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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 25 de maio de 2017

RESILIÊNCIA: COMPETÊNCIA NECESSÁRIA

Resiliência é a competência do momento nas organizações. Da alta direção até o mais simples colaborador, as notícias da moda são aquelas que envolvem essa questão. Porém, se você for procurar no dicionário, o termo está descrito com foco na Física.

O termo resiliência provém do latim, do verbo resilire, que significa "voltar para trás" ou "voltar ao estado natural". Historicamente, a noção de resiliência foi primeiramente utilizada pela Física e pela Engenharia, que entendia que a palavra significava "propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora da deformação elástica".


A área de Gestão de Pessoas tomou emprestada da Física o termo resiliência(capacidade dos materiais de resistirem aos choques) e redefiniu seu significado: a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas no mundo corporativo. A característica dos gestores ou colaboradores resilientes, capazes de vencer as dificuldades e os obstáculos por mais fortes e traumáticos que sejam.


Índice de Resiliência



O tema faz parte do mundo corporativo a ponto de existir o Questionário do Índice de Resiliência. Uma escala que mensura sete fatores que constituem a resiliência. O escore final é medido e este resultado permite um acompanhamento de melhoria da performance de resiliência das pessoas. Um método muito utilizado em Coaching.

1. Administração das emoções: a habilidade de nao agir impulsivamente e a capacidade de mediar os impulsos e as emoções;

2. Controle dos impulsos: a habilidade de nao agir impulsivamente e a capacidade de mediar os impulsos e as emoções;

3. Otimismo: a habilidade de ter a firme convicção de que as situações ou adversidades, por piores que sejam, podem mudar com a esperança de um futuro melhor;

4. Análise do ambiente: a habilidade de identificar as causas dos problemas e das adversidades;
5. Empatia: a habilidade de ler os estados emocionais e psicológicos das pessoas;
6. Auto-eficácia: habilidade de ser eficaz nas ações, mantendo a integridade;
7. Alcance de pessoas: habilidade de conectar proativamente a outras pessoas de modo a viabilizar soluções para as adversidades da vida.


Pesquisas conduzidas por Havard nos Estados Unidos indicam que um Gestor passa pela média de 23 adversidades por dia, razão pela qual o índice de resiliência ser fator fundamental para transformação das barreiras em oportunidades e resultados. Outro ponto que deve ser muito considerado é a constatação de que 80% das competências podem ser perdidas diante das situações adversas, em especial em tempos de mudanças organizacionais.


Resiliência e competências de gestão



Dentro da ótica de resultados, a resiliência pode ajudar no desenvolvimento de competências de gestão:
  • Resistência: Essa é a habilidade de manter o foco na luta para a superação das dificuldades. A persistência é um caminho fundamental para ajudar o Gestor a encarar as situações adversas; tomar decisões necessárias, ainda que impopulares; aprender com cada etapa para adquirir massa de conhecimento.
  • Durabilidade: Essa habilidade é capaz de nos ensinar que crises, infortúnios, dificuldades e intempéries tem uma duração temporal capaz de tirar o Gestor da zona de conforto para um comportamento proativo.
  • Controle: A habilidade de compreender a natureza humana e manter uma visão positiva diante das dificuldades.
  • Responsabilidade: A habilidade de ser consciente diante de todas as situações, agindo com responsabilidade,  independente do tamanho da crise.
Em um mundo corporativo/associativo o gestor de sucesso precisa ser tolerante às mudanças comuns no ambiente das organizações públicas, privadas e de Terceiro Setor. Deve ter consciência de que ninguém é resiliente sozinho, embora a resiliência seja íntima e pessoal.
Um dos fatores de maior importância é o apoio e o acolhimento, feito em geral por um outro indivíduo, e essencial para o salto qualitativo que se dá. Nesse ponto, as características Coach surtem grandes efeitos para o colaborador que precisa desenvolver essa competência.

Copiado: http://www.institutojetro.com

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