sexta-feira, 18 de março de 2022

Por que é Importante Falar sobre Equidade de Gênero nas Empresas?


 
O caminho em direção a equidade de gênero nas empresas ainda é longo: seriam necessários 99,5 anos – de acordo com o estudo “Global Gender Gap Report 2020”, publicado pelo World Economic Forum (WEF). Algo que ajuda na conquista desse objetivo é falar sobre esse tema tão importante.

E é isso que faremos neste artigo. Além de explicarmos o conceito de equidade de gênero, falaremos também sobre a sua importância e como o RH pode impulsioná-lo por meio de ações estratégicas. Acompanhe os próximos tópicos!

Entendendo o que é equidade de gênero

A equidade de gênero significa oferecer as mesmas oportunidades, benefícios e tratamento tanto para os homens como para as mulheres. 

No contexto empresarial, esse conceito permite que ambos tenham igual acesso a:

·        Boas remunerações;

·        Promoções de carreira;

·        Posições de liderança;

·        Treinamento e capacitação;

·        Qualidade de vida.

Em outras palavras, a equidade de gênero faz com que a empresa, ao definir as políticas internas, leve em conta as necessidades, peculiaridades e perfil profissional de homens e mulheres.

  • E quanto a igualdade de gênero? 
  • É o mesmo conceito de equidade, mas com um nome diferente? 
Podemos dizer que são dois conceitos distintos e ao mesmo tempo complementares.

No caso da igualdade, o foco é na proporcionalidade. 

Por exemplo, uma empresa que tem um percentual igual ou bem próximo de homens e mulheres na liderança, é um ambiente que promove a igualdade de gênero.

Então, para ficar bem claro, a equidade é voltada para as ações corporativas que embasam a igualdade de oportunidades entre os sexos.

A importância de falar sobre equidade de gênero

A falta de equidade de gênero é uma infração ao artigo 2 da Declaração Universal dos Direitos Humanos feita pela Organização das Nações Unidas (ONU). 

Nesse artigo, é dito que todos os seres humanos têm os mesmos direitos, dignidade e liberdade.

Porém, muitos setores da nossa sociedade não levam a sério ou desconhecem esse importante documento. 

Isso acontece porque as diferenças de tratamento entre homens e mulheres têm raízes históricas e culturais.

O reflexo disso é visto no mundo corporativo. Segundo o estudo “Is Gender Diversity Profitable?”, produzido pelo Peterson Institute for Internacional Economics, das mais de 21 mil empresas pesquisadas, 50% não tinham mulheres na posição de líder.

Esses números mostram um recorte nos cargos de liderança, mas os impactos da ausência de equidade entre os gêneros atingem todas as áreas das organizações. 

Quando as empresas começam a se preocupar em promover ações internas iguais para os gêneros, mostram um grande respeito pelo ser humano – em especial pelas mulheres.

O efeito disso se estende para os resultados organizacionais. A pesquisa “Diversity Matters”, feita pela Mckinsey & Company, revela que as empresas com maior nível de equidade têm um desempenho 15% maior do que a concorrência. 

Fica claro que investir nessa prática é uma estratégia inteligente.

O papel do RH nesse debate

Sendo responsável pela gestão de pessoas, o RH tem um papel fundamental na promoção da equidade de gênero na empresa. Uma das maneiras de fazer isso é por meio da criação e implantação da gestão da diversidade.

Esse tipo de política é composto por dois pilares que sustentam a equidade: a diversidade e a inclusão. 

Enquanto o primeiro pilar garante que a empresa tenha um time com profissionais de diferentes gêneros, o segundo estimula o acolhimento, a aceitação e o respeito entre homens e mulheres.

Uma vez construída essa base, é importante que o RH estruture as seguintes práticas:

·  Recrutamento e seleção – vagas oferecidas para aqueles que têm as competências, habilidades técnicas e comportamentais compatíveis com a função – sem critérios discriminatórios;

·  Gestão de desempenho – os líderes e gestores são treinados para analisar o desempenho dos profissionais (independente do gênero) visando promoções futuras;

·  Remunerações, benefícios e programas de recompensa – os salários são atrelados aos cargos e não ao sexo. O mesmo acontece com os benefícios e as premiações. Todos têm a mesma chance de recebê-los desde que apresentem um bom desempenho;

·  Treinamento e desenvolvimento – o programa interno de aprendizagem e desenvolvimento profissional incluirá colaboradores de ambos os sexos, além de levar em conta necessidades específicas deles;

·  Comitê da diversidade – órgão interno que representa, fiscaliza e promove os direitos dos gêneros dentro da empresa.

Todas essas estratégias, por fim, ajudam a organização a ter a cultura da diversidade. 

Esse tipo de cultura melhora a employer branding (marca empregadora) da empresa, bem como potencializa os níveis de atração e retenção de profissionais.

Construir um espaço com oportunidades iguais não é dever apenas das mulheres

Para que a empresa seja um espaço com oportunidades iguais para homens e mulheres, é necessário um esforço global. 

Isso quer dizer que essa responsabilidade não deve ficar só nas mãos das colaboradoras. 

Mas como engajar os profissionais do sexo masculino nessa luta? É preciso uma mudança de mentalidade interna.

Para isso, a liderança e o RH precisam “lançar luz” sobre o tema equidade de gênero. 

Dessa forma, o assunto será tratado abertamente por meio de discussões, debates, eventos e ideias para melhorar as taxas de representatividade de mulheres.

Nesse contexto, nascem ações e estratégias importantes para a redução das diferenças entre os gêneros. 

Cabe ao RH “bater do martelo” em relação às políticas que serão implementadas. No entanto, ao comitê da diversidade deve ser dada a liberdade de:

· Questionar as práticas internas;

· Identificar e tomar ações contra comportamentos discriminatórios;

·  Propor mudanças e ideias que beneficiem os gêneros.

Esse esforço em conjunto: RH, líderes e comitê da diversidade, dará a força que as mulheres precisam para ter os mesmos direitos e oportunidades que os homens. 

Vale lembrar que quando as competências e habilidades dos gêneros se unem, as empresas só têm a ganhar.

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quinta-feira, 17 de março de 2022

Setor de Ouvidoria: 3 mandamentos que você ainda não ouviu falar


 Você entende como funciona o setor de ouvidoria dentro das empresas? Conheça um pouco mais deste mundo.

A ouvidoria tem um papel muito importante dentro das empresas. Afinal, é através dela que a organização consegue identificar se o seu padrão de atendimento está sendo adequado e replicado para todos os clientes.

Frequentemente, o setor de ouvidoria é contatado apenas quando há problemas. 

Os exemplos são inúmeros: quando um cliente compra um produto e há envio errôneo; compra algo que não é entregue; há algum problema na prestação de serviços (água, luz, telefone, internet) e muitos outros.

Certamente, dentro da sua empresa, você já teve que lidar com algumas reclamações – isso ocorre dentro de todo negócio. Entretanto, encontrar formas de solucionar esses problemas, oferecendo um atendimento personalizado ao cliente é exatamente para que serve uma ouvidoria.

Quer saber mais sobre o que é e como funciona a ouvidoria? Continue a leitura!

O que é ouvidoria?

O setor de ouvidoria é um espaço que funciona como uma ponte entre o cliente e a empresa. É um serviço aberto ao consumidor (ou cidadão) para escutar suas reivindicações, denúncias, sugestões e também elogios, embora sejam mais comumente utilizados para reclamações e reivindicações.

A criação de uma ouvidoria, seja ela um canal dentro de uma empresa pública ou privada, vem antes de tudo preencher um espaço cada vez mais ampliado com relação ao direito do consumidor.

O termo ouvidoria é utilizado para designar um departamento de instituições. 


Em termos práticos, tem o mesmo significado de ombudsman, que é uma palavra sueca criada em 1809.


O setor de ouvidoria acaba sendo um canal de vigília que permite à empresa saber quando as suas diretrizes e padrões são descumpridos e apurar reclamações de problemas não solucionados.

Como funciona a ouvidoria? Para que serve?

Os canais de acesso à ouvidoria estão abertos via e-mail e telefone, ou até mesmo pessoalmente, em que o consumidor expõe seus problemas com detalhes que permitem ao setor encaminhar o problema às áreas  competentes.

Feito isso, a ouvidoria acompanha passo a passo o andamento dos serviços, para então retornar a solução do problema para o cliente de maneira proativa. É aqui que uma ouvidoria se distingue de um simples serviço de call center.

Como exemplo, as ouvidorias das instituições financeiras são muito utilizadas, uma vez que muitas vezes recebem reclamações de clientes que têm problemas com saques, tarifas, internet banking, dentre outros.


A ouvidoria recebe as reclamações, problemas e solicitações, e então encaminham para os setores responsáveis (agência, gerente, etc.), que acompanham de perto a solução do problema.

Ainda que pouco divulgada, a ouvidoria é uma ótima maneira de solucionar os problemas e garantir um atendimento proativo dos canais de atendimento da empresa. Acaba atuando como um “segundo nível” para onde se escalam os problemas.


Agora que você já sabe melhor como funciona e para que serve uma ouvidoria, aqui estão alguns mandamentos que guiam a rotina de um setor.

3 mandamentos do setor de ouvidoria

1. Evitar conclusões precipitadas

Quando um problema ou reclamação chega nas mãos de uma ouvidoria, ela precisa evitar conclusões precipitadas.

Isso é natural porque geralmente os consumidores já vem de subsequentes problemas de atendimento, entrega, falhas, vício no produto e outros contratempos que podem acontecer durante a relação comercial.

Mas, por mais que sejam coerentes os precedentes dos problemas do consumidor, a ouvidoria não pode tomá-los como verdade e defendê-los até as devidas confirmações.

É preciso identificar o problema (e a raiz dele) para propor não apenas a solução, mas também evitar que isso ocorra novamente.

Por isso, é importante que a ouvidoria preze pela neutralidade. É justamente isso que vai agilizar a solução dos problemas.

A ouvidoria precisa estar livre de julgamentos para solucionar problemas.


2. Ser livre para agir com isenção


A ouvidoria não vai funcionar se não puder trabalhar livremente para apurar e encaminhar os problemas. Por isto, deve ser subordinada aos altos escalões (executivos ou financeiros) da empresa, nunca ao call center, por exemplo.


A liberdade para agir de maneira isenta possibilita levantar os problemas a fundo, descobrir o que deu errado e, ainda assim, apontar soluções e melhorias.


Se a ouvidoria depender de milhares de aprovações e liberações para articular e solucionar problemas, eles não serão resolvidos com eficiência e o papel do departamento de ouvidoria se perde.


3. Ser competente


Qualquer área que lida com reclamações precisa ter eficiência na solução de problemas.


Por isso, o setor de ouvidoria precisa apresentar resultados, não apenas de soluções, mas também a diminuição de demandas judiciais e outros problemas acarretados por reclamações e insatisfação de clientes.


É justamente o trabalho da ouvidoria que pode impedir que o índice de reclamações aumente, além de ampliar a  satisfação dos clientes no relacionamento com as empresas.

 

A sua empresa está pronta para implementar o departamento de ouvidoria?


A ouvidoria não é apenas um luxo dado às grandes empresas, mas pode ajudar qualquer negócio  a melhorar o relacionamento com seus clientes.


As pequenas organizações, que são mais influenciadas pelo atendimento dado ao cliente (e problemas relacionados a ele) são as que mais se beneficiam de sua ouvidoria.


Há formas de se implementar ouvidorias com baixo custo, terceirizando parte do trabalho: a coleta de relatos, que então são enviados diretamente aos sócios (evitando que sejam filtrados pelo pessoal da operação).


Com um Número Mágico, por exemplo, sua empresa tem a sua disposição um número de telefone local ou 0800 que é atendido 24 horas por dia por uma equipe compartilhada.

 

Assistentes atendem a ligação em nome da sua empresa, aplicam um questionário para qualificar o contato, e ainda garantem o encaminhamento das solicitações para os sócios ou responsáveis da empresa.


Dessa maneira, o seu negócio pode viabilizar o que há de mais fundamental no setor de ouvidoria: estar atento e receptivo aos feedbacks importantes do cliente, a um custo muito baixo, além de ficar aberta 24 horas por dia para ouvir os consumidores de seus produtos e serviços!


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quarta-feira, 16 de março de 2022

Gravidez Antes da Contratação Impede Demissão?


Direitos trabalhistas: Gravidez Antes da Contratação Impede Demissão?

Um dos principais tópicos que levantam grandes questionamentos nos Direitos Trabalhistas sem dúvidas é a gravidez e a licença maternidade. Mas, um dos temas que está gerando grande repercussão é sobre se a mulher possui ou não algum direito que impeça a demissão antes mesmo de sua contratação ser efetuada.
 
Por esta razão, preparamos um conteúdo que possa solucionar e esclarecer esses pontos. Está pronto? Então, vamos lá!

É um direito trabalhista da grávida não ser demitida antes da contratação?

Infelizmente não há, ainda, um amparo legal para esse tipo de situação. Porém, não é raro juízes do trabalho garantirem estabilidade a gestante antes da contratação. Afinal, será por meio desse serviço que possibilitará a mulher uma proteção tanto sua quanto do bebê que está próximo a nascer.

Claro que é uma situação difícil para o empreendedor, pois o mesmo não pode exigir, de maneira alguma, algum teste de gravidez durante o processo seletivo, e caso contrate a profissional, deverá arcar com o benefício da estabilidade.

Caminhamos em direção onde os Tribunais do Trabalho dificilmente não concederão o benefício de estabilidade a gestante nessa situação, mesmo que seja constatada a gravidez antes do contrato, possibilitando uma gestação mais tranquila no aspecto financeiro e, consequentemente, emocional.

Mas, a gestante deve informar na entrevista se está ou não grávida?

mulher gravida

Se você pensou que não é necessário, parabéns, você acertou! Como informado acima, o entrevistador não pode exigir nenhum teste de gravidez durante o processo seletivo, e isso também se aplica ao lado oposto, garantindo a mulher que não há nenhuma necessidade em informar se está grávida ou não.

Lembre-se que ao citar na entrevista de emprego que está grávida, isso poderá custar sua vaga; afinal, nem todos os empreendedores estarão de acordo em contratar alguém que deverá, em breve, se ausentar do expediente e ainda ter que arcar com esses valores, mesmo a candidata sendo considerada ideal para a vaga. Portanto, não há nenhuma necessidade em informar a gravidez neste momento.


E o empregador? Ele tem o direito de perguntar se a candidata está grávida?

Não, o entrevistador não poderá fazer tal questionamento durante a entrevista. Este fato é amparado pela Lei 9.029/95, que proíbe a comprovação de gravidez e esterilização para efeitos admissionais, podendo gerar punição jurídica ao empregador com uma detenção de até dois anos e uma multa, caso seja comprovado que o profissional exigiu algum tipo de atestado para verificar gravidez.

Caso a mulher consiga comprovar de alguma maneira que não foi contratada para o serviço pelo motivo de estar grávida, ela deve procurar um advogado trabalhista para que o especialista possa tomar as devidas providências, e assim, garantir os direitos conquistados com justiça para as mulheres.

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terça-feira, 15 de março de 2022

11 Habilidades do Futuro para Você se Tornar o Profissional Procurado pelo Mercado


Os modelos de contratação profissional estão em constante processo de mudança, e vence a concorrência quem busca desenvolver as habilidades do futuro.

Os modelos de contratação profissional estão em constante processo de mudança, e vence a concorrência quem busca desenvolver as habilidades do futuro. Afinal, é preciso estar preparado para as transformações que ocorrerão em diferentes áreas, como Comunicação, Tecnologia, Computação, etc.

Portanto, pense a respeito da evolução de sua carreira nos últimos cinco anos e, agora, imagine o que pode mudar nos próximos cinco. Lembre-se de que suas habilidades dizem, aos empregadores, o que você pode fazer, como pode fazer e, até mesmo, quem você é. 

Afinal, seu perfil profissional vai além dos títulos acadêmicos, englobando também competências pessoais e interpessoais. Inclusive, você sabia que algumas habilidades, a exemplo da flexibilidade cognitiva e da inteligência emocional, foram eleitas pela Organização das Nações Unidas (ONU) como essenciais para a formação de um profissional do futuro? 

Apresentamos as skills que serão mais requeridas pelo mercado de trabalho. Estas são as 11 habilidades do futuro:

  1. comunicação;
  2. flexibilidade cognitiva;
  3. inteligência emocional;
  4. criatividade;
  5. capacidade de resolver problemas complexos;
  6. negociação;
  7. capacidade de ter bom julgamento e tomar decisões;
  8. liderança;
  9. gerenciamento de pessoas;
  10. pensamento crítico;
  11. empreendedorismo.

Essas habilidades, que se complementam e devem ser equilibradas para se ter um profissional completo, geralmente, são divididas em dois grupos: soft skills e hard skills. Você sabe diferenciá-las?

Quais são as diferenças entre soft skills e hard skills?

Você sabia que, segundo levantamento da Page Personnel realizado entre janeiro e agosto de 2018, 9 em cada 10 profissionais são contratados pelo perfil técnico (hard skill) e demitidos pelo comportamental (soft skill)? E os principais motivos são: conduta inapropriada ou inesperada.

O resultado foi obtido a partir de entrevistas realizadas com 1.400 executivos de RH de companhias dos setores de marketing, RH, vendas, varejo, TI, construção, propriedade, finanças e engenharia. 

Mas você sabe o que são as soft e as hard skills? 

Então, as soft skills são menos concretas e mais difíceis de serem quantificadas do que as hard skills, pois estão ligadas a seu temperamento, personalidade e qualidades, como ser confiável, organizado ou profissional.

As hard skills são habilidades profissionais que, de alguma maneira, podem ser mensuradas. Elas vêm de um conhecimento específico — uma combinação entre formação e treinamentos no trabalho — e, geralmente, estão ligadas aos aprendizados ou tecnologias específicas, adquiridos, mais comumente, por meio de graduação, mestrado ou cursos profissionalizantes.

E a boa notícia é que há cursos que podem ajudar você a desenvolver todas essas habilidades do futuro! O curso de inteligência emocional, por exemplo, permite que você se torne um profissional capaz de exercer uma influência positiva sobre si mesmo e sobre as pessoas com quem você convive diariamente.

Além disso, aprendizados desse modelo auxiliam os profissionais a lidar com mudanças, desafios e situações, como falar em público e solucionar conflitos no trabalho.

Quais são as habilidades do futuro mais importantes para um profissional?

Muitos profissionais são bem instruídos, mas não apresentam as habilidades necessárias para conseguir o emprego que desejam. Portanto, se você quer se destacar em sua área de atuação, precisa conhecer as 11 habilidades do futuro que se espera encontrar no perfil dos profissionais nos próximos anos!

1. Comunicação

A comunicação é uma das principais habilidades do futuro. Afinal, de nada adianta ser um profissional com muitas capacitações técnicas, se você não for capaz de se comunicar com eficácia e eloquência. Portanto, é fundamental transmitir suas ideias, seja oralmente ou por escrito.

E saiba que as empresas valorizam muito essa capacidade, principalmente, para quem é de áreas como vendas ou relacionamento com o cliente, por exemplo. Saber se comunicar bem é fundamental para ter sucesso nas tarefas desenvolvidas diariamente, seja ao lidar com líderes e colegas de trabalho, ao expor ideias ou apresentar projetos e relatórios.

2. Flexibilidade cognitiva

A adaptabilidade e flexibilidade cognitiva são duas habilidades muito importantes no campo profissional para os próximos cinco anos. Isso porque, para que os profissionais tenham sucesso no futuro, é necessário saber se adaptar facilmente e acompanhar as mudanças. 

Eles também precisam ter flexibilidade cognitiva, uma vez que precisam ser capazes de mudar seu pensamento na mesma velocidade em que novos problemas e situações surgem no ambiente profissional.

O mercado valoriza os profissionais que são capazes de olhar uma situação de vários ângulos e formular o melhor plano de ação.

3. Inteligência emocional

Ser capaz de entender os outros e a si mesmo, por meio da inteligência emocional, está entre as principais habilidades do futuro. Dessa forma, é possível estabelecer conexões com qualquer pessoa no ambiente de trabalho, o que é essencial em qualquer setor. 

Um profissional que é capaz de controlar suas respostas emocionais para tomar decisões racionais se destaca no mercado. Veja um exemplo: ocorre uma tensão entre você e seu chefe durante uma reunião por discordarem um do outro, e você age impulsivamente.

Isso não ocorreria, caso estivesse trabalhando a sua inteligência emocional. Afinal, você conseguiria se concentrar em agir da forma correta, ou seja, aguardando a finalização da reunião, para passar a ele um feedback construtivo.

4. Criatividade

A criatividade influencia a inovação. Por isso, as empresas gostam de colaboradores que se destacam por descobrir formas de desempenhar atividades diferenciadas, que ninguém mais se deu ao trabalho de pensar sobre o assunto.

As empresas e o mercado valorizam profissionais criativos e inventivos, porque a alta competitividade e o novo perfil dos consumidores exigem um profissional capaz de apresentar novidades e aperfeiçoar os processos. 

5. Capacidade de resolver problemas complexos

O profissional do futuro terá que apresentar a capacidade de resolver problemas, às vezes nunca vistos, que podem envolver outras áreas e a capacidade de lidar com pessoas. 

Portanto, quem demonstrar ter criatividade, pensamento estratégico e segurança para agir em momentos complicados pode se dar muito bem! Essa é a perfeita combinação entre inteligência emocional e cognitiva.

6. Negociação

Não importa em qual setor você trabalha, sempre é preciso negociar algo, certo? Mesmo sem reparar, isso faz parte da nossa vida. O profissional que domina essa habilidade pode convencer pessoas ao vender seus argumentos e ideias, além de saber negociar prazos e valores ou fechar novos trabalhos com clientes, de forma a beneficiar a empresa e o contratante.

As empresas buscam aqueles que saibam negociar em situações de conflito, para que haja um bom entendimento entre os funcionários e manutenção do bom clima organizacional. 

7. Capacidade de ter bom julgamento e tomar decisões 

Os profissionais do futuro deverão ter a capacidade de ler e interpretar informações, ter novos insights, tomar decisões baseadas em dados concretos, analisar números e agir estrategicamente.

O mercado deseja profissionais preparados que saibam lidar com a complexidade das situações e encontrar soluções alinhadas aos objetivos e propósitos do negócio.

8. Liderança

A liderança também está na lista de habilidades do futuro que serão essenciais para os profissionais se destacarem no mercado. É preciso saber que, além de liderar, um bom líder tem que ser capaz de trabalhar em equipe, distribuir tarefas, ser coordenado ou coordenar, compartilhar, interagir e se autoliderar.

O mercado exige pessoas mais autônomas, capazes de administrar seu próprio tempo e tomar frente das situações. 

9. Gerenciamento de pessoas

A gestão de pessoas está diretamente conectada à inteligência emocional, e essa é uma ferramenta de grande relevância para o profissional do futuro. Isso porque, quem é capacitado para gerenciar pessoas contribui com o aumento da produtividade, motiva as equipes e responde aos anseios dos colaboradores.

Quando suas necessidades são atendidas, os funcionários ficam mais entusiasmados a corresponder às demandas de produtividade e criatividade da empresa. Sendo assim, ambos os lados só tem a ganhar.

10. Pensamento crítico

Entre as habilidades do futuro exigidas pela maioria das empresas está o pensamento crítico — que é quando você exerce a capacidade de ver as situações de maneira crítica, isto é, deixando de lado as suas opiniões e crenças. Dessa forma, será possível encontrar soluções efetivas para problemas e projetos, por exemplo.

Quem investe nessa habilidade só tende a ganhar na carreira devido à sua grande influência no ambiente de trabalho, podendo se destacar profissionalmente. 

11. Empreendedorismo

As empresas estão procurando colaboradores que farão a diferença. Por isso, o profissional dos próximos anos deve ter um perfil diferenciado. Por exemplo, ele precisa ter atitudes com visão de futuro que possam dar início a mudanças e ideias. 

O mercado exige pessoas que sejam capazes de criar, buscar novas oportunidades e colocar novas soluções em prática. 

Todas essas habilidades do futuro podem ser desenvolvidas por meio de treinamentos e cursos, como técnicas de comunicação e oratória, gerenciamento das emoções e comunicação interpessoal corporativa, que farão diferença em sua carreira e poderão ajudar na disputa por uma vaga de trabalho. Um profissional que apresenta a combinação de soft e hard skills é uma peça fundamental para o crescimento de uma empresa.

Copiado:https://blog.soap.com.br/