quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

25 Melhores Multinacionais para Trabalhar na América Latina

De acordo com o novo ranking Great Place to Work, a Microsoft é a melhor multinacional para trabalhar na América Latina.
Para chegar ao resultado, são avaliadas a percepção dos funcionários em relação aoambiente de trabalho – medindo orgulho, camaradagem, trabalho em equipe e o nível de confiança entre os colaboradores e gestores – e a cultura da empresa.
Neste último quesito, são analisados aspectos da organização em relação às práticas de recursos humanos como, por exemplo, contratação e recepção dos profissionais, maneiras de inspirar os funcionários, desenvolvimento, celebração da conquista de resultados e cuidados com a equipe .
A pesquisa entre os funcionários tem mais peso e responde por 56% da nota final. Outros 11% do índice são compostos pela nota dos comentários dos funcionários e as práticas de RH (cultura da empresa) fecham a nota com 33% da composição do resultado.
Confira a seguir as multinacionais mais bem avaliadas e em quais países elas conquistaram os melhores resultados:

Melhores multinacionais para trabalhar na América Latina

1. Microsoft

Setor: tecnologia da informação
Número de funcionários: 2.090
Países em que foi citada: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru.

2.Telefônica/Vivo

Nomes: Telefónica (Argentina, América Central, Peru), Telefónica Movistar (Chile, Colômbia, Equador, México, Venezuela), Vivo (Brasil), Terra Mexico (México), Telefónica Global Solutions (Peru).
Setor: telecomunicações.
Número de funcionários: 56.428.
Países em que foi citada: Argentina, Brasil, América Central, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru,Venezuela.

3. JW Marriot

Nomes: JW Marriott (Brasil, Mexico, Peru), Renaissance São Paulo Hotel (Brasil)
Setor: hotéis e restaurantes
Número de funcionários: 1.524
Países em que foi citada: Brasil, México, Peru.

4. Accor

Setor: hotéis e restaurantes.
Número de funcionários: 10.514.
Países em que foi citada: Argentina, Brasil, Chile, México, Peru.

5. McDonald’s

Setor: Hotéis e restaurantes
Número de funcionários: 67.024
Países em que foi citada: Argentina, Brasil, Costa Rica, Panamá, Peru, Uruguai

6. Dell

Setor: tecnologia da informação.
Número de funcionários: 6.991.
Países em que foi citada: Brasil, México, Panamá.

7. Cisco

Setor: tecnologia da informação.
Número de funcionários: 1.300.
Países em que foi citada: Brasil, Chile, Costa Rica, México.

8. Diageo

Setor: manufatura e produção.
Número de funcionários: 999.
Países em que foi citada: Brasil, América Central e Caribe, Chile, México.

9. Belcorp

Setor: cuidados de saúde
Número de funcionários: 6.544
Países em que foi citada: Bolivia, Costa Rica, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, México, Peru.

10. Monsanto

Setor: biotecnologia e farmacêutico.
Número de funcionários: 6.192.
Países em que foi citada: Argentina, Brasil, Costa Rica, Guatemala, México.

11. Edenred

Setor: serviços financeiros e seguros
Número de funcionários: 1.478
Países em que foi citada: Argentina, Brasil, México.

12. Mars

Setor: manufatura e produção
Número de funcionários: 1.964
Países em que foi citada: Brasil, América Central e Caribe, Chile.

13. BBVA

Nomes: BBVA Bancomer Banco (México), BBVA Bancomer Seguros y Multiasistencia (Mexico),BBVA Continental (Peru), Banco Provincial (Venezuela)
Setor: serviços financeiros e seguros
Número de funcionários: 49.885
Países em que foi citada: Argentina, Chile, Paraguai, Peru, México, Venezuela.

14. 3M

Setor: manufatura e produção.
Número de funcionários: 4.988.
Países em que foi citada: Bolivia, Brasil, Chile, Venezuela.

15. Mapfre

Nomes: Group Segurador BB e Mapfre (Brasil).
Setor: serviços financeiros e seguros
Número de funcionários: 9.185
Países em que foi citada: Brasil, El Salvador, Guatemala, Honduras, Panamá, México, Nicaragua, Paraguai, República Dominicana.

16. ScotiaBank

Nomes: Scotiabank Chile, Scotiabank Costa Rica, Scotiabank El Salvador, Scotiabank Banco de México (México), Scotiabank Casa de Bolsa (México), Scotiabank Servicios Corporatives (México), Scotiabank Panamá, Scotiabank Perú, Scotiabank Puerto Rico, Scotiabank República Dominicana.
Setor: Serviços financeiros e seguros.
Número de funcionários: 30.308
Países em que foi citada: Chile, Costa Rica, El Salvador, México, Panamá, Peru, Puerto Rico, Rep. Dominicana.

17. Atento

Setor: serviços profissionais
Número de funcionários: 131.445
Países em que foi citada: Argentina, Brasil, Colômbia, El Salvador, Guatemala, México, Peru, Puerto Rico, Uruguai.

18. Novartis

Setor: biotecnologia e farmacêutico.
Número de funcionários: 1.914.
Países em que foi citada: Brasil, Colômbia, Equador.

19. Roche

Nomes: Quimicos e Farmacêuticos Ltd. (Brasil), Roche Diagnóstica (Brasil), Roche Farmacéuticos (Chile).
Setor: Biotecnologia e Farmacêutico.
Número de funcionários: 2.580.
Países em que foi citada: Brasil, Chile, Colômbia, Venezuela.

20. Yanbal

Setor: manufatura e produção
Número de funcionários: 2.689
Países em que foi citada: Bolívia, Colômbia, Equador.

21. Hanesbrands

Setor: manufatura e produção
Número de funcionários: 28.069
Países em que foi citada: El Salvador, Honduras, República Dominicana.

22.DHL

Setor: transporte.
Número de funcionários: 1.147
Países em que foi citada: Colômbia, Paraguai, Peru, Uruguai.

23. Excel Automotriz

Setor: Varejo
Número de funcionários: 3.263
Países em que foi citada: El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicaragua, Panamá.

24. AES Corporation

Setor: varejo.
Número de funcionários: 564.
Países em que foi citada: Panamá, Puerto Rico, República Dominicana.

25. Grupo Falabella

Nomes: Falabella Retail (Argentina, Chile, Colômbia), CMR Falabella (Argentina, Chile), Hipermercados Tottus (Peru), Saga Falabella (Peru), Sodimac (Argentina, Colômbia, Peru)
Setor: varejo
Número de funcionários: 53.922
Países em que foi citada: Argentina, Chile, Colômbia, Peru.
Por Gustavo Periard - http://www.sobreadministracao.com/

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

ARBITRAGEM - O Que é?

Arbitragem é um sistema extrajudicial de solução de controvérsias, referente a direitos patrimoniais disponíveis, em que as partes, de comum acordo, nomeiam um terceiro que irá solucionar o conflito. No Brasil, a lei que regulamenta a Arbitragem é a Lei nº 9307/96. 



VANTAGENS -  As vantagens presentes no procedimento de arbitragem são: 

- o caráter voluntário;
- a imparcialidade do Mediador e do Árbitro;
- a habilitação técnica do Mediador e do Árbitro adequada a cada caso; 
- a segurança jurídica, pois a sentença arbitral, no ordenamento jurídico pátrio, é um título executivo judicial;
- o sigilo procedimental;
- a transparência;
- a agilidade e a rapidez na solução dos conflitos;


CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA - 

A cláusula compromissória é um dos instrumentos utilizados para escolher a arbitragem. Pode ser inserida nos contratos que versem sobre os direitos disponíveis. Uma vez inserida a cláusula compromissória, as partes ficam obrigadas a submeter todo e qualquer litígio oriundo daquele contrato à arbitragem.


COMPROMISSO ARBITRAL - 

O compromisso arbitral é um outro meio utilizado para se escolher a arbitragem como meio diferenciado de solução de conflito. Ao contrário da cláusula compromissória, que é redigida antes do início de um conflito, o compromisso arbitral é regidido após o surgimento do mesmo.


ÁREAS DE ATUAÇÃO - 

Podem ser solucionados pela arbitragem questões relativas a direitos patrimoniais disponíveis, que são aqueles que podem ser avaliados pecuniariamente e que podem ser comercializados ou transacionados livremente por seus titulares. Exemplo de áreas que utilizam a Arbitragem:
- Cível
- Comercial
- Trabalhista
- Consumidor
- Imobiliário
- Condominial
- Relações comerciais internacionais


DÚVIDAS FREQUENTES:



Qual a lei que regulamenta a Arbitragem? 
É a Lei nº 9307, de 23 de setembro de 1996, a qual veio atualizar a legislação referente ao instituto arbitral no ordenamento pátrio. 



Quem pode utilizar a Arbitragem? 
Poderão recorrer à arbitragem as pessoas físicas maiores de 18 anos, que tenham discernimento e que possam exprimir sua vontade, e também as pessoas jurídicas. 



O que pode ser resolvido por Arbitragem? 
Poderá ser resolvido por arbitragem qualquer controvérsia ou conflito que envolva direitos patrimoniais disponíveis. 



O que são direitos patrimoniais disponíveis? 
Os direitos patrimoniais disponíveis são aqueles que podem ser transacionados por seus titulares, pois fazem parte do âmbito meramente individual, ou seja, compreendem os direitos que podem ser avaliados pecuniariamente. 



O que é convenção de Arbitragem? 
Convenção é forma pela qual a arbitragem pode ser instituída. Há dois instrumentos que podem ser utilizados para escolher a arbitragem: a cláusula compromissória e o compromisso arbitral. 



O que é cláusula compromissória e quais os seus efeitos? 
A cláusula compromissória é o instrumento inserido em um contrato, por meio do qual as partes, de comum acordo, comprometem-se a submeter à arbitragem todos os litígios que possam vir a surgir decorrentes de tal contrato. Havendo cláusula compromissória, nenhuma das partes contratantes poderá recusar o procedimento arbitral, ou seja, o seu cumprimento é obrigatório, gera entre os contratantes a impossibilidade de utilizar a jurisdição ordinária. 



O que é compromisso arbitral? 
Compromisso arbitral é o outro instrumento utilizado para escolher a arbitragem. Ao contrário da cláusula compromissória que é redigida antes do surgimento de um problema, o compromisso arbitral elege o procedimento arbitral como meio de solução de determinado conflito. Deve-se ressaltar que a escolha da arbitragem deve ter sido feita de comum acordo pelas partes, pois ninguém pode ser obrigado a assinar um compromisso arbitral ou um contrato que contenha uma cláusula compromissória. 



Quem pode atuar como árbitro? 
Qualquer pessoa capaz e que tenha a confiança das partes pode atuar como árbitro. No procedimento arbitral poderá ter um ou mais árbitros, sempre obedecendo a necessidade de estarem em número ímpar. 



Quais as responsabilidades e atribuições dos árbitros? 
Os árbitros que compõem o tribunal arbitral têm o dever moral e ético de agir de acordo com os princípios da imparcialidade, independência, competência, diligência, e discrição. Importante ressaltar que o árbitro é um “juiz de fato e de direito”, conforme dispõe o artigo 17 e 18, da Lei 9307/96, assim, quando no exercício de suas funções, fica equiparado aos funcionários públicos, para os efeitos de legislação penal. 



Quais os efeitos da sentença arbitral? 
Após a publicação da Lei 9.307/96 a sentença arbitral equipara-se à sentença judicial. O artigo 31, da Lei de Arbitragem dispõe que a sentença arbitral produzirá entre as partes os mesmos efeitos da sentença proferida pelo órgão do Poder Judiciário e, sendo condenatória, constituirá título executivo judicial. 



Quais as inovações trazidas pela Lei de Arbitragem de 1996? 
A Lei 9307/96 trouxe várias alterações e inovações ao procedimento arbitral. Dentre as várias inovações trazidas por esta lei duas se destacaram: a primeira refere-se à fase inicial do processo arbitral, conferindo força vinculativa à convenção de abritragem. A segunda refere-se à fase final do processo, agora, a decisão final do procedimento arbitral é uma sentença arbitral, e não mais um laudo arbitral, o qual exigia a homologação pelo Poder Judiciário para ter eficácia, inclusive o caráter condenatório. Com a nova Lei de Arbitragem à sentença arbitral possui os mesmos efeitos legais de uma sentença judicial, inclusive o condenatório. 



Quem paga as despesas com a Arbitragem? 
A arbitragem será custeada pelas partes, as quais poderão dispor a respeito previamente, estabelecendo que as despesas sejam divididas na metade ou, que o árbitro decida. Na sentença arbitral constará a responsabilidade das partes a cerca das custas e despesas com a arbitragem. 



Uma das partes pode se recusar a instituir a Arbitragem quando o contrato tem cláusula compromissória? 
Não, a cláusula compromissória, após assinada pelas partes, de comum acordo, torna-se obrigatória e vinculante. A parte que buscar a solução de um litígio no Poder Judiciário, decorrente de um contrato com cláusula arbitral, obrigará o Juiz a julgar o processo extinto, sem julgamento do mérito, conforme previsto no artigo 267, inciso VII, do Código de Processo Civil. 



Quais são as principais vantagens da Arbitragem em relação ao processo judicial? 
As principais vantagens do procedimento arbitral são: 
A rapidez, a arbitragem irá solucionar a questão no prazo fixado pelas partes e, se nada for previsto a respeito, determina a lei que será em 6 (seis) meses; 
O sigilo, a arbitragem é sigilosa. Nada do que for tratado poderá ser divulgado a terceiros. Tanto as partes quanto os árbitros deverão guardar sigilo; diferentemente, portanto, do processo judicial que é público. 
A especialidade, o árbitro pode ser um especialista na matéria. Com isso, poderá ser dispensada a perícia, porque o árbitro tem aptidão profissional para entender e decidir a questão. 



O que é um Título Executivo Judicial? 
Título Executivo Judicial é aquele obtido ao final do processo judicial. Todavia, por força da Lei de Arbitragem e do Código de Processo Civil, ao final da Arbitragem obtêm-se um título de mesma natureza. Importante dizer, que o Título Executivo Judicial possui caráter condenatório.


 Copiado: http://www.saopauloarbitragem.com.br/

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Logística Reversa: Está na Hora de Praticar Esse Conceito


Logística reversa é um dos novos instrumentos em prol da sustentabilidade estabelecidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010 e regulamentada pelo Decreto Nº 7.404 de 23 de dezembro de 2010. Entre os conceitos introduzidos em nossa legislação ambiental pela PNRS estão a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a logística reversa e o acordo setorial. 

Ela é definida como “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”. Em outras palavras, a indústria que lançou o produto é responsável por criar mecanismos para trazer sua embalagem de volta ou o próprio produto como no caso de pneus, por exemplo.
E não há uma fórmula pronta para que ela ocorra, cada indústria ou empresa precisa encontrar sua melhor solução. Se você ainda não encontrou uma para a qual você trabalha, nós mostramos alguns exemplos de quem já encontrou uma solução.

Embalagem de agrotóxicos

Agricultores, fabricantes e canais de distribuição contam com lei própria (lei 9.974/00) para o descarte ambientalmente correto das embalagens. Os agricultores lavam as embalagens e as devolvem nas unidades de recebimento. Os locais de devolução são indicados nas notas fiscais. O fabricante deve fazer a logística de transporte e dar a destinação final com reciclagem e incineração. 94% das embalagens de todo o mercado nacional são recolhidas e, dessa porcentagem, 95% é reciclado e 5% serve de combustível a incineradoras com licença ambiental, que possuem filtros e não emitem poluentes no processo de queima.

Pneus Bridgestone

A fabricante de pneus recebe os produtos em final de vida útil. Os pneus usados passam pelo processo de trituração e picotagem, resultando em fragmentos que são reutilizados. Com essa matéria-prima é possível fazer pisos, blocos e guias que substituem a brita, além de solados de sapatos e peças de reposição para indústria automobilística.

Itautec

A Itautec recicla computadores de mesa e terminais bancários de autoatendimento como parte do programa de logística reversa da empresa, controlada pelo grupo Itaú. As partes dos equipamentos são encaminhadas para 26 empresas homologadas para a reciclagem ser feita. Apenas 7% são compostos de materiais não são reaproveitados.

Embalagens Natura

Por meio de estudos e monitoramento do ciclo de vida das embalagens recicláveis de seus produtos, as embalagens são recolhidas e encaminhadas para reciclagem. Mais de 500 mil toneladas de resíduos tiveram destino adequado nos estados de São Paulo, Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Aparelhos Philips

Consumidores que tiverem aparelhos Philips inutilizados podem depositá-los nos postos de coleta credenciados pela marca. Além de aparelhos da Philips, pilhas, lâmpadas e baterias de qualquer outra marca são recolhidos e encaminhados para reciclagem.

Agora é a vez da sua empresa


Você gostou dos exemplos que viu e sabe que algo pode ser feito na sua empresa? Veja nosso outro artigo Logística reversa: está na hora de repensar seu negócio e comece o quanto antes um plano para seguir a PNRS.

Copiado: http://www.teraambiental.com.br/

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

10 Estatísticas Sobre Marketing que Você Precisa Saber

Seguem 10 estatísticas de marketing que estão revolucionando a coisa toda:
  1. 78% dos usuários fazem pesquisas online antes de comprar qualquer produto. O sucesso do Buscapé, Mercado Livre e do próprio Google no Brasil é uma prova disso. O brasileiro realmente pesquisa antes de comprar, e aqueles que criarem informação relevante para ajudar o cliente a tomar uma melhor decisão antes da compra estarão a frente do cliente quando ele pensar em comprar o que você vende.
  2. No último ano, o uso de emails por jovens até 17 anos caiu 59%, eles preferem SMS, MSN e Redes Sociais. Eu raramente recebo emails de “crianças” até 17 anos, mas já estou conectado com várias delas via Facebook e Twitter. Muitas dessas “crianças” foram apresentadas a BIZ por seus pais. Essa prática está acontecendo com uma frequência cada vez maior. Eu acho que os meus amigos estão envelhecendo… De qualquer maneira, toma nota na sua agenda. Daqui exatos 10 anos, essa turma estará fazendo negócios proativamente com você, e pelo jeito não será via email.
  3. 78% dos profissionais lêem os seus emails em smartphones. Temos que otimizar os e-news para serem lidos no mundo mobile. O Brasil ainda não tem nem de perto o mesmo número de smartphones que os americanos. Os smartphones no Brasil representam apenas 10% do mercado, lá fora já são quase 50%. Se você considerar esses dados, eu diria que 20% dos profissionais brasileiros (empreendedores & executivos) usam smartphones para ler emails. DEFINITIVAMENTE precisamos considerar esse fato antes de criarmos as mensagens que enviamos via email.
  4. 40% dos usuários de smartphones comparam preços de produtos na web enquanto estão dentro das lojas comprando um produto. Eu pessoalmente faço isso sempre. Inclusive quando faço compras em supermercados. Atualmente o Brasil tem 207,5 milhões de celulares em atividade. Desses, 20 milhões tem acesso a internet. Você entra na web enquanto faz compras?
  5. 200 milhões de americanos se cadastraram no sistema nacional de “não me ligue” para não receber ligações de telemarketing. Quem precisa de telemarketing? Eta profissão obsoleta!
  6. 41% das empresas B2B e 67% das empresas B2C conquistaram novos clientes através da Facebook. Eu mesmo já consegui muitos nem sei quantos clientes via as redes sociais. No último curso de vendas que rolou em São Paulo pelo menos 5 participantes se inscreveram pelo que vêem eu promover na Linkedin. 3 vieram pela Facebook, 7 pelo Twitter. Cresce todos os dias o número de pessoas que te conhecem via redes sociais.
  7. 84% dos jovens entre 25-34 anos PARARAM de visitar os seus sites favoritos devido ao excesso de propaganda nas suas páginas. Eu simplesmente acho horrível todos os web sites que carregam demais na propaganda. E pior que ainda tem portais populares mostrando pop-ups no Século 21! A minha fórmula para driblar esse inconveniente é acesso o conteúdo via RSS.
  8. 57% das empresas conquistaram novos clientes atráves dos seus blogs. A web site BIZ foi bloguificado em 2003. Tudo que aconteceu de lá para cá foi resultado do blog que está no e que você está lendo. TODOS OS DIAS algumas dezenas de pessoas descobrem a BIZ por conta das milhares de páginas de conteúdo da BIZ que foram indexadas pelo Google na web.
  9. O número de marketeiros americanos que consideram a Facebook “ultra importante”cresceu 83% nos últimos 2 anos. Existe, é claro, uma super valorização das redes sociais. O assunto como um todo está inflacionado. A Facebook, se você parar para pensar, não passa de um site onde você troca fotos e comentários com amigos, familiares e conhecidos. As redes ainda estão longe do que podem vir a ser. Ainda assim, está mais do que provado que os novos negócios virão dessas redes. Você realmente precisa participar das conversas que rolam sobre os  tópicos relacionados ao que você vende.
  10. Empresas que blogam recebem 55% mais visitas no seu web site do que empresas que não blogam. Teoricamente 25% do tráfego do seu web site vêem via mecanismos de buscas. As pessoas buscam respostas no Google e não folhetos de produtos. Repare que ao fazer a busca de qualquer coisa no Google você não é apresentado para páginas de fabricantes de produtos mas para páginas de puro conteúdo,  ou web sites que foram otimizados para a busca. Quer aumentar o tráfego do site? Blogue sobre conteúdo relevante para o seu cliente.

Copiado: http://www.saiadolugar.com.br/

Como Montar um FOOD TRUCK

Depois que São Paulo regularizou a venda de alimentos na rua, eles começaram a pipocar por aí. Os food trucks estão invadindo as grandes cidades do Brasil – a onda já começou em São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte.
A tendência é que os novos restaurantes sobre rodas elevem o padrão do paladar daqueles que já estão acostumados com dogueiros, pipoqueiros, “yakisobeiros” e “tapioqueiros”, além de arrebatar novos clientes, exatamente como ocorreu nos Estados Unidos.
Ou seja, tem comportamento de consumo novo surgindo por aí. O que significa que você pode estar começando a pensar em abrir o seu próprio food truck.
Os food trucks podem ser um excelente negócio. Mas como toda iniciativa empreendedora, você precisa reunir o máximo de informações que puder. Pesquise na internet, dê uma olhada na concorrência que está aparecendo, estude, inspire-se.
Uma ideia original e atraente, mais uma análise de mercado profunda – que te ajude a decidir por onde seu food truck vai andar ou parar é a fórmula do sucesso. Mais atendimento, limpeza, marca…

A história dos food trucks

Nos EUA, o food truck existe há bastante tempo. Muitas vezes eles são a única opção de alimentação fora de casa durante o dia de trabalho acelerado, e a adoção por parte do público executivo – hábito que nasceu na cidade de New York – fez com que os cardápios se sofisticassem ao longo do tempo.
Hoje os food trucks das grandes metrópoles são verdadeiros restaurantes sobre rodas. Sem deixar de lado os carrinhos de hot-dog novaiorquinos, assim com os sanduíches de pastrami, os kebabs, e, mais recentemente, alimentos típicos de países africanos.
No Brasil, até o ano passado, era fácil encontrar peruas e carros (mal) adaptados e carrinhos vendendo hot-dogs, tapiocas, bolos, lanches, sanduíches, refrigerantes, sucos – refeições rápidas e baratas, sem muita atenção quanto ao serviço prestado. (E, falemos a verdade, muitas vezes sem o cuidado necessário.)
Mas com a tendência dos food trucks isso está mudando.

Como decidir o cardápio?

Pesquise. Já existem algumas páginas na internet nas quais você poderá se informar sobre a regulamentação e ainda acompanhar o surgimento de novos food trucks em diversas outras cidades do Brasil.
No site “Food Truck nas Ruas”é um portal de busca e localização de comida de rua. Mas você pode acompanhar as novidades na fanpage dos caras no Facebook.
Na página “Brasil Food Trucks” do Facebook contém informações atualizadas sobre o processo de regulamentação, além de postar os novos empreendimentos que aparecem pelas ruas brasileiras.
Ainda que as precursoras carrocinhas de cachorro-quente permaneçam no topo da lista em termos de quantidade, hoje já há food trucks de bolo caseiro, massas, comida baiana, italiana, árabe, mexicana/tex-mex e francesa, temakeria, fish and chips (típico da Inglaterra), hambúrguer gourmet , sorvetes e milk shakes e até vinho.
Mas a tendência é a da predominância da oferta de cardápios elaborados e serviços atenciosos, como ocorre nos melhores restaurantes – guardadas as devidas proporções.
Como eu posso transformar o meu carro?

O termo food truck veio importado da América, mas por aqui ele se tornou genérico, valendo para Kombi, vans, trailers, furgões, caminhonetes e, sim, caminhões, mas somente aqueles com no máximo 6,30 metros de cumprimento.
O veículo que será transformado em um restaurante sobre rodas precisa passar por diversas modificações. É preciso turbinar os freios e a suspensão, além de deslocar o motor do capô para baixo da cabine em casos em que o espaço precisa ser ampliado.
Você também precisa consultar um especialista em pneus para ter a certeza de estar fazendo a melhor escolha. Pneu é fundamental! Dá uma lida neste post nosso para saber como escolher o melhor pneu para a cidade. 
No caso dos food trucks, é necessário levar em consideração a carga que será carregada constantemente: aparelhagem da cozinha, mesas, cadeiras, estoque, funcionários, expositores, entre outros. Tudo isso soma peso e interfere na rodagem do veículo e principalmente na segurança, tornando-se necessária a alteração do conjunto de pneus com medidas e índice de carga adequado à necessidade de uso. Pneus com estrutura e composição diferenciadas, próprios para rodar com carga oferecendo segurança podem ser encontrados para diversos tipos de veículos que venham a ser utilizados como food trucks.
Também será preciso adaptar e equipar o interior do food truck com:
  • pia
  • forno e fogão industriais
  • fritadeira e chapa – se for o caso
  • coifa – coletor de detritos
  • geladeira – freezer
  • gerador e instalação de gás
Alguns food trucks podem oferecer mesas e cadeiras ou bancos – e o espaço para guardar esses móveis precisa ser considerado, além do armazenamento de pratos, copas, talheres, panelas, ingredientes etc.
COPIADO: https://www.itaro.com.br

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Diferença de Administração e Gestão

Administração - Deriva do latim, administrare, gerir; ação de administrar; função de administrador; gestão, gerência.


Gestão - Deriva do latim, gerere, administrar; ato de gerir; gerência; administração; administração ou gerência.

Administrar é planejar, controlar, dirigir e controlar pessoas para atingir de forma eficiente e eficaz os objetivos de uma organização.

Gestão é lançar mão das funções e conhecimentos necessários para, por intermédio de pessoas, atingir os objetivos de uma organização de forma eficiente e eficaz.

Administração - Concepção técnica racional e Enfoque no Processo administrativo


Gestão - Concepção gerencial e Processo político-administrativo.


Administração - Princípios de previsão, organização, comando, coordenação e controle.


Gestão - Princípios de participação, de autonomia e de responsabilidade.

  • Administração significa gerir um bem, zelar por negócios dos que os possuem, portanto é a prática de gerir. Então, a administração é vista “[...] como processo de planejar para organizar, dirigir e controlar recursos humanos, materiais, financeiros e informacionais visando à realização de objetivos” (MARTINS, 1999, p.24).

Assim, a administração é uma atividade universal, pensada racionalmente, que é desenvolvida com vistas à realização de um objetivo relacionado à organização social em qualquer realidade e, ao mesmo tempo, determinados por uma sociedade. 


Enquanto que o termo gestão surgiu da necessidade de um novo conceito de administrar, que expressasse as mudanças que aconteciam dentro da ação administrativa, que superasse a visão tecnicista da administração, que fosse além das tarefas: coordenar, planejar, organizar, dirigir e controlar, que incorporasse um novo momento social, político e cultural. Um conceito mais interdisciplinar, fundamentado na filosofia, sociologia, antropologia e política.


Desta forma, por retratar uma visão estratégica mais ampla, mais descentralizada, um processo político-administrativo, com as ações mais interligadas e contextualizadas, promovendo condições mais adequadas, tanto materiais, quanto humanas, para promover o sucesso dos processos social, cultural, educacional e político dentro das empresas, aqui, optou-se pelo termo gestão, enquanto concepção mais democrática, mais participativa, que suscita a colaboração dos sujeitos sociais envolvidos no processo.


Uma vez esclarecido o termo gestão, fica patente a necessidade de entender o que significa o termo gestão do conteúdo na era digital. 


Um esquema mostram as inter-relações entre os elementos e seus significados. O termo “informação” está relacionado com o tempo e o espaço (era), e com o conteúdo que é gerado neste espaço. Mas também se pode ver que o tempo/espaço só se relaciona com ele mesmo. Isto porque o conhecimento é atemporal, mas a informação precisa chegar em tempo real (imediata), já que deve servir de suporte para a gestão, para torná-la mais flexível, dinâmica e descentralizada, na medida em que serve como ferramenta para a construção do conhecimento e para melhorar a comunicação entre os colaboradores, dá suporte para tornar as tarefas de coordenação e supervisão mais eficientes.



Gestão -  Lançar mão das funções, conhecimentos e informações necessários para, por intermédio de pessoas, alcançar os objetivos de uma organização, de forma eficiente e eficaz.


Conteúdo - Aquilo que está dentro de algo (contido) assunto. São os dizeres (duma carta, relatórios), Informações.



Era - Tempo, época, data.Espaço histórico.


Digital - Dedos/dígitos - Representações de informações, Caracteres (sinais, números).


Assim, pode-se dizer, a priori, que a gestão do conteúdo na era digital faz parte de um processo político-administrativo organizado, orientado de forma eficiente e eficaz, que tem por objetivo viabilizar a edição e publicação de assuntos (dizeres, imagens, sons) que estarão disponíveis (por um tempo determinado) na web.


Gestão do conteúdo expressa à necessidade do gestor estar sempre informado, e de disseminar constantemente informações aos seus colaboradores, provocando mais envolvimento e participação, resolvendo conflitos e valorizando os seus colaboradores. Porque, de acordo com Heloani (2003, p.15): 


[...] o modo com o qual o fator humano é gerenciado nas organizações depende, basicamente, do modelo de gestão adotado e, principalmente do paradigma predominante em determinado período.


Desta forma, os modelos de gestão, repercutem nas instâncias inferiores das instituições e configuram os aparatos administrativos e políticos, que definem os recursos financeiro e humano, competências e funções, implicando na fixação de distintas tarefas que cada instância de governo realizará em virtude dos seus objetivos políticos. 



Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO