segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

QUANDO VOCÊ MORRER, NÃO SE PREOCUPE


 Não se preocupe com o seu corpo porque os seus parentes, cuidarão do que for necessário.

Eles:
  • Vão tirar suas roupas.
  • Vão te lavar.
  • Vão te vestir.
  • Vão te tirar da sua casa.
  • Vão te levar para a sua nova morada...
Muitos virão se "despedir" de você no seu funeral. Alguns cancelarão seus compromissos e até faltarão ao trabalho e compromissos por causa do seu enterro.
Embora a maioria deles nunca o tenha feito enquanto estavas em vida.

Seus pertences, até aqueles, que você não gostava nem de emprestar, serão queimados, jogados fora sem a menor cerimônia. Alguns de um pouco mais valor, alguém até irá ficar com eles ou talvez doá-los.
  • Suas chaves
  • Seus livros
  • Seus CDS
  • Suas malas
  • Seus sapatos
  • Suas roupas...
Se sua família for inteligente e solidária os doarão em caridade para que possam obter para alguém algum benefício.
E tenha certeza:
  • O Mundo não vai parar para chorar por ti.
  • A economia vai continuar.
Em seu trabalho, serás substituido, outra pessoa com as mesmas capacidades, ou melhores, assumirá seu lugar.
Seus " Bens" irão para seus herdeiros.

Considerando que você continuará a ser: Citado, julgado, questionado... sobre todas as pequenas e grandes ações em vida.

Haverá 3 tipos de "LUTO" sobre ti:
  • As pessoas que te conheciam apenas pelo valor da face, dirão : Pobre Homem...
  • Seus amigos vão chorar por dias, ou no máximo horas, mas depois retornarão ao riso.
  • Aqueles "amigos" que te encorajavam a pecar vão esquecer de ti mais rápido.
Seus animais serão doados, se apegarão ao novo dono, e aos poucos sua lembrança será apagada.

Suas fotos:
  • "Por algum tempo" ficarão penduradas numa parede, ou sobre algum móvel.
  • Mas logo serão guardadas, esquecidas, em caixas, ou no fundo de uma gaveta.
Seu sofá, mesa, ou cadeira preferidos, certamente serão doadas. Ou... Queimadas.

A dor "profunda" na sua casa durará uma semana, duas,um mês, dois...
E depois disso sua família vai te adicionar apenas às memórias deles.

E então, sua história aqui, terminou...

Terminou para este mundo...

Terminou para este mundo, entre as pessoas.
Mas a sua história com a sua nova realidade, começa.
E essa realidade, é a vida (após a morte.)

E estas coisas ficarão para trás:
  • Corpo
  • Beleza
  • Aparência
  • Sobrenome
  • Conforto
  • Crédito
  • Status
  • Posição
  • Conta bancária
  • Casa
  • Carro
  • Profissão
  • Carreira
  • Títulos
  • Diplomas
  • Medalhas
  • Troféus
  • Amigos
  • Lugares
  • Cônjuge
  • Família...
E lá, do outro lado, nenhuma destas coisas lhe fará falta ou terá valor algum, de nada, lhe servirá
.

Por isto Cuide:
  • Do seu Espírito.
  • Da sua vida com Deus.
  • Da sua alma.
  • É ela, que sofre e sente dores.
  • Faça o bem.
  • Perdoe.
  • Seja justo.
  • Busque-o.
  • Siga-o.
  • Ore, fale com Deus
  • Aprenda sobre Deus
  • Pratique o que Deus, ensinou.
  • E afaste-se de qualquer ato que desagrade a Deus.
E tudo aqui ficará...

COPIADO DE UM TEXTO MAÇONICO, QUANDO VOCÊ MORRER, NÃO SE PREOCUPE - https://www.linkedin.com/in/gerardi-ademir-

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Privacidade na Internet: Saiba Proteger Seus Dados


A privacidade na internet é o nível de privacidade e proteção individual que uma pessoa  tem enquanto está conectada à internet. Para ter privacidade na internet, é preciso uma certa quantidade de segurança disponível para o usuário e seus dados financeiros, pessoais e de comunicação. 

Internet avança na América Latina, mas desigualdade permanece

É comum que usuários tentem aumentar sua privacidade na internet por meio do uso  de softwares de antivírus, senhas fortes, localização desligada, leitura da segurança do site e configurações de privacidade mais rígidas. Os problemas envolvidos na falta de privacidade na internet vão desde o phishing — enganar pessoas para conseguir dados pessoais — até roubo de identidade. 

Por que a privacidade na internet é importante? 

Na internet, os dados têm alto valor. A necessidade da privacidade na internet vai além do que um indivíduo faz on-line. Na verdade, a questão da privacidade está ligada aos dados pessoais que um indivíduo fornece on-line. Sem cuidado, ou privacidade na internet, dados podem ser roubados, vendidos, coletados e analisados por terceiros. 

Para entender melhor, é preciso separar os dados em duas categorias:

Quem você é: sua informação pessoal, que consiste no seu nome, seu aniversário, seus dados de identificação, seu número ou suas informações de trabalho;

O que você faz: as pesquisas realizadas, os sites que são visitados, os artigos lidos e o que é comprando on-line. 

Com o desenvolvimento da tecnologia, as pessoas passaram a exercer mais funções on-line. Isso mostra como a privacidade na internet se tornou ainda mais importante para a sociedade. Afinal, quando um indivíduo usa um aplicativo, site ou rede social em seu celular ou em seu computador, essas plataformas estarão coletando seus dados. 

Quando alguém faz buscas simples na internet, desde o resultado de um exame até um objeto que está tentando comprar, ele deixa um rastro de dados digitais. Mesmo que essas ações não revelem informações pessoais de identificação, elas ainda serão usadas por empresas para uma análise de suas preferências. 

É possível notar a falta de privacidade na internet quando se pesquisa uma blusa para comprar. Depois dessa busca, o indivíduo vai notar que todos os anúncios em seu celular, ou outros dispositivos, vão remeter àquela peça de roupa – mesmo que seja apenas com uma roupa parecida. 

O que pode ser feito com seus dados? 

Existem empresas, chamadas de data brokers, que trabalham com a coleta de dados de milhões de pessoas ao redor do mundo. Essas informações são analisadas, armazenadas e vendidas sem o consentimento do usuário, infringindo sua privacidade na internet.

As data brokers coletam e vendem dados para outras empresas. Os motivos são os mais diversos: publicidade, avaliação do risco de crédito e marketing direto. No entanto, a venda de dados pessoais, como números bancários ou de identificação,  não é comum entre esse mercado.

Qual a necessidade de aprender sobre privacidade na internet?

Um estudo da University of Canberra, na Austrália, revelou que existe uma desigualdade etária em relação à privacidade na internet. A pesquisa mostrou que o público jovem (de 15 a 32 anos) é mais preocupado com sua privacidade na internet do que o público mais velho (de 33 anos até pessoas idosas). 

A população mais jovem teve maior contato com as tecnologias, e por isso, tem conhecimento sobre a importância da privacidade na internet. O contrário do que acontece com pessoas mais velhas, que comumente não têm tanto contato sobre essas informações de segurança digital. 

De acordo com os dados do estudo, é possível notar que indivíduos de idade avançada são propensos a sofrerem golpes on-line. Por isso, qualquer idade é o momento certo para aprender sobre privacidade na internet.

Esconder dados pessoais não é algo ruim. Todas as pessoas têm o direito de não compartilhar informações de maneira pública, a não ser sob intimação da justiça. Além do déficit de privacidade na internet dar espaço para crimes, como golpes e roubos, ele também é responsável pela exposição desnecessária da vida dos indivíduos. 

Quais as leis que existem para proteger a privacidade na internet? 

Marco Civil da Internet 

Em 2014, o Brasil sancionou o Marco Civil da Internet (Lei n° 12.965). O intuito do Marco Civil é garantir a privacidade na internet, o não fornecimento a terceiros de dados pessoais, incluindo registros de conexão e outras questões relacionadas com a violação do sigilo digital. 

Para saber mais sobre o papel do Marco Civil na privacidade na internet, confira o documento na íntegra: Marco Civil da Internet no Brasil. 

Lei Geral de Proteção de Dados 

A Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/2018) no Brasil tem papel importante para a privacidade na internet. O principal objetivo da lei é assegurar direitos fundamentais de liberdade e de privacidade. Além do livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

O regulamento define o que são dados pessoais e explica que alguns deles precisam de cuidados mais específicos. Dados que precisam de atenção extra são aqueles relacionados à vida de crianças e adolescentes. A regulação tem poder não apenas no meio físico, mas também com a privacidade na internet. 

Direito ao Esquecimento 

O direito ao esquecimento é significativo não só para a privacidade na internet brasileira, mas em todo o mundo. Cada país tem suas regulações que fornecem o direito ao esquecimento de sua população. 

Esse direito, no Brasil, está assegurado pelos artigos CF/88 (art. 5º, X) e CC/02 (art. 21). Para a constituição brasileira, o direito de esquecimento está diretamente ligado à privacidade, intimidade e honra à moral e imagem do indivíduo. Alguns especialistas em direito também acreditam que esse código é assegurado pelo direito à dignidade da pessoa humana (art. 1º, III, da CF/88).

Quais problemas relacionados à privacidade na internet? 

Rastreamento de usuários de buscadores

As ferramentas de pesquisa, como o Google, não buscam apenas coisas que você está procurando. Eles também rastreiam websites que você visitou depois de fazer sua pesquisa. Caso a ferramenta de busca que você usa também seja seu navegador, ele irá manter todo o seu histórico de navegação.

Ferramentas de busca conseguem e coletam:

  • Histórico de pesquisa;
  • Cookies;
  • Endereços de IP;
  • Histórico de cliques.

Quando esses dados formam um conjunto, eles são usados para “traçar um perfil” do usuário para possíveis empresas de vendas. Esses perfis são usados também com o intuito de personalizar os anúncios que o usuário verá em sua rede.

Coleta de dados nas redes sociais

A coleta de dados das redes sociais tem ganhado espaço de discussão quando se trata de privacidade na internet. Um exemplo recente do que pode resultar é a brecha de dados do Facebook que aconteceu em 2019. Nessa ocasião, a rede social liberou dados pessoais de 533 milhões de usuários, incluindo seus nomes completos, número de telefone, localização, data de nascimento e endereço de e-mail. 

Cookies e rastreio on-line

Cookies servem para coletar informações de busca e permitir que sites relembrem o seu login, suas preferências e suas configurações de linguagem. Quando os cookies coletam uma quantidade exagerada de informação, sem o consentimento do usuário, isso é um ataque à privacidade na internet. 

Aplicativos móveis e privacidade

Ao instalar um aplicativo, ele pode solicitar sua localização, seu e-mail, número de telefone ou nome de usuário. No entanto, alguns aplicativos vão um pouco mais longe e pedem acesso ao microfone do seu celular, à câmera, aos contatos ou às mensagens. O que pode ser um risco para a privacidade na internet. 

É possível negar acesso do aplicativo a essas configurações e informações se você não se sentir confortável em compartilhar. Desta forma, garantindo que se tenha um pouco de privacidade na internet.

Roubo de identidade 

O roubo de identidade, quando se trata de privacidade na internet, é quando alguém aplica um golpe para ter acesso aos dados pessoais de outro indivíduo. Ele pode ocorrer de quatro formas:

Phishing: criminosos fingem que são contatos confiáveis, como instituições financeiras, e enganam o usuário para que ele forneça suas informações identificáveis;

Malware: um software malicioso pode invadir o sistema operacional de seu aparelho e permitir que hackers roubem suas informações pessoais; 

Pharming: sequestro de informação feito com o uso de vírus, sem o conhecimento do usuário. Essa situação acontece comumente através de um site falso; 

Computadores e telefones descartados: certifique-se de checar e limpar seus eletrônicos antes de descartá-los, para evitar o roubo de dados pessoais. 

10 maneiras de manter sua privacidade na internet 

Uma pesquisa, realizada com internautas estadunidenses, mostrou que 81% dos entrevistados acreditam não ter poder nenhum sobre os dados coletados por empresas privadas na internet. O número de pessoas que acreditavam não poder controlar sua privacidade na internet aumentou para 84% quando a pesquisa mencionou a coleta de dados feita pelo governo. 

Internet e novas tecnologias reduzem emissões, diz ONU

Porém, existem formas de evitar que sua privacidade na internet seja violada. Para isso, existem algumas técnicas simples a seguir:

  1. Uso de antivírus confiáveis;
  2. Ferramenta anti-tracking para impedir que os websites recolham os seus dados;
  3. VPN para esconder o seu endereço IP e atividade on-line;
  4. Ferramenta anti-spyware para impedir que os hackers o espiem;
  5. DNT, que significa “do not track” (não rastrear), que — quando conectado a seu navegador — diz para websites que você não quer ser rastreado;
  6. Bloqueadores de cookies, extensões que limitam a troca de dados;
  7. Restringir o acesso de aplicativos a suas informações pessoais;
  8. Sempre leia as políticas de privacidade com cuidado, para evitar violação de sua privacidade na internet;
  9. Use a guia anônima do seu navegador. Ela não irá guardar seu histórico de internet;
  10. Por fim, tome cuidado com tudo que clicar. Leia antes de aceitar algo que pode invadir sua privacidade na internet. 

Copiado: https://www.ecycle.com.br/


quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Conheça os 7 Principais Tipos de Gestão Para Sua Empresa


A característica da empresa precisa ser levada em consideração na hora de escolher um modelo de gestão.

Gestão significa gerenciamento, e é a prática de administrar uma instituição, uma empresa, ou uma entidade social. O objetivo dessa ferramenta é usar todos os recursos de um negócio da melhor forma possível a fim de que ele prospere.

Existem vários tipos de gestão que uma empresa pode seguir. Cada modelo tem sua abordagem e estratégias específicas, ajudando o negócio a ter um foco de ação. No entanto, muitos ainda desconhecem todas as possibilidades, gerando assim desencontros, desperdícios e perda de oportunidades. 

Evite problemas em seu negócio! Descubra neste artigo os 7 principais tipos de gestão que podem ser adotados na sua empresa.

Afinal, qual o conceito de gestão?

Gestão é o nome dado a conjunto de atividades relacionadas às funções de planejar, organizar, dirigir e controlar uma empresa. Em outras palavras, é a prática de gerenciar pessoas, processos, ativos e estratégias de uma corporação, sempre alinhados a um objetivo específico.

A equipe que assume a tarefa de gerir, fica responsável por definir caminhos, criar metas e identificar questões que precisam ser resolvidas ou melhoradas dentro de uma empresa, a fim de alcançar suas metas. Seu desafio é utilizar os recursos disponíveis da melhor forma possível para alcançar os objetivos com o mínimo de despesas.

Para isso acontecer, a equipe precisa dominar algumas competências, como pensamento estratégico e espírito de liderança. Além disso, ele deve saber analisar indicadores, dar feedback e tomar decisões. Porque uma gestão eficaz está diretamente relacionada a utilização dessas competências e da implementação correta dos princípios-chave da gestão.

Basicamente, a área de gestão de pessoas trabalha para:

  • Atrair talentos qualificados para as posições e cargos;
  • Identificar projetos e encontrar um colaborador que corresponda com as necessidades que a função exige, de forma que consiga alcançar as metas propostas; 
  • Aumentar a competitividade da marca em relação aos seus concorrentes;
  • Alinhar ações à missão, valores e visão da empresa.

Gestão de diferentes áreas

A gestão empresarial contempla diferentes áreas. De acordo com a Teoria Geral da Administração, de Jules Henri Fayol, ela pode ser dividida em seis setores.

Gestão administrativa: o profissional fica responsável por coordenar a administração como um todo. Ele é encarregado por todas as outras áreas de gestão da empresa;

Gestão financeira: o gestor fica imcubido pela administração dos recursos financeiros da empresa, compra de materiais, investimentos, etc;

Gestão de contabilidade: fica a frente das responsabilidades fiscais, tributárias, folhas de pagamentos e outras necessidades do setor contábil;

Gestão de produção: está encarregado a coordenar e sistematizar a produção da empresa, bem como seu desempenho;

Gestão de segurança: é delegado a ele todas as ações e políticas criadas e implementadas para garantir a segurança do trabalho, da produção e das pessoas, tanto na empresa como fora dela (viagens, transporte de produtos, atividade externa, ida/vinda à empresa);

Gestão comercial: o gestor é responsável pelas vendas no varejo, atacado e relacionamento com cliente.

Qual a importância da gestão de pessoas para a empresa?

O avanço da tecnologia tem otimizado processos cada vez mais, mas a mão-de-obra humana ainda é essencial para o funcionamento de uma empresa. Logo, pessoas são determinantes para uma corporação se manter competitiva no mercado.

Mas isso só acontece de fato quando elas se sentem estimuladas a desenvolver seu trabalho com toda eficiência necessária. Para que isso se concretize, é importante que haja responsáveis criando soluções nesse sentido, para garantir o engajamento e a motivação dos funcionários da empresa, isso se chama gestão de pessoas.

A gestão de pessoas busca, portanto, agregar melhorias aos processos internos e identificar soluções eficazes para tornar processos, pessoas e recursos o mais eficaz possível. 

As atividades realizadas por está área estão pautadas em 5 pilares:

  1. Motivação; 
  2. Comunicação interna;
  3. Trabalho em equipe;
  4. Gestão por competência; 
  5. Treinamento e desenvolvimento. 

A gestão de pessoas, portanto, envolve todos os aspectos relacionados aos colaboradores de uma organização, sendo essencial para garantir a qualidade de vida desses profissionais e criar um ambiente de trabalho saudável e motivador, de modo que eles acessem todos os recursos necessários para executar um bom trabalho e ser produtivos.

7 Principais Tipos de Gestão para a Empresa

Nenhum negócio funciona sem organização e planejamento, sem ter suas rotinas e regras bem definidas. Caso contrário, cada pessoa envolvida pode seguir um norte diferente e, desta forma, gerar conflitos, confusões e desperdícios para a empresa.

Por isso é imprescindível estabelecer uma norma geral para orientar o caminho e funcionamento da organização — e muitas vezes esse guia é o modelo de gestão adotado na empresa.

Basicamente, uma gestão empresarial é um conjunto de estratégias que define as ações, foco e atividades do negócio, tudo para melhorar seus resultados. Existem vários modelos que podem ser implantados em uma organização, cada um com suas características, vantagens, limitações e possibilidades.

Não é simples ou fácil decidir qual tipo de gestão seguir na empresa, pois não existe uma fórmula ou norma definitiva para essa escolha: é preciso considerar a realidade e necessidades da organização antes de investir em qualquer um dos modelos.

Confira os 7 principais tipos de gestão — suas características, vantagens e desvantagens — e escolha a mais adequada para o momento que sua empresa vivência ou para o caminho que se deseja seguir: 

1- Gestão Centralizadora

Esse modelo busca agregar as decisões mais importantes em apenas um núcleo da empresa, como os diretores. Geralmente este tipo tem uma estrutura hierárquica rígida, com um grupo de pessoas chefiando as áreas estratégicas.

A gestão centralizadora tem como vantagem o potencial de contar com decisões rápidas, já que dependem de poucas pessoas ou até uma só para serem tomadas. No entanto, essa mesma situação faz com que as ações sejam limitadas e possam não considerar questões importantes antes de serem realizadas. Afinal, uma única pessoa dificilmente consegue enxergar todos os cenários de uma situação. 

Além disso, enquanto uma gestão centralizadora pode acabar garantindo uma certa continuidade das ideias por trás das ações, há um grande risco de se tornar autoritária — e isso seria prejudicial tanto por limitar as estratégias, quanto para o clima interno. Os colaboradores e demais envolvidos podem se sentir excluídos e desvalorizados ao não participarem das decisões. 

2- Gestão Democrática

Ao contrário do tipo anterior, a gestão democrática incentiva e valoriza a participação dos colaboradores e demais envolvidos nas decisões e estratégias a serem tomadas. Em vez de centralização, há o compartilhamento das responsabilidades e liberdade para outros talentos brilharem.

No entanto, por terem tantas mãos envolvidas, esse modelo pode resultar em dificuldade e lentidão para tomar decisões. Em casos que exigem maior velocidade de resposta, nem sempre é essa a melhor opção.

Também é importante para esse modelo contar com profissionais comprometidos e capacitados para participar desse tipo de gestão, afinal a liberdade precisa vir acompanhada da responsabilidade pelas escolhas e ações.

Existem outros modelos que também seguem uma linha de pensamento parecida, como a gestão horizontal, que possibilitam maior participação dos colaboradores nas decisões internas. 

3- Gestão por Processos

Nesse modelo o foco da gestão não são as decisões, mas sim os processos que envolvem a empresa. Esse tipo busca implantar e gerenciar procedimentos que sejam eficientes e bem sucedidos.

Em vez de operações desorganizadas, procura-se padronizar e otimizar cada processo para gerar mais resultados ao negócio. Todavia, o problema desse tipo de gestão é o excesso, seja na questão do perfeccionismo exacerbado que limita as ações e inovações ou em se ignorar outros fatores que são essenciais a uma empresa, como as pessoas.

A criação e controle de processos é algo importante: mesmo que não seja o foco da gestão, deve-se atentar a esta questão para otimizar operações e reduzir custos na organização.  

4- Gestão por Resultados

Toda empresa quer e precisa ter bons resultados — e este é o foco desse modelo de gestão. O que importa é o atingimento de metas, uma filosofia seguida por muitos negócios.

O lado positivo da gestão por resultados é o esforço em se alcançar um alvo fundamental para o funcionamento e sucesso da empresa, além da liberdade propiciada aos colaboradores: afinal, não é o processo que importa, mas sim o resultado entregue ao final. 

No entanto, é preciso ter cuidado para que o anseio por atingir a meta não prejudique o clima e os relacionamentos internos, gerando estresse e conflitos — que irão prejudicar a produtividade e qualidade do serviço.

5- Gestão por Cadeia de Valor

O foco desse modelo é gerar valor para o cliente. Tudo feito na empresa é para alcançar esse objetivo: dos processos internos ao atendimento do público.

Uma das vantagens da gestão por cadeia de valor é justamente o potencial para satisfazer os clientes, conquistando e fidelizando o público. Além disso, esse modelo permite maior flexibilidade em diversas questões, já que o desejo e necessidades dos consumidores variam.

Todavia, isso demanda adaptabilidade dos colaboradores e dos processos adotados, que deverão se reinventar de acordo com aquilo que é considerado de valor pelos clientes. 

6- Gestão Comportamental

Diferentemente dos outros, o foco desse modelo é o comportamento dos colaboradores. Esse tipo de gestão busca entender o perfil comportamental dos funcionários da empresa, pensando em formas de aproveitar seus talentos para aumentar o desempenho do departamento. 

Nesse sentido, a organização investe na melhoria dos seus colaboradores para que gerem mais resultados. O lado positivo da gestão comportamental é o reforço da equipe, contando com profissionais mais habilidosos do ponto de vista social. No entanto, é preciso cuidar para não se esquecer de outras questões importantes para o funcionamento da empresa, como os processos e resultados. 

7- Gestão por Competências

Os funcionários continuam sendo o foco, mas, desta vez de outro ponto de vista: a gestão de pessoas por competências trabalha com os conhecimentos, habilidades e atitudes dos funcionários para atingir os objetivos da empresa e melhorar seus resultados. 

Assim, busca-se alinhar as qualidades da equipe com as metas do negócio, lidando tanto com as capacidades técnicas quanto às habilidades subjetivas. Assim como em outros casos, é importante não se esquecer de outros pontos importantes para a empresa. 

Mas, esse trabalho deve começar desde o recrutamento, encontrando os profissionais mais qualificados para somar ao departamento. 

Como escolher o melhor modelo de gestão para a minha organização?

É preciso ter em mente que não existe um modelo de gestão pré-determinado para cada empresa. Cada uma precisa levar em consideração aspectos que são singulares a elas, como o tipo de atividade desempenhada, quantidade de profissionais, nicho de atuação, cultura organizacional, além da missão, visão e dos valores.

Uma empresa pode, por exemplo, implementar diferentes modelos de gestão ao mesmo tempo, mesclando elementos de cada um. São infinitas as possibilidades. Então para tomar qualquer decisão sábia, é importante levar em consideração dois aspectos:

As características da sua empresa

Saiba dizer qual é o estilo da sua empresa e identificar a fase que está passando. Se ela está em fase de crescimento e expansão, o modelo de gestão mais adequado é diferente de outra instituição que esteja com problemas de absenteísmo e alta taxa de rotatividade, por exemplo.

Os objetivos e as expectativas

Depois de ter certeza que sabe quais as características da empresa e sua fase atual, é mais fácil identificar o que ela precisa e quais objetivos ela deve alcançar. A partir disso, você provavelmente saberá qual modelo de gestão facilitará esse processo.

Copiado: https://www.ludospro.com.br/

terça-feira, 29 de novembro de 2022

Muito Ocupado Para Melhorias



Fico impressionado com a quantidade de pessoas que me dizem “não tenho tempo para fazer melhorias em meu trabalho”.

“Tudo o que dá para fazer é manter minha cabeça fora da água para não me afogar” é o que normalmente vem a seguir. 

Você já disse algo assim ou já se sentiu dessa forma? Esse tipo de barreira psicológica é muito real para a pessoa envolvida. 

Mas ficar se afogando, sempre atrasado no trabalho, também não é uma boa sensação; então alguma coisa precisa ser feita para neutralizar o efeito paralisante desses pensamentos.

Um paradigma é um mapa ou um modelo mental de como enxergamos o mundo. Mesmo se soubermos disso, muitos de nós não têm certeza em qual paradigma estamos operando. 

Alguns paradigmas nos ajudam (por exemplo, a crença no respeito pelas pessoas), enquanto outros atrapalham (o estereótipo de que os jovens não se importam em fazer um bom trabalho). 

O paradigma “não tenho tempo para fazer da melhoria parte de meu trabalho diário” é particularmente ruim. 

Então aqui estão alguns mapas ou modelos que utilizo para ajudar aos outros e a mim mesmo a mudar para uma nova forma de pensar sobre o trabalho e, com alguma prática, abandonar o velho paradigma:

  • Os processos de trabalho ou estão melhorando ou estão piorando. 
Sozinho, o processo atrofia e cai a um estado de desordem devido às inevitáveis mudanças que ocorrem e às interdependências ao longo do fluxo de valor (pense em entregas, prioridades conflitantes e falta de visibilidade). O trabalho padronizado não é suficiente para causar a onda de degeneração dos processos.
  • O trabalho mal planejado nos impede de melhorar. 
O trabalho mal planejado é aquele que consome todo o tempo livre que acreditamos ter. As principais fontes de trabalho mal planejado incluem o retrabalho, a variação, as interrupções no fluxo de informação e materiais, a sobrecarga, processos de trabalho mal definidos e as surpresas inesperadas causadas por prioridades conflitantes e pela falta de transparência no trabalho.

  • Pequenas melhorias são somadas para formar uma grande melhoria. 
Pequenas melhorias em nosso trabalho também são mais sustentáveis. Por exemplo, é melhor praticar consistentemente seu trabalho de melhoria por quinze minutos por dia do que começar com o intuito de gastar uma hora por dia e, então, abandonar seu compromisso após uma semana sem encontrar uma hora livre em seu dia. A prática diária é chave aqui. Pense em quarenta dias úteis consecutivos de uma nova prática para criar um hábito. Tendemos a ficar bons naquilo em que consistentemente pensamos e fazemos!
  • Há uma enorme influência em tornar as coisas visíveis para nossos colegas. 
Criar um quadro simples que mostre a data, o tópico, a ação tomada e o(s) próximo(s) passo(s) pode ser vital. Uma olhada rápida para um quadro como este pode rapidamente dizer aos outros que trabalho está acontecendo, o que está indo bem e o que está indo mal e se o trabalho de melhoria está sendo executado. Para esse passo, é necessário coragem, já que você está se comprometendo com a melhoria do processo. Mas isso também funciona porque ninguém gosta de se comprometer e não cumprir.
  • Para mudar o comportamento, você precisa de uma rotina. 
Você não consegue melhorar se não tiver uma prática diária dedicada à melhoria. Felizmente, você não precisa descobrir uma rotina efetiva e um processo mental para apoiar o avanço em direção à melhoria diária. O presente de Mike Rother para todos nós é o livro “Toyota Kata”. Esse livro explica muito bem as atividades da solução diária de problemas, rotinas de melhoria que podem ser praticadas e dominadas e o elemento crítico de coaching, essencial para desenvolver pessoas e criar uma capacidade interna de solução de problemas. Se você ainda não leu esse livro, eu o recomendo.

No final, apesar de parecer contraintuitivo, dedicar tempo para a melhoria diária do processo é a única forma de escapar da armadilha que é sentir que você não tem tempo nenhum.

 A única forma de liberar um pouco de tempo para fazer mais trabalhos importantes é começar a afastar as fontes de combates a incêndios e retrabalho que estão gerando trabalhos mal planejados.

Que técnicas você já usou para combater com sucesso o pensamento “não tenho tempo para melhorias”?

Fonte: Lean Institute Brasil - https://www.leanti.com.br/