sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Gestão de Pessoas: Como Gerenciar um Time de Alta Performance

 


Uma empresa forte no mercado, se tratando de gestão de pessoas, é aquela que possui colaboradores empenhados e comprometidos com os seus valores e propósitos.  

Contudo, infelizmente muitas organizações possuem problemas em gerir funcionários, isso se dá devido ao clima organizacional criado pelos líderes. Mas nem tudo está perdido. Isso pode ser mudado e a sua empresa pode tornar-se referência em gestão de pessoas!  

Com certeza o papel de um líder (independente do cargo) é direcionar e orientar seus liderados pela sua jornada de trabalho e, com isso, proporcionar uma experiência que agregue valor na carreira profissional. 

E por que a gestão de pessoas de uma empresa é tão importante?

Ter uma gestão eficiente impacta diretamente no rendimento e produtividade dos colaboradores, no planejamento estratégico, na execução de metas estabelecidas e, por fim, na imagem externa que a empresa possui.  

Dessa forma, colaboradores engajados e felizes com o ambiente de trabalho, fazem com que sejam promotores de sua empresa. Isso quer dizer que é necessário investir constantemente para treinar essas pessoas, motivá-las e deixa-las realizadas com a profissão. 

Para gerir pessoas em uma organização é preciso proporcionar as frentes de cinco principais pilares:  

  • Motivação; 
  • Comunicação; 
  • Trabalho em equipe; 
  • Habilidades e competências; 
  • Capacitação e crescimento. 

Vou te apresentar cada um deles para que você consiga entender de que forma deve liderar seus colaboradores.  

Motivação

A motivação é um dos pilares mais importantes que guiarão as outras quatro frentes. Ter um colaborador engajado significa sucesso e comprometimento na execução de atividades e processos.  

Para isso, é necessário entender o perfil de cada colaborador e descobrir qual o seu principal motivador. Seja o retorno financeiro (salários + benefícios), seja os princípios pessoais compatíveis com o propósito da organização, ou o crescimento pessoal e profissional adquirido em um plano de carreira concretizado, a gestão precisa conhecer esse motivador.  

O ideal é mapear todos os colaboradores, desde o processo seletivo, e estudar de que forma é possível motivá-los. Assim, a empresa terá pessoas comprometidas e determinadas em alcançar as metas e objetivos do negócio. 

Comunicação

Em uma empresa não é aconselhável que existam barreiras hierárquicas para a comunicação entre colaboradores e gestores. A comunicação é um pilar extremamente importante para que as atividades possam fluir dentro da companhia e, por isso, precisa ser encorajada. 

Nesse ponto, a transparência no diálogo faz com que o trabalho aconteça em conjunto e com as melhores entregas possíveis. Assim, softwares e/ou ferramentas para comunicação interna podem e devem ser adotados, pois, agilizam nas respostas e tomadas de decisão.  

Trabalho em equipe

Os dois pilares anteriores vão impactar diretamente no trabalho em equipe. Portanto, independente do modelo de negócios, as pessoas sempre devem trabalhar em equipe dentro de squads, setores, diretorias, grupos e times.  

Por isso, é necessário ter o controle de atividades e processos que estão sendo executados, bem como o rendimento e eficiência que as equipes estão tendo. Como resultado, ter um rendimento baixo, é um alerta de que algo pode estar acontecendo, seja a dificuldade no processo ou com as pessoas.  

Dessa forma, é necessário acompanhar e investigar possíveis problemas dentro da organização. O eNPS é um indicador de satisfação interna que pode ser aplicado aos colaboradores para recolher feedbacks. (Use nossa planilha baixável de eNPS para sua empresa).  

As sugestões sempre devem ser levadas em consideração, pois são elas que vão guiar o que é necessário para exercer uma liderança saudável. 


Por fim, não se esqueça de que a gestão é de PESSOAS, e assim como todas as pessoas, os colaboradores precisam de momentos de diversão fora do trabalho. Se possível, faça parte desses momentos!  

Habilidades e competências

Atualmente têm-se falado muito em Soft Skills (habilidades técnicas) e Hard Skills (habilidades comportamentais). Os termos são utilizados por empresas multinacionais e requerem que os colaboradores tenham competências e habilidades específicas que agreguem no trabalho cotidiano.  

Dessa forma, ao iniciar a contratação de pessoas e/ou a realização de processos seletivos, avalie os candidatos de forma rigorosa para contratar aquele que mais se adequem ao cargo oferecido.  

E já que o mercado cresce e evolui rapidamente, é importante construir um ambiente de busca rotineira por conhecimentos novos. Com isso,  inovação e mudança não deve ser um medo para a empresa e sim, uma oportunidade!  

Capacitação e crescimento

Proporcionar aos colaboradores o crescimento pessoal e profissional é uma vantagem competitiva frente ao mercado. Uma vez que, ter colaboradores buscando por inovação é uma chance de alavancar modelos de negócio.  

Sendo assim, reserve um cash mensal para investir em treinamentos e cursos pois, de alguma forma, esse investimento trará de retorno na eficiência e entregas do trabalho. 

Fazer avaliações de desempenho é uma ótima oportunidade de identificar quais os melhores cursos e treinamentos seus colaboradores precisam. Mas não se esqueça dos outros pilares, perguntar também é uma forma de identificar o que querem.  

Por fim, o crescimento pessoal também é importante! Invista em autoconhecimento. Os colaboradores precisam estar bem consigo mesmo para trabalhar. Mostrar essa preocupação com eles demonstra a preocupação da gestão.  

Como fazer uma boa gestão de pessoas durante a pandemia?

Nos últimos meses, muitas empresas tiverem que adaptar o seu modelo de negócios por conta do COVID-19. A pandemia é um problema de saúde que afetou diversas organizações, tanto na gestão quanto financeiramente.  

A falta de contato com os colaboradores é um fator que influencia para o desengajamento dos mesmos e por isso, medidas podem e devem ser tomadas para que não vire um empecilho no trabalho. Novas formas de motivação foram criadas e a tecnologia está ao seu dispor para ajudar a controlar isso. Abaixo tem algumas dicas:  

  • Utilize ferramentas de vídeo chamada para as reuniões; 
  • Faça festas e comemorações online;  
  • Brindes e presentes podem ser entregues sem contato físico;  
  • Inove nos meios de comunicação;  
  • Aproveite para testar e prototipar ideias;  
  • Crie oportunidades de desenvolvimento pessoal;  
  • Não se esqueça de continuar capacitando e desenvolvendo habilidades;  
  • Construa e reorganize setores/equipes internas na empresa; 

Conclusão

De qualquer forma, o momento que estamos vivendo precisa de adaptação. Portanto, se tiver dificuldades com isso, pode entrar em contato conosco que te ajudamos, mas não tenha medo de tirar ideias do papel.  


Os colaboradores são a chave de sucesso para a sua empresa, com uma boa liderança pautada nos pilares apresentados de gestão de pessoas, será possível desenvolver equipes excelentes e de alta performance.  

Uma das melhores frases que representa o significado de gerir pessoas dentro de uma organização foi dita pela Luiza Helena Trajano, fundadora da Magazine Luiza, em uma palestra: 

“Líder é aquele que leva as pessoas o mais longe do que elas acreditam que possam ir”.  

As empresas precisam de líderes que façam seus colaboradores irem o mais longe que puderem, isso é pensar nas pessoas de forma estratégica. Pois são elas que guiarão o operacional responsável por levar a organização aos melhores patamares de mercado. 

Por: Thiago Vicente - https://www.dinamicaej.com.br/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Saiba Quem são as Pessoas que Trabalham para a Administração Pública


 Nesta segunda-feira, 16, boa parte dos municípios brasileiros acordou com novos prefeitos e vereadores. Eles foram eleitos no último domingo, em um dos pleitos mais concorridos da história. Contudo, os eleitores de 57 cidades – entre as quais 18 são capitais – irão novamente às urnas para definir seus chefes do Executivo no segundo turno. 

Com a mudança de prefeitos e representantes no legislativo, surge também a promessa de novas vagas no serviço público, que poderão ser preenchidas por meio de concursos públicos.

Quem deseja fazer carreira nessa área precisa saber, contudo, que há outras formas de entrar nesse segmento sem, necessariamente, fazer uma prova. Afinal, poucas pessoas sabem qual é a diferença entre agente político, agente público, servidor público e empregado público.

Ele ensina que agente público é o gênero e, para isso, ele menciona o artigo 2º da Lei de Improbidade Administrativa, que é a Lei n.º 8.429, de 1992: “Agente público, para os efeitos desta lei, é todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas no artigo anterior.”

Para ajudar os profissionais e estudantes de Administração a esclarecer essas diferenças, o Conselho Federal de Administração (CFA) foi atrás de quem entende do assunto. Segundo o administrador, analista de Gestão Pública do Ministério Público da União (MPU) e professor de Administração Geral e Pública de Gestão de Pessoas do GranCursos Online, Renato Lacerda, em geral as pessoas tendem a confundir muito os termos. “Elas consideram que estes sejam termos sinônimos, mas é importante ressaltar que não são”, explica o servidor público federal.

Renato Lacerda é administrador, servidor público federal e professor.

“Portanto, como podemos perceber, o conceito de agente público abrange, inclusive, particulares que atuam em nome da administração pública. Ou, ainda, por exemplo, dos mesários que trabalharam no processo eleitoral. Ainda que eles não recebam, eles são considerados agentes público”, explica Renato.

Espécies de agentes públicos

Agente público é o gênero e abarca várias espécies. 

Uma delas é a do Servidor Público. 

  • “Ele é um agente administrativo que ocupa um cargo efetivo. Este cargo é aquele em que a pessoa é aprovada por meio de concurso público, que pode ser de provas ou provas e títulos. Ou, ainda, o ocupante de cargo em comissão, que é de livre nomeação e exoneração. Eles são regidos por estatutos. Em âmbito federal, por exemplo, o estatuto do servidor civil é a Lei n.º 8.112, de 1990. Estes servidores, além de serem agentes administrativos, são sempre remunerados. No caso dos concursados, estes gozam de estabilidade após um período e passam por estágio probatório”, explica.

Outra espécie é o Funcionário Público. 

De acordo com Renato, este é um termo em desuso. 

  • “Ele equivale ao Agente Público, só que não é mais usual. As novas leis não assim tratam. Ele figura hoje, somente, no Código Penal, porque é muito antigo, data de 1940”, orienta.

Tem, ainda, o Empregado Público. 

Esta espécie de agente público não é regida por um estatuto e, sim, pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e ocupa, portanto, um emprego público. Renato diz que, em geral, esses empregados integram os quadros das estatais, que são entidade da administração indireta – empresas públicas e sociedades de economia mista. “Eles também fazem concurso público, mas eles não gozam de estabilidade, ainda que a sua demissão seja precedida de procedimento administrativo próprio com certas garantias”, comenta, ressaltando outras diferenças. “Ao contrário dos estatutários, os empregados públicos fazem jus a seguro desemprego, FGTS e demais garantias constitucionais que são atribuídas aos trabalhadores em geral do regime celetista”, explica.


Por fim, o Agente Político é aquele investido em cargo público por meio de eleição, nomeação ou designação. Renato conta que a competência dele vem da própria Constituição. 

Quem são exemplos disso? 

  • “Os chefes do Poder Executivo em geral, os membros do Poder Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público, dos Tribunais de Contas, os ministros de Estado e os secretários das unidades da federação. É importante dizer que eles não se sujeitam ao processo administrativo disciplinar que é próprio dos servidores públicos estatutários, pois eles têm regime próprio de responsabilização”, responde o professor.

Há, ainda, os Agentes Delegados, que são particulares que têm a responsabilidade de exercer uma atividade específica. 

  • É o caso de empresas contratadas para fazerem, por exemplo, uma obra. Já os agentes honoríficos são profissionais não contratados pela administração públicas, mas exercem, temporariamente, uma função para o Estado. É o caso dos mesários, de membros do tribunal do júri, entre outros. A outra espécie de agente público é a do agente credenciado. Eles são pessoas que representam o Estado em alguma circunstância.

Copiado: https://cfa.org.br/

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Planejamento Previdenciário nos dias atuais após a reforma.

 

O sistema previdenciário mostra-se bastante burocrático e complexo, com as alterações recorrentes na legislação e com a reforma da previdência que ocorreu com a Emenda Constitucional 103/2019, que por vezes ficam difíceis de acompanhar.

Surge então uma solução prática, que pode trazer muitas vantagens tanto para o empresário quanto ao segurado, que é o planejamento previdenciário.

Nesta seara este artigo tem o condão de explanar o planejamento previdenciário, além elencar as principais vantagens para sua empresa.

O intuito de uma assessoria previdenciária é possibilitar um planejamento em suas atividades, com o objetivo de programar uma rotatividade laborativa.

Com a pandemia que pegou maioria dos empresários de surpresa, e também com a reforma previdenciário, torna-se imprescindível um planejamento previdenciário na sua empresa, tanto, na parte da incidência de contribuição quanto aos benefícios concedidos para seus empregados.

Assim, os serviços de apoio administrativo o e judiciais no departamento de pessoal e assessoria a pessoas físicas e jurídicas toma-se cada vez mais importantes, sendo que a reforma previdência acarretou grandes modificações.

A assessoria Previdenciária engloba todo o respaldo de dúvidas e orientações necessárias, levando em consideração aspectos que envolvam contribuições previdenciárias, bem como preenchimento correto das GFIPs (Guia do fundo de garantia e informações á previdência Social). 

Através deste suporte a empresa terá controle mensal das contribuições vertidas aos seus funcionários, podendo evitar futuros transtornos, ainda contara com análise individual dos gestores e diretores, evitando com isso uma economia.

Nesse aspecto, existem alguns erros e contradições que impactam negativamente o montante que será a base de cálculo da aposentadoria, como por exemplo:

  • Recolhimentos desnecessários que acabam se tornando investimentos perdidos;
  • Contribuições abaixo do valor obrigatório, que não são consideradas no cálculo do benefício de aposentadoria;
  • Uso de código errado para registrar os recolhimentos;

Períodos com contribuição normal, mas sem o respectivo registro formal.

Podemos dizer que, além de demonstrar claramente a situação passada, presente e futura de cada contribuinte, o planejamento empresarial acaba sendo uma medida preventiva para minimizar erros.

Com o planejamento empresarial, aquele sócio já aposentado que tem o desconto obrigatório pelo INSS, poderá ter sua redução mensal.

Ademais, podemos dizer que quando existir contribuições com valor acima do teto da Previdência Social ou mais de uma contribuição, com um planejamento poderá ser solicitado a restituição de valores que foram pagos.

A Lei 8.212/91, que regula o custeio da Previdência Social, estabelece em seu art. 28, §5º, o valor máximo para salário de benefício. Consequentemente, fixa um valor limite para as contribuições previdenciárias mensais, devidas somente até esse limite máximo. Atualmente R$ R$ 6.101,06.
 
Caso a soma das remunerações ultrapasse o limite estabelecido para o teto dos salários de contribuição, sobre o valor que ultrapassar esse limite não incide contribuição previdenciária. Sendo indevido o pagamento em excesso feito sobre tais quantias.
 
Embora esse seja um direito incontestável do contribuinte, a prática nos revela que os órgãos públicos, especialmente a Receita Federal, que analisará o pedido de restituição nestes casos, nem sempre acatam os requerimentos Administrativamente, fazendo-se necessária a intervenção do Judiciário para garantir o direito ao contribuinte.

Outra situação que demanda atenção e planejamento previdenciário é a aposentadoria especial. Além de atuar em uma função que garanta esse direito, o trabalhador deve assegurar que possui a documentação exigida pelo INSS para comprovar a excepcionalidade do caso e obter o direito em menos tempo.

Os documentos necessários para fazer um planejamento previdenciário?

  • RG, CPF e comprovante de residência; 
  • CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social); 
  • Extrato previdenciário do CNIS – através do site do Meu INSS, o trabalhador consegue emitir pela Internet um extrato com todos os vínculos trabalhistas e previdenciários que constam no seu Cadastro Nacional de Informações Sociais; 
  • Carnês de recolhimento de contribuição previdenciária(GPS – Guia da Previdência Social); 
  • Documentos que comprovem o trabalho em atividades prejudiciais à saúde caso necessário;

Se você for um empresário, serão necessárias a GFIP (Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social) da(s) empresa(s) e o seu IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física), os quais podem comprovar sua atividade na condição de empresário;

Outros documentos que possam comprovar a existência de trabalho remunerado.Após fazer o levantamento dos dados e o cruzamento com os valores, encontraremos as opções de aposentadorias que poderão ser adotadas para o caso específico.

Deste modo, possibilita ao empresário e ao segurado ter uma visão clara das vantagens e desvantagens de cada uma das opções.

Com perspectivas de alterações no sistema previdenciário, em decorrência da Reforma. O Planejamento Previdenciário é uma medida preventiva, minimiza erros concessão de benefícios e no valor.
 

Por: Silbene de Santana Silva - https://www.olhardireto.com.br/

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Com prefeitos eleitos, população quer saber: quem será o Secretário de Administração?

 


Prefeitos de todas as cidades, eleitos nas últimas semanas, já estão articulando a formação da sua equipe de gestão.

O QUE MAIS INTRIGA OS PROFISSIONAIS DE GESTÃO É A DÚVIDA SOBRE “QUEM SERÁ O SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO?”.

A pergunta é uma das difíceis de ser respondida, mesmo porque a visão de muitos políticos é de não reconhecer a importância do profissional de Administração. Na foto principal, a sede do CFA, o Conselho Federal de Administração, autarquia federal que regulamenta e fiscaliza a atuação dos administradores e tecnólogos nas áreas da Administração.

Geralmente, os políticos, prefeitos, governador e presidentes de câmaras municipais acabam nomeando aliados políticos sem nenhuma formação para comandar a gestão das prefeituras, governos e câmaras municipais. Raramente essa receita da amizade e parceria dá certo.

CABIDE DE EMPREGO POLÍTICO É O PRINCIPAL FATOR QUE FAZ A GESTÃO PÚBLICA AFUNDAR!

O recomendado é que os eleitos possam nomear profissionais de administração para ocupar os cargos estratégicos da gestão pública e priorizem uma administração de qualidade, de resultados e com foco no desenvolvimento.


Prefeitura de Fortaleza adiou o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário dos servidores devido a “imprevistos financeiros”

São poucas as capitais que possuem administradores no comando das secretarias de administração ou de gestão. Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, tem um administrador como Secretário de Gestão, por exemplo.

O que precisa ficar bem claro para os prefeitos, é que um administrador só está apto a desenvolver suas habilidades de gestão se ele tiver o registro profissional no conselho de classe, assim como o médico precisa ter o CRM, o advogado ter a OAB, o corretor de imóveis ter o CRECI, o engenheiro ter o CREA, entre outras profissões regulamentadas.

Um dos grandes desafios do mercado brasileiro é fazer com que os administradores tenham a devida qualificação para assumir uma secretaria municipal, ainda mais em período de pandemia onde as contas públicas e a administração como um todo podem estar a beira de um colapso.

Outro desafio que parece não ser favorável à população é a visão dos tribunais de contas nos Estados. Não há indicadores de que os TCEs pressionem os prefeitos para implantarem uma eficiência administrativa com a contratação e alocação de mão de obra especializada.

Em algumas regiões, a cobrança é feita apenas com resultados, mas não há a pressão para que prefeitos coloquem nos cargos pessoas estratégicas e com formação adequada.

Prefeitura do Rio de Janeiro não tem dinheiro para o décimo terceiro salário dos servidores públicos. Situação é delicada e caos na gestão pública está em todas as secretarias

Nos grupos de WhatsApp, há muitos comparativos bastante populares para mostrar na prática que “administrar é para profissional de administração”. Uma das mensagens diz que “não se contrata um médico para desenhar a planta de uma casa”, ou que “não se contrata um engenheiro para defender um cliente no tribunal de justiça”, ou seja, cada profissional da sua área. Então, porque colocar médicos para cuidar da gestão da saúde? porque colocar advogados para administrar? engenheiro para planejar equipes?

São reflexões como essas que os prefeitos precisam se atentar. Prefeito que não nomear técnicos nas áreas da gestão e preferir colocar “apadrinhados políticos”, terão inúmeros problemas com implicações na justiça, lei de responsabilidade fiscal, tribunal de contas da união, controladoria geral da união, adquirir recursos federais e não conseguir prestar contas, contratação de mão de obra errada sem resultados benéficos para a população, e ampliação da dívida pública levando o município à falência.

OUTRO PROBLEMA QUE OS PREFEITOS ENCONTRAM COM ERROS DE GESTÃO É O FRACASSO NA REELEIÇÃO E DIFICULDADES DE FAZER UM SUCESSOR POLÍTICO.

Prefeitos precisam se reunir com os profissionais de administração e com os conselhos regionais de administração, e traçar uma estratégia em conjunto para salvar a gestão pública.

FICA A DICA DO PORTAL DF INFORMA AOS NOVOS PREFEITOS DO BRASIL.

Copiado:  https://dfinforma.com.br/