2) diz que administrar é manter as organizações coesas, fazendo-as funcionar.

Controladoria
A Controladoria é um segmento da Contabilidade e surgiu para ampliar e disseminar o entendimento do processo de gestão. Essa área identifica a razão de ser de uma organização e quais fatores estão contribuindo, ou não, para a eficiência e eficácia de suas operações, de forma que se assegure a continuidade do negócio pela geração contínua de resultados econômicos favoráveis. O encarregado pela área de Controladoria em uma empresa é chamado de Controller ou Controlador. Tal área é considerada um órgão de staff, ou seja, de assessoria e consultoria, fora da pirâmide hierárquica da organização.

Surgiu nas grandes organizações norte-americanas, com a finalidade de realizar o controle centralizado de todos os negócios da empresa, envolvendo, inclusive, suas filiais, subsidiárias, divisões etc. Nessa fase, essa função era exercida por profissionais da área financeira ou contabilidade, devido às suas experiências em manipular informações econômico-financeiras, além da ampla visão sistêmica que dispunham da dinâmica empresarial.

Assim, trata-se de um órgão dotado de missão, objetivos e metas para sua própria atuação. A missão da controladoria é otimizar os resultados econômicos da empresa, para garantir sua continuidade, por meio da integração dos esforços das diversas áreas.

A Controladoria na sua essência é um modelo de gestão, ou seja gestão de sistemas integrados em toda a organização, que serão monitorados por um controller, desempenhando sua função de maneira muito especial. Dentro do ambiente contábil e financeiro da organização, responsável de organizar e reportar informações relevantes para a tomada de decisão nas organizações.

Para Nakagawa(1993), “O controller acaba tornando-se o responsável pelo projeto e manutenção de um sistema integrado de informações, que operacionaliza o conceito de que a contabilidade, como principal instrumento para demonstrar a quitação de responsabilidades que decorrem da accountability da empresa e seus gestores, é suportada pelas teorias da decisão, mensuração e informação”.

As informações são levadas, ou melhor, gerenciadas pelo setor de Controladoria. O controller, cargo de staff entre gerentes e diretores, possuí a missão de trabalhar todas essas informações geradas pelo setor contábil, e só é possível para o controller ter sucesso nesse apoio a gestão empresarial, se a Contabilidade gerar as informações corretas, no tempo exato para que elas possam acontecer.

A Controladoria é o olho mágico, uma ferramenta que vai tornar disponível ao tomador de decisões as informações necessárias que irão aumentar o controle e o conhecimento do seu business, bem como demonstrar o efeito de cada componente de custo ou receita na análise dos resultados empresariais. A controladoria assume que o processo de gestão ideal deve ser estruturado com base na lógica do processo decisório, contemplando as seguintes etapas: planejamento, execução e controle. Além disso, ser apoiado por sistemas de informações que subsidiem as decisões que se fizerem necessárias em cada uma dessas fases.

O ato de gerir pode ser entendido como um conjunto de atividades capaz de conduzir a organização ao cumprimento da sua missão.

Para Chiavenato, gerir é "interpretar os objetivos propostos pela empresa e transformá-los em ação empresarial por meio de planejamento, organização, direção e controle de todos os esforços realizados em todas as áreas e em todos os níveis da empresa, a fim de atingir tais objetivos".

Controller
O “Controller” é um profissional pago para analisar os números, reunindo todas as informações quantitativas necessárias como, rentabilidade, taxas, investimentos, resgates, despesas, captação, custo, empréstimos, riscos, Cash Flow e etc. Tem pleno conhecimento da vida financeira da empresa. O "Controller" promove o conhecimento do conjunto de todas as variáveis relacionadas ao abrangente campo da controladoria organizacional, consolidando uma visão estratégica e integrada da gestão de finanças e controladoria empresarial, buscando a relação entre os diversos desempenhos da empresa. Ele sabe exatamente tudo o que ocorre na organização.

A Contabilidade como Ferramenta de Controle
A Ciência Contábil, tem por finalidade, assegurar o controle do patrimônio administrado, através do envio de informações e orientação necessárias à tomada de decisões a respeito da composição e das variações do mesmo como também no que se refere ao resultado das atividades econômicas desenvolvidas pela entidade para alcançar seus fins, que podem ser lucrativos ou simplesmente sociais, culturais, beneficentes ou outros.

 Nash e Roberts(1984), definem de forma interessante o sistema de informação para as organizações.
“O sistema de informações é uma combinação de pessoas, facilidades, tecnologias, mídias, procedimentos e controles, com os quais se pretende manter canais de comunicação relevantes, processar transações rotineiras, chamar a atenção dos gerentes e outras pessoas para eventos internos e externos significativos e assegurar as bases para a tomada de decisões inteligentes”.  
                  
As funções do controller
Tradicionalmente, o controller não ocupa posição hierárquica de comando, mas de staff junto ao mais alto nível de uma organiza­ção, prestando serviços de gestão de informações para apoio ao pro­cesso decisório e acompanhando a evolução das atividades da empre­sa. É um profissional que conhece profundamente a empresa e o ne­gócio em que ela atua.

Este profissional deve ter uma visão voltada ao futuro das ativi­dades da companhia, fazendo um balanço entre o planejamento ad­ministrativo definido no passado e os eventos que ocorrem no pre­sente, destacando as implicações dos eventuais desvios no futuro da empresa. É do controller a respon­sabilidade pelo planejamento e implantação de um sistema de in­formações adequado aos diversos níveis da companhia.
Nos tempos atuais, de avanços tecnológicos acelerados e de ciclos de mudança cada vez menores, aliados às constantes modifica­ções nas legislações que ocorrem-nos diversos mercados em que as empresas atuam, o controller deve ser um profissional multifuncio­nal, com conhecimento e experiên­cias nas áreas contábil, financeira e administrativa.

Formalmente, o controller deve apresentar formação em contabi­lidade, com conhecimentos avan­çados em sistemas de informações gerenciais, tecnologia da informa­ção, aspectos legais dos negócios e visão empresarial, métodos quan­titativos de análise de informação e processos de produção de bens e serviços.
Na prática, as ofertas de vagas disponíveis para a posição inclu­em fluência em inglês, conheci­mentos e experiências em elabora­ção de relatórios de resultados conforme os USGAAP, atuação em sistemas integrados de gestão, como SAP, e conhecimentos pro­fundos em planejamento estraté­gico e tributário. São citados como diferenciais o conhecimento em sarbanes-oxley e aplicação de fer­ramentas de avaliação como o Balanced Scorecard.

O Controller é o profissional que gerência uma série de atividades chave na empresa, monitora os ativos e entrega os demonstrativos financeiros. Fator chave diz respeito à alta necessidade de ser o Controller preparado para exercer uma interação ampla com os vários departamentos da empresa.
Por outro lado o Controller tem um fundamental papel de coordenar uma equipe capacitada e preparada para fazer face às modernas atribuições da função contábil.

Em entrevista ao Sr. José Bahia, Controller Latin América da LSG Skychefs do Brasil, empresa multinacional alemã, líder mundial no seguimento de “catering” aéreo, complementou com as seguintes informações:

“ O Controller no exercício de suas funções principais, além do conhecimento técnico que lhe é exigido, como, planejamento e controle, área tributária, mercado financeiro, contabilidade, orçamento empresarial e outras, este profissional deve também ter a habilidade necessária para a formação de talentos profissionais, treinando, capacitando e mostrando horizontes e perspectivas para os que com ele trabalham.”

Conclusão
Os modernos conceitos de Controladoria indicam que o controller desempenha sua função de controle de maneira especial, isto é, ao organizar e reportar dados relevantes, exerce uma força ou influência que induz os gerentes a tomarem decisões lógicas e consistentes com a missão e objetivos da empresa.
Geralmente o controller acaba tornando-se o responsável pelo projeto, implementação e manutenção de um sistema integrado de informações, que operacionaliza o conceito de que contabilidade, como principal instrumento para demonstrar a quitação de responsabilidades que decorrem da accountability da empresa, a planejarem, executarem e controlarem, adequadamente as atividades de uma empresa, sejam elas de suporte ou operacionais, utilizando com eficiência e eficácia os recursos que lhes são colocados a sua disposição. O controller é o gestor desse sistema, na qualidade de principal executivo de informações de uma empresa.

O "Controller" é, na verdade, a coesão do gerente financeiro e do contador, que tem por objetivo reduzir os custos operacionais e administrativos, maximizando lucros, através de um adequado gerenciamento de caixa com projeção de recebimentos e pagamentos, balanços com controle de custos, despesas, receitas, vendas e faturamento e, também, a guarda das informações.

É impossível ver uma organização bem sucedida que não tenha um serviço contínuo de controladoria. A Controladoria é a alma e arma do negócio!

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

10 Inovações que Devem Transformar o Mundo até 2025

Mapeamento genético, medicamentos sob medida, prevenção da DIABETES e o fim da escassez de alimentos. Parece um enredo de filme de ficção científica, mas esse será o panorama mundial em 2025, de acordo com estudo realizado pela Thomson Reuters, multinacional da área de mídia e informação.
Especialistas da companhia analisaram publicações científicas e solicitações de patentes para identificar dez setores em que a tecnologia irá transformar radicalmente a vida na Terra nos próximos 11 anos. 
A partir do resultado, eles também se arriscaram a fazer suas PREVISÕES para 2025. Confira o que deve fazer parte da nossa realidade na metade da próxima década.
  • Combate à insanidade

Apesar da Organização Mundial da Saúde (OMS) estimar que os casos de insanidade tripliquem até 2050, o relatório da Thomson Reuters é bem mais positivo. A empresa acredita que o foco de estudos a respeito de cromossomos patogênicos que causam doenças neurodegenerativas resultarão em um diagnósticos e tratamentos precoces.

  • Energia solar em todos os lugares

O sol deverá se tornar a maior fonte única de energia do mundo. Ela será utilizada para o aquecimento de edifícios e água, além de prover bateria para nossos dispositivos em casa e no escritório.


Esse tipo da doença se apresenta ainda na infância, fazendo com que as crianças desde cedo precisem tomar injeções de insulina. Apesar do número de pacientes com a doença estar crescendo inexplicavelmente, o relatório acredita que o quadro irá se inverter. A engenharia genética deverá permitir a modificação de genes que causam doenças em humanos, tornando possível a prevenção da DIABETES tipo 1 e outras condições.

  • Alimentos para todos

Para alcançarmos um estágio em que não há mais escassez de comida e nem pessoas em risco de desnutrição, a humanidade deverá produzir plantações geneticamente modificadas. Esses alimentos irão se desenvolver rapidamente e em ambientes internos com o apoio de LEDs de baixo consumo energético que irão emitir ondas de comprimentos específicos que aumentam o crescimento.

  • Aviões movidos a energia elétrica

Avanços em baterias de íons de lítio e em relação ao armazenamento de hidrogênio farão com que o transporte elétrico se torne realidade. As novas aeronaves também farão uso de materiais que diminuirão o peso da estrutura e motores com tecnologia de supercondutores. Com essas transformações, pequenos aviões comerciais irão COMEÇAR a realizar viagens de curta distância.

  • Internet ubíqua

Em 2025, todos estaremos interligados pela INTERNET. Tudo estará conectado, desde a geladeira da sua cozinha até o mais remoto fazendeiro da África. Segundo a Thomson Reuters, isso será possível devido às melhorias em semicondutores, condensadores de nanotubos de grafeno de carbono, tecnologia 5G, dentre outras inovações. As comunicações sem fio irão dominar tudo e em todos os lugares.

  • Derrocada do plástico

Esqueça a sacola plástica do supermercado, ela estará próxima à extinção em 2025. No futuro, as embalagens plásticas serão substituídas por produtos feitos à base de celulose. Esses nano materiais biológicos são biodegradáveis e devem fazer com que as embalagens produzidas a partir de derivados do petróleo se tornem história.

  • Medicina sob medida

Em 2025, a medicina terá se tornado personalizada. Os medicamentos em desenvolvimento já estão se tornando tão direcionados que conseguem se atrelar a proteínas específicas e usar anticorpos para permitir mecanismos de ações mais precisos. O conhecimento de mutações de genes específicos será ainda maior e cientistas poderão ameaçar essas alterações.

  • Mapeamento genético

A geração que nascer em 2025 já participará de testes recorrentes de DNA, com a utilização de nano-sondas inseridas no corpo. Todos terão o DNA mapeado ao nascer e passarão por checagem anual para identificar mudanças que podem indicar o início de doenças autoimunes.

  • Adeus, trânsito?

Ok, 2025 talvez ainda seja cedo para a implementação de tecnologias de teletransporte, mas o estudo indica que elas estarão bem encaminhadas. De acordo com a Thomson Reuters, essa área de estudo estará avançada e permitirá o teste de um teletransporte quântico já em 2025.

Muitas dessas invenções parecem improváveis para o futuro próximo e podem nem ocorrer, dependendo de codições sociais, econômicas, políticas e culturais. Apesar disso, os estudiosos garantem que é possível manter o otimismo. 
Para eles, os cientistas já estão trabalhando para resolver problemas e desafios que a humanidade enfrenta hoje em dia e que obstáculos poderão surgir, mas que a ciência e a inovação poderá continuar nos dando esperanças.
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