quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Redes Sociais: o que São, Benefícios e as 10 Principais no Brasil

 


Não tem como ignorar as redes sociais e o potencial delas para o seu negócio.

Quando falamos desses canais, nos referimos a um público de bilhões de pessoas.

E mesmo ao restringir os resultados apenas ao Brasil, veremos que praticamente toda a população está conectada a uma das plataformas disponíveis no mercado.

Todas servem ao mesmo propósito de aproximar pessoas, mas cada uma com particularidades ligeiramente diferentes.

Essa é uma das características que tornam quase obrigatória a sua presença nelas.

Afinal, seu cliente certamente usa redes sociais na internet.

Provavelmente, mais de uma.

Então, qual vai ser a sua estratégia de marketing para se conectar a ele, interagir e estreitar o relacionamento?

Vai utilizá-las para divulgação ou vendas?

Para encontrar clientes ou ser encontrado por eles?

Seja qual for o seu objetivo, este artigo trará as respostas que procura.

Vamos falar das principais redes sociais e dar dicas sobre como utilizá-las a favor do seu negócio.

Preparado para planejar suas próximas ações?

Então, siga a leitura!

O que é rede social?

Rede social é uma plataforma cujo objetivo é conectar pessoas e compartilhar informações entre elas, tanto de caráter pessoal quanto profissional ou comercial. Elas se materializam na forma de sites e aplicativos, reunindo usuários que compactuam dos mesmos valores e interesses.

Embora hoje a definição tenha essa inclinação digital, o conceito por trás das redes sociais é muito mais antigo do que a internet em si.

Na Sociologia, por exemplo, ele é utilizado na análise das interações entre as pessoas, grupos e até mesmo organizações.

Dessa forma, uma associação de moradores de um determinado bairro não deixa de ser uma rede social, ainda que se reúna fisicamente e não de maneira virtual.

Quando surgiram as redes sociais?

Para responder à questão deste tópico, vamos nos limitar à análise das redes sociais da era digital, por assim dizer.

Então, é possível afirmar que o site Six Degrees, criado em 1997, é considerado como a primeira rede social do mundo.

O site ficou no ar até 2001.

Ele permitia aos usuários criar um perfil e começar uma amizade com outros membros.

É basicamente o mesmo formato atual, embora restrito à tecnologia da época.

Logo após, em 1999, os primeiros blogs surgiram e começaram a se popularizar.

E foi assim que se tornaram um formato relevante até os dias de hoje.

Após a invenção dos blogs, as redes sociais tiveram um boom na sua popularidade.

No início dos anos 2000, sites como MySpace e LinkedIn ganharam destaque.

Ao mesmo tempo, outros, como Photobucket e Flickr, introduziram o conceito de compartilhamento de fotos online.

Em 2004, Mark Zuckerberg lançou o que logo se tornaria o gigante das redes sociais.

Facebook é o número um do site de redes sociais hoje e atualmente possui mais de 2 bilhões de usuários.

Seu precursor, o Orkut, “faleceu” em 2014, mas se manteve no topo das redes sociais no Brasil durante um bom tempo, inclusive quando o Face já reinava nos Estados Unidos.

O YouTube, por sua vez, surgiu em 2005 e de forma inovadora.

A plataforma de vídeos criou um caminho totalmente novo para as pessoas se comunicarem e compartilharem.

Hoje, ameaça até mesmo ultrapassar a TV em termos de consumo de vídeo no mundo.

Em 2006, foi a vez de Jack Dorsey, Biz Stone, Noah Glass e Evan Williams criarem o Twitter.

O serviço de microblog foi inspirado nas mensagens de texto (SMS), permitindo aos usuários enviar "tweets" de 140 caracteres ou menos.

De 2010 para frente, outras redes sociais como Instagram, Tumblr, Foursquare, Pinterest e Spotify começaram a surgir para preencher nichos específicos.

Hoje, há uma enorme variedade de redes sociais.

Para você ter ideia, esta lista no Wikipedia traz 47 canais do tipo.

Muitas delas podem ser vinculadas entre si, permitindo que a mesma postagem seja compartilhada e alcance o maior número possível de pessoas.

Isso tudo sem sacrificar a noção de intimidade de uma conversa normal.

Qual a diferença entre rede social e mídia social?

Não é difícil ver redes sociais e mídias sociais tratadas como sinônimos, quando na verdade não o são.

Em primeiro lugar, temos que entender que mídia social envolve as tecnologias utilizadas para possibilitar uma comunicação mais interativa entre as pessoas.

Por sua vez, as redes sociais são plataformas inseridas dentro dessa mídia social e que são formadas por grupos de pessoas com interesses em comum.

Para ficar mais claro, o foco de uma rede social é conectar pessoas através de um perfil que você criou e preencheu de acordo com seus dados.

Assim, quando você encontra pessoas com interesses parecidos, você pode interagir com elas.

Já as mídias sociais englobam uma variedade de mídias, como e-mails, blogs, vídeos e até mesmo as próprias redes sociais.

O termo “social” reflete a característica principal que diferencia a mídia social das outras mídias antes da internet, como tv e rádio.

E isso se dá pelo fato de, realmente, promover uma interação social.

Podemos dizer ainda que as redes sociais têm esse poder de estreitar relacionamentos e unir pessoas com interesses semelhantes graças à conexão criada através das tecnologias oferecidas pelas mídias sociais.

Benefícios das redes sociais

 As redes sociais fazem parte da rotina da maioria das pessoas hoje em dia.

É difícil encontrar alguém que não tenha pelo menos uma conta em alguma delas.

Nessa perspectiva, uma marca que deseja criar um relacionamento duradouro com seu público, acompanhar tendências e gerar mais oportunidades de negócios, pode – e deve – manter uma presença ativa nas redes sociais.

Não importa se a sua empresa é de pequeno ou grande porte.

Para todos os casos, as redes sociais podem trazer vários benefícios para seu negócio.

E fazem isso de forma muito mais eficaz do que outras mídias tradicionais.

Quer ver só?

Compartilhar a visão da empresa

O seu perfil em uma rede social nada mais é do que a representação da sua empresa naquela plataforma.

Por isso, você pode tirar proveito dele para compartilhar a visão do negócio e os valores nos quais você acredita.

Além disso, é uma oportunidade de estar sempre reforçando o posicionamento da sua marca.

Interagir com o cliente

A comunicação com clientes e possíveis clientes é muito mais personalizada nas redes sociais.

Isso porque você tem acesso a vários dados daquela pessoa, o que torna mais fácil customizar suas mensagens.

Afinal de contas, você estará em contato com cada pessoa individualmente.

Então, nada mais justo que oferecer uma abordagem exclusiva e personalizada para cada uma.

Você notará como as pessoas vão dar mais credibilidade à sua marca se forem bem atendidas em alguma dessas plataformas.

A experiência delas nesse contato conta muito.


Possibilidade de segmentar o público

A maioria das redes sociais possuem ferramentas próprias para facilitar a segmentação da sua mensagem.

Na prática, isso permite atingir um público que você considera que trará maior retorno.

Essa segmentação pode ser feita com base em interesses, em dados demográficos, na localização e em diversos outros critérios, conforme sua preferência.

Basta escolher o que é mais conveniente para atingir os objetivos propostos para o seu negócio.

Informação em tempo real

Uma característica importante das redes sociais é que elas permitem o compartilhamento de informações em tempo real devido à rapidez da internet.

Logo, elas podem ser uma boa alternativa para dar um comunicado de última hora, anunciar o lançamento de um novo produto ou  mesmo gerir crises eventuais em um tempo hábil, antes que os danos sejam maiores.

Mensuração de resultados

Uma das grandes vantagens das redes sociais e das demais mídias sociais em relação às mídias tradicionais é que elas fornecem dados precisos sobre o desempenho da sua estratégia.

Dessa forma, você consegue analisar se a segmentação das suas postagens estão trazendo o retorno esperado, por exemplo, e fazer ajustes em pontos necessários para otimizar suas ações.

As 10 redes sociais mais utilizadas no Brasil

 No Brasil, estima-se que mais de 100 milhões de pessoas usem alguma rede social.

O Facebook lidera, com a participação de 94% delas.

Isso significa que sua empresa pode estar perdendo grandes oportunidades de negócios, caso não mantenha uma presença forte nessas plataformas.

Selecionamos as principais redes sociais utilizadas no Brasil para que você tenha uma panorama do cenário digital.

Veja detalhes sobre cada uma e elabore a sua estratégia.

1. Facebook

Em algum momento, você já deve ter ouvido alguém dizer que: “se não está no Facebook, é porque não existe”.

Embora devemos dar o devido desconto ao exagero da afirmação, o fato é que rede social está enraizada no cotidiano das pessoas.

Praticamente todo mundo está presente na rede.

Segundo pesquisa do Hootsuite, apenas no Brasil, já são 139 milhões de usuários ativos, ou seja, mais da metade da população brasileira está no Facebook.

O que justifica tamanha interesse?

A plataforma é uma das mais completas e versáteis, permitindo conectar pessoas, gerar negócios e, ainda mais na era dos smartphones, viralizar conteúdo.

Isso a torna perfeita tanto para perfis pessoais quanto corporativos.

2. Instagram

Inicialmente, o Instagram era uma rede social apenas para acesso mobile em aparelhos com sistema operacional iOS.

Sua função se restringia ao compartilhamento de fotos em formato quadrado, imitando as antigas Polaroids.

Com a compra da plataforma pelo Facebook, em 2012, o aplicativo passou a rodar no sistema operacional Android.

A partir de então, uma série de atualizações foram feitas, aperfeiçoando a proposta inicial de compartilhar fotos.

Hoje, você pode postar fotos em diferentes formatos, postar e fazer vídeos ao vivo, Stories, fazer boomerangs, enviar mensagens diretas e muitos outros recursos para incentivar a interação com os seguidores.

Para você ter uma noção, já são mais de 800 milhões de usuários no mundo.

O Brasil é o segundo no ranking, com mais de 50 milhões de usuários ativos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

3. LinkedIn

Apesar de ser semelhante a outras redes de relacionamento, o LinkedIn é focado em relações e contatos profissionais.

Um perfil pessoal é como se fosse um currículo online, no qual você coloca suas habilidades e experiências.

Já as empresas podem utilizar a rede para encontrar colaboradores, fazer recrutamento, divulgar material e falar sobre a sua trajetória.

Já são mais de meio bilhão de usuários ativos na rede.

No Brasil, a plataforma atingiu a marca de 29 milhões de usuários, o que a posiciona como a terceira colocada no ranking nacional.

4. Twitter

Com mais de 10 anos no ar, a popularidade do Twitter declinou cerca de 63% no Brasil de 2013 até hoje.

Mas isso não significa que ela ainda não seja usada por vários públicos específicos.

No mundo inteiro, são mais de 319 milhões de contas ativas.

A empresa não libera dados precisos sobre a quantidade de usuários no Brasil, mas estima-se que o Brasil foi o terceiro país com maior crescimento de usuários em 2016.

Ou seja, mesmo com o desinteresse de parte de seus usuários, outros acabam aderindo a ela.

É isso que mantém a ferramenta viva e, por que não, interessante para o seu negócio.

O Twitter é bastante utilizado para as pessoas compartilharem momentos, como um comentário sobre um reality show na TV ou algum evento que esteja em foco, por exemplo.

5. WhatsApp

 O WhatsApp é a plataforma de troca de mensagens instantâneas mais popular no Brasil.

Já são mais de 120 milhões de usuários ativos diariamente.

Praticamente todos que possuem um smartphone têm o aplicativo instalado.

Além da facilidade de trocar mensagens, a plataforma é gratuita, o que assustou bastante as empresas de telefonia no mundo inteiro.

Afinal, é interessante lembrar que o WhatsApp não é só texto.

Ele é também áudio, imagem e vídeo.

Dá até para fazer ligações e chamadas de vídeo por ele.

Além disso, a última atualização de peso na plataforma possibilitou a postagem de fotos para serem vistas durante 24h, assim como no Instagram e no Snapchat.

6. Facebook Messenger

A partir de 2016, qualquer pessoa que queira se comunicar pelo chat do Facebook através dos smartphones precisa fazer o download do aplicativo Messenger.

Isso aumentou drasticamente o número de usuários dessa plataforma.

Dessa forma, ao tentar enviar uma mensagem “inbox” a algum contato na rede, uma janela do Messenger é aberta.

E é através dele que a comunicação acontece.


7. YouTube

 De 2005 até hoje, o YouTube se tornou a maior plataforma para o compartilhamento de vídeos online da atualidade.

Para você ter uma noção do sucesso dessa rede social, já são mais de 1 bilhão de usuários ativos no mundo.

Sendo 98 milhões apenas no Brasil.

Além disso, com o fenômeno dos Youtubers, a produção de conteúdo e o tempo gasto vendo vídeos online tem aumentado de forma exponencial.

Segundo a mesma pesquisa já citada, a plataforma é mais popular que a própria televisão entre pessoas de 18 a 49 anos.

Outro dado relevante em favor do YouTube veio de uma pesquisa da Cisco: até 2020, 80% do tráfego na internet deve se dar por meio de vídeos.

8. Snapchat

Na época do lançamento, o Snapchat revolucionou a forma de compartilhar imagens e vídeos através dos smartphones.

Principalmente, entre os adolescentes.

Isso porque os “snaps” têm o diferencial de serem efêmeros.

Ou seja, eles desaparecem para a pessoa que os recebeu após um certo tempo, que é estipulado por quem fez o envio.

Além disso, você tem a opção de fixar um snap em seu perfil pelo período de 24 horas.

O próprio Mark Zuckerberg tentou adquirir a empresa várias vezes, mas sem sucesso.

Em contrapartida, ele criou a mesma funcionalidade dentro das suas outras plataformas: Facebook, Instagram e Whatsapp.

9. Google+

Por partir da mesma premissa que o gigante Facebook, a plataforma acabou não conseguindo engatar no gosto dos usuários.

Então, ainda que tenha o “selo Google de qualidade”, praticamente caiu no esquecimento.

Apenas 9% dos usuários participam ativamente da rede.

Mesmo assim, ela continua tentando se reinventar e atrair mais usuários ativos para a plataforma.

E como se trata do Google, não dá para duvidar que consiga.

10. Pinterest

A plataforma surgiu em 2010 e serve como um mural de referência virtual.

Nele, você pode compartilhar imagens que encontra na navegação ou mesmo fazer upload de imagens próprias.

Também tem a opção de organizá-las em pastas para servir de inspiração, por exemplo.

A número de usuários da plataforma cresceu em 40% no ano passado, fechando 2017 com mais de 200 milhões de usuários ativos no mundo.

Dentre os temas mais recorrentes nos “boards” dos usuários, estão moda, gastronomia, decoração e viagens.

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Conclusão

Você pode ter certeza de uma coisa: seu cliente está em alguma das redes sociais que apresentamos neste artigo.

Agora, a sua missão é descobrir em qual.

Em seguida, entregar a ele a mensagem pelo canal que ele deseja, da forma como ele gostaria de receber e no momento exato para isso.

Se tiver sucesso nessa equação, sua meta de capturar leads e convertê-los em novos clientes estará mais próxima de ser alcançada.

Então, aproveite as dicas que acompanhou ao longo do texto.

Copiado: https://klickpages.com.br/

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Dia do Empreendedor: 5 de outubro

 


O Brasil é um país empreendedor, têm hoje cerca de 52 milhões de pessoas que possuem um negócio próprio.

No Brasil, os empreendedores têm um dia marcado no calendário para comemorar, 5 de outubro é, oficialmente, o Dia do Empreendedor. A data foi escolhida em homenagem à lei 9.841/1999 que instituiu o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Temos motivos para comemorar esse dia? Temos, sim!

Segundo pesquisa realizada pela GEM (Global Entrepreneurship Monitor), o Brasil chegou a 38% na TTE (Taxa de Empreendedorismo Total). O número indicado pela pesquisa significa que em torno de 52 milhões de brasileiros possuem um negócio próprio.

O que é empreendedorismo?

Empreendedorismo não é apenas sobre ter um negócio, é muito, mas muito mais do que isso. Empreendedorismo é a capacidade de identificar problemas e oportunidades, criar soluções e investir recursos no desenvolvimento de algo positivo à sociedade. Pode ser um negócio, um projeto ou mesmo um movimento que gere mudanças reais e impacto no cotidiano das pessoas.

O empreendedor, em geral, é motivado pela auto-realização e pelo desejo de assumir responsabilidades, além de querer ser independente. É um ser social, fruto da relação constante entre os talentos e características dele mesmo e o meio em que vive.

Ser uma pessoa empreendedora não está diretamente ligado a um negócio. Empreender pode ser visto como uma forma de agir, seja em casa, na escola, na universidade ou no trabalho.

O empreendedorismo é muito mais sobre como você recebe e soluciona um problema. Empreender é agir!

O que significa empreender?

origem da palavra empreender está relacionada a superar desafios, aprender coisas novas, ter e colocar em prática novas ideias. Não somente isso, é preciso um aporte técnico, já que fluxo de caixa, planejamento financeiro, gestão de estoque e de pessoas, são competências necessárias para quem quer dar certo. Força de vontade é fundamental, mas saber fazer também é.

Mais do que isso, é possível definir empreendedor, como aquela figura que tem a visão do negócio e não mede esforços para realizar o empreendimento, já que a realização do empreendedor é ver sua ideia concretizada em negócio, e um negócio que dá certo – ou seja, que dá lucro.

Tipos de Empreendedorismo

Pequenas e médias empresas são a espinha dorsal da economia mundial e sustentam a criação de novos empregos, além do crescimento da economia. No Brasil, mais do que nunca! Então, não há época melhor para comemorarmos o Dia do Empreendedor do que os tempos atuais.

O empreendedorismo no Brasil é de suma importância, pois é por meio dele que o país cresce. Para isso, é relevante entender quais os principais elementos que caracterizam o tipo de empreendedorismo em que cada um se encaixa.


Empreendedorismo Corporativo

empreendedorismo corporativo se refere a identificação, desenvolvimento e implementação de novas ações e oportunidades em determinados negócios e na estrutura de uma empresa.

Empreendedorismo Social

Empreendedorismo Social tem como base a soluções de problemas da sociedade por meio de uma ideia, gerando desenvolvimento, qualidade de vida, cultura, melhorias ambientais e aprimoramento da economia para as pessoas.

Empreendedorismo Individual

o empreendedorismo em forma de Microempreendedor individual tem como característica a criação de novas empresas e negócios com base na Lei Complementar nº 128, de 2008.

15 características de empreendedores

1.      é motivado pelo desejo de realizar;

2.      tem capacidade de análise;

3.      sabe onde quer chegar;

4.      confia em si mesmo;

5.      não depende dos outros para agir; porém, sabe agir em conjunto;

6.      é tenaz, firme e resistente ao enfrentar dificuldades;

7.      é otimista, sem perder o contato com a realidade;

8.      é flexível sempre que preciso;

9.      é corajoso; porém, não é temerário;

10.  mantém a automotivação, mesmo em situações difíceis;

11.  aceita e aprende com seus erros e com os erros dos outros;

12.  tem facilidade e habilidade para as relações interpessoais;

13.  é criativo na solução de problemas;

14.  é capaz de delegar;

15.  acredita no trabalho com participação e contribuição social

Um grande exemplo de empreendedor: Flávio Augusto

O empresário Flávio Augusto da Silva é um dos nomes mais respeitados no país quando o assunto é empreendedorismo. Flávio ficou em primeiro lugar no ranking de empresários mais admirados do Brasil, lançado em 2015 pela Cia de Talentos.

Em 1995 fundou a Wise Up idiomas com R$ 20 mil de seu cheque especial. Hoje seus negócios englobam a Wiser Educação – rede de escolas de inglês com Wise Up e Number One, o Geração de Valor – blog que auxilia iniciantes no mundo do empreendedorismo por meio de lições estratégicas e gratuitas nas redes sociais e site, além dos clubes de futebol, masculino e feminino: Orlando City e Orlando Pride.

Outro projeto de sucesso elaborado pessoalmente por Flávio é o meuSucesso.com, o site entrou no ar em 28 de abril de 2014 com o objetivo de fomentar o empreendedorismo no Brasil por meio de conhecimento e network.


Que tal se inspirar com grandes empreendedores?

“Se falta de tempo realmente fosse uma justificativa para não realizar seus projetos, somente os desocupados teriam sucesso”,  Flávio Augusto da Silva.

 “Ter a disposicão de se pagar o preço é fundamental para se entrar em um projeto, do contrário, é melhor nem começá-lo”, Flávio Augusto da Silva.

 “Bem-sucedida é a pessoa que faz o que gosta e é feliz”, Cris Arcangeli .

  “Você deve pensar grande e começar pequeno”, Carlos Wizard.

 “O empreendedor tem que ser insistente”, Caito Maia.

 No dia 5 de outubro, não deixe de cumprimentar aquele seu amigo empreendedor. Enalteça quem arregaça as mangas e faz acontecer!

 Copiado: https://meusucesso.com/

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

6(seis) Ações do Outubro Rosa nas Empresas.

 


O câncer de mama é uma preocupação para todas as mulheres ao redor do mundo, especialmente aquelas que já estão passando pela meia idade

O pior é que boa parte dos casos mais graves pode ser evitada com simples ações, como autoexame e consultas regulares no médico, mas várias mulheres não se previnem adequadamente. 

Por isso, para contribuir com a saúde da equipe, vale a pena adotar algumas ações do Outubro Rosa nas empresas.

Você muito provavelmente já ouviu falar desse movimento, mas pode não entender exatamente do que se trata ou quais são seus detalhes. Qualquer que seja o seu caso, não se preocupe. 

Vamos falar um pouco sobre o tema, qual é sua origem e algumas ações que você pode tomar para engajar seus colaboradores nessa campanha. Acompanhe.

Você já sabe o que é o Outubro Rosa?

Antes de pensar em ações do Outubro Rosa nas empresas, você deve compreender exatamente do que se trata. 

A princípio, como você já deve saber, é uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama, chamando a atenção do público para a prevenção e o tratamento adequados. O foco principal é nas mulheres, que são grande maioria nesses casos, mas há alguns casos de homens que também desenvolvem câncer de mama.

A campanha incentiva principalmente o autoexame, que envolve apalpar as mamas e axilas para identificar se há algum caroço ou qualquer outro sinal do desenvolvimento de câncer. Pode parecer algo banal, mas isso costuma ajudar a identificar diversos casos rapidamente.

Como esse evento surgiu?

O Outubro Rosa vem do ano de 1990, na cidade de Nova York. A fundação Susan G. Komen For The Cure organizou uma grande corrida no mês de outubro com o objetivo de chamar a atenção do grande público para a questão do câncer de mama. Durante o evento, todas as participantes utilizaram um laço rosa no peito, fazendo com que ele se tornasse o símbolo mundial da prevenção ao câncer de mama.

Desde então, a campanha tem ganhado cada vez mais impacto e reconhecimento internacional.

O primeiro sinal dela no Brasil foi no Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo, quando o monumento ficou iluminado de rosa durante todo o mês. Esse se tornou um tema bem comum em várias cidades do país todos os anos.

6 ações do Outubro Rosa nas empresas

Agora que você entende melhor a importância desse evento, o que se pode fazer para planejar suas ações do Outubro Rosa nas empresas? Temos aqui 6 sugestões que vão ajudar.


1. Decorações e materiais rosas

Sendo esse o tema principal para todo o evento, a cor rosa deve estar presente em boa parte da sua empresa durante as campanhas do Outubro Rosa. Isso inclui principalmente as decorações nos corredores e salas, além dos materiais utilizados para divulgar eventos relacionados.

Algumas empresas ainda iluminam a própria fachada com a cor rosa, elevando ainda mais a visibilidade desse período. Você não precisa pintar toda a empresa de rosa, mas vale a pena usar um pouco dessa cor durante o mês.

2. Campanhas e materiais de conscientização

O básico para incluir o Outubro Rosa em sua empresa é justamente criar ações e materiais que informem à sua equipe sobre o câncer de mama, seus efeitos e sua prevenção. Sem isso, o propósito de toda a campanha se perde.

Felizmente, não é difícil elaborar esses pontos. Há muita informação disponível sobre o tema em sites de saúde, além de não ser difícil encontrar exemplos desses materiais já completos. Basta uma pequena revisão para adequar tudo à identidade visual da sua empresa e a qualquer ação em particular que você esteja promovendo.

3. Depoimentos de pacientes

Uma atitude que pode engajar bastante sua equipe é pedir para que as pessoas falem sobre experiências que tiveram com o câncer de mama, seja em primeira mão ou de alguém próximo. Se uma pessoa perdeu um parente ou amigo para essa doença, então certamente terá algumas coisas úteis a dizer sobre o tema.

E, claro, se alguém não se sentir a vontade para falar, não há problema. Afinal, é um assunto delicado.

4. Incentivar consultas

Algumas mulheres acabam não fazendo exames médicos adequados para detectar o câncer de mama por falta de tempo ou energia. Porém, a empresa está em posição de propiciar esse tempo, sendo uma atitude positiva para todas as partes.

Se necessário, institua um dia de folga, dia de meio período ou uma escala para que todos os funcionários façam exames. Se algum problema for detectado, ele pode ser tratado rapidamente, preservando o bem-estar da sua equipe.

5. Doações de cabelo para pacientes com câncer

A quimioterapia é o tratamento mais eficaz contra o câncer hoje em dia, mas ele tem vários efeitos colaterais, como a perda de cabelo. Por isso muitos dos pacientes usam perucas. Porém, para que elas tenham o mínimo de interferência no dia a dia e seja confortável, o ideal é que ela seja feita de cabelo humano.

Uma ótima atitude, tanto de conscientização quanto de solidariedade, é pedir a alguns colaboradores que doem seus cabelos, uma parte ou ele todo, para fabricação de perucas. Certamente alguém ficará feliz em receber um presente assim.

6. Dia de trabalho voluntário

Por fim, se você quiser mesmo engajar sua equipe nas ações do Outubro Rosa nas empresas, então pode tirar um dia para que todos realizem algum trabalho voluntário voltado para o combate ao câncer de mama. Visitas a hospitais, doações, trabalhar em eventos de arrecadação, tudo isso ajuda bastante.

  1. Em primeiro lugar, ainda será um dia de trabalho, mas em outro espaço.
  2. Segundo, esse pode ser um ótimo exercício de integração da equipe, pois terão que trabalhar em equipe em um contexto diferente do normal. 
  3. E, terceiro, isso destaca claramente a importância da prevenção e do tratamento do câncer de mama.

Com todas essas informações, você já pode começar a planejar ações do Outubro Rosa nas empresas. Ainda há tempo para fazer algo e engajar sua equipe no combate ao câncer de mama.

Copiado: https://grupomednet.com.br/ 

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Como Lidar com as Emoções Tóxicas

 


Um dos grandes desafios para qualquer pessoa é sobre como lidar com as emoções pois isso, muitas vezes, acaba interferindo na qualidade do nosso trabalho, da nossa vida profissional.

Esta reflexão me veio à cabeça esta semana, pensando nas minhas aulas, em estratégias de ensino, nas dificuldades que muitos alunos têm em participar das discussões por se sentirem de alguma forma “travados”.

Daí lembrei do meu próprio exemplo, quando tive que entrar em sala de aula pela primeira vez no papel de professor, o quanto aquilo foi difícil, o quanto aquele momento foi, de alguma forma, complicado (apesar de estar realizando o que era meu propósito profissional).

Mas todas essas situações estão intimamente ligadas a um turbilhão de emoções que nos afetam o tempo todo e que, algumas vezes, nos dominam de forma que nos sentimos travados, impotentes e até mesmo incapazes.

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A emoção é, portanto, tudo aquilo que sentimos quando alguma coisa nos traz sentimentos à tona. Isso pode ter como causa um estímulo externo (provocado, por exemplo, por outra pessoa ou um acontecimento) como também pode ser algo interno (uma lembrança de uma situação vivenciada, por exemplo).

Claro que diferentes pessoas experimentam diferentes emoções mesmo diante das mesmas situações. Cada emoção vai ser influenciada por nossa história de vida, nossa personalidade, nosso temperamento, nossas crenças e motivações. E precisamos muito ter essa consciência para evitarmos cobranças e incompreensão com nós mesmos e como os outros. Pois as nossas emoções afetam as outras pessoas, a nossa vida e o nosso trabalho.

Isso nos ajuda a entender porque alguns travam quando têm de falar em público e outros exercem a oratória divinamente bem. Ter essa consciência ajuda a sermos mais empáticos, compreendermos melhor os outros, facilitando a convivência no ambiente profissional e familiar.

A maturidade e o autoconhecimento, a meu ver, são fundamentais para lidar com esse processo, entretanto, precisamos ser mais empáticos com aqueles que convivem conosco em casa ou no trabalho. Depois que aprendi isso passei, por exemplo, a compreender melhor as dinâmicas das minhas aulas e formas de melhor avaliar os meus alunos. O potencial de muitos pode estar sendo encoberto, justamente, por algum tipo de emoção que impede o se pleno desenvolvimento.

As emoções não só geram uma influência psicológica em nós como também podem ser tão fortes que são perceptíveis fisicamente. Quem nunca sentiu o coração acelerado, a boca seca ou o intestino bagunçado diante de alguma situação?

Isso tudo é normal e o nosso grande desafio é como lidar com isso, afinal, quando essas emoções afloram ficamos mais vigilantes, mais sensíveis e sentimentais.

Infelizmente, tem dias que não estamos bem e não é fácil, simplesmente, virar a chave e fingir que está tudo normal. Por mais que procuremos agir com profissionalismo, por mais que muitos nem percebam, no final do dia você reconhece que não pôde dar o seu melhor, que as suas atividades não renderam da forma que gostaria.

Por mais que, em alguns casos, seja saudável separar a vida pessoal da profissional, colocar isso em prática não é tão simples e, talvez nem seja possível, sobretudo, quando falamos das emoções que nos afetam no dia a dia.

E parece que durante a quarentena, devido a esta pandemia, ficamos até mais sensíveis à esta questão, principalmente, porque muitos estão em “home office” e aí, o seu local de trabalho é o seu próprio lar.

Do mesmo modo que a felicidade é contagiante e nos fortalece, aquelas emoções tóxicas (tristeza, decepção, ódio, inveja, amargura, raiva, ódio etc) são bem complicadas de se lidar e nos trazem muitos prejuízos, enfraquecimento e contagiam as nossas ações de uma forma que pode ser bem negativa.

A toxicidade de algumas emoções pode até prejudicar os outros mas, com certeza, a maior vítima somos nós mesmos.

Nós somos humanos e, por natureza, seres emocionais e são essas emoções que vão moldando o nosso comportamento. Refletir sobre nós mesmos e buscar o autoconhecimento é fundamental nessa caminhada para "dominar" as emoções tóxicas.

As situações da vida e as pessoas fazem que tudo aconteça automaticamente e despertam emoções sem pedir permissão. Ninguém escolhe se sentir triste, angustiado, decepcionado. Acredito que o importante é que, após esse turbilhão de emoções, possamos refletir, de forma clara e sincera, para tomarmos consciência dos motivos que nos fazem sentir o que sentimos.

Deste modo, temos a oportunidade de transformar tudo isso em experiências de vida, que nos "blindem" dos sentimentos tóxicos e nos permita conviver de forma mais harmoniosa com estas emoções.

Foi assim que trabalhei a questão do receio de falar em público, notei que me sentia nervoso por achar que estavam todos ali me julgando e loucos para apontar algum deslize. Me sentia pouco preparado para estar ali diante das pessoas.

Mas com o tempo e, vivenciando essa experiência, pude notar que esses fantasmas eram todos criações da minha cabeça. Eu havia me preparado para aquele momento, eu tinha responsabilidade para isso, as pessoas ali não estavam para julgar e sim para aprender.

O friozinho na barriga ainda existe mas você aprende a lidar com isso sem se permitir travar ou prejudicar a sua performance.

Por isso, digo que precisamos de coragem para enfrentar os nossos medos e as emoções que não nos fazem sentir tão bem. Ao enfrentá-las, com o tempo, aprendemos a tirar lições e transformá-las em experiências. É na verdade um processo de ressignificação, em que aprendemos a dar outro significado àquilo que era tóxico.

Por exemplo, o frio na barriga ao falar em público deixa de ser uma trava para significar um troféu de um momento que era desejado por você.

E, assim, ressignificando, permitimo-nos evoluir. Enfrentando, aprendendo o que nos causa aquela emoção podemos ir nos desprendendo e nos libertando de muitos medos que nos travam. Desta forma, fazemos as coisas fluírem com mais tranquilidade e equilíbrio.

É preciso olhar como muito carinho e sinceridade para nós mesmos para compreender as questões que nos compõem e nos afetam. Depois é importante estender esse olhar para os outros. E como diz a uma passagem muito bonita da Bíblia, "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!” (Jo 8,32).

Copiado: Patrick Pedreira - Professor e autor do livro "Carreira sem atalhos"