quinta-feira, 18 de março de 2021

As Leis da Recorrência, do Retorno e da Causa e Efeito realmente existem




Lei da Recorrência

Você já notou que certos fatos se repetem em sua vida? Pois é, isto tem uma explicação, esse fenômeno ocorre por dois motivos:

1. Quando repetimos as mesmas atitudes, e nos fechamos em um estado que nos impede de mudar e de fazer algo novo, esperando ter resultados diferentes.

2. Quando acabamos espelhando comportamentos e atitudes daqueles com os quais convivemos, mesmo que de forma inconsciente e, com isso, até repetimos os mesmos erros e vícios deles.

Em síntese, a Lei da Recorrência é uma forma da Vida mostrar o que estamos repetindo em nós, seja isso bom ou ruim.

Lei do Retorno

Em algum momento, você se deu conta que têm pessoas que trazem dons e talentos, desde novinhas. Crianças que tocam instrumentos, fazem pinturas artísticas ou coreografias rebuscadas, por exemplo. Isto tem relação com a Lei do Retorno.

Outro exemplo é quando encontramos pessoas estranhas que no primeiro encontro parece que já conhecemos de longa data e outras que não vamos com a cara, do nada, isto também está associado a esta lei.

A Lei do Retorno ou do Eterno Retorno, como é conhecida por várias linhas de pensamento, indica que tudo que fazemos ou deixamos de fazer, irá influenciar e retornar através do destino ou de outras existências.

O tempo, espaço infinito, o padrão cíclico da Natureza são reflexos e estão a serviço da Lei do Eterno Retorno.

Os antigos sábios representavam essa lei com os símbolos do ouroboros, a serpente que morde sua própria cauda, e do infinito.


O filósofo alemão Nietzsche ilustrou a Lei do Retorno em um trecho de uma de suas obras, onde ele indaga a uma pessoa como ela reagiria se:

“Esta vida, assim como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes e não haverá nela nada de novo?”

O cientista Albert Einstein fez alusão a esta lei quando traçou os parâmetros físicos da quarta coordenada e definiu a relatividade do tempo e sua característica cíclica. Com base nisso, podemos entender que o tempo é semelhante a uma curva fechada, sendo assim, o que  aconteceu voltará a se repetir em uma outra espiral.

Na visão ancestral,  a Lei do Retorno transcorre na Roda do Samsara (da Existência), onde passado, presente e futuro vão se desenrolando ciclicamente.

Lei da Causa e Efeito (Ação e Reação ou da Consequência)

Um exemplo bem banal de entender essa lei conhecida desde a antiguidade pelo nome de Karma, é quando você pega uma pedra e atira em uma vidraça, é óbvio que essa ação inconsequente irá desencadear a consequência de estilhaçar vidro para todo lado, ou ainda, a reação do proprietário do imóvel da vidraça ficar furioso. Esse é um modo bem simples de ilustrar como essa lei atua em nossa existência, em nosso dia a dia.

 Em termos científicos, o físico Newton apontou um dos efeitos dessa lei explicando que cada ação gera uma reação equivalente e oposta, de forma a estabelecer um equilíbrio. Associando isso ao que nos acontece, podemos entender que recebemos de volta o que provocamos, cientes disso ou não.

Sob o enfoque espiritualista, o francês Alan Kardec (1804-1869), criador da Doutrina Espiritista, explicou uma das facetas dessa lei da seguinte forma:

“Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito.”


Acredite ou não

Independente de ser espiritualista ou não, estas leis são imparciais e representam a forma da Justiça Cósmica atuar em nossas vidas, nos devolvendo tudo o que fazemos.

Sendo assim, nossas ações sejam boas ou más, voltam para nós de alguma forma, espelhando nosso nível de consciência. Por isso, antes de tomarmos uma decisão ou fazermos uma escolha é bom nos perguntarmos:Como atuar em consonância com essas leis?

Para termos essas leis a nosso favor, é necessário praticarmos a auto-observação, de momento a momento, a fim de verificarmos se nosso estado interno e nossas atitudes externas estão ou não a favor da vida, do amor, do respeito e da consciência. Assim, poderemos traçar o nosso destino de uma forma mais positiva e viver com paz, leveza e sabedoria.

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quarta-feira, 17 de março de 2021

A Entrevista de um Louco 🎵 por Música


Duvido você ler sem cantar!

Eu li cantando!

🎶🎶🎶 

A entrevista de um louco 🎵 por música foi assim:

🎶 🎼🎵🎶🎶🎼


1- QUANDO VOCÊ NASCEU ?

Eu nasci há dez mil anos atrás. E não tem nada nesse Mundo que eu não saiba demais. 

2- MORA ONDE?

Moro num país tropical, abençoado por Deus,e bonito por natureza... 

Que beleza !

3-  QUE CONSELHO VOCÊ  DARIA PARA AS  PESSOAS DESANIMADAS?

Canta, canta, minha gente, deixa a tristeza pra lá 

Canta  forte, canta alto,

que a vida vai melhorar.

Que a vida vai  melhorar, 

que a vida vai melhorar.

4- QUAIS SÃO SEUS SONHOS?

Os sonhos mais lindos sonhei, de quimeras mil um castelo ergui, e no seu   olhar, tonto de emoção, 

com sofreguidão mil venturas vivi.

5- COMO CONSEGUE MANTER VIVA A ESPERANÇA DE UM MUNDO MELHOR?

 É o amor, 

que mexe com minha cabeça e me deixa assim.

6-  UM FORTE DESEJO:

Eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar.

7-  E O QUE FAZER DEPOIS DA PANDEMIA?

Vamos dar as mãos, 

vamos dar as mãos 

e vamos juntos cantar.

8-  DURANTE A QUARENTENA PEDIU SOCORRO PARA QUEM?

Jesus Cristo! 

Jesus Cristo, 

Jesus Cristo eu estou aqui. 

9-  COMO VENCEU  O MEDO? 

Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus, pois ela, ela te sustentará.

10-   QUAL O CAMINHO A SEGUIR?

Eu vou seguir

uma luz  lá no alto

eu vou ouvir

uma voz que me chama

eu vou   subir

a montanha e ficar bem mais perto de Deus e rezar.



E assim vamos levando a vida a cantar, para motivar

alegria, Fé, esperança 

e solidariedade,

pois estes  são os segredos da FELICIDADE.

Uma semana abençoada!

           🌧🎶☔🌧🎵☔🎼🌧🎶☔🎼🌧🎵☔☔🌧🌧,

COPIADO: https://www.facebook.com/alcides.nascimento

terça-feira, 16 de março de 2021

Você “Veste a Camisa” da empresa para qual trabalha?

 


O termo “veste a camisa” é muito utilizado para indicar que um profissional é comprometido, que colabora com os resultados da empresa em que ele trabalha. Mas isso não quer dizer que cumprir os horários e realizar as tarefas sob sua responsabilidade basta para ser classificado desta forma, pois isso é dever ou obrigação!  

Para ser considerado um funcionário que “veste a camisa” é preciso saber se comportar profissionalmente, agir em acordo com as políticas da empresa e com ética, para só assim ser percebido pelas pessoas as quais se relaciona no trabalho, como um profissional comprometido com os objetivos e metas da empresa.

Para dizer que um profissional “veste a camisa” a sua conduta deve ser baseada na ética e nos valores da empresa, ou seja, realizar seu trabalho conforme o formato determinado de atuação. 

Um exemplo de comportamento inadequado é a empresa possuir como valor a sustentabilidade e mesmo tendo sido orientado, o funcionário faz mal-uso de materiais, produtos e equipamentos durante sua jornada de trabalho, não separa e nem destina corretamente os resíduos e rejeitos produzidos. 

Afinal, o que foi acordado deve ser cumprido, da mesma forma que o horário de trabalho precisa ser respeitado.

A imagem de uma organização, especialmente das empresas de terceirização de serviços, está totalmente ligada ao comportamento profissional dos seus funcionários.  

A imagem de uma empresa é a percepção que os clientes, funcionários e outras pessoas que se beneficiam dos serviços prestados, têm dela. Como a percepção é uma captação de atributos, para construir uma imagem positiva é preciso que a empresa atenda aos desejos das pessoas que se relacionam com ela. 

Assim, é essencial que os funcionários que a representam, atuem com empatia, simpatia, apresente qualidade nos serviços prestados e comportem-se profissionalmente em acordo com os objetivos e metas traçadas pela organização, direcionadas por seus valores, sua visão e missão.


Agora que você já sabe que é preciso representar bem a empresa que você trabalha para ser considerado um funcionário que “veste a camisa”, aprimore sua apresentação profissional com comportamentos adequados à imagem da organização. 

Conheça bem a empresa que você trabalha para saber de que forma atuar. Procure exercitar a autoavaliação, identificando as situações profissionais que são inadequadas, ou seja, que não representam a empresa e se antecipe, trace uma meta de comportamento que não comprometa sua apresentação e, consequentemente, a representação da empresa.

Uma apresentação profissional adequada inicia com uma boa aparência, higiene corporal e vestimenta correta (como o uso do uniforme, por exemplo). A comunicação no ambiente de trabalho, desde a linguagem corporal até as formas oral e escrita, também é muito importante para o desenvolvimento de uma boa apresentação profissional. 

É preciso tomar cuidado com os sinais e gestos corporais, com a linguagem utilizada e com os erros ortográficos e de gramática. A linguagem corporal deve ser condizente com a comunicação oral, que precisa ser formal e objetiva. Para isso, tome conhecimento sobre o que vai comunicar, tenha domínio sobre o assunto demonstrando credibilidade. 

Educação e respeito também são obrigatórios para qualquer profissional, assim, não se deve desrespeitar ninguém e nem brigar no trabalho.


Ao se policiar na apresentação profissional, você estará desenvolvendo sua imagem, também chamada de marketing pessoal, e consequentemente a sua carreira. 

Porém, é necessário estar sempre atento, acompanhar as mudanças buscando aperfeiçoar-se. Para isso, o estudo e a automotivação são os melhores recursos.

Como funcionário de uma empresa você faz parte da imagem dela, de como é enxergada ao representá-la. 

  • O que você acha, está representando bem a empresa na qual trabalha? 
  • Você “veste a camisa”? 

Pense nisso!


Copiado: https://www.facop.org.br/

segunda-feira, 15 de março de 2021

O que é BLOCKCHAIN – uma explicação simples

 


O termo Blockchain surgiu do encontro do universo da tecnologia com o das finanças e ganhou a atenção do mundo há poucos anos. E, justamente por ser um assunto novo, um pouco complexo e que envolve dinheiro, ele acaba gerando muitas dúvidas. 

De um jeito simples, o que é blockchain?

De forma resumida, blockchain é um sistema que permite rastrear o envio e recebimento de alguns tipos de informação pela internet. São pedaços de código gerados online que carregam informações conectadas – como blocos de dados que formam uma corrente – daí o nome. 

É esse sistema que permite o funcionamento e transação das chamadas criptomoedas, ou moedas digitais.

Como surgiu a blockchain?

O conceito do blockchain surgiu em 2008 no artigo acadêmico Bitcoin: um sistema financeiro eletrônico peer-to-peer, de autoria de Satoshi Nakamoto (pseudônimo do suposto criador do bitcoin).

Neste material, a blockchain é definida como “uma rede que marca o tempo das transações, colocando-as em uma cadeia contínua no ‘hash’, formando um registro que não pode ser alterado sem refazer todo o trabalho”.

Basicamente, a tecnologia surgiu para que o bitcoin pudesse existir, mas as possibilidades de uso vão muito além das criptomoedas.

Blockchain é a mesma coisa que bitcoin?

Não. Blockchain é a tecnologia que possibilitou a criação da bitcoin e de outras criptomoedas, como Ether e Litecoin, mas ela pode ser usada para diversas outras aplicações.

Como funciona a tecnologia blockchain?

Pense num trenzinho de brinquedo cujos trilhos estão espalhados pelo mundo inteiro. Não um, mas vários que formam uma rede global.

Cada material vai dentro de um vagão, que é validado por máquinas espalhadas pelo mundo. Se aprovado, ele é selado com um código complexo de letras e números e se junta a outros vagões. 

Para aumentar ainda mais a segurança, cada vagão carrega seu código e o código do vagão anterior. Assim, caso alguém tente invadir um vagão, será preciso desvendar mais de um código.

Essa rede de trenzinhos não tem dono, por isso todos os envios são registrados num livro disponível para qualquer um acessar. Mas não é possível ver o que foi enviado nem quem enviou, apenas quando houve o envio.

Realizar todas essas operações é um pouco complexo. São poucas as pessoas que têm as máquinas necessárias para criar os códigos que selam os vagões e juntá-los com outros, por isso elas são remuneradas por esse trabalho.


Em termos técnicos:

Os trilhos espalhados pelo mundo e que possibilitam que os trens viagem por aí são a computação em nuvem (ou cloud computing): uma tecnologia que torna possível processar uma grande quantidade de informações na internet.

Cada vagão do trenzinho é um bloco com uma hash: uma função matemática que pega uma mensagem ou arquivo e gera um código com letras e números que representa os dados enviados (que podem ser mensagens ou arquivos).

Já o livro onde todos os envios dos trenzinhos são registrados é o ledger (que pode ser traduzido como livro-razão): uma espécie de documento onde todas as transações são gravadas. Essas informações não podem ser apagadas e qualquer pessoa pode acessá-las.

As pessoas que ligam um vagão no outro para formar o trenzinho são as chamadas mineradoras: responsáveis por calcular o “hash” certo de cada bloco para formar a ligação entre eles. 

Por fim, os trenzinhos são as cadeias de blocos – ou, em inglês, blockchain.

Resumindo: o que é e como funciona a blockchain?

Blockchain é uma cadeia de blocos onde cada um contém um arquivo e um hash, o que garante que as informações desse bloco de dados não foram violadas.

Todo bloco criado contém sua hash e a do bloco anterior, criando uma conexão entre os blocos. É dessa ligação que surge o nome blockchain (corrente de blocos, em português).

Basicamente, a blockchain funciona assim:

Maria quer enviar um ativo digital (uma criptomoeda, um contrato ou um arquivo digital) para João;

O ativo é representado online como um bloco onde os detalhes estão armazenados;

O bloco é distribuído pela rede e cada máquina fica com uma cópia da transação em tempo real;

A rede verifica se o ativo é válido em questão de minutos;

Se aprovado, o bloco é adicionado a uma corrente de blocos e ganha um registro permanente na rede. Isso significa que ele não pode ser alterado;

A propriedade do ativo, que era de Maria, agora fica registrada na rede como sendo de João.

Toda essa movimentação é validada pela rede, mas ninguém sabe quem está fazendo a transação. Essa informação é protegida por um código formado por letras e números muito difícil de ser descoberto.


Blockchain é seguro?

Lembra que a rede de trenzinhos está espalhada pelo mundo e não tem dono? É essa característica que faz da blockchain uma tecnologia segura.

Como a rede não está centralizada em nenhum lugar e possui diversas camadas de segurança, invadi-la é extremamente difícil.

Quando o sistema reconhece que alguém está tentando invadi-lo, ele automaticamente trava em questão de segundos.

Se você ouviu falar sobre bitcoins ou criptomoedas roubadas, é porque o crime ocorreu no equipamento do usuário ou na corretora contratada pelo internauta – não na blockchain.

Por que todo mundo está falando em blockchain?

Porque essa é uma tecnologia que permite criar uma série de produtos revolucionários – como as criptomoedas, moedas digitais que não têm lastro em nenhum país, por exemplo.

Além das criptomoedas, a blockchain também pode ser usada para validação de documentos – como contratos e troca de ações –, transações financeiras, comercialização de músicas ou filmes, rastreamento de remessas e até votos.

Mas, apesar do burburinho, ainda existe uma desconfiança por parte da população. Segundo a pesquisa Trust Barometer, que mede a confiança em determinadas instituições e tecnologias, apenas 55% dos entrevistados confiavam em blockchain.

Cada vez mais negócios estão se apropriando dessa tecnologia, mas precisamos aguardar os próximos blocos para ver qual o real impacto da blockchain.

Copiado: https://blog.nubank.com.br/ 

sexta-feira, 12 de março de 2021

Da Educação Corporativa para a Aprendizagem Corporativa, um caminho sem volta

 

A Educação Corporativa não deve ser uma constante. Pelo contrário, é preciso que ela seja apenas o início de um caminho rumo à Aprendizagem Corporativa, onde o conhecimento se desenvolve de forma contínua. 

Apesar de muitas empresas ainda enxergarem treinamento como despesa, outras tantas já entenderam que para se manterem competitivas e inovadoras, atraindo e retendo talentos, garantindo rentabilidade e impactando positivamente os clientes, aprendizagem é um investimento, não um custo. O modelo educacional vigente é extremamente defasado e não acompanhou a evolução das últimas décadas, especialmente nos últimos anos, nos quais essa evolução caminha de maneira exponencial. A tecnologia que vem sendo desenvolvida e que, cada vez mais, está no dia a dia das pessoas de todo o mundo implica em novos comportamentos e novas competências. Com isso, precisamos compreender que o modelo de Educação Corporativo tradicional não endereça questões de um contexto de constante mudança. 

A presença cada vez mais simples e acessível de tecnologias que otimizam o tempo dos colaboradores vai fazer com que as atividades operacionais sejam realizadas por máquinas, o que exige mais e mais a capacidade de pensar, inovar e decidir. 

O novo contexto aplicado à Aprendizagem corporativa

Com todas essas mudanças acontecendo, profissionais de todas as áreas serão cada vez mais demandados por usar habilidades cognitivas complexas, o que exige que as organizações reorganizem totalmente a forma como disponibilizar conhecimento e ajudar os profissionais a entenderem como acessá-lo, usá-lo e mensurar seu retorno para seu próprio desenvolvimento e para a corporação. 

Esse desafio organizacional se torna ainda mais complexo. O motivo é simples… Diferente de algumas décadas atrás, em uma época onde o conhecimento estava centrado em uma pessoa, no cenário atual e futuro não haverá pessoas 100% prontas para as posições. E, mesmo que houvessem, esse conhecimento estaria rapidamente defasado.

Ou seja: de nada adianta basear-se em um passado, onde as pessoas eram substituídas por não performar, como se fossem sempre culpadas. Não basta centralizar a informação em um único indivíduo. É preciso ir além e buscar um desenvolvimento contínuo. 

A diferença entre Educação Corporativa e Aprendizagem corporativa

 Para entender a diferença entre Educação e Aprendizagem Corporativa, vale observar porque a área de Educação Corporativa existe nas empresas e como cada modelo é conduzido.

Para a maioria das organizações, a área de Educação Corporativa deveria resolver algumas questões de performance por falta de conhecimento específico, o que gera desengajamento. Isso acontece porque os funcionários não se sentem capazes de realizar determinadas atividades e alcançar resultados específicos. Para resolver esse desafio, uma empresa entende que é importante direcionar parte da sua verba a uma área de Treinamento.

No modelo de Educação Corporativa, é desenhada uma trilha de aprendizagem de longo prazo, que é entregue através de treinamentos. O funcionário é convocado a participar desses treinamentos, que geralmente são presenciais. Após os treinamentos, o profissional é submetido a uma prova de proficiência, e ganha um certificado atestando sua participação nesse treinamento.  

Nesse modelo, raramente há participação do profissional no diagnóstico e desenho do conteúdo a ser apresentado. Poucas pessoas são apresentadas a esse conteúdo, pois, ao ser realizado presencialmente, seu custo aumenta muito, o que faz com que gestores tenham que escolher quais profissionais devem participar. O treinamento é visto como um prêmio, e se beneficia quem já demonstra uma boa performance. 

Mas, e depois? O que acontece com a Educação Corporativa?

O profissional volta às suas atividades usuais, e não há acompanhamento de como esse conhecimento é colocado em prática e transforma o resultado daquele profissional, time ou empresa. 

Os indicadores medidos giram em torno de horas de treinamento por funcionário e satisfação dos participantes com o local, alimentação e qualidade do instrutor. Esses indicadores não medem se a solução apresentada em Educação Corporativa endereça as questões mais emergentes do Negócio. 


Hoje, o desafio é tornar o conhecimento disponível para todos, e oferecer soluções de aprendizagem que eliminem os índices de desligamento por falta de conhecimento.  

Dificilmente conseguiremos sustentar trilhas de desenvolvimento de 12, 18 meses. Com isso. a sala de aula deixa de ser o principal lugar de aprendizado. Não é mais factível passar um longo tempo aprendendo para depois colocar o aprendizado em prática. Os profissionais aprendem fazendo, e isso requer uma transformação radical no modelo de Educação Corporativa.

Aprendizagem Corporativa é um processo, e não um evento. A aprendizagem acontece através do seguinte ciclo: 

Curiosidade, questionamento, entendimento e excelência. 

Para que esse ciclo aconteça, é essencial que os limites que estão entre entender o desafio da organização e a performance do profissional sejam ampliados. A forma como a empresa endereça as questões de conhecimento, aprendizagem e resultados está diretamente relacionada à sua Cultura, e assim como a Cultura Organizacional, deve ser estrategicamente desenhada, implantada e mensurada. 

É uma ciência, e como ciência, deve ser baseada em fatos e evidências. Indicadores refletem a real dimensão do desafio do negócio que se propõe solucionar. Para isso, é necessário considerar os desafios de cada profissional de maneira individual. Esses indicadores devem ser diversificados, colaborativos, baseados em experiência, ágeis e autodirigidos. 

O novo papel do profissional de T&D

Se o novo cenário de negócios exige um novo olhar por parte das empresas sobre educação e conhecimento, o profissional de T&D também deve rever seu papel e entregáveis.  

Nesse novo contexto de aprendizagem corporativa, a grande mudança é que esse profissional passa a entender como a tecnologia ajuda os processos de aprendizagem a ganharem escala. A pesquisa de expectativas e desafios, a construção de conteúdo e do formato de entrega são colaborativas, e metodologias como Design Thinking são usadas para colocar o usuário no centro do processo.  


Dessa forma, quem será impactado pelo processo participa diretamente dessa construção, que se torna muito mais rica ao complementar o tradicional preenchimento do formulário de “levantamento de necessidades de treinamento”, o LNT, que geralmente é preenchido pelo gestor. Assim, a aprendizagem passa a fazer parte do ecossistema do Negócio e esse profissional de T&D assume o papel de Designer de Experiências, contribuindo de maneira significativa no engajamento do colaborador ao processo de aprendizado, o que impacta diretamente o resultado organizacional. 

Atenção aos seus indicadores

O ROI, ou “retorno sobre investimento”, deve ser cuidadosamente determinado, e não se basear em indicadores superficiais. E, se a aprendizagem deve ser vista como um investimento, o retorno deverá ser claro. Isso exige dos líderes e dos profissionais de RH e aprendizagem um olhar muito mais profundo, analítico e crítico para determinar com clareza o retorno esperado e identificar os indicadores corretos a serem mensurados.

É fundamental que esses profissionais busquem se aprofundar em temas como negócios, tecnologia, antropologia, sociologia, metodologias ágeis e no conceito de experiência. Tudo isso deve ser aproveitado, sem que o colaborador se deixe seduzir por tendências que não se aplicam à Cultura e às reais necessidades da empresa e dos profissionais. 

Ao tornar a aprendizagem um processo contínuo, escalável e com impacto claro, a área de Educação se tornará mais relevante e será percebida de fato como parte do negócio.

Copiado: https://www.afferolab.com.br/

quinta-feira, 11 de março de 2021

Pandemia: dentro ou fora de casa?


 Pandemia: dentro ou fora de casa?

- Há um vírus matando pessoas lá fora!...

Ele matou minha mãe, meu irmão, minha mulher, meu filho, meu primo, meu marido...

E agora?

- A vida segue, tem o baile, tem a festa...

O café com os amigos...

A família vem neste domingo para o almoço.

Não podemos postar as fotos, mas todos virão! Tem uma churrascaria deliciosa ali...

O barzinho novo para conhecer!...

Tem um samba bom lá na Esquina do bairro.
Bobagem! Não posso faltar!

- Mas tem um vírus matando pessoas lá fora!!!

- A vida segue...

Não dá para parar, né?

Que bobagem, mané!...

Uma gripezinha, um remedinho de farmácia resolve!...

Vamos?

- Não irei. Chame quem pensa como você!

- Ei, Espera!...

Os mortos agora são meus!!!

Fecha a porta!

Não irei mais.

-É sério?!...

Pena que teve que doer em você para perceber que estamos numa pandemia que mata quem amamos.

Por: Carol Cunha- Cantora, Compositora
São Luís - MA, 09 de março de 2021

* Esta crônica foi escrita em homenagem a sua mãe Isabel Cunha(65 anos), após perdê-la para o Covid-19 em 08/01/2021.

quarta-feira, 10 de março de 2021

Recursos Humanos: carreira supera crise e mostra que está em alta

 O desemprego é, sem dúvida, um dos prejuízos causados pela pandemia da Covid-19. Atualmente, cerca de 14 milhões de pessoas estão em busca de uma recolocação profissional. Apesar disso, o novo coronavírus trouxe também muitas oportunidades e, foi durante a crise, que muitas carreiras deslancharam. Segundo levantamento feito pela empresa de recrutamento Michael Page, 30 profissões continuarão em alta em 2021. A área de Recursos Humanos é uma delas.

Com as mudanças promovidas pela pandemia, os profissionais que atuam nesse setor precisaram se reinventar. Gerenciar equipes remotas, enxugamento das equipes e aprender a dominar novas tecnologias foram alguns desafios que precisaram ser superados. Quem se adaptou à nova realidade, não só conseguiu manter-se no mercado de trabalho como também teve o passe valorizado.

De acordo com a Lei n.º 4.769 de 1965, a área de recursos humanos é privativa do bacharel em Administração com registro em Conselho Regional de Administração. Para aqueles profissionais que buscam um diferencial no currículo, além da graduação a alternativa são as Certificações Profissionais. Pensando nesse público, o Conselho Federal de Administração (CFA) criou o Programa de Certificação Profissional do Sistema CFA/CRAs, cujo objetivo é distinguir profissionais regularmente inscritos em Conselho Regional de Administração, mediante comprovação de suas competências nos campos da Administração por meio da aplicação de prova.

O programa certifica profissionais de Administração em várias áreas, entre elas a de Administração e Seleção de Pessoal. O administrador Thiago Sodré, registrado no Conselho Regional de Administração da Bahia (CRA-BA), é certificado na área de RH pelo CFA. Segundo ele, atualização agrega valor ao currículo profissional. “

As certificações são importantes para incrementar o currículo na empresa, além de ter um diferencial dos demais profissionais, obtendo uma certificação emitida por um órgão de classe de suma importância”, afirma o administrador.

Saiba mais

Para obter a certificação, é preciso submeter-se a uma prova. A avaliação é feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A instituição de ensino é responsável por elaborar e aplicar o teste. Considerado de altíssimo nível, o exame é composto de questões objetivas com diferentes níveis de complexidade. Na ocasião, são cobrados assuntos relacionados à área do qual o profissional quer o certificado. Além de certificar administradores que atuam com Administração e Seleção de Pessoal, o programa está aberto para as seguintes áreas: Administração de Materiais/Logística; Administração Financeira; Administração Mercadológica (Marketing)/Administração de Vendas; Administração da Produção.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site https://certificacao.cfa.org.br/ . As provas são aplicadas em polos/unidades da FGV espalhadas por todo o país. Por conta da pandemia da Covid-19, o Programa reduziu a taxa de inscrição em 30%. A medida visa atender aqueles profissionais de Administração que estão sofrendo os impactos econômicos da crise e oportunizar a eles o acesso à qualificação profissional de alto nível.

Para a diretora de Formação Profissional do CFA, Cláudia Stadtlober, a certificação é um selo de qualidade conferido aos profissionais de Administração. “É uma maneira de o administrador se destacar no mercado e, principalmente, chamar a atenção para o seu currículo e mostrar que, realmente, é um profissional habilitado e qualificado para atuar naquela área. Além disso, é a chancela do seu conselho de classe para aquela área da gestão na qual você tem expertise no seu trabalho. Isso mostra o seu diferencial para competitividade profissional, principalmente”, diz.

Serviço

O que: Programa de Certificação Profissional do Sistema CFA/CRAs

Público: Administradores registrados em CRA e adimplentes 

Valor: R$ 350,00

Inscrições e edital: https://certificacao.cfa.org.br/

Assessoria de Comunicação CFA