quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Administrador Profissional versus Administrador de Condomínios

Gestão caseira ou tercerizada, um gestor mais próximo ou uma empresa especializada?
Assim como tudo na vida, um condomínio também precisa de organização.
A rotina de um condomínio vai além do entra e sai de moradores ou visitantes. O controle dos serviços está cada vez mais informatizado.
E atualmente a maneira de administrar um condomínio está tornando-se cada vez mais parecida com o gerenciamento de uma empresa.
E existem algumas diferenças na gestão feita por um síndico, um administrador profissional e uma administradora de condomínio
Para perceber quais são as diferenças e os principais pontos de gestão feita por um síndico, um administrador profissional e uma administradora de condomínio.

 A gestão de um síndico.

síndico é o morador eleito para representar o condomínio. É o representante, ‘a voz’ do condomínio e dos condôminos.
Ainda que muitos considerem que a função de um síndico é tarefa simples, poucos sabem que ele responde, civil e criminalmente, pelo condomínio
Normalmente a única remuneração de um síndico é a isenção da taxa de condomínio.
A gestão de um síndico baseia-se em:
  • Convocar assembléias,
  • Desempenhar as obrigações impostas pelo Código Civil.
  • Representar o condomínio legalmente,
  • Zelar pela conservação das áreas comuns, pela ordem no condomínio e pela prestação de serviços,
  • Arrecadar as cotas do condomínio,
  • Prestar contas a assembléia e fazer cumprir todas as determinações.
  • Intermediar conflitos e sempre visar o bem pensando no coletivo.
Boa parte da gestão de um síndico é exigir que as regras de convivência do condomínio sejam respeitadas.

 A gestão de um administrador profissional

Para ser administrador de condomínio é necessário ter curso profissionalizante em Administração de Condomínio.
Um administrador profissional irá fazer sua gestão com profissionalismo, pois é responsável por gerir e atender as demandas do condomínio que administra.
A gestão de um administrador de condomínios destaca-se por:
  • Conhecimento na legislação e na Convenção do Condomínio,
  • Gerenciamento de funcionários,
  • Administração financeira,
  • Negociação com fornecedores e prestadores de serviço,
  • Valorização do patrimônio
  • Prestação de contas,
  • Elaborar folha de pagamento,
  • Pagamento de contas e encargos do condomínio.
A função de um administrador de condomínios é solucionar problemas administrativos, jurídicos e financeiros, além de manutenção do condomínio.

 A gestão de uma administradora de condomínios

Uma administradora de condomínios dará um suporte administrativo ao síndico.
As responsabilidades de uma administradora de condomínios são:
  • Movimentação financeira do condomínio,
  • Elaboração das prestações de conta,
  • Elaboração das folhas de pagamento, escala de folgas, encargos sócias,
  • Gerenciamento do departamento de pessoal,
  • Assistência jurídica,
  • Ter um representante nas assembléias,
  • Implantação do sistema de segurança.
Entre outras obrigações, a administradora de condomínio deverá arquivar organizar e controlar e manter atualizada uma série de documentação como:
  • CNPJ do condomínio
  • Seguro obrigatório,
  • Plantas do condomínio,
  • Livro de atas,
  • Cadastro dos proprietários e inquilinos,
  • Pastas com as despesas e receitas dos condomínios, referente aos últimos cinco anos.
Uma administradora de condomínios evita que ocorram erros na administração e equívocos na gerência que acabam gerando prejuízos financeiros.
Agora que você já conhece quais são as principais diferenças entre um condomínio administrado por um síndico, um administrador profissional e uma administradora de condomínio, você deve fazer uma análise do que é melhor para o seu condomínio.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Fundamentos de Avaliação

O sucesso de qualquer empresa depende de seu processo decisório. Diante de um cenário econômico com riscos cada vez maiores, onde há um desequilíbrio nas taxas de juros, o mercado apresenta-se desajustado e as regras da economia em constante oscilação, há uma exigência maior na capacidade de análise na hora de tomar decisões na empresa.
A falta de conhecimento por parte dos administradores acerca da dinâmica do Mercado Financeiro tem dificultado na hora do fechamento de negócios. Avaliar se um investimento é viável ou não requer conhecimento sobre taxa de juros, entender as medidas estatísticas para mensurar o risco de um ativo, e dentre muitos outros aspectos relevantes na hora da tomada de decisão, podem amenizar e até mesmo sanar um problema existente.
Por entender que um dos objetos de estudo da Administração é a tomada de decisão, viabilizadas por dados e informações fornecidos pela contabilidade, é que serão explanados somente como análise, assuntos sobre diferentes tipos de taxas de juros, medidas estatísticas adotadas na avaliação de ativos e o estudo do risco do Mercado Financeiro.
Todos os assuntos abordados neste trabalho serão definidos conceitualmente e suas aplicabilidades serão contextualizadas em diversas situações práticas no comportamento do Mercado Financeiro.

1. FUNDAMENTOS DE AVALIAÇÃO
1.1 MEDIDAS ESTATÍSTICAS DE AVALIAÇÃO E RISCO

A medida estatística, de acordo com Assaf (2013, p. 96), é um método científico que permite que seus usuários tomem as melhores decisões mediante condições de incerteza.
Atualmente, diante de um cenário econômico inconstante e com riscos cada vez mais latentes, avaliar o retorno de um investimento, tornou-se um desafio para os profissionais desta área. Podemos citar como vilões de risco no mercado financeiro, a inflação e as taxas do governo.

Portanto, é necessário além de um amplo conhecimento de mercado, o uso do método estatístico na avaliação de seus instrumentos financeiros.
A técnica utilizada para descrever analiticamente as variáveis de uma amostra é chamada estatística descritiva. Ela visa, mediante quantificação de dados que compõem a amostra, reunir informações importantes para que a tomada de decisão seja a mais precisa possível.

1.1.1 Medidas de posição – tendência central
Segundo a professora Cecília Rokembach, do departamento de estatística da PUC1,2 medidas de posição são medidas que servem para representar uma série de dados e para permitir a comparação entre duas ou mais séries ou conjuntos de observações. Dentre tais medidas pode-se salientar a média, a mediana e a moda.

1.1.2 Medidas de dispersão
Medidas de dispersão são estratégias usadas na estatística para verificar se os valores de um conjunto de dados estão dispersos ou não. As medidas mais aplicadas na prática de avaliação de risco são o desvio-padrão, a variância e o coeficiente de variação.

1.1.2.1 Desvio-padrão e variância
Segundo Amanda Ribeiro, graduada em matemática, escrevendo seu arquivo no portal Brasil Escola, expõe que O desvio padrão é capaz de identificar o "erro" em um conjunto de dados, caso quiséssemos substituir um dos valores coletados pela média aritmética. Este aparece junto à média aritmética, informando o quão "confiável" é esse valor. 

1.1.2.2 Coeficiente de variação – CV
O coeficiente de variação, geralmente expresso em %, é o instrumento que mede o grau de dispersão relativa, ou seja, o risco por unidade. Enquanto que o desvio-padrão e a variância mede o grau de dispersão absoluto. O Coeficiente de Variação é útil para compararmos a variabilidade (dispersão) de dois conjuntos de dados de ordem de grandezas diferentes.

2. PROBABILIDADES
Probabilidade, normalmente expressa em porcentagem, refere-se à possibilidade de um determinado evento ocorrer. Diante da tomada de decisões de investimentos, na prática, esse conceito vai muito além de uma possibilidade de um único resultado esperado, mas a diversos valores possíveis a ocorre.
A probabilidade definida em um evento ou em um conjunto de eventos de incerteza pode ser dividida em dois termos: objetivos ou subjetivos.

A probabilidade objetiva é proveniente de situações passadas que se
repetiram inúmeras vezes, das quais não se há dúvidas de sua ocorrência. Por
exemplo, a probabilidade de que um produto saia defeituoso no processo produtivo
atual, pode ser obtida através de análises passadas desta mesma produção em
períodos diferentes.

A probabilidade subjetiva é decorrente de novos eventos dos quais não se
tem experiências passadas relevantes. Neste caso de incerteza, a unidade decisória
da empresa precisa atribuir subjetivamente probabilidade aos resultados esperados.
Por exemplo, a probabilidade de que um novo produto a ser lançado no mercado
seja aceito pelo consumidor, será obtida através de análise subjetiva baseada em
pesquisa de mercado, projeções de demanda, intuição da equipe administrativa e de
produção, experiência profissional e etc.

2.1 Medidas estatísticas aplicadas ao estudo do risco
Ao analisar um investimento, o administrador precisa compreender qual o
grau de risco que este está associado, bem como avaliar as formas e quantidade de
retorno futuro.

2.2 Distribuição normal
Apesar de uma variável ser classificada como discreta ou contínua, o objeto de estudo deste capítulo será a variável contínua também conhecida como probabilidade normal.
A distribuição de probabilidade normal é uma variável amplamente usada no estudo de estatística por assumir valores infinitos, portanto mais difíceis de mensurar somente através dos cálculos da média.
Sua importância ainda é descrita também na área de avaliação de investimentos, principalmente por apresentar uma aproximação à curva normal dos retornos esperados e também em outros eventos financeiros.

2.3 Covariância
A covariância é um tipo de valor usado na Estatística para identificar a inter-relação entre determinados valores. A covariância entre duas variáveis X e Y é igual a média de uma variável aleatória Z que por sua vez é o produto dos desvios de cada uma das duas variáveis X e Y em relação as suas respectivas médias.
2.4 Correlação
A correlação, segundo Assaf, (2013, p.105) visa explicar o grau de relacionamento verificado no comportamento de duas ou mais variáveis. A quantificação desse relacionamento é obtida estatisticamente por meio do coeficiente de correlação, que pode variar de +1 a –1. Quando o coeficiente de correlação for igual a -1, diz-se que as variáveis são inversamente correlacionadas, isto é, quando a variável Y diminui, a variável X tende a elevar-se. Caso contrário, se for exatamente igual a +1, diz-se que as variáveis são diretamente correlacionadas, isto é, variações de Y determinam alterações paralelas e no mesmo sentido na variável X.
2.5 Regressão linear
A regressão linear é uma ferramenta estatística usada para prever futuros valores a partir de valores passados.
A análise de regressão linear se dá a partir do estudo de um conjunto de valores X e Y, onde (Y) representa a variável dependente em função de uma variável independente (X), seu objetivo é conhecer o quanto variações de X podem afetar Y.

 CONCLUSÃO
É sabido que, para um administrador na atual conjuntura, tomar decisões sobre como e quando investir em novos projetos tem sido um desafio constante, visto que o cenário econômico está cada vez mais propenso às incertezas.
Ao conhecer diferentes tipos de taxas de juros e medidas estatísticas adotadas na hora de avaliar ativos e seus riscos no mercado financeiro, pôde-se numa abordagem mais prática, sanar dúvidas que, não são apenas dos acadêmicos, mas também de muitos profissionais experientes no mercado, que tem feito confusão, na tomada de decisão, por não dominar a aplicabilidade dessas ferramentas.
Portanto, faz-se necessário, a correta avaliação dos riscos, sendo que este é um fator que vai determinar o sucesso ou fracasso das decisões tomadas diante de um investimento.
O estudo sobre fundamentos de avaliação foi de suma importância para a formação profissional dos estudantes envolvidos no desenvolvimento deste trabalho; uma vez que agregou conhecimento sobre assuntos relevante para um futuro administrador sobressair-se com propriedade na dinâmica de suas atividades dentro de uma empresa.

Por  - http://www.artigonal.com/financas

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

A Contabilidade nas Empresas

Contabilidade é a técnica do cálculo e do registro das operações comerciais ou financeiras realizadas por uma pessoa, sociedade, empresa ou repartição do Estado.
A Contabilidade é composta pelas seguintes funcionalidades:
  • ·         Função de registro
  • ·         Função de controle
  • ·         Função de avaliação
  • ·         Função de previsão

Esta tem como objetivo fornecer informações relevantes sobre o patrimônio de uma determinada pessoa ou entidade, como por exemplo: o valor dos seus ativos, passivos, receitas, custos e despesas, rentabilidade e lucratividade do negócio, e produtividade da mão-de-obra.
Essas informações são de grande interesse, pois permitem obter um conhecimento realista da situação econômica e financeira e tomar decisões com base em dados objetivos.
Por vezes os gestores tomam decisões erradas por não possuírem um conhecimento realista e objetivo da situação patrimonial da empresa.
Por exemplo, os gestores precisam saber qual é a sua estrutura de custos, o valor das margens dos produtos que a empresa comercializa, o impacto nos resultados de um aumento ou descida dos preços, entre outros.
Sem informação precisa, as decisões de gestão falham.
No entanto, a informação produzida pela contabilidade não é relevante apenas a nível interno. Uma empresa não se encontra isolada, ela está inserida num determinado setor e estabelece relações a vários níveis com outros agentes econômicos (clientes, fornecedores, bancos, Estado, etc.).
Para estas entidades as informações obtidas a partir da Contabilidade têm um papel relevante, pois lhes permite saber se a empresa tem condições para cumprir com as suas obrigações, como por exemplo, se são capazes de realizar o fornecimento de produtos ou serviços a tempo e com qualidade, ou a pagar as suas dívidas, cumprindo assim com as suas obrigações fiscais, etc.
A Contabilidade deverá ser capaz de responder a várias questões fundamentais para que seja possível um empresário tomar decisões, tais como:
  • ·         Qual é o produto mais rentável?
  • ·         Quanto custa produzir um bem ou serviço?

·  Como podemos projetar os resultados de acordo com os vários cenários que apresentam (por exemplo, qual é o nível de produção e venda que permite obter determinado resultado)?
Ao longo do tempo de vida de uma empresa a contabilidade permite estabelecer padrões, saber quais as variáveis com mais impacto no resultado e saber quais os aspetos que requerem mais atenção. Inclusive, é possível afirmar que a contabilidade é o livro de uma empresa onde tudo fica registrado e a sua leitura permite tirar conclusões úteis que, se bem geridas, garantem a sua continuidade.
Uma boa contabilidade nas empresas oferece as seguintes vantagens:
  • ·         Maior controle financeiro e econômico às empresas;
  • ·         Facilita o acesso às linhas de crédito com bancos e fornecedores;
  • ·         Prova aos sócios a situação patrimonial real da empresa;
  • ·         Demonstração do resultado do exercício;
  • ·         Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados;
  • ·         Demonstração de origens e aplicação de recursos;
  • ·         Balanço patrimonial.

Existem soluções de gestão para empresas que pretendam realizar a sua própria contabilidade, nomeadamente ao nível da contabilidade orçamental, geral, analítica e de custos de qualquer empresa.
Este tipo de soluções oferecem as seguintes vantagens:
  • ·         Valor para o cliente;
  • ·         Contabilidade geral e analítica;
  • ·         Gestão completa de centro de custos;
  • ·         Controle Orçamental;
  • ·         Mapas e obrigações legais;

Gestão dos livros Contabeis é a técnica do cálculo e do registo das operações comerciais ou financeiras realizadas por uma pessoa, sociedade, empresa ou repartição do Estado.
A Contabilidade é composta pelas seguintes funcionalidades:
  • ·         Função de registro
  • ·         Função de controle
  • ·         Função de avaliação
  • ·         Função de previsão

Esta tem como objetivo fornecer informações relevantes sobre o patrimônio de uma determinada pessoa ou entidade, como por exemplo: o valor dos seus ativos, passivos, receitas, custos e despesas, rentabilidade e lucratividade do negócio, e produtividade da mão-de-obra.
Essas informações são de grande interesse, pois permitem obter um conhecimento realista da situação económica e financeira e tomar decisões com base em dados objetivos.
Por vezes os gestores tomam decisões erradas por não possuírem um conhecimento realista e objetivo da situação patrimonial da empresa.
Por exemplo, os gestores precisam de saber qual é a sua estrutura de custos, o valor das margens dos produtos que a empresa comercializa, o impacto nos resultados de um aumento ou descida dos preços, entre outros.
Sem informação precisa, as decisões de gestão falham.
No entanto, a informação produzida pela contabilidade não é relevante apenas a nível interno. Uma empresa não se encontra isolada, ela está inserida num determinado sector e estabelece relações a vários níveis com outros agentes económicos (clientes, fornecedores, bancos, Estado, etc.).
Para estas entidades as informações obtidas a partir da Contabilidade têm um papel relevante, pois permite-lhes saber se a empresa tem condições para cumprir com as suas obrigações, como por exemplo, se são capazes de realizar o fornecimento de produtos ou serviços a tempo e com qualidade, ou a pagar as suas dívidas, cumprindo assim com as suas obrigações fiscais, etc.
A Contabilidade deverá ser capaz de responder a várias questões fundamentais para que seja possível um empresário tomar decisões, tais como:
  • ·         Qual é o produto mais rentável?
  • ·         Quanto custa produzir um bem ou serviço?

·   Como podemos projetar os resultados de acordo com os vários cenários que apresentam (por exemplo, qual é o nível de produção e venda que permite obter determinado resultado)?
Ao longo do tempo de vida de uma empresa a contabilidade permite estabelecer padrões, saber quais as variáveis com mais impacto no resultado e saber quais os aspetos que requerem mais atenção. Inclusive, é possível afirmar que a contabilidade é o livro de uma empresa onde tudo fica registado e a sua leitura permite tirar conclusões úteis que, se bem geridas, garantem a sua continuidade.
Uma boa contabilidade nas empresas oferece as seguintes vantagens:
  • ·         Maior controlo financeiro e econômico às empresas;
  • ·         Facilita o acesso às linhas de crédito com bancos e fornecedores;
  • ·         Prova aos sócios a situação patrimonial real da empresa;
  • ·         Demonstração do resultado do exercício;
  • ·         Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados;
  • ·         Demonstração de origens e aplicação de recursos;
  • ·         Balanço patrimonial.

Existem soluções de gestão para empresas que pretendam realizar a sua própria contabilidade, nomeadamente ao nível da contabilidade orçamental, geral, analítica e de custos de qualquer empresa.
Este tipo de soluções oferecem as seguintes vantagens:
  • ·         Valor para o cliente;
  • ·         Contabilidade geral e analítica;
  • ·         Gestão completa de centro de custos;
  • ·         Controlo Orçamental;
  • ·         Mapas e obrigações legais;
  • ·         Gestão dos livros contabilísticos;
  • ·         Soluções integradas com Gestão Comercial;
  • ·         Automatização de processos rotineiros e diários.
  • ·         Soluções integradas com Gestão Comercial;
  • ·         Automatização de processos rotineiros e diários.
 Copiado:http://www.artigonal.com/financas-

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

11 DICAS PARA ASSUMIR O CONTROLE DAS NOSSAS FINANÇAS

controle financeiro pessoal
Muitas vezes eu me pergunto quando que vou assumir o controle das finanças pessoais, pois sinceramente é um pesadelo.
Bom, ter vontade de controlar o dinheiro e o primeiro passo, reconhecer de uma forma consciente que temos que ter o controle.

Dominar o seu próprio dinheiro não necessita nenhum curso ou ter alguma habilidade especial, más força de vontade e compromisso, se não poderá haver a necessidade de algum estudo especifico más nada de mais.
Vou mostrar algumas coisas que pude aprender durante a minha busca do gerenciamento perfeito do meu dinheiro e claro as ferramentas necessárias para completar nossos objetivos e acredito que teremos vários, afinal sempre queremos muitas coisas.
Segura as dicas:
Tarja de Energia
a melhor opção na hora de adquirir aparelhos é ver se tem a tarja de qualidade A
  1. Você sabe quando ganha e gasta de dinheiro? Isso é que você tem que fazer uma lista de receitas e despesas, especifique tudo.
  2.  Você tem Bens? Faça uma lista estimado do total que você tem com o valor de cada um especificado.
  3. Tudo que é fixo anual tipo alguns impostos. Encontre o custo anual de seus bens (IPVA,IPTU, IR, Etc)
  4. Lista detalhada de suas rendas. Liste caso tenha o rendimento mensal de seus investimentos, freelances,participação empresa, aluguel de imóveis.
  5. Você se pergunta se está sendo cobrado corretamente? Já vi casos até a conta de água vir sempre alterada e ser o problema decorrido de um vazamento, procure como economizar em tudo e questione tudo!
  6. Planejamento de novas fonte de renda. Sim! Se isso não for feito nunca aparecerá, o primeiro passo é guardar dinheiro pois oportunidades aparecem.
  7. Almeje. Se você acha que abrir uma padaria poderia ajudar e muito numa renda familiar, faça orçamentos pesquise quando você gastaria e quanto teria que trabalhar para conquistar, se você não sonhar e ver o objetivo nunca alcançará, procure algo que você seja bom de verdade.
  8. Mude de Frequência. Caso use cartões de crédito será a atitude mais drástica que terá que fazer, quebre-os. Mude completamente não será fácil você se acostumar mas dará maravilhosos resultados.
  9. Poupanças? Sim caso você tenha alguma experiência procure outras vias de investimento más para quem ta começando a poupança servia mais para controle do que você está conseguindo guardar.
  10.  Conseguiu poupar? O sinal mais positivo de um bom controle financeiro é poupar para poder investir, além de poder aplicar seu dinheiro a fundos de rentabilidade poderá adquirir parte de negócios ou até mesmo abrir o seu como sitado acima.
  11. Ferramentas para controle preciso? Sim para você não ficar sem rumo é excelente você controlar via algum software suas finanças, indicamos oAfortunado.
Copiado: http://www.afortunado.com.br/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

As Desvantagens de Ser um 'Hipopótamo' na Era do Big Data

Poderosos, imponentes e muitas vezes assustadores, estão sempre atraindo as principais atenções por onde passam. Mas não é só na natureza ou nos zoológicos que você pode encontrar estes mamíferos intrigantes. 

No mundo corporativo, os hipopótamos estão frequentemente nas salas dos andares mais altos, com os currículos mais invejados ou nas cabeceiras das mesas de reunião. Temidos ou admirados, a verdade é que os hipopótamos corporativos, chamados "HiPPOs", já viveram dias melhores.

A comparação com os hipopótamos é derivada do acrônimo " HiPPO" ( Highest Paid Person's Opinion ou "parecer da pessoa mais bem remunerada") e diz respeito àqueles que detém o poder da decisão final.

Os hipopótamos do mundo animal possuem uma ótima audição, visão e olfato e uma das maiores bocas (entre os mamíferos só perdem para as baleias). Tendem a ser territorialistas e avançam sobre qualquer um que invada seu habitat. Qualquer semelhança com os HiPPOs corporativos pode não ser mera coincidência.

Por muitas décadas, se tornar um "hipopótamo" foi o objetivo de vida de milhões de profissionais. Afinal, deter o poder da emitir a opinião final era sinônimo de atingir o topo da carreira. Como nos filmes de Hollywood em que, aconselhado por ministros e secretários, o Presidente dos Estados Unidos ouve a todos e diz solenente: "we'll do it my way". E ponto final. 

Na atualidade, entretanto, parecem haver mais desvantagens do que vantagens em ser um hipopótamo. Por quê? Porque estamos vivendo na era da revolução digital. E o que uma coisa tem a ver com a outra? A resposta é simples.

Com a tecnologia, dados e metadados circulam livremente em quantidades absurdas a todo tempo e por todos os lados, capazes de combater a opinião de um HiPPO e desmoralizá-lo em poucos segundos.

Como utilizar os dados, então, a seu favor? É aí que entram em cena os Geeks, ou "nerds", que são os especialistas, que compreendem os números e sua utilidade. São aqueles que utilizam-se de dados estatísticos concretos para emitirem seus pareceres. Se, por muitos anos, foram vítimas de preconceito e taxados de antissociais, hoje possuem, provavelmente, o perfil profissional mais valioso do mercado.

O mais famoso geek mundial atende pelo nome de Nate Silver, um estatístico americano que previu o resultado das duas eleições do Presidente Barack Obama nos 50 estados americanos, ao contrário de diversos analistas políticos. Seu trabalho de análise quantitativa alia teoremas estatísticos com novos fatos à medida em que vão surgindo, para calcular as probabilidades condicionais de resultados. 

Parece simples e infalível, mas não é. Em seu livro, "O Sinal e o Ruído", Nate traz várias situações em que muitas vezes o "ruído", ou uma falsa premissa, pode levar à uma interpretação errônea de "sinal" e comprometer o resultado final.

Então, se nem os Geeks conseguem garantir um resultado 100% preciso, qual é, então, o grande desafio dos HiPPOs no mundo atual? Possivelmente ter a sabedoria e humildade para unir sua experiência aos dados estatísticos, sem deixar de lado sua sensibilidade de gestor estratégico.
Pois, embora os dois riscos sejam reais, ser traído pela intuição é mais comum do que ser traído por dados estatísticos. Escolher o caminho mais seguro é tarefa diária de qualquer liderança.

Por isto é importante escutar especialistas e aprofundar os estudos estatísticos, e não utilizar o peso da opinião para negar os dados, mas sim para alimentá-los. E vice-versa. Podemos arriscar dizer, então, que o par ideal para um HiPPO é encontrar seu Geek para sacramentar um casamento perfeito.

No mundo atual, em que vivemos uma revolução digital, HiPPOs e Geeks podem e devem conviver em harmonia. Ao contrário do que podem parecer à primeira vista, não são inimigos naturais e possuem infinitas possibilidades de cooperação. Juntos, podem tornar-se imbatíveis, liderar qualquer cadeia alimentar e dominar o ambiente em que estão inseridos.

Na defesa dos HiPPOs, é importante lembrar que o "peso" de suas decisões vem acompanhado na maior parte do tempo de uma visão mais global e estratégica da organização. Esta visão não garante, no entanto, que seu parecer leve em conta as especificidades técnicas do assunto em questão.

Por este motivo, a opinião de um Geek pode ter tanto ou mais peso do que a de um HiPPO na decisão final. Afinal de contas, uma opinião sem dados torna-se meramente um palpite. E, no mundo atual, é preciso muito mais para convencer um board de executivos, por exemplo, e não transformar uma reunião de conselheiros em um festival de "palpiteiros" sem credibilidade.

É por estas e outras que, ao contrário do que possa parecer, a vida de um hipopótamo nos dias de hoje não é nada fácil...

 Por: Head of Protocol / Chefe do Cerimonial at Petrobras

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

8 Lições de Kotler Sobre o Novo Marketing

Você já ouviu falar de Philip Kotler

Pois, se não ouviu, saiba que ele é o papa do marketing, professor na escola de negócios Kellogg, da Universidade Northwestern. Seus livros venderam mais de cinco milhões de cópias e foram traduzidos para mais de 40 países e agora é uma espécie de lenda viva, aos 80 anos. 

Apesar da idade, ainda está super disposto e dissemina fortemente seus conceitos e experiências.

Para Kotler a essência do marketing não mudou, pois ainda devemos nos focar no consumidor e suas necessidades, no criar, comunicar e entregar valor e no pensar que o cliente precisa estar satisfeito e encantado.

Ele cita ainda que com o digital precisamos aprender a medir o valor de cada um de nossos canais e que o sucesso das marcas está baseado na combinação entre mídia digital e tradicional, que podem ser combinadas, sendo a digital ideal para o engajamento individual e a tradicional para estratégias de branding ou de produto.                                                                                                                   Das lições de Kotler, elenco algumas:
1) Um novo marketing, o velho já morreu
Agora os consumidores tem conhecimento, podem ir atrás, não dependem apenas do que a publicidade entrega. Eles podem saber muito sobre uma marca ou empresa, mais do que se imagina. Um exemplo? Hoje quando vamos à uma concessionária comprar um carro, já sabemos tudo sobre ele, pois pesquisamos na internet antes. Vamos tomar a decisão de comprar depois de consultarmos nossos amigos nas redes sociais perguntando o que acham daquela marca e modelo. E as pessoas serão sinceras. Neste sentido, não adianta mais forçar a barra ou forjar imagens. As empresas só podem ser o que verdadeiramente são, pois o consumidor é esperto e fareja de longe.                         Aqui não podemos deixar de falar sobre os dispositivos móveis. Os consumidores estão conectados o tempo todo, buscando informações sem parar! Seu negócio está pensando nisso? Muitas vezes o cliente sabe mais sobre a empresa que o próprio dono!
2) Inove ou morra
Inovar traz riscos sim, mas quem não quiser corrê-los será pulverizado. No marketing atual muitas vezes é preciso arriscar, testar, mensurar e agir. Não dá pra ficar sentado esperando, sem mexer no produto, sem evoluir. Muitas empresas que fizeram isso foram consumidas e extinguidas.
3) Você sabe com quem está falando?
Antes não haviam formas de saber com quem falávamos. Éramos todos obrigados a assistir à mesma programação na TV. No dia seguinte nosso assunto na escola ou trabalho era o que havia passado na TV e mais nada. A publicidade era entregue à massa e não se podia mensurar rápido e corretamente. Mas agora, com o digital podemos e devemos saber com quem estamos falando para oferecer o que eles precisam. Você tem feito isso ou está jogando todo mundo no mesmo saco? Você realmente acha que apenas ter uma pagininha institucional que agrada mais ao seu ego ou o ego dos donos é suficiente?
4) Marketing não é mais departamento apenas
Se antes o marketing era visto como um setor que só se recorria quando necessário ou para pensar em publicidade e fazer materiais impressos, agora é diferente. Em muitos casos o marketing é quem gerencia diversas equipes, inclusive de vendas. De acordo com Kotler, agora se trata de um processo que começa com planejamento e vai até a mensuração. Marketing agora anda junto com vendas. "O marketing não pode ser visto apenas como um setor . Na verdade, esse setor deve funcionar como uma força de papel decisivo para o sucesso de um negócio."
5) Use as redes sociais direito
Primeiro entenda que presença on-line não é nada. É preciso fazer, estar lá de verdade! Se você não está, tenha certeza que alguém o fará por você: ou falando mal ou o seu concorrente.                                                                                                                                 Ninguém quer ver seu produto sendo esfregado. Os consumidores querem histórias relacionadas. Existe receita de bolo? Não. Por isso todos estão à caça dos criativos-realizados, que pensam algo novo e fazem acontecer, que sabem criar conteúdos e histórias, que emocionam na medida certa. Ah, reflita antes de postar qualquer bobeira. Dia desses a revista Glamour publicou um meme fazendo piadinha com quem estava acima do peso e logo em seguida fez vários posts falando sobre plus sizes se aceitarem. Saiu pela culatra, a blogosfera plus size rechaçou a marca. Vamos lembrar de marcas que pensam em seus vários focos: a Coca-Cola, por exemplo, que pensam nas mães, nas crianças, nos idosos.                                                                                                                                                                    O marketing tradicional faz as pessoas acreditarem que o produto é ideal para compra. Mas num cenário com tantos concorrentes e informações isso não faz mais sentido. Agora precisamos engajar, conquistar, nos importar de verdade com o cliente.                                                                                                                                                                                                    Contar uma história sobre o por que produto é diferente dos concorrentes é uma boa. Mas por favor, cuidado pra não cair na situação da Dilleto e da Do Bem, que inventaram histórias fantasiosas e que logo foram descobertas. 
6) Importe-se de verdade com seu cliente
Não é só vender. É criar uma relação. Comprei na Dafiti dia desses e imediatamente me senti abraçada. Recebi um SMS super amável e pessoal e pude acompanhar minha compra em tempo real. O pedido chegou em um dia e eu moro no interior. Precisei trocar, escrevi pra eles e me retornaram em 3 minutos. Fiquei encantada!!!
7) Pare de valorizar apenas o produto visível
Um carro é feito por diversas peças e cada uma delas foi feita por um fabricante. É preciso pensar estratégias novas para o B2B também. Um case neste sentido é o processador da Intel, que mesmo invisível acrescenta valor ao produto quando vemos o adesivo dizendo que ele está lá presente, por meio da campanha "Intel Inside"
8) Planeje ações de responsabilidade sócio-ambiental
De acordo com Kotler não se pode pensar apenas no lucro, é preciso também ter consciência, ética e respeito pela lei. Os consumidores se importam com marcas que se preocupam neste sentido.                                                                                                           Sugestões de leituras de Kotler: 
  • Marketing de Crescimento - 8 estratégias para conquistar mercados
  • Philip Kotler e Milton Kotler
  • Marketing de A a Z - 80 conceitos que todo profissional precisa saberPhilip Kotler 
  • Marketing 3.0 Philip Kotler
Por: Prof. Mestra, Digital Marketing Manager e consultora