quarta-feira, 11 de novembro de 2020

BLACK FRIDAY: 8 DICAS PARA NÃO CAIR EM PEGADINHAS

 

A Black Friday vem aí, gerando uma ótima oportunidade para os consumidores pagarem menos e controlarem seus gastos. A promoção, que acontece na última sexta-feira de novembro, traz alguns dos maiores descontos do ano, com lojas físicas e e-commerces baixando significativamente o valor de etiqueta dos produtos.

Infelizmente, alguns anunciantes aproveitam as compras na Black Friday para tentar lucrar a qualquer custo. É preciso ficar de olho para comprar apenas nas promoções que realmente valham a pena.

Isso sem contar determinados cuidados na segurança que também são fundamentais, sabia? Para aproveitar essa chance sem correr riscos, confira nossas dicas para não cair em pegadinhas nas compras de Black Friday!

1. Confira os preços fora de promoção

Quando se trata de preço, não tem jeito: é preciso comparar. Afinal, os conceitos de caro ou barato são relativos, dependendo da média de preço praticada no mercado. E a verdade é que, especialmente nas compras de Black Friday, todo cuidado é pouco, uma vez que algumas lojas fazem uma espécie de maquiagem nos descontos de seus produtos.

Acredite: há estabelecimentos que aumentam os preços das mercadorias dias antes da Black Friday para baixarem os preços novamente quando chegar o momento da promoção, dando assim a impressão de ter feito ofertas mais ousadas.

Para não ser enganado, pesquise o quanto antes os valores dos produtos que você pretende comprar,veja qual é a média de preço desses produtos ao longo do ano a fim de se certificar de que os descontos das lojas estão de acordo com os anúncios divulgados.

2. Investigue a origem da loja

Segundo o Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) de São Paulo, 1 a cada 5 consumidores é prejudicado de alguma maneira ao comprar pela internet — isso no período de 1 ano.

Tais prejuízos incluem desde o recebimento da mercadoria errada até a não entrega do produto adquirido. E como é justamente no comércio virtual que muitos dos descontos da Black Friday estão, é preciso ficar de olhos bem abertos.

Para evitar problemas, pesquise sobre a procedência da loja e veja se ela já recebeu avaliações de outros clientes. Acesse, por exemplo, a página da marca no Facebook e veja se há avaliações positivas, conferindo o que tem sido falado sobre a experiência de compra de forma geral.

Outra maneira de se prevenir nesse sentido é pesquisar pelo nome da marca no Reclame Aqui. Tudo bem que praticamente qualquer negócio acaba tendo que lidar com uma ou outra reclamação, já que não é possível agradar a todos, mas esse pode ser um bom indicador. Em cada caso, veja se o atendimento foi prestado de forma devida e se o problema foi satisfatoriamente resolvido.

Um terceiro modo de se precaver é procurando pelo CNPJ da marca — informação que, muitas vezes, está no rodapé do site. Ao encontrar o CNPJ, basta fazer uma rápida consulta no Google a fim de verificar se o negócio está ativo. Pode ser que o CNPJ nem sequer exista ou já tenha recebido baixa, o que é sinal de perigo.

3. Tenha cuidado ao inserir dados on-line

Antes de sair por aí fazendo cadastros e mais cadastros, informando os dados do seu cartão de crédito em diversos sites, saiba: existem tecnologias pensadas justamente para proteger o usuário na internet. E um dos recursos mais importantes nesse sentido é o protocolo HTTPS.


Está prestes a concluir uma compra on-line? Então só insira os dados do seu cartão e suas informações pessoais se o endereço do site começar com https://. Além disso, veja se o símbolo de um cadeado aparece ao lado da barra de endereços do navegador, indicando que o site é seguro. Esses detalhes mostram que ele tem um checkout (caixa virtual), o que garante a proteção das suas informações.

4. Acesse o site oficial da Black Friday

O site www.blackfriday.com.br é o endereço oficial da promoção no Brasil. Por lá, você pode conferir inclusive algumas das ofertas de diversas empresas, que abrangem desde livros, roupas e acessórios até passagens aéreas.

A vantagem desse site é que ele só reúne anunciantes íntegros, ou seja, aqueles que anunciam promoções reais e seguras. Mesmo que você escolha não seguir as dicas anteriores, nada de pular essa etapa, combinado?

5. Use comparadores de preço

Já falamos sobre a importância de ficar atento à variação de preços em uma mesma loja, comparando o valor de determinado item nas semanas anteriores à Black Friday ao que a loja está cobrando na data. No entanto, se você quer mesmo garantir que está fazendo o melhor negócio, é preciso ir além.

Use comparadores de preço para ver o valor do mesmo produto ou serviço também em lojas diferentes. Entre as opções estão o Buscapé e o Google Shopping, que podem ser usados no computador ou celular.

Para garantir o melhor preço e manter os gastos sob controle, não se esqueça de, além do preço do produto, considerar outras taxas, como frete, além de possíveis descontos oferecidos pelas lojas com o uso de cupons.

6. Não clique em qualquer oferta via e-mail

Em tempos de Black Friday, é comum que o recebimento de ofertas por e-mail aumente de forma considerável. No entanto, é importante ficar alerta: nem todas as mensagens que você recebe na sua caixa de entrada são confiáveis. Não clique sem ter certeza!

O cuidado deve ser redobrado caso a oferta pareça ser muito boa para ser verdade ou venha de um remetente que você desconheça. Em geral, as lojas enviam e-mails marketing para clientes que concordaram em receber esse tipo de comunicação, então desconfie de mensagens de lojas com as quais nunca fez negócio.

E as mensagens perigosas não estão restritas ao e-mail. Na verdade, os cuidados devem ser ainda maiores com materiais recebidos via aplicativos de mensagens como o WhatsApp. Afinal, aumenta a cada dia o número de golpes por esse canal. Fique atento e desconfie principalmente de mensagens com erros de digitação ou de português e, também, daquelas que pedem dados pessoais ou bancários.

7. Estude as formas de cancelamento

Muitas pessoas fazem compras na Black Friday para aproveitar os bons preços. No entanto, na empolgação, esquecem-se de checar as formas de cancelamento aceitas pelas lojas. Não ter esse cuidado pode causar dor de cabeça no futuro, caso se arrependa da aquisição ou veja que o produto ou serviço não corresponde ao esperado.

Para não correr esse risco, verifique a política de cancelamento antes de efetuar o pagamento da compra. Veja o prazo dentro do qual você pode desistir da compra, o que precisa fazer para cancelar e em quanto tempo se dá o reembolso, por exemplo.

8. Planeje-se e não aja por impulso

Por fim, o segredo para fazer boas compras na Black Friday é investir em planejamento. Antes mesmo da data chegar, faça uma análise do que você realmente precisa ou quer comprar. Assim, não corre o risco de adquirir algo por impulso apenas porque o preço parece bom. A chance de ficar com o produto encostado em casa é grande.


É importante, ainda, fazer uma análise das suas finanças para garantir que as compras na Black Friday não comprometerão seu orçamento. O controle financeiro pessoal é um grande aliado nesse momento; afinal, a segurança das finanças vem em primeiro lugar!

Fazer compras na Black Friday é uma maneira de economizar e de comprar produtos e serviços por um preço mais em conta, dando um destino interessante para sua renda extra. Para aproveitar ao máximo a oportunidade e evitar dor de cabeça com golpes e afins, siga nossas dicas e aproveite!

Gostou dos conselhos para aproveitar as compras na Black Friday com o máximo de segurança? Então, compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais para também ajudar seus amigos!

Copiado: https://blog.rodobens.com.br/

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Propagandas Antigas das Revistas Brasileiras

 Veja aqui uma série de anúncios antigos publicados nas revistas brasileiras. 

As publicações relembram produtos conhecidos do passado, e alguns que resistiram ao tempo. 

E também as fórmulas de persuasão que eram utilizadas.

Anúncio da coleção "Jovem Guarda" em 1966 com Roberto Carlos.


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Anúncio de Crush em 1963.

Troleibus em 1956 no Rio de Janeiro.

.Sete Vidas da Alpargatas sem data.

Anúncio de Maizena em 1962.


.Kodak em 1941.


Anúncio de terrenos em Bangú sem data.

Anúncio dos Postos Atlantic nos anos 1960.

Sabonete Lifebuoy nos anos 1950.

Publicidade das Pilhas Eveready dos anos 1950.

.Fogão Dako sem data.

Copiado: https://www.jws.com.br/

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

O Que É Gestão Por Resultados?


 Diferente do modelo mais conhecido de gestão, que foca nos processos, a gestão de resultados se direciona para o cumprimento de objetivos e metas. Que são baseados nos valores definidos pela empresa. A gestão por resultados tem como fundamento o comprometimento real da equipe e o empenho de todos, inclusive dos gestores, para o cumprimento da meta.

O gestor avalia todos os trâmites da empresa para reorganizar suas equipes e direcionar funções e prazos. Mas, na verdade, seu papel mais importante é transformar seus colaboradores em auxiliares plenamente envolvidos com os objetivos. A partir de transformações profundas da empresa.

Como Surgiu a Gestão de Resultados

Do inglês “management by objectives” ou “management by results”, a proposta de gestão de resultados chegou ao Brasil através de grandes empresas multinacionais. Até chegar a outras da iniciativa privada e com muitos debates para ser inserida no poder público.

Foi o austríaco Peter Drucker quem utilizou o termo “gestão por resultados” pela primeira vez, em 1954. Drucker era escritor, professor e brilhante consultor administrativo. Considerado o pai da administração atual. A partir dele, o setor administrativo se voltou para a globalização e o direcionamento sobre as pessoas que fazem parte das empresas.

Drucker afirmava que o esforço de vendas é reduzido quando tudo na empresa funciona como previsto no estoque, distribuição, preço e oportunidade. A venda é consequência de uma empresa inteira comprometida na qualidade do produto final.

Em seu livro The Practive of Management, Peter Drucker faz desafios empresariais aos gestores. Propondo uma administração muito mais agressiva e ao mesmo tempo partidária e envolvente. Nada mais perfeito para os dias atuais do que uma gestão por resultados.

A gestão de resultados e os funcionários

O foco nos resultados não são direcionados apenas ao setor de vendas. Que em geral é mais sensível as ações que visam o comprometimento de metas, mas a todos os setores da empresa. Onde cada um tem sua cota de comprometimento e objetivo a ser alcançado, que vai se renovando a cada mês.

O gestor precisa saber delegar funções e preparar uma estrutura dinâmica e sólida para que os colaboradores se sintam envolvidos com a empresa. Com voz ativa, liberdade para opinar com críticas e sugestões, os funcionários se sentem realmente fazendo parte da engrenagem. E a partir disso, se envolvem cada vez mais com a busca pelos resultados.

Ao decidir direcionar sua administração para a gestão de resultados, a empresa compreende que atingi-los fazem parte de todo o processo de gestão. Todos juntos são parte do resultado positivo ou negativo causado pela condução dos trabalhos. Unidades integradas, assim como setores e funcionários, cada um com sua atribuição para atingirem um único objetivo.

Como chegar aos objetivos?

Embora o foco seja chegar à meta e não como chegar até ela, equipes desorganizadas e independentes não conseguem chegar ao objetivo conjunto. Um funcionário que entende que precisa apenas apresentar o resultado, sem se preocupar na organização de como chegar até ele, dificilmente vai conseguir isso. Cada empregado é medido de acordo com o que faz, sempre comparado ao seu desempenho real e o que conseguiu conquistar com ele.


Esse tipo de gestão não intitula um líder que faz escolhas e cria sozinho um planejamento estratégico. É o conjunto quem o faz e são os empregados quem estabelecem as metas junto com seus gestores. A partir de dados reais das possibilidades da empresa, da equipe e dos próprios gestores. O que proporciona metas muito mais justas e condizentes com a realidade do que àquelas impossíveis de serem realizadas.

Essa união faz com que não haja regras muito rígidas e sim o compromisso com o final do prazo. Se as diretrizes forem cumpridas com rigor, não importa a forma como elas são realizadas. Dentro desse tipo de orientação, profissionais que fazem Home Office, por exemplo, tem a liberdade de trabalhar em nuvem, sem que haja compromisso em bater ponto. Mas ele sabe que precisa apresentar resultados para continuar usufruindo de sua liberdade. E cada vez mais empresas optam por funcionários Home Office, que barateiam o custo diário da empresa e trazem para si um funcionário muito mais comprometido e relaxado.

Organizando a gestão de resultados dentro da empresa

Não é uma tarefa fácil mudar o tipo de gestão, e muito menos é feito rapidamente. É preciso estudar o processo, avaliar os riscos e vantagens, conhecer muito bem como funciona a equipe e como está o andamento logístico da empresa.

Mudar uma cultura pode levar tempo e muita ação objetiva e firme para que não haja gargalos no meio do caminho, quebrando o ritmo aderido.

A primeira etapa para se atingir chegar as metas estabelecidas é que os gestores tenham uma visão muito clara sobre o planejamento estratégico definido, as ambições da empresa e os seus maiores objetivos.

Em seguida, os colaboradores devem ser reunidos para que essas definições sejam lapidadas e até mesmo novos prazos sejam realinhados. Os acordos com os funcionários são fundamentais para que a gestão de resultados seja sedimentada.

Mensuração de resultados

A partir das definições e compromissos selados, é a hora da monitoração do processo. Há aplicativos e softwares muito uteis para mensurá-los. E é antes do resultado final do prazo que os pré-resultados são avaliados entre todos, para compreender o que funcionou ou não e o quanto falto para se atingir o sucesso da meta.


Já no final os desempenhos individuais são avaliados e julgados conforme o resultado apresentado. Quando há o cumprimento do objetivo, ou chegou-se muito próximo dele com a equipe tendo se dedicado com afinco para isso, todos recebem recompensas satisfatórias e condizentes com o esforço, em prol da renovação das energias para a próxima meta.

Quando uma empresa adota a gestão por resultados ela conquista a motivação dos colaboradores, que se envolvem em todo o processo e se sentem reconhecidos pelo esforço e o valor do trabalho empenhado. Da mesma forma como a comunicação ganha, já que para que esse tipo de gestão funcione ela precisa estar uniforme e consistente. E com o tempo e a ajuda dos próprios colaboradores, os processos acabam se aprimorando, os objetivos ficando ainda mais claros e ordenados, e o aumento da autoestima de todos profissionais acaba sendo um dos maiores ganhos pessoais da administração.

Copiado: https://blog.egestor.com.br/

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

VIDA QUE SEGUE... Simples Assim...

Pessoas vão embora de todas as formas: 

  • vão embora da nossa vida, 
  • do nosso coração, 
  • do nosso abraço, 
  • da nossa amizade, 
  • da nossa admiração, 
  • do nosso país. 

E, muitas a quem dedicamos um profundo amor, morrem. 

E continuam imortais dentro da gente. 

A vida segue: 

  • doendo, 
  • rasgando, 
  • enchendo de saudade... 

Depois nos dá aceitação, ameniza a falta trazendo apenas a lembrança que não machuca mais: 

  • uma frase engraçada, 
  • uma filosofia de vida, 
  • um jeito tão característico, 
  • aquela peculiaridade da pessoa.

Mas pessoas vão embora.

As coisas acabam. 

Relações se esvaem, paixonites escorrem pelo ralo, adeuses começam a fazer sentido. 

E se a gente sente com estas idas e também vindas, é porque estamos vivos.

Cuidemos deste agora. 

Muitos já se foram para nos ensinar que a vida é só um bocado de momento que pode durar cem anos ou cinco minutos. 

E não importa quanto tempo você teve para amar alguém, mas o amor que você investiu durante aquele tempo.

Segundos podem ser eternidades... ou não. 

Depende da ocasião.
Por: Marla de Queiroz

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Guaraná Jesus: a Verdadeira História do Refrigerante Criado no Maranhão

 


O refrigerante é conhecido pelos brasileiros pelo slogan “o sabor de viver o Maranhão”. É docinho, com um toque de cravo e canela e, claro, tem um tom rosado inconfundível. 

O Guaraná Jesus está tão integrado ao dia a dia dos maranhenses que já faz parte da vida e da história das famílias da região. Comer uma fatia de bolo ou uma tapioca com Guaraná Jesus no lanche da tarde é como abocanhar um pouco da cultura do estado.

Apesar de ter sido um produto exclusivo de alguns estados do Nordeste até 2016, a fama do refrigerante fez com que a bebida virasse queridinha também em outras regiões do país. 

O Guaraná Jesus era produzido e engarrafado somente pela Solar BR Coca-Cola (fabricante do Sistema Coca-Cola Brasil) em São Luís, no Maranhão, e distribuído em três estados do país: o próprio Maranhão, Piauí e Tocantins. Porém, em 2016, para a felicidade dos admiradores da bebida, outros fabricantes do Sistema passaram a distribuir o refrigerante em mais estados.

A companhia decidiu levar o refrigerante a outros estados em decorrência dos muitos pedidos nas redes sociais. 

A exclusividade de sabor entregue pelo Guaraná Jesus conquistou uma parcela importante das pessoas: as que buscam novidades na categoria de refrigerantes. 

Em um passeio pelo YouTube é possível encontrar vídeos de fãs do Guaraná Jesus e “sommeliers de refrigerante” que postam curiosidades sobre a bebida e as primeiras impressões sobre seu sabor.

Guaraná Jesus
Mas quem inventou o Guaraná Jesus?

A história do Guaraná Jesus tem semelhanças com a da própria Coca-Cola. Assim como o refrigerante criado em Atlanta, nos Estados Unidos, em 1886, a bebida cor-de-rosa também foi inventada por um farmacêutico: Jesus Norberto Gomes. 

Sim, daí vem o nome que ficou tão famoso! 

A delícia gasosa foi criada em 1927, num pequeno laboratório de São Luís. Gomes nasceu na cidade de Vitória do Mearim, no Maranhão, em 1891. Aos 14 anos de idade foi morar em São Luís para buscar trabalho.

Seu primeiro emprego foi na farmácia Marques, onde aprendeu em pouco tempo as receitas. Aos 20 anos, tornou-se empreendedor e comprou a farmácia Galvão, onde foi criada uma seção de águas gasosas e refrigerantes, o que era comum na época. 

Nesse estabelecimento surgiu o primeiro Guaraná Jesus, com leve sabor amargo. A primeira versão do produto não agradou tanto, mas, focado, Gomes continuou as experiências e logo chegou à fórmula atual do Guaraná Jesus.

E o que a Coca-Cola Brasil tem a ver com uma das bebidas mais queridas do Nordeste? 

Em 1980, a família de Gomes vendeu a marca à antiga Companhia Maranhense de Refrigerantes, na época franqueada da Coca-Cola Brasil no estado. 

Em 2001, o guaraná foi adquirido pela Coca-Cola Brasil e passou a fazer parte do nosso portfólio de produtos — mantendo sempre o sabor característico e a identificação com a cultura local. 

Uma das preocupações é justamente preservar a história da marca. Por isso, os elementos gráficos do rótulo representam a própria cor do produto e o logotipo “Jesus” remete à assinatura do seu criador.

Manter os aspectos tradicionais da bebida foi um compromisso assumido pela Coca-Cola Brasil diante da família do criador da marca, Jesus Norberto Gomes, ao adquirir a marca em 2001. 

Todas suas características originais foram mantidas, e o produto que é consumido hoje é o mesmo que era bebido em 1927.

Orgulho maranhense

A embalagem, aliás, foi criada com a ajuda dos maranhenses. 

Em 2008, foram apresentadas três opções, e os consumidores escolheram a nova identidade visual por meio de voto popular. 

O modelo vencedor foi inspirado nos azulejos coloniais portugueses de São Luís e ganhou medalha de ouro de Melhor Estratégia de Marketing no Prêmio Internacional de Excelência em Design (IDEA).

É um produto que passa de geração para geração, possui uma grande história e uma ligação muito forte com os maranhenses. 

Se depender dos entusiastas da bebida cor-de-rosa, o gostinho de guaraná com cravo e canela ainda será símbolo do Maranhão por muitas gerações.

Copiado: https://www.cocacolabrasil.com.br/

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Conselho Pleno do CNE - Aprova as Novas Diretrizes do Curso de Administração

O Conselho Pleno do Conselho Nacional de Educação do Ministério da Educação (CNE/MEC) aprovou o texto das novas Diretrizes Nacionais Curriculares (DCNs) dos cursos de bacharelado em Administração. 

A comissão, composta por conselheiros do CNE e membros do Conselho Federal de Administração (CFA) e Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração (Angrad), trabalhou em conjunto para aprimorar a Resolução CNE/CES n.º 4/2005. 

Com a validação do novo texto, as Instituições de Ensino Superior (IES) terão até três anos para se adaptarem às novas regras, a contar da publicação das DCNs.

Segundo o presidente do CFA, Mauro Kreuz, atualmente o Brasil tem formado profissionais que, na média, têm frustrado enormemente os empregadores. 

Com as novas diretrizes, a sua expectativa é de que elas ajudarão os cursos a evoluírem na qualidade formativa dos egressos dos cursos de Administração. “Nós temos um compromisso em formar quadros em Administração que, na média, sejam bem mais superiores do que se observa hoje. Espero que essas DCNs, sejam indutoras para que, efetivamente, os cursos de Administração possam entregar para a sociedade e o setor produtivo profissionais com competências profissionais em Administração mais sólidas”, diz.


Entre os destaques da nova DCN estão a formação por competências e a prática profissional obrigatória e supervisionada , a fim de promover o alinhamento da teoria com a realidade laboral do futuro administrador. “A expectativa do Sistema CFA/CRAs é elaborar um material dos conselhos, com as novas diretrizes, com o objetivo de orientar essas IES e ajudá-las a se readequarem para este futuro que a gente quer para os cursos de administração”, explicou a diretora de Formação Profissional do CFA, Cláudia Stadlober.

O presidente da Câmara de Educação Superior, professor Antonio Freitas Junior, agradeceu o trabalho da comissão, em especial a colaboração do CFA e da Angrad. “Todos juntos trabalharam muito para a conclusão desse documento que norteia a educação de quase um milhão de estudantes no Brasil, incluindo, cursos de graduação, tecnológicos, presenciais e a distância”, afirmou Freitas.

O relator da comissão foi o conselheiro do CNE, professor Antonio Carbonari Netto. 


O texto foi, aprovado por unanimidade e agora segue para revisão no CNE. 

Em sequência,  irá para o gabinete do ministro da Educação para então ser homologado no Diário Oficial.

A Comissão Especial do CFA para Análise das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Bacharelado em Administração foi coordenado pela diretora de Formação Profissional da autarquia, Cláudia Stadtlober. 

Ele foi composto, ainda, pela presidente do CRA-BA, Tânia Maria da Cunha Dias; pelo presidente do CRA-MA, José Samuel de Miranda Melo Júnior; pelo presidente do CRA-PR, Sergio Pereira Lobo; pelo presidente do CRA-DF, Udenir de Oliveira Silva; e pelo presidente do CRA-RJ, Wallace de Souza Vieira.

Assessoria de Comunicação CFA