sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Afinal, é Velho e Velha? Terceira idade? Melhor Idade? Idoso e idosa?


Os meios de comunicação e as nossas conversas cotidianas refletem bem os valores, conceitos e preconceitos que temos em relação a alguém ou ao grupo social do qual essa pessoa faz parte. O texto de hoje vai discutir termos comumente usados para se referir as pessoas que já envelheceram. E não será uma tarefa fácil.

  • · Não será tão fácil porque o primeiro ponto que coloco é: o que é envelhecer?
  •  É atingir uma certa idade e adotar isso como um critério? 
  • É perceber as mudanças fisiológicas e anatômicas no corpo humano, reflexo dos anos vividos, como pele mais enrugada, manchas, mudança na distribuição dos dentes, a massa muscular diferente da fase adulta, o cabelo, a cor dele ou a falta dele? 
  • É pensar no quanto estamos ainda dispostos a viver, a aprender e estar ativo na vida?

Veja que a definição de velho ou velha já causa dificuldade e mostra uma complexidade que nos convida e pensar para além do campo da saúde. Ser velho ou velha também pode ser uma postura em relação a aceitação de novos modos de vida e de relações sociais.

Aqui não caberia qualquer desprestígio ao que é velho, seria o oposto ao novo, a novidade. Mas sabemos que muitas sociedades agregam valor financeiro a isso e, a partir desse momento, tudo que é velho não serve mais.

No nosso mundo capitalista, países subdesenvolvidos e em desenvolvimento definem como pessoa idosa aquela com 60 anos ou mais, e para países desenvolvidos é a partir dos 65 anos. Dessa forma, o Brasil adota como idoso, velho, idosa ou velha quem tem 60 anos ou mais.

Ainda que estejamos passando por uma rápida mudança demográfica, que se caracteriza por um maior envelhecimento populacional, começar a adotar aqui o critério de 65 anos pode ser perigoso. Tal mudança pode aumentar a vulnerabilidade de grupos de pessoas idosas que, seja pela cor da pele, pelo local onde reside, pelo seu gênero, pela sua classe social, já tem muitas (às vezes, enormes) dificuldades para chegar aos 60 anos.

Pode-se afirmar que chegar bem aos 60 anos de idade ainda seja uma possibilidade, uma maior chance para um grupo seleto de pessoas que residem no nosso país. E o que dirá chegar aos 80 anos ou mais!

Precisamos também considerar o impacto da covid-19 na expectativa de vida da nossa população. Pesquisadores e pesquisadoras já apontam para uma redução de dois a três anos na expectativa de vida, dependendo do estado onde a pessoa reside.

Seguimos definindo os termos. Terceira idade acaba sendo as pessoas que já foram crianças/adolescentes, adultas e agora estão na tal terceira idade. Um conceito bem subjetivo.

Muitas pessoas velhas e estudiosos da gerontologia não gostam desse termo. Alguns dizem que tudo é melhor na terceira idade, outros que tudo é ruim. Sem consenso, só discussão. Foi uma tentativa de minimizar o preconceito e a discriminação em relação às pessoas que não são crianças, nem adolescentes, nem adultas.

Há um outro termo definido como "melhor idade", já que seria uma fase da vida onde tudo estaria bem resolvido: poucas obrigações com o trabalho remunerado necessário, a realização do trabalho por prazer ou voluntariado, mais tempo para viajar, praticar hobbies, ficar mais com a família, cuidar mais da saúde e estar saudável, com companheira e companheiro presentes e também saudáveis, filhos e filhas com bons empregos e cuidando dos seus filhos a maior parte do tempo.

É um quase paraíso e que está muito longe de acontecer para a maior parte da população. Muitas pessoas envelhecem com problemas de saúde, dificuldades para manter sua autonomia ou sua independência física para deslocamentos, com dívidas, com sonhos não realizados, pagando aluguel e enterrando o plano da casa própria, gastando mais de um terço do salário com plano de saúde ou medicamentos, viúvas, trabalhando na informalidade para complementar a renda. Bem, melhor idade parece não ser o melhor termo também.

Velho e velha. Para algumas pessoas poderá parecer preconceituoso ou discriminatório. Mas se falamos para quem tem sete anos que ela é uma criança ou para quem tem os seus 28 anos que ela é adulta, por que seria errado falar para uma pessoa de 78 anos que ela é velha?

Não deveria ser problema se não existisse o peso da discriminação por ter muitos anos de vida, o que é definido como etarismo, idadismo ou ageísmo. Algo "velho" está, infelizmente, associado com o não servir, estar ultrapassado, sem serventia, sem importância, obsoleto, desnecessário.

Como se não bastasse, ainda vivemos em uma sociedade que busca tornar patológico o ser velho, velha e ainda mais velhes, pensando na perspectiva de gênero e que poderia ser ainda mais ampliada quanto a sua orientação sexual.

São milhares de profissionais e empresas prometendo a jovialidade, a negação dos cabelos grisalhos, da pele enrugada, da postura um pouco mais curvada. Houve um episódio do grupo Portas dos Fundos cuja cena mostrou uma pessoa idosa tratada de forma infantilizada, como que seus comportamentos tivessem que ser acompanhados por uma pessoa adulta.

E o que isso nos mostra? Cenas de idadismo, etarismo, ageísmo. E isso constitui o olhar da sociedade sobre a pessoa velha e também dela sobre ela mesma. E tudo isso repercute também nas diversas áreas da nossa vida: trabalho, conjugalidade, aprendizado e lazer, por exemplo. Para o Porta dos Fundos, por que não incluir atores e atrizes mais velhas no seu elenco fixo?

Negamos o que é muito evidente. Já parou para perceber que boa parte dos nossos presidentes eram velhos quando assumiram o cargo ou tornaram-se velhos enquanto estavam na gestão do país? Mas quantos defenderam a bandeira em defesa dos direitos da população idosa?

Por que incomoda tanto "a musa" de uma certa década agora ter envelhecido e não mais trazer uma imagem jovial? Por que ainda queremos elogiar as pessoas dizendo que elas parecem mais jovens do que a idade que possuem? No Brasil, o velho ou a velha é sempre a outra pessoa.

Estamos a todo momento praticando um pouco ou muita discriminação contra a pessoa idosa ou negando o fato de que envelhecer é uma conquista da sociedade, uma oportunidade para se fazer muito para si e para outras tantas pessoas. É um momento ainda de crescimento pessoal, de novos relacionamentos, de novos projetos, de novas descobertas. Na cultura do Mali, um país do continente africano, há um provérbio que diz que "cada ancião que morre é uma biblioteca que se queima".

A velhice é desigual para muitos idosos e idosas negras e indígenas que morrem precocemente, sem usufruir dessa fase da vida, sem nos contemplar com seus ensinamentos, sem escrever mais páginas das suas histórias, sem nos ajudar a fazer um mundo melhor.

Quem é a velha ou o velho aqui? A escolha é sua. A construção ou redefinição dos termos é nossa. Velho pode ser uma qualidade positiva para um bom vinho, para um conhecimento atemporal, para amizades duradouras, para enaltecer uma árvore frondosa, um rio que nunca deixou de abastecer gerações de pessoas de um povoado, é uma profissional extremamente competente no que faz e que alia prática com conhecimentos, é uma obra de arte como um quadro ou uma obra arquitetônica do Egito.

Enfim, ser velho ou velha pode ser bom.      Na dúvida, chame pelo nome. Isso sintetiza a coluna de hoje.

Copiado: Alexandre da Silva -  https://www.uol.com.br/vivabem/


quarta-feira, 6 de outubro de 2021

"ATITUDE É TUDO"


 Luiz é o tipo de cara que você  gostaria de conhecer. 

"Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo  de positivo para dizer". 

Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a  resposta seria logo: 

"Ah.. Se melhorar, vira FESTA!". 

Ele era um gerente especial em um restaurante, pois  seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. 

Ele era um motivador nato. 

Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luiz estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.  

Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia  lhe perguntei: 

"Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo". 

 "Como faz isso" ? 

Ele me respondeu: 

"A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo": 

"Luiz, você tem duas escolhas hoje: 

 Pode ficar de bom humor ou de mau humor. 

Eu escolho ficar de bom humor".  

Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher  bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. 

Eu escolho aprender algo. 

Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar  a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. 

Certo, mas não é fácil - argumentei. 

É fácil sim, disse-me Luiz.

A vida é feita de escolhas. 

Quando você examina a fundo, toda situação sempre  oferece escolha. 

Você escolhe como reagir às situações. 

Você escolhe como as pessoas afetarão o seu  humor. 

É sua a escolha de como viver sua vida. 

Eu pensei sobre o que o Luiz disse e sempre lembrava  dele quando fazia  uma escolha.  

Anos mais tarde, soube que Luiz um dia cometera um  erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã. 

Foi rendido por assaltantes. 

Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão  tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. 

Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. 

Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e  levado para um hospital.. 

Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de  tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo. 

Encontrei Luiz mais ou menos por acaso. 

Quando lhe perguntei como estava, respondeu: 

"Se melhorar, vira FESTA!". 

Contou-me o que havia acontecido perguntando: 

"Quer ver minhas cicatrizes"?  

Recusei ver seus ferimentos,  mas  perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do  assalto. 

A primeira coisa que pensei foi que deveria ter  trancado a porta de trás, respondeu. 

Então, deitado no chão, ensangüentado,    lembrei  que tinha duas escolhas: 

"Poderia viver ou morrer". 

"Escolhi viver"!  

Você não estava com medo? Perguntei. 

"Os para-médicos foram ótimos". 

" Eles me diziam que tudo ia dar certo e  que ia ficar bom". 

"Mas quando entrei na sala de emergência e vi a  expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado". 

Em seus lábios eu lia: 

"Esse aí já era". 

Decidi então que tinha que fazer algo. 

O que fez ? Perguntei.  

Bem.. Havia uma enfermeira que fazia muitas  perguntas. 

Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. 

Eu respondi: "sim". 

Todos pararam para ouvir a minha resposta. 

Tomei fôlego e gritei; "Sou alérgico a balas"!  

Entre risadas lhes disse: 

"Eu estou escolhendo viver, operem-me como um  ser vivo, não como um morto". 

Luiz sobreviveu graças à persistência dos médicos...  mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira. 

E com isso, aprendi que todos os dias, não importa  como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente. 

Afinal de contas, 

"ATITUDE É TUDO".  

Autor Desconhecido

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Marketing Digital para idosos: Crescimento exponencial e muita oportunidade para sua empresa


 Marketing
 Digital para idosos: Segundo a OMS (Organização mundial da Saúde) a faixa etária da terceira idade se inicia aos 60 anos. Falando sobre os estágios do envelhecimento populacional, temos:

  • Meia-idade: 45 a 59 anos
  • Idoso: 60 a 74 anos
  • Ancião: 75 a 90 anos
  • Velhice extrema: acima de 90 anos

 Pela predominância do público mais jovem nas redes digitais (internet), por muito tempo o público mais idoso foi deixado em segundo plano pela publicidade digital.

 As alterações na rotina das pessoas durante a pandemia mundial nos trás a oportunidade de reparar esse erro com as pessoas mais velhas.

 O setor de Marketing das empresas deve olhar com mais cautela para esse público que se comunica de uma forma diferente.

Segundo estudos, somente em 2020, tivemos 85% dos idosos conectados na internet e pesquisando por produtos e serviços de seu interesse. Ainda 75% desse montante efetivaram compras pelos canais digitais.

 Em sua grande maioria, graças as restrições impostas em relação à circulação de pessoas e estabelecimentos fechados durante a pandemia.

 A solução foi efetuar suas compras no modo on-line – Digital.

 Continue a leitura desse PostBlog para entender um pouco mais o que os profissionais devem se atentar, o que será tendência daqui pra frente no Marketing Digital para idosos.

 Qual a importância do Marketing Digital para os Idosos?

 Com o crescimento e envelhecimento da população mundial, além das pessoas que entram nessa categoria (idosos) a cada ano, é muito importante que direcionemos esforços para se comunicar melhor com esse público.

 A pandemia acentuou muito mais essa tendência, não é mesmo? Já mostramos o tamanho desse público em números. Dessa forma, o marketing digital não deve focar apenas nos mais jovens. 

No primeiro semestre de 2021, o público entre 45 e 65 anos cresceu mais de 20% e isso representa uma grande mudança de comportamento nos meios digitais. 

Se as empresas ignorarem esse movimento, estarão nos mostrando que falta estratégia em seu portfólio e que estão deixando muitas oportunidades em cima da mesa. 

Vamos ver a seguir o que pode ser feito para atrair a atenção do público mais velho com o Marketing Digital. 

Por que fazer Marketing para idosos

Vamos analisar um pouco dos números antes, ok? A previsão da OMS é que até 2050, a fatia desse mercado seja de aproximadamente 2 bilhões de pessoas no mundo todo.

 A população idosa mundial avança à medida que o aumento da expectativa de vida cresce ao mesmo tempo. Sem falar da redução das taxas de fecundidade que crescem a todo vapor.

 Segundo pesquisas da Bloomberg, mais de 70% da receita disponível está concentrada nas mãos dessa fatia de mercado (pessoas acima dos 50 anos) e até o final dessa década, é previsto que esse montante chegue à aproximadamente 15 trilhões de dólares (valor do mercado).

 Dito isto, temos um potencial mercado comprador com renda elevada e que faz brilhar os olhos de qualquer gestor de Marketing.

Sem falar que as pessoas mais velhas são as que mais aderem as redes sociais atualmente.

72% dos novos idosos já realizaram pelo menos uma compra no âmbito digital e 83% deles fizeram ao menos uma pesquisa antes de comprar um produto, seja online ou em uma loja física.

 Com a popularização da internet, os idosos conseguiram ficar mais próximos dos familiares, mantendo contato ativo e também com pesquisas e descobertas de boas promoções.

 Resumindo: Eles possuem renda, vão representar cada vez mais a população e estão cada vez mais ativos no âmbito digital.

 Por tanto, é imprescindível ter ações de Marketing digital para os idosos daqui pra frente nas estratégias de Marketing Digital da sua empresa.

 Como as empresas podem atrair a atenção do público mais velho?

 Primeiramente, as empresas devem observar o melhor canal para se comunicar com o público da terceira idade.

 Traçar o perfil ideal do cliente (ICP) e desenhar sua persona para entender melhor suas dores, anseios, costumes e todas as características peculiares aos costumes dos idosos, deve ser seu ponto de partida.

 Segundo pesquisas recentes, esse público se encontra majoritariamente no Facebook e WhatsApp para se comunicar com amigos e familiares.

 Pesquisam e consomem produtos de Saúde, Higiene e Alimentação de forma mais constante na internet através dos e-commerces.

 Em relação à serviços eles pesquisam e consomem notícias de forma variada (Jornais), Bancos e instituições financeiras e sites ligados ao turismo.

 E as coisas que eles mais sentem falta: Roupas adequadas, celulares com números e letras maiores, turismo exclusivo, locais com público da mesma idade, produtos de beleza focados na terceira idade, entre outros.

 Portanto, se você quer fazer marketing para a terceira idade, estude com carinho os canais de aquisição, os melhores dias e horários para impactá-los.

 Vamos listar agora algumas características importantes para nos comunicarmos com o público da terceira idade, vejamos:

 Ganhe a confiança do seu público-alvo (terceira idade)

 Com uma característica interessante, os mais velhos costumam ser um público muito fiel a uma determinada marca.

 Não gostam de muita mudança e preferem a cautela na aquisição de produtos e serviços.

Por isso, é preciso criar e gerar confiança durante toda a jornada de compra e mostrar que vale a pena acreditar na sua empresa.

 Mantenha seu foco nos benefícios que a sua solução oferece, não no preço ou qualquer outro dado com pouca relevância.

 O foco deve ser no benefício, o que realmente sua solução vai trazer para solucionar a dor principal dele.

 Uma boa ideia é investir em conhecimento da marca. Contar sua história, mostrar seus valores e sua missão e visão de futuro.

 Utilize técnicas de Storytelling para alinhar sua marca com o produto e valores.

 Utilize técnicas de prova social. Um bom depoimento de uma pessoa que caracteriza exatamente o perfil do seu cliente fará bastante diferença na decisão de compra. Gere identificação entre o problema e como seu produto solucionou aquilo.

  •  Mostre como é seguro comprar com a sua empresa e como ela é comprometida com o cliente.
  •  Seja direto, se comunique com clareza e seja objetivo no MKT para terceira idade
  • Tenha atenção com o excesso de criatividade e brincadeiras na hora de pensar sua estratégia de marketing para os idosos.
  •  Seguramente eles não estão por dentro de todos os memes que existem na internet, diferentemente dos jovens, certo?
  •  Aposte em uma comunicação para a terceira idade que seja leve e criativa, direta e clara, sem entrelinhas e gírias que não façam parte do seu cotidiano.
  •  Esse público quer reconhecer e entender do que se trata a sua comunicação em poucos segundos.
  •  Tenha muito cuidado com a experiência e usabilidade para esse público mais sênior
  •  Pense em uma criação das peças publicitárias e conteúdos de forma que eles sejam intuitivos, onde o consumidor tenha liberdade para agir sozinho.
  •  Esse tipo de público gosta de ser independente e navegar na internet por conta própria, mesmo que às vezes, tenham o auxílio de familiares mais jovens.
  •  Um exemplo disso, é utilizar letras maiores, focadas em quem já possui certa dificuldade para enxergar as informações por conta da idade.
  •  Pense em todos os detalhes que fariam diferença para um público que exige uma atenção especial.
  •  Tenha conhecimento do melhor dispositivo para impactá-lo e mapeie também dia e horário da sua audiência.

 Coloque foco no atendimento e Contato com seu público

 Esse perfil de público demanda mais atenção “one to one”. Disponibilize sempre um telefone de contato para que eles possam resolver um problema ou retirar uma dúvida antes de adquirir algo.

 Coloque sempre a informação em evidência para que eles não precisem ficar procurando. A terceira idade gosta e tem costume de um contato humanizado e prezam por um bom atendimento.

 Diferentemente do público mais jovem que prefere o formato self-service, a terceira idade não gosta de ficar procurando as coisas e preferem que alguém os guie para obter confiança e avançar na compra.

 Um erro comum dentro das estratégias é quando a empresa foca somente na venda. Para o público mais antigo isso não vai funcionar muito bem.

Conclusão sobre o Marketing digital para idosos

 Em resumo, temos uma oportunidade muito grande de inclusão e estratégias para o mercado de Marketing Digital.

 Com o aumento exponencial dos idosos na internet, as oportunidades de vendas trazem uma enorme possibilidade de ganhos para diversas empresas.

 É indispensável que as marcas olhem com carinho para os mais velhos e tracem estratégias de marketing mais adequadas para esse público-alvo (focada neles).

 Ajude o público a converter nas suas campanhas. Forneça informações claras e dê opções de contatos fáceis para que eles se sintam mais confiantes em sua empresa.

 A melhor forma de fazer Marketing para idoso é pensar em um caminho curto e intuitivo para as campanhas.

Copiado: https://www.next4.com.br/

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

O Que Faz um Profissional de Gestão Hospitalar?

 


Saber o que faz um gestor hospitalar é uma possibilidade para aquele aluno que gosta da área da Saúde e da parte administrativa e quer fazer projetos interessantes com o objetivo de conciliar esses dois conteúdos.

A atuação de um gestor hospitalar, quando bem realizada, garante mais efetividade nos serviços, segurança ao paciente, processos informatizados e outros benefícios a todos os envolvidos.

Esse profissional também está em busca constante para manter o equilíbrio financeiro da instituição, trazendo soluções viáveis e práticas, incentivando seus colaboradores a trabalharem melhor e treinando-os constantemente.

O que é Gestão Hospitalar?

Um profissional que assume a gestão de uma instituição clínica tem atividades administrativas baseadas nas informações repassadas pelos setores. Com base nelas, ele toma decisões importantes e modifica processos ou aperfeiçoa serviços.

Isso significa que ele deve entender de todo o funcionamento dos estabelecimentos de saúde, desde os mais simples até a mais complexa unidade hospitalar, e saber como os setores se relacionam entre si.

A partir da compreensão desse fluxo, o gestor será capaz de investir em mudanças, alterar o número de funcionários, fazer cotação para novos equipamentos e acompanhar todas as modificações sugeridas.

Um gestor hospitalar precisa ter a visão de um todo, considerando as particularidades de cada setor e como isso afetará a funcionamento dos demais. Exemplo disso é quando ele percebe algo ineficiente na recepção da clínica ou no estoque de produtos no serviço de farmácia.

Engana-se quem pensa que o gestor hospitalar é aquele que não conseguiu passar em Medicina, pois muitos indivíduos já se interessam pela área antes mesmo de terem feito outro vestibular.

Gestor hospitalar: o que faz?

Entre as atribuições do profissional de Gestão Hospitalar, podemos listar:

  • planejamento administrativo na instituição hospitalar;
  • controle e avaliação do gerenciamento, considerando indicadores de sucesso;
  • organização dos processos que envolvem os recursos do ambiente clínico;
  • liderança das equipes multidisciplinares;
  • solução de problemas técnico-administrativos;

A seguir, mostraremos como é a atuação do gestor hospitalar dentro de cada uma dessas atribuições. Confira.

Planejamento administrativo

O planejamento administrativo é uma parte fundamental das responsabilidades deste profissional, que precisa elaborar planos de ação conforme as necessidades do hospital em que trabalha.

Para tanto, ele deve levantar quais rotinas demandam por atitudes emergenciais, além do custo e da quantidade de funcionários que serão envolvidos nesta ação, e organizar o passo a passo desse projeto.

Isso significa que uma medida emergencial deve ser feita rapidamente devido ao risco de acidentes dentro do ambiente clínico ou para se adequar às exigências sanitárias pertinentes ao setor.

Controle e avaliação do gerenciamento

Uma das formas de avaliar a efetividade de uma rotina hospitalar é mediante o levantamento dos chamados indicadores, que são dados obtidos nos sistemas, nos relatórios e nos depoimentos dos funcionários.

Vamos supor que a taxa de mortalidade na unidade de terapia intensiva (UTI) aumentou, conforme comparação desse número entre o mês anterior e o atual. Trata-se de um indicador eficiente para verificar com a equipe as principais causas do problema.

Existem indicadores que avaliam também uma percepção positiva, quando se observa maior proporção de satisfação do paciente com os serviços na comparação entre os períodos, o que reflete na melhoria da atenção à saúde.

 Por isso, para que o gestor atuante nas áreas da Gestão Hospitalar tenha controle da rotina, ele precisa de indicadores reais e consistentes que facilitem a tomada de decisão. Eles devem constantemente avaliar seu desempenho enquanto profissional.

Organização dos processos de Recursos Humanos

Organizar processos em um ambiente clínico é uma das tarefas mais desafiadoras, sobretudo quando a modificação na rotina de um setor afeta proporcionalmente outros, seja pelo lado benéfico, seja pelo lado maléfico.

Imagine que o gestor hospitalar esteja informatizando todo o hospital e que, desde o momento da recepção, o paciente terá um código que será utilizado durante todo o tempo. Isso significa melhorias aos médicos e aos profissionais de saúde, pois evita novos cadastros.

No entanto, essa medida requer aquisição de computadores e do software, treinamento dos funcionários, estabelecimento de responsabilidades para cada setor e detecção precoce dos imprevistos.

Por isso, o profissional da gestão deve planejar a rotina, acompanhar os processos, organizar e motivar a equipe e avaliar, constantemente, por meio de indicadores, se essa medida está surtindo um efeito positivo.

Liderança da equipe multiprofissional de apoio técnico-administrativo

A palavra liderança remete mais confiança do que chefia, pois se acredita que um gestor líder é mais competente para lidar com a equipe e sabe resolver os problemas de forma conjunta e não autoritária, mais ligada à figura do chefe.

Portanto, aquele que se torna um gestor hospitalar deve ser capaz de liderar uma equipe com indivíduos graduados em profissões da área da Saúde, que incluem médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas etc. e também o pessoal do faturamento de contas, recepção e administrativo.

Diante disso, ele deve considerar os problemas de cada profissional, propor soluções para resolução e negociar a mudança de rotina a partir do que foi decidido consensualmente nas reuniões.

Diagnóstico e solução de problemas técnico-administrativos

Enquanto o médico faz o diagnóstico do paciente, o gestor diagnostica a situação clínica, administrativa e financeira do hospital. Para tanto, ele faz um levantamento das atividades clínicas, como os processos são dependentes dessas ações e qual é o custo total de cada setor.

A partir desse diagnóstico, o gestor compara-o à situação externa considerando como estão os hospitais concorrentes, como está a situação clínica e econômica do Brasil e como esses aspectos podem influenciar na administração do hospitalar.

Sendo assim, o gestor hospitalar deve ficar atento a tudo que ocorre dentro e fora da instituição que administra, a fim de verificar como alguns fatores influenciarão no equilíbrio financeiro e na assistência ao paciente.

Como se tornar um gestor hospitalar?

Além disso, é importante fazer o curso de Gestão em uma faculdade que tenha parceria com empresas, para conseguir de forma mais tranquila um estágio durante a graduação, ou até mesmo uma vaga como efetivo. 

Outro ponto fundamental para se tornar um excelente gestor hospitalar é conhecer as áreas de atuação (hospitais, clínicas especializadas, consultoria, docência etc.), aprofundar seus conhecimentos e acompanhar as tendências do mercado.

Saber o que faz um gestor hospitalar, como ele trabalha e quais são os requisitos para seguir na área são fatores essenciais àqueles que desejam entrar nessa carreira. Também é requisito importante fazer uma graduação de nível superior e conversar com profissionais atuantes no serviço para descobrir como acontece a inserção desses gestores na vida real.

Copiado: https://blog.anhanguera.com/

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

6 Modelos de Gestão para Adotar na Sua Empresa


 Modelos de gestão são um conjunto estratégias que têm como objetivo contribuir com a captação de resultados.

Neste artigo falaremos sobre como os modelos de gestão podem influenciar a equipe na execução de tarefas com maior eficiência e potencialização da conquista de resultados. Apresentaremos seis modelos de gestão que podem ajudar você a escolher o que mais se encaixa ao perfil da sua empresa.

 Como escolher os modelos de gestão ideais ao perfil da minha empresa?

Modelos de gestão são um conjunto de estratégias adotadas pela empresa para coordenar a equipe na execução das tarefas e a captação de resultados. Porém, qual o modelo de gestão ideal?

Dentre os vários modelos de gestão, não existe o ideal e sim aquele mais conveniente para sua empresa naquele momento. Portanto, os gestores precisam sempre estar atentos, com um olhar estratégico sobre o trabalho que a empresa está executando.

Saber do que a sua empresa precisa é um grande desafio. E, escolher o modelo de gestão ideal exige planejamento, preparo profissional e estratégia empresarial.

Esse conhecimento do mercado e de cada um dos modelos de gestão pode ser decisivo no momento de definir o processo de gestão que a empresa precisa.

Abaixo listamos os modelos de gestão mais comuns do mercado. Escolha o que mais se adapta a realidade da sua empresa neste momento. Confira!

 Quais são os modelos de gestão?

Diante de vários modelos de gestão no mercado, é preciso conhecer as funções e características de cada um deles. Hoje falaremos especificamente de seis modelos. São eles:

·        Gestão Democrática;

·        Gestão Meritocrática;

·        Gestão com foco em resultados;

·        Gestão com foco em processos;

·        Gestão autoritária;

·        Gestão por cadeia de valor.

 Gestão democrática

A gestão democrática é um dos modelos de gestão onde os colaboradores têm voz para contribuir com as tomadas de decisão.

Inegavelmente, esse modelo oferece maior chance de engajamento dos seus colaboradores, pela participação intensa deles. Porém, ela também pode ser perigosa.

Se não houver consenso com opiniões contrárias, esse tipo de gestão pode gerar grandes atritos dentro da equipe. O modelo de gestão democrática exige experiência e preparo dos gestores e líderes, que precisam saber lidar com os colaboradores.

Profissionais que não possuem habilidade de comunicação, não devem aplicar a gestão democrática, já que esse é o grande diferencial desse modelo.  

 Gestão Meritocrática

Um dos modelos de gestão é baseado na meritocracia. Assim sendo, os gestores adotam e escolhem ter como foco principal seus colaboradores com maior performance e desempenho.

O ponto forte desse modelo é que toda a equipe pode ser tornar mais engajada, já que sabem que o reconhecimento depende apenas do próprio desempenho.

O ponto fraco nesse modelo de gestão é a criação de um ambiente amplamente competitivo, que pode afetar as relações da equipe. Já que muitos funcionários não sabem lidar com a competição no trabalho.

Para escolher o modelo de gestão meritocrática é necessário que o gestor esteja preparado para ser imparcial. Optando sempre pela transparência e o respeito com os colaboradores.

 Gestão com foco nos resultados

O resultado é o que realmente importa! Com a finalidade de focar nos resultados, esse modelo de gestão não se baseia em fórmulas, e a maneira adotada para alcançar as metas fica em segundo lugar.

O foco em resultados é ideal para empresas que precisam de soluções rápidas, já que o foco são as metas e não planejamentos a longo prazo.

 Gestão com foco em processos

Foco nos métodos e procedimentos, os modelos de gestão com base nos processos busca sempre a perfeição e o aprimoramento das execuções.

O lado positivo desse tipo de modelo é que os resultados tendem a ser mais duradouros.

De fato, os profissionais responsáveis por gerir a equipe nesse processo precisam ser muito habilidosos, já que terão que estar sempre atentos aos mínimos detalhes.

 Gestão autoritária

Dos modelos de gestão disponíveis, talvez esse seja o mais contraditório no mercado já que a figura central de todo o processo é o próprio gestor.

Porém, com qualquer estratégia empresarial, esse modelo tem seu lado bom e ruim. O lado negativo é que a equipe quase não tem voz. Nesse caso, o gestor é que é o grande responsável por todas as decisões.

Muitas empresas enxergam esse modelo de gestão como benéfico, principalmente quando têm profissionais recém-formados e inexperientes. Com o propósito de blindar a equipe e dar respaldo a todos.

A exigência do modelo autoritário precisa se basear em diálogo e carisma, pois assim, todos respeitarão as opiniões e decisões do gestor.

 Gestão por cadeia de valor

A cadeia de valor é um dos modelos de gestão que mais exige pesquisa de mercado, aliada a tentativa de atender as necessidades dos clientes.

Nesse caso a empresa possui os profissionais adequados para entender e construir a estratégia com base nas expectativas do cliente.

Assim sendo, o gestor tem como meta organizar a equipe para executar as tarefas sempre baseado no que o cliente quer e no que deve lhe agradar.

Qual é o ideal para a minha empresa?

Ter inúmeros modelos de gestão à disposição não quer dizer necessariamente que a sua empresa precisa escolher apenas um deles.

A flexibilidade é o segredo da gestão, já que os profissionais precisam ter a opção de escolher o melhor modelo para aquele momento.

Apesar das empresas preferirem e optarem por alguns dos modelos de gestão, raramente elas conseguem seguir o mesmo padrão sempre.

Aliás, como dissemos acima, isso pode ser um erro, já que o ideal é escolher o melhor modelo diante da situação que sua empresa vem passando.

É importante, antes de escolher um dos modelos de gestão, analisar a realidade da sua empresa e se questionar “o que ela precisa agora?”
Assim, você diminui as chances de erro.  

Copiado: https://xerpay.com.br/