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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Diferenças entre o Modelo Burocrático e o Modelo Contemporâneo

Analisando o processo de relações interpessoais (ou o relacionamento com as demais pessoas no ambiente de trabalho) e os tipos ou modelos existentes nas empresas atuais, podemos destacar dois tipos: 
  • o Burocrático e 
  • o Contemporâneo. 
Ora, mas quais seriam as diferenças entre ambos?
Muito simples.
O modelo burocrático possui a bagagem do próprio nome, que é um modelo excessivamente administrativo e esse excesso interrompe ações que, normalmente, deveriam ser rápidas. 

Algumas das características de uma empresa burocrática é o formalismo, não o formalismo no cumprimento e no trato entre as pessoas, mas o formalismo no sentido do “engessamento da autonomia”. 

No formalismo não há espaço para autonomia, e sim para a centralização do poder, com regras e diretrizes. 

Em uma empresa burocrática, todas as decisões são tomadas por um superior e tudo é decidido via diretriz rígida e incapaz de fugir ao planejamento rígido. 

Além do formalismo, outra característica do sistema burocrático e é consequência do formalismo é a impessoalidade. As pessoas não se relacionam entre si, o relacionamento ocorre entre cargos e funções. 

As pessoas não falam além do necessário, não se comunicam, não se conhecem. Conhecem o Diretor de Operações, mas não conhecem a pessoa que dirige o departamento de operações. 

Este tipo de comportamento leva a uma outra característica do modelo burocrático, que é o profissionalismo, onde as competências técnicas tem muito mais valor do que competências interpessoais.

Já nos modelos contemporâneos, o que vale mesmo é compartilhamento, colaboração e confiança. 

A base da pirâmidade, que é o pessoal operacional, tem muito mais autonomia para trabalharem e, com isso, as empresas ganharam em flexibilidade e agilidade nos processos. 

Neste modelo, a atuação em equipes é privilegiada e a autonomia dos colaboradores é muito maior. Autonomia maior significa comprometimento maior com a empresa, refletindo na produtividade e nos resultados de uma forma geral.

Agora que analisamos, qual o melhor modelo?
Sem dúvida, o modelo contemporâneo. Pelo simples fato de fazer com que os colaboradores tenham autonomia e sintam-se co-proprietários dos processos organizacionais. 

Esta autonomia reflete em responsabilidade, comprometimento. O ambiente fabril comprometido com os resultados torna-se mais produtivo, mais amistoso, mais sociável e não menos responsável.
Além disso, o ambiente contemporâneo favorece a inovação. Sabemos que muitos fatores inibidores à inovação ainda existem – tais como chefias contrárias às mudanças, cultura da empresa, recursos escassos, falta de visão da empresa, missão conflitante, etc, porém a inovação apenas ocorre em ambientes favoráveis que, como vimos é o ambiente contemporâneo, pois onde todos estão comprometidos com os objetivos da empresa, torna-se mais produtivo. 
E comprometimento traduz-se em atitude de aprendizado, liderança, trabalho em equipe, comunicação participativa e, principalmente em prazer ao realizar o trabalho. 
Tudo isto favorece a um ambiente inovador, desde que o transgressor (aquele que é considerado inovador, pois sairá da zona de conforto, do lugar comum) saiba identificar o que é permitido e o que é proibido.
Copiado: https://sandrocan.wordpress.com

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