quarta-feira, 21 de outubro de 2015

10 Habilidades que Você Precisará Desenvolver nos Próximos Anos

Novas tecnologias, quatro gerações atuando simultaneamente no ambiente de trabalho, novas estruturas organizacionais, novos modelos de negócios e formas de criar valor (Uber, Airbnb, Facebook e Google, por exemplo)...  

Vivemos um paradoxo. Ao mesmo tempo em que mudanças tecnológicas e no ambiente de negócios estão se tornando cada vez mais constantes, ainda não são todos os profissionais que se preparam para viver nesse ambiente.                                                                                                                                                                                                                                                                 Tudo isso exigirá dos profissionais uma capacidade de redefinir o seu modelo mental. E ter a consciência de que todos nós vamos precisar turbinar nossas fortalezas, reduzir os impactos de nossas fraquezas e reaprender – e rápido – para não nos tornarmos obsoletos.                      Isso não é fácil e vai demandar um esforço extraordinário por parte de quem está habituado a trabalhar de uma mesma forma há muitos anos.                                                                                                                                                                                                                        Mas quais serão as habilidades importantes no futuro?                                    Abaixo, destaco 10 habilidades importantes para profissionais que desejam se preparar para os novos desafios que teremos no mundo do trabalho nos próximos anos...                                                                                                                                                                                                       1) Pensamento Empreendedor  -  Pensamento empreendedor não significa necessariamente iniciar uma empresa. Significa também um modelo mental orientado em ver oportunidades e fazer as coisas acontecerem. Uma das razões principais que muitos talentos deixam as empresas têm a ver com a falta de oportunidades para desenvolver suas carreiras. Programas de "Intraempreendedorismo" que estimulem o desenvolvimento do Pensamento Empreendedor para criar oportunidades e novas soluções nas empresas são uma das alternativas para resolver este problema. Veja alguns exemplos neste texto super bacana publicado na revista Forbes: "Why Companies Want you to Become an Intrapreneur".                                                                                                                                                                                                                                                                                      2) Competência "Cross-Cultural" - Em um mundo conectado, as habilidades de um profissional poderão ser colocadas à prova em diferentes localidades - e este profissional vai precisar ser capaz de trabalhar em qualquer ambiente que  se encontre. Isso vai demandar um conjunto de habilidades que envolve, é claro, a capacidade de falar diferentes idiomas, mas principalmente uma alta capacidade de adaptação às mudanças e com rápida resposta a estes novos contextos. Além disso, o tema da diversidade será uma competência cada vez mais importante nas organizações na próxima década - em especial, como um dos fatores fundamentais para produzir inovação em seus produtos, serviços e processos. Funcionários bem-sucedidos nestas equipes diversas serão aqueles que conseguirem identificar e comunicar pontos de conexão (objetivos mútuos, prioridades, valores...) que transcendam as diferenças e possibilitem a construção de equipes vencedoras.                                                                                                                                                                                                                           3) Comunicação Através de Novas Mídias - A explosão de conteúdos gerados pelas pessoas através de blogs, tuítes e curtidas nas redes sociais já são uma realidade hoje e serão totalmente absorvidas pelas empresas na próxima década. Novas ferramentas de comunicação vão quebrar a barreira do conteúdo estático (cujo maior exemplo são os slides em Powerpoint produzidos em larga escala nas empresas). Assim, serão exigidos dos profissionais a habilidade de serem "fluentes" em novas formas de comunicação. A habilidade de criar e produzir seus próprios conteúdos através de ferramentas mais ágeis, dinâmicas e menos estáticas será cada vez mais valorizada. Assim como produzir apresentações e slides bacanas é valorizado atualmente, criar e produzir vídeos com qualidade, por exemplo, será a regra em alguns poucos anos... Outros formatos vão aparecer e se espalhar rapidamente. Isso vai demandar novas habilidades para vender suas ideias e engajar suas audiências através destas novas plataformas.                                                                                    
4) A Era do Professional "T" - Os problemas de uma empresa global no futuro se tornarão cada vez mais complexos. Isso exigirá um novo conjunto de habilidades que os profissionais deverão trazer para as organizações. Isso quer dizer que o profissional ideal terá o formato de um "T": Eles trazem um profundo e espacializado conhecimento de, pelo menos, uma área, mas tem a capacidade de "conversar" no idioma de uma gama diversa de disciplinas. Por exemplo: Profissionais de RH que tenham entendimento de Marketing e Supply Chain. Profissionais de Marketing que entendam de Finanças & Analytics. Biólogos que entendem de Matemática e de Finanças.... Isso vai demandar um senso de curiosidade e uma vontade de aprender que vai muito além do formato de aprendizagem formal (Faculdade, Pós, MBAs, Mestrado, Doutorado...) que temos hoje. Como as pessoas vão viver cada vez mais (e isso vai gerar o desenvolvimento de múltiplas carreiras ao longo da vida), essa habilidade de se tornar um Profissional "T" se tornará ainda mais importante a ser desenvolvida.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      5) Gestão de Sobrecarga de Informação - Em um mundo cada vez mais rico em Conteúdo e Conhecimento através de múltiplos formatos e aparelhos traz à tona a questão da Sobrecarga da Informação. As Organizações e Profissionais apenas poderão transformar esta enorme quantidade de dados em vantagem se eles conseguirem filtrá-los eficientemente e focar naquilo que é realmente importante. A nova geração de profissionais terá que desenvolver habilidades para resolver este problema. Já tem gente que não consegue ficar longe do seu smartphone. Outro dia, li um tuíte muito interessante sobre este assunto: "para filtrar todo esta sobrecarga de informação, você é que deverá ser smart. E não o seu phone"...                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           6) Aprenda a trabalhar, colaborar e liderar virtualmente - O trabalho virtual já é uma realidade há alguns anos para diversos profissionais e empresas. O que vamos ver nos próximos anos é a entrada de praticamente todas as empresas e profissionais atuando neste modelo. Estamos entrando em um período de avanços tecnológicos cada vez mais acelerados. Em poucos meses, as mudanças são gigantescas. Muitas pessoas já encontram grandes dificuldades em acompanhar a velocidade destas mudanças. E a tendência é que o processo se acelere ainda mais. Por exemplo, Holografia e Telepresença serão tecnologias onipresentes em poucos anos. Se você é um "nativo digital", essa será uma mudança menos difícil. Agora, se você estiver com mais de 30 anos, as chances são bem grandes que você já esteja um pouco pra trás em sua compreensão. Além disso, por conta destes avanços tecnológicos, o trabalho vai se tornar cada vez mais global. Isso significa que cada vez mais você vai estar trabalhando com pessoas de uma forma virtual. Quem sabe, até liderar uma equipe virtual.                                                                                                                                                                                                                                                                                        7) Já é certo que nós vamos viver mais do que os nossos pais. Então, você precisa desenvolver uma estratégia de longo prazo! - Sua vida profissional será moldada pelas mudanças nos padrões de longevidade (já é certo que nós vamos viver muito mais tempo do que os nossos pais) e demografia (em muitas regiões, haverá uma proporção muito maior de pessoas com mais de 50). Bom, se você vai viver por mais tempo, você vai precisar de recursos para viver. Os filhos já estarão criados, mas os custos relacionados às pessoas com mais de 70 anos (saúde, medicação, entre outros cuidados) crescem assustadoramente. E depender da aposentadoria pública (INSS) nem pode ser considerada uma opção... Desta forma, você precisa estruturar, desde já, uma estratégia de longo prazo. Você terá que escolher, pelo menos, uma das três opções abaixo... Se possível, até combinar as três opções:  
  • OPÇÃO 1: Construir uma carreira que permita que você trabalhe por mais tempo (pelo menos entre 65 e 70 anos de idade).
  • OPÇÃO 2: Guardar uma parte significativa de sua renda em toda a sua vida útil para o momento em que você precisar de renda e não tiver mais condições físicas de trabalhar.
  • OPÇÃO 3: Considerar maneiras de reduzir o seu consumo e viver de forma mais simples.

Não importa qual das três opções você vai escolher - mas é certo que você vai ter que fazer pelo menos uma destas três opções... E desenvolver habilidades para este futuro próximo é essencial para você não só profissionalmente, mas também considerando a sua qualidade de vida no futuro.



8) Abrace a mudança. Ela veio para ficar e será cada vez mais intensa.
Os profissionais nas empresas (principalmente os Baby Boomers e os da Geração X) se habituaram a processos de mudanças de curta duração intercalados por períodos de calmaria. Ainda hoje é comum ouvirmos nos corredores das empresas: "Nossa, quando essas mudanças vão parar?". Se a ficha ainda não caiu, a verdade é que as mudanças não vão mais parar. Ao contrário: elas tendem a se tornar ainda mais frequentes, mais intensas e ininterruptas. As pessoas se acostumaram a fazer as coisas sempre da mesma maneira, usando as mesmas tecnologias e os mesmos processos por muitos anos... O problema é que estes processos utilizados até hoje podem não ser os melhores para a realidade atual das empresas. Veja: nada mais, nada menos que 40% das empresas que estavam listadas na Fortune 500 em 2000 já não estavam na lista em 2010... Leve em consideração que, em poucos anos, a Geração Y será 75% da força de trabalho! Eles fazem parte de uma geração que cresceu utilizando ferramentas de colaboração e redes sociais para se comunicar, colaborar, encontrar pessoas e informação. Esse comportamento já está gerando um choque em muitas empresas. Isso vai gerar novos tipos de comportamentos e a adoção de tecnologias ainda mais avançadas de forma ainda mais rápida. Desta forma, adiantar-se e tomar a frente destas mudanças vai tomar a sua vida e o seu trabalho muito mais fácil. 



9) Compartilhe e Contribua! Quem ajudar mais terá mais chances de crescer na carreira!
Essa será uma das habilidades principais de qualquer profissional moderno. Tradicionalmente, a ideia de que "conhecimento é poder" foi promovida ao extremo nas organizações ao longo dos últimos anos. Tradicionalmente, as pessoas queriam guardar as ideias e informações para "ganhar crédito" com seus superiores e achar que são essenciais. Esse modelo não é mais eficaz. Com a introdução das ferramentas de colaboração e a possibilidade de compartilhar estas informações para o mundo todo, as ideias se tornam muito mais poderosas quanto trabalhadas em conjunto. Compartilhar beneficia não só a equipe, mas também a qualquer profissional. Uma pesquisa muito interessante realizada pelo Insper e publicada em Julho deste ano na Revista Exame já mostrou que quem ajuda mais tem mais chances de subir na carreira. A pesquisa mostrou que profissionais que se colocam à disposição para ajudar colegas são mais reconhecidos e têm mais oportunidades de crescimento. Pares e Líderes já reconhecem essa atitude pró-ativa de ajudar. E essa ajuda pode ser realizada e diferentes formas: ideias, feedback, ensinar algo que você já domina, apresentações, documentos... Enfim, qualquer ação que facilite a vida de alguém! 



10) Um novo líder emerge: ele está ali para facilitar o trabalho da sua equipe. Você está preparado?
Na maior parte das empresas ainda estamos distantes desta realidade, mas o modelo de gestão futura será baseado principalmente na atuação deste líder em remover obstáculos dos caminhos de funcionários a fim de ajudá-los a ter sucesso. Isso se estende para além gestão de pessoas para capacitar e envolver as pessoas. A ideia tradicional de gestão foi baseada na estrutura militar - de liderança pelo medo e pela noção de comando e controle. Funcionários costumavam trabalhar duro para permitir que os seus gestores tivessem sucesso. O que será valorizado cada vez mais será a capacidade dos gestores trilharem o caminho oposto: irem de encontro às necessidades de sua equipe para que cada um de seus integrantes tenha sucesso. Será exigido muito mais um comportamento de catalizador das ações. Um líder que está ali para facilitar o trabalho das pessoas. Em uma situação mais extrema, muitos pesquisadores apostam até em uma outra alternativa: a ausência completa do modelo hierárquico como conhecemos hoje. Será?

Façam suas apostas - e preparem-se!
O futuro é logo ali e já está virando a esquina!!!
Por: André Souza - https://www.linkedin.com/pulse 

terça-feira, 20 de outubro de 2015

GoPro: prós em todos os sentidos

Quando em 2002 Nick Woodman pensou em fundar a GoPro estaria longe de imaginar que as pequenas câmaras de (agora) alta definição se tornariam nas câmaras HD mais vendidas do mundo. 
A ideia era simples, Nick queria que as pessoas pudessem documentar as suas aventuras, criando essa necessidade quer no público, quer nos comerciantes. 
Muitas experiências e acessórios depois, hoje é possível montar a câmara em praticamente qualquer lugar. Desde pranchas de surf, skates ou asas delta, até motos-quatro, esquis ou mesmo… nós próprios.
Sucesso
É óbvio que a GoPro tirou partido da crescente procura de câmaras de filmar e da cultura que se gerou em volta dos vídeos pessoais. O seu principal objetivo é fazer com que os seus clientes produzam conteúdo. 
Seja qual for a utilização dada à câmara – há até quem a prenda ao cão, para ver a perspetiva do mundo do animal – a GoPro quer que os seus clientes filmem livremente e partilhem o seu conteúdo em canais como o YouTube. Portanto, a estratégia de comunicação e marketing assenta num produto inovador de qualidade suprema e numa relação próxima, livre e forte entre cliente e empresa.
Além disso, a GoPro identificou os seus principais clientes, i.e. os principais influenciadores, e permitiu-lhes passar a palavra, o word of mouth. A empresa começou a patrocinar eventos desportivos, oferecendo câmaras aos melhores atletas (os grandes influenciadores e embaixadores da marca) para que pudessem filmar e partilhar as suas manobras, e a palavra rapidamente se espalhou. 
Esta postura tão próxima dos atletas de desportos radicais fez com que a GoPro fosse vista como uma True Brand na sua categoria, a escolha natural. De facto, o Brand Equity da GoPro é um dos seus pontos mais fortes. As parcerias estratégicas desenvolvidas com, por exemplo, a Walt Disney Corporation, a Sage View Capital ou a Walden International, as várias certificações obtidas, o apelativo programa de afiliados, a relação saudável com os seus fornecedores e a excelente cadeia de distribuição só auguram um bom futuro à companhia. Além disso, a comunidade que se criou – a tribo, o consumo “sagrado”, os excelentes resultados obtidos com os produtos e a evangelização natural de que tem sido alvo – tornam-na numa lovebrand por excelência. Mas mais do que o produto, a GoPro visa a experiência da utilização e o sentimento de pertença subjacente. Esse é o seu grande segredo.
Viral
A empresa cresceu exponencialmente, tem clientes fiéis e o caminho a seguir era o viral. Neste momento, o canal do YouTube da GoPro tem quase 3,5 milhões de subscritores. No Twitter, os seguidores são quase 1,5 milhões, no Facebook mais de 9 milhões e no Instagram mais de 6,5 milhões. Tendo os influenciadores do seu lado no lançamento de um novo produto, o sucesso está garantido. Mas o segredo não passa só por aí. 
Por exemplo, é normal que com o lançamento de novos modelos, a marca gere buzz com alguns tweets dias antes do lançamento, utilizando sempre o hashtag #gopro. Semanas após o lançamento, os seguidores da marca continuam a partilhar e a agregar conteúdo nos vários canais de Social Media com hashtags específicos.
Próximo passo?
Embora tenha acontecido de forma sustentada, a empresa não conseguirá continuar a crescer ao ritmo a que tem crescido nos últimos anos, com aumentos de faturação na ordem dos 125%. O objetivo passa por evoluir para a área de produção de conteúdos, passando a GoPro a ser uma empresa de media. 
O canal GoPro na Xbox Live foi o primeiro passo nesse sentido. Assim, o produto passará a ser apenas um meio para a produção de conteúdo. Uma estratégia inteligente num mercado cada vez mais dominado pelos smartphones. Mas o cliente e a tribo estão constantemente ávidos de envolvimento. A cada dia que passa querem ser maravilhados pelas marcas que amam e ir mais longe com a produção própria de conteúdos em formato transmedia storytelling. 
O próximo par de anos será decisivo para uma marca de referência que com poucos anos de existência começou já a reinventar-se. E, para sobreviver num mercado tão dinâmico e competitivo como o atual, é preciso mesmo ser-se um herói |GoPro – Be a Hero|.
Por: Ângelo Valente - Diretor de Marketing no Grupo Impresa

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

13 COISAS PARA SE LEMBRAR QUANDO A SUA VIDA ESTIVER DIFÍCIL

As coisas perderam o sentido para você? Aqui estão algumas dicas que podem ajudar.
Todos nós passamos por momentos difíceis. No entanto, alguns passam por esses momentos difíceis melhores do que outros.
Então, qual é o segredo? A maior parte tem a ver com atitude.
Então, aqui estão 13 coisas para se lembrar quando a vida ficar difícil.

#1. As coisas são o que são
O famoso ditado de Buda nos diz que “é a nossa resistência às coisas que causa nosso sofrimento”.
Pense nisso por 1 minuto. Isso significa que o nosso sofrimento só ocorre quando resistimos às coisas como elas são. Se você pode mudar alguma coisa, então aja em conformidade. Mude.
Mas, se você não pode mudar, então nos restam 2 opções:
·         Aceitar e deixar a negatividade para lá.
·         Nos tornarmos miseravelmente obcecados com o sofrimento.
#2. Se você acha que tem um problema, você tem um problema
Muitas vezes nós somos o nosso pior inimigo. A felicidade depende realmente de nossa perspectiva.
Se você acha que algo é um problema, então seus pensamentos e emoções serão negativos. Mas você acha que está passando por algo que pode aprender, então, de repente, isso não é mais um problema.
#3. A mudança começa em você mesmo
O seu mundo exterior é um reflexo do seu mundo interior. Você não conhece pessoas que as vidas são caóticas e estressantes? E não é verdade que, em grande parte elas se sentem assim por dentro?
Nós gostamos de pensar que as mudanças em nossa rotina nos mudam. Mas, dando um passo atrás, precisamos mudar a nós mesmos antes que as circunstâncias mudem.
#4. Não existe aprendizagem maior do que falhar
Você deve eliminar a palavra fracasso de seu vocabulário. Todas as grandes pessoas que já alcançaram alguma coisa falharam.
Thomas Edison disse algo como “eu não falhei em inventar a lâmpada, eu encontrei primeiramente, 99 maneiras de que a ideia não funcionava”.
Tire as chamadas falhas do caminho e aprenda alguma coisa com elas. Depois disso, aprenda como fazer melhor da próxima vez.
#5. Se algo não acontece como planejado, significa que o melhor aconteceu
Isso é bem difícil de acreditar, mas é a mais pura verdade. Normalmente, quando olhamos para trás em nossa vida, somos capazes de ver por que essa era a melhor alternativa.
Talvez o trabalho que você não conseguiu teria feito você passar mais tempo longe da sua família, e o que você conseguiu era mais flexível.
Apenas tenha fé que tudo acontece exatamente do jeito que deveria.
#6. Aprecie o presente
Este momento nunca voltará. E há sempre algo preciso a cada momento. Então não deixe passar por você em branco.
Em breve será apenas uma lembrança. Mesmo que momentos que não parecem felizes possam ser encarados como algo que você pode perder, algum dia.
#7. Deixe o desejo de lado
A maioria das pessoas vivem com a mente anexada a desejos. Isso significam que nossas mentes ficam ligadas a um desejo e quando não realizamos esses desejos, nossas emoções despencam em negatividade.
Em vez disso, tente praticar uma mente isolada. Isso significa que, quando você quer algo, você ainda será feliz conseguindo ou não. Faça com que suas emoções permaneçam felizes ou neutras.
#8. Compreenda e seja grato por seus medos
O medo pode ser um grande professor. E vencer o medo também pode fazer você se sentir vitorioso.
Por exemplo, muita gente tem medo de falar em público (esse é um dos 3 principais medos dos seres humanos). Então, quando você perder o medo e conseguir falar de maneira bem humorada na frente de todos, vai se sentir vitorioso.
Superar seus medos requer apenas prática. O medo é apenas uma ilusão e, acima de tudo, é opcional.
#9. Experimente a alegria
Acredite ou não, muitas pessoas não deixam de se divertir com o que acontece ao seu redor. E, muitas vezes essas pessoas nem sabem porque se divertem nessas situações.
Algumas pessoas são realmente viciadas em seus problemas e o caos envolvido nisso tudo faz com que eles nem saibam quem são.
Portanto, permita-se ser feliz. Mesmo que seja apenas por um breve momento, é importante se concentrar em alegria, e não em dificuldades.
#10. Não se compare com os outros
Mas se você se comparar, compare com quem tem menos do que você. Está desempregado? Seja grato por viver em um país que dá seguro desemprego, porque a maioria das pessoas do mundo vivem com menos de 750 dólares ao ano.
Você não se parece com a Angelina Jolie? Acredito que existem mais pessoas que não se parecem do que pessoas que parecem.
#11. Você não é uma vítima
Você precisa parar de ver tudo pelo seu próprio ponto de vista. Você é apenas uma vítima de seus próprios pensamentos, palavras e ações.
Ninguém faz alguma coisa contra você. Você é o criador de sua própria experiência. Assuma a responsabilidade pessoal e perceba que você pode sair de suas dificuldades.
Nós só precisamos começar a mudar pensamentos e ações. Abandone a sua mentalidade de vítima e torne-se um vitorioso.
#12. Tudo muda
E isso também vai passar. Quando estamos presos em uma situação ruim, pensamos que não há nenhuma maneira de resolver os problemas.
Achamos que nada vai mudar. Mas uma hora tudo muda. Nada é permanente, exceto a morte. Então, saia do hábito de pensar que as coisas serão sempre assim. Elas não serão.
Mas você precisa agir para que as coisas mudem. Isso não vai acontecer magicamente por conta própria.
#13. Tudo é possível
Milagres acontecem todos os dias. E realmente eles acontecem. Confie e acredite que tudo é possível. Coisas incríveis acontecem o tempo todo.
Você só precisa acreditar nisso e, agir em conformidade. Uma vez que você fizer isso, você já ganhou a batalha.
Copiado: http://thesecret.tv.br/ -Este artigo foi adaptado do original, “13 Things to Remember When Life Gets Rough”, do Lifehack.


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

É Melhor Procurar Emprego ou se Preparar para Concurso? Veja Prós e Contras


O momento conturbado da economia afeta a iniciativa privada e também os concursos públicos, de alguma forma.

O concurso dos Correios foi suspenso, mas o do INSS deverá sair até dezembro e ainda há muitos outros editais a caminho, nas esferas municipais, estaduais e federal. Diversos editais têm sido publicados.

No meio desse monte de informações, as pessoas estão um pouco perdidas. Afinal, é melhor procurar emprego ou se preparar para concurso?

Estamos vivendo um período de apreensão no mercado de trabalho. A iniciativa privada – mesmo as grandes empresas - está sofrendo retração. Quem tem emprego está com medo de perder. Muita gente foi demitida e precisa se recolocar no mercado. 

Quem trabalha por conta própria está assustado com a redução de demanda. E quem estava sem trabalhar está com dificuldade de encontrar uma boa vaga.


Com isso, muita gente que nunca pensou em fazer concurso público agora considera essa possibilidade.

O perigo é que a pressão de estar sem trabalho - ou em vias de ficar - pode ser má conselheira. É importante conhecer melhor o processo de preparação e aprovação antes de mergulhar de cabeça no projeto.

Em primeiro lugar, é necessário saber que você não estará empregado na administração pública no mês que vem. Nem no outro. E não também no seguinte. Um tempo mínimo (e pouco provável) entre a sua decisão e a posse é de 6 meses. Isso considerando um concurso muito simples, se você tiver tempo e facilidade para estudar e tendo a sorte de os aprovados serem logo convocados. Não é muito comum essa conjugação de fatores.

Então não vale a pena investir na carreira pública? Depende do seu projeto de vida e do que é importante para você. Sob outro ponto de vista, depende do que está do outro lado da balança. Se você não tiver clareza disso, vai iniciar os estudos, mas os interromperá na primeira dificuldade que surgir. E terá jogado tempo e dinheiro fora.

Vale lembrar que, quando a gente inicia uma faculdade, sabe que vai estudar durante 5 anos, em média, e quando sair dificilmente estará empregado, com bom salário e na sua área de formação.

Quem tem família que pode dar suporte pelo tempo necessário até a pessoa entrar no mercado de trabalho e conquistar um lugar sólido, excelente! Mas acredito que essa não é a realidade da maioria.

Aí entram os concursos públicos. É uma quantidade grande de matérias e conteúdos a serem estudados, e a preparação exige um tempo razoável – de 6 meses a 2 anos, em média, para concursos de nível médio e de 1 a 3 anos para os de nível superior – mas, depois de assumir o cargo vem a segurança de um salário garantido, com direito a férias, décimo terceiro e outros benefícios. Os salários podem variar de 2 a 5 mil, aproximadamente, para cargos de nível médio, e de 10 a 15 mil para os de nível superior, podendo chegar a 20 mil, mesmo sem formação específica. Em tempos de instabilidade econômica, chega a ser quase um sonho.

Considerando o tempo que pode demorar até tudo se resolver, você deve buscar uma estratégia de sobrevivência financeira. Pode ser o suporte de pais, cônjuges, uma reserva proveniente de uma demissão anterior ou uma poupança mesmo. Reduza os gastos ao mínimo, calcule por quanto tempo aproximadamente estará “coberto” e mãos à obra.

Se decidiu, não perca mais tempo. Cada dia é importante e todos os momentos da sua vida até a aprovação deverão estar dedicados ao projeto; mesmo o lazer terá como objetivo recarregar as baterias para a semana de estudo. Portanto, nada de excessos. Estudar será o seu trabalho, com horário certo e comprometimento, se você realmente quer atingir a meta.

De modo geral, três motivos levam as pessoas a prestarem concursos públicos, além da segurança e dos bons salários. O primeiro deles é a possibilidade de exercer a sua profissão dentro do serviço público. Praticamente todas as áreas estão contempladas: saúde, educação, jurídica, engenharia, geologia, biblioteconomia e muitas outras, com mais ou menos vagas e salários variados. São os concursos que exigem formação específica.

O segundo é quando você sabe “o que quer ser quando crescer”, ou seja, tem uma carreira escolhida, exerce ou pretende exercer, mas precisa de dinheiro para investir na profissão, para fazer cursos, especializações, montar consultório ou, simplesmente, ter suporte financeiro para poder usufruir férias tranquilas, poder lidar com eventuais períodos de baixa, doenças. Pode escolher concursos mais amplos, mesmo de nível médio ou superior para qualquer área de formação.

Neste caso, é preciso muito cuidado para não negligenciar a carreira pública e para exercer com dedicação a sua função de servidor. A outra atividade deverá ser exercida em horários compatíveis e sem prejuízo da administração pública. Encaixam-se bem nessa situação carreiras ligadas à arte, profissionais liberais, etc.

O terceiro motivo é a estrita necessidade de ganhar dinheiro. Talvez você não tenha clareza de qual profissão gostaria de exercer (nem todo mundo consegue ter), mas precisa se sustentar e deseja conquistar autonomia. E, se todo trabalho é digno, por que não escolher o mais seguro e com boa remuneração? Nesse caso, também os concursos de qualquer nível de escolaridade podem ser interessantes, dependendo do patamar salarial que você deseja e da urgência de ser aprovado.

Sempre é possível fazer concursos mais simples e depois seguir estudando para outros melhores. É o que se faz muitas vezes na iniciativa privada também, quando o profissional sobe aos poucos de patamar. A diferença é que na administração pública cada cargo tem a sua remuneração prevista em lei e não há negociação individual de salários. Qualquer alteração deverá ser por meio da lei que rege o cargo. Por isso, quem deseja melhorar a remuneração estuda e faz concurso para cargos mais complexos e, em consequência, com salário mais elevado.

Em todos os casos, sugiro observar se o seu perfil se adequa à atividade que será exigida no exercício do cargo para o qual está concorrendo. Há cargos com perfil mais burocrático, outros com trabalho externo, em regime de plantão, outros com atendimento ao público.

De todo modo, o serviço público apresenta uma faceta interessante: é comum que a pessoa possa migrar aos poucos para uma atividade mais compatível com o seu perfil. Porque uma boa chefia sempre busca utilizar da melhor forma os talentos de seus funcionários, dentro do leque de atividades a serem executadas por aquele cargo.

Por outro lado, como em qualquer outro emprego, o funcionário poderá ter de lidar com situações desagradáveis, frustrantes ou injustas. Afinal, a administração pública é feita de pessoas.

Mas, acima de tudo, independentemente do motivo que conduziu a sua escolha, a sua dedicação como servidor fará toda a diferença no dia a dia de trabalho e nas oportunidades que poderão surgir. Você vai carregar uma quantidade considerável de conhecimento adquirido durante a preparação e terá passado por um significativo processo de amadurecimento enquanto lidava com todos os desafios até conquistar a vaga. Utilize isso a favor da sociedade a quem você estará servindo. De alguma forma, isso também retornará para você.

Por: Lia Salgado - http://g1.globo.com/concursos-e-emprego

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Maizena - Surgiu Assim

Caixa amarela inconfundível
A caixa amarela pouco mudou. A cena de índios norte-americanos, da tradicional tribo Sioux, sacando do milho o seu amido gravada no bico de pena está na memória e faz parte de uma longa história de sucesso.

A Maizena é mais um clássico exemplo de marca que virou sinônimo do produto. Ou você busca por amido de milho quando vai fazer compras num supermercado? O sim, neste caso, soa estranho. 

Com bom e variado uso na culinária, a Maizena teve origem nos Estados Unidos, no ano de 1854, pelas mãos de Wright Duryea. Ele fundou a Fábrica de Amido Rio Oswego e, mais tarde, recrutou a família para ampliar os negócios e criar a Companhia Produtora de Amido Duryea, que tinha como carro-chefe a fina farinha da caixa amarela.

Origem do Nome
O nome Maizena tem origem na palavra espanhola que representa o cereal que é o insumo básico do preparo da farinha: o milho, ou melhor, “maíz”. 

O termo foi utilizado pelas tribos de índios norte-americanas Sioux e Iroquês, que viviam no sul dos Estados Unidos, para designar as espigas levadas pelo navegador genovês e descobridor da América, Cristóvão Colombo. O milho também inspirou a cor da embalagem, que até hoje segue.

Da roupa à panela
Apesar de a referência mais forte ser reivindicada pela cozinha, de onde saem o saboroso e nutritivo mingau, os biscoitos, os doces e os molhos consistentes, grossos, a lavanderia também pede passagem para ser chamada de abrigo natural da Maizena.

Ocorre que, a princípio, a função do fino pó branco extraído do milho era servir
de goma para tecidos e deixá-los mais encorpados. Contudo, como ingrediente
culinário veio a consolidação. 

O uso do amido de milho em substituição à farinha de tribo recebeu estímulos. Padeiros e fabricantes de biscoitos aceitaram a dica e uma das invenções caiu na graça do povo: a Bolacha Maizena. 

Durante a Segunda Guerra Mundial, a escassez e os altos preços do
trigo favoreceram o avanço do amido de milho, que passou a ser utilizado também na receita de pães.

Sucesso nacional
A Maizena desembarcou no Brasil em 1874. Na época, as mercearias dispunham seus produtos em sacos. Arroz, feijão, batatas, tomates e demais itens do cotidiano do brasileiro eram vendidos a granel. 

Diante desse cenário, as caixinhas amarelas se destacavam e as donas de casa foram “pescadas” não só pelo visual, mas também pelo fato de o amido de milho servir para o preparo de diversos pratos. 
Em 1927 chegou a São Paulo o engenheiro L. E. Miner. Ele veio analisar o mercado local para saber da viabilidade de fabricar a Maizena no país, pois, até então, o produto vinha dos Estados Unidos e era apenas embalado no Brasil. 

Passados três anos, a Refinações de Milho Brasil (RMB) abriria suas portas na capital paulista.
Copiado: https://www.facebook.com/

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Mídia Social ou Rede Social?

Mídia social e rede social. Dois termos muito comuns, principalmente na área do marketing digital e publicidade. Mas, qual é o termo correto? 
Os dois estão corretos? 
Se buscarmos na internet a diferença entre os dois termos (te convido a fazer isso), encontraremos diversos sites, blogs, vlogs (enfim) explicando a utilização dos termos. 
Meus professores da faculdade também me explicavam, mas uma coisa me incomodou (e incomoda até hoje) - 

Parece não existir um consenso. As explicações são as mais diversas, algumas simples e outras (grande maioria) extremamente técnicas, mas não vejo uma uniformidade da informação.
A forma que abordarei os termos é baseada na palestra do diretor do Facebook Brasil que aconteceu no Centro Universitário SENAC em outubro de 2014. Ao meu ver, é a forma mais simples, prática e talvez elegante (ui) de abordar o assunto.
Rede social refere-se ao relacionamento de pessoas a partir de um grupo ou um encontro interagindo entre si com um assunto em comum. Uma mesa de bar com vários amigos conversando pode ser considerada uma rede social. 
Portanto a sua turminha do vídeogame ou do futebol (por exemplo) é uma rede social. Ou seja, pessoas conectadas e se relacionando por um assunto em comum. Esse termo pode ser aplicado muito antes do nascimento da própria internet.
As mídias sociais, como o próprio nome já diz, é o meio (mídia) de relacionamento (social) utilizado. Então a televisão, que é um meio de comunicação, pode ser considerada uma mídia social? É... não... Diferente dasmídias tradicionais (TV, rádio, jornal), nas mídias sociais existe a reciprocidade da informação, ou seja, você fala e eu respondo. 
Uma marca faz uma publicação e o consumidor comenta, critica e compartilha. No caso da televisão, o público é completamente passivo da informação (ler Teoria da Mídia - Douglas Kellner) e não pode interagir instantaneamente com o conteúdo.
Portanto, para concluir o raciocínio:
  • O Facebook, Twitter, Instagram (entre outros) são mídias sociais digitais - meios digitais para estabelecer um relacionamento desde que exista a reciprocidade da informação. 
  • Já a rede social, pode ser qualquer tipo de conexão entre pessoas por um assunto em comum.

Como existem diversas definições técnicas espalhadas pela internet e em livros, o conteúdo desse post não é o dono da verdade, apenas uma definição simples e prática dos termos. 
Assim, na sua próxima reunião com o cliente e o chefe, quem sabe não fica mais elegante utilizar o termo "mídias sociais digitais" ao invés de só falar rede social.
Por: Planejamento de Marketing Digital na AppStudioBrasil