QUEM SOU EU

Minha foto

Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

sábado, 17 de março de 2012

A Empresa sem Cerébro

A velocidade do desenvolvimento tecnológico e o crescimento do comércio global significam que o ambiente de negócios atual está se transformando mais rapidamente do que nunca antes.

Os executivos não podem mais se dar ao luxo de depender do instinto ou da intuição quando tomam decisões estratégicas em seus negócios.


.Em muitas indústrias, a conseqüência de tomar uma decisão, pode ser levar a empresa à falência.

Pesquisas mostram que a inteligência competitiva aumenta o “nível de conforto” do planejamento estratégico da direção da empresa.

Existe uma relação direta entre erros empresariais e erros de uma boa compreensão do ambiente competitivo (o que inclui o mercado e seus elementos).

Em grande parte, a falta de compreensão do mercado e de seus elementos acontece apenas porque as empresas são, muitas vezes, levadas a tomar decisões sem as melhores informações disponíveis.



Decidir continua a ser um grande desafio.
Como garantir que os tomadores de decisão tenham as informações necessárias, com acuidade, precisão e confiabilidades necessárias, no momento certo? 
É impossível deixar de sentir uma certa simpatia pelos executivos que precisam tomar decisões sem os insumos necessários, especialmente quando se levam em consideração as grandes e graves conseqüências para suas carreiras e a sua empresa.


O mais grave deste tipo de situação, é que as informações necessárias (informações mercadológicas) podem ser obtidas por meios éticos e legais.

Informações (mercadológicas, estratégicas, sobre novos concorrentes, sobre os atuais concorrentes, sobre fornecedores, sobre produtos ou serviços substitutos) – processadas, verificadas, precisas, conclusivas – são necessárias para qualquer executivo que queira tomar decisões seguras, para eliminar as incertezas e saber com isso, o contexto no qual a competição deverá acontecer, e o que os outros elementos do mercado farão.



Um teste rápido

Cinco questões sobre a cultura organizacional, ou seja, sobre o processo decisório da empresa, podem ser oportunas antes de um trabalho de Inteligência ser concretizado, para verificar-se se o trabalho após sua realização, terá a repercussão desejada. 

As perguntas:

1. Os gestores e a diretoria estão abertos a posicionamentos e análises conflitantes ao pensamento dominante?

2. As informações do ambiente externo são consideradas nas decisões?

3. Existe a intenção, ou pelo menos a tentativa de estabelecer-se um processo de tomada de decisão, com fundamentação?

4. A adiretoria valoriza a troca de informação de alta significação estratégica?

5. O ambiente organizacional promove o livre pensamento e o intercämbio de idéias?

Eis a inseparável relação entre boas perguntas, decisões e boa inteligência. Ou em outras palavras, a diferença entre a empresa com cerébro "que pensa" e aquela empresa que "não pensa", portanto sem cerébro. 

Um comentário:

  1. Olá,nossa adoro esse blog,só tem artigo bom,sempre que dá estou passando aqui,depois que meu amigo me recomendo nunca mais deixei de visitar,alguem sabe me falar se assim aqui é bom www.softwarecelularespiao.org ? abraços,assim que der eu volto pra comentar aqui no blog

    ResponderExcluir