quarta-feira, 28 de julho de 2021

Código Brasileiro da Ocupação de Administradores - CBO 2521-05 -

 


CBO 2521-05 é o Código Brasileiro da Ocupação de administradores que pertence ao grupo dos profissionais de organização e administração de empresas, segundo a tabela CBO divulgada pela Secretaria Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (antigo MTE - Ministério do Trabalho).

Nesta página você pode ver as funções desempenhadas pelo cargo, descrição de atividades principais, atribuições, mercado de trabalho, piso salarial médio, jornada de trabalho, faixa salarial, dados salariais oficiais atualizados para a função, bem como o salário médio pago para os Administradores CBO 2521-05 em todo Brasil ou categorizados por estados e cidades brasileiras.

Descrição dos cargos da categoria Administradores

Os Administradores CBO 2521-05 planejam, organizam, controlam e assessoram as organizações nas áreas de recursos humanos, patrimônio, materiais, informações, financeira, tecnológica, entre outras, implementam programas e projetos, elaboram planejamento organizacional, promovem estudos de racionalização e controlam o desempenho organizacional. Prestam consultoria administrativa a organizações e pessoas.

Condições de trabalho

Administradores trabalham em qualquer ramo de atividade econômica, serviços, comércio e indústria, incluindo-se a administração pública. São assalariados celetistas, estatutários ou autônomos. Geralmente, trabalham em equipe, em ambiente fechado e em horário diurno. Estão sujeitos a pressão por cumprimento de prazos e metas.

Exigências do mercado de trabalho

Para o exercício dessa ocupação requer-se curso superior completo em Administração de empresas ou Administração pública, com registro no Conselho Regional de Administração (CRA).

Funções dos Administradores CBO 2521-05

Administradores devem:

·  realizar controle do desempenho organizacional;

·  prestar consultoria Às organizações e pessoas;

·  elaborar planejamento organizacional;

·  promover estudos de racionalização;

·  implementar programas e projetos;

·  demonstrar competências pessoais;

·  administrar organizações;

Atividades dos cargos CBO 2521-05

Entre as principais atribuições dos Administradores CBO 2521-05 estão as de:

·        estabelecer metas gerais e específicas;

·        diagnosticar métodos e processos;

·        demonstrar visão crítica;

·        analisar a organização no contexto externo;

·        definir indicadores e padrões de desempenho;

·        emitir pareceres e laudos;

·        demonstrar raciocínio abstrato;

·        administrar materiais;

·        demonstrar capacidade de análise;

·        facilitar processos de transformação;

·        demonstrar capacidade de síntese;


·        administrar sistemas, processos, organização e métodos;

·        estabelecer rotinas de trabalho;

·        administrar recursos humanos;

·        demonstrar capacidade de decisão;

·        monitorar programas e projetos;

·        administrar recursos financeiros e orçamentários no setor privado;

·        descrever métodos e rotinas de simplificação e racionalização de serviços;

·        estabelecer metodologia de avaliação;

·        arbitrar em decisões administrativas e organizacionais;

·        atuar na mediação e arbitragem;

·        agir com iniciativa;

·        demonstrar liderança;

·        analisar resultados de pesquisa;

·        avaliar resultados;

·        realizar perícias;

·        avaliar viabilidade de projetos;

·        elaborar normas e procedimentos;

·        demonstrar raciocínio lógico;

·        levantar dados para o estudo dos sistemas administrativos;

·        administrar patrimônio;

·        dimensionar amplitude de programas e projetos;

·        demonstrar espírito empreendedor;

·        administrar recursos financeiros e orçamentários no setor público;

·        apresentar proposta de programas e projetos;

·        reestruturar atividades administrativas;

·        traçar estratégias de implementação;

·        administrar informações;

·        analisar estrutura organizacional;

·        demonstrar capacidade de comunicação;


·        demonstrar capacidade de negociação;

·        participar na definição da visão e missão da instituição;

·        identificar oportunidades e problemas;

·        identificar fontes de recursos;

·        analisar a organização no contexto interno;

·        definir estratégias;

·        elaborar diagnóstico;

·        administrar conflitos;

·        trabalhar em equipe;

·        apresentar alternativas;

·        gerir recursos tecnológicos;

·        preparar relatórios;

·        reavaliar indicadores;

·        coordenar programas, planos e projetos;

·        revisar normas e procedimentos;

Copiado: https://www.salario.com.br/

terça-feira, 27 de julho de 2021

A Importância de Uma Boa Relação Interpessoal na Empresa


Se você está ingressando agora no seu 
primeiro emprego, essa a hora de entender a importância de desenvolver uma boa relação interpessoal no ambiente de trabalho. Essa qualidade é tão importante quanto o desenvolvimento das suas habilidades técnicas. 

Mas o que é um profissional que tem uma boa relação interpessoal? Sabe aquele sujeito no escritório que é leve, não arruma confusão, se dá bem com grupo e trabalha bem em grupo? 

Você pode ser assim também, basta desenvolver sua inteligência emocional para aprender a lidar com frustrações, diferentes ideias, empatia e, principalmente, a comunicação.

Enquanto algumas pessoas vão te dizer que você não está no trabalho para fazer amigos, há quem afirme exatamente o contrário. É claro que você tem liberdade para ser da forma que você for e não pense que para ser assim, você terá que mudar quem você é. 

Pelo contrário, passamos a maior parte do tempo no trabalho, cercada de pessoas que não estão ao nosso lado pela nossa escolha, mas pela escolha da empresa. Então qual é o objetivo de se cercar de estranhos ou inimigos?

Nunca vai ser possível agradar a todos, tampouco gostar de todos da mesma forma. No entanto, criar relações saudáveis com seus colegas de trabalho vai criar um ambiente agradável e muito mais suscetivo ao surgimento de amizades, independente do cargo que cada um ocupa. 

A cordialidade entre os membros de uma equipe é o primeiro passo para estabelecer confiança, obter uma maior produtividade do grupo e resultados ainda melhores. O maior ganho nisso tudo será para você e para a sua felicidade.

Quando seu colega vira seu chefe

Se seu colega de trabalho se torna seu chefe, você provavelmente terá de mudar a maneira de agir com ele. Veja essas dicas e torne essa transição a mais fácil e suave possível:

1. Ajude seu amigo

Lembre-se que a transição de cargos pode ser tão difícil para o novo chefe quanto está sendo para você. Seu chefe também está passando por uma fase de experiência. E ele enfrenta testes são diários, tanto profissional como socialmente. Para ajudar o seu amigo, e atual chefe, busque ser simpático, compreensivo e aberto a ouvir seus comentários.

2. Deixe surgir um novo relacionamento

Deixe que o seu novo chefe defina o novo relacionamento entre vocês. Ele pode continuar sendo amigável, mas não se esqueça que agora ele é o seu chefe e a sua postura não pode ser a mesma de antes. 

Certas brincadeiras e intimidades devem ser reservadas apenas para os momentos sociais e privados entre vocês ou você pode colocar seu colega, e agora chefe, em uma posição delicada. Mas é interessante que qualquer desconforto pode ser conversado entre vocês antes de se tornar uma fonte de conflito.

3. Esteja atento ao seu comportamento

Procure sempre tratar seus atuais colegas de trabalho com profissionalismo e educação. Isso irá te ajudar em uma eventual transição de cargos, seja sua ou de um colega. Assim, você não tem que mudar completamente o comportamento quando houver essa mudança para uma posição de chefe. Seja respeitoso e tenha postura profissional.

4. Saiba fazer críticas e repense comentários

Você pode até ter compartilhado suas diversas insatisfações relacionadas ao trabalho quando eram colegas, mas isso muda com a alteração de posição. Diante desta nova relação profissional, você deve pensar duas vezes antes de fazer certos comentários. Caso tenha alguma reclamação a fazer, procure sempre optar por falar de maneira construtiva e profissional.

O mesmo vale para você, quando é promovido a chefe. Perceba que existem informações e comentários que devem ser restritos a certos cargos. Isso não significa que você esteja sendo um amigo pior, apenas deve estar claro que a cada cargo competem certas informações e decisões. 

Além disso, não se esqueça que, ao ouvir certas críticas, ela é feita com base na realidade daquele funcionário, que está naquela posição na empresa. Tente lembrar de quando você estava nesta mesma posição antes de descartar a crítica como infundada.

5. Coloque-se no lugar do outro

Não se preocupe se o seu novo chefe contesta a sua forma de trabalhar ou as suas entregas. Agora ele tem metas a cumprir e uma expectativa que você tem corresponder. Agradeça os comentários e use as informações de uma forma positiva. Lembre-se que em algumas situações, a empatia é fundamental para entender o outro e evitar discórdias e brigas. 

6. Mantenha a positividade

Não veja a promoção de um colega como algo negativo, muito menos como o fim dessa amizade. Além disso, mantenha-se como uma influência positiva sobre os demais colegas da equipe que se sentem ressentidos com o novo chefe. 

A energia negativa dentro do ambiente de trabalho só vai gerar resultados ruins, animosidade e conflitos. Explique aos colegas que como novo chefe, o seu amigo tem um novo papel a desempenhar, e consequentemente, novas responsabilidades. Portanto, é inevitável que a relação mude, o que não significa um afastamento ou rompimento entre vocês.

Mantendo a boa relação com antigos chefes

Seus ex-colegas de trabalho e chefes são uma ótima fonte de networking. Esses profissionais, pela vivência que já tiveram com vocêm, conhecem seus verdadeiros potenciais e podem ajudá-lo a ampliar sua rede de contatos. Se você deseja manter o contato com seu ex-chefe, mas não tem ideia de como fazer isso, confira algumas dicas a seguir:

1. Cartões de Natal

Desejar um ótimo final de ano é uma excelente oportunidade de manter ou entrar em contato com seu ex-chefe. Receber um cartão com mensagens boas só mostra como você é querido por alguém. Essa é uma forma sutil de mandar lembranças e também manter a amizade.

Cuidado com excessos nas mensagens ou em presentes! Eles podem ser percebidos de forma negativa, ainda mais se você pouco tinha contato com aquela pessoa durante o período em que trabalharam no mesmo ambiente. 

2. Compartilhe os acontecimentos da sua vida pessoal

Se você está mudando de cidade ou de endereço, não custa nada enviar um e-mail com as suas novas informações de contato. Esse comunicado por ser informal, por isso, escreva como se você estivesse falando com amigos e familiares. Quando você compartilha coisas da sua vida pessoal, mostra que você tem o interesse de manter o contato além da vida profissional.

Atualmente, com as redes sociais e a possibilidade de manter seu número de telefone mesmo mudando de operadora, você tem uma maior facilidade de deixar os seus canais de contato mesmo com uma mudança de cidade ou país.

3. Acontecimentos da vida profissional

Você acabou de mudar de emprego ou conseguir uma promoção? Informe seus antigos chefes sobre isso e aproveite a oportunidade para agradecer as experiências que eles forneceram para você. Isso mostra que você não se esqueceu de tudo que você aprendeu com aqueles com quem trabalhou anteriormente. 

Este gesto também pode funcionar no sentido contrário, se um ex-colega ganhou um prêmio ou promoção, fique a vontade para desejar boa sorte ou parabéns. 

4. Artigos interessantes

Quando você encontrar artigos sobre as tendências do setor ou um problema enfrentado por um ex-colega de trabalho, envie um e-mail para os profissionais que podem ter interesse nessa notícia. A ideia é disseminar a boa informação, equilibrando a importância e utilidade das informações presentes no artigo com o seu desejo de manter o contato com aquela pessoa. 

5. Redes sociais

A era das redes sociais trouxe uma revolução na forma como nos relacionamentos com todos ao nosso redor, desde amigos da escola, aos colegas de trabalho. LinkedIn, Twitter e Facebook são ótimas maneiras para se manter em contato. A dica é identificar qual o tipo de relação você quer manter com esse ex-colega ou chefe. Assim, você conseguirá escolher a melhor rede social para entrar e manter contato.

Mantendo amizades ao mudar de emprego

Ao sair de uma empresa, você tem duas opções: ou você sai e nunca mais entra em contato com quem trabalha lá, ou continua conversando com os ex-colegas de trabalho e constrói uma network para o resto da vida. Se você quer escolher a segunda opção, confira 6 dicas para manter contato com o antigo serviço:

·         Invista em network

Por mais que você não ache necessário agora, o network pode ser extremamente útil na carreira de uma pessoa. Antes de sair da empresa, certifique-se de pegar o contato de todos os colegas de trabalho que você tem intimidade e principalmente do chefe. Demonstrar interesse em manter o contato antes de sair é bem visto em qualquer empresa.

·         Busque Feedbacks

Antes de sair da empresa, marque uma reunião com os seus superiores para que eles possam dar um feedback sobre o seu desempenho enquanto funcionário. Isso demonstra responsabilidade, compromisso, vontade de melhorar e respeito a opinião dos seus superiores. 

·         Quanto mais cedo, melhor

Não adianta querer entrar em contato com seus antigos colegas no momento de necessidade. É importante que mais ou menos 1 mês depois você já fale com os seus eles e mantenha esse hábito a cada periodicamente. Pergunte se há novidades no escritório, como anda a empresa e conte sobre a sua vida. Dessa forma, ninguém irá pensar que você está apenas usando esse contato para benefício próprio e terá um network forte por anos.

·         Demonstre apreço

É importante que antes mesmo de sair você já mostre como aquela fase foi importante para a sua carreira. Agradeça ao seu chefe pela oportunidade, se despeça dos colegas e diga como irá sentir falta. Depois disso, a conversa entre você e as pessoas da empresa será muito fácil.

·         Encontros regulares

Se possível, visite o escritório pelo menos uma vez por ano. Vá conversar com os seus antigos colegas de trabalho, falem sobre as novidades e veja quais foram as mudanças desde a época que você saiu. Por mais que um e-mail sirva para manter o network, nada é melhor do que o contato cara a cara.

·         Evite ser chato

Se, mesmo com todas essas dicas, os seus antigos colegas não parecem muito interessados em manter contato, não force a barra. Se os dois primeiros e-mails não forem respondidos, não insista e não tente mais manter um diálogo.

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terça-feira, 20 de julho de 2021

Você Não Precisa Sofrer Toda Segunda-feira, Sabia?

 


6 dicas para você levantar bem disposto no começo da semana

Você sofre para sair da cama e engatar a primeira marcha na segunda-feira? Você não está sozinho nessa. Dificilmente deve haver algum dia da semana tão detestado – e temido – quanto esse, mas podemos tomar algumas medidas para fazer com que ele seja menos sofrido. Para ajudar nessa empreitada, contamos com a ajuda da consultora de carreira Adriana Gomes. Veja suas recomendações.

1. Organize-se

A segunda-feira normalmente parece conturbada, pois muita gente deixa acumular tarefas e tem uma organização para sair na sexta-feira com a consciência tranquila. Portanto, a primeira dica é usar o último dia útil da semana para organizar a que vai começar, pelo menos limpando a caixa de entrada dos e-mails e arrumando os compromissos e eventos da agenda.

2. Não adie tarefas

Não adie tarefas chatas ou complicadas que você pode resolver nesta quinta-feira ou sexta-feira para a semana seguinte. Se fizer isso, além de já começar a semana com o humor meio ruim, ainda corre o risco de ficar lembrando da “chatice” durante o final de semana.

3. Não marque reuniões tensas

Evite, sempre que possível, marcar reuniões ou compromissos tensos para a manhã da segunda-feira. “Ter uma reunião logo cedo, antes até de saber o que está acontecendo no mundo, é uma boa forma de começar a semana bem triste”, diz Adriana. O melhor é começar com mais calma até entrar no ritmo e não ser obrigado a fazer isso “no tranco”.


4. Faça atividades de lazer

Aproveite o final de semana para atividades de lazer. “O horário de não trabalho também tem de ser respeitado”. Ou seja, mesmo que você se sinta tentado a trabalhar “só um pouquinho” para adiantar alguma coisa, dar “só uma olhadinha nos e-mails” ou terminar aquele relatório, pois “em casa consegue se concentrar melhor”, contenha-se ou possivelmente vai voltar ao trabalho com a sensação de ter emendado uma semana na outra.

Se você percebe que perde muito o ritmo durante o final de semana, pode tentar criar uma agenda (de lazer, por favor) para o sábado e o domingo. “Você pode tentar acordar no mesmo horário de sempre, ir para a academia, depois marcar um almoço e por aí vai”, diz Adriana.

5. Tome um bom café da manhã

Antes de sair de casa, na segunda-feira, ou antes de sentar à mesa para o trabalho, reserve um tempo para tomar um bom café da manhã, com calma. “Vale a pena até acordar um pouco mais cedo para isso, pois essa sensação boa, de se alimentar bem e sem tanta pressa, pode deixar tudo mais leve durante o dia.”

6. Se observe

Observe se a segunda-feira anda pesada porque você volta mais cansado fisicamente do final de semana ou se é mesmo um cansaço mental ou alguma questão de estresse acumulado. “É natural voltar fisicamente prejudicado já que nesses dias você tira o corpo de cima da cadeira e faz outro tipo de atividade. A volta para o trabalho tem que ser como aquele dia em que você vai andar de bicicleta e depois ficar com o corpo dolorido.”


Agora, se você perceber que o que está incomodando não é o cansaço físico, a mais importante dica para melhorar sua segunda-feira é fazer o que você gosta, com pessoas com que você se sente bem. “Se todo início de semana for um martírio, se você tem a síndrome do domingo à noite, possivelmente esteja com a luz amarela acesa”, diz ela. Se isso estiver ocorrendo de fato, o jeito é encarar o problema e sair em busca de uma solução, até procurando um novo emprego, se for o caso.

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segunda-feira, 19 de julho de 2021

KPIs (Indicadores-Chave de Performance): conheça 9 indicadores de desempenho para gerir a sua empresa!


 Uma gestão de qualidade precisa utilizar dados que mostrem, de forma efetiva, como anda a saúde do seu negócio. Para isso, é importante saber escolher os melhores Key Performance Indicators (KPIs) para cada estratégia. Mas você sabe o que é isso?

Os KPIs são indicadores de desempenho que acompanham processos-chave das ações de uma empresa. Seus números influenciam fortemente no sucesso de uma ação: por seu caráter analítico específico, mudanças baseadas nesses indicadores podem promover o crescimento e o fortalecimento do negócio.

Sua definição deve ser feita de maneira estratégica, de acordo com as necessidades da sua empresa, mas existem alguns KPIs que são essenciais para qualquer ação. Confira agora os 9 principais indicadores de desempenho para monitorar o sucesso do seu negócio:

1. Retorno sobre investimento (ROI)

O retorno sobre investimento (ROI) é um dos indicadores mais importantes para o seu negócio. Basicamente, o ROI calcula qual foi a assertividade do investimento, e pode ser aplicado em diversas situações. Sua fórmula é dada por:

ROI = (Ganhos após o investimento – Investimento inicial) / Investimento inicial

Assim, quanto maior o ROI, mais assertiva é a ação e melhor é o investimento. Um ROI nulo indica um investimento que não gerou efeitos, e um ROI negativo demonstra um mal investimento.

2. Ticket médio

O ticket médio é outro indicador-chave fundamental para qualquer estratégia. Ele calcula, em média, quanto cada cliente gasta com o seu negócio em determinado período de tempo. Sua fórmula é dada por:

Ticket médio = Faturamento / Número de clientes em determinado período

Quanto maior o ticket médio do negócio, mais os clientes estão gastando. Mas atenção: antes de analisar esse KPI, é preciso ter em mente o custo médio do seu produto. Afinal, se você possui produtos mais caros, é natural que o ticket médio seja mais elevado.

3. Custo de aquisição por cliente (CAC)

O CAC demonstra quanto a sua empresa precisa gastar para conseguir um novo cliente. Sua fórmula pode ser calculada como:

Custo de aquisição por cliente = Gastos para aquisição de clientes / Número de novos clientes no período

Quanto maior for esse custo, menor é a lucratividade e a rentabilidade do negócio. Também é relevante cruzar esse dado com o ticket médio: se o seu ticket é de R$ 500,00 e o CAC é de R$ 400,00, existe um problema na sua estratégia. Porém, se o seu ticket é de R$ 5.000,00 e o CAC continua em R$ 400,00, sua estratégia pode estar adequada.

4. Índice de rotatividade

O índice de rotatividade é um KPI interno que serve para medir o grau de saída (ou turnover) de colaboradores do seu negócio. Para esse cálculo, usa-se a fórmula:

Índice de rotatividade = [(Número de demissões + número de admissões) / 2] / Número total de funcionários

Uma rotatividade muito elevada indica que existe um problema na atuação da empresa de maneira geral, o que eleva os custos com processos seletivos e continuidade de projetos. Geralmente, quanto mais elevado é esse índice, maior é a necessidade de programas de valorização e motivação.

5. Net Promoter Score (NPS)

O Net Promoter Score (NPS) é, ao mesmo tempo, uma metodologia e um indicador. Ele mostra qual é o nível de satisfação dos clientes com o seu negócio, baseando-se em duas perguntas principais:

  • De 0 a 10, qual é o seu nível de satisfação com o negócio?
  • De 0 a 10, quais são as chances de você indicar o negócio?

Os clientes que dão 9 e 10 são considerados promotores, os que dão 7 e 8 são considerados neutros, e os que dão 6 ou menos, detratores. Para calcular o NPS, basta usar a fórmula:

NPS = % de promotores – % de detratores

Quanto maior é o NPS do seu negócio, maior é a indicação de qualidade no atendimento e serviço, e maiores são as chances de fidelização.

6. Indicador de endividamento

Esse KPI tem como objetivo mostrar o grau de endividamento de uma empresa. É importante ter essa informação sempre disponível, porque uma companhia com uma margem de dívidas muito elevada normalmente precisa repensar suas estratégias.

Nesse sentido, em determinado momento é preferível que a empresa postergue projetos de expansão até que as suas dívidas voltem a um patamar considerado seguro. Sobretudo, esse indicador pode ser decisivo na hora de atrair novos sócios ou investidores.

Para calculá-lo, utilize a seguinte fórmula:

Índice de endividamento = (total de passivos / total de ativos) X 100.

7. Indicador de recebimento

Alguns empreendedores confundem o recebimento com o faturamento, mas são muito diferentes um do outro. Inclusive, é possível que uma empresa tenha um bom faturamento mesmo quando não consegue receber todos os seus pagamentos devidos.

Isso ocorre se ela vender a prazo, por exemplo. De qualquer forma, o ideal é que a taxa de recebimento seja parecida com a de faturamento. Uma dica para alcançar esse resultado é evitar a concessão de crédito para quem está inadimplente.

Outra solução é investir no pós-vendas, de modo com que o consumidor valorize a relação com a empresa, optando por honrar os seus débitos para evitar um desgaste com o negócio e poder voltar a comprar.

Além disso, investir na eficiência do setor de cobranças pode fazer com que o empreendimento recupere valores que já considerava perdidos.

Para calcular esse KPI utilize a seguinte fórmula:

PMR: (Total de duplicatas a receber/ total da receita de vendas) X 360

8. Índice de liquidez

Entre os muitos indicadores de desempenho, é importante dar atenção especial ao índice de liquidez. Ele revela a capacidade que a empresa tem de gerar recursos financeiros de forma rápida.

Quando se tem acesso a essa informação, pode-se tomar decisões mais lógicas com relação às finanças da empresa, como a capacidade de recorrer a um empréstimo empresarial, sem que isso coloque o negócio em risco.

Para pequenas e médias empresas, é interessante lembrar-se que um empreendimento é um investimento. Afinal, é comum que as pessoas invistam suas economias no sonho de ter sua própria empresa. No entanto, nem todos são bem-sucedidos ou gostam da experiência de empreender.

Nesses casos, saber o quão rápido sua empresa pode transformar-se em dinheiro é um fator muito importante, do mesmo modo que saber a liquidez dos outros investimentos também é.

Para isso, utilize as seguintes fórmulas:

Liquidez corrente = ativo circulante / passivo circulante

A primeira delas, a liquidez corrente leva em consideração os rendimentos e dívidas a curto prazo da empresa.

Liquidez seca = (ativo circulante – estoques) / passivo circulante

Similar à liquidez corrente, mas exclui do cálculo os estoques.

Liquidez imediata = disponível/ passivo circulante

Já a  liquidez imediata considera apenas o dinheiro em caixa e recursos que têm rápida liquidez.

Liquidez geral = (ativo circulante + realizável a longo prazo) / (passivo circulante passivo + passivo não circulante)

Por fim, a liquidez geral leva em consideração a situação da empresa a longo prazo. 

9. Indicador de qualidade

Por sua vez, esse indicador é fundamental para avaliar o modo de trabalho da empresa. Assim, quando são constatados problemas de qualidade — como alto número de reclamações por parte dos clientes, ou a necessidade elevada de realizar ações de retrabalho —, é sinal de que algo está muito errado.

Uma alternativa é avaliar o treinamento oferecido aos colaboradores, para verificar se está adequado às necessidades da empresa. Outra possibilidade a ser considerada é estudar a qualidade dos produtos entregues. Assim, um baixo índice de qualidade pode motivar a troca de fornecedores, por exemplo.

Sobretudo, o empreendedor deve monitorar a quantidade peças retrabalhadas e/ou o número total de reclamações com relação ao total de produtos do mesmo lote.

Como você pôde acompanhar ao longo deste artigo, indicadores de desempenho são fundamentais para entender a sua empresa. Tendo isso em mente, do mesmo modo que um aluno passa a estudar mais ao perceber que suas notas estão baixas, um empresário pode realizar alterações significativas quando, de fato, entende o seu empreendimento.

Copiado: https://otimizemarketing.com.br/

quinta-feira, 15 de julho de 2021

GOVERNANÇA FAMILIAR É DIFERENTE DE GOVERNANÇA CORPORATIVA

 


A governança é fundamental nas empresas, pois oferece condições para a atuação dos gestores e protege os interesses dos investidores. Entretanto, existem diferenças significativas quando seu direcionamento é para corporações ou para empresas familiares. 

O texto a seguir mostra como variam quatro aspectos: a formalização de processos, os objetivos da empresa, os objetivos da governança e o papel do conselho para ambos os tipos de empresa.

Você já deve ter ouvido falar em governança corporativa e alguém já deve ter recomendado a adoção destas práticas em sua empresa. É verdade que a estruturação da governança gera muitos benefícios para as empresas, protege os investidores e cria condições de trabalho para os gestores. 

Mas, atenção, você precisa entender as diferenças fundamentais entre as práticas de governança das corporações e as práticas de governança na empresa familiar. 

A primeira diferença é o objetivo a ser alcançado com as práticas de governança. As corporações de capital aberto estruturam a governança com o objetivo de monitorar o trabalho dos gestores, por exemplo, tem o propósito de verificar se as decisões tomadas pelo time gestor estão efetivamente contribuindo para a valorização das cotas acionárias dos investidores. 

Nas empresas familiares, a governança também ajuda no monitoramento dos gestores mas o propósito é muito mais o de orientar e desenvolver os executivos familiares. 

Outra diferença importante é que a governança corporativa demanda uma grande formalização de processos e sistemas de arquivamento das decisões enquanto que, na governança familiar, pode ser válido seguir alguns acordos informais e tomar decisões com base no comprometimento moral. Isto não significa que a governança familiar seja mais fácil, pelo contrário. 

É aqui que muitas empresas enfrentam problemas, por exemplo, eu já presenciei empresas familiares que conduzem reuniões de conselhos tão burocratizadas que todo o processo criativo e colaborativo se perde. 

Outras empresas seguem o outro extremo e fazem da reunião de conselho algo muito parecido com as reuniões de família do final de semana, o que acaba gerando pouco valor para a empresa. Além do exemplo das reuniões de conselho, vale comentar sobre o desenvolvimento do protocolo familiar. 

Nas corporações os acordos são formalizados e registrados, inclusive, com respaldo jurídico. Nas empresas familiares, vale ter o embasamento jurídico das intenções, mas o fundamental é que os familiares tenham participado da elaboração e efetivamente se comprometam com tudo aquilo que foi acordado. 

A terceira diferença está relacionada aos objetivos das organizações. Pode-se dizer que o objetivo das corporações seja o de gerar lucro que é facilmente atestado pelo valor da ação da corporação no mercado. Todas as práticas de governança corporativa cumprem com este propósito. 

Mas os objetivos da empresa familiar vão além da valorização do negócio, também podem ser considerados o atendimento às necessidades de realização da família, a satisfação do trabalho em família, o atendimento à comunidade e filantropia. 


Desta forma, percebe-se que a governança familiar precisa estar preparada para atender a estes diversos objetivos. 

O papel desempenhado por conselheiros externos difere completamente entre corporações e empresas familiares. Isto é bastante claro, o conselheiro independente deve ser contratado pelas corporações com o objetivo de proteger o negócio e de monitorar as decisões tomadas pelo time gestor. 

De outro lado, o conselheiro externo deve proteger tanto os negócios quanto as famílias controladoras. 

Na prática, tem sido difícil encontrar conselheiros adequados para empresas familiares. Se a família controladora segue as boas práticas para as corporações, estará inclinada a contratar conselheiros totalmente independentes. 

Mas surgem os incômodos pelo fato do conselheiro não entender a cultura organizacional, o seu ambiente de negócios, as relações que vão além de sistemas e processos. 

Em empresas familiares é comum a busca por conselheiros que tenham algum vínculo de confiança prévio e que consigam articular, tanto assuntos relativos ao negócio, quanto relativos à família. 

Estas são as quatro principais diferenças entre governança corporativa e governança familiar. 

Lembre-se delas ao estruturar e ao conduzir a governança na sua empresa. 

Estas práticas ajudarão você a desenvolver o seu time gestor, a proteger os seus investimentos, a criar vínculos saudáveis com seus familiares e a atrair o interesse de investidores.

 Copiado: https://www.agrodistribuidor.com.br/