segunda-feira, 21 de março de 2022

O Que É Canvas? E como pode Auxiliar em seus Projetos?


 O que é Canvas
? O Business Model Canvas, mais conhecido como Canvas, é uma ferramenta bastante útil para quem já tem ou está planejando o seu negócio.

O método Canvas é uma ferramenta para inovação de modelos de negócios, que pode ser utilizada na criação de uma nova empresa ou em uma organização centenária, basta que seus gestores estejam dispostos a pensar colaborativamente em busca de novas soluções para os seus problemas. Portanto, hoje vamos falar sobre o que é business model Canvas.

O que é o Canvas?

O Canvas é uma solução bastante eficiente — e incrivelmente simples — que ajuda o empreendedor a visualizar melhor as questões estratégicas do seu negócio.

O Canvas tem como principal objetivo estruturar um modelo inovador de plano de negócios, trazendo praticidade e principalmente dinamicidade na análise das organizações.

Mas Canvas o que é? Proposto por Alexander Osterwalder, pode ser definido como uma folha com 9 quadrantes a serem preenchidos:

  • Proposta de valor;
  • Segmento de clientes;
  • Os canais;
  • Relacionamento com Clientes;
  • Atividade-chave;
  • Recursos principais;
  • Parcerias principais;
  • Fontes de receita;
  • Estrutura de custos.

Enfim, trata-se, de um mapa visual elaborado para perceber se cada um dos pilares do negócio está obtendo a devida atenção, já que o método é um padrão capaz de oferecer uma visão prática da formatação do modelo.

Mas, a metodologia Canvas, o que é? Em tese, é uma ferramenta estratégica de gestão de negócios e de implantação de novas frentes, desde que conte com um planejamento para evitar desvios no meio do caminho.

Esses elementos, juntos, são capazes de identificar e de aprimorar o relacionamento nas 4 principais áreas de um negócio:

  • Clientes
  • Oferta
  • Infraestrutura
  • Viabilidade financeira

O principal objetivo do Canvas é fazer com que você planeje um negócio de sucesso de forma pouco burocrática, tendo diversos insights e ideias durante o processo.

Olhando o que é o Canvas, muita gente pode ver alguma semelhança com o Design Thinking. Pois bem, as duas concepções, relativamente novas, apresentam soluções cujo principal objetivo é otimizar o trabalho de estruturação e desenvolvimento de um produto ou negócio

  • O Design Thinking, como o próprio nome já sugere, propõe uma aproximação entre o mundo dos negócios e o dos designers de ideias com o objetivo de buscar na criatividade métodos para melhores soluções de problemas
  • Já o Canvas aborda de maneira visual as atividades a serem realizadas. São métodos complementares.

Quem pode usar o Canvas?

Apesar de ser muito comum em startups e outras empresas que estão começando, o Business Model Canvas também é muito bem-vindo em empreendimentos que já estão em pleno funcionamento.

No caso de um e-commerce, por exemplo, o Canvas pode ser utilizado para modificar o modelo de negócios, lançar novos produtos, explorar novos mercados ou simplesmente para ter uma melhor visualização do negócio como um todo.

O Canvas também pode ser utilizado como uma das ferramentas de gestão de projetos, mas para isto há um Canvas de Projetos, que é um modelo de Canvas dentre tantos que existem. Para entender o que é curso de Canvas, podemos dizer que é a melhor solução para dar rumo aos seus negócios.

Na empresa Robson Camargo – Projetos e Negócios, há opção de cursos em Canvas de Projetos e o PM Visual, que tem o objetivo de ensinar como planejar um projeto em apenas 8 horas de trabalho e obter 68% de confiabilidade das suas estimativas, através do CANVAS de Projetos e de todas as lâminas do PM VISUAL.

Por que é importante implementar o método Canvas?

Na prática, um modelo de negócio descreve a lógica de funcionamento do negócio: qual a oferta de valor, como entregar e como gerar receita a partir dessa oferta. Em resumo, entende o funcionamento da empresa e a necessidade dessa mesma empresa no mercado em que se propõe atuar.

Com o Canvas, é possível inovar naquilo que já se faz e buscar novas frentes, caso entenda necessário. Esse modelo possibilita que o empreendedor seja o melhor, entregue mais valor e, consequentemente, se destaque da concorrência.

Se tiver clareza do que está fazendo — e essa é a proposta do modelo Canvas —, o empreendedor poderá lançar novos produtos e atuar em outros mercados, sem medo de se perder no caminho, pois ainda terá uma gestão bem elaborada.

Como o método Canvas funciona?

Em outras ferramentas de negócios é preciso uma descrição longa e detalhada de cada elemento, o que dificulta a leitura com praticidade e agilidade. Isso sem falar nas mudanças frequentes que atrapalham a atualização de modelos mais complexos.

E, o que é o modelo Canvas? O Canvas funciona como resposta para as mais diversas perguntas sobre os elementos citados acima:

- Como vou trabalhar no meu negócio?

- Qual é a atividade-chave do meu empreendimento?

- Quais são os recursos-chave da minha empresa?

- Onde está a minha rede de parceiros?

Assim, é possível ter respostas sobre as atividades mais importantes a serem trabalhadas, os recursos necessários para a criação de valor ao cliente e a aliança de negócios que aprimora as relações e alavanca o crescimento da empresa.

Outras perguntas que o Canvas responde é sobre o que você vende, ou seja, quais os produtos e serviços oferecidos e qual é a proposição de valor de cada um. Essa última questão nos leva à descrição do diferencial da empresa perante a concorrência e a razão pela qual um cliente compra da empresa A, e não da empresa B.

Ainda dentro dos segmentos, o método Canvas responde a pergunta sobre demanda e necessidade, ou seja:

  • Para quem?
  • Existe demanda?
  • Existe um público-alvo bem definido?
  • O marketing está compreendido no meio em que a empresa entrega valor?
  • Quais são os canais de publicidade que a empresa utiliza?
  • Como está o relacionamento entre a empresa e o cliente?

Por fim, existe a busca pela resposta do retorno:

- Quanto?

- Será que o negócio está compensando o trabalho e a energia dispensada?

Basicamente, esse momento se refere à estrutura de custos e ao fluxo de receitas. Na prática, é uma balança que pende para a diminuição dos custos e ao aumento da receita.

Por isso, é fundamental entender quais são as consequências do custo na gestão total e na forma como a empresa retém e consegue mais recursos financeiros. Quais são os rendimentos e de onde eles vêm? A mesma pergunta deve ser feita com relação aos gastos.

 Como aplicar o método Canvas na sua empresa?

Agora que você já sabe o que é um Canvas, vamosver comoaplicar o método. O quadro deve ter 9 campos, um para cada elemento que faz parte do modelo. O ideal é fazer em uma folha A3, mas você pode desenhar ou imprimir o esquema em um espaço maior, como uma cartolina.

Escreva cada pilar do modelo de negócios em um quadrado e utilize a diferenciação de cores para aprimorar a experiência visual.

Todos os colaboradores devem ter contato com o modelo, pois uma empresa deve estar alinhada no mesmo objetivo.

Explique para os interessados cada detalhe para facilitar a compreensão e melhorar o relacionamento entre os fatores que permitem o funcionamento de um negócio.

Antes de qualquer decisão, é preciso preparar a sua empresa para o sucesso, e esse é o papel do método Canvas. Como você pode perceber, não é uma varinha mágica que vai realizar todos os seus planos, mas será uma espécie de bússola que vai te ajudar a notar o que está funcionando bem e o que não está trabalhando a favor do seu empreendimento.

Enfim, o que é a ferramenta Canvas? É uma forma de ter o controle total da sua empresa e de tomar decisões coerentes com as suas necessidades e com os seus objetivos. Comece bem e, se precisar, ajeite-se no caminho — mas nunca desista de chegar lá simplesmente por desconhecer a rota.

Copiado:https://robsoncamargo.com.br/blog

sexta-feira, 18 de março de 2022

Por que é Importante Falar sobre Equidade de Gênero nas Empresas?


 
O caminho em direção a equidade de gênero nas empresas ainda é longo: seriam necessários 99,5 anos – de acordo com o estudo “Global Gender Gap Report 2020”, publicado pelo World Economic Forum (WEF). Algo que ajuda na conquista desse objetivo é falar sobre esse tema tão importante.

E é isso que faremos neste artigo. Além de explicarmos o conceito de equidade de gênero, falaremos também sobre a sua importância e como o RH pode impulsioná-lo por meio de ações estratégicas. Acompanhe os próximos tópicos!

Entendendo o que é equidade de gênero

A equidade de gênero significa oferecer as mesmas oportunidades, benefícios e tratamento tanto para os homens como para as mulheres. 

No contexto empresarial, esse conceito permite que ambos tenham igual acesso a:

·        Boas remunerações;

·        Promoções de carreira;

·        Posições de liderança;

·        Treinamento e capacitação;

·        Qualidade de vida.

Em outras palavras, a equidade de gênero faz com que a empresa, ao definir as políticas internas, leve em conta as necessidades, peculiaridades e perfil profissional de homens e mulheres.

  • E quanto a igualdade de gênero? 
  • É o mesmo conceito de equidade, mas com um nome diferente? 
Podemos dizer que são dois conceitos distintos e ao mesmo tempo complementares.

No caso da igualdade, o foco é na proporcionalidade. 

Por exemplo, uma empresa que tem um percentual igual ou bem próximo de homens e mulheres na liderança, é um ambiente que promove a igualdade de gênero.

Então, para ficar bem claro, a equidade é voltada para as ações corporativas que embasam a igualdade de oportunidades entre os sexos.

A importância de falar sobre equidade de gênero

A falta de equidade de gênero é uma infração ao artigo 2 da Declaração Universal dos Direitos Humanos feita pela Organização das Nações Unidas (ONU). 

Nesse artigo, é dito que todos os seres humanos têm os mesmos direitos, dignidade e liberdade.

Porém, muitos setores da nossa sociedade não levam a sério ou desconhecem esse importante documento. 

Isso acontece porque as diferenças de tratamento entre homens e mulheres têm raízes históricas e culturais.

O reflexo disso é visto no mundo corporativo. Segundo o estudo “Is Gender Diversity Profitable?”, produzido pelo Peterson Institute for Internacional Economics, das mais de 21 mil empresas pesquisadas, 50% não tinham mulheres na posição de líder.

Esses números mostram um recorte nos cargos de liderança, mas os impactos da ausência de equidade entre os gêneros atingem todas as áreas das organizações. 

Quando as empresas começam a se preocupar em promover ações internas iguais para os gêneros, mostram um grande respeito pelo ser humano – em especial pelas mulheres.

O efeito disso se estende para os resultados organizacionais. A pesquisa “Diversity Matters”, feita pela Mckinsey & Company, revela que as empresas com maior nível de equidade têm um desempenho 15% maior do que a concorrência. 

Fica claro que investir nessa prática é uma estratégia inteligente.

O papel do RH nesse debate

Sendo responsável pela gestão de pessoas, o RH tem um papel fundamental na promoção da equidade de gênero na empresa. Uma das maneiras de fazer isso é por meio da criação e implantação da gestão da diversidade.

Esse tipo de política é composto por dois pilares que sustentam a equidade: a diversidade e a inclusão

Enquanto o primeiro pilar garante que a empresa tenha um time com profissionais de diferentes gêneros, o segundo estimula o acolhimento, a aceitação e o respeito entre homens e mulheres.

Uma vez construída essa base, é importante que o RH estruture as seguintes práticas:

·  Recrutamento e seleção – vagas oferecidas para aqueles que têm as competências, habilidades técnicas e comportamentais compatíveis com a função – sem critérios discriminatórios;

·  Gestão de desempenho – os líderes e gestores são treinados para analisar o desempenho dos profissionais (independente do gênero) visando promoções futuras;

·  Remunerações, benefícios e programas de recompensa – os salários são atrelados aos cargos e não ao sexo. O mesmo acontece com os benefícios e as premiações. Todos têm a mesma chance de recebê-los desde que apresentem um bom desempenho;

·  Treinamento e desenvolvimento – o programa interno de aprendizagem e desenvolvimento profissional incluirá colaboradores de ambos os sexos, além de levar em conta necessidades específicas deles;

·  Comitê da diversidade – órgão interno que representa, fiscaliza e promove os direitos dos gêneros dentro da empresa.

Todas essas estratégias, por fim, ajudam a organização a ter a cultura da diversidade. 

Esse tipo de cultura melhora a employer branding (marca empregadora) da empresa, bem como potencializa os níveis de atração e retenção de profissionais.

Construir um espaço com oportunidades iguais não é dever apenas das mulheres

Para que a empresa seja um espaço com oportunidades iguais para homens e mulheres, é necessário um esforço global. 

Isso quer dizer que essa responsabilidade não deve ficar só nas mãos das colaboradoras. 

Mas como engajar os profissionais do sexo masculino nessa luta? É preciso uma mudança de mentalidade interna.

Para isso, a liderança e o RH precisam “lançar luz” sobre o tema equidade de gênero. 

Dessa forma, o assunto será tratado abertamente por meio de discussões, debates, eventos e ideias para melhorar as taxas de representatividade de mulheres.

Nesse contexto, nascem ações e estratégias importantes para a redução das diferenças entre os gêneros. 

Cabe ao RH “bater do martelo” em relação às políticas que serão implementadas. No entanto, ao comitê da diversidade deve ser dada a liberdade de:

· Questionar as práticas internas;

· Identificar e tomar ações contra comportamentos discriminatórios;

·  Propor mudanças e ideias que beneficiem os gêneros.

Esse esforço em conjunto: RH, líderes e comitê da diversidade, dará a força que as mulheres precisam para ter os mesmos direitos e oportunidades que os homens

Vale lembrar que quando as competências e habilidades dos gêneros se unem, as empresas só têm a ganhar.

Copiado: https://blog.convenia.com.br/

quinta-feira, 17 de março de 2022

Setor de Ouvidoria: 3 mandamentos que você ainda não ouviu falar


 Você entende como funciona o setor de ouvidoria dentro das empresas? Conheça um pouco mais deste mundo.

A ouvidoria tem um papel muito importante dentro das empresas. Afinal, é através dela que a organização consegue identificar se o seu padrão de atendimento está sendo adequado e replicado para todos os clientes.

Frequentemente, o setor de ouvidoria é contatado apenas quando há problemas. 

Os exemplos são inúmeros: quando um cliente compra um produto e há envio errôneo; compra algo que não é entregue; há algum problema na prestação de serviços (água, luz, telefone, internet) e muitos outros.

Certamente, dentro da sua empresa, você já teve que lidar com algumas reclamações – isso ocorre dentro de todo negócio. Entretanto, encontrar formas de solucionar esses problemas, oferecendo um atendimento personalizado ao cliente é exatamente para que serve uma ouvidoria.

Quer saber mais sobre o que é e como funciona a ouvidoria? Continue a leitura!

O que é ouvidoria?

O setor de ouvidoria é um espaço que funciona como uma ponte entre o cliente e a empresa. É um serviço aberto ao consumidor (ou cidadão) para escutar suas reivindicações, denúncias, sugestões e também elogios, embora sejam mais comumente utilizados para reclamações e reivindicações.

A criação de uma ouvidoria, seja ela um canal dentro de uma empresa pública ou privada, vem antes de tudo preencher um espaço cada vez mais ampliado com relação ao direito do consumidor.

O termo ouvidoria é utilizado para designar um departamento de instituições. 


Em termos práticos, tem o mesmo significado de ombudsman, que é uma palavra sueca criada em 1809.


O setor de ouvidoria acaba sendo um canal de vigília que permite à empresa saber quando as suas diretrizes e padrões são descumpridos e apurar reclamações de problemas não solucionados.

Como funciona a ouvidoria? Para que serve?

Os canais de acesso à ouvidoria estão abertos via e-mail e telefone, ou até mesmo pessoalmente, em que o consumidor expõe seus problemas com detalhes que permitem ao setor encaminhar o problema às áreas  competentes.

Feito isso, a ouvidoria acompanha passo a passo o andamento dos serviços, para então retornar a solução do problema para o cliente de maneira proativa. É aqui que uma ouvidoria se distingue de um simples serviço de call center.

Como exemplo, as ouvidorias das instituições financeiras são muito utilizadas, uma vez que muitas vezes recebem reclamações de clientes que têm problemas com saques, tarifas, internet banking, dentre outros.


A ouvidoria recebe as reclamações, problemas e solicitações, e então encaminham para os setores responsáveis (agência, gerente, etc.), que acompanham de perto a solução do problema.

Ainda que pouco divulgada, a ouvidoria é uma ótima maneira de solucionar os problemas e garantir um atendimento proativo dos canais de atendimento da empresa. Acaba atuando como um “segundo nível” para onde se escalam os problemas.


Agora que você já sabe melhor como funciona e para que serve uma ouvidoria, aqui estão alguns mandamentos que guiam a rotina de um setor.

3 mandamentos do setor de ouvidoria

1. Evitar conclusões precipitadas

Quando um problema ou reclamação chega nas mãos de uma ouvidoria, ela precisa evitar conclusões precipitadas.

Isso é natural porque geralmente os consumidores já vem de subsequentes problemas de atendimento, entrega, falhas, vício no produto e outros contratempos que podem acontecer durante a relação comercial.

Mas, por mais que sejam coerentes os precedentes dos problemas do consumidor, a ouvidoria não pode tomá-los como verdade e defendê-los até as devidas confirmações.

É preciso identificar o problema (e a raiz dele) para propor não apenas a solução, mas também evitar que isso ocorra novamente.

Por isso, é importante que a ouvidoria preze pela neutralidade. É justamente isso que vai agilizar a solução dos problemas.

A ouvidoria precisa estar livre de julgamentos para solucionar problemas.


2. Ser livre para agir com isenção


A ouvidoria não vai funcionar se não puder trabalhar livremente para apurar e encaminhar os problemas. Por isto, deve ser subordinada aos altos escalões (executivos ou financeiros) da empresa, nunca ao call center, por exemplo.


A liberdade para agir de maneira isenta possibilita levantar os problemas a fundo, descobrir o que deu errado e, ainda assim, apontar soluções e melhorias.


Se a ouvidoria depender de milhares de aprovações e liberações para articular e solucionar problemas, eles não serão resolvidos com eficiência e o papel do departamento de ouvidoria se perde.


3. Ser competente


Qualquer área que lida com reclamações precisa ter eficiência na solução de problemas.


Por isso, o setor de ouvidoria precisa apresentar resultados, não apenas de soluções, mas também a diminuição de demandas judiciais e outros problemas acarretados por reclamações e insatisfação de clientes.


É justamente o trabalho da ouvidoria que pode impedir que o índice de reclamações aumente, além de ampliar a  satisfação dos clientes no relacionamento com as empresas.

 

A sua empresa está pronta para implementar o departamento de ouvidoria?


A ouvidoria não é apenas um luxo dado às grandes empresas, mas pode ajudar qualquer negócio  a melhorar o relacionamento com seus clientes.


As pequenas organizações, que são mais influenciadas pelo atendimento dado ao cliente (e problemas relacionados a ele) são as que mais se beneficiam de sua ouvidoria.


Há formas de se implementar ouvidorias com baixo custo, terceirizando parte do trabalho: a coleta de relatos, que então são enviados diretamente aos sócios (evitando que sejam filtrados pelo pessoal da operação).


Com um Número Mágico, por exemplo, sua empresa tem a sua disposição um número de telefone local ou 0800 que é atendido 24 horas por dia por uma equipe compartilhada.

 

Assistentes atendem a ligação em nome da sua empresa, aplicam um questionário para qualificar o contato, e ainda garantem o encaminhamento das solicitações para os sócios ou responsáveis da empresa.


Dessa maneira, o seu negócio pode viabilizar o que há de mais fundamental no setor de ouvidoria: estar atento e receptivo aos feedbacks importantes do cliente, a um custo muito baixo, além de ficar aberta 24 horas por dia para ouvir os consumidores de seus produtos e serviços!


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quarta-feira, 16 de março de 2022

Gravidez Antes da Contratação Impede Demissão?


Direitos trabalhistas: Gravidez Antes da Contratação Impede Demissão?

Um dos principais tópicos que levantam grandes questionamentos nos Direitos Trabalhistas sem dúvidas é a gravidez e a licença maternidade. Mas, um dos temas que está gerando grande repercussão é sobre se a mulher possui ou não algum direito que impeça a demissão antes mesmo de sua contratação ser efetuada.
 
Por esta razão, preparamos um conteúdo que possa solucionar e esclarecer esses pontos. Está pronto? Então, vamos lá!

É um direito trabalhista da grávida não ser demitida antes da contratação?

Infelizmente não há, ainda, um amparo legal para esse tipo de situação. Porém, não é raro juízes do trabalho garantirem estabilidade a gestante antes da contratação. Afinal, será por meio desse serviço que possibilitará a mulher uma proteção tanto sua quanto do bebê que está próximo a nascer.

Claro que é uma situação difícil para o empreendedor, pois o mesmo não pode exigir, de maneira alguma, algum teste de gravidez durante o processo seletivo, e caso contrate a profissional, deverá arcar com o benefício da estabilidade.

Caminhamos em direção onde os Tribunais do Trabalho dificilmente não concederão o benefício de estabilidade a gestante nessa situação, mesmo que seja constatada a gravidez antes do contrato, possibilitando uma gestação mais tranquila no aspecto financeiro e, consequentemente, emocional.

Mas, a gestante deve informar na entrevista se está ou não grávida?

mulher gravida

Se você pensou que não é necessário, parabéns, você acertou! Como informado acima, o entrevistador não pode exigir nenhum teste de gravidez durante o processo seletivo, e isso também se aplica ao lado oposto, garantindo a mulher que não há nenhuma necessidade em informar se está grávida ou não.

Lembre-se que ao citar na entrevista de emprego que está grávida, isso poderá custar sua vaga; afinal, nem todos os empreendedores estarão de acordo em contratar alguém que deverá, em breve, se ausentar do expediente e ainda ter que arcar com esses valores, mesmo a candidata sendo considerada ideal para a vaga. Portanto, não há nenhuma necessidade em informar a gravidez neste momento.


E o empregador? Ele tem o direito de perguntar se a candidata está grávida?

Não, o entrevistador não poderá fazer tal questionamento durante a entrevista. Este fato é amparado pela Lei 9.029/95, que proíbe a comprovação de gravidez e esterilização para efeitos admissionais, podendo gerar punição jurídica ao empregador com uma detenção de até dois anos e uma multa, caso seja comprovado que o profissional exigiu algum tipo de atestado para verificar gravidez.

Caso a mulher consiga comprovar de alguma maneira que não foi contratada para o serviço pelo motivo de estar grávida, ela deve procurar um advogado trabalhista para que o especialista possa tomar as devidas providências, e assim, garantir os direitos conquistados com justiça para as mulheres.

Copiado: https://www.epd.edu.br/