sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Como Garantir Um Atendimento Inclusivo no Seu Negócio

 


Após se estruturar fisicamente para receber os colaboradores e clientes com deficiência, transformar a sua cultura para que acolha a todos, uma empresa deve dar o próximo passo e pensar no atendimento inclusivo.

Nessa etapa, será preciso entender quais são as necessidades dos consumidores com deficiência, qual a melhor maneira de se relacionar com eles sem que cause constrangimento, quais objetivos se pretende atingir e como aplicar isso no atendimento nos mais diferentes tipos de negócio.

Cada segmento ou empresa pode atuar de uma maneira e isso exigirá atenção, pois, apesar de haver “um padrão” no atendimento inclusivo, esse deve ser personalizado e adequado a cada negócio.

Tenha um atendimento inclusivo

Vale relembrar que para garantir um atendimento inclusivo é preciso considerar os diferentes tipos de deficiência, como a visual, física, auditiva, intelectual. Veja como lidar com cada tipo de cliente de acordo com suas características e como adequar o seu negócio.

Deficiência visual

Se se coloque a disposição, questione até que ponto a pessoa precisa de ajuda. Se estiver com um cão guia, não distraia o animal, pois ele é responsável por guiar a pessoa e evitar que ela se acidente.

Não importa se a pessoa é cega ou tem baixa visão, sempre fique disponível para audiodescrever ambientes e produtos, a informação passada a pessoa sempre deve ser dita de forma neutra, sem levar em consideração aos gostos pessoais, assim desta maneira o cliente com deficiência terá mais assertividade para escolher um produto de acordo com seu estilo.

Ao se comunicar, seja claro e deixe que a pessoa perceba onde está de acordo com a sua comunicação. Se for preciso se locomover pelo local, ofereça o seu antebraço ou seu ombro para que o outro apoio e se guie.


No caso de um hotel, o atendimento inclusivo deve ser feito guiando a pessoa até o quarto e indicado onde está cada item como toalha, cama, janela e banheiro. Já em uma loja de vestuário, pode ser necessário fazer um acompanhamento guiado, mostrando quais são as opções de roupas e fornecendo detalhes sobre cada uma, como cores, texturas e tamanhos.

Deficiência auditiva

É preciso pensar em maneiras diferentes de garantir a comunicação, seja para o cliente surdo ou aquele tem quem baixa audição.

É indicado que pelo menos um colaborador tenha o conhecimento de Libras  (Língua Brasileira de Sinais), caso isso ainda não seja a realidade no seu negócio, hoje é possível utilizar de mimicas, escritas e aplicativos com avatar.

Em um supermercado, por exemplo, se a pessoa estiver à procura de um item, ela irá questionar por meio de gestos. O colaborador deverá acompanhar a pessoa até o local para garantir que entendeu a demanda e que ela encontre o que precisa.

Já para a pessoa que tem a perda parcial da audição pergunte se faz leitura labial e sempre se coloque no campo de visão da pessoa para que esta possa ler os lábios, não é necessário gritar!

Deficiência física

Sempre questione se a pessoa precisa de ajuda, não saia empurrando a cadeira ou dê o braço para quem está de muleta sem que seja solicitado. Deve-se sempre ficar de frente, quando estiver atendendo com uma pessoa que usa cadeira de rodas ou que tem nanismo e o atendimento for mais longo, procure se sentar para que a pessoa não tenha que ficar em uma posição desconfortável olhando para cima o tempo todo. Ao acompanhar uma pessoa que tem mobilidade reduzida, siga o ritmo dela. Se estiver com qualquer tipo de dúvida sobre como ajudar, pergunte. Isso não gera constrangimento e evita que erros sejam cometidos.

Em um restaurante, é preciso garantir que as mesas tenham altura adequada para que a cadeira de rodas se encaixe de forma que seja possível ficar próximo à mesa. Se a pessoa estiver de muletas, quando solicitado, ajude para que ela se sente e sempre deixe as muletas próximas para que ela possa ter mais autonomia.

Para lojas de roupas, mantenha provador acessível sempre disponível e limpo, ali não é lugar para guardar caixas e materiais de limpeza!

Deficiência intelectual

Pessoas com deficiência intelectual possuem diferentes graus de autonomia, umas mais outras menos, o atendimento deve ser conduzido com calma, mostre os produtos de forma que a pessoa não tenha que ficar imaginando como seria, coloque à disposição as opções para que a própria pessoa decida.


O ideal é que se siga o ritmo da pessoa para que ela não fique nervosa nem se confunda ainda mais no que está fazendo; nunca tente acelerá-la. Quando for conversar, não a trate como criança, apenas busque ser objetivo e direto para que ela o compreenda com facilidade e aguarde a resposta sem interromper.

Se a pessoa for a um salão fazer o cabelo, por exemplo, deixe que ela explique como quer cortar e pentear, sempre orientando o que será feito a seguir. No setor de turismo, explique de forma simples cada uma das atrações.

É possível garantir um atendimento inclusivo em qualquer tipo de negócio, independentemente de qual seja a deficiência. Para isso, é preciso ter esse valor na cultura organizacional e treinar os colaboradores para as mais diferentes situações.

Simpatia e um atendimento personalizado não substituem a falta de acessibilidade, porém o interesse em atender os clientes como eles merecem e ter uma equipe qualificada para isso já meio caminho andado.

Copiado: https://talentoincluir.com.br

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Ética X Inteligência Artificial: até onde o ser humano pode chegar?


 Ética e Inteligência Artificial (IA), palavras que podem parecer desconexas, mas que a cada dia que passa necessitam estar cada vez mais juntas. A transformação e revolução tecnológica que vem ocorrendo fez com que o gerenciamento de informações se tornasse prioridade. 

Seja através de dispositivos de Internet das Coisas ou de um sistema com Machine Learning. Com isso, a atenção para questões relacionadas a regras concorrenciais e de acesso à informação cresceu junto. 

Querendo ou não, algoritmos que resultam em uma Inteligência Artificial foram escritos por um humano, um ser de carne, osso, sentimentos e ideologias. Aquelas linhas de código são sua visão de mundo e isso pode – e já fez- com que máquinas interpretem a realidade de uma forma errônea, mais precisamente, preconceituosa.  

Com isso, a necessidade de regulamentação passou a ser uma realidade.

A necessidade de uma regulamentação

Fato é, a tecnologia avança mais rápido a cada dia que passa. Se há dez anos alguém falasse para nós que seria possível comprar um carro que possui piloto automático utilizando criptomoeda (tendo em vista a possibilidade da Tesla voltar a aceitar a principal criptomoeda como pagamento), talvez você não acreditaria.

Hoje o Instagram sabe mais de você do que membros da sua família. Ele sabe o que você gosta de comer, ler, assistir, sabe até quem são as pessoas mais próximas a você. Tudo isso graças ao Machine Learning, algo que em 2010 (ano de lançamento do Instagram) não era nem projetado na empresa. 

A título de curiosidade, o Instagram divulgou como funciona seu sistema de Inteligência Artificial apenas em 2019. A plataforma não é muito de contar os bastidores, são raros os momentos em que abre se abre ao público. 

Mas, através de uma publicação em seu blog, a plataforma revelou que utiliza um sistema conhecido como “incorporação de palavras”. A ideia consiste em uma IA que estuda as palavras que aparecem no texto e faz uma relação entre elas. 

Já na aba explorar, a plataforma usa um termo chamado de “contas iniciais”, para exemplificar vamos utilizar o perfil do Rapadura (@rapadura_tech). Se você está se interessando por tecnologia e busca por isso no instagram e o primeiro perfil a ser acessado é o do Rapadura, essa será sua conta inicial. A partir daí o instagram vai analisar perfis parecidos e adicioná-los na sua aba “explorar”.

Mas, nem tudo são flores quando se trata de tecnologia e, consequentemente, Inteligência Artificial. Os problemas chegaram e com eles consequências graves. 

É possível analisar este acontecimento através do documentário americano produzido por Shalina Kantayya chamado Coded Bias. A narrativa é baseada na vida pessoal e profissional de Joy Buolamwini, pesquisadora ganense-americana do MIT (Massachusetts Institute of Technology).


 Apesar do seu extenso trabalho de pesquisa, Joy ficou conhecida por comprovar que sistemas de Inteligência Artificial não são precisos, principalmente na identificação de mulheres negras. 

O caso de Joy está nos holofotes desde o lançamento do documentário no Festival de Cinema de Sundance em 2020. Mas, há diversos casos que não aparecem no radar do grande público. 

Hoje os softwares baseados em Inteligência Artificial estão presentes nas mais diversas áreas, imagine programas de computador que comecem a analisar dados de crimes de determinada cidade e comece a tomar decisões do tipo de pessoas que está mais propensa a cometer um crime ou qual região da cidade é mais perigosa. Essa situação poderia ser catastrófica se não houvesse um monitoramento humano competente. 

ONU e sua luta para unir ética e Inteligência Artificial

Em novembro de 2019, durante a 40ª sessão da Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), iniciou-se um processo de dois anos para criação do primeiro instrumento mundial de definição de padrões sobre ética da Inteligência Artificial. 

Nesses dois anos a instituição realizou uma série de estudos e consultas em comunidades acadêmicas, científicas e técnicas ao redor do mundo. A intenção foi reunir as mais diversas e plurais interpretações sobre o assunto. Para inflamar o debate sobre a regulamentação da IA é preciso de muito estudo e, principalmente, dados. 

Hoje essa pesquisa conta com a participação de experts multifacetados de mais de 155 países. Empresas como Google, Facebook e Microsoft junto a estudiosos de universidades como Stanford, Harvard e Academia Chinesa de Ciências fazem colaboração em busca de um bom resultado. A ideia é apresentar tudo o que foi coletado no final de 2021. 

No final de 2020 foram divulgados alguns resultados, os temas variavam de, aplicação de Inteligência Artificial durante a pandemia da Covid-19 até o medo de que as máquinas “roubem” as decisões da humanidade.

As maiores mentes junto as maiores empresas unidas em prol de um objetivo. Porém, a tecnologia avança de uma forma que não se pode projetar o que virá daqui a 5 anos. A pergunta que deixamos é, o que você projeta para 2026? Onde as inteligências artificias mais atuarão?

Estamos chegando ao final do prazo de dois anos para criação de uma legislação envolvendo a união de ética e Inteligência Artificial. No Brasil o Projeto de Lei 20/21 conhecido como Marco Legal da Inteligência Artificial já está em tramitação. 

Com certeza temos um futuro brilhante pela frente. Basta olhar para internet, apesar de muitos ainda acharem que é “Terra de Ninguém”, hoje algumas leis relacionadas a tratamento de dados atuam firme no mundo virtual, as principais que já estão em vigor são: GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados) na União Europeia e a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) aqui no Brasil. 

Não será diferente com a Inteligência Artificial. Com boas regras junto a uma uma legislação firme e justa, tudo funcionará perfeitamente para a humanidade evoluir ainda mais. O céu não é o limite para o ser humano.

Copiado: https://rapaduratech.com.br/

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Como Anda a Segurança Digital do Seu Negócio?


 Antes mesmo da implementação da Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD – no Brasil, muitas empresas já dedicavam um olhar cuidadoso para a segurança dos dados tratados dentro de suas plataformas digitais.

Todavia, com a entrada em vigor da nova lei, cuidar da segurança digital passou a ser ainda mais importante para a sobrevivência de qualquer negócio, já que, além das altas multas previstas pelo não cumprimento da legislação, um vazamento coloca em xeque a credibilidade das organizações e de suas relações com o mercado.

Mas como saber se a segurança digital que sua empresa possui é suficiente para proteger sua marca, seus parceiros e seus clientes?

Antes de mais nada, é preciso entender que segurança digital diz respeito a todos os processos e ações que viabilizam a tratativa segura dos dados que transitam pelo ambiente virtual de uma empresa, sejam eles de origem da própria instituição, de seus colaboradores, de seus fornecedores ou dos clientes.

Com a adoção de alguns princípios básicos é possível proteger os públicos estratégicos de uma organização de eventuais ataques ou crimes virtuais, mitigando ou mesmo eliminando os riscos de roubo ou sequestro de dados.

Mais do que preservar a empresa de ameaças exteriores e invasões inesperadas, a segurança digital deve impedir vazamentos e transtornos para a organização, fazendo-a cumprir o que determina a lei e garantindo a confiança dos usuários e a reputação da marca.

Com a era da hiperconectividade, quando a maior parte das informações circula em dispositivos eletrônicos, o risco de vazamento torna-se ainda mais significativo, merecendo atenção especial.

Não são raros os casos em que empresas não possuem nenhum tipo de recurso de segurança o que facilita a ação de criminosos.  

Mas é importante ressaltar que segurança de dados não é nenhum bicho de sete cabeças. A própria utilização de softwares para proteção de dados tem se mostrado alternativa eficaz para proteger informações e evitar tais vazamentos.

É fato que algumas empresas preferem postergar o investimento, mas é importante considerar que os riscos iminentes a um vazamento de dados são incalculáveis, e podem comprometer seriamente e de forma irreversível a imagem da organização.

Para se ter uma ideia da dimensão deste problema, uma pesquisa realizada pelo National Cyber Security Alliance apontou que 25% das pequenas e médias empresas declaram falência após um incidente de proteção de dados.

O número é alarmante e nos mostra o quanto a não adequação é prejudicial à sobrevivência de empresas.

Cabe destacar que estar em consonância com a lei, representa, ainda, um diferencial competitivo para as organizações. Isso porque as empresas que não se adequarem em tempo hábil correrão o risco de perder contratos, parcerias, clientes e oportunidades de negócios.

Aqui, no Meta3Group, nos orgulhamos de possuir um setor 100% dedicado à LGPD, que trabalha incansavelmente para oferecer soluções de classe internacional sem deixar de lado o atendimento às demandas específicas das empresas nacionais.

Nosso time está empenhado em garantir a segurança digital dos negócios para que a relação entre empresa e clientes seja cada vez mais sólida e transparente.

Investir em segurança de dados é urgente, necessário e fundamental para a vitalidade de qualquer empresa, independentemente do porte ou segmento no qual está inserida.

Em um contexto em que dados e informações estratégicos passaram a valer ouro, prevenir continua sendo muito mais inteligente que remediar.

*Marcelo Farinha é diretor executivo de segurança e compliance do Meta3Group

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

A FÁBULA DO IMBECIL


“Dizem que, numa pequena cidade, um grupo de pessoas se divertia com o "imbecil" local, um pobre coitado, de "pouca inteligência", que vivia fazendo pequenas tarefas e pedindo esmolas.

Todos os dias, alguns homens chamavam o "estúpido" para o bar onde se encontravam e ofereciam-lhe para escolher entre duas moedas: uma grande, de menor valor, e a outra menor, valendo cinco vezes mais.

Ele levava sempre a maior e a menos valiosa, o que era uma risada para todos.

Um dia, alguém a assistir à diversão do grupo com o homem "inocente", chamou-o de lado e perguntou-lhe se ele ainda não tinha percebido que a moeda maior valia menos e ele respondeu:

"Eu sei, eu não sou tão estúpido. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia em que eu escolher a outra, o jogo termina e eu não vou mais ganhar moeda alguma."

Essa história podia terminar aqui, como uma piada simples, mas várias conclusões podemos tirar desta fábula:
  • A primeira: quem parece um idiota, nem sempre o é.
  • A segunda: quem foram os verdadeiros idiotas da história?
  • A terceira: ambição excessiva pode acabar com a fonte de rendimento.

Mas a conclusão mais interessante é:

1° - Podemos ficar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião sobre nós mesmos;

2° - O que importa não é o que os outros pensam de nós, mas o que cada um pensa de si mesmo;

3° - O verdadeiro homem inteligente é aquele que parece ser um idiota na frente de um idiota que parece ser inteligente!

Autor Desconhecido

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Conheça Histórias Inspiradoras de Pais que Empreendem com os Filhos

 


Dados do IBGE indicam que cerca de 90% das empresas no Brasil têm perfil familiar. Mais da metade do nosso PIB é gerado por essas companhias, que empregam 75% da mão de obra do país. Isso significa que, na hora de empreender, o brasileiro prefere estar ao lado daqueles em quem mais confia. Como poucas ligações são mais firmes do que aquelas estabelecidas entre pais e filhos, esta relação tem um papel essencial para movimentar a economia brasileira, afinal são muitos os casos de empresários que gerenciam os seus negócios em parceria com os herdeiros. Nesse Dia dos Pais, confira seis histórias inspiradoras que mostram como uma empresa pode ter sucesso quando pais e filhos compartilham sua gestão.

  1. Eric Lima e Natan Lima, rede Vazoli de crédito consignado

Depois da escola, as tardes de Natan aos 12 anos se resumiam a ir ao escritório e acompanhar o trabalho do seu pai, Eric Lima, cofundador da franquia de crédito Vazoli, para não ficar sozinho em casa. Observando os processos realizados na unidade, ele percebeu que ali nascia uma paixão pelo negócio da família.

Aos poucos, Natan começou a ajudar os funcionários com os arquivos e a digitalização dos documentos. Entre um aprendizado e outro, acabou passando por praticamente todas as áreas da empresa, sempre pensando primeiramente nos estudos. Até que, aos 17 anos, decidiu cursar Administração para contribuir ainda mais com o negócio. Atualmente, aos 20, ele já é gerente comercial das três unidades próprias da franqueadora.

“Desde que o Natan começou a assumir responsabilidades conosco, deixamos claro que ele não teria privilégios e seria um funcionário como todos os outros, com direitos e deveres. E assim, com determinação e amor, ele se destacou e se identificou com a área comercial. A nossa forte relação familiar se estendeu de casa para a empresa, permitindo que o Natan evolua como profissional em um local em que ele pode, um dia, assumir o cargo de diretor”, declara Eric.

Ainda segundo o executivo, o grande segredo para essa relação dar tão certo é seu sucessor se identificar com o negócio. “De nada adiantaria eu ter o sonho de ele herdar e tocar a companhia se essa também não fosse sua vontade. Nossos objetivos precisam estar alinhados”, finaliza o executivo.

“Minha dica para os pais que estão trabalhando com seus filhos é sempre manter uma rotina de conversas. Façam reuniões, troquem opiniões. Basta haver respeito, responsabilidade, maturidade e saber separar as coisas para evoluirmos e crescermos juntos”, declara Natan.

2. Jorge, Nathalia e Diego Cavalcante, franqueados Depyl Action

Quando Jorge Cavalcante e Graça abriram uma franquia de Depyl Action em 1999, seus filhos Nathalia (37) e Diego (33) ainda estavam indo para a adolescência e não pensavam muito em assumir a empresa dos pais. Com o passar dos anos, porém, foram vendo o que os pais construíram, se apaixonaram pelo negócio e desde 2011 estão à frente da unidade da rede em São Luís Maranhão.

“Desde o momento em que eu e meu irmão assumimos a empresa dos nossos pais, está sendo uma experiência que não pensávamos viver, mas temos o apoio de ambos. Eles nos passam ensinamentos que em nenhum outro lugar teríamos acesso”, afirma a primogênita.

Em 22 anos de história, a franquia de beleza da família Cavalcante nunca tinha enfrentado um período tão conturbado quanto a pandemia de COVID-19. Assim, Nathalia afirma que, para superar estes momentos ruins, foi necessária muita maturidade e, principalmente, o apoio da família.

A empresária ainda revela que Jorge nunca influenciou na decisão de seus filhos de assumir seu negócio. “Foi uma escolha natural. Com o passar dos anos, queríamos isso, pois entendemos quão significativa era a empresa para a família. Quando tiver filhos, irei passar exatamente esses ensinamentos a eles”, finaliza Nathalia.

3. Edson e Rodrygo Lisboa, franqueados da rede Mister Multas


O desejo de empreender sempre esteve presente na família Lisboa. Edson Wander, 52, já atuava no ramo empresarial com lojas de tintas para indústrias e prestava serviços de engenharia em obras de escolas estaduais. Seu filho, Rodrygo Juan, 21, compartilhava a vontade do pai de ser dono do próprio negócio.

Foi assim que, juntos, fundaram uma franquia da rede especializada em recursos de trânsito Mister Multas na cidade de Taubaté (SP), em maio de 2020. Edson Lisboa foi o responsável pela implementação da unidade e pela compra da estrutura física do local. Agora, Rodrygo é encarregado de dar continuidade à franquia, conquistando novos clientes e cuidando da parte financeira.

“O meu pai faz o acompanhamento dos indicadores da empresa e participa de reuniões de alinhamento, porém o foco total está comigo”, explica Rodrygo. Com pouco mais de um ano da implementação da franquia, pai e filho conseguiram estruturar um negócio de sucesso impulsionados pelo desejo de empreender.

4. João e Fábio Portella, franqueados da rede Ceopag/Ceofood

Depois de anos construindo uma poupança para usufruir na aposentadoria, João Portella, 61, resolveu que impulsionar a carreira dos filhos recém-formados seria construir, de fato, um verdadeiro negócio em família. Assim, desde 2007, ele atua como conselheiro e consultor na farmácia de manipulação que montou com a filha Sabrina, graduada em Farmácia. Além disso, ao lado de Fábio, formado em Administração, manteve uma loja de chocolates por 11 anos, e hoje eles são franqueados do aplicativo de delivery Ceofood e da fintech de meios eletrônicos e inteligentes de pagamento Ceopag.

“Uma relação familiar é mais forte do que com amigos, por exemplo. Por isso, trabalhar com meu pai é exercer a confiança extrema todos os dias. Costumo dizer que não temos problemas, pois problemas geralmente não têm solução. Quando há discordâncias, são situações a serem resolvidas. E entre nós elas sempre são”, declara Fabio.

João concorda com o filho e destaca que, apesar de serem da mesma família, as pessoas pensam e agem de forma diferente. Por isso, é necessário atuar sempre com respeito. “Resiliência, tolerância e saber que ninguém é dono da verdade são as diretrizes que guiam nosso dia a dia na administração dos negócios”, declara o empresário.

Como dica para outros empreendedores que trabalham com seus filhos, João aponta o diálogo. Fábio completa: tudo fica melhor com sinceridade.

5. Américo e Murilo Marques Rodrigues de Lima, franqueados da rede Tintas MC

Por muitos anos, Américo Marques, 60, foi engenheiro de manutenção da Tintas MC, principal varejista do setor de tintas no Brasil. Ao longo deste período, costumava levar o filho Murilo, agora com 28 anos e também formado em Engenharia Civil, em convenções e feiras da empresa.

Este convívio em família com a marca despertou em ambos o desejo de empreender. Atualmente Américo e Murilo comandam duas franquias criadas há um pouco menos de um ano e localizadas nos bairros de Pinheiros e Vila Leopoldina, em São Paulo. Com o sucesso da sociedade entre pai e filho, ambos caminham para a implementação de uma terceira loja na capital paulista.

“Eu fico mais envolvido na parte administrativa das franquias, enquanto meu pai comanda a parte operacional. A Tintas MC sempre esteve presente nas nossas vidas, e agora caminhamos para a nossa terceira loja da franqueadora, o que me deixa muito feliz e realizado”, afirma Murilo Marques.

6. Marcio e Thiago Gurgel, Loja do Mecânico

Márcio Gurgel começou a vender ferramentas de porta em porta na cidade de Franca (SP), para mecânicos e fazendeiros da região. Percebendo a demanda deste público, que relatava muita dificuldade em adquirir ferramentas específicas, passou a trabalhar com encomendas. A empresa foi crescendo e a família toda se envolveu no negócio.

“Tudo começou com a necessidade do meu pai em garantir o sustento da família, com o passar do tempo, o negócio virou também a paixão de nossa família”, conta Thiago Gurgel, cofundador da Loja do Mecânico.

A entrada de Thiago no negócio do pai aconteceu se deu naturalmente, aos 12 anos, atendendo os pedidos por telefone. Aos 15, ele passou a ficar mais à frente da parte de tecnologia e foi fundamental para a digitalização da empresa. Em 1998, com a popularização da internet, a Loja do Mecânico passou a atuar no digital e com o passar dos anos se tornou a principal referência de e-commerce no setor. Hoje, Thiago é cofundador e CTO e CPO, da Loja do Mecânico.

“É muito gratificante ver que nos tornamos o maior canal de vendas online do segmento de ferramentas do Brasil. Ver da onde tudo começou, de onde meu pai deu o pontapé inicial e pra onde caminhamos me dá muito orgulho, mais ainda por que estamos juntos em todo esse processo”, reforça o co-fundador da Loja do Mecânico.

Atualmente, a Loja do Mecânico é o maior e-commerce de venda de máquinas e ferramentas no Brasil. Com mais de 3,5 mi de clientes e mais de 200 mil vendas realizadas por mês e mais de 15 milhões de acessos mensais e 3 marcas próprias, a trajetória da varejista começa muito antes da sua entrada nos meios digitais. Da sua fundação até hoje a Loja do Mecânico aumentou consideravelmente a gama de produtos, disponibilizando equipamentos de grandes marcas, além de suas marcas próprias.

Copiado: https://canalexecutivoblog.wordpress.com/

terça-feira, 10 de agosto de 2021

40 Regras para Ensinar ao Seu Filho


Recebi esta publicação de um amigo no WhatsApp e vejo o quanto a gente ainda pode melhorar como pessoa, com pequenas mudanças no nosso dia-a-dia.

As Regras citadas abaixo, falam de um pai para um filho, mas podem ser aplicadas em todos os momentos da nossa vida.

Se fizermos a nossa parte, estes momentos de reconstrução podem se tornar maravilhosos, aonde cada um de nós pode fazer o seu melhor!

Seja o agente da mudança na sua vida! Faça diferente! Pense fora da Caixa!

Liberte a Curiosidade e a Criatividade que existe dentro de cada um de nós!

1. Nunca dê um aperto de mão sentado. (Respeito à pessoa que você está cumprimentando)

2. Não entre em uma piscina pelas escadas. (Demonstre coragem, não vá pela segurança)

3. O homem na churrasqueira é o que há de mais próximo de um rei. (Tenha Pleno controle da situação)

4. Em uma negociação, nunca faça a primeira oferta. (Saiba Ouvir)

5. Quando lhe for confiado um segredo, guarde-o. (Lealdade)

6. Mantenha seus heróis no padrão mais alto. (Tenha sempre um alvo, um modelo a ser seguido)

7. Devolva um carro emprestado com o tanque cheio de gasolina. (Agradecimento)

8. Aja com paixão ou não aja de jeito nenhum… (Dedicação total)

9. Tire suas próprias conclusões. ("Não seja um piolho" - Ande na sua cabeça e não na dos outros)

10. Ao dar um aperto de mãos segure firmemente e olhe nos olhos. (Confiança e seriedade)

11. Em todas as coisas conduza pelo exemplo, não pela explicação. (Faça o que eu faço e faça o que eu digo)

12. Se você precisa de música na praia, você não entendeu nada. (Enjoy the little things...)

13. Leve dois lenços. O do seu bolso de trás é para você. O do seu bolso do paletó é para ela. (Empatia sempre)

14. Você se casa com a mulher, você se casa com a família dela. (Convivência com todos, é fundamental)

15. Seja como um pato. Permaneça calmo na superfície e reme como um louco debaixo d’água. (Não demonstre que você está nervoso, aja naturalmente sempre)

16. Experimente a serenidade de viajar sozinho. (Encontre os seus pensamentos)

17. Nunca tenha medo de conversar com a garota mais bonita da sala. (Auto-confiança acima de tudo)

18. Respeite as mulheres. (RESPEITO!!!)

19. Entenda a diferença entre o bem e o mal e esteja sempre ao lado do bem. (Consciência existe, treine ela)

20. Tente escrever um elogio a você mesmo. Nunca pare de revisa-lo. (Amor próprio acima de tudo)

21. Agradeça a um policial. (Respeito pelas autoridades e pelo seu trabalho)

22. Ajude o garoto novo a se enturmar. (Empatia)

23. Depois de escrever um e-mail com raiva, leia com atenção. Em seguida, exclua-o. (Fique Irado, mas não deixe isso afetar à outros)

24. Peça para sua mãe brincar. Ela não vai deixar você ganhar. (Seja realista, aceite suas dificuldades e aprenda com elas)

25. As maneiras fazem o homem. (Desenvolva bons hábitos)

26. Dê crédito. Assuma a culpa. (Seja HONESTO)

27. Levante-se contra os valentões. Proteja aqueles intimidados. (Cuide dos outros)

28. Anote seus sonhos. (Estabeleça Metas)

29. Tire um tempo para aconchegar seus animais de estimação, eles te amam muito e estão sempre felizes em vê-lo.

30. Seja confiante e humilde ao mesmo tempo. (Equilibrio)

31. Se alguma vez estiver em dúvida, lembre-se de quem você é filho e se recuse a ser apenas comum. (Seja sempre mais, nunca abandonando sua raiz)

32. Reze toda a noite. (Há sempre UM acima de todos nós)

33. Peça licença ao sair da mesa. (Respeito e cordialidade Sempre)

34. Peça licença ao entrar em casa.

35. Ande do lado de fora da calçada, a mulher e a criança ficam do lado de dentro. (Preocupação e cuidado com o Próximo)

36. Sente e fique atento onde ficam as saídas de emergência. (Prudência, nunca é demais)

37. Não demonstre raiva nem tente se impor com gritos. (Auto-controle)

38. Seja reservado. (Ninguém precisa saber o que você pensa)

39. Música alta é falta de respeito em qualquer ocasião.

40. Ao usar qualquer coisa, devolva exatamente como pegou, e sempre mais limpa do que estava. (Gentileza e Gratidão) 

Coipiado:https://www.linkedin.com/pulse/40-regras-para-ensinar-ao-seu-filho-samir-s%C3%A9rgio-canton-junior

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Chefe Já Te Fez Chorar? Conheça os 5 Tipos de Líderes ‘Tóxicos’ Para a Equipe

 


Uma palavra dita na hora errada, na frente a toda a equipe, cobranças até de madrugada, resultados nunca satisfatórios, enfim, situações de estresse que acabam em desmotivação, fazem a pessoa chorar de raiva e até pedir demissão. Para o consultor em recursos humanos de Campinas (SP) e região Josué Bressane Júnior, líderes que praticam essas ações podem ser definidos como “tóxicos” e há cinco tipos deles espalhados pelo universo corporativo.

Esses chefes contagiam negativamente quem está em volta, podem traumatizar o empregado e comprometer os resultados da empresa. São capazes de desestabilizar uma equipe, aumentando a rotatividade de funcionários, e, cedo ou tarde, acabam sendo desligados ou transferidos da companhia, segundo o especialista.

“O mais importante é responder a seguinte pergunta: Você gosta de gente? Gosta de liderar pessoas? Se você não gosta, não tem que ser um gestor”, afirma Bressane. Confira exemplos e dicas nos vídeos ao longo da reportagem.

Pressão fez gerente chorar
Aos 39 anos de idade, e 10 como gerente de banco em Campinas, Paulo Guedes já passou por diversas situações que o fizeram mudar a forma de encarar os chefes. Ele define como a mais marcante quando foi exposto pelo líder diante dos colegas sob forte pressão.

“Adulto, casado, com filho em casa e um chefe me fazer chorar… Fui exposto ao ridículo”, lembra. 
As posturas inadequadas para os gestores acontecem, na maioria, com líderes homens, segundo Bressane. Para buscar novas formas de gestão, o setor de recursos humanos da empresa pode ajudar com trabalho de feedback e consultoria.

“Talvez a grande causa seja a falta de preparação dessas pessoas para assumir posições de liderança num curto prazo”, afirma.


1º tipo: Chefe pit bull
Líderes com esse perfil têm o hábito de intimidar e humilhar publicamente a equipe, segundo Bressane, e os colaboradores têm dificuldade de se aproximar do gestor. Foi um desses que protagonizou o trauma vivido pelo gerente de Campinas.

“É um tipo bastante comum nas organizações. É quase um bullying o que essa pessoa sofre dentro da organização”, afirma o consultor.

2º tipo: Chefe detalhista
Bressane destaca o chefe extremamente detalhista, que cobra resultados iguais aos que ele faria. Ele acaba rejeitando o trabalho feito pelos funcionários porque, afinal, cada um tem um jeito de fazer o que foi pedido.

“Ele pede para alguém fazer alguma coisa. (…) Ele recebe aquele material todo e não era a forma como ele exatamente o faria”, explica.

O gerente Guedes também enfrentou um gestor com esse perfil ao longo da carreira. Entre os problemas, para ele, está a falta de reconhecimento pela experiência do colaborador.

“Tem que seguir a cartilha. ‘Esquece tudo isso porque eu tenho experiência’. Ah, mas e se eu… ‘Não, isso você guarda pra você’”, exemplifica o gerente.

3º tipo: Chefe dos números
O chefe dos números é aquele mais preocupado com análise de números do que com pessoas, segundo o consultor. Eles se fecham em salas, pedem relatórios, solicitam mudanças, mas não costumam explicar para o colaborador o objetivo de tantos levantamentos.

“Ele se esquece de dividir com as pessoas que prepararam aqueles números qual análise foi feita e como ela foi feita”, alerta.

4º tipo: Chefe de divisão
Um gestor com esse perfil tem preferências declaradas na equipe, seja para chamar pra almoçar junto ou dar uma promoção. Para o consultor em RH, os demais colaboradores podem se sentir excluídos.

“Todo gestor, naturalmente, numa equipe tem mais ou menos afinidade com algum tipo de subordinado, é natural. O que ele não pode é criar formas de discriminação”, explica o especialista.


5º tipo: Chefe viciado por trabalho
Esse é o líder “workaholic”, que não desliga nunca e espera que seus subordinados não desliguem também. É o mais comum atualmente, segundo Bressane.

Ele não só faz cobranças fora do horário de expediente, como espera que o funcionário o responda na hora e, se isso não acontecer, cobra no dia seguinte.

“Ele tem por crença e por característica achar que trabalhar fora do horário de trabalho é o que determina o bom do mau empregado”, afirma.

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