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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Conheça o Futuro do Trabalho em 6 (seis) Tendências

O futuro do trabalho já está em vias de transformação. A cada dia, novidades colocam em xeque algum aspecto do mercado como o conhecemos hoje.
Da mesma forma que as máquinas alteraram a forma como lidamos com o trabalho no dia a dia desde o surgimento do computador, hoje, estamos assistindo a um processo de mudanças atreladas às novas tecnologias — e muitas dessas mudanças já podem ser consideradas irreversíveis.
Quer um vislumbre de como será o cenário futuro do trabalho? Então não deixe de conferir o post de hoje!

1. A internet e o home office

Graças à popularização da internet, ao aumento da sua velocidade e estabilidade e da oferta de aparelhos mais acessíveis, hoje, qualquer colaborador pode ter em casa as mesmas condições de trabalho que teria dentro de uma empresa.
Além disso, o crescimento das tecnologias de armazenamento em nuvem (onde arquivos são salvos e podem ser alterados remotamente, por de meio de login e senha) facilitou a troca de informações, permitindo que um orçamento, por exemplo, possa ser alterado por alguém na empresa, e essa alteração ser visível para outra pessoa em casa, em tempo real.
Esses fatores são os principais estimulantes para o home office, uma prática que cresce cada vez mais, e que consiste em trabalhadores atenderem as demandas a partir de suas casas.
Por meio dele, as empresas adquirem maior mobilidade, podendo estar presentes em vários estados ou, até mesmo, países, sem ter de investir grandes somas em infraestrutura.
Do outro lado, o colaborador ganha mais liberdade, trabalhando em horários e locais mais convenientes (sempre em comum acordo com a empresa), sem ter de realizar grandes deslocamentos ou alterações de rotina.

2. O regime freelancer

O regime de trabalho freelancer existe desde antes de a reforma trabalhista ser aprovada, porém era considerado irregular. Agora não mais.
Nessa modalidade, o trabalhador geralmente é contratado para tarefas, projetos ou períodos específicos, e recebe por cada um, conforme o volume de trabalho que realiza. Ele não possui vínculo empregatício com a empresa, e pode tanto atender via home office como presencialmente. Nesse caso, tudo depende do acordo firmado entre o freelancer e o contratante.

Esse tipo de regime vem crescendo, principalmente na última década, por proporcionar liberdade ao trabalhador, que não fica atrelado a uma única empresa ou função, tampouco a períodos de férias determinados.
No entanto, demanda um alto grau de organização por parte do indivíduo, inclusive no que toca ao gerenciamento financeiro (como guardar dinheiro para emergências, uma vez que a ele não são garantidos seguro-desemprego ou afastamentos remunerados).

Aproveite para estudar

Uma grande vantagem que acompanha os regimes de home-office e freelancer é a possibilidade de manter-se sempre atualizado, principalmente por meio de cursos EAD. Afinal, trabalhar e estudar são duas atividades bastante similares.
Se você possui disciplina para um, certamente terá para o outro. Além da gigantesca flexibilidade de horários para cumprir todas as demandas da forma mais conveniente, você poderá enriquecer cada vez mais seu currículo, o que certamente vai refletir no seu valor de mercado.

3. A contratação por projetos

Essa forma de contratação é característica de um novo tipo de administração que tem se desenvolvido dentro das corporações: a horizontal, também conhecida como holocracia.
Em vez de um sistema hierárquico rígido, os colaboradores são organizados ao redor de um projeto e são estimulados a se autogerirem.
Assim, não existe um grande coordenador e seus subordinados, mas pessoas de status hierárquico similar que dominam partes diferentes do todo e precisam trabalhar de forma colaborativa para chegar ao resultado esperado.
Da mesma forma, os colaboradores assumem papéis diversos a cada projeto, de acordo com as necessidades específicas dele. Isso oferece maior capacidade de adaptação para a empresa diante de novos desafios e valoriza o colaborador, utilizando vários aspectos do seu potencial.

4. O uso de Big Data

Big Data é o nome dado às tecnologias de gestão de um grande volume de informações, com vistas a análise e construção de conhecimento especializado.
Assim, um bom software de gestão que utiliza essa tecnologia é capaz de coletar informações disponíveis na internet, nas redes sociais, determinar hábitos de compra de um cliente etc., e organizá-los de forma que se possa criar, então, estratégias de marketing e de gestão.
É uma das tecnologias mais impactantes, pois vem alterando a forma como decisões são tomadas. Graças a ela, tornou-se capaz o cruzamento de dados que antes eram impossíveis de serem relacionados, devido às diferentes plataformas e origens.

5. A implementação de IoT

IoT é a sigla para Internet of Things (Internet das Coisas). Por meio dessa tecnologia, o maquinário de uma empresa é capaz de se conectar à internet, transferir informações e ser controlado remotamente.
Isso tem tido grande impacto na indústria e no setor de serviços, já que os equipamentos “inteligentes” coletam e transmitem dados para suas centrais.
Semáforos conectados à internet podem oferecer informações em tempo real acerca do tráfego, por exemplo, e terem sua configuração alterada para melhor atender a determinados horários sem a necessidade de deslocamento de uma equipe.
Tanto a IoT quanto o Big Data são tendências que estimulam a automatização de processos que deixarão de ser realizados por humanos. Mas não se preocupe, a tecnologia não será capaz de eliminar o fator humano do mercado de trabalho. No entanto, vai provocar uma grande mudança. Acompanhe!

6. O novo perfil de profissional

O futuro do trabalho está intimamente relacionado à colaboração. Seja pelo uso do armazenamento em nuvem, de aplicativos de mensagens instantâneas, seja por meio de uma plataforma ou ambiente virtual criado especialmente para determinada empresa.

Cada vez mais, a troca entre os colaboradores se dará via ferramentas de colaboração e análise. Assim, os participantes de um projeto não precisarão mais perder tempo coletando dados (pois estarão bem servidos com o Big Data e o IoT) nem se deslocando para reuniões e articulando pautas (uma vez que estarão constantemente conectados).
Essas transformações causam impacto no perfil de profissional que as empresas passarão a buscar. Não apenas um “executor de tarefas” com formação mínima. A tecnologia dominará cada vez mais esse tipo de trabalho, obrigando o profissional a investir na sua formação.
Assim, o perfil que se espera será o de um colaborador criativo, com alto grau de especialização, capaz de interpretar textos e dados, tomar as melhores decisões e contribuir proativamente para o crescimento da organização como um todo.
O futuro do trabalho no Brasil já é realidade em países desenvolvidos. Por aqui, espera-se que uma mudança drástica ocorra logo, já que a estagnação pode eliminar a competitividade das empresas nacionais.
Portanto, está mais do que na hora de você começar a investir na sua formação! Compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a perceberem essa transformação!
Copiado: https://blog.brazcubas.br

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