quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Onde Empreender em 2022? Confira 5 tendências de negócios


 Você já deve ter ouvido falar que o sonho de grande parte dos brasileiros é abrir um negócio próprio e começar a empreender. E os números não mentem!

Segundo dados da Serasa Experian, foram abertos mais de 2 milhões de novos negócios no primeiro semestre de 2021, a maioria MEI (Microempreendedor Individual)!

Os motivos para a busca pelo empreendedorismo são vários, desde a busca de uma nova fonte de renda até a vontade de realizar antigos sonhos.

E se você sonha em fazer parte desse universo, deve estar se perguntando: vale a pena empreender em 2022?

Afinal, com as consequências da pandemia de COVID-19 e um cenário econômico incerto, muitas pessoas podem ter a impressão de que esse não é o momento ideal para entrar nesse mercado.

Porém, neste artigo, você vai entender porque vale a pena investir em 2022 e quais as principais tendências para o empreendedorismo.

Vale a pena empreender em 2022?

Quem acompanha o noticiário econômico com frequência pode ter a impressão de que este não é um bom momento para empreender.

De fato, o Brasil ainda enfrenta os efeitos causados pela pandemia, como queda no consumo das famílias e desaceleração econômica.

Mas a boa notícia é que a tendência é que 2022 seja um ano marcado pela retomada econômica, principalmente com o fim das restrições em diversas regiões do país.

Além disso, a quarentena acelerou a digitalização de diversos setores da economia. Por causa disso, as vendas pela internet apresentaram um grande crescimento no período.

Só para você ter uma ideia, dados do E-commerce Brasil mostram que, no primeiro semestre de 2021, o ecommerce representava 21,2% da receita do varejo.

E para o próximo ano, a expectativa é que o varejo econômico abocanhe uma fatia ainda maior do varejo, fechando 2022 com participação de 10% no total de vendas.

Ou seja, se você pensa em empreender, a hora é agora! E com o uso cada vez maior da internet, não faltam oportunidades para investir e abrir o seu próprio negócio.

5 tendências para empreender em 2022

Como deu para perceber, o mercado online se consolidou como uma das grandes apostas para o ano de 2022.

Agora, chegou a hora de saber quais os segmentos com mais chances de se destacarem:

1. Comércio eletrônico

Se antes da pandemia a digitalização de negócios — como a adoção de lojas online, ecommerce e atendimento online — caminhava a passos lentos, agora só tem sucesso quem está na internet.

Muitos consumidores, mesmo aqueles acostumados a comprar online, se viram obrigados a migrar para a internet para adquirir, por exemplo, desde itens de limpeza, alimentação e vestuário. Até mesmo o contato social passou a ser mediado por serviços online.

E a tendência é que a maioria dos consumidores mantenha esse hábito. O estudo Future Shopper Report 2021 revelou que, mesmo com a reabertura das lojas físicas, 72% dos consumidores pretendem continuar comprando online.

Ou seja, uma pedida para quem quer empreender em 2022 é apostar nas vendas online. E não estamos falando apenas de ecommerce.

Hoje, existem diversas ferramentas de comércio eletrônico, como plataformas de marketplace e serviços de vendas integrados em muitas redes sociais, como Facebook e Instagram.

Uma das grandes vantagens do comércio eletrônico é o investimento inicial relativamente baixo, já que, dependendo do segmento, não é preciso se preocupar em alugar um espaço físico ou cuidar da produção.

De maneira bem resumida, basta escolher um produto para vender, montar uma loja virtual ou criar perfis em redes sociais, divulgar o negócio e aproveitar as vendas!

2. Empreendedorismo sustentável

Os consumidores se preocupam cada vez mais com o impacto de suas ações no meio ambiente. Assuntos como reciclagem, produtos orgânicos e responsabilidade social entraram na rotina de muitas pessoas.

Por isso, o empreendedorismo sustentável é uma das apostas para 2022 e pode ajudar marcas a se destacarem dos concorrentes.

Mas o que é empreendedorismo sustentável? É um modelo de negócios que busca unir a geração de riquezas com o uso responsável de recursos naturais e responsabilidade social.

Existem diversos exemplos de marcas e negócios que desenvolvem ações de redução de impactos na natureza, como produção de refis, reciclagem de embalagens, coleta de produtos que antes seriam descartados, entre outros. Outra alternativa é promover ações de apoio a comunidades locais.

3. Bem-estar e fitness

Outro impacto da pandemia de coronavírus foi a maior preocupação do consumidor com o bem-estar e a saúde física e mental.

Durante o primeiro ano de pandemia, 60% dos brasileiros procuraram por meditação e técnicas de relaxamento, segundo pesquisa realizada pela Fiocruz.

Além disso, para se manterem em atividade, outras tantas pessoas buscaram por produtos fitness, como equipamentos de ginástica, alimentação saudável e suplementos. Inclusive, também cresceu a procura por aulas de ginástica online e treinamentos personalizados.

Existem muitas opções para quem quer empreender nesse segmento, como entrega de marmitas fitness, aulas e acompanhamento físico online, venda de artigos de moda esportiva, entre outros.

4. Educação a distância

Outro segmento que se consolidou recentemente foi a educação a distância (EAD).

Com o isolamento social causado pela pandemia, a saída encontrada pelas pessoas para estudarem e investirem na qualificação foi o ensino remoto.

Dados do CensoEAD.BR, da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), o número de matrículas em cursos de EAD cresceu 50% em 2020 em comparação ao ano anterior.

E isso não vale apenas para cursos de graduação e pós-graduação. Cursos livres, videoaulas e outros formatos de ensino remoto também caíram nas graças dos brasileiros.

Investir no mercado de educação a distância é uma ótima opção para quem quer transformar um conhecimento ou habilidade em fonte de renda. Qualquer assunto, desde culinária vegetariana até manutenção de aparelhos de ar condicionado, pode virar um curso online.

Lançar um curso online é uma tarefa relativamente simples e envolve a criação do material didático, que pode ser em formato de vídeo ou ebook, a elaboração de um plano de aulas e a hospedagem do material em alguma plataforma digital.

E por se tratar de um negócio totalmente digital, é mais fácil escalar os ganhos, já que um mesmo material pode ser comercializado para dezenas de milhares de alunos.

5. Economia dos Criadores

A pandemia trouxe para a internet milhares de pessoas que buscavam uma forma de usar suas paixões para gerar renda.

Seja criando um curso online, oferecendo mentorias, produzindo um podcast ou trabalhando como influenciador digital, o número de Creators, como são chamados os criadores de conteúdo, não para de crescer!

Esse mercado é tão promissor que o jornal norte-americano The New York Times já considera a Creator’s Economy, ou Economia dos Criadores, como a próxima corrida do ouro. E segundo um levantamento da CB Insights, esse setor movimentou mais de 1,3 bilhão de dólares em 2021.

Provavelmente, você já segue alguns (ou muitos) criadores de conteúdo em plataformas como YouTube, Instagram e TikTok, além dos vários podcasts lançados todos os dias.

A boa notícia é que a Creator’s Economy é um espaço democrático. Não importa se você se interessa por esporte, literatura, música, finanças ou artes. Há sempre espaço para empreender e gerar renda usando as suas paixões!

O importante é encontrar um nicho de mercado com o qual você se identifica e gosta de trabalhar, escolher um formato de conteúdo, a plataforma onde publicar.

E não importa o segmento ou o conteúdo que você produz, a Hotmart pode te ajudar a transformar as suas paixões em um negócio. Quer saber como? É só tocar no botão aqui embaixo.

Copiado: https://blog.hotmart.com/ 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Entenda As Mudanças Que Chegam Com O 5G


Alguns assuntos têm dominado os editoriais de tecnologia nos últimos tempos. Dentre eles está o 
metaverso – popularizado por nosso querido Facebook que agora chama-se Meta – e o 5G. Ambos prometem uma revolução na maneira de utilizarmos a internet, mas como de fato isso acontecerá?

Revolucionar a ferramenta que mudou a humanidade é uma tarefa duríssima. Além disso, algumas pessoas acreditam que ambas tecnologias não irão fazer muita diferença. O acesso a internet já é rápido o suficiente com o 4G, por que precisamos do 5G? 

Muitas perguntas precisam ser respondidas, e é exatamente isso que iremos fazer agora. Chegou a hora de entender melhor sobre o 5G e como ele poderá mudar a forma que utilizamos a internet. 

O que é 5G?

Podemos comparar as redes sem fio de transmissão de dados com tubulações: a água pode passar em qualquer lugar, assim como os dados, porém, quanto maior a tubulação maior será a quantidade.

O 5G é como uma tubulação de 10 a 100 vezes maior do que as redes 4G e 4.5G.  

Além de uma maior velocidade de transmissão, a nova rede será responsável por uma consistente evolução no que chamamos de Internet das Coisas. 

Graças a baixa latência, a nova rede permite uma comunicação em tempo real com serviços que utilizam a nuvem. 

Para ser caracterizada como rede 5G é preciso ter 8 especificações, são elas:

Benefícios do 5G para sociedade

Ao falarmos sobre as novidades no mundo da tecnologia sempre pensamos no lado do desenvolvedor, ou seja, aquela pessoa que trabalha no setor. Mas e para quem realmente importa? É claro que o desenvolvedor deve saber o que há de novo no mercado, mas sem os usuários de nada adiantará.

Pois bem, então quais os benefícios que o 5G trará para a sociedade como um todo? 

  1. O primeiro ponto a ser abordado será através dos aparelhos que viraram uma extensão do corpo nos últimos anos, o celular. As expectativas é que a nova rede móvel seja mais rápida e gere um alívio em áreas urbanas de maior densidade. Ao mesmo tempo, o desejo é que seja possível levar banda larga em áreas de difícil conexão. 
  2. Além de chegar onde o 4G não chega e melhorar o engarrafamento de dados dos grandes centros, a transferência de dados será em tempo real. Independente do tamanho, as comunicações remotas serão muito mais precisas. As tecnologias que necessitam disso irão evoluir significativamente, por exemplo, carros autônomos ou cirurgias remotas. 
  3. Ainda sobre a IoT, o mundo será ainda mais conectado. Os dispositivos se tornarão mais inteligentes, e como já citado neste artigo, o 5G vai permitir que vários dispositivos se conectem ao mesmo tempo. Ou seja, a conversa entre eles será muito mais completa. Até mesmo sua geladeira será capaz de fazer um pedido caso algo esteja faltando (isso é uma realidade, porém, será aprimorada e se tornará mais acessível).
  4. Adentrando a internet, podemos ter um boom ainda maior nos vídeos online. Com a rede tendo uma velocidade de 100 a 1000 vezes maior que o 4G, vai permitir que as resoluções máximas dos conteúdos em vídeos sejam cada dia mais acessíveis. Hoje é possível ver um vídeo em 4K no YouTube, porém muitos dispositivos não suportam essa resolução. Com o 5G, o 4K irá virar o 1080p e possibilitará a chegada do 8K. 
  5. Para os jogadores de plantão – número que cresce cada dia mais, afinal, todo mundo joga alguma coisa, não importa o dispositivo – o 5G é um benção. Jogar sem interrupção, sem lag, sem travamentos, além de melhorar o streaming de jogos. 
  6. E por fim, estaremos mais próximos da Realidade Virtual. Apesar dessa tecnologia ser algo “comum” ainda utilizando o 4G, a nova rede permitirá um desempenho ainda melhor. A ideia não é utilizá-la apenas nos videogames, mas sim no nosso dia a dia e no metaverso. Sendo este último o de maior expectativa, afinal, o metaverso precisa do 5G para poder mudar a internet. 

31 forma de utilizar o 5G (by: Ericsson)

Apesar de já citado os benefícios do 5G, nada melhor do que ver as possibilidades que a tecnologia irá trazer. Neste gráfico, a Ericsson colocou os 31 principais usos que serão otimizados com a chegada da nova tecnologia, 

O que acontecerá a partir dessa atualização é difícil prever. Conforme citado anteriormente, o 5G abrirá portas para o metaverso e isso irá revolucionar a forma de utilizar a internet. Não somos apenas nós que estamos dizendo, o Facebook mudou o nome da sua empresa para Meta devido a essa nova realidade e Bill Gates já prevê que reuniões de negócios migrarão para o metaverso nos próximos 3 anos.

Além disso, cada vez mais os dispositivos de realidade mista – os quais misturam o virtual com a realidade – serão vistos nas ruas. O futuro promete com o 5G, uma nova forma de vivenciar o digital estará à nossa disposição.

Por: Flávio Carneiro - @rapaduratech

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

5 Dicas Para Fazer Um Bom Planejamento Estratégico para 2022

 


O que é e qual a importância do planejamento estratégico?

Para que uma empresa atinja o sucesso, são necessários pelo menos três passos. O primeiro é ter objetivos claros para a organização, o segundo é o planejamento estratégico e o terceiro é a execução. Quando uma empresa falha no cumprimento de um dos passos, as chances de o negócio dar errado são grandes.

Os objetivos são como o norte da corporação. O planejamento estratégico, uma espécie de mapa, que mostra os possíveis caminhos para chegar até o destino. E a execução é o trajeto em si.

É por meio do planejamento estratégico que o sucesso se torna factível, já que ele permite uma visualização de curto, médio e longo prazo. Assim, a empresa consegue direcionar, organizar e tornar os processos mais eficientes. A ferramenta orienta as empresas na tomada de decisões e na distribuição de recursos.

É aconselhável que toda e qualquer empresa, independentemente do porte ou segmento de atuação, tenha um planejamento estratégico. E mais: que ele envolva todas as equipes, times e níveis da empresa para que juntos, CEOs, líderes e colaboradores, trabalhem com o mesmo foco, na mesma direção.

Conheça os tipos de planejamento estratégico

Existem vários tipos de planejamentos. Vamos focar aqui nos três principais, que tratam do curto, médio e longo prazo de uma empresa.

Planejamento operacional (curto prazo)

Esse tipo de planejamento garante o andamento saudável na rotina diária da empresa. Ou seja, é a gestão de processos organizacionais que garante que as metas e os objetivos definidos no planejamento estratégico estejam em pleno funcionamento no dia a dia.

Planejamento tático ou gerencial (médio prazo)

O planejamento tático ou gerencial funciona como um suporte e apoia os planos estratégicos de alto nível, sendo dividido em várias partes práticas como: planejamento tático de marketing, de vendas, de RH, financeiro etc. O planejamento tático se propõe a elaborar um plano de ataque a médio prazo (até 2 anos).

Planejamento estratégico (longo prazo)

É no planejamento estratégico que devem estar espelhados os principais objetivos, metas e decisões de longo prazo da empresa. O plano estratégico geralmente define o futuro da empresa entre 2 e 10 anos e pode incluir pontos como:  expansão, definição sobre aquisição de novos equipamentos, planos para buscar investidores no mercado, desenvolvimento de novos produtos, entre outros.

Dicas para um bom planejamento estratégico

Um bom planejamento estratégico deve apontar como a empresa sobreviverá de forma lucrativa e sustentável e é neste plano que são criadas formas para atingir o sucesso.

1. Faça um diagnóstico realista da situação da empresa

Um erro comum de pequenas e grandes empresas é elencar os pontos fortes e fracos da organização, somente por “achismo”. Não cometa esse erro! Pior do que não saber para onde sua empresa está indo, é achar que sabe. Fazer um bom levantamento interno e externo para entender a saúde da empresa é fundamental.

Internamente, é possível usar a análise SWOT, para identificar quais são as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças de mercado. Reúna o time e levante o máximo de informações reais possíveis. Analise os diferenciais e os pontos que precisam ser melhorados.

Faça o mesmo com o ambiente externo. Entenda o nível de satisfação e lealdade do consumidor, aplicando a metodologia americana NPS (Net Promoter Score). Perceba o contexto em que a empresa está inserida e, assim, tome ações mais adequadas para alcançar os objetivos.

2. Fortaleça a identidade organizacional

Se a sua empresa já está no mercado e não possui uma identidade organizacional forte, é hora de criar estratégias para fortalecer o negócio. Crie ou reveja a missão (razão pela qual a empresa existe), visão (objetivos e sonhos) e valores (princípios que guiam a cultura da empresa) e faça com que eles fiquem claros tanto para o público interno quanto para o externo. São esses pontos que definem as tomadas de decisão.

A identidade organizacional funciona como um importante guia para contratar pessoas, fechar contratos e lançar produtos e serviços no mercado. Se a sua empresa já tem essa parte do planejamento estratégico bem estruturada, tenha certeza de que os princípios da empresa estão sendo passados fielmente adiante e, caso não estejam, crie estratégias de alinhamento.

3. Defina metas realistas e estipule indicadores de sucesso

Uma vez que a identidade organizacional foi alinhada, é hora de criar metas e estratégias para atingir a visão proposta pela empresa. Desenvolva uma meta geral e ‘quebre’ em metas de vendas, marketing, recursos humanos e assim por diante. Seja realista: valide a possibilidade real das metas serem atingidas.

Use indicadores para acompanhar o desempenho das metas. Dessa forma, se uma das metas é conquistar um faturamento pré-definido, por exemplo, o próprio faturamento mensal será um dos indicadores a ser acompanhado ao longo dos meses.

4. Construa um plano de ação factível

Você se lembra de que lá no início deste conteúdo nós dissemos que uma empresa de sucesso deve seguir três passos? Sonhar, planejar e executar. Pois é aqui que começa a execução. Monte um plano de ação factível. Novamente, seja realista! Não baseie sua decisão em “achismo” ou expectativas. O plano de ação é a ferramenta que viabiliza a conquista das metas e dos objetivos definidos, com base em um cronograma possível e na definição de responsáveis.

Como nem tudo pode ser prioridade, é fundamental elencar as ações para que elas aconteçam por ordem de importância. Com isso, o que for mais simples ou urgente deve ser realizado primeiro. E tenha certeza de que colocou as pessoas ideais para a execução das tarefas. Se estiver com dúvidas, faça uma avaliação de desempenho e verifique quem está mais apto para cada função.  

5. Faça o acompanhamento disciplinado para garantir a execução do planejamento

Agora que você já fez um diagnóstico realista da situação da empresa, criou estratégias para fortalecer a identidade organizacional, definiu metas e indicadores e construiu um plano de ação factível, é hora de acompanhar e analisar o plano de ação e garantir que todo planejamento estratégico seja honrado.

Defina uma periodicidade de encontros entre o time e os gestores para verificação de indicadores e alinhamento de resultados. Geralmente, as reuniões são semanais para que qualquer alteração seja feita com agilidade e eficiência.

Lembre-se: seja flexível. Revise e redefina a análise SWOT, as metas e o plano de ação sempre que necessário. Afinal, o mercado é dinâmico e exige adaptações.

[Dica bônus] Saiba escolher as melhores métricas e indicadores

Não adianta colocar tudo em prática se você não escolheu as melhores métricas. Portanto, atente-se para quais métricas são importantes para o seu negócio monitorar.

Entenda a importância de indicadores e métricas para a execução do planejamento

Como já dissemos anteriormente, para que o planejamento estratégico tenha sucesso, é de suma importância que você saiba escolher quais os melhores indicadores e métricas para cada meta. Os indicadores de desempenho são divididos em dois grandes grupos:

  • Indicadores de desempenho estratégicos: trabalham com as metas da empresa e com comparações das ações de gestões anteriores com as atuais;
  • Indicadores de desempenho de qualidade: visam trabalhar com possíveis falhas na produção de produtos, na gerência ou na prestação de serviços e consertar falhas.

Dados do Sebrae mostram que a maioria das empresas que chegam à falência nos dois primeiros anos de vida têm uma gestão de KPIs - Key Performance Indicator (Indicador-Chave de Performance) deficiente. Por outro lado, é possível observar que uma empresa que faz uso dos indicadores aumenta bastante o desempenho a curto, médio e longo prazo.

Portanto, KPIs- Key Performance Indicator (Indicador-Chave de Performance) e planejamento estratégico estão intrinsecamente ligados. Isso porque os indicadores devem ser usados para mensurar a execução, identificar melhorias e prever erros.

Copiado: https://www.sankhya.com.br/

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

DE VUCA A BANI: ENTENDA DE UMA VEZ POR TODAS O NOVO CONCEITO!


Você provavelmente já ouviu falar sobre o mundo VUCA, marcado pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Mas já ouviu falar de BANI?

A pandemia mudou para sempre nossas organizações e, diante de um universo cada vez mais conectado, a noção de VUCA não é mais suficiente. Assim, surge o BANI, um acrônimo que expressa este momento de transformações e acelerações.

Neste artigo, você entenderá o que é o mundo BANI em detalhes, compreendendo as novas implicações que impulsionarão negócios daqui em diante e se preparando para a Nova Economia.

De: mundo VUCA

O conceito de mundo VUCA surgiu em meados dos anos 1990, a fim de explicar uma nova dinâmica de mundo. Em um cenário pós Guerra Fria, o contexto era de instabilidade, insegurança mundial, transformações rápidas e a forte presença tecnológica.

A tecnologia funcionava como uma força vital para construir novos modelos de negócios e ampliava oportunidades de sucesso para empresas e profissionais de uma forma nunca vista antes. 

No entanto, este conceito já começava a cair em desatualização com a ampla digitalização que vivenciamos nos últimos anos. E mais importante: com a pandemia, analisar o mundo pelas lentes VUCA não faz mais tanto sentido.

Assim, os avanços digitais potencializados pela pandemia, comprometem o sentido que VUCA dava ao cenário mundial. Para identificar isso, basta analisar os negócios e perceber como a forma de fazer as coisas mudou profundamente. 

Para: mundo BANI

Surge, então, o conceito de BANI, marcando a passagem de volatilidade para agilidade, da incerteza para ansiedade, da complexidade para a não linearidade e da ambiguidade para a incompreensão. 

O acrônimo BANI significa Brittle, Anxious, Nonlinear e Incomprehensible, ou, em português: Frágil, Ansioso, Não linear e Incompreensível. O conceito passou a ser usado especialmente para descrever o panorama pós-pandemia.

A seguir, exploro cada elemento do acrônimo:

1- Frágil

Se, no mundo VUCA, a volatilidade é predominante, no mundo BANI isso atingiu um grau tão extremo que basicamente tudo é muito frágil e sem solidez. Em outras palavras, a impermanência é marcante neste momento. 

Pessoas sentem medo de perder o emprego do dia para a noite, empresas trabalham com planejamentos menos robustos e longos e a maioria das pessoas parece compreender que tudo pode ruir a qualquer instante. 

2- Ansioso

Com certeza, este ano, a ansiedade foi um ponto de atenção para muitas pessoas. Afinal, as incertezas do mundo VUCA se tornaram cada vez mais avassaladoras, gerando um cenário de medo, insegurança e impotência diante das mudanças.

Assim, a ansiedade pelo que “vai acontecer” se tornou latente e predominante para a maioria dos profissionais, fazendo com que muitos se sintam constantemente perdidos. 

No mundo BANI, essa ansiedade acarreta em medo de tomadas de decisão, barreiras a iniciativas novas e acaba impactando profundamente a busca por novas soluções. 

3- Não linear

A complexidade do mundo VUCA se tornou a não linearidade, marcada especialmente pela desconexão entre causa e efeito. A crise do Coronavírus e as mudanças climáticas são dois exemplos deste sistema.

Como aponta um artigo publicado pela MIT Sloan, é o mundo onde pequenas decisões podem trazer grandes resultados, enquanto um enorme esforço colocado numa variável importante pode gerar a total ausência de resposta.

4- Incompreensível

Por fim, a ideia de ambiguidade dá lugar a um momento de profunda incompreensão, que surge principalmente pelo excesso de informações. No mundo BANI, as informações correm com tanta frequência e rapidez, que muitos simplesmente não sabem como agir. 

A capacidade de analisar os fatos e compreender o que faz ou não sentido, parece estar em crise neste momento. Pessoas e profissionais estão constantemente sem resposta. 

Como se preparar para o mundo BANI?

A verdade é que o conceito BANI nos ajuda a entender e reagir rapidamente a mudanças que, como vimos, serão cada vez mais dinâmicas e instáveis. Em um mundo extremamente incerto, esperar por mais transformações é a única certeza. 

O conceito BANI traz uma espécie de lupa para quem busca um norte sobre quais são os próximos passos enquanto profissional ou organização, e o que podemos perceber é que lidar com este cenário será cada vez mais desafiador. Portanto, preparo é fundamental!

Além de flexibilidade, gestão do tempo, liderança remota e autonomia, também devemos desenvolver mais resiliência, empatia, atenção plena, inteligência emocional, entre tantas outras competências fundamentais para obter sucesso daqui em diante. 

Desenvolver essas habilidades é o primeiro passo e, pensando em te apoiar neste momento de remodelação dos negócios e do mundo, agora o nosso portfólio de treinamentos abertos conta com mais de 50 formações!

Os conteúdos estão totalmente conectados ao atual contexto e te ajudarão a preparar a sua organização nas áreas de Liderança, Recursos Humanos, Cultura Organizacional, Eficiência Profissional, Coaching e Facilitação. 

Copiado: https://crescimentum.com.br