quarta-feira, 21 de maio de 2014

19 Coisas que Pessoas Negativas Sempre Fazem

Ninguém está sempre feliz e todos têm dias ruins. Mas, às vezes, a extrema negatividade pode ser evitada e, assim, melhorar seu humor. 
Em recente artigo para o Business Insider, Hillary White comenta sobre as atitudes que as pessoas infelizes costumam ter e que deveriam abolir imediatamente. "Se você trabalha usando pensamento positivo sobre si mesmo e os outros ao seu redor, vai conseguir ser alguém feliz", diz ela.
Confira uma lista de 19 coisas negativas que você deveria parar de fazer:
1 - Preocupar-se com coisas que não podem ser mudadas
"Pessoas negativas têm tendência a pensar no que poderia ter acontecido na vida, mas é importante não se preocupar com coisas que não podemos mudar. Deveríamos aprender com nossos erros e tentar fazer melhor na próxima vez. Podemos até ficar felizes por termos cometido alguns erros", diz Hillary.
2 - Desistir quando algo fica difícil
Pessoas negativas e infelizes sempre vão desistir no meio do caminho ao encontrarem um desafio. É fácil pular fora quando algo parece perdido, mas perseverar através das dificuldades quase sempre trará bons resultados. "Desistir vai fazer você se sentir derrotado. Não importa como acabe, enfrentar as dificuldades aumenta a confiança", explica Hillary.
3 - Levar-se a sério demais
Ter a capacidade de relaxar e rir de si mesmo e do absurdo que pode ser a vida vai transformar o modo de olhar as coisas ao seu redor.
4 - Não se exercitar
Exercitar-se tem inúmeros benefícios mentais e físicos. Quanto mais exercícios você faz, melhor você vai se sentir consigo mesmo e provavelmente irá fazer você seguir um estilo de vida mais saudável. Levar uma vida sedentária trará efeitos negativos para o humor, saúde e felicidade.
5 - Focar-se em objetivos impossíveis
"Ter objetivos é importante, afinal, é a única forma de fazer algo. Porém, pode ser um problema quando os objetivos que damos a nós mesmo são impossíveis de serem realizados. Apesar de acharmos que tentar alcançar as estrelas é bom, pessoas que sempre buscam metas inalcançáveis sempre se sentirão desapontadas. A chave é montar diversos e pequenos objetivos para si mesmo, o que vai fazer você se sentir realizado ao alcançá-los e ultrapassá-los", diz Hillary.
6 - Alimentar-se de comidas que não são saudáveis
Todos têm prazeres que trazem culpa e sempre faz bem sair vez ou outra do regime. Porém, pessoas infelizes deixam essas saídas virarem a regra. Comidas saudáveis melhoram o humor, dão mais energia e são benéficas para a saúde.
7 - Não dormir o suficiente
Dormir é essencial. O quanto você dorme está diretamente ligado à sua produtividade e felicidade no dia seguinte. "Você pode achar que aquela hora extra é uma boa ideia, mas uma boa noite de sono deve ser prioridade", diz Hillary.
8 - Focar-se apenas em suas fraquezas
"Todos nós temos inseguranças", afirma Hillary. A chave está em focar no que temos de bom e não nos defeitos. "Auto-aperfeiçoamento é importante, mas pessoas negativas focam demais nas suas fraquezas em vez de se preocuparem em ter uma imagem positiva. Reconhecer as fraquezas é diferente de deixar elas tomarem conta das nossas atitudes", completa.
9 - Passar tempo demais nas redes sociais
"Esse é um dos maiores problemas! Hoje em dia as pessoas deixam toda sua vida online. Primeiro, isso nos faz passar tempo demais nos comparando aos outros. É uma boa ideia passar um tempo longe da tela do computador e ter novas perspectivas de atividades para o dia. Pessoas negativas se preocupam demais com a forma como elas aparecem na internet para as outras pessoas, o que trará um efeito negativo para como elas mesmas se enxergam", comenta Hillary.
10 - Ficar em sua zona de conforto
É fácil querer ficar na zona de conforto, onde é mais seguro e não existem riscos. Mas passar tempo demais nessa zona faz com que grandes coisas não aconteçam. Tédio é um grande fator para a infelicidade, o que pode ser facilmente combatido com novas experiências. Não precisa largar tudo e ir saltar de paraquedas, mas só a ideia de provar uma nova comida, ou escutar uma música de uma banda que você não gosta já pode trazer um pouco do novo.
11 - Preocupar-se com o que outras pessoas pensam
"Pessoas negativas ligam demais para a opinião dos outros. No fim das contas, nada pode ser feito para agradar a todos, então faça apenas o que faz você feliz", explica Hillary.
12 - Fofocar e sempre falar mal dos outros
De acordo com Hillary, se você não tem algo bom a dizer, simplesmente não diga. Pessoas negativas tentam trazer outras pessoas para baixo para que se sintam melhores e isso nunca funciona.
13 - Trabalhar em excesso
"Todos merecem um dia de descanso. Pessoas que trabalham demais geralmente negligenciam suas necessidades, e às vezes tudo o que precisamos para nos sentirmos melhores é um dia de folga", diz Hillary.
14 - Isolar-se
Apesar de parecer mais fácil apenas se isolar das pessoas nos momentos difíceis, passar tempo com os amigos e a família é a melhor maneira de revigorar as energias.
15 - Nunca sair da rotina
Pessoas felizes sabem que é importante tirar férias, usar uma roupa diferente, tirar um dia só para relaxar. Atitudes negativas em excesso fazem você esquecer que tomar conta de si mesmo é tão importante quanto tomar conta dos outros.
16 - Acomodar-se
"Pessoas negativas ficam felizes em se acomodar", comenta Hillary. "Seja um relacionamento que não as faz felizes ou um trabalho, manter-se assim nos faz pensar que nossas vidas estão estagnadas", diz.
17 - Recusar-se a perdoar
Pessoas negativas tendem a ser vingativas e guardar mágoas, mas a liberdade e a paz que perdoar vai trazer é um benefício bem maior que qualquer tristeza que alguém possa fazer você sentir.
18 - Evitar planejamento e organização
"Desorganização pode confundir nossas vidas. Mesmo que seja algo simples, como limpar um quarto, restaurar a ordem pode ajudar a ganhar um senso de controle sobre as coisas. Pessoas negativas e que evitam organização e planejamento estão menos preparadas para as reviravoltas da vida", diz Hillary.
19 - Focar apenas em si mesmo
Enquanto se preocupar com você é essencial, pessoas infelizes e negativas pensam apenas em si mesmas a todo o tempo. Tratar os outros mal ou sempre focar em si mesmo ou seus próprios problemas pode ser prejudicial para o bem-estar e felicidade. 
Por - Redação, Administradores.com - http://www.administradores.com.br/

terça-feira, 20 de maio de 2014

Saiba Como Desenvolver Resiliência Profissional

O termo resiliência, emprestado da física, indica capacidade de se adaptar bem a situações adversas


Existem características que com o passar do tempo se tornam imprescindíveis para qualquer profissional do mercado. Atualmente, tem um grande destaque para os contratantes a necessidade de resiliência perante mudanças e adversidades. 
Mas o que é e como conquistar essa qualidade?
Segundo Lucienne Baldez, especialista em treinamento e desenvolvimento da Innovia Training e Consulting, o termo resiliência, foi emprestado da física, que utiliza esta palavra para avaliar a capacidade de um material retornar ao seu estado normal, após sofrer pressão. 
Para as ciências humanas, este termo tem sido utilizado para avaliar a capacidade das pessoas agirem positivamente frente às adversidades.
“As pessoas resilientes, são capazes de lidar com problemas, conflitos ou situações estressantes, sem se abalar emocionalmente. Elas conseguem manter otimismo, confiança e autocontrole nas situações mais inesperadas e conflitantes”, explica Baldez. 
Contudo, diferente do que a maioria das pessoas imagina, a capacidade de resiliência não nasce com as pessoas e sim pode e deve ser desenvolvida.
Assim, a especialista da Innovia pontuou os três passos para quem deseja desenvolver essa qualidade:


1. O primeiro passo é ter consciência do que é resiliência, de sua importância para o profissional e para a organização.

2. O segundo passo é conhecer métodos e ferramentas eficazes, para adquirir atitudes resilientes.
3. O terceiro passo é colocar em prática estas ferramentas e tornar estas práticas um hábito.
“Nenhuma mudança comportamental é adquirida sem conhecimento, prática e treino. No começo não é tão simples, mas com empenho, perseverança e ferramentas adequadas, se conseguirá descobrir que ser resiliente é a ferramenta mais importante e a mais utilizada pelos profissionais de sucesso”, conta Baldez.
Algumas características são marcantes em uma pessoa resiliente, nos quais podem ser destacados dentre os quais:


Não ter medo de encarar novidades e mudanças,enxergando-as como oportunidades – o profissional que se mostra motivado perante as mudanças no ambiente de trabalho geralmente são as primeiras a serem chamadas para debates de novos caminhos e projetos das empresas;

  • Autoestima elevada no ambiente de trabalho – uma pessoa com autoconfiança terá menos dificuldade ao ver mudanças no seu ambiente de trabalho, e o mais importante se sentirá preparado para novos desafios;
  • Estar emocionalmente estável – uma característica da pessoa resiliente é saber que sempre ocorrerão altos e baixos no ambiente de trabalho, contudo, mesmo perante dificuldades é imprescindível que se mantenha as emoções estáveis, respondendo adequadamente as demandas;
  • Possuir valores e princípios positivos – pessoas com valores e princípios morais bons, em sua maioria tem uma maior facilidade de ouvir e entender, pois sabe respeitar o espaço do outro e isso é fundamental em horas de mudanças;
  • Ser sociável e ter uma boa rede de network – Quanto mais a pessoa tiver empatia com os demais profissionais, mais fácil será para lidar com condições de crises e mudanças e maior será o auxílio que conquistará no processo de mudança.

Enfim, além desses, vários outros pontos também devem ser desenvolvidos para as pessoas que querem desenvolver a capacidade de resiliência, como otimismo e bom humor. Contudo, nenhuma é impossível de se desenvolver, mas é necessária uma reflexão e a vontade de realmente querer mudar. 
No mercado se observa muitos profissionais que se dizem resilientes contudo são na realidades os mais resistentes a mudanças neles mesmos, que é o primeiro passa para aceitar as mudanças.
Por: Redação, http://www.administradores.com.br/

segunda-feira, 19 de maio de 2014

A Arte de Planejar o Futuro

Fico feliz e um tanto decepcionado quando algumas pessoas me olham com cara de desdém toda vez que eu enfatizo a importância de planejar o futuro. 

Feliz pelo fato de saber que, apesar de a maioria ignorar o futuro, ainda existe uma parte preocupada com ele. Estatisticamente comprovado, menos de 3% das pessoas conseguem atingir suas metas e objetivos ao longo de uma vida inteira, quer seja, apenas aquelas que planejam e registram seus objetivos ou desejos mais profundos no papel. Quando digo isso, o semblante das pessoas muda visivelmente embora algumas ainda permaneçam céticas.

De fato, pouquíssimas pessoas mantêm o hábito de pensar e planejar o futuro, de forma estruturada. No mundo essencialmente dominado pela satisfação imediata das necessidades e pelo empobrecimento do afeto, viver o hoje sem a preocupação do amanhã parece absolutamente normal. Dessa forma, não é de se estranhar que mais de 60% dos brasileiros em idade economicamente ativa apostam regularmente em jogos de azar oficiais e extraoficiais na esperança de reverter o quadro financeiro desfavorável em que se encontram.

Você pode afirmar assertivamente que “o futuro a Deus pertence”, mas isso apenas justifica um hábito terrível que fragiliza o desenvolvimento pessoal e profissional de qualquer pessoa na face da Terra: o da procrastinação. Quando esse hábito é dominante no ser humano, o futuro fica comprometido, pois todas as iniciativas morrem perante o menor sinal de dificuldade.

Planejar o futuro é uma arte ao alcance de todos embora uma minoria consiga dominá-la na prática. Aspirar a um futuro promissor, feliz e saudável exige boa dose de disciplina e domínio absoluto de um princípio explorado e defendido por Napoleon Hill em seu fantástico livro A Lei do Triunfo, o “hábito de caminhar um quilômetro extra”, ou seja, fazer, praticar, pensar e se dedicar um pouco mais do que o seu salário promete remunerar.

Naturalmente, a idéia do planejamento não é nova. O conceito existe desde os antigos povos sumérios, resistiu ao Império Babilônico, aos egípcios e os efeitos da sua ausência foram experimentados na prática pelos líderes do antigo Império Romano e por Napoleão Bonaparte quando tentou invadir a Rússia.

O planejamento pessoal é mais antigo do que se imagina. Diz respeito ao fato de se saber viver alegremente com aquilo que se ganha e ainda de se ter a habilidade de guardar uma parte para as dificuldades advindas no período da velhice. Obviamente, você precisa de um pouco de ambição atrelada a metas e objetivos consistentes, além de ter claro em mente a resposta para as seguintes questões:

  • Qual é a sua missão de vida?
  • Qual é a sua visão de futuro da sociedade e de si mesmo?
  • Quais são os seus valores e virtudes mais importantes?
  • Quais são os seus sonhos e como poderá realizá-los?
  • O que é importante na sua vida e na sua carreira?
  • O que você precisa fazer na vida para se considerar realizado?
  • Você tem potencial empreendedor?
  • O que é mais importante para você: dinheiro ou qualidade de vida?

A missão diz respeito à sua vocação – o que você realmente gosta de fazer; a visão diz respeito ao seu futuro – o que você vai ser quando crescer, qual será o seu legado; os valores dizem respeito à formação do seu caráter.

Como eu já disse anteriormente, todos os seres humanos possuem características singulares e virtudes que outras pessoas nem imaginam, cada qual com seu talento e habilidades inconfundíveis. Entretanto, nada disso garante o bem-estar no futuro se não for utilizado com base em planos consistentes que transformem os seus desejos mais profundos em realidade.

Minha maior aspiração é me tornar uma referência em desenvolvimento de seres humanos, porém o simples desejo é apenas um insight. Transformar esse desejo em planos, metas e objetivos de curto, médio e longo prazo é o único caminho para alcançá-la na prática. Futuro e felicidade estão intimamente ligados e são conquistados aos poucos, meta por meta, objetivo por objetivo. Ao final, o que conta mesmo é o peso das coisas positivas realizadas na balança da vida.

Foram necessários 40 anos de vida e uma demissão para eu descobrir a verdadeira vocação. Isso me ajudou a construir uma visão e uma missão capaz de me permitir conciliar os interesses pessoais e profissionais, além da contribuição para o desenvolvimento da humanidade. Como acontece em todo processo de construção, as duas deverão sofrer evoluções ao longo da jornada, mas agora fazem mais sentido e me estimulam a cumprir a parte que me cabe na sociedade, além de projetar um futuro mais feliz e promissor.

A arte de planejar o futuro é algo que se aprende com a prática. Assim, o primeiro passo é eliminar definitivamente o hábito da procrastinação e parar de entregar a responsabilidade a Deus como se isso eliminasse a sua responsabilidade de melhorar a cada dia. O segundo passo é descobrir o que realmente te empurra para frente e, a partir daí, elaborar um plano efetivo de metas que deverão ser atingidas aos poucos em direção a um objetivo maior. O terceiro passo é entrar em ação e, de posse do plano, trabalhar arduamente para a sua realização. Lembre-se: “a sorte favorece os que são persistentes”.

Com relação ao futuro, lembre-se da máxima indiana: “O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo. O que for o teu desejo, assim será tua vontade. O que for a tua vontade, assim serão teus atos. O que forem teus atos, assim será teu destino.”

Pense nisso e seja feliz!


Fonte: Jerônimo Mendes  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Fluxograma: Como Fazer

Há vários métodos para a construção de um fluxo. Dentre eles pode-se citar o de fluxo de dados, de trabalho, o multifuncional, de auditoria e alguns diagramas que são quase um fluxo por si só. Mas, o que eu particularmente mais gosto é o básico.

O fluxograma básico de básico só tem o nome. Assim como qualquer outro tipo de ferramenta seu nível de qualidade e funcionalidade vai depender do como é aplicada, com que objetivo e, principalmente, com que rigor é utilizada.

Ele tem por objetivo mostrar de forma simples o sequenciamento dos processos, das atividades que em elo foram a cadeia produtiva. E, ledo engano quem acha que ele se resume a processos industriais, serve para qualquer atividade.

Como cada ação pode ser entendida como uma operação tanto faz se for numa indústria ou num serviço, no chão de fábrica ou num escritório. É o sequenciamento correto que torna seu uso diferenciado.

PASSO 1 – Conhecendo a simbologia

A primeira coisa a se aprender sobre o tipo de fluxo básico é o correto uso de seus ícones.

Abaixo os principais:
  • Número 1 – utilizado para indicar “Início” ou “Fim”
  • Número 2 – utilizado para indicar “registro”
  • Número 3 – utilizado para indicar “operação”
  • Número 4 – utilizado para indicar “inspeção”
  • Número 5 – utilizado para indicar “decisão”
  • Número 6  – utilizado para indicar “transporte”
  • Número 7 – utilizado para indicar “sequencia entre um ponto e outro”
Esta simbologia as vezes varia, por exemplo: quando há vários registros criados em determinada operação utiliza-se este mesmo ícone sobreposto a outros, dando uma idéia de várias camadas, ou ainda, quando a inspeção é realizada na operação os dois símbolos são unidos, ficando um retângulo com um círculo dentro.

Eu particularmente não sou adepto dessas variações por um princípio que sempre respeito nos fluxos que construo: toda ação, todo verbo é uma operação.

PASSO 2 – Características de cada símbolo

O símbolo de início/fim se resume a isso e nada mais. Alguns os utilizam mais de duas vezes ao longo do fluxo, principalmente quando há interação entre vários fluxos na cadeia ou quando há dois ou mais inputs. Quando isso ocorre geralmente vemos dois inícios ou dois fins, e assim sucessivamente. Quem o faz tenta com isso indicar que são coisas diferentes de um mesmo todo. Ora! Se são de um mesmo todo, que haja apenas um início.

Se há a obrigatoriedade da demonstração de um input externo ao fluxo que ele seja identificado e segregado, seja por uma cor diferente, uma observação, tanto faz. O que importa é a consciência de que um fluxo reflete somente uma sequencia de um processo. Se há duas ou mais entradas/fins todas as operações devem estar ligadas a apenas um símbolo de início/fim.

O de registro aponta quando e onde no fluxo são gerados registros pertinentes. Caso não haja esta pertinência o informe deste fato pode ser deixado de lado sem prejuízo a qualidade do fluxo. Porém, caso contrário, é obrigatório esse apontamento, quer este registro seja documental ou eletrônico. Este símbolo é utilizado ao lado do da operação ao qual o gera.

Quando falamos em operação utilizamos o símbolo retangular. E aqui vai uma grande dica: nunca condense várias operações em um único símbolo. Isso só é permitido quando o objetivo for fazer algo bem resumido ou quando se faz um fluxo setorial. Lembra da dica inicial? Toda ação/verbo é uma operação. Mesmo que seja realizada num curto espaço de tempo, consome tempo, e deve ser considerada. Isso faz toda a diferença. O fluxo deve ser tão complexo quanto complexo for o processo, sempre.

A inspeção por sua vez está relacionada a processos de qualidade e obedece a mesma lógica do da operação, por mais curta que seja consome tempo e por esse motivo deve sempre ser apontada.

Já o de decisão implica escolha, uma variação no caminho do fluxo que está condicionada a uma alternativa. Geralmente após a inspeção temos um de decisão: “aprovado?”. Mas podem ocorrer também após operações: “processado no setor de despacho?”. 

Absolutamente sempre há uma pergunta na decisão, simples ou complexa, apontando para um ou mais caminhos, e sempre, absolutamente sempre, com as respostas “sim” ou “não”. Este sim ou não sai do símbolo por qualquer uma das suas extremidades e direcionam o fluxo em sua sequência. Também podem haver mais de uma decisão consecutiva, isso ocorre geralmente quando o objetivo é filtrar a saída em diversos tipos de crivo.

Sempre que houver transporte relevante, há consumo de tempo, portanto, deve ser apontado. A lógica segue a mesma do símbolo de inspeção.

E o último nada mais é que a indicação do sequenciamento do fluxo, a ligação entre os símbolos.

PASSO 3 – Fator tempo

Se observarmos atentamente o texto acima verificamos que a palavra tempo é bastante utilizada e tratada como fator preponderante.

A lógica disso tem haver com uma disciplina conhecida como tempos e métodos. Nela, o estudo de tempo está associado a como a tarefa é realizada e como um influencia o outro no trabalho do homem.

No fluxograma a passagem de tempo utiliza um pouco desse conceito, haja vista que toda ação consome tempo. Por isso reafirmo que toda ação/verbo é uma operação e deve sim ser apontada. É a passagem do tempo na simbologia que ajuda a identificar operações que não agregam valor ao produto final, seja ele algo físico ou uma prestação simples de serviço.

Quer tornar então o seu fluxo mais robusto? Cronometre, mesmo que grosseiramente, o tempo de cada operação. Não precisa-se, neste momento, do rigor de um cronoanalista. O objetivo aqui é termos uma noção geral do panorama operacional. Isso faz uma diferença gigante no final das contas, acredite.

PASSO 4 –Alinhamento

Com varias operações acontecendo num mesmo fluxo as vezes fica difícil organizar a coisa toda. Uma dica legal para isso: todas as operações principais devem ficar alinhadas no eixo central, tendo como referência os símbolos de início e fim.

Por que isso é importante, nada muito crítico, mais uma questão de minúcia. É como receber uma receita médica com uma letra horrível e outra com uma letra legível e de fácil compreensão. Entendeu?

Ah! Mas meu fluxo tem várias decisões que podem gerar vários finais diferentes, o que faço? Respondendo: mesmo que isso ocorra, deve haver um caminho que seja o ideal ou mais adequado, se positivo, é ele que deve “puxar” o alinhamento do fluxo. As demais operações devem ficar hierarquicamente posicionadas umas as outras.

Se a operação 3 vem depois da 2, o lógico é que a 3 fiquei abaixo da dois. Se a 4 for precedida por uma decisão e se for a resposta idel,ela deve ficar logo abaixo da decisão e a secundária (operação “alternativa”) paralelo a operação 4, não abaixo ou acima, do lado.

Outra questão sobre o alinhamento que vale a pena frisar, se a decisão cria um subfluxo em paralelo há duas alternativas: ou se cria um alinhamento paralelo ou indica-se esta saída apontando para um outro fluxo.

O que vai definir uma em detrimento da outra é o objetivo da contrução do fluxo. Se for mostrar todo detalhamento possível a opção do alinhamento paralelo é mais adequada, mas se esse subfluxo, não for importante no momento, pode-se apenas indicar sua ocorrência, ou ainda, condensá-lo numa única operação, desde de que haja a observação deste fato.

PASSO 5 – Revisão inicial

Agora que o fluxo está montado chegou a hora de refiná-lo. Como? Revisando e revisando. Nessa hora repasse todo o fluxo e de preferência ensinando a alguém, isso reforça a sequência na sua mente. Quando estiver fazendo isso questione as operações através de algumas perguntas básicas que façam você ter a certeza de que não há mais nada a acrescentar aquele estágio.

As vezes são necessárias mais de uma revisão.

Seguindo estes cinco passos podemos criar um fluxo muito satisfatório do nosso processo. Nos próximos passos vamos torna-lo mais robusto, agregando valor as suas informações.

PASSO 6 – Determinação de pontos críticos

Neste momento, com o fluxo já criado e revisado, chega o momento de se trabalhar com ele, não mais por ele. Uma das formas mais importantes é indicar no fluxo quais o ponto crítico do processo, ou quais são estes.

Por definição de ponto crítico entenda que não falamos aqui do maior problema, ou do que mais dá dor de cabeça, nem do que gera mais custo, estamos tratando aqui do que relaciona tempo e custo. Não basta olhar somente um fator, isso tornaria simplista de mais a análise. As vezes um problema é frequente mas não gera um alto custo, como pode acontecer justamente o contrário.

Ponto crítico é aquele que possui a menor capacidade de processamento dentro da cadeia. Por ter essa menor capacidade, qualquer problema que ocorra nele é um transtorno, gera-se estoque antes dele, ociosidade após, elevação nos custos de operação e uma sobrecarga desse recurso já escasso.

Identifique qual é essa operação e a destaque no fluxo. Aproveite e indique também qual ou quais são as operações diretamente atingidas por ele. Como fazer isso? Tanto faz. Coloque a símbolo de outra cor ou a letra em negrito, use um símbolo especifico para o ponto crítico, não faz diferença. O que vale é a indicação correta.

PASSO 7 –Interações entre setores

Outro item interessante: as interações. As vezes algumas operações acontecem em mais de um setor, outras, envolvem o cliente, outras se restringem a somente um local.

Quando houver essa interação explicite isso no fluxo. A forma de fazer isso pode ser através de faixas de cores diferentes, caixas de operações em cores diferentes ou somente uma linha destacando um setor do outro.

Desta forma fica mais claro o impacto de um setor sobre o outro, quais as operações críticas (não confunda com ponto crítico) entre estes e, portanto, mais fácil a tomada de decisão sobre elas.

PASSO 8 – A matriz de características

O último item a que faço referência trata da “matriz de características”. Como ela é utilizada? Simples! Abra o excel ou word, tanto faz, e crie uma tabela com as informações:
Colunas:
  • Nome da operação: lembre que para cada operação há um verbo, não há a operação “cortar e descartar”, há sim, uma chamada “cortar” e outra “descartar”;
  • Características de funcionamento: Quem fornece para esta operação? O que ele agrega de valor? Qual a maior dificuldade dela? Envolve mais de um setor? É um ponto crítico? Retém posso do cliente? E inúmeras outras mais. Seja criativo;
  • Observações críticas de desempenho: Qual o fator limitador desta operação? Quais seus principais problemas de desempenho? E o histórico?;
  • Observações favoráveis ao desempenho:O que tem de aspecto positivo?;
Tempo de operação: cronometre.
Linhas:
  • Preenchimento dos dados das colunas.
Simples e direto.

PASSO 9 – Revise e Enxugue: Melhore

Agora você não só tem um fluxo bem construído como tem um check do panorama do setor. Esses dados podem, e devem, ser utilizados nas reuniões críticas da qualidade, pois, são uma fonte ímpar de informações sobre os processos.

Neste momento cabe uma revisão criteriosa de todo o trabalho feito. É o momento de apontar as melhorias.

Como dito anteriormente, quanto mais complexo for o fluxo mais complexo deve ser o fluxograma, este segundo tem a obrigação de explicitar todas as nuances do processo, principalmente seus excessos.

Vão algumas dicas:
  1. Elimine as inspeções desnecessárias: foque somente as inspeções críticas, lembrando que nenhum tipo agrega valor ao produto/serviço, toda ela que puder ser eliminada assim o deve ser. Inspeção é um mal necessário, é uma operação crítica para a qualidade, mas consome tempo e não eleva o valor final do ofertado.
  2. Enxugue as operações:  identifique quais são as operações que agregam valor, as que não agregam, levam uma observação e devem ser alvo de questionamentos quanto a sua real necessidade;
  3. Elimine o transporte: nada mais improdutivo que transporte, indiscutivelmente toda ele que puder ser eliminado deve ser e se não o puder, que seja reduzido ao máximo;
  4. Diminua a burocracia: aqui vai outro item que só emperra o processo, portanto, limite-se ao estritamente necessário. Não foi força de lei ou alguma necessidade do banco de dados de algum indicador, não crie registro.
Vale uma importante recomendação: essa revisão e enxugamento cabe no papel, e nele tudo é bom e fácil. Essa etapa envolve um nível de complexidade muito superior a construção de um fluxograma, mas, se utiliza dele para tal.

Essa etapa deve ser feita em conjunto com o setor envolvido e apenas apontada como sugestões de melhoria, que por sua vez devem passar pelo crivo da gerência do setor, possivelmente de uma engenharia industrial, núcleo de desenvolvimento de produtos e diversos outros mais.

A construção do fluxo é apenas um arcabouço para um trabalho muito maior, uma base fundamental e que pode trazer muitos benefícios a curto e médio prazo.
E nunca esqueça! A cada mudança revise o fluxo.

Fonte: Redação Qualidade Brasil - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 15 de maio de 2014

A Perigosa Moda da Sustentabilidade

Após analisarmos os fatores que nortearão a competitividade das empresas nos próximos anos, percebemos que sobreviver corporativamente hoje e no futuro passa por entender que qualquer organização empresarial faz parte de um todo, que deve ser sustentável. 


Portanto, para que as empresas consigam ter sucesso, seu ambiente, seu todo, formado pelo conjunto de seus stakeholders diretos e indiretos, deve ter sucesso e deve prosperar, o que torna a empresa co-responsável por este processo, juntamente com governos, Academia, ONGs e os próprios cidadãos.

Ultimamente, Sustentabilidade Corporativa passou a ser mais que um conceito importante. De fato, passou a ser um vetor determinante no sucesso das empresas, seja por estimular sua capacidade de interagir com seus stakeholders gerando ganhos para ambas as partes, seja por sua preponderância de construção de reputação e credibilidade a partir de questões como transparência, ética, cidadania corporativa e responsabilidade social empresarial
.
Portanto, o conceito de Sustentabilidade Corporativa, embasado no chamado “triple bottom line” (ou tripé resultado econômico-financeiro x resultado social e x resultado ambiental) é cada vez mais valorizado por acionistas e clientes, tornando-se um imperativo para o sucesso das corporações.

Antes de tudo, Sustentabilidade Corporativa se refere a uma postura, uma forma de conduzir as atividades empresariais.

Ser, pensar, decidir e agir de forma sustentável requer um processo de entendimento, negociação e integração construtiva entre todos os agentes de relacionamento de uma empresa ao olhar os princípios e valores da própria organização e de sua ética. 

A forma como a empresa se relaciona com seus acionistas, clientes, sociedade, fornecedores, Estado, meio-ambiente ou com os seus funcionários deve refletir esses valores e essa postura ética e deve ser questionada e medida sistematicamente, uma vez que todos esses stakeholders (ou seja, sua cadeia de valor e interesses) são co-responsáveis pelo crescimento sustentado e equilibrado do todo.

Mas, como tudo em tendências corporativas, há quem não goste do modismo do tema. E com razão.
O americano Milton Friedman, um dos mais destacados economistas do século XX, influente teórico do liberalismo econômico, conselheiro de Nixon, Ford e Reagan, era um crítico da idéia de “responsabilidade social” nas empresas.

Prêmio Nobel de Economia de 1976 por suas realizações nos campos da análise do consumo, da teoria e demonstração da complexidade da política de estabilização, Friedman defendia que
“A empresa pertence aos acionistas. Sua missão é gerar a maior quantidade possível de lucros para eles, respeitando as leis de cada país.”

Para ele, o conceito de responsabilidade social era ”fundamentalmente subversivo”.
O fato é que por muitos anos esse tipo de mentalidade influenciou a visão das empresas americanas. Apenas recentemente, com exemplos vindos dos mais diversos países, empresas e do terceiro setor, é que a maioria das empresas daquele país começou a perceber que as regras do jogo mudaram e caso não incorporassem as práticas de Sustentabilidade seriam boicotadas e preteridas pelos consumidores globais, com poder e atuação em rede, fora possíveis liabilities a que seriam submetidas, principalmente no campo ambiental e social.

De certa forma, é difícil discordar integralmente de Friedman. De certo, as empresas têm como premissa primeira atingir sua missão, gerando o máximo lucro possível aos acionistas. Ou seja, a missão da empresa vem em primeiro lugar e é seu norte central. 

Portanto, pensar no lucro é premissa de existência de uma empresa; mas não sua finalidade única. O lucro empresarial é imperativo e deve ser exigido das empresas (como forma de mensuração de seu direito de existir como agente econômico de transformação); porém, deve ser entendido como meio, energia, combustível que permite à empresa atingir seus objetivos, sua missão.

Para tal, a organização está sujeita a condicionantes-meio fundamentais, como respeito às leis e regulamentações de cada país, desenvolvimento da sociedade e preservação do meio-ambiente.
Ou seja, a Sustentabilidade é meio – e não fim – para as empresas.

Particularmente, evitar a extinção dos ursos panda ou ajudar aos necessitados do Haiti é prerrogativa primeira organizações construídas com tal missão, ou seja, ONGs, ou órgãos dos governos e mesmo empresas, mas a partir de seus institutos, fundações e apoios filantrópicas e assistencialistas… o que difere radicalmente em conceito e convocatória do tema Sustentabilidade.

Se até algum tempo atrás a relação do consumidor com as empresas se estabelecia basicamente em torno do produto/serviço fornecido, hoje a sociedade, na figura de suas ONGs, dos órgãos governamentais, da imprensa e na própria figura do indivíduo-cidadão (como eleitor, consumidor e acionista/investidor) passa a exigir das empresas, principalmente das de capital aberto, que adotem a prática da transparência nos seus processos de governança corporativa e distribuição de riquezas, obrigando-as a mostrar a quem de direito que estão devolvendo à sociedade (em diferentes formas) os recursos que utilizam para produzirem essa riqueza.

Mais que intenção, Sustentabilidade “triple bottom line” é resultado aparente e transparente.

Fonte: Daniel Domeneghetti  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quarta-feira, 14 de maio de 2014

FOBIAS de A a Z ....LISTA DE MEDOS... Parte 04 (P a Z)

FOBIAS de P a Z
P -
Pagofobia - medo de gelo ou congelamento
Panofobia ou pantofobia - medo de tudo
Pantofobia - medo de sofrimento ou doença
Papirofobia - medo de papel
Paralipofobia - medo de responsabilidade
Parafobia - medo de perversão sexual
Parasitofobia - medo de parasitas
Parasquavedequatriafobia - medo da sexta feira 13
Partenofobia - medo de virgens ou adolescentes (sexo feminino)
Parturifobia - medo de parto
Patofobia - medo de doenças
Patroiofobia - medo da hereditariedade
Pecatofobia - medo do pecado (crime imaginário)
Pediculofobia - medo de piolho
Pediofobia - medo de bonecas
Pedofobia - medo de crianças
Peladofobia - medo de carecas
Peniafobia - medo da pobreza
Pirexiofobia - medo de febre
Pirofobia - Medo de fogo
Placofobia - medo de sepulturas
Plutofobia - medo de opulência
Pluviofobia - medo de chuva ou estar chovendo
Pneumatifobia - medo de espíritos
Pnigofobia ou pnigerofobia - Medo de estar sendo sufocado
Pocrescofobia - medo de ganhar peso (obesofobia)
Pogonofobia - medo de barbas
Poliosofobia - medo de contrair poliomielite
Politicofobia – medo de políticos
Polifobia - medo de muitas coisas
Poinefobia - medo de punição (castigo)
Ponofobia - medo de trabalho pesado ou de dor
Porfirofobia - medo da cor purpura
Potamofobia - medo de rios ou águas correntes
Potofobia - medo de álcool
Prosofobia - medo de progresso
Pselismofobia - medo de gaguejar
Psicofobia - medo da mente
Psicrofobia - medo de frio
Pteromeranofobia - medo de voar
Pteronofobia - medo de ser coçado com penas
Ptiriofobia - medo de piolho (pediculofobia)
Pupafobia - medo de bonecos
Q -
Queimafobia ou queimatofobia - medo de frio
Quemofobia - medo de substâncias químicas ou de trabalhar com elas
Quenofobia - medo de espaços vazios
Querofobia - medo de alegria
Quifofobia - medo de parar
Quimofobia - medo de ondas
Quionofobia - medo de neve
Quinofobia - medo de raiva (doença)
Quiraptofobia - medo de ser tocada(o)
R -
Rabdofobia - medo de ser severamente punido
Radiofobia - medo de radiação, raio-x
Ranidafobia - medo de sapos
Rectofobia - medo de reto (anus) ou doenças retais
Ripofobia - medo de defecação
Ritifobia - medo de ficar enrugado
Rupofobia - medo de sujeira
S –
Sarmassofobia - medo de fazer amor (malaxofobia)
Satanofobia - medo de satã (demônio)
Selafobia - medo de flashes (luzes)
Selenofobia - medo da lua
Seplofobia - medo de material radiativo
Sesquipedalofobia - medo de palavras grandes
Sexofobia - medo do sexo oposto (heterofobia)
Siderodromofobia - medo de trem ou viagem de trem
Siderofobia - medo de estrelas
Sinistrofobia - medo de coisas do lado esquerdo, mão esquerda
Sinofobia - medo de chinês ou cultura chinesa
Sitofobia ou Sitiofobia - medo de comida ou comer (cibofobia)
Socerafobia - medo de padrasto ou madrasta
Sociofobia - medo da sociedade ou de pessoas em geral
Somnifobia - medo de dormir
Simmetrofobia - medo de simetria
Singenesofobia - medo de parentes
Sifilofobia - medo de sífilis
Sofofobia - medo de aprender
Soteriofobia - medo de dependência dos outros
Surifobia - medo de camundongo (rato)
Simbolofobia - Medo de símbolos
T -
Taasofobia - medo de sentar
Tacofobia - medo de velocidade
Taeniofobia ou teniofobia - medo de solitária (tênia)
Tafefobia ou tafofobia - medo de ser enterrado vivo
Tapinofobia - medo de ser contagioso
Taurofobia - medo de touro
Tecnofobia - medo de tecnologia
Talassofobia - medo do mar
Teleofobia - medo de definir planos ou de cerimônias religiosas
Telefonofobia - medo de telefone
Tanatofobia ou tantofobia - medo da morte ou de morrer
Teratofobia - medo de crianças ou pessoas deformadas
Testofobia - medo de fazer provas (escolares)
Tetanofobia - medo de tétano
Teutofobia - medo de alemão, cultura ou coisas alemãs
Textofobia - medo de certos tecidos
Teatrofobia - medo de teatro
Teologicofobia - medo de teologia
Teofobia - medo de Deus ou de religião
Termofobia - medo de calor
Tiranofobia - medo de tiranos
Tocofobia - medo de gravidez
Tomofobia - medo de cirurgia
Tonitrofobia - medo de trovão
Topofobia - medo de certos lugares ou situações, que dão medo ou pavor
Toxifobia, toxofobia ou toxicofobia - medo de envenenar-se
Traumatofobia - medo de tramas (físicos)
Tremofobia - medo de tremer
Trisquaidequafobia - medo do número 13
Tropofobia - medo de mudar ou fazer mudanças
Tripanofobia - Medo de injeções
Tuberculofobia - Medo de tuberculose
U -
Uranofobia - medo do céu
Urofobia - medo de urina ou do ato de urinar
V -
Vacinofobia - medo de vacinação
Venustrafobia - medo de mulher bonita
Verbofobia - medo de palavras
Verminofobia - medo de vermes
Vestifobia - medo de vestir
Virginitifobia - medo de estupro
Vitricofobia - medo do padrasto
X –
Xenofobia - medo de estrangeiros ou estranhos
Xerofobia - medo de secura, aridez
Xilofobia - medo de objetos de madeira ou de floresta
Z -
Zelofobia - medo de ter ciúmes
Zeusofobia - medo de Deus ou deuses
Zoofobia - medo de animais

Por: www.nacional.edu.br/palestras/material_medos_qb-e-jp_05.doc‎

terça-feira, 13 de maio de 2014

Organizações Felizes

Você é feliz? 

Sua empresa é feliz?

Felicidade é um diferencial competitivo?

Perguntas como essa poderiam parecer tolas e utópicas há algum tempo, mas hoje na árdua tarefa de contratar e reter talentos, as respostas a essas perguntas deixam de ser reflexões meramente românticas.

Encontrar respostas e soluções para esse tema será o grande diferencial nos próximos anos, pelo simples fato de que, hoje, existem empresas cada vez mais enxutas e com maior pressão por resultados. 

O enredo dessa história não poderia ser outro: nunca em nenhum outro período houve tantos casos de afastamento do trabalho por caso de alto stress, esgotamento nervoso e estafa. Recentes pesquisas indicam que o grau de stress e infelicidade nas organizações já atinge patamares elevados.

O que fazer para criar um ambiente feliz, leve e transparente em sua empresa? Veja alguns pontos que, nesse novo desafio, não devem ser esquecidos:

O mito da mudança
Chamo de mito da mudança o fato de pessoas e empresas acreditarem que estão mudando tudo o tempo todo e que mudar é a chave para a sua sobrevivência. Estão certas e erradas ao mesmo tempo. Explico: mudar não é fácil e a grande maioria das mudanças feitas na empresa são de cunho organizacional. Mas, e as mudanças de cunho cultural? Essas são muito mais difíceis de implantar. Apesar de serem as que fazem realmente a diferença, elas são as que mais sofrem retrocessos. A cultura, a missão, os valores realmente tem mudado na sua empresa? As pessoas ainda são consideradas mão-de-obra, recursos humanos, ou são tratadas efetivamente como talentos a serem desenvolvidos?

Mobilize as pessoas
Sabe qual é o sentimento mais mobilizador que existe? O sentimento de justiça. E justiça tem a ver com integridade e coragem para fazer o que precisa ser feito, desde que com transparência e ética. A sua conduta é condizente com o seu discurso? A liderança é baseada no exemplo? A empresa discute e debate novas idéias ou no primeiro obstáculo impõe soluções de forma autoritária? Lembro que toda liderança por vezes será autoritária, isto depende do momento, mas a questão é o quanto autoritário se é e com que frequência e forma se exercem este poder. O cerne da questão aqui é descobrir o quanto irreal e distante se encontra a percepção entre o que é falado e realmente praticado.

Transparência e Respeito. 
O quesito mais importante para criar e manter uma empresa feliz, na qual as pessoas sintam prazer e queriam trabalhar, é transparência nas relações e respeito mútuo. Peque pelo excesso de comunicação não pela falta dela. Transparência na gestão do conhecimento, nas relações de poder, nas diretrizes a serem seguidas com a comunidade, fornecedores, colaboradores e clientes. A palavra-chave aqui é cumplicidade, pois promessas de parcerias é o que mais se ouve por aí.

E aí sim quem sabe um dia, você vai poder dizer com toda a certeza do mundo: “eu fui feliz em minha carreira, mas mais do que isso, ajudei a gerar felicidade com os meus talentos.


Fonte: Paulo Araújo  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 12 de maio de 2014

5 Ladrões que Furtam a Produtividade da sua Equipe

Quem nunca passou um dia inteiro sentado no computador sem fazer nada que estava na agenda que jogue a primeira pedra. O tempo não é algo fácil de gerir, especialmente quando é a produtividade da sua equipe que está em jogo. 


Fernando Serra é diretor acadêmico do HSM e especialista em gestão do tempo. Para ele, o ambiente de trabalho tem de ser sempre um retrato claro de como a empresa espera que os funcionários se relacionem. “Projetar o ambiente de trabalho significa aproximar a equipe e conecta-los com os objetivos da empresa”, diz.



No entanto, além de criar ou diminuir a proximidade entre os funcionários, alguns detalhes no ambiente de trabalho e na gestão de pessoas podem acabar funcionando com ladrões de produtividade. 


Da tecnologia até o posicionamento das mesas, veja os cinco itens que Serra aponta como os verdadeiros ladrões do seu tempo.



1. Tecnologia e o poder de desconcentração



Segundo Serra, o principal ladrão da produtividade é a tecnologia. “A questão é o conjunto de aparelhos que desviam a atenção”, diz. As redes sociais no celular, o e-mail chegando a todo momento e o incansável Whatsapp acabam ameaçando até os mais disciplinados. “Chega a tomar um total de duas horas do horário dos empregados.”



2. O fim das baias pode ser um vilão



O open space está na moda: empresas de todos os tamanhos se gabam de ter acabado com as baias. No entanto, para Serra, é preciso que o público interno tenha maturidade suficiente para trabalhar em um ambiente como esse. “Essa formatação pode ser boa para muitas coisas, mas o bate-papo fora de horário acaba sendo frequente. Nosso problema é cultural”, diz.



3. Uma pausa para o café



Os espaços para reuniões informais são fundamentais para conversas mais rápidas que acabam exigindo menos formalidade que uma sala de reunião e mais privacidade que o escritório.



4. Não abandone as salas



Ter o espaço do cafezinho não significa que as salas de reunião devem ser abandonadas. Segundo Serra, é fundamental que as empresas contem com espaço para que os conflitos aconteçam. “Há coisas que não podem acontecer em público”, diz Serra, mencionando ameaças que podem prejudicar a produtividade até de quem não tem nada a ver com a briga.



5. Home office não é para todos



Não é porque nos Estados Unidos a onda do momento é mandar todo mundo trabalhar em casa que o modelo vai funcionar com perfeição por aqui. Segundo Serra, a cultura da equipe deve ser, novamente, fator central nessa decisão. “É preciso observar se há maturidade para administrar o trabalho com o mesmo cuidado e da mesma forma.”


Por Bárbara Ladeia - http://www.fbde.com.br/