sexta-feira, 23 de outubro de 2015

CERTIFICAÇÃO DIGITAL... O que é isso ?

Na prática, o certificado digital ICP-Brasil funciona como uma identidade virtual que permite a identificação segura e inequívoca do autor de uma mensagem ou transação feita em meios eletrônicos, como a web. Esse documento eletrônico é gerado e assinado por uma terceira parte confiável, ou seja, uma Autoridade Certificadora - AC que, seguindo regras estabelecidas pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil, associa uma entidade (pessoa, processo, servidor) a um par de chaves criptográficas. Os certificados contém os dados de seu titular conforme detalhado na Política de Segurança de cada Autoridade Certificadora.
Como a assinatura realizada em papel, trata-se de um mecanismo que identifica o remetente de determinada mensagem eletrônica. No âmbito da ICP-Brasil, a assinatura digital possui autenticidade, integridade, confiabilidade e o não-repúdio - seu autor não poderá, por forças tecnológicas e legais, negar que seja o responsável por seu conteúdo.  A assinatura digital fica de tal modo vinculada ao documento eletrônico que, caso seja feita qualquer alteração no documento, a assinatura se torna inválida. A técnica permite não só verificar a autoria do documento, como estabelece também uma “imutabilidade lógica” de seu conteúdo, pois qualquer alteração do documento, como por exemplo a inserção de mais um espaço entre duas palavras, invalida a assinatura.
Não. A assinatura digitalizada é a reprodução da assinatura de próprio punho como imagem, o que não garante a autoria e integridade do documento eletrônico. Neste caso, não existe associação inequívoca entre o assinante e o texto digitalizado, uma vez que ela pode ser facilmente copiada e inserida em outro documento.
Não. O documento digitalizado não é legalmente presumido autêntico, pois o documento original pode ter sofrido alterações anteriores ao processo de digitalização. Esclarecendo melhor, uma vez digitalizado o documento e certificado no âmbito da cadeia da ICP-Brasil, este não poderá mais sofrer alterações, todavia o documento original, antes da sua digitalização, pode ter sofrido alterações. Assim sendo, em caso de questionamento quanto a integridade e autenticidade do conteúdo posto no documento digitalizado, o interessado só poderá fazer prova destes atributos com a exibição do documento original. Desta forma, não é recomendável a eliminação dos documentos originais.
O art. 223, caput, do Cód. Civil é bastante esclarecedor neste tocante, vejamos o que ele determina: “Art.223- A cópia fotográfica de documento, conferido por tabelião de notas, valerá como prova de declaração de vontade, mas, impugnada sua autenticidade, deverá ser exibido o original.” Analisando o artigo sob comento, chegaremos a conclusão, se um documento fotografado e conferido por tabelião de notas pode sofrer impugnações acerca da sua autenticidade, analogicamente, documentos que sofreram digitalização também pode ser objeto de impugnações, pois apenas o original faz prova concreta da sua autenticidade.
Portanto, é importante assinalarmos que a presunção de integridade e autenticidade, extraída do art.10 da Medida Provisória de nº2.200-2, de 24/08/2001, diz respeito a documentos produzidos eletronicamente e assinados digitalmente com certificados emitidos no âmbito da ICP-Brasil.
Vale dizer, a assinatura eletrônica vinculada a um certificado emitido no âmbito da ICP-Brasil conduz à presunção de autenticidade do documento subscrito, certo que é, como afirma Humberto Theodoro Júnior, em Comentários ao Novo Código Civil. Volume III. Tomo II. Rio de Janeiro: Forense, 2003, p. 48, que o “Código não subordina a validade do instrumento particular a que a firma do signatário seja reconhecido por tabelião ou qualquer oficial público. O que lhe dá autenticidade é a própria assinatura, ou seja, a escrita do nome do declarante, feita pessoalmente (de forma autógrafa)”.
Criptografia (do grego kryptós, "escondido", e gráphein, "escrita") é uma forma sistemática utilizada para esconder a informação na forma de um texto ou mensagem incompreensível. Essa codificação é executada por um programa de computador que realiza um conjunto de operações matemáticas, inserindo uma chave secreta na mensagem. O emissor do documento envia o texto cifrado, que será reprocessado pelo receptor, transformando-o, novamente, em texto legível, igual ao emitido, desde que tenha a chave correta.
Existem dois tipos de criptografia: simétrica e assimétrica. A criptografia simétrica é baseada em algoritmos que dependem de uma mesma chave, denominada chave secreta, que é usada tanto no processo de cifrar quanto no de decifrar o texto. Para a garantia da integridade da informação transmitida é imprescindível que apenas o emissor e o receptor conheçam a chave. O problema da criptografia simétrica é a necessidade de compartilhar a chave secreta com todos que precisam ler a mensagem, possibilitando a alteração do documento por qualquer das partes. A criptografia assimétrica utiliza um par de chaves diferentes entre si, que se relacionam matematicamente por meio de um algoritmo, de forma que o texto cifrado por uma chave, apenas seja decifrado pela outra do mesmo par. As duas chaves envolvidas na criptografia assimétrica são denominadas chave pública e chave privada. A chave pública pode ser conhecida pelo público em geral, enquanto que a chave privada somente deve ser de conhecimento de seu titular.
As principais informações que constam em um certificado digital são: chave pública do titular; nome e endereço de e-mail; período de validade do certificado; nome da Autoridade Certificadora - AC que emitiu o certificado; número de série do certificado digital; assinatura digital da AC.
Da mesma forma que uma pessoa física pode solicitar sua identidade digital, as empresas interessadas com um CNPJ válido podem solicitar também. Maiores informações sobre este procedimento podem ser encontradas no documento DOC-ICP-05, vinculado à Resolução nº 42 da legislação da ICP-Brasil.
Sim. Qualquer pessoa pode solicitar às Autoridades Certificadoras um Certificado Digital.
Sim, é possível um estrangeiro ter certificado digital da ICP-Brasil, mesmo sem CPF. Só que o certificado deverá ser emitido por AC que não seja vinculada à cadeia da AC SRF. Em outras palavras, ele não poderá obter certificados do tipo e-CPF, pois o processo de emissão desse tipo de certificado obriga a AR a fazer uma validação na base de dados da Receita Federal.
É preciso apresentar, como identidade, o original do passaporte e demais documentos previstos na Resolução 42 da ICP-Brasil, item 3.1.9.1.
A diferença é que na certificação digital da pessoa física o responsável pelo certificado é a própria pessoa e na certificação digital da pessoa jurídica o titular é a empresa e esta tem uma pessoa física responsável pelo uso do certificado.
São muitas as possibilidades de aplicações da assinatura digital, dentre elas encontram-se as seguintes: - comércio eletrônico; - processos judiciais e administrativos em meio eletrônico; - facilitar a iniciativa popular na apresentação de projetos de lei, uma vez que os cidadãos poderão assinar digitalmente sua adesão às propostas; - assinatura da declaração de renda e outros serviços prestados pela Secretaria da Receita Federal; - obtenção e envio de documentos cartorários; - transações seguras entre instituições financeiras, como já vem ocorrendo desde abril de 2002, com a implantação do Sistema de Pagamentos Brasileiro - SPB; - Diário Oficial Eletrônico; - identificação de sítios na rede mundial de computadores, para que se tenha certeza de que se está acessando o endereço realmente desejado; etc.
Agilidade, redução de custos e segurança. São essas as principais vantagens da certificação digital. A certificação digital hoje permite que processos que tinham que ser realizados pessoalmente ou por meio de inúmeros documentos em papel, possam ser feitos totalmente por via eletrônica. Com isso os processos tornam-se menos burocráticos, mais rápidos e por conseguinte, mais baratos. A certificação digital garante autenticidade e integridade. O documento com assinatura digital ICP-Brasil tem a validade de um documento em papel assinado manualmente.
Essa tecnologia traz segurança tanto para a Administração como para o cidadão. Além disso, pode ser uma ferramenta importante para a melhoria da gestão, para a desburocratização e para dar agilidade do atendimento do público. O caso doProUni é exemplar. Com ele o Ministério da Educação tornou eletrônico todo o processo de solicitação de bolsas, bem como a comunicação e os trâmites entre o Ministério e as Faculdades integrantes do projeto.
A assinatura digital não torna o documento eletrônico sigiloso, pois ele em si não é criptografado. O sigilo do documento eletrônico poderá ser resguardado mediante a cifragem da mensagem com a chave pública do destinatário, pois somente com o emprego de sua chave privada o documento poderá ser decifrado. Já a integridade e a comprovação da autoria são características primeiras do uso da certificação digital para assinar.
Uma questão interessante e bastante importante dentro da ICP-Brasil, é justamente a interoperabilidade. Um sistema deve funcionar com qualquer certificado da ICP-Brasil, não importa quem o tenha emitido. Pode haver distinção quanto ao tipo de certificado (A1, A2, A3, A4, S1, S2, S3 e S4), mas não quanto ao emissor.
Por exemplo, um sistema pode ter sido projetado para utilizar certificados do tipo A3. Então, ele deverá funcionar com certificados do tipo A3 ou A4, que possui requisitos de segurança ainda mais elevados que o A3. E não deverá funcionar com certificados do tipo A1 ou A2, que possuem requisitos de segurança menores que o A3. Isso deve ser verdadeiro, não importa qual AC seja emissora do certificado.
Uma situação que pode estar ocorrendo é que talvez vocês não estejam com a cadeia de certificação instalada no sistema ou no smart card. Nesse caso, não será possível ao sistema descobrir o caminho de certificação e validar o certificado. Se não for esse o caso, sugerimos que a AC emissora do certificado seja contactada e informada dessa situação, que com certeza não é normal.
As informações sobre auditoria estão nos seguintes documentos:
a) DOC-ICP-09, aprovado pela resolução 44 do CG da ICP-Brasil, que diz como devem ser feitas as auditorias na ICP-Brasil;
b) DOC ICP-05, aprovado pela resolução 42 do CG da ICP-Brasil, que diz quais devem ser os procedimentos de uma Autoridade Certificadora;
c) DOC-ICP-03.01, aprovado pela Instrução Normativa 07/2006, do ITI, que trata mais especificamente de procedimentos a serem adotados pelas Autoridades de Registro.
O padrão PKCS#7, da RSA é utilizado na ICP-Brasil como formato para a entrega dos certificados digitais aos seus titulares.
Para os softwares de assinatura, a Instrução Normativa 09/2006, do ITI, de 18.05.2006, regulamenta os requisitos para softwares de assinatura digital, sigilo e autenticação, no âmbito da ICP-Brasil.
Essa IN menciona outros 3 documentos - os Manuais de Condutas Técnicas 4, 5 e 6, que estão publicados no itemHomologação/Documentos e trazem detalhes sobre as características esperadas desses softwares.
De acordo com o art. 10, da MP n° 2.200-2, os documentos eletrônicos assinados digitalmente com o uso de certificados emitidos no âmbito da ICP-Brasil têm a mesma validade jurídica que os documentos em papel com assinaturas manuscritas. Importante frisar que os documentos eletrônicos assinados digitalmente por meio de certificados emitidos fora do âmbito da ICP-Brasil também têm validade jurídica, mas esta dependerá da aceitação de ambas as partes, emitente e destinatário, conforme determina a redação do § 2º do art. 10 da MP n° 2.200-2.
Primeiramente, deve-se lembrar que o certificado digital representa a “identidade” da pessoa no mundo virtual. Assim, é necessária a adoção de alguns cuidados para se evitar que outra pessoa, possa fechar contratos e/ou negócios e realizar transações bancárias em nome do titular do certificado. Recomendações para o uso de um certificado digital:
a) A senha de acesso da chave privada e a própria chave privada não devem ser compartilhadas com ninguém;
b) Caso o computador onde foi gerado o par de chaves criptográficas seja compartilhado com diversos usuários, não é recomendável o armazenamento da chave privada no disco rígido, pois todos os usuários terão acesso a ela, sendo melhor o armazenamento em disquete, smart card ou token;
c) Caso a chave privada esteja armazenada no disco rígido de algum computador, deve-se protegê-lo de acesso não-autorizado, mantendo-o fisicamente seguro. Nunca deixe a sala aberta quando sair e for necessário deixar o computador ligado. Utilize também um protetor de tela com senha. Cuidado com os vírus de computador, eles podem danificar sua chave privada;
d) Caso o software de geração do par de chaves permita optar entre ter ou não uma senha para proteger a chave privada, recomenda-se a escolha pelo acesso por meio de senha. Não usar uma senha significa que qualquer pessoa que tiver acesso ao computador poderá se passar pelo titular da chave privada, assinando contratos e movimentando contas bancárias. Em geral, é bem mais fácil usar uma senha do que proteger um computador fisicamente;
e) Utilize uma senha longa, intercalando letras e números, uma vez que existem programas com a função de desvendar senhas. Deve-se evitar o uso de dados pessoais como nome de cônjuge ou de filhos, datas de aniversários, endereços, telefones, ou outros elementos relacionados com a própria pessoa. A senha nunca deve ser anotada, sendo recomendável sua memorização.
São dispositivos portáteis que funcionam como mídias armazenadoras. Em seus chips são armazenadas as chaves privadas dos usuários. O acesso às informações neles contidas é feito por meio de uma senha pessoal, determinada pelo titular. O smart card assemelha-se a um cartão magnético, sendo necessário um aparelho leitor para seu funcionamento. Já o token assemelha-se a uma pequena chave que é colocada em uma entrada do computador.
Sim. O certificado digital, diferentemente dos documentos utilizados usualmente para a identificação pessoal como CPF e RG, possui um período de validade. Só é possível assinar um documento enquanto o certificado é válido. O usuário pode solicitar a renovação do certificado para a AC após a perda da validade deste.
Porque a cada renovação de validade do certificado renova-se também a relação de confiança entre seu titular e a AC. Essa renovação pode ser necessária para a substituição da chave privada por uma outra tecnologicamente mais avançada ou devido a possíveis mudanças ocorridas nos dados do usuário. Essas alterações têm por objetivo tornar mais robusta a segurança em relação às técnicas de certificação e às informações contidas no certificado.
O custo varia de acordo com a empresa certificadora, com o nível de segurança oferecido e do tipo de portabilidade. Deve-se consultar os sítios de cada Autoridade Certificadora para obter os preços.
Copiado: http://www.iti.gov.br/

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Processo de Comercialização

Neste presente artigo sobre a natureza dos processos abordaremos o processo de comercialização - responsável pela receita da organização, posto que vende, produz (serviço) e entrega satisfação aos clientes.
Este tipo de processo tem uma característica singular quando confrontado com processos de outras naturezas, pois é responsável pela agregação de valor aos bens / serviços disponibilizados as clientelas. 



Outra particularidade desta natureza de processo é que ele começa e termina no cliente externo em qualquer que seja o ramo de atividade da empresa.

O processo de comercialização é composto por uma cadeia extensa de sub-processos – vários conjuntos de atividade criadoras de valor, conceituadas como atividades primárias por Michael Porter (cadeia de valor) ou operações finalísticas na visão de Henry Mintzberg. 

Outro termo que qualifica o processo de comercialização é o fullfilment (sem tradução em português) – gestão do pedido - que inclui todo o trabalho desde o recebimento deste até o faturamento e a percepção da satisfação do cliente; abrangendo os trabalhos realizados pelos departamentos de serviço ao cliente, operação, logística e finanças entre outros.

A cadeia de valor inicia-se com o esforço de vendas responsável pelo contato com os clientes e atendimento das suas solicitações (pedidos); o pedido formal ou verbal é para a empresa um compromisso inalienável que veicula os atributos dos bens solicitados (preço, forma de pagamento, prazo, local e condições da entrega, garantia, etc.) que, se não cumpridos provocam transtornos e até demandas judiciais.

O pedido gera uma demanda de suprimentos (compra e estocagem de insumos) para alimentar a produção de bens que ao serem fabricados em escala necessitam de programação e controle do processo. 

A produção é o elo da corrente responsável pela geração dos bens encomendados ou programados pela instituição para atendimentos futuros. Por sua vez, suprem os estoques destinados ao atendimento dos pedidos para distribuição no mercado (logística). 


Muitos tipos de bens vendidos necessitam de instalação, treinamento de usuário, ajustes do produto, assistência técnica, etc. para completar o ciclo de comercialização (pós-venda).


As empresas orientadas a processos têm a precisa consciência deste continuum de atividades com foco no cliente externo para o atendimento da sua satisfação, ao invés do foco nas tarefas e no ambiente interno da organização (departamentos), agregando valor de forma natural aos bens comercializados pela simples mudança de percepção para quem trabalham, pois os colaboradores internos trabalham para o cliente, posto que deles advenha à receita que paga seus salários.


Os processos de comercialização por serem exclusivamente voltados aos clientes diferem dos processos de negócios. Os processos de negócios são restritos à alta-administração no atendimento das relações institucionais para o estabelecimento de parcerias, alianças, compra e/ou venda de patentes, pagamento/recebimento de royalties, associações, terceirizações, aquisição/venda de bens de capital, fusões, aquisições, abertura de capitais, enfim tudo que for necessário para a maximização dos negócios da organização.

O processo de comercialização define o tipo de negócio – a razão de ser da organização – sendo o núcleo de todos os processos de outras naturezas que gravitam em torno dele, criando sinergia e viabilizando o sucesso do empreendimento. 

Copiado: http://wagnerherrera.blogspot.com.br/

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

10 Habilidades que Você Precisará Desenvolver nos Próximos Anos

Novas tecnologias, quatro gerações atuando simultaneamente no ambiente de trabalho, novas estruturas organizacionais, novos modelos de negócios e formas de criar valor (Uber, Airbnb, Facebook e Google, por exemplo)...  

Vivemos um paradoxo. Ao mesmo tempo em que mudanças tecnológicas e no ambiente de negócios estão se tornando cada vez mais constantes, ainda não são todos os profissionais que se preparam para viver nesse ambiente.                                                                                                                                                                                                                                                                 Tudo isso exigirá dos profissionais uma capacidade de redefinir o seu modelo mental. E ter a consciência de que todos nós vamos precisar turbinar nossas fortalezas, reduzir os impactos de nossas fraquezas e reaprender – e rápido – para não nos tornarmos obsoletos.                      Isso não é fácil e vai demandar um esforço extraordinário por parte de quem está habituado a trabalhar de uma mesma forma há muitos anos.                                                                                                                                                                                                                        Mas quais serão as habilidades importantes no futuro?                                    Abaixo, destaco 10 habilidades importantes para profissionais que desejam se preparar para os novos desafios que teremos no mundo do trabalho nos próximos anos...                                                                                                                                                                                                       1) Pensamento Empreendedor  -  Pensamento empreendedor não significa necessariamente iniciar uma empresa. Significa também um modelo mental orientado em ver oportunidades e fazer as coisas acontecerem. Uma das razões principais que muitos talentos deixam as empresas têm a ver com a falta de oportunidades para desenvolver suas carreiras. Programas de "Intraempreendedorismo" que estimulem o desenvolvimento do Pensamento Empreendedor para criar oportunidades e novas soluções nas empresas são uma das alternativas para resolver este problema. Veja alguns exemplos neste texto super bacana publicado na revista Forbes: "Why Companies Want you to Become an Intrapreneur".                                                                                                                                                                                                                                                                                      2) Competência "Cross-Cultural" - Em um mundo conectado, as habilidades de um profissional poderão ser colocadas à prova em diferentes localidades - e este profissional vai precisar ser capaz de trabalhar em qualquer ambiente que  se encontre. Isso vai demandar um conjunto de habilidades que envolve, é claro, a capacidade de falar diferentes idiomas, mas principalmente uma alta capacidade de adaptação às mudanças e com rápida resposta a estes novos contextos. Além disso, o tema da diversidade será uma competência cada vez mais importante nas organizações na próxima década - em especial, como um dos fatores fundamentais para produzir inovação em seus produtos, serviços e processos. Funcionários bem-sucedidos nestas equipes diversas serão aqueles que conseguirem identificar e comunicar pontos de conexão (objetivos mútuos, prioridades, valores...) que transcendam as diferenças e possibilitem a construção de equipes vencedoras.                                                                                                                                                                                                                           3) Comunicação Através de Novas Mídias - A explosão de conteúdos gerados pelas pessoas através de blogs, tuítes e curtidas nas redes sociais já são uma realidade hoje e serão totalmente absorvidas pelas empresas na próxima década. Novas ferramentas de comunicação vão quebrar a barreira do conteúdo estático (cujo maior exemplo são os slides em Powerpoint produzidos em larga escala nas empresas). Assim, serão exigidos dos profissionais a habilidade de serem "fluentes" em novas formas de comunicação. A habilidade de criar e produzir seus próprios conteúdos através de ferramentas mais ágeis, dinâmicas e menos estáticas será cada vez mais valorizada. Assim como produzir apresentações e slides bacanas é valorizado atualmente, criar e produzir vídeos com qualidade, por exemplo, será a regra em alguns poucos anos... Outros formatos vão aparecer e se espalhar rapidamente. Isso vai demandar novas habilidades para vender suas ideias e engajar suas audiências através destas novas plataformas.                                                                                    
4) A Era do Professional "T" - Os problemas de uma empresa global no futuro se tornarão cada vez mais complexos. Isso exigirá um novo conjunto de habilidades que os profissionais deverão trazer para as organizações. Isso quer dizer que o profissional ideal terá o formato de um "T": Eles trazem um profundo e espacializado conhecimento de, pelo menos, uma área, mas tem a capacidade de "conversar" no idioma de uma gama diversa de disciplinas. Por exemplo: Profissionais de RH que tenham entendimento de Marketing e Supply Chain. Profissionais de Marketing que entendam de Finanças & Analytics. Biólogos que entendem de Matemática e de Finanças.... Isso vai demandar um senso de curiosidade e uma vontade de aprender que vai muito além do formato de aprendizagem formal (Faculdade, Pós, MBAs, Mestrado, Doutorado...) que temos hoje. Como as pessoas vão viver cada vez mais (e isso vai gerar o desenvolvimento de múltiplas carreiras ao longo da vida), essa habilidade de se tornar um Profissional "T" se tornará ainda mais importante a ser desenvolvida.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      5) Gestão de Sobrecarga de Informação - Em um mundo cada vez mais rico em Conteúdo e Conhecimento através de múltiplos formatos e aparelhos traz à tona a questão da Sobrecarga da Informação. As Organizações e Profissionais apenas poderão transformar esta enorme quantidade de dados em vantagem se eles conseguirem filtrá-los eficientemente e focar naquilo que é realmente importante. A nova geração de profissionais terá que desenvolver habilidades para resolver este problema. Já tem gente que não consegue ficar longe do seu smartphone. Outro dia, li um tuíte muito interessante sobre este assunto: "para filtrar todo esta sobrecarga de informação, você é que deverá ser smart. E não o seu phone"...                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           6) Aprenda a trabalhar, colaborar e liderar virtualmente - O trabalho virtual já é uma realidade há alguns anos para diversos profissionais e empresas. O que vamos ver nos próximos anos é a entrada de praticamente todas as empresas e profissionais atuando neste modelo. Estamos entrando em um período de avanços tecnológicos cada vez mais acelerados. Em poucos meses, as mudanças são gigantescas. Muitas pessoas já encontram grandes dificuldades em acompanhar a velocidade destas mudanças. E a tendência é que o processo se acelere ainda mais. Por exemplo, Holografia e Telepresença serão tecnologias onipresentes em poucos anos. Se você é um "nativo digital", essa será uma mudança menos difícil. Agora, se você estiver com mais de 30 anos, as chances são bem grandes que você já esteja um pouco pra trás em sua compreensão. Além disso, por conta destes avanços tecnológicos, o trabalho vai se tornar cada vez mais global. Isso significa que cada vez mais você vai estar trabalhando com pessoas de uma forma virtual. Quem sabe, até liderar uma equipe virtual.                                                                                                                                                                                                                                                                                        7) Já é certo que nós vamos viver mais do que os nossos pais. Então, você precisa desenvolver uma estratégia de longo prazo! - Sua vida profissional será moldada pelas mudanças nos padrões de longevidade (já é certo que nós vamos viver muito mais tempo do que os nossos pais) e demografia (em muitas regiões, haverá uma proporção muito maior de pessoas com mais de 50). Bom, se você vai viver por mais tempo, você vai precisar de recursos para viver. Os filhos já estarão criados, mas os custos relacionados às pessoas com mais de 70 anos (saúde, medicação, entre outros cuidados) crescem assustadoramente. E depender da aposentadoria pública (INSS) nem pode ser considerada uma opção... Desta forma, você precisa estruturar, desde já, uma estratégia de longo prazo. Você terá que escolher, pelo menos, uma das três opções abaixo... Se possível, até combinar as três opções:  
  • OPÇÃO 1: Construir uma carreira que permita que você trabalhe por mais tempo (pelo menos entre 65 e 70 anos de idade).
  • OPÇÃO 2: Guardar uma parte significativa de sua renda em toda a sua vida útil para o momento em que você precisar de renda e não tiver mais condições físicas de trabalhar.
  • OPÇÃO 3: Considerar maneiras de reduzir o seu consumo e viver de forma mais simples.

Não importa qual das três opções você vai escolher - mas é certo que você vai ter que fazer pelo menos uma destas três opções... E desenvolver habilidades para este futuro próximo é essencial para você não só profissionalmente, mas também considerando a sua qualidade de vida no futuro.



8) Abrace a mudança. Ela veio para ficar e será cada vez mais intensa.
Os profissionais nas empresas (principalmente os Baby Boomers e os da Geração X) se habituaram a processos de mudanças de curta duração intercalados por períodos de calmaria. Ainda hoje é comum ouvirmos nos corredores das empresas: "Nossa, quando essas mudanças vão parar?". Se a ficha ainda não caiu, a verdade é que as mudanças não vão mais parar. Ao contrário: elas tendem a se tornar ainda mais frequentes, mais intensas e ininterruptas. As pessoas se acostumaram a fazer as coisas sempre da mesma maneira, usando as mesmas tecnologias e os mesmos processos por muitos anos... O problema é que estes processos utilizados até hoje podem não ser os melhores para a realidade atual das empresas. Veja: nada mais, nada menos que 40% das empresas que estavam listadas na Fortune 500 em 2000 já não estavam na lista em 2010... Leve em consideração que, em poucos anos, a Geração Y será 75% da força de trabalho! Eles fazem parte de uma geração que cresceu utilizando ferramentas de colaboração e redes sociais para se comunicar, colaborar, encontrar pessoas e informação. Esse comportamento já está gerando um choque em muitas empresas. Isso vai gerar novos tipos de comportamentos e a adoção de tecnologias ainda mais avançadas de forma ainda mais rápida. Desta forma, adiantar-se e tomar a frente destas mudanças vai tomar a sua vida e o seu trabalho muito mais fácil. 



9) Compartilhe e Contribua! Quem ajudar mais terá mais chances de crescer na carreira!
Essa será uma das habilidades principais de qualquer profissional moderno. Tradicionalmente, a ideia de que "conhecimento é poder" foi promovida ao extremo nas organizações ao longo dos últimos anos. Tradicionalmente, as pessoas queriam guardar as ideias e informações para "ganhar crédito" com seus superiores e achar que são essenciais. Esse modelo não é mais eficaz. Com a introdução das ferramentas de colaboração e a possibilidade de compartilhar estas informações para o mundo todo, as ideias se tornam muito mais poderosas quanto trabalhadas em conjunto. Compartilhar beneficia não só a equipe, mas também a qualquer profissional. Uma pesquisa muito interessante realizada pelo Insper e publicada em Julho deste ano na Revista Exame já mostrou que quem ajuda mais tem mais chances de subir na carreira. A pesquisa mostrou que profissionais que se colocam à disposição para ajudar colegas são mais reconhecidos e têm mais oportunidades de crescimento. Pares e Líderes já reconhecem essa atitude pró-ativa de ajudar. E essa ajuda pode ser realizada e diferentes formas: ideias, feedback, ensinar algo que você já domina, apresentações, documentos... Enfim, qualquer ação que facilite a vida de alguém! 



10) Um novo líder emerge: ele está ali para facilitar o trabalho da sua equipe. Você está preparado?
Na maior parte das empresas ainda estamos distantes desta realidade, mas o modelo de gestão futura será baseado principalmente na atuação deste líder em remover obstáculos dos caminhos de funcionários a fim de ajudá-los a ter sucesso. Isso se estende para além gestão de pessoas para capacitar e envolver as pessoas. A ideia tradicional de gestão foi baseada na estrutura militar - de liderança pelo medo e pela noção de comando e controle. Funcionários costumavam trabalhar duro para permitir que os seus gestores tivessem sucesso. O que será valorizado cada vez mais será a capacidade dos gestores trilharem o caminho oposto: irem de encontro às necessidades de sua equipe para que cada um de seus integrantes tenha sucesso. Será exigido muito mais um comportamento de catalizador das ações. Um líder que está ali para facilitar o trabalho das pessoas. Em uma situação mais extrema, muitos pesquisadores apostam até em uma outra alternativa: a ausência completa do modelo hierárquico como conhecemos hoje. Será?

Façam suas apostas - e preparem-se!
O futuro é logo ali e já está virando a esquina!!!
Por: André Souza - https://www.linkedin.com/pulse 

terça-feira, 20 de outubro de 2015

GoPro: prós em todos os sentidos

Quando em 2002 Nick Woodman pensou em fundar a GoPro estaria longe de imaginar que as pequenas câmaras de (agora) alta definição se tornariam nas câmaras HD mais vendidas do mundo. 
A ideia era simples, Nick queria que as pessoas pudessem documentar as suas aventuras, criando essa necessidade quer no público, quer nos comerciantes. 
Muitas experiências e acessórios depois, hoje é possível montar a câmara em praticamente qualquer lugar. Desde pranchas de surf, skates ou asas delta, até motos-quatro, esquis ou mesmo… nós próprios.
Sucesso
É óbvio que a GoPro tirou partido da crescente procura de câmaras de filmar e da cultura que se gerou em volta dos vídeos pessoais. O seu principal objetivo é fazer com que os seus clientes produzam conteúdo. 
Seja qual for a utilização dada à câmara – há até quem a prenda ao cão, para ver a perspetiva do mundo do animal – a GoPro quer que os seus clientes filmem livremente e partilhem o seu conteúdo em canais como o YouTube. Portanto, a estratégia de comunicação e marketing assenta num produto inovador de qualidade suprema e numa relação próxima, livre e forte entre cliente e empresa.
Além disso, a GoPro identificou os seus principais clientes, i.e. os principais influenciadores, e permitiu-lhes passar a palavra, o word of mouth. A empresa começou a patrocinar eventos desportivos, oferecendo câmaras aos melhores atletas (os grandes influenciadores e embaixadores da marca) para que pudessem filmar e partilhar as suas manobras, e a palavra rapidamente se espalhou. 
Esta postura tão próxima dos atletas de desportos radicais fez com que a GoPro fosse vista como uma True Brand na sua categoria, a escolha natural. De facto, o Brand Equity da GoPro é um dos seus pontos mais fortes. As parcerias estratégicas desenvolvidas com, por exemplo, a Walt Disney Corporation, a Sage View Capital ou a Walden International, as várias certificações obtidas, o apelativo programa de afiliados, a relação saudável com os seus fornecedores e a excelente cadeia de distribuição só auguram um bom futuro à companhia. Além disso, a comunidade que se criou – a tribo, o consumo “sagrado”, os excelentes resultados obtidos com os produtos e a evangelização natural de que tem sido alvo – tornam-na numa lovebrand por excelência. Mas mais do que o produto, a GoPro visa a experiência da utilização e o sentimento de pertença subjacente. Esse é o seu grande segredo.
Viral
A empresa cresceu exponencialmente, tem clientes fiéis e o caminho a seguir era o viral. Neste momento, o canal do YouTube da GoPro tem quase 3,5 milhões de subscritores. No Twitter, os seguidores são quase 1,5 milhões, no Facebook mais de 9 milhões e no Instagram mais de 6,5 milhões. Tendo os influenciadores do seu lado no lançamento de um novo produto, o sucesso está garantido. Mas o segredo não passa só por aí. 
Por exemplo, é normal que com o lançamento de novos modelos, a marca gere buzz com alguns tweets dias antes do lançamento, utilizando sempre o hashtag #gopro. Semanas após o lançamento, os seguidores da marca continuam a partilhar e a agregar conteúdo nos vários canais de Social Media com hashtags específicos.
Próximo passo?
Embora tenha acontecido de forma sustentada, a empresa não conseguirá continuar a crescer ao ritmo a que tem crescido nos últimos anos, com aumentos de faturação na ordem dos 125%. O objetivo passa por evoluir para a área de produção de conteúdos, passando a GoPro a ser uma empresa de media. 
O canal GoPro na Xbox Live foi o primeiro passo nesse sentido. Assim, o produto passará a ser apenas um meio para a produção de conteúdo. Uma estratégia inteligente num mercado cada vez mais dominado pelos smartphones. Mas o cliente e a tribo estão constantemente ávidos de envolvimento. A cada dia que passa querem ser maravilhados pelas marcas que amam e ir mais longe com a produção própria de conteúdos em formato transmedia storytelling. 
O próximo par de anos será decisivo para uma marca de referência que com poucos anos de existência começou já a reinventar-se. E, para sobreviver num mercado tão dinâmico e competitivo como o atual, é preciso mesmo ser-se um herói |GoPro – Be a Hero|.
Por: Ângelo Valente - Diretor de Marketing no Grupo Impresa

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

13 COISAS PARA SE LEMBRAR QUANDO A SUA VIDA ESTIVER DIFÍCIL

As coisas perderam o sentido para você? Aqui estão algumas dicas que podem ajudar.
Todos nós passamos por momentos difíceis. No entanto, alguns passam por esses momentos difíceis melhores do que outros.
Então, qual é o segredo? A maior parte tem a ver com atitude.
Então, aqui estão 13 coisas para se lembrar quando a vida ficar difícil.

#1. As coisas são o que são
O famoso ditado de Buda nos diz que “é a nossa resistência às coisas que causa nosso sofrimento”.
Pense nisso por 1 minuto. Isso significa que o nosso sofrimento só ocorre quando resistimos às coisas como elas são. Se você pode mudar alguma coisa, então aja em conformidade. Mude.
Mas, se você não pode mudar, então nos restam 2 opções:
·         Aceitar e deixar a negatividade para lá.
·         Nos tornarmos miseravelmente obcecados com o sofrimento.
#2. Se você acha que tem um problema, você tem um problema
Muitas vezes nós somos o nosso pior inimigo. A felicidade depende realmente de nossa perspectiva.
Se você acha que algo é um problema, então seus pensamentos e emoções serão negativos. Mas você acha que está passando por algo que pode aprender, então, de repente, isso não é mais um problema.
#3. A mudança começa em você mesmo
O seu mundo exterior é um reflexo do seu mundo interior. Você não conhece pessoas que as vidas são caóticas e estressantes? E não é verdade que, em grande parte elas se sentem assim por dentro?
Nós gostamos de pensar que as mudanças em nossa rotina nos mudam. Mas, dando um passo atrás, precisamos mudar a nós mesmos antes que as circunstâncias mudem.
#4. Não existe aprendizagem maior do que falhar
Você deve eliminar a palavra fracasso de seu vocabulário. Todas as grandes pessoas que já alcançaram alguma coisa falharam.
Thomas Edison disse algo como “eu não falhei em inventar a lâmpada, eu encontrei primeiramente, 99 maneiras de que a ideia não funcionava”.
Tire as chamadas falhas do caminho e aprenda alguma coisa com elas. Depois disso, aprenda como fazer melhor da próxima vez.
#5. Se algo não acontece como planejado, significa que o melhor aconteceu
Isso é bem difícil de acreditar, mas é a mais pura verdade. Normalmente, quando olhamos para trás em nossa vida, somos capazes de ver por que essa era a melhor alternativa.
Talvez o trabalho que você não conseguiu teria feito você passar mais tempo longe da sua família, e o que você conseguiu era mais flexível.
Apenas tenha fé que tudo acontece exatamente do jeito que deveria.
#6. Aprecie o presente
Este momento nunca voltará. E há sempre algo preciso a cada momento. Então não deixe passar por você em branco.
Em breve será apenas uma lembrança. Mesmo que momentos que não parecem felizes possam ser encarados como algo que você pode perder, algum dia.
#7. Deixe o desejo de lado
A maioria das pessoas vivem com a mente anexada a desejos. Isso significam que nossas mentes ficam ligadas a um desejo e quando não realizamos esses desejos, nossas emoções despencam em negatividade.
Em vez disso, tente praticar uma mente isolada. Isso significa que, quando você quer algo, você ainda será feliz conseguindo ou não. Faça com que suas emoções permaneçam felizes ou neutras.
#8. Compreenda e seja grato por seus medos
O medo pode ser um grande professor. E vencer o medo também pode fazer você se sentir vitorioso.
Por exemplo, muita gente tem medo de falar em público (esse é um dos 3 principais medos dos seres humanos). Então, quando você perder o medo e conseguir falar de maneira bem humorada na frente de todos, vai se sentir vitorioso.
Superar seus medos requer apenas prática. O medo é apenas uma ilusão e, acima de tudo, é opcional.
#9. Experimente a alegria
Acredite ou não, muitas pessoas não deixam de se divertir com o que acontece ao seu redor. E, muitas vezes essas pessoas nem sabem porque se divertem nessas situações.
Algumas pessoas são realmente viciadas em seus problemas e o caos envolvido nisso tudo faz com que eles nem saibam quem são.
Portanto, permita-se ser feliz. Mesmo que seja apenas por um breve momento, é importante se concentrar em alegria, e não em dificuldades.
#10. Não se compare com os outros
Mas se você se comparar, compare com quem tem menos do que você. Está desempregado? Seja grato por viver em um país que dá seguro desemprego, porque a maioria das pessoas do mundo vivem com menos de 750 dólares ao ano.
Você não se parece com a Angelina Jolie? Acredito que existem mais pessoas que não se parecem do que pessoas que parecem.
#11. Você não é uma vítima
Você precisa parar de ver tudo pelo seu próprio ponto de vista. Você é apenas uma vítima de seus próprios pensamentos, palavras e ações.
Ninguém faz alguma coisa contra você. Você é o criador de sua própria experiência. Assuma a responsabilidade pessoal e perceba que você pode sair de suas dificuldades.
Nós só precisamos começar a mudar pensamentos e ações. Abandone a sua mentalidade de vítima e torne-se um vitorioso.
#12. Tudo muda
E isso também vai passar. Quando estamos presos em uma situação ruim, pensamos que não há nenhuma maneira de resolver os problemas.
Achamos que nada vai mudar. Mas uma hora tudo muda. Nada é permanente, exceto a morte. Então, saia do hábito de pensar que as coisas serão sempre assim. Elas não serão.
Mas você precisa agir para que as coisas mudem. Isso não vai acontecer magicamente por conta própria.
#13. Tudo é possível
Milagres acontecem todos os dias. E realmente eles acontecem. Confie e acredite que tudo é possível. Coisas incríveis acontecem o tempo todo.
Você só precisa acreditar nisso e, agir em conformidade. Uma vez que você fizer isso, você já ganhou a batalha.
Copiado: http://thesecret.tv.br/ -Este artigo foi adaptado do original, “13 Things to Remember When Life Gets Rough”, do Lifehack.