quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Retomada Econômica no Brasil depende do imunizante contra a Covid-19



 A vacinação contra a Covid-19 começou, no Brasil, em 17 de janeiro. Até o dia 8 de fevereiro, o país imunizou 3.783.228 pessoas, segundo dados levantados pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de saúde. Parece muito, mas esse número representa apenas 1,79% da população brasileira. 

O Brasil demorou muito para aprovar o uso emergencial da vacina. Tão logo iniciou a campanha, muitas falhas no gerenciamento, que vão desde a distribuição e armazenamento até erros na aplicação vieram à tona. Nesse ritmo e com todos esses desafios, a imunização de boa parte dos brasileiros deve demorar um pouco.

Para se ter ideia, segundo estimativa feita pela consultoria Airfinity, a pedido da CNN Brasil, caso tudo ocorra bem durante a campanha, o Brasil levará dez meses para vacinar 75% da população. Mas, em um cenário ainda cheio de incertezas, essa hipótese pode não acontecer.

É preciso superar os entraves políticos e gerenciais criados em torno da vacina para conseguir imunizar o máximo de pessoas ainda em 2021. O brasileiro tem pressa, pois a pandemia tem tirado não só a vida, mas também o emprego e os sonhos dos trabalhadores. E a situação tende a piorar: segundo pesquisa publicada pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), com o fim do auxílio emergencial, o número de miseráveis em território nacional tende a crescer absurdamente. Acreditamos que cerca de 4 milhões de brasileiros estão sujeitos a caírem na extrema pobreza, sobrevivendo com menos de quatro dólares por dia.


A retomada da economia só vai acontecer, portanto, com a vacinação em massa da população. O próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu isso no final de 2020. Com a imunização das pessoas, as incertezas com o futuro tendem a cair, a confiança dos empresários aumenta e, com mais investimentos, novos postos de trabalho são criados e o consumo tende a crescer também.

Por outro lado, sabemos que o Brasil carrega, há muito tempo, a chaga da má gestão porque nunca se preocupou com um plano estratégico de nação. Entra e sai governo e o que vemos, a cada dia, é o diversionismo político gritante. Em plena pandemia, isso ficou ainda mais evidente e assustador. Sem contar que o mundo está ainda mais volátil e complexo. Daí a urgência de sairmos do amadorismo, da gestão do improviso.

Não restam dúvidas de que o país precisa da vacina para voltar a produzir. Contudo, é imprescindível que o governo federal encare a Covid-19 com mais cientificismo e menos negacionismo. Por isso, os profissionais de administração vêem na vacina condição sine qua non para retomada da economia e dos empregos. Vemos no imunizante a esperança para, ainda, restabelecer as atividades educacionais tão fundamentais para a formação de quadros profissionais diferenciados.


Enquanto isso, seguimos sonhando com o fim da pandemia, esperando com coragem e paciência a nossa vez na fila do imunizante. Mesmo com a vacina, temos conhecimento de que os protocolos sanitários de segurança como distanciamento social, higienização das mãos e uso de máscaras ainda serão necessários nas organizações para evitar o avanço da doença.

Mas, como bons administradores, estamos preparados para  ambientes cada vez mais complexos e disruptivos. Afinal, são as exigências dos novos tempos e, quem não estiver preparado – e vacinado – sucumbirá de vez.

Adm. Mauro Kreuz - Presidente do Conselho Federal de Administração

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

A Cultura do Cancelamento - O que é e como não ser cancelado?

 


Em uma sociedade onde todos têm o direito de se expressar, principalmente através do meio online, as pessoas estão ainda mais participativas em assuntos e questões sociais. Temas como o racismo, hábitos dados às mulheres no passado ou o bullying vem sendo abordados com uma imensa frequência e são cada vez menos tolerados pelos usuários da internet, que estão cada vez mais buscando a “perfeição”.

No ambiente online, se encontra de tudo: aqueles que buscam por atenção e, desta forma, as vezes acabam tecendo comentários desnecessários propositalmente, passando pelos neutros que buscam apaziguar, chegando nos que são contra a desconstrução social e não se mostram aceitos às novas formas de convivência que aparecem por aí. Para todos eles, a cultura do cancelamento se aplica e vem dando o que falar.

  1. O que é e como funciona?

Hoje em dia, as redes sociais num geral “cancelam” diversos famosos, influenciadores, empresas e até cidadãos comuns. Esse termo nada mais é do que a “exclusão” da sociedade para determinado grupo ou pessoa, que retira o infrator de sua vida e não permite que o mesmo o acompanhe sem alguma “punição”, que pode ser temporária definitiva.

E o que é preciso para ser cancelado? Para ser cancelado, é preciso que a pessoa ou empresa tenha feito ou dito algo não tolerado nos dias de hoje. Seja um comentário racista, preconceituoso, ou tudo que não está dentro do padrão de desconstrução social. Algumas vezes, a falta de posicionamento também é motivo de cancelamento.

Como nem todos estão acompanhando as mudanças da sociedade atual, o ato de ser cancelado pode ser um impulso significativo para a autoeducação. Como esta nova justiça pode gerar debates, discussões, trazer à tona temas que englobam todas as formas de intolerância, é importante saber usar destas “consequências” para se atualizar e caminhar com aquilo que o mundo vive no momento.

  1. O cuidado com o cancelamento

Como a internet é ampla e muitas pessoas tem voz, deve-se ter um cuidado maior com essa forma de “justiça”. Esta nova cultura pode deixar de ser levada a sério por conta das razões pelas quais algumas pessoas cancelam outras. Motivos como divergências entre “cantoras pop” ou assuntos banais demais tomam força nesse movimento e acabam menosprezando questões relevantes que de fato poderiam estar sendo discutidas.

Neste caso, é preciso conhecer a fundo e entender de fato as questões que estão sendo apontadas como fortes concorrentes ao cancelamento e então dar apoio aquilo que é realmente relevante.

  1. Por que algumas marcas são canceladas?

Geralmente, a marca é cancelada por continuar apoiando ou patrocinando um artista ou influenciador mesmo após ele ter cometido algo contrário aquilo que a sociedade aceita. Outra forma da marca deixar de ser vista com bons olhos é a mesma não se posicionar diante de um assunto delicado e relevante. 

O fato de se omitir é entendido por muitos como a escolha pelo “lado opressor” e faz com que a marca perca toda a popularidade que, em muitos casos, demorou para conseguir – e isso serve para pequenas, médias e até grandes empresas.


  1. O que fazer para a sua marca não ser cancelada?

Por mais simples que possa parecer: SE ATUALIZE E SE POSICIONE!
Se manter atento ao que o seu público pensa, fala e faz e manter uma posição clara e aberta são atitudes chaves para evitar o cancelamento.

As pessoas buscam consumir de marcas que defendem as minorias e aderem as diferenças. As empresas ganham muita visibilidade positiva quando realizam campanhas e se mostram firmes na tolerância das diferenças.

Copiado: https://webbiz.com.br/

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

O que é Gentrificação e por que você deveria se preocupar com isso.

 


Para entender gentrificação imagine um bairro histórico em decadência, ou que apesar de estar bem localizado, é reduto de populações de baixa renda, portanto, desvalorizado. Lugares que não oferecem nada muito atrativo para fazer… Enfim, lugares que você não recomendaria o passeio a um amigo.

Imagine, porém, que de um tempo para cá, a estrutura deste bairro melhorou muito: aumentou a segurança pública e agora há parques, iluminação, ciclovias, novas linhas de transporte, ruas reformadas, variedade de comércio, restaurantes, bares, feiras de rua… Uma verdadeira revolução que traria muitos benefícios para os moradores da região, exceto que eles não podem mais morar ali.

É que, depois de todos esses melhoramentos, o valor do aluguel dobrou, a conta de luz triplicou e as idas semanais ao mercadinho da esquina ficaram cada vez mais caras, ou seja, junto com toda a melhora, o custo de vida subiu tanto que não cabe mais no orçamento dos atuais moradores. E o mais cruel de tudo é perceber que, enquanto o antigo morador procura um novo bairro, pessoas de maior poder aquisitivo estão indo morar no seu lugar.

Talvez você já tenha passado por essa situação. Mas, se não passou, deve imaginar que é a história de muita gente. E o nome dessa história é gentrificação.

Gentri o quê?

Gen-tri-fi-ca-ção. Vem de gentry, uma expressão inglesa que designa pessoas ricas, ligadas à nobreza. O termo surgiu nos anos 60, em Londres, quando vários gentriers migraram para um bairro que, até então, abrigava a classe trabalhadora. Este movimento disparou o preço imobiliário do lugar, acabando por “expulsar” os antigos moradores para acomodar confortavelmente os novos donos do pedaço. O evento foi chamado de gentrification, que numa tradução literal, poderia ser entendida como o processo de enobrecimento, aburguesamento ou elitização de uma área… Mas nós preferimos ficar com o aportuguesamento do termo original.

Como funciona?

Um processo de gentrificação possui bastante semelhança com um projeto de revitalização urbana, com a diferença que a revitalização pode ocorrer em qualquer lugar da cidade e normalmente está ligada a uma demanda social bastante específica, como reformar uma pracinha de bairro abandonada, promovendo nova iluminação, jardinagem, bancos… E quem se beneficia da obra são os moradores do entorno e, por tabela, a cidade toda.

A gentrificação, por sua vez, se apoia nesse mesmo discurso de “obras que beneficiam a todos”, mas não motivada pelo interesse público, e sim pelo interesse privado, relacionado com especulação imobiliária. Logo, tende a ocorrer em bairros centrais, históricos, ou com potencial turístico.

O processo é bastante simples: suponha, que o preço de venda de um imóvel num bairro degradado seja 80 mil. Porém, se este bairro estivesse completamente revitalizado, o mesmo imóvel poderia valer até 200 mil. Há, portanto, uma diferença de 150% entre o valor real e o valor potencial do mesmo imóvel, certo? Agora imagine qual seria o valor potencial de um bairro inteiro?

É exatamente nesta diferença entre o potencial e o real, que os investidores imobiliários enxergam a grande oportunidade para lucrar muito investindo pouco. Mas para que tudo isso se concretize, é necessário que haja um outro projeto, o de revitalização urbana, e este, sim, é bancado com dinheiro público, ou através de concessões públicas. Os governantes também costumam enxergar no processo de gentrificação uma grande oportunidade: de justificar uma obra, se apoiar no interesse privado da especulação imobiliária para promover propaganda política de boa gestão.


E aonde acontece?

Em muitos lugares. Talvez seja possível dizer que toda cidade grande possui, no mínimo, um caso para estudo. Evidentemente existem alguns exemplos mais clássicos, em virtude da fama e influência que algumas cidades possuem, ou por conta do contexto histórico envolvido. Vamos destacar rapidamente dois deles:

1. Williamsburg (Nova York, EUA)

Até meados da década de 1990, Williamsburg era apenas mais um bairro residencial do distrito do Brooklyn, cujo único atrativo era sua paisagem – o famoso skyline da Ilha de Manhattan. Foi nessa época que artistas e artesãos locais migraram para o bairro em busca de aluguéis baratos e boa localização. Este movimento se intensificou até virar um dos maiores casos de gentrificação que se tem conhecimento: hoje, é um dos bairros mais badalados do mundo, que dita algumas das referências de moda, música, arte e gastronomia da sociedade ocidental. O processo foi tão grande que alguns dos próprios gentrificadores, precisando fugir do alto custo de vida, se mudaram para o bairro vizinho, Bushwick, que atualmente passa um processo quase idêntico ao de Williamsburg no começo dos anos 2000.

 2. Friedrichshain (Berlim, Alemanha)

Após a queda do muro de Berlim, houve uma grande migração dos moradores de bairros da parte oriental – como Friedrichshain, para a parte capitalista da cidade, em busca de emprego, vida moderna e habitação confortável. Este fato abriu oportunidade para que a área, abandonada, fosse ocupada por imigrantes turcos, punks e artistas, em sua maioria jovens e pobres, e essa mistura naturalmente transformou o lugar em um grande fervilhão alternativo, criando uma subcultura de diversas tribos e origens, que hoje promove gastronomia, arte e entretenimento de alto padrão, atraindo berlinenses, turistas do mundo inteiro e é utilizada pelo próprio governo como marca turística.

Obviamente, este fenômeno trouxe um assombroso encarecimento do custo de vida e um acelerado processo de gentrificação: o caso berlinense foi tão violento que o parlamento alemão criou uma lei proibindo bairros com altos índices de gentrificação subirem os preços dos aluguéis mais do que 10% acima da média da região. A lei vem sendo aplicada em Berlin desde Maio de 2015, e em breve também será institucionalizada em outras cidades alemãs.

Há ainda vários outros casos famosos de gentrificação: La Barceloneta (Barcelona, Espanha); Puerto Madero (Buenos Aires, Argentina), Malasaña (Madrid, Espanha) e também alguns casos bastante estudados no brasil, como Lapa e Vidigal no Rio de Janeiro, e Vila Madalena em São Paulo, mas isto é assunto para uma outra conversa…


E por que eu deveria me preocupar com Gentrificação?

Olha, até existem especialistas que não “criminalizam” a gentrificação, por acreditar que este é um processo decorrente da chamada “Sociedade Pós-Industrial”, na qual as relações de consumo (demanda) ditam as relações de produção (oferta), e esta é uma condição natural e irreversível do nosso tempo. Há um debate profundo sobre isso, e a resposta sobre a gentrificação ser boa ou ruim… Bem, depende. Não dá para afirmar com certeza, ainda.

Mas desconfiamos que é mais nociva do que saudável. Por constituir um processo típico de especulação imobiliária, a gentrificação precisa de muito investimento e respaldo do poder público para atender à uma demanda de interesse privado. Ou seja, a cidade (enquanto “a coisa pública”) tem propensão a ser planejada de acordo com a vontade do interesse privado, que não necessariamente é a mesma vontade da população, e nem sempre vai ao encontro das demandas defendidas por especialistas em planejamento urbano.

Por outro lado, estudos recentes realizados nos Estados Unidos apontam que moradores antigos de bairros gentrificados não apenas não foram “expulsos” por conta da valorização imobiliária, como conseguiram, por causa da gentrificação, ampliar suas rendas. Apesar de serem inconclusivos, pois tratam mais de proprietários (que possuem renda sobre o imóvel) e menos de inquilinos (que pagam a renda para o proprietário do imóvel), os estudos colocam à prova alguns “mantras inquestionáveis” da corrente crítica da gentrificação, e abre precedente para a corrente que enxerga o fenômeno como algo saudável para a vida urbana contemporânea.

Do nosso ponto de vista, a gentrificação representa um grande perigo para as cidades, de maneira geral, porque independente de consequências saudáveis ou nocivas para o bairro que foi gentrificado, o grande problema está em mapear o que aconteceu com as pessoas que de fato foram forçadas a migrarem para outros lugares por conta do processo gentrificador: para qual bairro elas foram? Este bairro recebe os mesmos investimentos públicos, e desperta a mesma atenção que o bairro gentrificado? Acreditamos que a resposta seja negativa.

E, se para o bairro bonito pode tudo, e para o feio não pode nada, então não há um projeto de cidade inclusiva e democrática acontecendo nas nossas cidades. A gentrificação apenas será bacana e descolada de verdade quando todos os bairros puderem ver a renda de seus imóveis sendo elevadas, propiciando uma vida cultural, rica, vibrante, que respeite as tradições de cada lugar. Se não for por inteiro, então não vale.

Copiado: https://www.courb.org

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

40 Frases Inspiradoras para quem quer largar o emprego e abrir seu próprio negócio

 


A gente sabe, não é fácil seguir nossos sonhos, pois o mesmo impulso que te leva pra frente também pode te puxar para trás. Tem horas que nada parece fazer sentido, você fica frustrado com algumas tentativas ou algo dando errado no meio do caminho e o desânimo parece inevitável. É por isso que o Nômades Digitais está sempre criando soluções para que você não deixe de lado aquilo que mais ama e mais deseja, independente do que aconteça.

Acontece muito esta situação: a pessoa tem ideias mil, mas não tem coragem de largar o emprego para colocar essas ideias em prática e quem sabe criar um negócio inovador. Pois bem, este ainda é o drama da grande maioria, sujeita à horários regrados, alguns chefes mal educados, prazos impossíveis e trabalho onde a quantidade, muitas vezes, fica acima da qualidade.

Para incentivar os novos empreendedores, o site da revista “Inc.” reuniu uma série de citações de grandes líderes, filósofos, autores, artistas e empresários e outros que acertaram a mão, seguiram seus sonhos e agora aconselham os demais. Então, não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje!

Leia e inspire-se:

1. “Nunca é cedo demais para nos transformarmos no melhor que podemos ser” – George Elliot, autor

2. “Empreender é se jogar de um precipício e construir um avião durante a queda” – Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn

3. “Você não aprende a andar seguindo regras. Você aprende fazendo e caindo” – Richard Branson, fundador da Virgin

4. “Eu tenho medo em todos os momentos da minha vida e isso nunca me impediu de fazer nada que eu quisesse fazer” – Georgia O’Keeffe, artista

5. “Você não escolhe as suas paixões. Suas paixões escolhem você” – Jeff Bezos, fundador da Amazon

6. “Escolha um trabalho que você ama e você nunca terá que trabalhar um dia sequer na vida” – Confúcio, filósofo

7. “Você não precisa de uma equipe de 100 pessoas para desenvolver uma ideia” – Larry Page, fundador do Google

8. “Um sonho não vira realidade a partir de mágica. Você precisa de suor, determinação e trabalho duro” – Colin Powell, general americano

9. “Obstáculos não podem parar você. Se você achar uma parede, não desista. Ache uma maneira de escalá-la, atravessá-la ou derrubá-la” – Michael Jordan, jogador de basquete

10. “Persiga um ideal, não o dinheiro. O dinheiro vai acabar indo atrás de você” – Tony Hsieh, fundador da Zappos

12. “Uma pessoa que nunca cometeu erros nunca tentou nada novo” – Albert Einstein, físico

13. “Eu sofro da crença que todo produto da minha imaginação não é só possível, mas que faltamente se tornará real” – Sean Parker, cofundador do Napster e primeiro CEO do Facebook

14. “Tenha a coragem de seguir seu coração e sua intuição. O resto é secundário” – Steve Jobs, cofundador da Apple

15. “Não ter medo é como fazer musculação. Quanto mais eu me exercito, menor a chance de meus temores me dominarem” – Arianna Huffington, criadora do jornal online Huffington Post

16. “Sentir prazer no que faz torna o trabalho perfeito” – Aristóteles, filósofo

17. “Eu quase ia dizer para você fazer o que ama, mas não é bem assim. As pessoas mais felizes e bem-sucedidas não amam o que fazem. Elas são obcecadas em resolver algo que importa a elas” – Drew Houston, fundador do Dropbox.

18. “Você pode conseguir tudo o que quer ou simplesmente ficar velho” – Billy Joel, cantor


19. “O homem que remove montanhas sempre começa retirando pequenas pedras do caminho” – provérbio chinês

20. “Você pode procurar uma resposta no Google. Você pode procurar um relacionamento, ou uma carreira, no Google. Mas você nunca vai encontrar o que está em seu coração em uma busca online” – Joe Plumeri, presidente do conselho da Willis Group

21. “Um homem é um sucesso se ele acorda pela manhã, vai para a cama à noite e, nesse ínterim, fez o que quis fazer” – Bob Dylan, músico

22. “Eu prefiro morrer de paixão do que de tédio” – Vincent Van Gogh, pintor

23. “Muitos dos nossos sonhos parecem impossíveis a princípio. Depois, improváveis. E aí, em um certo momento, eles se tornarão inevitáveis” – Christopher Reeve, ator

24. “Ame o que faz e faça o que ama” – Ry Bradbury, autor

25. “Em um momento decisivo, a melhor coisa que você tem a fazer é o certo. A pior é não fazer nada” – Theodore Roosevelt, ex-presidente dos Estados Unidos

26. “As marcas mais poderosas e duradoras são as que ficam no coração das pessoas” – Howard Schultz, CEO do Starbucks

27. “Não deixe o que você não pode fazer interferir no que você pode fazer” – John Wooden, técnico de basquete

28. “Muitas das falhas da vida são experimentadas por pessoas que não sabiam o quanto estavam perto do sucesso” – Thomas Edison, inventor

29. “A única coisa pior do que tentar algo e falhar é… não tentar algo” – Seth Godin, autor e palestrante

30. “Tudo começou do nada” – Ben Weissenstein, empreendedor

31. “Quando eu desisto de ser quem eu sou, posso me tornar o que poderia ser” – Lao Tzu, filósofo

32. “Os dois dias mais importantes da sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobre por que você nasceu” – Mark Twain, autor

33. “Quanto mais eu quero que algo seja feito, menor é a chance de eu chamar aquilo de trabalho” – Richard Bach, autor

34. “Todo grande sonho começa na mente de um sonhador. Lembre-se de que você tem, dentro de você, a garra e a paciência para atingir as estrelas e mudar o mundo” – Harriet Tubman, ativista

35. “Vencedores nunca desistem e quem desiste nunca vence” – Vince Lombardi, treinador de futebol americano

36. “A chave para a felicidade é encontrar sua vocação e assegurar uma oportunidade para segui-la” – John Dewey, educador


37. “A humanidade, na busca pelo que fazer na vida, deixam de viver” – Margaret Fuller, jornalista

38. “A felicidade é uma borboleta que, sempre que perseguida, parecerá inatingível; no entanto, se você for paciente, ela pode pousar no seu ombro” – Nathaniel Hawthorne, escritor

39. “Descobri que, se você tem vontade de viver e curiosidade, dormir não é a coisa mais importante” – Martha Stewart, apresentadora

40. “Nunca continue em um trabalho que você não gosta. Se você está satisfeito com o que faz, você estará satisfeito consigo mesmo e terá paz interior. E com isso, terá mais sucesso do que jamais poderia ter imaginado” – Johnny Carson, apresentador de televisão

E aí, vai ficar sentado mesmo na cadeira de escritório .

Copiado: https://nomadesdigitais.com/

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Aprenda Como Liderar Alguns Tipos de Funcionários Existentes Nas Organizações


Desde a época da Escola de Relações Humanas de Elton Mayo já se sabe que, dentro das empresas, além de máquinas, também existem pessoas que têm diversos sentimentos e diferentes reações aos estímulos motivacionais. Dessa forma, o jeito de tratá-las determinará como você será tratado.

Diante disso, a primeira regra de um bom Gerente é tentar obter uma visão otimista sobre seus funcionários, pois isso tende a criar pessoas mais colaborativas, afirmam alguns estudiosos em Liderança. Outros, mais radicais, afirmam que “se você tratar seu funcionário como um cachorro, mais cedo ou mais tarde ele vai lhe dar uma mordida”.

Antigamente, gerenciar significava “a arte de obter resultados através das pessoas”. Porém, as Relações Humanas foram se desenvolvendo e hoje o Líder precisa entender as aspirações humanas. As pessoas costumam ter variadas aspirações, mas apenas para simplificar podemos reduzi-las a:

Aspirações Simples: São as condições básicas de um emprego, sem as quais os empregados nem aceitam trabalhar, tais como um salário compatível, emprego próximo à casa, conforto no local de trabalho, garantias de continuar empregado, ambiente de amizade e atenção. Note-se que as aspirações simples são requeridas por uma minoria dos trabalhadores brasileiros.

• Aspirações Complexas: A maioria das pessoas possui aspirações complexas, gostando de ser diferenciadas das demais e de terem seu valor reconhecido pelo Líder. Elas gostam de aprender, enfrentar desafios significativos e de tarefas difíceis. Aqueles com aspirações complexas obtêm seu crescimento pessoal e recompensas financeiras de seus próprios esforços.

Diante disso, pode-se perceber que a arte de gerenciar pessoas nas organizações exige muita criatividade do Líder, pois em vez de controlá-las é preciso energizá-las, buscando atender suas expectativas e aspirações mais complexas. Dessa forma, podemos afirmar que a principal função de um gerente moderno é “energizar” as pessoas. E, energizar significa atender ás aspirações complexas dos funcionários.

Mas, antes de energizar as pessoas o Gerente deve conhecer o “sentido de prontidão” dos funcionários, pois existem funcionários que estão “prontos” e os que ainda não estão. Ou seja, aqueles que estão prontos têm experiência técnica no ramo – eles são funcionários experientes. E os que têm pouca prontidão são os funcionários inexperientes.

Sendo assim, ao cruzarmos essas duas variáveis – aspirações e prontidão – encontramos quatro (4) tipos de funcionários e, antes de qualquer próxima análise, é necessário afirmar que as pessoas tendem ser muito mais complexas do que apenas quatro tipos. Mas, apenas para compreendermos melhor a forma de tratá-las – gerenciá-las – vamos classificá-las em grupo de quatro tipos:

A) Os Aprendizes: Perfil – São aqueles funcionários inexperientes e que só possuem aspirações simples, os quais – na sua maioria – obtêm o primeiro emprego. Eles não têm experiência alguma e preferem trabalhar apenas por ser perto de casa e pelo pequeno salário. 

Tratamento – trate-o com pouca flexibilidade, informando-o detalhadamente o que fazer e conferindo se as tarefas foram realizadas conforme o escrito. Ou seja, o Líder deve usar uma supervisão rígida.

B) Os Frios: Perfil – São aqueles funcionários que até têm experiência técnica, mas possuem aspirações simples. Ou seja, eles não estão energizados ou motivados a alcançar suas aspirações. Eles sabem trabalhar, mas não vibram com isso porque talvez tenham sido punidos na sua criatividade – em empregos anteriores. Tratamento – O Líder deve envolvê-lo nas decisões do setor, fazendo-o sentir-se importante e aumentando sua auto-estima. Na verdade o cuidado do Líder não deve ser técnico, mas humano. Esse tipo de funcionário precisa de envolvimento emocional e o Líder deve estimulá-lo a ter “a coragem de errar”. Não estamos estimulando o erro freqüente, mas a tentativa da inovação pode levar às pessoas ao erro e isso não deve ser reprimido para esse tipo de funcionário.

C) Os Potenciais: Perfil – São aqueles que, embora não tenham experiência, têm aspirações complexas. Ou seja, eles estão energizados, motivados e com vontade de crescer (é o “sonho” de todo Gerente). Eles têm iniciativa e garra, mas ainda não estão prontos porque não têm experiência. 

Tratamento – Na verdade, talvez seja necessário o Gerente conter um pouco esse ânimo para que o funcionário não cometa erros infantis. Eles precisam de treinamento, instruções claras e acompanhamento técnico. Além disso, ele deve ter envolvimento com os mais experientes para assimilar conhecimentos e habilidades.


D) Os Empreendedores: Perfil – São aqueles que têm muita experiência técnica e aspirações complexas. Ou seja, são funcionários que estão prontos, energizados e motivados. 

Tratamento – Esse tipo de funcionário não deve ser tratado com rigidez, controle ou cobrança por resultados. Trate-o com “agradinhos” e ele ficará “doente”, pois sua energia vem dele e não de você. Eles precisam de desafios, tarefas difíceis e participação nos resultados. Dessa forma o Líder deve envolvê-lo nas decisões, dando-lhes autonomia porque os empreendedores são capazes – em muitos casos – de fazer melhor que o próprio Líder.

OBSERVAÇÃO: O Gerente não pode se conformar em ter na sua equipe apenas funcionários classificados como aprendizes, frios ou até mesmo os potenciais. Na verdade, seu principal objetivo deverá ser o de transformar todos eles em empreendedores, pois assim o Gerente só cuidaria da estratégia da sua empresa.

Por: JULIO CESAR DE SOUZA SANTOS - https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

INDICADORES DE RH: CONHEÇA AS PRINCIPAIS MÉTRICAS DA GESTÃO DE PESSOAS


Os indicadores de RH são índices que mensuram o desempenho da empresa e a eficácia das ações do setor de Recursos Humanos.

Assim como acontece para quaisquer setores de uma empresa, as métricas ou KPIs (Key Performance Indicators) precisam ser aplicados e contar com um acompanhamento, pois eles mantém as operações em direção aos objetivos organizacionais.

Uma vez que o setor de RH está se modernizando cada vez mais, utilizando ferramentas digitais para otimizar as atividades, é essencial definir os principais indicadores para o empreendimento, podendo assim definir uma estratégia de trabalho mais coerente.

Neste artigo vamos falar sobre alguns dos principais indicadores de RH e quais são os índices que eles são responsáveis por mensurar. Confira!

IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES DE RH

Os indicadores de RH são responsáveis por analisar e fazer projeções sobre as aplicações corporativas.

Em outras palavras, eles são essenciais para o direcionamento correto de recursos, evitando gastos equivocados. Isso tudo, é claro, além de conferir se os resultados obtidos são mesmo os que eram esperados segundo o planejamento organizacional.

Quando utilizados da forma correta, esses indicadores de RH são eficientes ao conduzirem gestores durante a tomada de decisão, permitindo uma liderança mais segura, baseada em dados e não em achismos. 

Consequentemente, possíveis falhas de gestão de pessoas são minimizadas e a produtividade se mantém constante.

Além de tudo isso, apostando nos indicadores de RH corretos, o gestor será capaz de:

  • Ter um panorama mais geral do negócio, conhecendo-o mais profundamente;
  • Construir metas mais consistentes, baseadas em dados;
  • Amplo poder de análise de resultados;
  • Avaliações mais objetivas e focadas em resultados específicos;
  • Análises mais claras da eficácia do RH;
  • Processos internos mais organizados.


PRINCIPAIS INDICADORES DE RH

Para usufruir de todos os benefícios citados acima, o primeiro passo é conhecer os indicadores de RH e compreender o papel de cada um dentro de uma estratégia de gestão.

Como as métricas de RH impactam em toda a empresa, elas podem ser até mais desafiadoras que as metas gerais ou de outros setores.

Confira a lista que preparamos a seguir com esses principais indicadores de RH e suas funções na empresa:

TURNOVER OU ROTATIVIDADE

turnover ou rotatividade de colaboradores é um dos indicadores de RH mais importantes. Ele mensura a relação entre profissionais contratados e desligados da empresa em um determinado período de avaliação.

O objetivo é compreender se a empresa está conseguindo reter talentos e, consequentemente, se as ações de endomarketing do RH estão sendo eficazes.

O cálculo da porcentagem de turnover durante o período escolhido começa pela contabilização de rescisões involuntárias e as voluntárias ao longo do prazo em questão.

O passo seguinte é dividir esse valor pelo número médio de membros durante o mesmo período. Multiplicando o resultado por 100, você terá a porcentagem.

Lembrando que esse é um índice negativo, ou seja, quanto maior for o valor, mais preocupante é a situação.

Além de ter uma retenção de talentos ruim, esse indicador pode apontar para uma baixa atratividade em relação ao mercado, processos de recrutamento e seleção ineficazes, colabores desmotivados ou baixo fit cultural entre empresa e profissionais.
INDICADOR DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO

Contratar os profissionais certos é o primeiro passo para uma gestão de pessoas eficiente e, para acompanhar se de fato essa meta está sendo cumprida, é necessário aplicar um indicador que acompanhe os resultados desses processos.

Essa métrica é responsável por apontar o número de dias gastos entre a publicação de uma vaga até a contratação do novo profissional, de fato.

É importante dizer que esse indicador é muito específico para cada empresa, pois depende da metodologia de recrutamento e seleção de cada uma. 

Empresas que já utilizam softwares e outras ferramentas digitais durante a seleção conseguem fazer uma filtragem de candidatos mais rápida, por exemplo.

ABSENTEÍSMO

Essa é a métrica de RH responsável por revelar ao gestor o índice de afastamentos, faltas e atrasos por parte dos colaboradores.

Dependendo dos números obtidos, a empresa pode apresentar algum problema geral de engajamento, fazendo com que os profissionais se sintam desmotivados com o trabalho e acabem buscando razões para faltar.

Se não houver um acompanhamento desse índice, é provável até que a organização comece a apresentar pedidos de demissão.

O cálculo é realizado pelo chamado fator Bradford: 

F x F x D (em que F é a frequência de faltas e D é o número total de dias ausentes).

Resultados acima de 450 devem receber uma atenção maior por parte da gestão.

RETORNO SOBRE INVESTIMENTO (ROI)

O retorno sobre investimento é uma métrica que também pode ser aplicada ao RH no que diz respeito aos treinamentos e ações de engajamento.

De fato, investir em treinamentos é necessário. Mas como identificar quais estão realmente trazendo melhorias para as equipes e proporcionando resultados ainda melhores?

O ROI (Return of Investment) pode ajudar a identificar gastos desnecessários

Para isso, basta subtrair o valor do retorno obtido pelo do investimento realizado. O valor encontrado deve ser dividido novamente pelo valor do investimento e por fim, multiplicado por 100 para encontrar a porcentagem.

Quanto maior for o número obtido, maior o índice de aproveitamento dos investimentos na gestão de pessoas.

ÍNDICE DE SATISFAÇÃO DE COLABORADORES

Um fator que está diretamente ligado à produtividade da empresa é a satisfação dos colaboradores com seu trabalho.

É possível mensurar se a satisfação das equipes está positiva ou negativa através de pesquisas compostas por perguntas que permitam respostas em escala de 1 a 10, por exemplo.

Feito isso, é possível gerar um índice mais específico, que é obtido através da seguinte fórmula:

{ [ ( Soma de todas as respostas ÷ 3 ) – 1 ] ÷9 } x 100

PRODUTIVIDADE

O cálculo de produtividade de departamentos se baseia no tempo, qualidade e custos necessários para que as metas dessa equipe se cumpram. 

Assim como os outros indicadores de RH, ele é útil para encontrar falhas nos procedimentos internos, otimizando e aumentando a produtividade.

 Gostou da nossa lista de principais indicadores de RH? Como vimos, há muitos aspectos a serem analisados pelo RH de uma empresa. Confira também como definir as melhores métricas de RH para seu negócio.

Copiado: https://www.bwg.com.br/