sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

DIRETORIA 2021/2022 - CRA-MA CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO - MARANHÃO


 O Adm. Jaylson Mendonça foi eleito o novo presidente do CRA-Ma para o biênio 2021/2022. 

A eleição foi realizada na noite desta quinta-feira, dia 07/01/2021, durante a Sessão Plenária Solene de Diplomação e Posse dos Conselheiros Regionais, Diplomação do Conselheiro Federal Suplente e Eleição da Diretoria Executiva (2021/2022). 

Acompanhe a composição:

Diretoria Executiva Biênio 2021/2022

Presidente - Adm. Jaylson Mendonça
Vice - Adm. Aline Mendonça
Dir. Adm.Financeiro - Adm. Ivaldo Prado
Dir. Fiscalização e Registro - Adm. Fábio Arruda
Dir. Des. Prof. Institucional - Adm. Sérgio Cutrim

Conselheiros Regionais Efetivos diplomados e empossados para o mandato de 4 (quatro) anos, 2021/2024:
- Adm. Aline Mendonça da Silva
- Adm. Sérgio Sampaio Cutrim
- Adm. Alex Baldoíno Pereira de Barros

Conselheiros Regionais Suplentes Diplomados para o mandato de 4 (Quatro) anos, 2021/2024:
- Adm. Carlos Eduardo Dos Santos Coelho
- Adm. Miguel Mubárack Heluy
- Adm. Lanna Katrine Sousa Ferraz

Conselheiro Federal Suplente para o Mandato de 4 (Quatro) anos, 2021/2024.
- Adm. Jorge Henrique Mariano Cavalcante

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

POR QUE BONS FUNCIONÁRIOS PEDEM DEMISSÃO?


Toda demissão costuma trazer custos relevantes para uma empresa. Pagamento de rescisão, treinamento de um novo colaborador e atraso de projetos em andamento são alguns dos gastos diretos que são gerados com um desligamento. 

 Quando a demissão parte de uma solicitação de um bom funcionário a situação é ainda pior para a empresa. Um colaborador eficiente - que preza pela pontualidade, bom relacionamento e qualidade do trabalho - tem um valor inestimável para qualquer organização. Encontrar uma pessoa com perfil adequado para a posição pode levar tempo, o que impactará diretamente na produtividade da empresa. 

 Nesse sentido, é necessário que o setor de Recursos Humanos junto aos gestores entendam os motivos que levaram ao pedido de desligamento. Quando essa situação ocorre, é fundamental a aplicação da entrevista de desligamento. Precisamos saber quais fatores geraram essa atitude, assim a organização vai conseguir evitar ao máximo novos pedidos de demissão.

 5 motivos que levam ao pedido de demissão

 Para evitar a saída de talentos de sua equipe, os gestores devem compreender qual é o papel da empresa no processo de retenção de bons profissionais. A supervisora de Recursos Humanos da Express Restaurantes Empresarias, Bianca Zanesi, listou alguns motivos que costumam pesar no desligamento dos funcionários:

 1. A empresa conta com processos muito engessados:

 Muitas organizações parecem estar paradas no tempo, sem nenhuma adaptação à realidade atual. Esse fator costuma incomodar profissionais antenados e competentes.

 Políticas internas ultrapassadas e processos engessados devem ser revistos o quanto antes. Trazer flexibilidade para a gestão é fundamental para agregar valor à organização. 

 2. O profissional está sobrecarregado.

 No intuito de fazer mais com menos, algumas organizações sobrecarregam seus colaboradores com trabalho extra - especialmente os que se mostram mais eficientes. A estratégia pode até funcionar por um tempo, gerando mais produtividade para a empresa. Com o passar dos dias, porém, o bom funcionário começa a acreditar que está sendo penalizado por sua competência. É importante evitar que isso ocorra, com feedbacks constantes e alinhamento a respeito da sazonalidade de sobrecarga.

 3. O clima organizacional não está bom: 

 Atualmente passamos, no mínimo, 1/3 do nosso dia no trabalho. Os profissionais optam por trocar de ambiente quando não se sentem felizes.

 Além de interferir diretamente na produtividade, o clima organizacional é um dos fatores ligados aos pedidos de desligamento. Gestores eficientes investem em iniciativas que trabalhem a mente positiva das suas equipes. 

 4. A organização não abrange um plano de carreira:

 A maioria dos profissionais comprometidos gosta de ter uma direção clara da expectativa da empresa. Nesse sentido, um plano de carreira é importante pois esse funcionário pode visualizar quais são os próximos passos dele dentro da organização, se atender os requisitos exigidos. 

 Algumas empresas gastam muito tempo, energia e dinheiro para contratar pessoas qualificadas, mas esquecem de investir esforços na retenção desses profissionais. O papel da liderança é indicar com clareza quais são as opções de caminho que podem ser seguidos dentro da organização. 

 5. Ineficiência do gestor:

 Você já ouviu a máxima: "as pessoas pedem demissão de seus chefes, não das empresas"? Muitas vezes, os profissionais deixam o seu cargo por ineficiência dos gestores. 

 Os líderes precisam estar dispostos a apoiar os seus funcionários para manter a equipe engajada e produtiva. A empresa deve buscar gestores que tenham uma preocupação genuína com sua equipe, pois esse é um dos principais motivos que levam os profissionais a serem comprometidos e leais aos seus líderes.

Como evitar a demissão de bons funcionários? 

 Após entender as principais razões que fazem bons funcionários pedirem demissão, é chegada a hora de aplicar estratégias para evitar esse cenário. Algumas medidas simples podem ser altamente eficientes. Confira orientações elaboradas com o apoio da supervisora de Recursos Humanos da Express Restaurantes Empresarias, Bianca Zanesi, para reter talentos nas empresas. 

 * Priorize o diálogo entre gestores e colaboradores: 

 Conflitos e divergências no ambiente e com colegas de trabalho são esperados: as pessoas são diferentes umas e das outras e, por isso, apresentam visões distintas das mesmas situações. O que não pode ser normalizado é a falta de diálogo. 

 Os líderes devem ser transparentes, buscando sempre ouvir seus profissionais. Os bons funcionários costumam ser responsáveis por muitas tarefas e os líderes acabam "esquecendo" de acioná-los para conversas e feedbacks, o que é um erro. 

 Ao dar atenção para os colaboradores, as equipes se sentem à vontade para propor melhorias e para sugerir novas metodologias de trabalho. Tudo isso interfere diretamente na motivação e na produtividade. Ouvir genuinamente os funcionários é umas das práticas de gestão mais cruciais para a retenção de talentos.

 * Reconheça as conquistas: 

 Praticamente todas as pessoas esperam ser reconhecidas quando desempenham uma tarefa de forma adequada. Isso vale tanto para o âmbito profissional, quanto para o pessoal.

 Uma rotina repleta de demandas e trabalho, sem qualquer reconhecimento, pode desmotivar o funcionário. Um bom gestor deve elogiar os esforços de sua equipe, incentivando e bonificando as atitudes exemplares. 

 A falta de reconhecimento profissional afeta a motivação de todos e pode ser crucial para esmaecer a imagem da empresa. Celebre as conquistas da sua marca e deixe claro que os resultados só foram possíveis em função da dedicação da equipe. O reconhecimento costuma ser uma injeção de ânimo, ou seja, motiva os funcionários a se dedicarem ainda mais.

 * Invista no aprendizado e desenvolvimento: 

 Foi-se o tempo em que os colaboradores davam importância apenas para os salários que a empresa paga no final do mês. Mais do que nunca, as pessoas estão valorizando o aprendizado e o desenvolvimento pessoal - especialmente com a chegada das novas gerações ao mercado de trabalho. 

 Os gestores devem oferecer cursos e palestras à suas equipes, além de treinamentos que fortaleçam seus pontos fortes. Vale também ajudar com a faculdade, da especialização ou do mestrado. É pouco provável que o profissional deixe de valorizar a empresa que investiu em seu desenvolvimento pessoal. 


 * Deixe claro o propósito da empresa: 

 Os colaboradores costumam se sentir desmotivados quando não conseguem enxergar sentido na função que exercem. Para evitar que isso aconteça, a empresa precisa sempre oferecer uma visão do cenário todo para suas equipes. 

 Em encontros frequentes, os gestores devem apresentar os objetivos da organização e os impactos positivos da marca no mercado e na comunidade como um todo. É necessário ter um propósito bem definido para se manter por muito tempo em um emprego e o papel da empresa é deixar essa questão clara a todos.  

Copiado: https://www.express.srv.br/

  

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Internet das Coisas: O Que é, Como Funciona e Aplicações


Quem acompanha a digitalização de perto, sabe que a Internet das Coisas tem transformado o mundo, trazendo mais facilidade e comodidade para as tarefas.

Chegar em casa e encontrar o ar-condicionado na temperatura certa, por exemplo, já é uma realidade. 

Ou, então, ligar as luzes e ajustá-las diretamente pelo aparelho celular.

Mas esses são só alguns exemplos simples de aplicação da Internet das Coisas, que podemos experimentar no nosso cotidiano

O alcance dela é muito maior, com impacto, inclusive, na administração pública. 

Para se ter ideia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou um fundo de investimentos, no valor de até R$ 160 milhões, para fomentar a Internet das Coisas.

Curioso para saber mais sobre o assunto?

Então, avance no texto!

O que é Internet das Coisas (IoT)?

Quando nos deparamos com o termo Internet das Coisas, normalmente, vemos a sigla IoT associada.

E é bem simples entender o porquê.

Internet das Coisas é uma tradução do inglês Internet of Things.

O acrônimo, portanto, vem do conceito na língua inglesa.

Internet das Coisas é a conexão de objetos físicos com a internet. Ou seja, uma forma de fazer com que itens do dia a dia sejam capazes de coletar e transmitir dados.

Quer um exemplo para ficar mais fácil de entender? Um automóvel com GPS.

tecnologia atrelada ao veículo permite que as informações sobre os trajetos realizados sejam reunidas e repassadas.

De onde surgiu o termo?

Embora o termo tenha ganhado mais evidência nos últimos tempos, ele surgiu há mais de 20 anos.

Quem o criou foi o londrino Kevin Ashton, um cientista da computação que trabalhava na Procter & Gamble.

Em 1999, Ashton faria uma reunião com executivos da empresa de barbeadores Gillette sobre usar tags de identificação de radiofrequência e outros sensores em produtos da cadeia de fornecimento, e precisava de um título impactante para a sua apresentação.

Foi, então, que teve a ideia de usar Internet das Coisas.

História da Internet das Coisas

Ainda que Kevin Ashton seja o idealizador do termo Internet das Coisas, a ação de conectar objetos físicos à internet teve início antes.

O primeiro dispositivo foi criado por John Romkey e apresentado em uma conferência chamada INTEROP, realizada em 1990. 

Tratava-se de uma torradeira que podia ser ligada pela internet.

A partir daí, então, é que a IoT foi se desenvolvendo e ganhando novas aplicações.

O número de dispositivos conectados, consequentemente, aumentou.

E, segundo estimativas da International Data Corporation (IDC) -  líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e de conferências para indústrias de Tecnologia de Informação e Comunicações -, haverá 41,6 bilhões de “coisas conectadas” em 2025.

Como funciona a internet das coisas?

Você já sabe que a Internet das Coisas consiste em objetos físicos conectados à internet, certo?

E ela funciona por meio de uma rede que viabiliza a troca de informações entre os aparelhos.

Com isso, ocorre a automatização das ações.

A seguir, você confere algumas aplicações.

IoT na economia mundial e suas aplicações

A Internet das Coisas tem transformado a rotina de várias empresas de setores diversos. 

Isso porque, com base na geração de dados que ela permite, é possível otimizar os processos. 

Nas indústrias, principalmente, a IoT tem ajudado a identificar os problemas a tempo de corrigi-los. 

Veja só algumas aplicações:

Fabricação

A fabricação é a base de toda indústria, e a Internet das Coisas tem contribuído com a produção, justamente por possibilitar o gerenciamento de ativos e a manutenção de equipamentos.

Logística

No mercado de logística, a Internet das Coisas é usada, sobretudo, para o monitoramento do transporte. 

Assim, é possível rastrear os veículos, facilitar a comunicação e garantir a segurança dos motoristas e cargas.

Energia e utilidades

O setor de petróleo e gás exige uma rede inteligente de distribuição, e a Internet das Coisas tem contribuído com as informações que facilitam a transmissão. 

Outros serviços públicos também têm se beneficiado da tecnologia. 

automação conectada a redes de iluminação pública para mapeamento dos locais é um exemplo.

Internet das coisas e Smart Cities

A iluminação pública, da qual falamos no tópico anterior, é um dos exemplos de aplicação da Internet das Coisas mais populares em Smart Cities ou, em português claro, Cidades Inteligentes.

Mas existe uma série de oportunidades que ajudam a solucionar diversos problemas urbanos de setores como educação, saúde e segurança.

Essa prática, que vem sendo cada vez mais discutida pelos governos com empresas que oferecem serviços de IoT, já é utilizada em diferentes lugares.

O Brasil ainda não é um grande usuário do conceito, mas a cidade de São Paulo, por exemplo, firmou uma parceria com o aplicativo Waze para ter acesso online às informações do tráfego no município, o que já é um caso de IoT. 

Big Data

Big Data e IoT têm muito em comum. Na verdade, um complementa o outro.

Big Data está relacionado à análise de grandes volumes de dados. Para isso, é preciso coletá-los.

A Internet das Coisas, por sua vez, tem a capacidade de gerar informações, mas precisa de uma inteligência para transformá-las em insights valiosos.

Assim, trabalhando as duas tecnologias juntas, é possível alcançar resultados extraordinários.


Segurança e privacidade

Com tantos aparelhos conectados e informações sendo geradas o tempo todo, como garantir a segurança e privacidade?

Este é um dos desafios da Internet das Coisas. 

Por essa razão, empresas que investem em IoT precisam cuidar para que o processo proteja os dados de usuários.

Os usuários, por sua vez, devem ser cautelosos quanto ao fornecimento de suas informações.

Exemplos e benefícios da aplicação da internet das coisas

IoT não é uma ideia futurista. Pelo contrário. Ela já está em prática e seus benefícios são diversos.

Segundo o Fórum Econômico Mundial, a Internet das Coisas contribui para áreas como:

Limpeza do ar e da água

Um exemplo de como a IoT pode ser usada para limpeza do ar e da água é a ação realizada na cidade de Londres. 

Moradores receberam medidores de poluição do ar para serem posicionados em seus veículos de transporte.

Por conta do sensor nos aparelhos, as informações são geradas para um servidor que consolida e fornece os dados.

Assim, os londrinos podem conferir a qualidade do ar na região.

Menos desperdício de comida

Um problema muito comum enfrentado por diversos países é o desperdício de alimentos. 

Para reduzi-lo, a Internet das Coisas tem sido usada como aliada da gestão de abastecimento. 

Na África, por exemplo, há empresas que disponibilizam um sistema para que pequenos produtores encontrem fabricantes interessadas nos alimentos. 

Assim, a distribuição dos produtos é mais rápida, e não há risco de que fiquem parados e estraguem.

Agricultura mais eficiente

A agricultura é mais um dos setores que têm colhido os frutos da IoT. 

No Brasil mesmo, a tecnologia tem orientado melhor as safras. 

Há mapeamento aéreo que indica os lugares ideais para plantação, além de sensores meteorológicos que permitem identificar características diversas relacionadas ao cultivo, como radiação solar e pH das espécies. 

Conectando pacientes e médicos

Os dispositivos plugados em pacientes fornecem informações em tempo real para que os médicos possam acompanhar a distância. 

Isso, inclusive, foi significante na luta contra o Ebola. 

Na época, para evitar o contato, as pessoas contaminadas pelos vírus foram conectadas a aparelhos que mediam o risco da doença e transmitiam os dados para os médicos.

As tecnologias da Internet das Coisas

 Para que a Internet das Coisas exerça seu papel, é preciso que haja uma combinação dos seguintes elementos:

Dispositivos

Os dispositivos são, na verdade, os objetos físicos. Carro, geladeira e ar-condicionado são alguns exemplos. 

Para que sejam parte da IoT, eles precisam de componentes de comunicação, que podem ser chips, sensores, antenas e outros.

Redes e tecnologias de comunicação

A fim de que os dispositivos coletem e transmitam informações, é necessário o uso de redes e tecnologias de comunicação

Wi-fi, Bluetooth e NFC são as principais utilizadas, além das redes móveis, que são fundamentais quando a IoT exige alcance.

O papel das redes 5G

Ainda que as redes inferiores ao 4G possam ser utilizadas pela Internet das Coisas, elas não são otimizadas para tal finalidade. 

Já a 5G, que representa a nova geração, oferece alta velocidade na transmissão de dados e baixo consumo de energia, características valiosas para o bom funcionamento da IoT.

Possíveis riscos da Internet das Coisas

Como já mencionado, o principal desafio da Internet das Coisas é a segurança. 

Isso porque os maiores riscos estão relacionados a ela.

A IoT está sujeita, por exemplo, a ataques de cibercriminosos, que podem invadir e vazar informações importantes.

Além disso, também há como dominar o controle dos sistemas e comandá-los a distância. 

Internet das Coisas: exemplos reais

Ao longo do artigo, falamos sobre algumas aplicações da Internet das Coisas. 

Mas, que tal ver mais exemplos?

Tesla Motors

A Tesla, companhia especializada em carros elétricos, aplica a IoT para ampliar a sua capacidade tecnológica. 

Os veículos da marca são capazes de se conectar à internet para receber informações como geolocalização

Além disso, a Internet das Coisas é usada para a condução dos carros no modo autônomo.

Nest

A Nest é uma empresa que concebe dispositivos inteligentes para casas e escritórios. 

Entre as criações da marca, o destaque vai para os termostatos e detectores de fumaças interligados a smartphones por meio de aplicativos. 

Enquanto o termostato é capaz de ajustar a temperatura do ambiente automaticamente, os detectores de fumaça enviam alertas caso algo fuja da normalidade.

Philips Lighting

As lâmpadas inteligentes têm conquistado consumidores do mundo todo. 

A Philips foi quem lançou os primeiros modelos. 

As lâmpadas podem ser controladas pelo smartphone. 

É possível ajustar as cores e a intensidade de acordo com a ocasião para deixar o ambiente mais aconchegante. 

FitBit

Outro exemplo da IoT no dia a dia são os dispositivos de monitoramento da FitBit, uma empresa que desenvolve soluções voltadas à saúde. 

Os dados dos usuários, como quilômetros percorridos e número de passos dados, são sincronizados com o aparelho celular.


Quais empresas estão investindo em IoT?

Diageo

A Diageo é uma empresa britânica que detém uma série de marcas de bebidas alcóolicas. 

Entre elas, a marca de whisky Johnnie Walker, que é alvo de um projeto com IoT. 

As garrafas contam com uma tecnologia que permite saber se foram abertas, por exemplo. 

Outras comunicações também são possíveis por meio da conexão entre rótulos e smartphones.

John Deere

A aplicação da IoT no setor agrícola pode ser vista também pela fabricante de equipamentos John Deere. 

A tecnologia permite avaliar o nível de umidade no solo. 

Assim, os fazendeiros têm informações suficientes para tomar as melhores decisões em relação às suas produções.

Disney World

Na Disney World, os visitantes têm acesso à MagicBand, uma pulseira que utiliza a tecnologia RFID.

Além de comprar itens e viabilizar os passeios, o dispositivo monitora os passos dos usuários. 

Com isso, é possível saber quais brinquedos e atrações estão com alta demanda e precisam de alguma intervenção.

Conclusão

Viu só o potencial da Internet das Coisas?

A verdade é que as novas tecnologias têm transformado tudo. 

Por isso, é importante conhecê-las e saber como utilizá-las.

E, se quiser embarcar nelas e torná-las a sua profissão, é preciso investir em educação.

Copiado: https://ead.pucgoias.edu.br/

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Planejamento e Execução do Orçamento: por que tantas empresas ainda erram?


O planejamento financeiro é fundamental para garantir a saúde financeira de uma empresa. Com o início de um novo ano, todos os departamentos de uma empresa também precisam fazer seus planejamentos individuais para que um objetivo maior seja alcançado.

Se pensarmos, em especial nas pequenas e médias empresas, por que será que a maioria ainda falha no momento de executar o plano? Porque será que nessa hora, muito do que foi discutido anteriormente fica guardado na gaveta? Em qual das fases do “planejar, executar, monitorar e avaliar e revisar” é comum que um gestor perca o foco?

Em palestra para Finance Conference, Gilles de Paula, CEO e cofounder da Treasy explicou essa questão.

Por que as pequenas e médias empresas falham na execução do planejamento?

Para responder a isso, Gilles de Paula cita alguns pontos críticos entre as pequenas empresas. “Planejar é algo universal. O processo de planejamento é simples (na teoria). Mas, a realidade das pequenas empresas é diferente. O empreendedor fica ocupado com outras coisas e um profissional financeiro qualificado custa caro. O resultado é um crescimento tímido no final do ano”, observa.

Para ele, as médias empresas enfrentam outro tipo de dor. “Nas estruturas maiores, em geral, há um processo de planejamento implementado, mas que roda de forma pouco ágil. A revisão também leva muito tempo. Além disso, muitos usam softwares, mas que atuam de forma desconectada”, avalia.

Para ambas, o resultado, segundo o palestrante, é um grande abismo entre a estratégia da empresa e a execução.

Os desafios de começar um planejamento financeiro

“O primeiro desafio é ‘vender’ a necessidade do planejamento orçamentário dentro da empresa. O segundo é implementar um processo. O terceiro é criar uma cultura orçamentária.

Depois, é necessário descentralizar o orçamento. E por fim, é preciso saber simular cenários com agilidade para poder se reinventar a todo momento, principalmente, em épocas de crise”, comenta.

Quais são os passos para eliminar o abismo entre o planejamento e a execução do orçamento?

De acordo com Gilles, as etapas que levam ao desenvolvimento de um bom planejamento financeiro podem ser divididas da seguinte forma:

- Definição das metas;
- Planejamento;
- Execução do plano;
- Monitoramento e avaliação;
- Revisão dos planos (caso necessário).


1- Definição das metas: como fazer na prática?

“O planejamento que tem muitas metas é o famoso ‘pato’. Não faz nada muito bem. É preciso definir o OTM (a métrica que importa)”, comenta.

Afinal, toda empresa quer crescer faturamento, reduzir despesas operacionais, melhorar a margem de contribuição sem sair do ponto de equilíbrio, melhorar o EBITDA. Mas, um planejamento financeiro empresarial que tenta atender a diversas demandas ao mesmo tempo será pouco efetivo.

Segundo ele, para começar, o primeiro passo, portanto, é definir, de forma clara, um único objetivo.

2 - Planejamento: como envolver a empresa?

“O profissional de outras áreas não é obrigado a conhecer a fundo o mundo das finanças. Para fazer o orçamento da empresa, é preciso que o financeiro comunique muito bem qual é a meta primária do negócio”, comenta.

De acordo com Gilles, o que acontece de forma mais comum dentro das empresas é o compartilhamento de um ‘planilhão monstro’, na qual se espera que seja feito um orçamento para o próximo ano.

“O que vemos é que a equipe de outros departamentos se planeja adicionando ‘extras’ ao orçamento para atender ‘hipóteses’ que poderão acontecer no meio do caminho. Para solucionar essa situação, a primeira providência é comunicar devidamente a OTM (objetivo principal do negócio)”, recomenda.

Além disso, Gilles orienta que o profissional de finanças ofereça uma direção ao gestor de cada área. Assim, ele poderá planejar a partir das estratégias que estão funcionando, e que serão mantidas, e eliminar do plano o que não está.

Para essa reflexão, Gilles recomenda o uso da ferramenta 3C’s, que auxilia no entendimento do que se deve:

- Começar a fazer - o que é novo
- Continuar a fazer - porque gera resultado
- Cessar de fazer - o que não será mais feito

3 - Executando o plano em cenários diferentes

“Simular cenários é fundamental. Ninguém acerta de primeira. Não se deve parar na primeira versão do orçamento”, o palestrante observa.

Para ele, é preciso sempre se questionar se não há outra maneira mais fácil, mais simples, mais barata, mais rápida e menos arriscada de chegar na mesma OTM.

4 - Acompanhando o orçamento

“O processo orçamentário exige rotina. É preciso fazer o controle periódico mensal para identificar desvios relevantes para corrigi-los a tempo. Para ajudar, faça uma classificação em 3 grupos: identifique os desvios corriqueiros, os desvios de indexadores e os desvios estratégicos”, observa.

Para compreender esses cenários, ele recomenda o uso de uma ferramenta chamada “FCA - fato / causa/ ação”.

5 - Revisão dos planos: quando fazer?

“O acompanhamento do orçamento deve ser mensal. É preciso entender se o plano continua coerente no decorrer do ano. Se não, é preciso revisá-lo”.

Mas, uma dúvida que surge é se o gestor sempre deve fazer esta revisão. “É preciso ter consciência de que os planos servem para guiar as ações. Se o plano perdeu o contato com a realidade, começa a surgir o abismo entre a estratégia e a execução.”

Caso os planos não estejam mais coerentes com o cenário atual da empresa, é hora de fazer uma revisão orçamentária, criar um novo plano para tentar resolver os desvios.

E quando as metas da empresa deixam de fazer sentido se deve fazer um novo planejamento orçamentário. “O fluxo de trabalho pode ser manter a meta e manter o plano; manter a meta, mas revisar o plano; ou revisar a meta e revisar o plano”.


A prática da execução do orçamento: como não errar

Para encerrar, Gilles reforça o checklist do papel do profissional de finanças para o sucesso do planejamento e execução do orçamento:

1 - Facilitar a definição de uma meta primária alinhada à estratégia do negócio;
2 - Facilitar para que os gestores elaborem um bom planejamento para chegar nessa meta;
3 - Facilitar para que a diretoria e gestores simulem cenários alternativos;
4 - Facilitar para que os gestores acompanhem efetivamente os planos, encontrando os desvios a tempo de corrigi-los;
5 - Facilitar para que as revisões orçamentárias aconteçam quando forem necessárias, de forma ágil e rápida.

Copiado: https://assecontabil.com.br/ Fonte: Portal www.contabeis.com.br

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Sete Escritores Escrevem Bilhetes de Adeus a 2020


O convite foi para um bilhete de despedida para aquele que não deveria ter vindo como veio. Cada qual à sua maneira, sete escritores – os mineiros Cidinha Ribeiro, Jacques Fux, Leo Cunha e Luiz Ruffato, a carioca Mary Del Priore, o paulista Ignácio de Loyola Brandão e o gaúcho Fabrício Carpinejar – despedem-se deste ano com pequenas mensagens. Dizer até nunca mais é o que todos nós – independentemente das tristezas, maiores ou menores, todos as sentimos – desejamos a este 2020 agourento que chega hoje ao seu final. 

😀Prezado 2020,
“Eu tenho tanto pra te falar, mas com palavras, não sei dizer, como é grande o meu ódio, por você” – primeiramente, obrigado por ter nos livrado do Especial de Natal do Roberto Carlos, já não era sem tempo. Também agradeço por ter nos poupado da Simone, “então é Natal, e o que você fez” – afinal, os mais atentos ao que se passa no mundo – que não ficam jogando futebol ou participando da festa mórbida do “garoto Neymar”, enquanto mais de 200 mil famílias estão em luto – não fizeram sabiamente nada e nem ficaram com a consciência pesada
Obrigado por não permitir que as Olimpíadas de 2020 acontecessem: é sempre maravilhoso ver aqueles corpos perfeitos enquanto os nossos repousam descuidados no sofá – agora, pelo menos, grande parte do mundo está assim, sedentário por sua causa. Agradeço por fim por não nos oferecer tantas escolhas para 2021: desejo apenas que todos permaneçam vivos e que recebam duas doses da abençoada vacina. 
>> Jacques Fux

👌Dar adeus a 2020 é dar adeus a quase 200 mil mortos. É dar adeus a milhões de empregos.  É dar adeus a milhões de sonhos. É dar adeus à possibilidade de criar uma sociedade mais justa e igualitária. Enfim, é dar adeus às ilusões. Que venha, então, 2021, quem sabe poderemos reconstruir algo a partir dos escombros de 2020...
>> Luiz Ruffato

💗Sob o signo da morte, e de um Estado que é o seu maior aliado, 2020 está aí para nos lembrar de que pertencemos à mesma humanidade e ao mesmo planeta. O confinamento permitiu ver que se o individualismo crescente prometia mais soberania, ao contrário, ele revelou que o inferno é viver sem os outros. Donde a importância de cada um de nós se apropriar desta dolorosa experiência e, com lucidez, enfrentar o desafio de pensar a humanidade mais solidária. 
Apesar das perdas e danos, a tormenta que atravessamos é a prova de que a desconfiança na democracia não venceu. E a descida ao abismo vai revelar energia para lutar contra polarizações e em favor do coletivo. Energia para enfrentar a crise social e econômica que já germina e cujos efeitos estão em suspensão. Energia para encarar a crise moral que envenena a vida política com desdobramentos na vida social.
Contra o momento de medo e desconfiança que vivemos em 2020, façamos votos para que em 2021 recuperemos a confiança. Na etimologia, o verbo com-fiar remete a abandonar-se de boa-fé. A origem sublinha os laços entre confiança, esperança e crença. Sem ela, é difícil pensar a existência das relações humanas – as de trabalho, as de amizade ou as amorosas. Sem confiança é difícil construir um futuro ou um projeto que cresça com o tempo. Sem ela, a democracia não funciona, Sem seguir promessas demagógicas ou posturas carismáticas, vamos recuperar a confiança que nos faça acreditar em nossos próprios valores para construir um país mais justo, mais tolerante e solidário.
>> Mary Del Priore

💋Olá, 2020,
Fugindo, hein? Pensa que está autorizado a sair escondido, sem se despedir? Não está. Quero explicações, olho no olho. Lembra-se de sua chegada, seus primeiros minutos de vida?
As pessoas acreditaram que tudo seria diferente. Seriam felizes, realizariam muitos de seus sonhos, viajariam. Gastaram fogos de artifício. Iemanjá, coitada, levou meses jogando flores murchas de volta para as ondas.
Também fiz planos: tomar chá com as amigas aos sábados, pintar o cabelo, aprender a nadar, fazer plástica. Olha aí o que você fez! Nada deu certo. E agora quer fugir. Ai, ai, ai.
Mas, já que quer ir, vá. Adeus. Não lhe quero mal. Mentira, quero sim. Já vai tarde. E recomende a 2021 que seja menos penoso, traga vacina e saúde para a humanidade. Que traga um verdadeiro e próspero recomeço para o mundo.
Da sobrevivente,
>> Cidinha Ribeiro

💪Caro 2020,
Enquanto seguro uma das alças do seu caixão, confesso que me sinto um impostor. Quem sou eu para ter a honra de te enterrar? Não perdi meus pais, não fui intubado, não fiquei sem fôlego nem emprego, não fechei as portas da minha empresa, não deixei de estudar, não peguei ônibus lotado com medo de encostar no passageiro ao lado, não me faltou água e sabão para limpar as compras, não me faltou dinheiro para a compras.
No meu dia-a-dia, não convivi com ninguém que achincalhou a ciência, que conspirou contra a vacina, que esgoelou contra as máscaras, que sabotou o isolamentou ou promoveu festas clandestinas. Não tive que ler mensagens alucinadas no zap, defendendo poções milagrosas ou me alertando que a pandemia não passa de uma imensa conspiração chinesa, mundial ou até, quem sabe, interplanetária.
Enquanto te arrastamos lentamente rumo ao breu da história, percebo que sofri menos que a maioria das pessoas. Isso não diminui, porém, meu alívio em ver tua cova aberta. Adeus!
>> Leo Cunha
👽Que se vá com esse governo espantosamente medíocre e doloridamente genocida. Bom foi no início da pandemia, em dia sem trânsito e sem fábricas, eu ter contemplado o céu mais claro e transparente desta cidade (São Paulo) em meus 84 anos de vida. E também ter achado uma foto autografada e deslumbrante de Kim Novak,  que entrevistei em 1960.
>> Ignácio de Loyola Brandão

👄Que não seja apenas uma virada de ano, mas uma guinada, uma metamorfose, uma transformação, uma revolução em nosso comportamento.
  • Que possamos sair da indiferença e do egoísmo em direção à compaixão e à generosidade.
  • Que todos os abraços não dados sejam devolvidos com correção.
  • Que todos os aniversários não comemorados sejam soprados em dobro.
E, de tanto evitar o contato, enfim, que tenhamos aprendido a nunca mais adiar o amor.
>> Carpinejar

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