segunda-feira, 18 de novembro de 2019

6 Aspectos Para Compreender A Transexualidade

“Agora eu vejo a minha face do outro lado. Estou certo de que sou assim. Ser eu mesmo não é nenhum pecado. O espelho já não vai mais rir de mim”. Erick Barbi 
Baseado no romance homônimo de David Ebershoff, Garota Dinamarquesa (publicado primeiramente como A Moça de Copenhague, no Brasil) estreou nos cinemas brasileiros em fevereiro de 2016. O drama biográfico narra a história de Lili Elbe, primeira mulher transexual submetida à cirurgia de redesignação sexual. Interpretado por Eddie Redmayne (A Teoria de Tudo), que dá vida a artista durante a descoberta de sua feminilidade latente, o filme narra, passo-a-passo, as dificuldades encontradas por Lili e por aqueles que se sentem prisioneiros do próprio corpo, buscando na cirurgia de redesignação sexual uma alternativa para a liberdade de gênero. Assim como Lili, Erick Barbi nasceu Érica. Desde os dois anos de idade, que é a idade em que os bebês começam a demonstrar e identificar-se pelo sexo de sua cabeça, Erick já demonstrava descontentamento com o corpo em que nasceu. Em vídeos e fotos, o contraste, as roupas masculinas já chamavam a atenção. Em um determinado momento de sua vida, Erick chegou para o pai e disse:
“Irei assumir minha masculinidade”
O pai, que sempre soube, determinou:
“Agora você se chamará Erick”
“Eu tinha em casa uma menina triste, infeliz, descontente com o corpo que tinha. Hoje eu tenho um rapaz feliz, contente, amoroso, uma pessoa maravilhosa”. Diz Antônio Carlos.
Necessitas-se de um novo viés ao pautar-se à Transexualidade, a definição e um contexto histórico e cultural não são mais suficientes. Por ser um assunto vasto e capcioso, deve-se distinguir termos diferentes e usuais que são utilizados para definir e nomear tanto um quanto outro. O entendimento de suas nuances e as delicadas interpretações cabíveis ao tratarmos do tema são necessárias e de uma urgente necessidade.
Mas, afinal, o que é Transexualidade? Todo Transexual é gay? Vestir-se de mulher caracteriza alguém como Transexual?
Ao abordar-se Transexualidade, é necessário esclarecer alguns conceitos, que ajudam a ilustrar e dar direção ao tema. Primeiro, o sexo. Sexo é aquele com o qual nascemos. Masculino e Feminino. Identidade de Gênero relaciona-se com o sexo com o qual a pessoa se sente bem, identifica-se. Uma menina nasce menina. Mas a visão de um mundo cor de rosa pode desagrada-la. Sendo assim, pela sua identidade de gênero, pode se comportar como menino e até ser tratada como tal. Orientação Sexual é o nosso objeto de desejo. Se sentimos atração pelo mesmo sexo, seremos bi ou homossexuais.
Ao pré-estabelecer esses conceitos, parte-se para as definições: O Travesti (Da palavra Travestismo) sente-se confortável com a sua identidade de gênero, mas tem a necessidade de alterá-la. Pode realizar cirurgias faciais, implantes de silicone, maquiar-se e usar roupas femininas, mas sempre irá se apresentar e definir-se como seu sexo de origem. Já o Transexual usa roupas e acessórios e sente a necessidade de mudar o seu corpo. Porém apenas isso não basta. Seu sexo de origem, a incomoda, não sendo o mesmo que a sua identidade de gênero. Necessita da transformação completa para sentir-se bem, aceita. Mas principalmente, aceitar-se. A Drag Queen não é uma expressão de gênero. É uma expressão artística e não se enquadra em nenhum tipo de expressão de identidade.

1 – Aspecto Legal e Jurídico - Atualmente, a Classificação Internacional de Doenças (CID), em seu capítulo cinco, clássica o Transexualismo na categoria de transtornos da identidade sexual. Segundo o CID (10 F 64.0), trata-se “Trata-se de um desejo de viver e ser aceito enquanto pessoa do sexo oposto. Este desejo se acompanha em geral de um sentimento de mal estar ou de inadaptação por referência ao seu próprio sexo anatômico e do desejo de submeter-se a uma intervenção cirúrgica ou a um tratamento hormonal a fim de tornar seu corpo tão conforme quanto possível ao sexo desejado.” Segundo a Organização Mundial da Saúde, o transexualismo será retirado da próxima edição de sua Classificação Estatística Internacional de Doenças. A França foi o primeiro país, em 2010, a descaracteriza-lo como doença mental.

Já o Código Penal Brasileiro é mais abrangente. A Carta Magna, em seu artigo quinto, ao garantir e estabelecer a dignidade da pessoa humana como princípio fundamental e inerente, possibilita tanto à alteração de prenomes (visto que ele tem a função de identificação social, não devendo causar-lhe constrangimentos e ações vexatórias), como o direito a cirurgia de redesignação sexual (vulgarmente conhecida como mudança de sexo), que ocorre sob algumas circunstâncias, tais quais a avaliação de clínico geral, endocrinologista, ginecologistas, psiquiatras e psicólogos. É recomendado que o paciente passe a viver como seu sexo oposto por pelo menos dois anos, garantindo assim a certeza de sua transexualidade.
Sobre a possibilidade de filiação, transexuais no país já começam a armazenar e congelar espermatozoides com o pensamento de futuramente utiliza-los em operações de fertilização. Sobre a adoção, é garantido plenos direitos para que casais homo ou transexuais adotem crianças, desde que demonstrem condições físicas, emocionais e financeiras (como qualquer outra pessoa). O casamento entre pessoas do mesmo sexo é liberado no país desde 2011, não sendo um fator limitante para pessoas transexuais.

2 – Contexto Histórico - Percebe-se às primeiras referências à Transexualidade na mitologia Greco-Romana. A Deusa Vênus Castina seria a “a deusa que se preocupa e simpatiza com os anseios de almas femininas presas em corpos masculinos”¹. A mudança de sexo também está mais presente como punição divina, vide o mito do advinho Tirésias de Tebas, que ao subir a encosta do monte Citerão e encontrar duas cobras copulando, ao matar a fêmea, é punido e viver aprisionado em um corpo feminino. Já os sacerdotes do deus Átis eram obrigados a auto-castração em sua deferência. Este culto foi levado a Roma após as Guerras Púnicas, nos séculos II e III antes de Cristo.

Brandão² cita que a androgenia e a travestibilidade estão intrinsicamente ligadas aos heróis e casamentos gregos. Dentre eles, Ceneu, Ífis e Leucipo, mulheres transformadas em homens na época do casamento. Há também a relação do mito andrógino de Platão citado por Aristófanes no livro “O Banquete”. Há também relatos na cultura Indu, Na Frígia (atualmente Turquia), Europa Ocidental durante a Idade Média dentre outros.
Nas américas, Os Berdaches, índios nativos americanos presentes nas mais diversas tribos e culturas, existem antes mesmo do século XVI. Se vestiam como homens e mulheres e realizavam tarefas e funções de ambos os sexos. Diziam-se portadores de dois espirítos, compartilhando ambos os sexos em um único corpo. Sua nomenclatura, porém, é recente. Membros de associações LGBTs utilizam-na para descrever o papel que querem e desempenham na sociedade atual, não se limitando ao sexo de nascimento.  Vale ressaltar que o preconceito, a homofobia e a transfobia não existiam, sendo os Berdaches líderes espirituais e os mais velhos das tribos. O preconceito veio de Caravela, junto aos colonizadores europeus e sua moral cristã.
No final do século XX, o Dr. Alfred C. Kinsey foi considerado pioneiro em seus estudos sobre sexualidade. O termo transexual, surgiu a partir de anotações do Dr. David O. Caldwell em 1949. Nesta mesma época, Kinsey teve um primeiro contato com um transexual, que influente em seu meio, apresentou ao médico esta classe da sociedade isenta de voz até então. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, houve uma difusão de programas televisivos em que era comum o travestismo por parte de homens e mulheres. Com isso, entraram em voga casos por todo o mundo de pessoas que adotavam a transexualidade e assumiam um gênero diferente ao do seu nascimento.
Em 1931, a dinamarquesa Lili Elbe, foi a primeira pessoa a ser submetida à cirurgia de redesignação sexua, pelo Institulo Hischfeld de Ciência Sexual, em Viena. Em 1952, com a ajuda de transexuais e pessoas sensíveis a causa, foi fundada a primeira publicação voltada para este interesse específico, o “Jornal da Sociedade Americana por Igualdade em se Vestir. A partir das décadas de 60 e 70, noções de identidade e comportamento de gêneros passaram a ser socialmente difundidos e ensinados e serviram também como ponto de partida para os movimentos feministas emergentes.

3 – Aspectos Religiosos - E as religiões, como elas enxergam e tratam à Transexualidade? Do Islamismo, passando pelo Catolicismo às Hirjas do Hinduísmo. À seguir, como a Transexualidade é vista por algumas religiões: No Irã, onde a religião dominante é o Islamismo, a cirurgia de redesignação sexual é estimulada desde a Revolução Islâmica, em 1979, quando o Ayatollah Khomeini, um líder espiritual, erigiu a fatwa, um tratado religioso, autorizando à aqueles “diagnosticados com a Transexualidade” à realizar à cirurgia.


A condescendência do governo e religião acabam aí. Homossexuais sofrem preconceitos e, dependendo da situação, são enforcados por cometer o crime de “homossexualismo”. Muitos homossexuais buscam na cirurgia de redesignação sexual uma alternativa para a liberdade individual. Esbarram, porém, no equívoco e na irreversibilidade do ato, sendo um gesto sem volta de homossexuais que não são transexuais. Acabam por entrar em depressão e ter a sua identidade de gênero infinitamente violada.
Na Índia, berço de grandes quatro religiões (Hinduísmo, Budismo, Jainismo e Sikhnismo), encontamos os Hijras. Devotos da Deusa Bahuachara, os Hijras passam por um processo de castração, onde pênis e testículos são retiredos. Nota-se que não há um processo de reconstrução da vagina, como acontece com os transexuais do oriente. Os Hijras existem há séculos e o movimento é percebido tanto como pertencentes à uma casta quanto à um culto. Muitas são as razões que levam a mutilação por parte de homens indianos, entre elas a vergonha social, por serem homens incapazes de reproduzir, como também a devoção à deuses com comportamentos sexuais incomuns.
Uma curiosidade à respeito dos Hirjas é o fascínio exercido junto a população. Desrespeitar um Hirja pode ser sinal de azar ou mal augúrio, sendo responsáveis por abençoar casamentos e batizados.

4 – Transexualidade na Atualidade - Falar sobre Transexualidade é uma contribuição para a difusão de informação e diminuição da discriminação. A maneira como as pessoas, em hábitos cotidianos, tratam ou até mesmo pronunciam o tema, indicam (ou não) um preconceito inerente. Um exemplo: A estrutura e terminação da palavra Transexualismo, comumente disseminada, com o seu prefixo Ismo (em Transexualismo), para a medicina, indica patologia, doença. Já o sufixo Ade, em Transexualidade, aborda uma condição, estado. Em sua coluna na Folha de São Paulo (Homens que são mulheres, 11/04/09), o médico oncologista Drauzio Varela expõe a vil situação dos Travestis e Transexuais no Brasil: “(…) o menino aprende com os parceiros de sina que bastará hormônio feminino, maquiagem para esconder a barba, uma saia mínima com bustiê, sapato alto e um bom ponto na avenida para ganhar numa noite mais do que o salário do mês.”

Sobre as condições de saúde pública, sua eloquência assusta. Machuca: “A condição de saúde dos travestis é precária. Não existe um serviço para orientá-los a respeito dos hormônios femininos que tomam por conta própria. Muitos injetam silicone na face, nas nádegas, nas coxas, mas sem dinheiro para adquirir o de uso médico, fazem-no com silicone industrial (…). Com o tempo, esse silicone escorre entre as fibras musculares dando origem a inflamações dolorosas, desfigurantes, difíceis de debelar”.
Não mais que a realidade daqueles que nascem e morrem sem se adequar. Ao mundo,mas principalmente a si mesmos. O tema, além de ser altamente rendável, gera interesse da população. Deve-se, porém, deixar de lado e separar a tênue linha da informação e sensacionalismo, que tende a levar e comparar a Transexualidade como pornografia e exploração sexual.
“A saúde pública não pode continuar dando as costas para essa minoria de homens, só porque eles decidiram adotar a identidade feminina, direito de qualquer um. Quem somos nós para condená-los?” Drauzio Varella
Na mídia brasileira, a pauta anda em voga e nos últimos anos foi constantemente abordada. Da revista Época em 2001 à Nova Escola de 2015. Do programa de discussão Na Moral, apresentado por Pedro Bial, ao programa Jornalístico Profissão Repórter, de direção de Caco Barcelos, a Transexualidade vem sendo utilizada como protagonista.

5 – Transexualidade e Prostituição. A imagem transmitida pela grande mídia no Brasil - Nesses últimos, usando da principal característica da televisão, que é do apelo às fortes emoções e pinceladas de sensacionalismo, talvez tenham deixado a desejar. Ao usar termos inadequados e propagar a desinformação e não levantar reflexões necessárias como a definição de orientação sexual, identidade de gênero, a despatologização da Transexualidade, os programas deixaram passar uma ótima oportunidade de informar. E como todos sabem:

A informação é a principal arma contra aquilo que mata milhares, o preconceito. Sobre o intuito final da reportagem: Pautar a sociedade, permitindo que argumentos críveis e verídicos sejam usados de forma crítica, visando a manutenção e respeito da cidadania dos Transexuais e daqueles que dispõem-se a lutar pela causa.

6 – Relato de Nikki:  Antes de Nikki conceder entrevista, ela logo avisou: “Tenho apenas 16 anos e acabei de me assumir, se quiser buscar uma outra fonte, irei entender”.

Respondi à ela que experiências não se medem por idade, são elas as determinantes que mostram o quanto já vivemos ou abdicamos de nossa vida. Nikki então concordou e falou. Falou e falou e contou tudo. Da sua infância à descoberta. Quando assumiu e quais os preconceitos enfrentados. Quem a apoiou e como ela se vê numa sociedade opressora e preconceituosa. Foram mais de oito mil caracteres de uma narrativa emocionante e uma lição de superação diária e luta por liberdade e individualidade. Nikki para a justiça brasileira ainda se chama Nicolas Amaral Rodrigues, residente em Foz do Iguaçú, Paraná. Perguntada sobre como se apresenta para as pessoas, responde “Altero entre masculino e feminino. Quero que fique fácil para as pessoas entenderem o que eu vou me tornar, estou sempre tentando passar o que vai acontecer comigo. Para coisas sérias, uso o masculino.”
As poucas recordações que tem da infância é esperar sua mãe sair de casa e correr para vestir seus sapatos, amarrar os lençóis em torno de si mesma“fingindo que eram lindos vestidos”.
Sempre ganhou as bonecas que queria de seus pais por acharem que tudo era apenas uma fase. Segundo Nikki, poderia agir como quisesse dentro de casa, “mas fora deveria me portar como ‘homenzinho”. Frequentou psicólogos, que segundo ela “nunca foi algo que funcionou”. Seus sonhos de infância eram simples, modestos “Eu sempre fantasiava com o dia em que iria acordar e ser a garota que sempre quis ser”.
Nikki sempre soube que era Transexual, mas vinha ignorando por todos esses anos: “Nunca entendi porque meu corpo era de um garoto, sendo que sempre me senti uma garota”. Perguntava para a mãe “como poderia ser uma menina?”.
E recebia respostas que a podavam, dizendo que não poderia ser e que ela a amava do jeito que era. Segundo Nikki, só passou a aceitar-se como realmente era depois da experiência de ter se assumido homossexual. Tornou-se bastante sociável e não sofreu retaliações em seus ambientes de convívio, algo que sente ser um privilégio e “vantagens de estudar em um lugar com pessoas de mente aberta”.
Questionada sobre os principais preconceitos já enfrentados em sua vida, Nikki responde que “Acho que o único preconceito que sofri até agora é o meu. Com a visão limitada que a sociedade nos coloca sobre o que é ser uma mulher, e sobre como ser uma, muitos acabam achando que ser mulher se resume apenas em cabelo e maquiagem”.
Afirma, que se não se tornar bonita, parará com tudo e continuará sendo uma pessoa infeliz. Nikki entende que talvez o preconceito não é maior por não ter se assumido para todo o mundo. Nikki tem um metro e sessenta e oito. Usa cabelos cortados na altura dos ombros. Usa delineador dia sim, dia não. Se veste de maneira andrógina
“Acho importante eu fazer eles pensarem “ah, é só ele” para que a aceitação seja mais fácil” .
Pretende começar seu procedimento de hormonização no próximo ano. Sobre a cirurgia de redesignação sexual, tem uma opinião contundente: 
“Não é uma genitália que te torna mulher. Eu planejo fazer porque nunca gostei da minha, mas aprendi a aceitá-la. Não faria me sentir mais mulher, já sou uma.”
Nikki ainda não teve a oportunidade de ter muitas experiências ao relacionar-se com outras pessoas. Diz estar sempre evitando, por não se sentir ainda preparada. Segundo ela: “Tenho muito pra fazer, muito pra descobrir ainda.”
Sobre religião, Nikki define: “Minha religião é o Amor”.
Criado sob a base de uma religião de origem Japonesa, a Seicho-No-Ie, Nikki acredita em um deus que prega bondade e carinho “acredito no universo (Deus), e como faço parte dele (sou filho de Deus) tento amar a tudo e a todos”
Perguntada como ela se define e como vê a si mesma, Nikki é direta: “Uma Mulher”
Sobre preconceitos futuros e presentes em seu universo, ela desabafa: “O pensamento das pessoas sobre nós. Não somos aberrações, doentes ou coisas assim, como todos acham. As mídias em sua grande maioria só promove uma imagem ruim, de prostituição”. Nikki sabe que sua jornada não será fácil. Talvez, devido a desinformação e ao pré-conceito, venha a sofrer mais do que a maioria das pessoas. Mas o que Nikki demonstrou ao relatar suas peculiaridades e condições, tenham sido uma capacidade de superação e resiliência invejáveis. E talvez, em toda uma entrevista marcada por grandes lições de vida, sua determinação tenha nos inspirado de certa forma: “E em parte eu me recuso a não parecer uma garota”. 
Sim Nikki, você é uma garota. Uma linda garota. Tanto por dentro quanto por fora.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

QUEM MORRE?










Morre lentamente
Quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem não encontra graça em si mesmo

Morre lentamente
Quem destrói seu amor próprio,
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito
Repetindo todos os dias os mesmos trajeto,
Quem não muda de marca,
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou
Não conversa com quem não conhece.


Morre lentamente
Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, Justamente as que resgatam o brilho dos
Olhos e os corações aos tropeços.

Morre lentamente
Quem não vira a mesa quando está infeliz
Com o seu trabalho, ou amor,
Quem não arrisca o certo pelo incerto
Para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, Fugir dos conselhos sensatos...



Viva hoje!
Arrisque hoje!
Faça hoje!
Não se deixe morrer lentamente!

NÃO SE ESQUEÇA DE SER FELIZ

Por: Martha Medeiros - https://www.pensador.com/

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

O Bom, o Ruim e o Bonzinho

Em empresas, existem três tipos de funcionários. 
  • O bom,
  • o ruim e o 
  • bonzinho.

Dia mais, dia menos, o Ruim vai para fora e o Bom vai para cima. 
Mas o Bonzinho continua sempre no mesmo lugar.
Apesar de ele ser simpático e competente, de ser apreciado pela chefia, de ser estimado pelos colegas, a carreira do bonzinho não deslancha. 
E ele não consegue entender onde está o erro. 
A questão é que o bonzinho não tem aquilo que as empresas chamam de “o perfil”. 
Ele não é agressivo. Não mostra espírito de liderança. Não faz a diferença.

Para quem duvida se é bom sou bonzinho, eis as cinco características do bonzinho:

  • O bonzinho é ouvinte. Em uma reunião, evita dar palpite. E está sempre fazendo aquele gesto de positivo com a cabeça.


  • O bonzinho concorda com tudo. Principalmente com aquilo que não concorda. Sempre acha melhor que é melhor não arrumar confusão e conversar depois, com mais calma.
  • O bonzinho não desafia ninguém. Não gosta de discórdia. Para ele, o empate é ótimo resultado.
  • O bonzinho jamais desabafa. Mesmo quando está uma arara, continua com aquela expressão de manequim de loja de shopping.
  • O bonzinho detesta aparecer. Se surgir uma daquelas raras oportunidades de matar um dragão e virar herói da empresa, o bonzinho prefere sentar e ficar esperando o dragão morrer de velho.

O bonzinho não faz intriga, não puxa o tapete de ninguém e está sempre disposto a ajudar quem precisa de ajuda. 
Por isso mesmo, chefes e colegas preferem que ele continue onde está, contribuindo positivamente para o ambiente de trabalho. 
O bonzinho está sendo vítima do egoísmo geral, e todo mundo lhe daria inteira razão se ele reclamasse. 
Ele só não reclama porque é bonzinho.
O texto acima é do consultor Max Gehringer.

Como Fazer Economia Doméstica?






Quem nunca sofreu ao ver o seu salário quase zerar ou ficar no vermelho no final do mês? 
Mesmo quando parece que gastamos somente o necessário, muitas vezes nossas finanças se vão de grão em grão sem nos darmos conta através dos gastos domésticos.
O fato é que não aprendemos na escola como gerenciar nossas finanças dentro da nossa casa. Mas é possível reduzir alguns custos com algumas mudanças de hábitos, de modo que nosso salário seja mais bem aproveitado. 
Seguem algumas dicas em certas áreas que podemos economizar:

Alimentação

Podemos ter um maior controle dos gastos com alimentos quando planejamos nossas compras. Para isso, temos que ter o hábito de fazer listas de compras, evitando assim não comprar mais do que o necessário. 
E em vez de fazermos a compra do mês, podemos comprar semanalmente para ter um maior controle do nosso estoque caseiro.
Outro hábito financeiramente saudável é evitar comer em restaurantes e fazer a própria comida. Sabemos que dá mais trabalho, mas no final do mês a diferença é significativa. 
Além disso, buscando em sites de receitas podemos aproveitar ao máximo os ingredientes que temos em casa, evitando o desperdício e exercitando nossa criatividade na cozinha.

Energia e água

Estes são pequenos hábitos que podem fazer diferença nas contas de água e luz:

• Temos que estar atentos com os encanamentos da casa, pois qualquer vazamento pode acarretar em um grande prejuízo no final do mês;
• Atenção com os aparelhos na tomada, eles gastam mesmo em modo Standby;
 • Optar por lâmpadas fluorescentes ou de LED em vez de incandescentes, são mais caras, porém você economizará mais em longo prazo;
• Dar preferência aos eletrodomésticos com o selo Procel “A”, pois são mais econômicos;
• Cuidar com o tempo no chuveiro e ao utilizar o ferro de passar, ambos consomem muita energia.

Manutenção da casa, carro e jardim

Hoje em dia você pode aprender muitas coisas por conta própria através da internet, como fazer manutenções simples na sua casa (como trocar um cano ou pintar uma parede), carro (polimento e lavagem), e jardim (cortar a grama e cultivar plantas ornamentais e hortaliças). 
São coisas simples que você pode evitar a contratação de um terceiro para fazer o serviço.
Sempre é bom aprender novas habilidades, mas é claro, para certas tarefas é preciso que um profissional faça o serviço. 
Você arriscará sua vida se for mexer com eletricidade por exemplo, sem ter uma mínima noção do que está fazendo.

Transporte

Evite utilizar o carro para distâncias curtas. Você pode ao mesmo tempo cuidar da sua saúde fazendo uma caminhada.
Utilize transporte público. Às vezes até mesmo um táxi pode ser mais vantajoso do que tirar o seu carro da garagem, basta fazer as contas para se certificar.
Se for utilizar o carro, use-o com sabedoria. Faça com que o trajeto tenha o máximo de aproveitamento, se possível, pague apenas um estacionamento em um local estratégico próximo a todos que você tem que ir, e faça os pequenos trajetos caminhando.

Gerencie suas despesas e receitas

Agora é só colocar tudo em prática. Planeje, coloque seus gastos no papel, utilize um bom site de controle financeiro e veja a diferença acontecer no seu bolso. 
Às vezes, basta visualizarmos nossos gastos de maneira concreta para sabermos por qual porta nosso dinheiro está saindo e decidirmos mudar nossos hábitos.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

A Invasão Silenciosa Das Palavras

Quando observamos a história, constamos que ela é escrita pela ótica dos conflitos entre povos, que desenharam a geopolítica existente, estabelecendo as fronteiras dos dias atuais. Toda vez que um povo era conquistado, o vencedor impunha a todo custo a cultura, religião e costumes, além do idioma.
Não é novidade que termos oriundos de outros países fazem parte do nosso linguajar. Muitos foram aportuguesados, sofrendo pequenas alterações para se adequarem ao idioma. Para ilustrar, 
  • do latim originaram palavras como estilo, item, lucro e ônibus; do árabe, açougue, açúcar, alfaiate, algodão, arroz e garrafa; 
  • do italiano, aquarela, banquete, boletim, camarim, maestro e tchau; 
  • do francês: abajur, dossiê, garçom, menu, e toalete. Mas têm mais.
A língua inglesa também se faz presente. O chamado “anglicismo” é a incorporação de termos em inglês, para designar objetos ou fenômenos novos ao nosso vocabulário. Mas alcançou enorme proporção após o advento da informática.
  • Por exemplo: internet, Facebook, whatsapp, back-up, CD, display, download, e-book, e-mail, fake, hacker, interface, link, login, mouse, net, notebook, no-break, off-line, on-line, pixel, playlist, press, print, scanner, software, site, smartphone, spam, twitter, tablet, wi-fi e word, entre outros.

A princípio, somos levados a acreditar que o contato com palavras estrangeiras se dá somente quando estamos às voltas com o ambiente de estudos ou trabalho. Vejamos abaixo a descrição de um momento de lazer. As palavras estrangeiras, de várias origens, foram grafadas em itálico:
Depois de ir ao Shopping e pagar com meu CARD, passei pelo pedágio com minha pick-up,flex com airbag, recebi o ticket e saí para curtir o réveillon com a família. Não precisa ser expert para ver que o hotel era top, bem classificado no ranking do segmento, padrão Spa, ideal para um relax. Tudo conforme o marketing que constava no outdoor (ou, billboard) do Resort.

Depois do check-in, fizemos um tour, até a liberação do quarto. Era tipo standard, com um hall para acesso a dois ambientes, de layout muito agradável. Num deles, uma cama box, ladeada por um abat-jour de design moderno e um poster com cores em dégradé, no alto da parede. Ao lado, uma minicozinha com frigobar e cooktop com timer.
No período da tarde, peguei meu kit de fitness: tennis, short de nylon e camiseta de poliester, para atividade indoor. O monitor agia como um personal trainer, ajudando a melhorar minha performance. Em seguida, fui até uma piscina com ondas, parecendo praia de surf, com pessoas exibindo tattoo e piercing.
Para quem estava acostumado com sandwich de hamburger ou hotdog com katchup, do menu do trailer da esquina, ou um delivery do Disk-pizza, a comida do jantar era o must. O garçon serviu o couvert, com croissant e pâté. Bebidas free, já que era all inclusive, podendo abusar de drinks e cervejas long neck, ao invés de refrigerantes diet. Comidas no sistema self-service, com grill à vontade.
Durante o jantar, músicas light e em seguida um show com pot-pourri de ritmos country, pop e funk. No final da noite, flash night para quem gosta de rock, realçado pela qualidade de back vocal e luzes de neon, led e laser. As apresentações cover, com o look correspondente, foram o up da noite.
Após esse período fora do meu habitat, meu feeling me diz que esse upgrade foi essencial, antes de eu dar um feedback ao cardiologista, que me alertou sobre fazer um check-up, para ver se está tudo OK comigo. Espero que ele me receite um replay disso tudo.
Como podemos observar, são expressões que já fazem parte do nosso dia a dia. Para alguns linguistas, isso representa uma evolução. Há quem diga se tratar de uma invasão silenciosa das palavras, ou uma sutil colonização através de uma nova cultura. Eu costumo dizer, ironicamente, que a língua falada no Brasil sofreu tanta influência de termos estrangeiros, que até o livro de definição de suas palavras, o “Aurélio”, é “de Holanda”.
Temos que ficar online com as novidades, para não nos vermos off-line do mundo. Thank you e goodbye. The end.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Gestão Empresarial: O que é e como aplicar?

Conceito de gestão empresarial

gestão empresarial
Gestão empresarial é o conjunto de ações e estratégias aplicadas em um negócio, utilizando de seus recursos financeiros, estruturais e humanos.
O sistema de uma organização é elaborado a partir de diferentes partes que a compõem, sempre com foco em crescimento e alcance de resultados maiores e melhores.
Em um mercado cada vez mais competitivo, dinâmico e em constante mudança, é indispensável que a gestão empresarial seja assertiva para que as diretrizes e decisões gerem o impacto positivo, necessário para a sustentação do negócio.
Seja para uma multinacional, seja para um despretensioso negócio familiar, o gerenciamento de empresas é a base do sucesso de qualquer empreendedor.
Saber o que está fazendo, com quem, como e por quê é fundamental para o bom andamento de qualquer firma, pois significa antever possíveis falhas e repará-las, evitando prejuízos.
Mas o que vem a ser gestão empresarial, tecnicamente?
A gestão nada mais é do que a administração do seu negócio. É criar planos de venda, balancear lucro e oferta, delegar tarefas aos funcionários, mantê-los motivados, enfim, levar a empresa adiante – ou cuidar para manter seu status.
A partir do momento em que você comanda um negócio, você é um gestor.
Contudo, devemos considerar que o gerenciamento não se resume a “estar no topo” da hierarquia da empresa.
Essa é apenas a superfície.
Supondo que a empresa seja uma máquina, o gestor é o responsável por mantê-la funcionando e seus subordinados são as peças.
Não basta apertar o botão de ligar e desligar. É preciso conhecê-la e cuidar para que nenhuma peça esteja fora do lugar, enferrujada ou disfuncional.
Se algo pifa, é ele quem conserta.
Em um mundo onde cada vez mais surgem pequenos e médios empreendedores e, da mesma forma, aparecem e desaparecem empresas, é o gerenciamento que vai garantir a longevidade do seu negócio.
Afinal, é ele que assegura o pré-requisito básico de tudo o que é feito parar durar: o planejamento.
Gestão é o ato de administrar, e consiste em controlar a eficiência e produtividade de modo a alcançar os resultados almejados.
Independentemente do modelo de gestão que for determinado para uma empresa, o objetivo da gestão empresarial sempre será o de manter o grupo unido rumo ao mesmo objetivo.
É justamente por meio de uma eficiente gestão empresarial que uma organização consegue caminhar com comprometimento e organização, obtendo resultados maravilhosos.
Em geral, existem dois modelos de gestão que são bastante conhecidos e que conseguem suprir a necessidade de vários modelos de organizações: tradicional e moderno.
Para escolher o melhor para cada caso, é importante que os gestores definam as seguintes características:

  • Como a empresa conduzirá seu trabalho;
  • Como a empresa se organizará;
  • Como ela alcançará suas metas e objetivos;
  • Como produzirá seus serviços e produtos;
  • Como os processos empresariais serão integrados;
  • Como a empresa reagirá diante de situações adversas.

A importância da gestão empresarial

Quando falamos em gestão empresarial, é importante observar os seguintes fatores:
1) INFORMAÇÕES:
Devemos estar atento às mudanças e acontecimentos em nosso redor.As informações são fundamentais para evitar surpresa desagradável.
É necessário que as informações sejam compartilhas com agilidade em seus negócios e com os colaboradores.
Não devemos compartilhar todas as informações, porque o mundo do negócio é pequeno e pode ser preciosa para seus concorrentes.
As informações devem ser precisas e atualizadas, porque as mudanças são rápidas, devemos ser ágil e preciso nas tomadas de decisões, com qualidade.
2) O CONHECIMENTO:
É fundamental e relevante para os gestores de empresas administrarem seus capitais em virtude do mundo competitivo, as novas tecnologias, as mudanças em geral; econômicas, técnicas, a globalização do mercado.
A busca de um fator comum no seu ambiente de trabalho.
O aprimoramento do conhecimento na gestão empresarial como um capital intelectual, onde agrega os valores na organização, impulsionando a possibilidade suprema de conhecimento, empreendedor de inovações.
A gestão do conhecimento tem como objetivo de uma perspectiva de ampliação no processo de formação da estratégia na organização.
Destaca-se nas empresas os novos conceitos de conhecimento na gestão empresarial.
A gestão de valores intelectuais é primordial, porque o profissional cria a boa parte do valor de uma empresa, os benefícios são visíveis nos desempenhos e resultados por ela alcançados.
Os recursos humanos são como o difusor do conhecimento que é um gerador de riquezas.
3) INOVAÇÃO:
É uma qualificação e uma visão do gestor de uma organização, inovador de negócios. O domínio de estratégias modernas necessárias ao meio corporativo das competências comportamentais de sucesso do desempenho da boa administração.
O gestor líder deve estar sempre atento às mudanças no âmbito geral, para adaptare-se a mudança junto à empresa, preparando, treinando todos os colaboradores, para estar na frente do mercado concorrente.
Em meio às mudanças e crises econômicas o líder deve ter idéias criativas e inovadoras para lançar o desafio para a equipe de trabalho de sua organização.
4) PERSISTIR:
É manter o foco, a firmeza de propósitos, terem a confiança em si próprio, lutar para atingir as metas estabelecidas com sucesso.
Ser eficiente e eficaz, participativo com toda a equipe.
É acreditar naquilo que faz e não desistindo do propósito, sendo flexível as mudanças.
5) RELACIONAMENTO:
É fundamental em uma organização um bom relacionamento da equipe de trabalho, para que tenha uma boa produção, para isso deve ter também uma ótima comunicação.
O papel da liderança é de extrema importância, o líder deve ser democrático.
Mas não podemos esquecer que em todas as organizações deve ter submissão, pois tem o líder e seus comandados, quando não tem a submissão ocorre um desequilíbrio na administração da empresa.
6) LIDERANÇA:
O líder deve ser capacitado, para interagir com as pessoas de uma forma de motivá-los para realização de suas tarefas, obrigações e alcançando os resultados planejados pela organização.
O líder deve ser democrático, e que impulsiona, estimula, ensina, ajuda, decide e delega, e por outro lado seus comandados podem colaborar, participar, sugerir.
gestão empresarial
O líder atual – deve ser eficaz e ter os seguintes princípios:
  • Persistente em seus propósitos;
  • Ser participativo:
  • Focar nos resultados
  • Buscar a satisfação dos clientes.

Tipos de gestão empresarial

Para avaliar o tipo de gestão de uma organização não basta apenas conhecer o seu tempo de existência.
Para conhecer o tipo de gestão precisa-se de conhecer como os profissionais da instituição são tratados.
Como a organização trabalha nas rotinas administrativas do dia-a-dia. Que tipos de benefícios são oferecidos aos seus colaboradores, quais e quantos são os níveis hierárquicos da organização.
Todas estas informações ajudam a conhecer um pouco mais da estrutura de gestão administrativa e organizacional da empresa.
Como afirma NASSAR (2003), numa empresa onde se pode encontrar diversos níveis hierárquicos e burocrática, encontram-se também líderes mais antiquados, não modernizados e actualizados com o que há de mais moderno em gestão empresarial.
Líderes que têm medo de dividir a responsabilidade e, consequentemente, o poder.
Já em empresas onde se encontra um menor número de níveis no organograma, encontra-se também uma gestão mais moderna com líderes preocupados mais com os resultados e menos com o poder.
Esta análise também pode ser feita através da importância e do tipo de tratamento que a empresa dedica ao seu profissional.
E aqui não se está a falar apenas de benefícios, mas também de oportunidades de crescimento, de carreira, do respeito pela formação e desenvolvimento do profissional.
Também da forma como a empresa vê o profissional como ser humano: se oferece programas de qualidade de vida, se envolve a família do colaborador em alguma actividade, se faz um mínimo de esforço para que ele não se dedique apenas ao trabalho.
E quando se têm estas respostas, pode avaliar-se que tipo de gestor está no poder e quais são os seus verdadeiros interesses.
Se são gestores evoluídos e modernos que já perceberam que os recursos humanos são a força motriz da instituição, ou se ainda são gestores antigos que acham que apenas um bom salário retém o bom talento e não pensam em motivar, envolver e reter os seus colaboradores.
É possível encontrar diferentes tipos empresas nas duas situações anteriores.
Porém, o que precisa ser feito é ler as entrelinhas e avaliar o tipo de tratamento que é dado ao funcionário, pois só assim se consegue entender a importância que a Comunicação Interna tem para aquela empresa e se consegue avaliar porque está em determinado lugar do organigrama.
O poder dos gestores da organização e os seus interesses influenciam directamente as decisões da empresa, influenciando igualmente e consequentemente a importância dada à Comunicação Interna.
  • Cadeia de Valor
Este tipo de gestão pode ser usado para verificar como anda a vantagem competitiva de uma organização frente ao mercado em que atua.
Ao identificar o valor de cada atividade da empresa, é possível perceber como maximizar sua criação de valor, minimizando custos e criando uma vantagem competitiva em relação à concorrência.
  • Ciclo de Inovação
O Ciclo de Inovação é um modelo que consegue analisar e gerenciar com eficiência o ciclo de vida de uma inovação.
Quando uma empresa cria novos processos, serviços e bens, ela está criando e inovando, e o ciclo de inovação é um tipo de gestão que controla e monitora o tempo de vida dessas ações que são essenciais a geração de vantagem competitiva.
Esse tipo de gestão conta com três etapas, que devem ser gerenciadas de maneiras distintas, veja quais são elas:




  • Implementação;
  • Capitalização.
  • Ciclo de Deming

O Ciclo de Deming se resume a planejar, realizar, controlar e agir. Esse modelo pode ser usado para estruturar projetos e melhorias que devem passar por essas quatro etapas para que as ações sejam implantadas com eficiência.

Ferramentas de gestão empresarial

O conceito de excelência em gestão empresarial reflete um conjunto de situações decorrentes do processo gerencial que compreende desde a consideração do foco da empresa e a forma como a estratégia é estabelecida, transmitida e vivida no dia-a-dia empresarial até a envolvimento da organização com a comunidade.
Os gestores que aspiram à excelência de sua gestão têm uma visão integrada da organização e utilizam proativamente um sistema de indicadores do processo gerencial que refletem a lógica da estratégia incorporada por todos os níveis da organização,possibilitando, assim, uma clara medição de desempenho de todos os atos gerenciais.
A gestão de excelência pressupõe um gerenciamento estratégico da organização e uma conseqüente descentralização do processo de tomada de decisão.
Daí, o imperativo da avaliação, em todos os níveis hierárquicos, como medida de controle do processo decisório.
Não só as empresas privadas, mas também as organizações públicas, com o Prêmio Nacional da Gestão Pública , estão implementando sistemas de excelência.
É a única forma de poderem acompanhar tanto a imprevisibilidade das alterações ambientais, com tomadas rápidas de decisão, como a evolução dos seus clientes ou usuários, de modo a maximizarem o seu grau de satisfação.
Em um mercado cada vez mais competitivo, dinâmico e em constante mudança, é indispensável que a gestão empresarial seja assertiva para que as diretrizes e decisões gerem o impacto positivo, necessário para a sustentação do negócio.
A missão de gerenciar uma organização é bastante desafiadora: são inúmeras tarefas, demandas e atribuições que devem ser administradas simultaneamente.
Para atingir o resultado desejado, é necessário ter precisão nas atividades diárias.