segunda-feira, 2 de março de 2015

O QUE É ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

É o ato de desenvolver plenamente o planejamento da empresa, afinal, qualquer caminho será bom se não soubermos aonde queremos chegar.

O que é planejamento?
É uma função administrativa que tem por objetivo estabelecer uma situação futura desejada, delimitando os meios de se chegar à situação idealizada.

O que é estratégia?
É o caminho que a organização deverá seguir, sendo que se considera uma decisão mais estratégica à medida que seja mais difícil voltar atrás, e esta decisão terá impactos mais amplos na organização.

O que é planejamento estratégico?
O PE deve fazer parte do cotidiano de sua empresa, não importando seu porte e nem estrutura. Porém, mais importante que formular um planejamento é administrar e pensar estrategicamente as ações da empresa.

O ponto de partida para definir a configuração organizacional é a estratégia, que é o conjunto atual de planos, decisões e objetivos adotados para alcançar as metas da organização.

A formulação da estratégia inclui as atividades que conduzem à determinação das metas básicas da missão da empresa e o desenvolvimento de um plano específico de estratégia. A implementação da estratégia depende da utilização de ferramentas gerenciais e organizacionais no direcionamento e a alocação de recursos para cumprir objetivos estratégicos.

O direcionamento e a alocação de recursos são realizados com as ferramentas da estrutura organizacional, sistema de controle, cultura, tecnologia e recursos humanos.

O modelo e o projeto organizacional são as expressões definitivas da implementação da estratégia. Os dirigentes de topo devem projetar a organização de modo que todas as partes se ajustem em um todo coerente para estabelecer a estratégia e o propósito da organização.

Para a organização ser eficaz deve seguir sete conceitos básicos:
1.            Orientação: ter o sentido na visão de metas da missão da organização, como pessoas que definem uma orientação estratégica para a organização;
2.            Eficiência: tem como necessidade reduzir os custos e aumentar benefícios pelo uso da máquina;
3.            Competência: capacidade de executar as tarefas com muito conhecimento e habilidade, usando profissionais qualificados para obter as informações;
4. Inovação: ter organização para desenvolver novos produtos e serviços;
5. Concentração: focalizar os esforços em determinadas divisões;
6. Cooperação e Cultura: ter o conjunto de pessoas certas para desenvolver as necessidades de harmonia e cooperação;
7. Conflito e Política: saber lidar com as causas que poderão resultar na desunião das pessoas e de departamentos por causa do sucesso individual.

O objetivo da empresa deve ser montado dentro da finalidade de equilibrar todas as forças. A organização não pode maximizar todas as suas necessidades, mas tem que conhecer todas as forças e alcançar os resultados desejados, isso se trata de um processo contínuo de liderança que pode funcionar por um período de tempo e depois ser reorganizado.

O que é informação?
Informação e controle são componentes essenciais das organizações. Os gerentes precisam das informações para manter a coesão da organização. As ligações verticais e horizontais de informações são projetadas para fornecer aos gerentes dados relevantes para decisões e avaliações. Além disso, os sistemas de controle dependem de informações.

Informação é tudo aquilo que altera ou reforça o conhecimento; dados constituem a entrada de um canal de comunicação. Os dados são tangíveis e incluem o número de palavras, chamadas telefônicas, páginas impressas de computador enviadas e recebidas. Os dados não se convertem em informações sem que as pessoas se utilizem deles para aprimorar seus conhecimentos, o Planejamento Estratégico necessita de informações e não de dados.

A ausência de informações gera incerteza, quanto maior o volume de informações (dados sobre atividades organizacionais coletados e interpretados pelos participantes da organização) menor a ambiguidade. Isto somente poderá ser gerado pela interação entre os gerentes para discutirem a situação corrente quando os dados externos não fornecem respostas.

Em suma, a riqueza de informações irá depender da capacidade da informação de transportar dados. Existem vários canais de comunicação, que podem ser organizados em quatro categorias:

1. Face a face: está em primeiro lugar por proporcionar maiores indicações, como a linguagem corporal e as expressões faciais, esse modelo de comunicação permite que o feedback seja imediato e que a informação seja corrigida automaticamente. Nesse contexto há apenas uma pessoa falando com a outra, ou em contextos de grupos, nos quais as partes são tratadas como indivíduos e não como objetos;
2. Meios eletrônicos e telefones representam um canal relativamente rico por proporcionar um feedback rápido, não tão ágil quanto o face a face, já que as mensagens são pessoalmente direcionadas, embora não haja indicações visuais;
3. Comunicação por documentos escritos e endereçados como cartas, memorandos, notas e fax, permitem um feedback relativamente lento em relação a outros meios de comunicação, pois os apelos visuais são menores;
4. Comunicação por documentos escritos endereçados impessoalmente, como boletins, relatórios padronizados de computador, bancos de dados de computador e registros impressos, constituindo canais mais pobres ou enxutos. Não são adequados para o feedback, contudo são ótimos para o transporte de um grande volume de dados exatos para muitas pessoas.

É importante na estrutura organizacional a maneira como as partes se comunicam e se coordenam entre si e com as outras organizações, as interligações verticais coordenam atividades entre o nível superior e o nível inferior da organização, enquanto as interligações horizontais são utilizadas para coordenar atividades entre os departamentos.

A Tecnologia da Informação permite que informações mais complexas sejam transmitidas rapidamente para muitas pessoas, removendo barreiras de tempo e distância, promovendo um tipo de equipe virtual.

As organizações podem ser projetadas para fornecer o tipo certo de informação aos gerentes. O mesmo poderá ocorrer com os sistemas de apoio à tomada de decisões gerenciais, em que várias empresas têm obtido sucesso com seus sistemas de apoio devido à aplicação de tecnologia aos problemas mensuráveis e analisáveis. A estrutura da organização e os sistemas de apoio à informação devem ser projetados para dar aos gerentes de departamentos e aos funcionários conveniente volume e riqueza de informações. A tecnologia representa o padrão de assuntos e tarefas tratadas em diferentes partes da organização.

Quando é grande a variedade de tarefas, os problemas são frequentes, imprevisíveis e de grande profundidade. A incerteza sendo maior, o volume de informações necessárias também será maior, os funcionários irão despender mais tempo processando informações, e será necessário ter acesso a fontes de alta tecnologia e grandes bancos de dados.

Quando as tarefas não são analisáveis e, portanto, levam a problemas ambíguos, os funcionários necessitam de informações ricas de contatos pessoais. As discussões frente-a-frente e as conversas telefônicas transmitem muitas indicações de informações em curto espaço de tempo. Quando as tarefas são simples os gerentes utilizam meios econômicos. Quando o problema subjacente é claro e simples são necessárias informações escritas ou baseadas em computador.

Os gerentes estão dando cada vez mais ênfase à função da gerência da informação na busca permanente da combinação adequada da estratégia, motivação tecnológica e projeto organizacional, para manter a margem competitiva. Duas estratégias que as empresas podem adotar são: a liderança de baixo custo e a diferenciação.

O líder de baixo custo apresenta custos baixos de produção e pode estabelecer os preços de seus produtos ou serviços num nível suficientemente baixo para obter lucro enquanto as empresas rivais sofrem perdas.

Na diferenciação a empresa oferece um produto ou serviço ímpar baseado nas características do produto, na excelência de serviço ou na rigidez da entrega.

A tecnologia pode ser usada para obter tanto a liderança de custos quanto a diferenciação.
É preciso colocar que o domínio da informação não basta para assumir a liderança, é necessário o controle estratégico, por meio da avaliação geral do plano estratégico, das atividades organizacionais e dos resultados que fornecem informações para ações futuras. O ciclo de controle inclui o plano estratégico, a medição das entradas na atividade de produção, as saídas e as informações contínuas sobre o ambiente externo.

O controle estratégico normalmente utiliza as informações de feedback, que medem as saídas em que as informações são comparadas para que sejam feitas as mudanças requeridas. Ou, ainda, as informações de feedforward que medem as entradas na extremidade inicial do processo, permitido que a organização modifique os planos antes que se desligue do alinhamento as necessidades externas.

O controle estratégico é um processo contínuo que exige o monitoramento das condições internas e externas da organização, direcionando as atividades da empresa para os objetivos estratégicos. O sistema de controle estratégico é formado por quatro elementos fundamentais:

1. Orçamento empresarial: que é utilizado para estabelecer alvos financeiros para o ano e depois relatar custos em determinado período;
2. Relatórios estratégicos: que são usados para avaliar e monitorar o desempenho não financeiro;
3. Sistemas de premiação: que oferecem incentivos a gerentes e funcionários para melhorar o desempenho e alcançar as metas que são avaliadas anualmente pelos gerentes e superiores para saber a que níveis são alcançados e determinar novos objetivos;
4. Procedimentos operacionais: representa as normas e regras tradicionais.
O controle também é um problema de nível mais baixo, operacional das organizações em que os supervisores devem controlar diretamente os subordinados. O controle da supervisão aplica-se ao desempenho dos funcionários, podendo ser de três tipos:

1. Controle de resultados: trata dos registros escritos que medem os resultados e a produtividade dos colaboradores. É utilizado quando as tarefas de um colaborador são facilmente medidas;
2. Controle de procedimentos: trata da observação pessoal do comportamento do colaborador, serve para verificar se os mesmos seguem os procedimentos corretos. Toma mais tempo que o controle de resultados;
3. Controle de entradas: prioriza a seleção e o treinamento para uniformizar os conhecimentos, habilidades, aptidões, valores e motivação dos colaboradores. É utilizado quando nem os procedimentos nem os resultados são facilmente mensuráveis.

Comunicação significa que se contribui falando e não calando as ideias e abrigando mágoas e hostilidades que envenenam o espírito. Não existe informação sem comunicação

O homem não se preparou para o excesso de informações, para processá-las adequadamente. Há uma verdadeira volúpia em obter dados, sem condições de objetivá-los. Enquanto crescem as possibilidades infinitas de informar-se, o homem, paradoxalmente, distancia-se de seus semelhantes, por meio de isolamentos tecnológicos.

Desta forma, acentuam-se a crise de comunicação, as diferenças entre pessoas e grupos que não se compõe em equipes, que não falam a mesma linguagem de ideias e sentimentos e que não realizam a sinergia do trabalho compartilhado.


A comunicação é uma habilidade interpessoal, que tem demitido muitos gerentes ao passar dos anos, pois em muitas vezes o gerente ignora a necessidade da comunicação, quando liderança, comunicação e outras habilidades interpessoais devem ser pré-requisitos para a eficácia gerencial.

Copiado: http://www.portaleducacao.com.br/

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Dez Propagandas Antigas Absurdas

Seleção de propagandas antigas com abordagem morais absurdas.


O passado da publicidade tem uns anúncios assustadores. Seja pelo conteúdo, roteiro das campanhas, produtos anunciados. Muitos dizem que o mundo está cada vez mais "politicamente correto" e que isso limita a criatividade dos publicitários. Será?

Deixando esse divisor de águas de lado, reunimos dez propagandas absurdas, que deixaria qualquer cidadão dos dias atuais de cabelo em pé. Confira:

Propaganda dos cigarros Winston com os Flintstones
Cigarros Winston (Os Flintstones)
(clique na imagem ao lado para ver o vídeo)
Cigarros Winston na década de 50. Os Flinststones protagonizaram o comercial. Você imaginou personagens infantis vendendo cigarros nos dias de hoje?






Propaganda dos Revolveres Iver Johnson com criança
Revólver Iver Johnson (com crianças)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Na propaganda ao lado, uma criança é apresentada com um revólver na mão para repassar segurança em seu uso. O anúncio dizia que a boneca poderia ficar de lado e o filho poderia brincar com o revólver do pai, afinal a garantia era que as crianças não iam machucar com disparos acidentais.





Propaganda do Whisky Usher com um Burro

Whisky Usher (Burro)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)




Quer dizer que quem não bebe o uísque Usher é um burro? A publicidade em 1917 já mostrava suas ironias nos principais impressos brasileiros. Interessante e muito raro. 



Propaganda do 7 UP - Refrigerante e Bebê
7 Up (Refrigerante & Bebê)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Este de 1955, o refrigerante 7 UP apresentou um bebê matando sua sede com a bebida: "Por isso que temos os mais novos clientes no negócio (...) Ninguém faz isso como Seven-Up!"






Propaganda do Leite Moça como complemento ao leite materno.
Leite Moça (Leite Materno)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Já apresentamos um anúncio que apresentava o Leite Moça como fonte de alimento complementar ao leite materno aos bebês (clique aqui para ver). Eles investiram fortemente nesta comunicação. Descobrimos outra pérola do mesmo ano. Imagine a força e as consequência na saúde dos recém-nascido consumindo leite condensado?





Propaganda das Modas Fada (Gorda Elegante) - 1974
Modas Fada (Gorda Elegante)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)


Hoje o anúncio das ‘Modas Fada’ seria politicamente incorreto e até ofensivo ao referir-se dessa forma às mulheres que estão acima do peso.





Propaganda do Revolver Taurus nos anos 70
Revólver Taurus
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Este comercial insinuava que quem tinha um revólver Taurus dormia mais tranquilo. "Não deixem que roubem seu sono". Atualmente, com as novas legislações sobre o uso de armas, seria incorreto. Diretamente dos anos 80:





Propaganda dos Cigarros Camel indicado por Médicos
Cigarros Camel (Indicado por Médicos)
(clique na imagem ao lado para ver a o vídeo)


A categoria menos apropriada para vender cigarros foi convidada para promover os Cigarros Camel. Por muitos anos, atletas, celebridades, médicos, políticos e formadores de opinião foram usados pela indústria tabagista para a venda de cigarros. Temos este interessante comercial da Camel, diretamente de 1944. Vídeo com legendas.




Propaganda dos Rifles Winchester com Crianças em 1929
Rifles Winchester (Crianças)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Para vender uma arma, qual o melhor público para comunicar? CRIANÇAS! Por mais insano que pareça, os Rifles Winchester apresentou em 1929 um anúncio com foco para as crianças! Incrível: “O menino que fizer o seu primeiro disparo com um rifle Winchester continuará atirando com a Winchester toda a sua vida”.





Propaganda do Drops de Cocaína - Cura para a Dor - com crianças

Drops de Cocaína (Cura para Dor)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Por apenas 15 centavos, drops que usa a cocaína como sua composição básica prometia cura para a dor: ”Cocaína. A dor de dentes desaparece. Cura instantânea!”. Propaganda de 1885. Interessante ver o uso de crianças para ilustrar a campanha.

Copiado: http://www.propagandashistoricas.com.br/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O Que é Franquia Virtual e Como Ela Funciona?

Em primeiro lugar, o que é franquia virtual? 
Chamamos e franquia virtual, ou modelo de e-franchising, como também é conhecido, qualquer modelo de negócio online que possa ser adquirido no sistema de franchising, seja uma loja virtual, guia online, agências de turismo e outros modelos.
Essa definição sobre o que é franquia virtual é importante, pois ultimamente, muito se tem falado sobre o assunto, mas como se apenas lojas virtuaisfossem alvo do segmento de franquias online no Brasil.
Não é bem assim. O mercado de franchising virtual vai muito além.
O crescimento das franquias virtuais pode ser creditado em parte ao fato de serem franquias baratas e lucrativas que exigem um baixo investimento inicial.
Como não há necessidade de um investimento elevado em ponto comercial e instalações, as franquias online tem chamado atenção de muitos empreendedores.
Não é pelo fato de ser uma franquia virtual que esse tipo de negócio seja mais fácil do que qualquer outro no meio físico. 
O sucesso só vem com muito trabalho, pesquisa e dedicação. Os negócios online são realmente muito lucrativos, mas as vezes exigem um esforço até maior que no mundo online.

Como funciona uma franquia virtual?

As franquias virtuais funcionam da mesma forma que as franquias no mundo físico, com a cobrança de todas as taxas cobradas em uma franquia convencional como royalties e taxas de divulgação, as precauções na hora da escolha também são as mesmas, como análise da empresa franqueadora e pesquisa de mercado.
Com o crescimento do acesso à Internet no país, cada vez mais brasileiros estão conhecendo a praticidade de comprar produtos e serviços pela rede. Com isso, todos os segmentos dos negócios online cresceram e como consequência normal desse amadurecimento, vivemos um momento rico em ofertas de franquias virtuais no Brasil.

As opções para quem quer montar uma franquia virtual

Sabendo o que é franquia virtual, vamos ver algumas opções no mercado brasileiro. O modelo de franquia virtual mais comum no Brasil é o de loja virtual. Nessa modalidade, de maneira geral, o franqueado adquire o sistema da marca e tem por parte dela, suporta nas áreas de sistema, marketing digital e logística.
A ideia nesse tipo de negócio é que o franqueado atua como um divulgador da loja, portanto é importante que você conheça as técnicas de marketing digital e suas ferramentas como marketing de busca e divulgação através das redes sociais. As opções para divulgação de lojas virtuais são muitas e um dos segredos nesse negócio é a criatividade.
Outro modelo bastante comum surgiu durante o boom dos sites de compras coletivas há coisa de dois anos atrás. As franquias de compras coletivas fazem muito sucesso, já que o franqueado conta com a transferência do know how do franqueador tanto na área de sistemas quanto na área de contatos comerciais, essencial nesse tipo de negócio. Uma grande vantagem desse segmento é que você pode montar uma franquia de compras coletivas em casa, já que existem diversas opções home based nesse segmento.
O segmento de franquias online é bastante promissor e não requer um investimento muito alto para quem está começando. Agora que você já sabe o que é franquia virtual, basta fazer seu planejamento e botar a mão na massa.
Copiado: http://www.empreendedoresweb.com.br/

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

A Raiva e Você

Quando pensamos em raiva, logo pensamos em alguém descontrolado, que faz coisas agressivas, que explora o indefensável da outra pessoa para magoá-la ou feri-la.
Concordo, a raiva não é um sentimento legal, mas quando ela acontece, devemos enfrentar dois tópicos importantes:
1. O que desencadeou a raiva?
2. Com a raiva ganhamos o quê?
Vejamos:
1. O que desencadeou a raiva?
Inúmeros fatores podem ter feito você ficar com raiva, mas um problema sempre existe quando analisamos este fator: geralmente analisamos apenas o último, aquele fator que fez você explodir. Na verdade, devemos analisar todos os fatores possíveis, pois o fator da explosão as vezes é muito singelo.
Qual a importância desta análise?
Enorme. Não agir com raiva ou por impulso gera uma inteligência emocional grande, economiza muito dinheiro e treinamento e mais, proporciona um ambiente de trabalho mais sadio.
Ocorre que muitas pessoas odeiam pensar naquilo que fizeram. Apenas gostam de dizer que se fizeram assim, pronto, passou. Quer dizer, elas podem errar, mas não podem pensar no porque erraram ou o que poderiam fazer para mudar.


Agora, a raiva tem pontos que podem ser positivos.Ter raiva o tempo todo não é normal, nem mesmo é benéfico. Óbvio, nunca ter raiva de nada também não é normal e pior, pode ser uma doença grave guardar tudo para si, pois o dia que explodir, sai de baixo!

2. Com a raiva ganhamos o quê?
Se analisarmos bem, quando estamos com raiva nos sentimos mais seguros, rápidos, eficientes, corajosos, inteligentes, enfim, sentimos que nada pode nos afetar. Isto é uma pseudo segurança que a raiva nos proporciona.
Além disto, a raiva extravasa os sentimentos, quer dizer, não deixa que as coisas fiquem engasgadas na garganta e por conseqüência na nossa mente e coração, trazendo sempre coisas e sentimentos ruins no nosso dia a dia.
Somos resultado das nossas escolhas, lembre-se disto.
Se escolhermos guardar sentimentos, não conversar com as pessoas e resolver as pendencias, ficarmos isolados de tudo e de todos, temos que assumir as conseqüências destes atos.
  • Você já passou por momentos de raiva recentemente? 
  • Quais os fatores que a ocasionaram? Nunca é um só…
  • Como você reagiu? 
  • Você extravasou? 
  • Você precisou pedir desculpas pela sua atitude?

Sejamos nós donos do nosso templo interior!
Vamos controlar nossas emoções, desbastar nossa pedra bruta, evoluirmos em prol de um nós mesmos melhor e mais saudável.
Raiva? Pra que?
Só se for para um eu interior mais desenvolvido em prol de um nós social melhor, coletivo e saudável!
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

FAYOL E A ESCOLA DO PROCESSO DE ADMINISTRAÇÃO

Neste capítulo temos retomado o processo administrativo, o qual toma as decisões que são agrupadas em quatro categorias:  planejamento, organização, execução e controle, mais o papel dos gerentes que também são importantes para o comando da empresa nos processos administrativos.
Para Henry Fayol, integrante da Escola clássica de administração e engenheiro, uma empresa deveria ser dividida em atividades para uma melhor gerência, são elas:
  • Técnica: Produção e manufatura
  • Comercial: Compra, venda e troca.
  • Financeira: Procura e utilização de capital
  • Segurança: Proteção da propriedade e das pessoas
  • Contabilidade: Registro de estoques, balanços, estatísticas e etc.
  • Administração: Planejamento, organização, comando, coordenação e controle.
Ele também acabou sugerindo que esta ultima função era a mais importante em um uma empresa. Assim acabou por definir cada um de seus componentes da seguinte maneira:
  • Planejamento: Traçar planos e examinar o futuro
  • Organização: Montagem da estrutura humana e material
  • Comando: Manutenção da atividade da empresa
  • Coordenação: Harmonia entre atividade e esforço
  • Controle: Cuidados tomados para a realização do plano traçado
Segundo Koontz e O’Donnel, da Universidade da Califórnia, os gerentes aplicam e usavam as cinco funções simultaneamente, ao contrario do que muitas pessoas falavam pensando que eram aplicadas em uma seqüência.
Contudo, os dois escreveram um livro que fora usados como referencia onde adotavam quatro funções, eliminando comando e coordenação e incluindo liderança, que basicamente é uma mistura de coordenação com direção, motivação e participação para formar uma liderança capaz de fazer funcionar todos os outros processos.
  • Portanto para Fayol, uma empresa ficaria segmentada da seguinte maneira:
Outros autores também seguiram a linha de segmentação de funções sugerida por Fayol além dos citados acima como Gulick e Urwick que reformularam as cinco e adicionaram mais duas. Como por exemplo, a função de orçamento e informação e controle.
Além, de autores, a idéia do processo administrativo chegou ao Governo estadunidense, mais precisamente nas Forças Aéreas.
Mas devemos dar mais atenção a Peter Drucker que criou a expressão administração por objetivos (APO). Onde enfatiza a necessidade de, definir objetivos e avaliar resultados em áreas de desempenho que são monitoradas através do uso do APO, como por exemplo, a área de produtividade, rentabilidade e recursos financeiros e físicos da empresa.
Para uma melhor explicação, a APO é uma aplicação, na prática, dos conceitos de planejar, organizar, executar e controlar.
Onde temos uma definição de objetivos que são cobrados pelos seus resultados pela matriz, que por sua vez planeja e controla a estratégia de produção. A parte de organizar, e executar tal estratégia fica por parte da empresa. Assim concluindo a execução das quatro funções do processo administrativo.
A Administração por objetivos de Drucker é dividia em três componentes:
  • Objetivos Específicos: Devem ser definidos de maneira específica, deve ser de acordo com a área atendida da empresa. Além de ser mensurável, ou seja, os objetivos finais devem ser medidos quantitativamente.
  • Tempo definido: Prazo específico e definido para a realização dos objetivos, e prazos intermediários para verificação de desempenho da execução do planejamento.
  • Feedback sobre o desempenho: Conclusão do desempenho final e atitudes a serem tomadas no caso de falhas.
    • Aqui podemos perceber que Tempo definido e Feedback sobre o desempenho, juntos, formam o conceito de controle.
Entraremos agora para as definições das funções do processo administrativo:
  • PLANEJAMENTO:
Além de ser um processo de tomar decisões futuras, é também onde são comensuradas as inteligências do planejamento.
  • Dados de Entrada: Mostra a situação a se lidar utilizando dados do meio externo e interno à empresa, como solicitações, encomendas e mudanças legislativas e (in) satisfação do cliente.
  • Processamento de Planejamento: Interpretação de alternativas e avaliação de ação e escolha do curso.
  • Preparação de Plano: São traçados os objetivos, recursos e meios de controle a serem usados, baseando-se no processamento de dados de entrada.
Os planejamentos podem ser classificados em estratégicos, que estabelece a missão; os funcionais são responsáveis pela tradução dos planos estratégicos para as demais áreas especializadas; e os operacionais, os quais definem as atividades e recursos possibilitando a realização dos estratégicos ou funcionais para que se chegue ao(s) objetivo(s).
Um ponto interessante de ser levantando é a explicação de objetivos e metas.
Estes são resultados desejados que orientam a ação da empresa sendo usados como propósitos para essa. Uma tentativa de bater a venda do produto X do seu concorrente, a edificação de uma faculdade ou a produção de uma corrida de rua são exemplos que mostram o que são objetivos.
Vale lembrar que a tendência é de serem quantitativos, ou seja, vindos em forma numérica para serem usados como indicadores e facilitarem na hora da leitura de dados de entrada, por exemplo.
  • ORGANIZAÇÃO
Processo de ordenamento das partes segundo critérios ou princípios de classificação.
Na Organização temos as definições de responsabilidades, níveis de autoridade e da estrutura organizacional, muitas vezes trazidas em forma de organogramas e a análise dos objetivos.
  • Divisão do trabalho: Processo de divisão de uma tarefa por meio de departamentos, unidades de funcionários especializados.
  • Definição de responsabilidades: É onde após a divisão do trabalho, ocorre uma subdivisão dos departamentos e/ou unidades formando-se os cargos. Trata-se então de uma maior especialização onde um conjunto de tarefas ficará atribuído para um funcionário.
  • Definição de níveis de autoridade: Aqui é que entra a hierarquia. Que trata de uma divisão vertical entre subordinado e comando, onde este deve prestar contas por suas tarefas a esse. Além da hierarquia temos também a amplitude de controle. Resumidamente é o aumento de comando ou controle de um gerente pelo seu numero número de comandados, o que pode passar do controle do gerente acarretando assim numa baixa eficiência do(s) setor (es).
  • Desenho da estrutura organizacional: O desenho de um organograma leva em conta a divisão do trabalho e responsabilidades ou autoridade e hierarquia ou comunicação.
  • Departamentalização: Um organograma pode ser desenhado de várias maneiras para atender ao que é requisitado para a organização. Podendo ser divido em divisão de trabalho e responsabilidades, nível hierárquico, por produtos oferecidos, por mercado ou por cliente entre outros. Ilustração 1
  • EXECUÇÃO
Processo da síntese entre o planejamento e a organização, que formam os dados para a execução.
Na execução os resultados obtidos vêm em forma de produtos ou serviços os quais foram propostos pelo planejamento baseado nos dados de entrada oferecidos que com estudos percebeu que tal produto ou serviço iria ter mercado.
Também é aqui que são aplicados os recursos materiais e financeiros, que devem passar pela organização de modo responsável e eficiente. Uma vez mal organizados os recursos, a execução de um projeto pode acabar não ocorrendo ou não atingindo a meta de produção por falta de verba, por exemplo.
Ilustração 1
A flexibilidade durante o andamento da execução é importante para se tomar novas decisões devido a dinâmica de mercado e para implementar ações corretivas, que não necessariamente precisam chegar ao controle para serem ajustadas.
  • CONTROLE
O controle deve informar o sistema sobre seu desempenho de recursos usados e de orçamento e organograma (controle operacional) e de comparar com os objetivos para checar se o caminho que está sendo tomado vai levar para a realização dos objetivos (controle estratégico). Caso perceba que isso não ocorrera, deve comunicá-lo para que decisões no planejamento sejam tomadas a fim de que a situação seja revertida (controle administrativo).
Para que isso tudo seja controlado, existem os elementos do processo de controle que são: definição de padrão de controle, onde é estipulado ou o tempo ou o aprimoramento necessário e o fixa como padrão a ser seguido; a aquisição de informações, que inspeciona o uso de dispositivos de contagem e medição; a comparação e ação autocorretiva e o recomeço do ciclo de planejamento, que se trata da prática da definição do processo de controle citada acima.
Copiado: http://www.ebah.com.br/

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Inbound Marketing & Marketing de Conteúdo: Qual a diferença?

Muita gente acaba confundindo os conceitos de Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo. 

Alguns pensam que as duas estratégias se diferem, outros acham que são a mesma coisa com nomes diferentes e por aí vai. 

A verdade é que o marketing de conteúdo é uma estratégia sinérgica ao inbound marketing.

O Inbound Marketing é um planejamento amplo, completo, onde as principais estratégias do marketing digital se aplicam. O conteúdo é um dos pontos fortes das campanhas de Inbound. Fazendo uma analogia, se o Inbound marketing fosse um motor de carro, o conteúdo seria a bateria.
Para que você entenda melhor porque conteúdo é imprescindível para o Inbound Marketing, é preciso que antes você conheça as características destas estratégias:

Entendendo o que é Inbound Marketing

O Inbound Marketing, que traduzido para o português seria Marketing de Atração, se resume numa nova abordagem de marketing que tem proporcionado grandes resultados. A estratégia é composta por quatro etapas principais: Atração, Conversão, Fechamento e Encantamento (fidelização).
O Inbound começa com o objetivo de atrair visitantes para o seu site/blog e termina com um cliente extremamente satisfeito que tende a promover sua marca de forma altamente positiva, gerando novos clientes para o negócio.
Para pôr uma campanha de Inbound em prática, os responsáveis precisam se dedicar bastante, monitorando os processos com exímio profissionalismo, principalmente porque há muitas ações a serem executadas. Criação de personas (simulação de potencial cliente), análises detalhadas, gerenciamento rigoroso nas de redes sociais, mensuração das métricas, entre diversas outras ações fazem parte da estratégia.
Num contexto geral, é preciso que conteúdo relevante e de qualidade seja criado, publicado e compartilhado. E isso no site, no blog e nas redes sociais. É nesse momento que o marketing de conteúdo entra em cena.

Entendendo o que é Marketing de Conteúdo

Esta estratégia vai ao encontro da primeira, tendo a finalidade de transformar empresas em um canal de comunicação direto com seus clientes utilizando conteúdo de qualidade (repare que sempre frisamos a palavra qualidade).
É uma maneira sutil de atingir os anseios e necessidades do seu público alvo sem forçar as vendas. É notório que cada vez mais as marcas estão se tornando publishers e são donas dos seus canais. A essência está em produzir algo útil e informativo que agregue valor aos usuários. Basicamente, o conteúdo deve ser postado no blog, compartilhado nas redes sociais (redes sociais também exigem conteúdo específico), divulgação de e-books, etc.
Quando seu cliente em potencial estiver à procura de soluções que vão ao encontro de seu tipo de negócio, tende a encontrar sua empresa através do que você publica. Usar o conteúdo para atrair novos clientes é uma excelente ação, porém, mais uma vez, precisamos ser taxativos: Esse conteúdo deve ser de qualidade. Bem como, obviamente, ser de real interesse de seu público-alvo.
Quanto aos formatos, não há um padrão, sendo a criatividade quem determina o que será usado. Como diria meu amigo Rudi Ribeiro, o conteúdo é a gasolina que alimenta o motor do seu plano de inbound marketing.

Utilizando o Marketing de Conteúdo efetivamente no Inbound Marketing

O Inbound Marketing, apesar de muito eficaz, não é tão simples de ser aplicado. Para conseguir realizar uma campanha que traga resultados reais é fundamental que você e as demais pessoas envolvidas (se houver), saibam elaborá-la com extrema relevância. Os artigos do blog devem ser informativos, as postagens nas redes sociais bem chamativas e dinâmicas para garantir a atenção do leitor, etc.
Vale ressaltar que ebooks e whitepapers são formatos de conteúdo com muita expressão no Inbound Marketing. Estes formatos podem ser utilizados como ‘isca digital’, uma oferta gratuita que atrai o público para as famosas Landing Pages, local onde irão passar seus dados para conseguir a oferta. Os dados fornecidos serão utilizados, posteriormente, para educar os seus leads até que se tornem clientes e depois sejam fidelizados e se transformem em promotores!
Quando o assunto é adotar uma nova postura diante do atual mercado e incluir a produção de conteúdo nas ações de marketing, muitas empresas desenvolvem um conflito. Não entendem por que e para quê produzir conteúdo, que tipo produzir, com qual frequência, para quem, etc.
Tudo parece complexo demais, até a escolha do tipo de profissional contratar. Seria um jornalista, ou uma equipe de assessoria de imprensa? A resposta é um tanto óbvia, mas aproveitamos esse post para ressaltar: Contrate uma agencia de Inbound Marketing/Marketing de Conteúdo. É a melhor coisa que se pode fazer para não errar no processo e conseguir os resultados esperados!

O propósito do conteúdo no Inbound e Buying Personas

Numa estratégia de Inbound, o propósito do conteúdo deve estar bem definido. Pense sempre nos seguintes critérios: ele deve ser útil, de qualidade, relevante e resolver os problemas e as necessidades do público-alvo. Partindo desse princípio, se a empresa não conhece bem o público alvo, automaticamente, terá dificuldades de se dirigir a ele, e a intenção o Inbound será ineficaz.
Parece redundante dizer isto, leitor, mas a intenção do marketing é sempre satisfazer o cliente. O Inbound se caracteriza por ir ao encontro do que o consumidor busca e não apenas influenciá-lo a comprar. Então, os planejamentos de Inbound e Conteúdo devem girar em torno das preocupações, necessidades e desejos do cliente.
Que tipo de informação sobre os produtos e serviços que você precisa expor a seu público alvo? É preciso definir quais suas “buying personas” para poder falar a língua delas, e só depois desse mapeamento começar a produzir conteúdo.

Conclusão

Nossa intenção nesse post foi mostrar a complementaridade entre as estratégias de Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo. Cada uma possui suas características específicas, mas sem uma a outra não funciona. Podemos afirmar, então, que elas apresentam uma parceria perfeita para quem deseja elevar os resultados das campanhas de marketing digital.
Vivemos numa era em que o consumidor tem o poder nas mãos. Se ele não gostar do que você faz, além de rejeitar sua marca, poderá expor isso ao mundo. Então nada melhor do que usar o Inbound para produzir o que ele quer e precisa.