sexta-feira, 16 de abril de 2021

ESTA ERA A NOSSA VIDA!!!! SEM TIRAR, NEM POR!!!


Cresci em São Luís do Maranhão, ia para a escola a pé e às vezes com um monte de amigos, e íamos rindo e papeando. 

Não tínhamos bolsa família e nem vale gás. 

Não tinha Google e nem celular... 

As pesquisas de escola eram feitas em Bibliotecas (usávamos a Barsa, tesouro da juventude,  Google da nossa época kkkk), escritas a mão (se estivesse igual como no livro, estávamos ferrados). 

Na escola tinha o gordo, o leitão,  4olho,  a branquela, tinha canela fina, anão, o narigudo, a Olivia Palito , o cabeção,  a sukita, porco da índia, chiclete e por aí vai...

Todo mundo era zoado, às vezes até brigávamos, mas logo estava tudo resolvido e seguia a amizade... 

Era brincadeira e ninguém se queixava de Bullying. 

Existia o valentão, mas também existia quem defendesse. 

Tinha o dia do flúor, dia da vacina... 

Nossas férias começavam 1° de dezembro e retornávamos em (PASMEM)1° de Março. Tínhamos férias de 1° a 31 de julho.

Toda a semana antes de iniciar as aulas, cantávamos o hino nacional com a mão no peito e com orgulho, e ai de quem cantasse errado, cruzasse os braços ou aplaudisse após cantar o hino. 

Cantávamos também o hino da independência e hino a bandeira. 

Tinha o desfile de 7 de setembro e a gente sempre querendo ser destaque...


O famoso "ki suko" que com $0,10 centavos comprávamos e era o único pó que conhecíamos. 😂 Fazíamos 2 litros com um pacotinho e a língua ficava colorida por uns dois dias kkkkk, tinha o chiclete ping pong. 

Época em que ser gordinho(a) era sinal de saúde e se fosse magro, tínhamos que tomar o Biotônico Fontoura. 

A frase "peraí mãe" era para ficar mais tempo brincando na rua e não no celular ou computador...

Colecionávamos figurinhas, papel de carta, boneca de papel. 

As brincadeiras eram saudáveis, brincávamos de bater em figurinhas e não nos nossos professores.

Jogávamos vôlei na rua, nossa aventura era tocar campainha e sair correndo kkkkk

Na rua jogar bola, pique esconde, queimada, namoricos, pega pega, andar de bicicleta, pular corda, elástico..., todo mundo brincava junto e como era bom.

Bom não, era maravilhoso!

 Que saudades dessa época em que a chuva tinha cheiro de terra molhada! 

Época em que nossa única dor era quando usávamos merthiolate nos machucados 😊.

Éramos felizes em comparação com esse mundo de hoje onde tudo se torna bullying ou preconceito. Cheio de mimimi.😥


Nossos pais eram presentes, educação era em casa. 

Nada de chegar em casa com algo que não era nosso, desrespeitar alguém mais velho ou se meter em alguma conversa (somente um olhar bastava kkk), e lá vinha o famoso e terrível 

  • EM CASA A GENTE CONVERSA. 

E tínhamos hora pra chegar em casa 10 horas da noite e NEM UM MINUTO A MAIS.

Tínhamos que levantar para os mais velhos sentarem.  

Fico me perguntando, quando foi que tudo mudou e como os valores se perderam e inverteram dessa forma?

Eu vi o filme de minha infância!!! 🙏🏻

Época boa demais!!! 😉

Autor desconhecido 

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Todos com mais de 50 anos que realmente viveram livres e felizes!

 


Tenho 49 anos e cresci vendo uma negra como âncora do programa Fantástico (Glória Maria).

Cresci vendo um nordestino, um negro, um galã de circo e um caipirinha (Didi, Mussum, Dedé e Zacarias) formando um dos maiores grupos de humor do Brasil, os trapalhões, fazendo piadas e críticas ao sistema que hoje jamais seriam aceitas pela sociedade, como homossexualidade e problemas de dependência química com o álcool.

Também vi um Grupo heterogêneo como o Casseta e Planeta, que tinha negro, branco e homossexual, fazendo piadas de mesmas temáticas que os trapalhões, serem referência de humor, detalhe, ambos na Globo.

Cresci vendo o melhor humorista do Brasil, Chico Anysio e seus personagens negros, brancos, País de Santo, gays etc, entrando em nossas casas uma dia por semana para nos trazer alegria.

Cresci vendo um travesti participando de todos os programas da família Brasileira, sem nenhum tipo de problema (Rogeria).

Cresci vendo um negro Gay (Jorge Lafond) ser um dos grandes nomes do humor nacional.

Cresci vendo uma transexual ser padrão de beleza feminina e capa de revista masculina (Roberta Close). 

Cresci vendo um Gay, com roupas não ortodoxas, ser um dos maiores cantores e voz do Brasil (Ney Matogrosso).

Aliás, por falar em música, cresci tendo ídolos gays na música, como Cazuza e Renato Russo, Bethania, Marina  e muitos outros.


Quase todos meus ídolos do esporte são negros. Cresci vendo um negro como maior ídolo desse país (Pelé) e uma das figuras mais populares do Mundo.

Testemunhei um cantor gago, ex garçom, se tornar a voz romântica mais famosa desse país (Nelson Gonçalves).

Por falar em Nelson, vi um outro, anão, fazer tanto sucesso quanto (Nelson Ned).

Eu cresci vendo dois homens gordos, zoando suas próprias gorduras e se tornando dois dos maiores apresentadores e mais bem pagos do país (Faustão e Jô Soares).

Cresci vendo um homossexual extremamente requintado, inteligente, com programas para a família brasileira ser amado por muitos e ainda ter virado um dos políticos mais bem votados desse país (Clodovil), explicando que a sexualidade é um direito de cada um, e que isso não tem nada a ver com o seu valor enquanto Ser humano. 

CRESCI OUVINDO MÚSICAS COMO A DO CHACRINHA QUE DIZIA: MARIA SAPATÃO E DE CHICO BUARQUE: JOGA PEDRA NA GENI. 

Cresci vendo que a melhor maneira de defender seus direitos é abertamente, expressando-os de forma educada e inteligente.

Eu cresci entendendo que preconceitos significam estupidez, pois toda a minha formação se deu com bons exemplos de representantes, de todas as classes, em um país que normalizou a presença de todos em programas de televisão, onde tudo era discutido sem qualquer pudor.

Cresci entendendo de verdade o que era liberdade de expressão.

Infelizmente, hoje, com esse mimimi chato pra caramba, não temos mais liberdade de expressão.

Tudo que citei, antes normal, hoje seria execrado por essa nova sociedade chata para caramba!!


Essa dita “resistência” do politicamente correto luta contra “monstros” e "rótulos" que ela mesma criou.

Tudo vem sendo conotado como proibido e preconceituoso, ou politicamente incorreto.

Geração chata !!!

Queremos o nosso bom Brasil de volta.

Autor: Desconhecido.

segunda-feira, 12 de abril de 2021

O Que Está Por Vir em 2021, em 20 pontos da revista “The Economist”.

 

1 – Os humanos querem se socializar novamente, mas o trabalho remoto basicamente permanecerá o mesmo. Vamos continuar a trabalhar online a partir de nossas casas cada vez mais adaptadas e com reuniões em lugares diferentes todos os meses para socializar e conectar.

2 – Escritórios vão fechar com uma porcentagem muito alta e esse modelo retrógrado será tomado por tecnologias disruptivas. A cada dia teremos mais assistentes digitais para trabalhar de forma eficiente. As grandes corporações serão sempre lembradas como os enormes mamutes de 1980-2020 em extinção

3 – Os hotéis de trabalho desaparecem em pelo menos 50%. Viagens, congressos ou reuniões de trabalho nunca voltam a ser como eram, se puderem ser feitos online. O turismo de trabalho praticamente desaparece. As chamadas se tornam chamadas de vídeo.

4 – As casas tornam-se mais tecnológicas e adaptadas ao trabalho diário. Muitas empresas se dedicarão a resolver as necessidades de trabalhar em casa. Hoje você pode morar fora de uma cidade grande, trabalhar da mesma forma e gerar o mesmo valor.

5 – A produtividade não depende mais de um chefe que te vê, agora é por meio de plataformas que te ajudam a medir resultados, KPIs e tempos eficientes. A forma de contratação de pessoal é repensada. Contratar os melhores do mundo hoje é mais fácil, barato e eficiente. Não haverá diferença entre contratar pessoal local e estrangeiro. Hoje somos todos globais.

6 – Tudo o que é repetitivo torna-se virtual e em regime de assinatura. Igrejas, arte, academias, cinemas, entretenimento. Poucos lugares podem manter estruturas físicas como antigamente.

7 – Empresas que não investem pelo menos 10% em novas tecnologias irão desaparecer. A empresa tradicional chegou ao fim em 2020. Resta esperar sua morte final. Uma empresa de tecnologia, fresca e nova hoje, pode substituir outra que tem feito o mesmo nos últimos 50 anos.

8 – O turismo para entretenimento retorna plenamente fortalecido no segundo semestre de 2021, sempre acompanhado de muita tecnologia na sua operação, desde a compra, a operação e as experiências a serem recebidas. As pessoas apreciam mais do que nunca visitar o natural mas com soluções altamente tecnológicas. Locais mais remotos, experiências mais autênticas suportadas com assistência digital 24 horas por dia, 7 dias por semana.

9 – O tratamento de dados pessoais torna-se mais delicado e as grandes plataformas vão mudar. As pessoas voltam a pagar assinaturas devido ao senso de transparência que isso envolve. Eles preferem pagar a doar seus dados. As grandes marcas hoje valem sua credibilidade. Tudo pode ser copiado ou replicado, exceto prestígio.

10 – A força de trabalho será drasticamente reduzida e muitas operações simples serão fornecidas por IA. Em 2024, a IA já lidará com operações complicadas em milhões de locais. Uma grande temporada global de demissões está chegando. O desemprego ocorre por motivos multifatoriais e não apenas por causa da crise econômica.


11 – A educação nunca mais será igual. Cada um pode estudar o que precisar. Estudar offline e online será normal. Escolas e universidades são transformadas em um esquema híbrido para sempre. Serão aceitos candidatos sem formação universitária para cargos de menor importância, que tenham a experiência necessária.

12 – O sistema médico será adaptado com tecnologia remota para sempre. Uma consulta médica por teleconferência será normal. A vacina da COVID é muito rápida, mas você encontrará grandes desafios ao longo do caminho. Grandes hospitais repensam seu funcionamento devido às crises econômicas que sofreram com a Covid 19. As pessoas ficam menos doentes com vírus, bactérias e doenças devido ao manuseio inadequado dos alimentos, graças à limpeza recorrente do indivíduo comum.

13 – A economia pessoal se contrai, novas formas de gerar transações comerciais são utilizadas e as pessoas economizam mais. Uma alta porcentagem dos gastos da família vai para atividades que antes não tinham demanda e vice-versa. A compra de itens como roupas elegantes é substituída por roupas casuais.

14 – E-commerce continua a crescer, players como Facebook, Tik-Tok e YouTube entram para competir com a Amazon. Fechamento de 50% das lojas físicas globais. As lojas sobrevivem graças ao fato de serem experiências e showrooms, mas o comércio real no final de 2024 será maior online do que presencial em muitas áreas. Os grandes shoppings ficarão presos no tempo. Poucos sobreviverão a longo prazo.

15 – Mudanças climáticas serão um tópico muito discutido e apoiado. As grandes indústrias continuarão a se transformar com apoio da IA. A adoção da bicicleta como principal meio de transporte continuará crescendo graças à transformação das cidades. Vamos passar da questão Covid para a Mudança Climática como a questão principal.

16 – Novos modelos de informações e notícias por assinatura com mais transparência ajudarão a disponibilizar conteúdo sem tantas fake news. Credibilidade e transparência serão a pedra angular de todas as empresas. As pessoas estão cansadas de tanta informação e preferem interagir com alguns seletos provedores de informação.

17 – A saúde mental torna-se um tema recorrente. Grandes plataformas ajudam as pessoas a enfrentar as situações de agressividade, solidão e angústia que vivenciaram durante o isolamento. Há muito a repensar. As crises de liderança nas empresas serão mais comuns a cada dia.


18 – Os grandes problemas como educação, saúde, energia, segurança, política, destruição da classe média, ganham destaque. Grande capital é investido para fazer o bem, enquanto os problemas globais são resolvidos. Empreendedorismo social no seu melhor, com resultados financeiros muito substanciais.

19 – Tudo vai para o natural e saudável. Alimentos, experiências e forma de interação. 100% natural, produzir a própria comida, meditar e se exercitar, passa a fazer parte do dia a dia. Ser mais saudável é o “novo luxo”. Produtos suntuosos perdem valor e justificativa. A reciclagem está voltando muito mais forte depois de um ano de desperdício incontrolável, agora com grandes tecnologias que realmente resolvem os problemas gerados no passado.

20 – O mundo está vendo este ano como um novo começo. Um renascimento. As pessoas vão repensar seus objetivos pessoais, de trabalho, saúde, dinheiro e espirituais. Grandes oportunidades estão surgindo para satisfazer todos esses requisitos e mudanças de pensamento. Acumular, consumir e viver pelo material vai para o lado negativo. A inovação, a tecnologia, o pensamento natural e lateral são a base da nova realidade. Todos estão a tempo de encontrar novos caminhos. Você apenas tem que encontrar as novas rotas pessoais ou comerciais.

Fonte: The Economist

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Professor: Pesquisador ou Administrador?


A carreira de professor universitário está fundamentada, como se sabe, no tripé pesquisa, ensino e extensão. Todavia, também lhe cabe exercer funções administrativas, as quais se somam às outras já elencadas. As funções administrativas exigem experiência e formação na área; contudo, elas muitas vezes lhe faltam. 

Diante disso, parece lógico que tais funções administrativas devessem ser exercidas por servidores técnicos preparados, que delas se incumbiriam apropriadamente, sempre, é claro, em diálogo com os docentes e discentes. Afinal, devemos criar uma rede colaborativa a fim de otimizar as atividades acadêmicas em todos os seus níveis. 

Ocorre que, no momento, em razão de diferentes circunstâncias, há cada vez menos servidores técnicos com a requerida qualificação à disposição dos departamentos.

Idealmente, as universidades deveriam garantir mais técnicos que pudessem assumir funções específicas, além de distribuí-los melhor entre os centros.

 Aparentemente, as administrações centrais não parecem empenhadas numa mudança administrativa no curto prazo que supra a carência de funcionários apontadas acima e que delegue a eles algumas funções por ora exercidas pelos professores. 

Quando isso ocorrer, o professor finalmente poderá dedicar-se integralmente ao tripé de sua carreira acadêmica. 

O que parece estar acontecendo, todavia, é que, depois de todos esses anos em que as universidades foram administradas pelos próprios professores, estes passaram a achar natural ter que administrar um centro, um departamento ou um curso, mesmo, por vezes, sem dispor de uma formação prévia para isso. 

Poderá resultar daí uma série de percalços de toda ordem, que vai da ineficácia ao mal-entendido, não por má-fé do administrador/professor, mas por falta de conhecimento técnico e jurídico que a sua formação acadêmica, por melhor que ela seja, não lhe dá necessariamente. 

Até que ponto é ético alguém assumir uma função para a qual não está preparado? 

Mas somos cobrados e obrigados a assumir esses cargos, os quais, aos poucos, estão tomando uma importância tal que, em determinados departamentos, valem mais do que as atividades intelectuais (obviamente as artísticas estão aqui incluídas) sobre as quais nós professores deveríamos realmente nos debruçar: a pesquisa, o ensino e a extensão. 

A universidade deveria ser um centro de pesquisa, de reflexão e de ideias que incrementasse o diálogo constante entre professores e alunos em sala de aula e fora dela. O professor precisa de tempo e disposição para construir esse diálogo, que, com a ajuda de servidores técnicos nas funções administrativas, há de se tornar mais viável e eficaz. 

Os servidores técnicos saberão, certamente, adotar a melhor forma de presidir as reuniões, que muitas vezes são intermináveis e sem um objetivo específico, para citar um ponto que me parece relevante, entre tantos outros mais. 

Por Dirce Waltrick do Amarante

Professora da Universidade Federal de Santa Catarina. Pesquisadora do CNPq.  

terça-feira, 6 de abril de 2021

CRIPTOATIVOS: entenda como funciona e como investir em ativos digitais

 


Criptoativos são uma representação digital de valores transacionados, como as criptomoedas, que ganharam reconhecimento entre jovens investidores com a valorização surpreendente do bitcoin.

Até alguns anos atrás, moedas virtuais eram discutidas entre jovens nerds, em salas de conversação na internet. O bitcoin, a primeira moeda virtual e a mais famosa, ficou conhecido em outros grupos ao atingir o valor de U$ 20 mil.

Com isso, pessoas que nunca investiram –  especialmente os mais jovens – se viram tentadas a fazer seus primeiros aportes em criptoativos, mesmo sem muito conhecimento sobre o assunto.

A verdade é que investir em renda variável, como em ações de empresas, já requer uma capacidade de análise de mercado. Imagine investir em algo que a maioria nem sabe o porquê valoriza ou desvaloriza. Como tomar decisões de compra e venda?

O que são criptoativos?

Criptoativos são a representação digital de valores transacionados por meio virtual.

 A definição da Receita Federal para criptoativos é: 

“Considera-se Criptoativo, a representação digital de valor denominada em sua própria unidade de conta, cujo preço pode ser expresso em moeda soberana local ou estrangeira, transacionado eletronicamente com a utilização de criptografia e de tecnologias de registros distribuídos, que pode ser utilizado como forma de investimento, instrumento de transferência de valores ou acesso a serviços, e que não constitui moeda de curso legal […]” 

O exemplo mais comum de criptoativo é a criptomoeda, como é o caso do bitcoin.

Atualmente existem inúmeras outras criptomoedas – e cada vez mais surgem novas, que visam atingir o reconhecimento e a valorização do bitcoin.

Os criptoativos são produtos de investimento que atraem, especialmente, os mais jovens.

Parte em função da promessa de altos lucros, parte por serem totalmente conectados ao mundo virtual, é certo que pessoas entre 20 e 30 anos tendem a começar a investir em criptoativos sem nunca ter feito um investimento em ações, por exemplo.

O risco é alto, claro. Falaremos sobre isso mais tarde.

O que é uma criptomoeda?

Criptomoedas são criptoativos utilizados para pagamentos e demais transações financeiras realizadas, exclusivamente, de forma virtual, que podem ser utilizadas em qualquer parte do mundo. Em resumo: elas não “existem” fisicamente.

Por não deixar nenhum tipo de “rastro”, já que são criadas e monitoradas por inúmeras pessoas, utilizando blockchain, as criptomoedas têm sido a principal forma de pagamento de hackers ao invadirem sistemas corporativos de empresas privadas ou públicas.

Existem muitas criptomoedas, sendo o bitcoin a mais conhecida. Outros exemplos são:

  • Ethereum
  • Litecoin
  • Monero
  • Nano

Diferença entre criptoativos e criptomoedas

Conforme explicado, a criptomoeda é um tipo de criptoativo. Essa é a diferença: toda criptomoeda será um criptoativo, mas o inverso não se aplica. Isso porque existem outros tipos de criptoativos.

Os criptoativos são ativos digitais criptografados sob a tecnologia blockchain, negociados neste mesmo ambiente e que possuem registros exclusivamente virtuais.

Ao investir em bitcoins, por exemplo, você estará investindo no criptoativo do tipo criptomoeda. Outro exemplo de criptoativo são os tokens que utilizam a tecnologia blockchain.

Simples, não é? 

Como as operações com criptoativos são regulamentadas?

A Receita Federal publicou instruções específicas para operações com criptoativos. 

As criptomoedas surgiram em 2009, mas, somente em 2019, o governo federal adotou medidas de fiscalização, já que muitas pessoas utilizaram o sistema de criptoativos para desviar dinheiro e sonegar impostos.

Com a Instrução Normativa RFB nº 1.888, fica obrigatória a prestação de contas de todas as operações que envolvam criptoativos, de qualquer tipo.

Devem ser declaradas, por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) até o último dia útil do mês seguinte, as operações. Em caso de não prestação de contas, é prevista uma multa de R$ 100 a 3% do valor da operação.

Ainda que a regulamentação possa ter dividido opiniões, é verdade que o governo não pode perder de vista as formas de pagamentos que correm em seu território.

E, ao contrário do que muitas pessoas pensam, você já pode comprar diversos produtos com criptomoedas – desde tatuagens, produtos veterinários até ativos imobiliários ou ingressos para shows!


 Como investir em criptoativos

Antes de investir em criptoativos, tenha seu capital protegido em investimentos de baixo risco. 

Vale a pena investir em criptoativos? Como sempre, não tem resposta certa para esse tipo de pergunta. Mas é verdade que os criptoativos rendem mais discussões do que outros tipos de investimentos, mesmo os de maiores riscos.

Isso porque você está investindo em “moedas” que não são oficialmente reconhecidas no país. Além disso, não tem muitas garantias, já que nem a Comissão de Valores Mobiliários nem o Banco Central fiscalizam as exchanges.

Além disso, os criptoativos experimentam alta volatilidade, o que vem acompanhado de riscos. O bitcoin, por exemplo, em 2017, obteve cotações que variaram entre cerca de US$1 mil e US$17 mil. No ano seguinte, as cotações variaram entre cerca de US$3 mil e US$10 mil!

Em março de 2020, diante das incertezas causadas pela pandemia do coronavírus, essa mesma criptomoeda acumulou, em uma única semana, uma desvalorização de 50%.

Portanto, antes de investir em criptoativos, proteja seu capital em investimentos de baixo risco, como os de renda fixa. As criptomoedas parecem atraentes e modernas, e por esse motivo chamam a atenção, especialmente, dos investidores mais jovens. Mas é preciso pés no chão.

Já existem exchanges nacionais que fazem a compra e venda das criptomoedas. Além disso, algumas corretoras têm fundos de investimento que incluem os criptoativos nas composições de suas carteiras, conforme instrução CVM nº555.

No entanto, devem ser operados com auxílio de assessores de investimentos, para reduzir os riscos e proteger o investidor.

Para investir em criptoativos, considere:

  • Seu perfil de investidor;
  • Sua disponibilidade de capital;
  • Seus objetivos a médio e longo prazo;
  • A rentabilidade oferecida (desconfie sempre dos altos ganhos em um curto prazo de tempo);
  • O histórico de performance da instituição;
  • A liquidez da criptomoeda;
  • Estude amplamente os conceitos e termos utilizados neste mercado;
  • Monte, primeiro, uma reserva de emergência;
  • Distribua seu capital em outros investimentos, variando sua carteira e controlando riscos.

Ainda não investe seu dinheiro? Então, comece pelo básico: conheça os produtos de renda fixa da modalmais! 

 Como declarar investimentos em criptoativos

Ao transacionar via exchange no exterior, operações até R$ 30 mil não precisam ser informadas. 

Ainda que as criptomoedas não sejam consideradas moedas oficiais, o investidor precisa declarar os seus ganhos com estes ativos.

A posse, compra ou venda de criptomoedas no ano anterior, deve ser obrigatoriamente declarada anualmente (devendo ocorrer na ficha de “Bens e Direitos”), na declaração de Imposto de Renda. Ou seja, uma vez por ano, as operações realizadas através de exchanges nacionais deverão ser repassadas – assim como acontece com a declaração de imposto de renda retido na fonte.

A declaração mensal também é obrigatória quando:

  • Exceder o limite de R$30 mil transacionados no mesmo mês, independente se compra, venda ou permuta, se efetuado através de uma exchange no exterior;
  • Todas as operações que utilizarem uma exchange nacional, independentemente do valor.

Termos relacionados aos criptoativos

Como mencionamos, o criptoativo mais comum é a criptomoeda. O bitcoin é o responsável pela popularização do termo e do conceito, reduzindo a distância da população em geral com este modelo de transação financeira.


Mas existem outros termos relacionados, como:

  • ICO (Initial Coin Offering): é a oferta inicial de uma moeda. Assim como a IPO, que acontece na Bolsa de Valores quando uma empresa abre o seu capital, o processo de ICO acontece quando uma nova moeda está prestes a ser lançada. Esse é o momento que muitos investidores apostam, esperando ganhos relevantes (como aconteceu com o bitcoin);
  • STO (Security Token Offering): parecido com a oferta de novas moedas, o STO é a oferta de tokens de segurança;
  • IEO (Initial Exchange Offering): é a oferta da moeda realizada dentro de uma exchange – uma espécie de “câmbio” virtual para cotização das criptomoedas.

Conclusão

Criptoativos são investimentos de alto risco.

Os criptoativos, como vimos, ganharam visibilidade com o aumento fenomenal do bitcoin. No entanto, quem deixou para investir em bitcoin quando ele atingiu seu máximo, perdeu muito dinheiro.

O investimento em criptoativo é considerado de alto risco, especialmente porque pouco se sabe sobre os motivos que fazem uma criptomoeda valorizar ou desvalorizar.

Copiado: https://www.modalmais.com.br/ 

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Importância do Intraempreendedorismo e o Impacto nas Corporações


Projetos inovadores de funcionários de organizações podem se transformar em grandes oportunidades de negócio, tanto para o profissional quanto para a empresa. Estamos falando sobre Intraempreendedorismo, uma iniciativa comum atualmente e que está transformando diversos setores do mercado.

É importante deixar claro que entender este conceito é fundamental para que as empresas consigam realizar ações para incentivar seus colaboradores a empreender a favor da própria organização e assim se beneficiar com esses resultados.

O que é Intraempreendedorismo

O Intraempreendedorismo é uma modalidade de empreendedorismo que não tem como objetivo fundar uma organização, mas sim criar ou desenvolver uma solução inovadora que contribua com a atividade de uma empresa já existente a qual o profissional responsável pelo projeto pertence.

Falando sobre o conceito de Intraempreendedorismo, é necessário deixar claro a diferença entre este termo e empreendedorismo. Enquanto o intraempreendedor usa suas principais características e ideias para desenvolver sua ideia e projeto dentro das empresas, o empreendedor assume os riscos do novo negócio e não possui nenhuma relação com organizações.

O Intraempreendedorismo é uma iniciativa, cada vez mais, incentivada pelas organizações, pois entendem que esses projetos, normalmente, agregam valor e geram bons resultados para seus negócios.

Por isso, algumas características típicas de pessoas intraempreendedoras são valorizadas pelos responsáveis por recrutar profissionais para projetos. São elas:

  • Facilidade para executar planos: este profissional, geralmente, estabelece metas claras e utiliza metodologias eficientes para acompanhar resultados. Além disso, também é bom para executar ações para melhorar desempenho e alcançar objetivos.
  • Questionador: inovações, geralmente, surgem a partir de questionamentos sobre padrões existentes. Assim, saber questionar é fundamental para buscar alternativas criativas, guiar projetos e evitar desperdícios de recursos.
  • Capacidade analitica: uma outra caracteristica marcante em pessoas intraempreendedoras é o fato de analisar cenários e identificar oportunidades, bem como possíveis pontos de melhorias.
  • Lidar e assumir riscos: por mais que o intraempreendedorismo envolva menos risco que o empreendedorismo, criar uma solução envolve investimentos de recursos. Dessa forma, é preciso saber lidar com os riscos e saber como assumi-los.

Importância do Intraempreendedorismo

O principal objetivo de um intraempreendedor é melhorar e solucionar um problema que a empresa em que ele atua possui.

Assim, um dos principais benefícios do intraempreendedorismo para as empresas é a possibilidade da inovação acontecer em seu ambiente sem que seja necessário destinar recursos demasiados e sem que seja necessário tirar o foco do que a empresa já realiza.

Quando uma solução é desenvolvida por um profissional que já conhece os processos, as falhas, os clientes e o negócio da organização, as chances de se transformar em um projeto realmente de valor são maiores.


Manter soluções inovadoras relacionadas com a sua organização é essencial para que seu negócio não fique obsoleto e para que novas abordagens e produtos sejam utilizados, e dessa forma, gerar valor para seu negócio.

Além disso, incentivar ações intraempreendedoras é importante para fazer que as pessoas com esse perfil continuem ao seu lado no mercado. Enquanto muitas organizações não incentivam a criatividade, a autonomia e a capacidade empreendedora dos seus profissionais, ao estimular isso, e criar um ambiente propício para o intraempreendedorismo, sua empresa adquire uma importante característica para a cultura organizacional.

Exemplos de Intraempreendedorismo

Enquanto muitas pessoas ainda pensam que o intraempreendedorismo é uma forma de investir em concorrente, as principais organizações do mundo já utilizam essa prática para criar soluções e se destacar no mercado. Veja alguns exemplos:

Google

Para começar, a empresa exige que seus colaboradores dediquem 20% do seu tempo para projetos pessoais. Para isso a empresa conta com ambiente que permite a criatividade e colaboração entre todos profissionais, facilitando o surgimento de algumas soluções fundamentais para o sucesso do negócio.

Para exemplificar, o Gmail começou com uma iniciativa de intraempreendedorismo. O projeto previu a aplicação do buscador à caixa de e-mails e se transformou em um dos maiores produtos da empresa, além de ser referência quando o assunto é e-mails.

Sony

Se você conhece um pouco de games, certamente conhece o Playstation. Uma das maiores referências de videogame foi criada a partir de um intraempreendedor que decidiu dedicar um pouco do seu tempo na fábrica de aparelhos de som para criar o videogame.

Depois disso, diretores da empresa perceberam potencial e transformaram o produto no sucesso que é atualmente.

Facebook

Uma das principais funcionalidades do facebook foi criada a partir de um hackathon, evento que tem como objetivo estimular projetos internos e ideias de intraempreendedores. Estamos falando sobre o botão de “curtir”, o projeto foi desenvolvido por uma equipe e incentivado pela empresa.

Impacto na inovação

O intraempreendedor é alguém responsável por inovar e buscar as melhores formas de desenvolver um produto, isso faz que a empresa tenha um aliado importante neste processo.

Ao incentivar essas ações, a empresa transmite uma imagem de apoio para o desenvolvimento de novos projetos e para o debate de ideias inovadoras em seus corredores, trazendo para dentro do seu ambiente o que há de mais moderno em relação ao mercado.

Por isso, uma ótima forma de incentivar a inovação e o intraempreendedorismo é a criação de programas de aceleração focada em projetos internos da empresa. Essa alternativa é um bom caminho para aquelas organizações que não conseguem começar este processo e desejam estruturar esse incentivo de uma forma eficiente e estruturada.

Ao criar esses programas fica mais fácil identificar e incentivar a ação de intraempreendedores em potencial, bem como oferecer suporte para o desenvolvimento das ideias.

Como estimular uma cultura intraempreendedora

Agora que a importância do intraempreendedorismo ficou clara é necessário falarmos sobre os caminhos para estimular essas ações na sua empresa.


O primeiro passo é criar um ambiente e fazer que a empresa transmita uma cultura de inovação. Para alcançar este resultado, o caminho é evitar processos burocratizados e apoiar a criação de ideias e projetos para solucionar problemas.

Como falamos acima, procurar parceiros para a criação de programas de aceleração de projetos também é uma forma de estimular a cultura intraempreendedora e a inovação aberta em sua empresa.

Assim, além de contar com apoio de profissionais que já conhecem sobre esses processos, ainda é possível estimular networking e aprendizado para que as pessoas com perfil intintraempreendedor consigam melhores resultados através de seus projetos e assim a corporação também se beneficie.

Copiado: https://insights.liga.ventures/

quarta-feira, 31 de março de 2021

O Óbvio Precisa Ser Dito!!!


Hoje, tanto no ambiente de trabalho como fora dele as pessoas se comunicam muito pouco, ou de maneira pouco clara, acreditando que o outro sabe o que estão “querendo dizer” ou “tem a obrigação de saber”, afinal “é óbvio” e ainda tem aqueles que acreditam que “o silêncio diz tudo”, e que em vez de falarem o que querem o melhor é “dar indiretas”.

Com esta forma de não-comunicação são criados abismos entre pessoas, relacionamentos são destruídos, empregos são perdidos, oportunidades morrem sem nem mesmo terem a chance de serem apresentadas, familiares passam anos sem conversar… simplesmente porque a pessoa achava que a outra “tinha que saber”, afinal “aquilo era óbvio”.

Tenho que contar duas coisas importantes para você…

A primeira é que somos seres únicos e, portanto, pensamos e interpretamos as coisas de forma diferente, de acordo com nossas próprias experiências de vida, o que significa que a outra pessoa não tem a habilidade de adivinhar o que está se passando em nossos pensamentos, e certamente, porque enxerga o mundo através de suas próprias experiências, não vai pensar igual a você.

A segunda, e muito importante, é que o silêncio não comunica nem esclarece nada, e por vezes até complica sua vida, pois você não controla como o outro vai receber, interpretar e pensar sobre o que você não diz.

Eu mesma só fui aprender isto há alguns anos num treinamento em que participei, pois eu também vivia na ilusão de que as outras pessoas deveriam adivinhar o que eu queria sem eu precisar dizer, que era impossível que não soubessem… e hoje, depois de entender que me comunicar de forma clara e assertiva é essencial, eu vivo muito melhor com as pessoas, com minha família, e tenho muito mais resultados na minha carreira.

É necessário fazer uma pausa aqui para dizer que, quando a situação gera raiva, irritação ou sentimentos explosivos, antes do bom e fundamental diálogo, deve-se dar um tempo para esfriar a cabeça e pensar no que será dito, para evitar agredir ou magoar a outra pessoa.

Pensando nisso tudo foi que resolvi compartilhar esta reflexão e estas importantes informações com você, pois sei o tamanho da importância da comunicação na vida.

Aliás, não somente eu, mas o pai da administração moderna, Peter Drucker, afirma que “coisas tão óbvias não são feitas e, muitas vezes, conflitos entre gestores e subordinados ocorrem por tarefas não realizadas devido à falta de comunicação eficaz. Certamente, mesmo o óbvio, precisa ser dito.”

Ou seja, se você quer melhorar seus relacionamentos, quer ganhar um aumento ou ser promovido em seu trabalho, quer que os seus funcionários sejam mais comprometidos com a empresa, pois se a empresa cresce, todo mundo cresce, você precisa exercer a comunicação.

Então, de acordo com tudo que aprendi até hoje posso dizer para você que a melhor forma de se comunicar com as pessoas é falando, sendo claro e específico a respeito daquilo que se deseja ou se espera do outro, sempre de forma respeitosa e educada é claro. Faça uma tentativa!

Pense nisso e avalie o que você tem perdido na sua vida por falta de se comunicar melhor!!!

Copiado: https://www.bandab.com.br/

terça-feira, 30 de março de 2021

A Regra das Duas Pizzas


Há poucos empreendedores no mundo que dão tanto valor à estratégia de longo-prazo como Jeff Bezos. 

Começando pela famosa carta aos investidores (onde ele tentou convencer os investidores a pensar no longo prazo para o futuro da Amazon) até o lançamento do Kindle e suas versões que não cobriam nem o custo de produção do dispositivo, Bezos sempre olhou anos a sua frente, dane-se o balanço financeiro do final do ano. 

E foi assim que ele construiu a maior loja virtual do mundo, à base de atendimento espetacular, produtos baratos e pequenas inovações poderosas.

Jeff Bezos tem um jeito diferente de conduzir a sua empresa, não apenas pelo demasiado foco no longo prazo, mas também na forma que obtém boas ideias. 

A Amazon é uma empresa muito mais inovadora do que parece, ela inseriu uma porção de boas ideias como análises de clientes, patenteou a compra com 1-clique, sugestões de produtos similares, e-mails personalizados, etc. 

Novas ideias estão sempre sendo testadas na companhia. 

Para assegurar que elas continuem fluindo e se concretizando, Jeff Bezos instituiu o conceito que ele chamou de “Equipes 2 pizzas”.  

Muito simples: se uma equipe que não pode ser alimentada por 2 pizzas, ela é grande demais para discutir ideias.

Para entender o porquê disso, vamos analisar o que acontece quando uma equipe muito grande se reúne para falar sobre ideias.

  • Poucas ideias novas
  • Excesso de opiniões sobre as ideias existentes
  • Poucas críticas construtivas
  • Muitos “não gostei” ou “não vai dar certo”
  • Consenso extremamente difícil
  • Nem todos contribuem o que podem (críticas e equipes grandes inibem certas pessoas)

Há uma frase que diz que o camelo é um cavalo projetado por um comitê, de tanto as pessoas (do comitê) darem opiniões, ele ficou feio daquele jeito. 



Há vários artigos na internet falando sobre isso, porque é uma analogia realmente interessante, e acontece todos os dias em milhares de empresas e situações no mundo todo (e não apenas com os publicitários, ouviram?). 

Uma versão mais curta se tornou mais popular e você pode começar a usar nos happy hours da vida. 

Se seu projeto inicial teve muitas alterações, diga que foi “criado por um comitê”.

A Amazon não possui comitês. 

As equipes de criação/inovação são enxutas o bastante para todo mundo contribuir democraticamente, sem freios, sem preconceitos, do tamanho de 2 pizzas. 

Isso significa o quê, cinco, seis, sete pessoas? 

O número não importa tanto quanto o conceito: tenha equipes pequenas! 

Estudos sugerem que entre 5 e 9, é o número ideal de pessoas para equipes produtivas. 

Menos do que isso, não há volume de conhecimento e experiência bom o bastante para criar e filtrar boas ideias; e com mais de 9 pessoas na equipe, bem, problemas acontecem. 

Um desses problemas é o chamado “pensamento de grupo”, em que as pessoas tendem a se posicionar junto da ideia que está tendo a maior aceitação no grupo, e deixam de lutar pela sua. 

Isso dificilmente acontece em grupos pequenos, onde cada um defende suas próprias ideias com unhas e dentes, e às vezes pizza.

Ao longo da história, a criatividade sempre trabalhou sozinha, artistas não pegavam uma segunda opinião, quiçá terceiras e quartas. 

É algo relativamente novo essa história de “trabalho em equipe”, e embora funcione extraordinariamente bem em atividades físicas (veja os esportes) e lógicas; costuma ser uma má ideia no mundo criativo.



 

No entanto, trabalho em equipe é uma coisa — reuniões de brainstorming podem ser realmente produtivas se conduzidas da maneira correta –, comitê é outra. 

Enquanto num há um tipo de compatibilidade que interliga os integrantes, mesmo nas divergências, o segundo é barulhento, populoso e independente. 

Seria como comparar um restaurante a kilo da praça de alimentação de um shopping  com uma cantina italiana de lugares reservados. 

Qual você prefere?

Copiado: http://financiafidc.com.br/