sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Taylor e Fayol


 FREDERICK WINSLOW TAYLOR
(Administração Científica - 1911)

 PRIMEIRO PERÍODO
Taylor iniciou suas experiências e estudos pelo trabalho do operário e, mais tarde, generalizou as suas conclusões para a Administração geral: sua teoria seguiu um caminho de baixo para cima e das partes para o todo.
O primeiro período de Taylor corresponde à época da publicação do seu livro Shop Management (Administração de Oficinas) (1903) onde se preocupa exclusivamente com as técnicas de racionalização do trabalho do operário, através do Estudo de Tempos e Movimentos (Motion-Time Study).
Claude S. Geoge Jr., salienta em essência, o que procurou dizer em Shop Management foi que:
O objetivo de uma boa Administração era pagar salários altos e ter custos unitários de produção.
Para realizar esse objetivo, a Administração tinha de aplicar métodos científicos de pesquisa e experimento para o seu problema global, a fim de formular princípios e estabelecer processos padronizados que permitissem o controle das operações fabris.
Os empregados tinham de ser cientificamente colocados em serviços ou postos em que os materiais e as condições de trabalho fossem cientificamente selecionados, para que as normas pudessem ser cumpridas.
Os empregados deviam ser cientificamente adestrados para aperfeiçoar suas aptidões e, portanto, executar um serviço ou tarefa de modo que a produção normal fosse cumprida.
Uma atmosfera de íntima e cordial cooperação teria de ser cultivada entre a Administração e os trabalhadores, para garantir a continuidade desse ambiente psicológico que possibilite a aplicação dos outros princípios por ele mencionados.

 
SEGUNDO PERÍODO
O segundo período de Taylor corresponde à época da publicação de seu livro Princípios da Administração Científica (1911), quando concluiu que a racionalização do trabalho operário deveria ser logicamente acompanhada de uma estruturação geral da empresa e que tornasse coerente a aplicação dos seus princípios.
Nesse segundo período, desenvolveu os seus estudos sobre a Administração geral, a qual denominou Administração Científica, sem deixar contudo sua preocupação com relação à tarefa do operário.
Taylor assegurava que as indústrias que as indústrias de sua época padeciam de males que poderiam ser agrupados em três fatores:
Vadiagem sistemática por parte dos operários, que reduziam propositadamente a produção a cerca de um terço da que seria normal, para evitar a redução das tarifas de salários pela gerência.
Há três causas determinantes da vadiagem no trabalho, que são:
  • o erro que vem de época imemorial e quase universalmente disseminado entre os trabalhadores, de que o maior rendimento do homem e da máquina terá como resultante o desemprego de grande número de operários;
  • o sistema defeituoso da Administração, comumente em uso, que força os operários à ociosidade no trabalho, a fim de melhor proteger os seus interesses;
  • os métodos empíricos ineficientes, geralmente utilizados em todas as empresas, com os quais o operário desperdiça grande parte do seu esforço e do seu tempo.
Desconhecimento, pela gerência, das rotinas de trabalho e do tempo necessário para sua realização.
Falta de uniformidade das técnicas ou métodos de trabalho.
De acordo com Taylor, a implantação da Administração Científica deve ser gradual e obedecer a um certo período de tempo, para evitar alterações bruscas que causem descontentamento por parte dos empregados e prejuízos aos patrões. Essa implantação requer um período de quatro a cinco anos para um progresso efetivo.

 
ADMINISTRAÇÃO COMO CIÊNCIA

 Para Taylor. os elementos da Administração Científica são:
  • estudo de tempo e padrões de produção;
  • supervisão funcional;
  • padronização de ferramentas e instrumentos;
  • panejamento das tarefas;
  • o princípio da exceção;
  • a utilização da régua de cálculo e instrumentos para economizar tempo;
  • fichas de instruções de serviço;
  • a idéia de tarefa, associada a prêmios de produção pela sua execução eficiente;
  • sistemas para classificação dos produtos e do material utilizado na manufatura;
  • sistema de delineamento da rotina de trabalho.
ORGANIZAÇÃO RACIONAL DO TRABALHO
A tentativa de substituir métodos empíricos e rudimentares pelos métodos científicos em todos os ofícios recebeu o nome de Organização Racional do Trabalho (ORT).
Para Taylor, o operário não tem capacidade, nem formação, nem meios para analisar cientificamente o seu trabalho e estabelecer racionalmente qual o método ou processo mais eficiente. Geralmente, o supervisor comum deixava ao arbítrio de cada operário a escolha do método ou processo para executar o seu trabalho, para encorajar sua iniciativa. Porém, com a Administração Cientifica ocorre uma repartição de responsabilidades: a administração (gerência) fica com o planejamento (estudo minucioso do trabalho do operário e o estabelecimento do método de trabalho) e a supervisão (assistência contínua ao trabalhador durante a produção), e o trabalhador fica com a execução do trabalho, pura e simplesmente.

PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA DE TAYLOR
Para Taylor, a gerência adquiriu novas atribuições e responsabilidades descritas pelos quatro princípios a seguir:
Princípio do preparo: selecionar cientificamente os trabalhadores de acordo com suas aptidões e prepará-los e treiná-los para produzirem mais e melhor, de acordo com o método planejado. Além do preparo da mão-de-obra, preparar também as máquinas e equipamentos de produção, bem como o arranjo físico e a disposição racional das ferramentas e materiais.
Princípio do Controle: controlar o trabalho para se certificar de que o mesmo está sendo executado de acordo com as normas estabelecidas e segundo o plano previsto. A gerência deve cooperar com os trabalhadores, para que a execução seja a melhor possível.
Princípio da Execução: distribuir distintamente as atribuições e as responsabilidades, para que a execução do trabalho seja bem mais disciplinada.

CONCLUSÃO SOBRE TAYLOR
No início sua preocupação era tentar eliminar o desperdício e das perdas sofridas pelas indústrias americanas e elevar os níveis de produtividade através de métodos e técnicas de engenharia. Ele utilizava técnicas que eram centradas do operário para a direção, através do estudo de tempos e movimentos, da fragmentação das tarefas e na especialização do trabalhador reestruturava a fabricação e com os conceitos de gratificações por produção incentivava o operário a produzir mais.
Só que não adiantava racionalizar o trabalho do operário se o supervisor, o chefe, o gerente, o diretor continuavam a trabalhar dentro do mesmo empirismo anterior.
Contudo a Administração Científica tinha diversos defeitos dentre eles: o mecanicismo de sua abordagem (teoria da máquina), a superescalização que robotiza o operário, a visão microscópica do homem tomando isoladamente e como parte da maquinaria industrial, a ausência de qualquer comprovação científica de suas afirmações e princípios, a abordagem incompleta envolvendo apenas a organização formal, a limitação do campo de aplicação à fábrica, omitindo o restante da vida de uma empresa, a abordagem eminentemente prescritiva e normativa e tipicamente de sistema fechado.
Mesmo assim, essas limitações e restrições não apagam o fato de que Administração Científica foi o primeiro passo concreto da Administração rumo a uma teoria administrativa Foi Taylor que implantou diversos conceitos que até hoje o utilizamos na Administração isso fica explícito no parágrafo de Administração Como Ciência.

HENRI FAYOL
(Teoria Clássica Administrativa - 1916)
AS 6 FUNÇÕES BÁSICAS DA EMPRESA
Fayol parte da proposição de que toda empresa pode ser dividida em seis grupos:

 
  • Funções Técnicas, relacionadas com a produção de bens ou de serviços da empresa;
  • Funções Comerciais, relacionadas com a compra, venda e permutação.
  • Funções Financeiras, relacionadas com a procura e gerência de capitais.
  • Funções de Segurança, relacionadas com a proteção e preservação de bens.
  • Funções Contábeis, relacionadas com os inventários, registros, balanços, custos e estatísticas.
  • Funções Administrativas, relacionadas com a integração da cúpula das outras cinco funções. As funções administrativas coordenam e sincronizam as demais funções da empresa, pairando sempre acima delas.

 CONCEITO DE ADMINISTRAÇÃO

 
A Administração não é senão uma das seis funções, cujo ritmo é assegurado pela direção. Mas ocupa tamanho lugar nas funções dos altos chefes que, as vezes, pode parecer que as funções administrativas estejam concentradas exclusivamente no topo da organização, o que não é verdade.

 

 

 

 
 
FUNÇÕES UNIVERSAIS DA ADMINISTRAÇÃO

 
  • Previsão: envolve avaliação do futuro e aprovisionamento em função dele. Unidade, continuidade, flexibilidade e previsão são os aspectos principais de um bom plano de ação.
  • Organização: proporciona todas as coisas úteis ao funcionamento da empresa.
  • Comando: leva a organização a funcionar. Seu objetivo e alcançar o máximo retorno de todas os empregados no interesse dos aspectos globais.
  • Coordenação: harmoniza todas as atividades do negócio, facilitando seu negócio e seu sucesso. Ela sincroniza coisas e ações em suas proporções certas e adapta os meios aos fins.
  • Controle: Consiste na verificação para certificar se todas as coisas acorrem em conformidade com o plano adotado, as instruções transmitidas e os princípios estabelecidos. O objetivo é localizar as fraquezas e erros no sentido de retificá-los e prevenir a ocorrência.

  PRINCÍPIOS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO PARA FAYOL

 Divisão do trabalho: consiste na especialização das tarefas e das pessoas para aumentar a eficiência.

  • Autoridade e responsabilidade: autoridade é o direito de dar ordens e o poder de esperar obediência, responsabilidade é uma conseqüência natural da autoridade. Ambos devem estar equilibradas entre si.
  • Disciplina: depende da obediência, aplicação, energia, comportamento e respeito aos acordos estabelecidos.
  • Unidade de comando: cada empregado deve receber ordens de apenas um superior. É o princípio da autoridade única.
  • Unidade de direção: uma cabeça é um plano para cada grupo de atividades que tenham o mesmo objetivo.
  • Subordinação de interesses individuais aos interesses gerais: os interesses gerais devem sobrepor-se aos interesses particulares.
  • Remuneração do pessoal: deve haver justa e garantida satisfação para os empregados e para a organização em termos de retribuição.
  • Centralização: refere-se a concentração da autoridade no topo da hierarquia da organização.
  • Cadeia escalar: é a linha de autoridade que vai do escalão mais alto ao mais baixo. É o princípio de comando.
  • Ordem: lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar. É a ordem material e humana.
  • Eqüidade: amabilidade e justiça para alcançar a lealdade do pessoal.
  • Estabilidade e duração (num cargo) do pessoal: a rotação tem um impacto negativo sobre a eficiência da organização. Quanto mais tempo uma pessoa permanecer num cargo tanto melhor.
  • Iniciativa: a capacidade de visualizar um plano e assegurar seu sucesso.
  • Espírito de equipe: harmonia e união entre as pessoas são grandes forças para a organização.

 

 

 A teoria Clássica concebe a organização em termos de estrutura, forma e disposição das partes que a constituem, além do inter-relacionamento entre as partes. Restringe-se apenas apenas aos aspectos da organização formal.

 Para a Teoria Clássica, os aspectos organizacionais são analisadas de cima para baixo (da direção para execução) e do todo para as partes (da síntese para análise), exatamente ao contrário da abordagem da Administração Científica.

 
ELEMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO PARA URWICK

 
  • investigação
  • previsão 
  • planejamento 
  • organização 
  • coordenação 
  • comando 
  • controle

 ELEMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO PARA GULICK

 
  • planejamento (planning) 
  • organização (organizing) 
  • assessoria (staffing) 
  • direção (directing) 
  • coordenação (coordinating) 
  • informação (reporting) 
  • orçamento (budgeting)

 Nos elementos da Administração (POSDCORD), Gulick aumentara o planejamento, organização, comando e coordenação mencionados por Fayol. Porém, os elementos staffing, reporting e budgeting são aparentemente novos.

 Na realidade, a organização para Fayol implica a constituição de duplo organismo material e social da empresa, o que contém o staffing de Gulick. O reporting participa da previsão e do controle de Fayol, simultaneamente, porquanto a fase preliminar da previsão se assenta na pesquisa e documentação, e a fase do controle envolve a apresentação dos dados e relatórios para a autoridade superior. O budgeting, na concepção moderna, é um instrumento, tanto de planejamento e previsão, quanto de controle.

 

 ABORDAGEM SIMPLIFICADA DA ORGANIZAÇÃO FORMAL

 CONCLUSÃO SOBRE FAYOL

 As funções da empresa são repartidas em seis nas quais a Administrativas engloba as funções universais da Administração que são: prever, organizar, comandar, coordenar e controlar. Essas funções também se estendem nas outras cinco esferas como uma técnica para estruturar a empresa.

Para Fayol a empresa é analisada em uma estrutura de cima para baixo.

Sua visão é mais gerencial com resultados finais na produção enquanto que a visão de Taylor é na produção e no operário para resultados na quantidade produtiva.

Fayol complementa a Administração Científica com a Teoria Clássica.
Nessa mesma linha de complementação estão Urwick e Gulick

 

 ABORDAGEM INCOMPLETA DA ORGANIZAÇÃO

 

 BIBLIOGRAFIA:

 INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO

 Idalberto Chiavento -Makron Books - 4a. ed.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Bem viver... bem querer

Domine a língua.
Diga sempre menos do que pensa.
Cultive uma voz baixa e suave.
O modo de falar impressiona mais do que aquilo que se diz.
Pense antes de fazer uma promessa.
E depois não a quebre, nem dê importância ao quanto lhe custa cumpri-la.
Nunca deixe passar uma oportunidade de dizer uma coisa meiga ou animadora a uma pessoa ou a respeito dela.
Tenha interesse pelos outros em suas ocupações, em seu estar, seu lar e família.
Seja sempre alegre com os que riem e lamente com os que choram.
Aja de tal maneira que as pessoas com quem se encontrar sintam que você lhes dispensa atenção e lhes dá importância.
Seja alegre.
Conserve para cima os cantos da boca.
Esconda suas dores, desapontamentos e inquietações, sob um sorriso.
Ria das histórias boas e aprenda a contá-las.
Conserve a mente aberta para todas as questões em discussão.
Investigue, mas não argumente com insistência.
É próprio das grandes mentalidades discordar e ainda conservar a amizade de quem pensa diferente.
Deixe as suas virtudes, se as tiver, falarem por si mesmas e recuse-se a falar das faltas e fraquezas dos outros.
Condene os murmúrios.
Estabeleça como regra falar só coisas boas sobre o próximo.
Tenha cuidado com os sentimentos dos outros.
Gracejos e críticas não valem a pena e freqüentemente magoam, até quando menos se espera.
Não faça questão das observações más a seu respeito.
Tenha a consciência traqüila e viva, de modo que ninguém acredite nelas.
Não seja excessivamente zeloso dos seus direitos.
Antes, respeito os alheios.
Trabalhe, tenha paciência, conserve-se sempre calmo.
Esqueça de si mesmo e receberá a recompensa.
Se você conseguir aplicar um pouco de tudo isso, considere-se um herói.
Sempre que estiver de mal com a vida, leia esta mensagem.
Há de lhe fazer muito bem.

Autor desconhecido

Antes que o dia termine

Não podemos desperdiçar os morangos da vida, pois o melhor momento para ser feliz é agora.

Talvez, ao me ouvir falar em felicidade, você se pergunte se eu não tenho problemas, se tudo dá sempre certo para mim, se nunca passei por uma grande dificuldade que me tenha deixado marcas, como ocorre com a maioria das pessoas.
É claro que sim, sou como todo mundo. Tenho angústias, fico estressado, as pessoas às vezes me traem, mas eu procuro comer os morangos da vida.
Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore. Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha a sua frente.
Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas.
Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Abaixava depressa a cabeça para não perdê-la na sua boca. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas do seu pé.
As onças embaixo querendo comê-lo, e o urso em cima querendo devorá-lo.Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas douradas refletindo o sol. Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango. Quando pôde olhá-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza. Então, levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.Deu para entender?
Talvez você me pergunte: “Mas, e o urso?”
Dane-se o urso e coma o morango!
E as onças?
Azar das onças, coma o morango!
Às vezes, você está em sua casa no final de semana com seus filhos e amigos, comendo um churrasco. Percebendo seu mau humor, sua esposa lhe diz:
— Meu bem, relaxe e aproveite o domingo!
E você, chateado, responde: “Como posso curtir o domingo se amanhã vai ter um monte de ursos querendo me pegar na empresa?”
Relaxe, como está na Bíblia, e viva um dia por vez: coma o morango.
Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro. Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças, arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida e é importante que saibamos viver dentro desse cenário. Mas nós precisamos saber comer os morangos, sempre. O melhor momento para ser feliz é agora.
Por Roberto Shinyashiki - Consultor

Liberdade de expressão

A liberdade de expressão não é ilimitada: crimes contra a honra
 
Liberdade de expressão
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Liberdade de expressão é o direito de se manifestar opiniões livremente.

A liberdade de expressão é um conceito considerado freqüentemente integral nas democracias liberais modernas para eliminar a censura. O discurso livre é também apoiado pela Declaração Internacional dos Direitos Humanos, especificamente sob o artigo 19 da declaração universal dos direitos humanos e o artigo 10 da convenção européia de direitos humanos, embora esse direito não seja exercido em vários países.

O direito à liberdade da expressão para a maioria não é considerado ilimitado; os governos podem proibir determinados tipos prejudiciais de expressões. Sob a lei internacional, as limitações no discurso livre estão restritas à um rigoroso teste de três critérios: ser baseados na lei, perseguir um objetivo reconhecido como legítimo, e ser necessário (isto é, ter um propósito) para a realização desse objetivo.

Dentre os objetivos considerados legítimos está a proteção dos direitos e da reputação de outros (proteção contra a difamação, calúnia ou injúria), e a proteção da ordem, da segurança nacional e do público, da saúde e da moral. As opiniões variam extensamente entre povos, nações e culturas diferentes a respeito de quando a limitação do discurso livre se encontra com estes critérios.

Calúnia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Calúnia é uma afirmação falsa e desonrosa a respeito de alguém. Consiste em atribuir, falsamente, à alguém a responsabilidade pela prática de um fato determinado definido como crime, feita com má-fé. Pode ser feita verbalmente, de forma escrita, por representação gráfica ou internet.

A calúnia qualificada é a praticada contra o Presidente da República ou chefe de governo estrangeiro; funcionário público, em razão de suas funções; na presença de várias pessoas ou por meio que facilite sua divulgação e se for praticada mediante pagamento ou promessa de recompensa.

A calúnia é tipificada no artigo 138 do Código Penal Brasileiro. Juntamente com a difamação e a injúria constitui o capítulo de "crimes contra a honra".

Difamação
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Difamação é um termo jurídico que consiste em atribuir à alguém fato determinado ofensivo à sua reputação, honra objetiva, e se consuma, quando um terceiro toma conhecimento do fato. De imputação ofensiva que atenta contra a honra e a reputação de alguém, com a intenção de torná-lo passível de descrédito na opinião pública. A difamação fere a moral da vítima, a injúria atinge seu moral, seu ânimo.

A difamação está no artigo 139 da do Código Penal Brasileiro, no capítulo de "Crimes contra a Honra".

Injúria
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

No Direito consiste em atribuir à alguém qualidade negativa, que ofenda sua honra, dignidade ou decoro.

É um crime que consiste em ofender verbalmente, por escrito ou fisicamente(injúria real) a dignidade ou o decoro de alguém, ofendendo o moral, abatendo o ânimo da vítima.

Está no artigo 140 do Código Penal Brasileiro, no capítulo de "Crimes Contra a Honra".

A Difamação distingue-se da Injúria, porque a Injúria é feita ao próprio, a Difamação é feita de uma determinada pessoa falando a terceiros.

Conclusão
A liberdade de expressão não é ilimitada, não temos o direito de caluniar, difamar ou injuriar outras pessoas. Calúnia, injúria e difamação são crimes previstos no Código Penal Brasileiro. O Código Penal Português também trata dos crimes contra a honra. Devemos utilizar a liberdade de expressão de maneira responsável.

Por: Hamilton F. Menezes - Coord. da lda-unabras

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Radioamadorismo

dioamadorismo
"Um Hobby, uma paixão, um mundo mágico nas ondas do rádio"
O Radioamadorismo, é uma atividade exercida sem fins lucrativos e permite que milhares de pessoas devidamente identificados e licenciados de todo o mundo estabeleçam contato via rádio e um dos seus principais objetivos é a evolução técnica das comunicações, estudo de propagação, do espectro em geral, aspectos geográficos em radiocomunicação. Para os Radioamadores não existem barreiras étnicas, políticas, religiosas, ideológicas, de nacionalidade, idade ou profissão, tentando promover uma relação internacional de amizade, compreensão, cidadã e cordial .
O Radioamadorismo é mais conhecido pelo serviço gratuito que presta quando ocorre desastres naturais, aquisição de remédios difíceis e por ter ajudado na localização de pessoas e até veículos roubados e infelizmente por causar interferências. Entretanto contribui significativamente tanto no plano social, quanto no tecnológico para as nações que o apoiam e aprovam.
Pode-se assegurar que os radioamadores são representantes do seu país, quando estabelecem contatos internacionais promovem a sua imagem e seu interesse pelo resto do mundo.
O radioamador é tido também como força de reserva das forças armadas prestando serviços quando solicitados, responde rapidamente aos chamados de socorro em comunicações quando os canais normais são interrompidos devido a calamidades . Os amadores tem contribuído em situações de emergência de conseqüências desastrosas como terremotos, erupções vulcânicas e furacões que ocorrem quase todos os anos em diversos países.
Por sua possibilidade de aprendizagem para a juventude o valor do radioamadorismo é muito claro, além do mais, traz a oportunidade de uma atividade produtiva para pessoas de idade avançada e para os fisicamente incapacitados, o radioamadorismo oferece uma oportunidade de contato externo que não seria possível conseguir de outra maneira, é uma inigualável abertura por exemplo, para os deficientes visuais.

O que é o radioamadorismo ?

O radioamadorismo, como o seu próprio nome indica, é um "hobby". É praticado universalmente e, dessa maneira, está sujeito a normas e regulamentos, que são discutidos e aprovados em convenções internacionais, que, por sua vez, são ratificados pelos países que delas participam, inclusive, o Brasil.
Oficialmente é difundido como um serviço de amadores, destinado a incentivar e desenvolver os conhecimentos técnicos das pessoas que, devidamente habilitadas e licenciadas pelas autoridades competentes, se interessam pelo estudo da radioeletricidade e sua aplicação no serviço de intercomunicações a título exclusivamente pessoal a sem interesse pecuniário.
Por conseguinte, o radioamadorismo é a atividade das pessoas treinadas no setor das intercomunicações amadorísticas, que se vão aperfeiçoando à medida em que operam suas estações de rádio, numa prática destinada ao treinamento individual mais apurado, assim como se lançam à investigação técnica, ao intercâmbio social com troca de mensagens de caráter pessoal que não tenham cunho comercial, político ou racial, e ainda fomentando o congraçamento dos povos do mundo.
Ao ligar o seu equipamento, o radioamador pode trazer para dentro do seu lar a voz de pessoas, distantes, residindo em países longínquos, com quem manterá conversações como se fosse uma visita, abordando vários assuntos permitidos pela legislação sobre radioamadorismo, e fazendo novas amizades ou renovando as já adquiridas.
No Brasil, os radioamadores são legislados pela ANATEL - Agencia Nacional de Telecomunicações, órgão do Ministério das Comunicações, e supervisionados pela LABRE - Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão, à qual são filiados, agora sem obrigatoriedade.
Sendo reserva especial das Forças Armadas, os radioamadores poderão ser chamados a prestar serviços de caráter público, em casos de emergência, tais como catástrofes ou calamidade pública, quando estarão à prova os seus conhecimentos e habilidades de operação, qualidades que são adquiridas no dia a dia, e também participando de concursos e contestes nacionais e internacionais, ocasião em que o raciocínio e a presteza de decisão do radioamador são postos à prova, numa verdadeira cadeia de "escotismo no ar".
O radioamadorismo é uma atividade incessante. A qualquer hora do dia ou da noite, em todas as partes do mundo, existem sempre vários radioamadores com os seus equipamentos ligados e falando com outros, nas faixas de rádio a eles destinadas, num intenso formigar de estações pelo ar, trocando informações, aproximando almas distantes e desconhecidas, salvando vidas em perigo, minorando sofrimentos de corações angustiados pela falta de notícias de parentes e amigos, providenciando e enviando remédios que poderão salvar pessoas em perigo, etc.
Mas não é só isso: o radioamadorismo é, realmente, tudo isso e muito mais: é aquela confraternização eterna e espontânea entre os homens, que os aproxima ainda mais, os une e os torna mais humanos, pois na sua maioria, os radioamadores não se conhecem pessoalmente, mas nutrem um pelo outro um profundo e sincero afeto. 

Por:Jorge Barbosa - http://www.py3po.com.br/

JORGENCA: Steve Jobs e o futebol

JORGENCA: Steve Jobs e o futebol: As revoluções do fundador da Apple, pai do iPhone, podem ser vistas até no Brasileirão. NÃO SEI VOCÊ, mas eu não consigo mais assisti...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Como escolher uma franquia?

Para você que está pensando em abrir seu negócio próprio, antes de tomar qualquer decisão, você precisa fazer alguns passos antes para decidir se a franquia é ideal e não ter problemas futuramente pela escolha.
Em primeiro lugar, faça uma pesquisa para entender e conhecer sobre o sistema de franchising. Após esse estudo, você precisa saber se é capaz de pertencer ao sistema. Portanto, é preciso fazer uma auto-análise do seu perfil, preferências, habilidades e das razões que o levaram a querer investir em um negócio próprio.
Após ver se você possui o perfil para ser um franqueado, identifique quais redes se enquadram nas suas expectativas, considerando o valor de investimento, retorno, filosofia da empresa.
O próximo passo é pesquisar as oportunidades de negócios. A internet é um dos melhores meios de procurar além das revistas, jornais e feiras. Quanto mais você pesquisar, mais chances você terá de encontrar o negócio corresponda a suas expectativas! E também pesquisar o segmento que você se identifica, se é alimentação, serviços, saúde, etc., e depois escolher a marca. Visite a empresa franqueadora e confira a estrutura da empresa, a equipe, os manuais operacionais etc.
Feito tudo isso, após a entrevista com o franqueador e aprovação de seu cadastro, você deverá receber uma  COF (Circular de oferta de franquia), que é o primeiro documento a ser analisado. A entrega da COF ao interessado é obrigatória!
Caso não tenha familiaridade em análise de legislação e contratos, consulte um advogado. É muito importante que você tenha certeza do que irá assinar!
Estando de acordo é só assinar, e boa sorte!
 
Como escolher um ponto para abertura de franquias?
 
O processo de abertura de uma franquia envolve uma série de providências que objetivam o sucesso do negócio. Pertencer a uma boa rede não é o suficiente, é preciso também estar no lugar certo.
Nesse sentido, escolha correta do Ponto Comercial é fator determinante para o sucesso de qualquer negócio e precisa ser feita sempre com análise criteriosa de vários fatores, minimizando os riscos do retorno do investimento.
Não envolvem somente fatores de estrutura, custo, segurança etc..., mas também diz respeito a maneira de como o cliente enxergará o seu negócio.  O visual vai atrair o cliente a distância, deve ser acessível a todos (crianças, idosos, portadores de necessidades especiais) e o ramo de atividade pode atender às necessidades da região instalada.
No intuito de auxiliá-lo nessa escolha tão importante, selecionamos os principais itens a serem observados:
 
Público alvo:
Muito importante observar antes de se decidir pelo local o tipo de público que freqüenta a área escolhida, os hábitos de consumo, razões que os levam até o local etc.. essa observação será fundamental para descobrir se a região é adequada ao negocio. A princípio o local pode parecer excelente, mas numa visita mais detalhada, pode-se notar uma distorção dessa percepção. Por exemplo: é comum pensar que o centro é um ótimo lugar para instalação de um comércio, pois é um local onde há um enorme fluxo de pessoas. Esse conceito aplica-se à maior parte das cidades, mas nas cidades maiores, determinadas áreas do centro por terem prédios antigos e mal conservados, podem ser freqüentadas mais por pessoas sem poder aquisitivo, moradores de rua, enquanto a população consumidora pode ter transferido o local de compras para os shoppings ou novas regiões comerciais onde não corram riscos.
 
Visibilidade:
Outro aspecto a ser considerado para verificar se é boa a localização, é a visibilidade. Trata-se da capacidade de exposição, o quanto a loja é vista, a que distância é vista e como é vista. São muitos os fatores que compõem uma boa visibilidade:
  • Esquinas - muitas vezes tornam-se ponto de referência, tanto na rua quanto em shopping.
  •  Locais próximos a semáforos - enquanto aguardam abrir o sinal as pessoas observam a loja.
  • Estruturas arquitetônicas diferenciadas, um prédio em meio a diversas lojas térreas, por exemplo.
  • Comunicação Visual - uma fachada bem caracterizada, painéis, pintura e material de construção diferenciados.
 
Acesso:
O local deve ser de fácil acesso, seja por meio de transporte coletivo, carros ou pedestres. De preferência em rua conhecida, estacionamento no local ou bem próximo, facilidade de visibilidade da loja; etc.Oferecer local apropriado de acesso para portadores de necessidades especiais e estacionamento, por exemplo, são fatores, que influenciam a decisão do consumidor ao ir à loja.
 
Concorrência:
Um estudo da concorrência vai lhe dar dados importantes sobre a escolha do local. Identifique quem são, quantos são, onde estão os concorrentes e como se comportam para analisar suas estratégias de localização. Ou seja, você deve estar atento: onde tem geograficamente ocorrido a expansão, ou mesmo o fechamento, das lojas dos seus principais concorrentes. A proximidade de lojas do mesmo segmento pode ser benéfica para vários segmentos do varejo, para outros, pode ser fatal.
 
Imóvel:
Antes de decidir por um imóvel você deve definir a metragem necessária para a instalação do negócio. Na maior parte das vezes, essa metragem padrão é fornecida pela franqueadora, baseada em estudos concretos.
A partir desta definição, procure imóveis com dimensões semelhantes, acima ou abaixo, e tenha em mente: térreo é melhor que sobrado, bom fluxo de pessoas aumenta suas expectativas clientes.
Em relação ao imóvel também deve ser observado o estado geral de conservação, pois a necessidade de uma reforma onerosa pode ter um impacto direto no retorno do investimento do negócio, frustrando suas expectativas.
Outrossim, verifique as leis municipais de zoneamento para o seu tipo de atividade empresarial .
 
http://www.soartigos.com/artigo/12653/suafranquia

domingo, 16 de outubro de 2011

Botafogo Futebol e Regatas


O Botafogo é cria de outros Botafogos que surgiram no Rio no fim do século 19.


A história requer atenção. Alguns remadores do Clube Guanabarense resolveram abandonar a instituição em 1891 para fundar o Grupo de Regatas Botafogo, que mais tarde (1894) virou o Club de Regatas Botafogo. Essa turma já gostava de jogar futebol, e em 1903 fizeram uma partida contra o Flamengo.


Nessa mesma época, dois amigos, Flávio Ramos e Emmanuel Sodré, tinham uma ídeia fixa: formar um clube de futebol. O sonho virou realidade em 12 de agosto de 1904, quando os rapazes fundaram o Electro Club, primeiro nome do Botafogo Football Club. Havia, portanto, no Rio mais de um Botafogo.


O time de futebol que conhecemos hoje, originou-se somente em 8 de dezembro de 1942, com a fusão entre o Club de Regatas e o Football Club.


Foi quando se decidiu pela nome de Botafogo Futebol e Regatas. Todos ficaram felizes.
O Fogão, no entanto, tem a data de 1904 como a de sua criação.


Nasceu para fazer jogos pelo Estado.


Em 1910, como diz seu hino, o Botafogo conquistou o primeiro título oficial de sua história.
Houve outro em 1907, mas o Fluminense o reivindica também.


Foi em 1910 que o clube ganhou o apelido de "Glorioso".  Fez naquela temporada 66 gols com a linha Abelardo de Lamare, Décio Viccari e Mimi Sodré. Um ano antes, o Fogão fez 24 a 0 sobre o Mangueira. Era gol que não acabava mais.


Em 1912, a prefeitura do Rio cedeu o terreno na rua General Severiano, onde seria construída a sede do clube.


O Botafogo amargou alguns jejuns de títulos ao longo de sua história.


Ganhou em 1930 e abriu caminho para uma sequência de conquistas históricas. Virou o time da moda. Tanto foi assim que 9 jogadores do Botafogo foram convocados para defender o Brasil na Copa do Mundo de 1934.


Foi na década de 1940 que o Botafogo teve em time o lendário Heleno de Freitas, herói da torcida durante quase 10 anos. O clube parecia que tinha faro para bons jogadores. Foi nessa época. um pouco mais adiante, que chegaria a General Severiano o lateral-esquedo Nílton Santos.


A década de 1950 mudou a cara do clube alvinegro. Havia ali um timaço, com Didi, Zagallo, Amarildo e Quarentina.


Fazia frente ao Santos de Pelé. Havia também Garrincha.


Os anos 60 também foram de magia. O Botafogo se renovava sem perder a qualidade.


O esquadrão de 1968, por exemplo, tinha Jairzinho, Paulo Cézar Caju e Gérson.


O Botafogo já era grande, mesmo depois tendo de encarar anos menos gloriosos.
A fila durou 21 anos, de 1968 a 1989.


Tantos outros jogadores contaram a história do Botafogo com maestria e dedicação. O Fogão não parou mais. 


Os títulos do Botafogo
Campeonato Carioca: 19 1907/10/12/30/32/33/35/48/57/61/62/67/68/89/90/97/2006/10 
Torneio Rio-São Paulo: 4 1962/64/66 e 1998
Campeonato Brasileiro: 2 1968/1995 
Conmebol: 1 1993
Por: Marcos D'Paula/AE