sexta-feira, 15 de outubro de 2021

A Importância do Professor na Formação dos Alunos


 Ninguém nasce sabendo, não é mesmo? Precisamos de alguém que nos ensine o que é necessário para viver e atuar na sociedade, desde o início de nosso desenvolvimento. E qual a importância do professor nesse desenvolvimento?

Além de nossos pais ou responsáveis, que nos ensinam desde criança como agir e se comportar, o professor nos transmite conhecimentos mais amplos sobre o mundo, sobre a sociedade e sobre a profissão que iremos seguir.

A docência é uma das profissões mais importantes e que requerem maior responsabilidade, visto que todas as outras dependem do professor para sua formação e capacitação para atuarem.

Historicamente, o modelo tradicional de educação era configurado de modo que o professor era o detentor do saber e transmitia o conhecimento aos alunos, e estes eram apenas ouvintes passivos e tinham o trabalho de memorizar o que era ensinado.

Entretanto, com as transformações sociais e o avanço da tecnologia, as formas de ensinar e aprender também se modificaram. Se antes a principal fonte de conhecimento era o professor, hoje os alunos têm acesso a uma grande quantidade de informações sozinhos.

Sendo assim, o professor deixou de ser o detentor do saber e assumiu o papel de mediador do conhecimento, transmitindo os conteúdos, construindo significado relevante com o aluno e auxiliando no processo de aprendizagem. O papel de mediador permite dar espaço ao aluno para receber as informações, questioná-las e pensar por si só, e não receber passivamente o conteúdo, podendo participar de forma ativa da própria formação acadêmica.

Formação acadêmica e profissional

É na sala de aula que se constrói o conhecimento e onde conhecemos os assuntos e entramos em contato com temas importantes das mais diversas áreas para formar a base de nosso saber. É o trabalho nesse ambiente que nos prepara para o mercado de trabalho e nos capacita a exercer uma profissão, com o conhecimento necessário para isso.

Desde a educação básica estudamos matérias que abordam os temas principais que envolvem o mundo em que vivemos para termos oportunidade de entendê-lo melhor. Ao longo da vida escolar, vamos nos identificando com áreas específicas, o que vai delineando nosso projeto de vida e a carreira que iremos seguir.

Todo esse processo só é possível com a participação e importância do professor, que transmite todas as informações necessárias para formar um repertório de conhecimentos a serem colocados em prática e assimilados por seus alunos, consolidando assim a aprendizagem.

O professor influencia a forma de agir e pensar do futuro profissional, que o tem como referencial, sendo essencial a formação continuada para oferecer informações atualizadas e boas práticas para atender o mercado de trabalho.

A importância do professor na formação integral

Além da formação acadêmica, o professor contribui para a formação e o desenvolvimento do aluno enquanto indivíduo e membro da sociedade, pois proporciona para ele experiências que vão além do âmbito intelectual. O professor auxilia na aprendizagem de competências socioemocionais, que englobam aspectos comportamentais e relacionais, fundamentais para as relações humanas em geral.

As atividades escolares mediadas pelo professor também proporcionam o contato com as habilidades e competências exigidas para a vida profissional do futuro e para a vida pessoal.

Porém, o conhecimento teórico-acadêmico por si só não garante o sucesso profissional e pessoal. É preciso utilizá-lo de maneira adequada, o que requer boas relações interpessoais e intrapessoais.

A importância do professor como agente social

A educação, enquanto pilar da sociedade, tem o professor como agente formador de cidadãos aptos a atuar na sociedade, munidos de conhecimento e habilidades fundamentais.

O papel do professor como mediador nos processos de elaboração do conhecimento é primordial para que a educação evolua e sirva ao seu propósito social. O trabalho docente é a base da formação escolar e contribui não só com o desenvolvimento dos alunos, mas com o progresso da sociedade em geral, utilizando o conhecimento e a educação como instrumento.

Além de ensinar os conhecimentos historicamente acumulados, deve estimular o aprimoramento e a construção de novos saberes, desenvolvendo uma relação igualitária com os alunos enquanto membros da sociedade.

A nova pedagogia tem o professor como incentivador e orientador da aprendizagem, proporcionando aos alunos a iniciativa e autonomia na construção de conhecimento e consolidação da aprendizagem.

A aprendizagem ocorre no ambiente escolar, logo um ambiente social, sendo assim, o conhecimento é construído na relação com os outros mediante a intervenção do professor. É ele quem dá ao aluno espaço para se expressar, questionar e pensar, permitindo que ele desenvolva habilidades intelectuais autônomas sob sua orientação.

De acordo com Libâneo, importante educador brasileiro, “o trabalho docente é atividade que dá unidade ao binômio ensino-aprendizagem, pelo processo de transmissão-assimilação ativa de conhecimentos, realizando a tarefa de mediação na relação cognitiva entre o aluno e as matérias de estudo”.

Nesse sentido, o processo de ensino e aprendizagem precisa ser assertivo, tendo o professor ensinando a teoria e o aluno aprendendo e assimilando os conteúdos, a fim de colocá-los em prática. Porém, a teoria por si só não transforma o mundo, é preciso que ela seja assimilada por quem irá colocá-la em prática, efetivando ações concretas que gerem transformação.

A ideia é apresentar conhecimentos do passado e suas tradições para compreender a estrutura e o funcionamento da sociedade, de modo a redefinir as ações futuras, buscando e realizando melhorias para o mundo. Sendo assim, o professor desempenha um papel primordial na educação acadêmica e tem seu trabalho também como uma prática social.

Exemplo a ser seguido

O professor é capaz de influenciar positivamente seus alunos, pois a maneira como ensina faz toda a diferença para gerar interesse e engajar seus alunos, fazendo com que eles se sintam motivados a buscar conhecimento e seguir seus sonhos.

Por ser uma das figuras mais próximas dos alunos, ele costuma ser tido como modelo e referencial para as crianças e os jovens, que o admiram por sua inteligência e os inspiram a ser como ele.

A importância e atitudes do professor  influenciam e fazem a diferença na vida dos alunos, tanto acadêmica quanto pessoal, pois:

  • Encoraja.
  • Ajuda na resolução de problemas.
  • Incentiva, motiva e estimula.
  • Orienta nas dificuldades.
  • Dá espaço para se expressar, perguntar, argumentar.
  • Considera o esforço dos alunos.
  • Está sempre pronto para responder aos questionamentos e às dúvidas.
  • Respeita a individualidade.
  • Preocupa-se genuinamente com o aluno.
  • É comprometido com seu trabalho.
  • Esforça-se para oferecer o seu melhor e garantir a aprendizagem.

A importância da relação entre professor e aluno

A escola é um dos principais ambientes em que crianças e jovens vivenciam experiências sociais, interagem com seus semelhantes e constroem sua noção de pertencimento.

As primeiras relações sociais são desenvolvidas no ambiente escolar e são mediadas pelo professor, que orienta e configura a adaptação dos alunos ao meio social. Para que isso seja possível, é preciso que haja afetividade, um vínculo entre o professor e os alunos, uma relação de confiança e afeto, para aprenderem a interagir, se comunicar e desenvolver empatia.

afetividade é fundamental para a educação, pois essa relação permite a aprendizagem emocional e a social, que englobam todos os aspectos da vida, não só o acadêmico. Além disso, o desempenho cognitivo é muito mais eficiente com a afetividade, pois ela motiva os alunos e gera uma aprendizagem mais significativa.

A ressignificação do papel do professor em tempos de pandemia

Com a pandemia, os alunos tiveram que aprender longe da sala de aula, e o professor precisou se reinventar, para continuar cumprindo seu papel mesmo a distância, e repensar o plano de aula, a maneira de dar aulas e apresentar os conteúdos curriculares, as atividades a serem propostas, as formas de avaliação e as estratégias para motivar os alunos a darem continuidade à aprendizagem.

Mesmo distante, o professor continua sendo fundamental para a formação dos alunos, pois é ele quem orienta e direciona a aprendizagem e o desenvolvimento, auxiliando a busca ativa por conhecimento em casa.

Com o retorno das aulas presenciais, a relação entre professor e aluno será ainda mais importante, pois ambos precisarão se readaptar à sala de aula e às mudanças que foram desencadeadas com a pandemia. Será necessário um acolhimento socioemocional por parte dos professores que estimule as habilidades socioemocionais para que os alunos superem suas dificuldades e prossigam com o processo de aprendizagem.

O professor, portanto, é aliado essencial da escola na construção de uma sociedade melhor, ao formar cidadãos responsáveis para utilizar na prática social os conhecimentos adquiridos ao longo da vida acadêmica.

Mas para que os professores possam realizar um bom trabalho em sala de aula, a escola precisa dar a ele o suporte necessário, como materiais, recursos, condições de trabalho adequadas, formação continuada, entre outros.

Copiado: https://sae.digital/

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

18 RAZÕES QUE LEVAM AS PESSOAS A PROCURAREM OUTRO EMPREGO

 


O alarme toca cedo na segunda-feira. Qual a sua reação?

Está pronto para enfrentar o dia? Ainda que você não tenha pensado em demitir-se porque existe a necessidade de manter-se empregado, a insatisfação pode tomar conta e clicar em “soneca” torna-se uma constante.

Trocar de emprego ou não?

Eis a questão Se você vivencia a última opção, talvez seja hora de reavaliar sua vida e descobrir qual é o catalisador. Como na maioria dos casos, talvez você descubra que a procrastinação está relacionada ao trabalho.

Talvez isso explique porque é normal as pessoas mudarem 4 vezes de emprego até os 32 anos. Não é todo mundo que tem a chance de sair em busca de outras oportunidades ou de uma mudança radical na vida (Publicitário larga tudo para viver da sua arte). Se você pode mudar (através de buscas pela internet e de networking), mas ainda não tem certeza de disso, observe estes sinais:

  1. 1.  Você está sempre entediado

Apesar de haver vantagens no tédio – pode ajudar a aumentar a criatividade e te tornar mais orientado aos objetivos – se você está gastando o expediente jogando, fazendo compras, sonhando acordado ou vendo as horas, então, é óbvio que você não está fazendo o tipo de trabalho que te excita ou que te desafia.

  1. 2.     Você é constantemente deixado de fora

Podem haver algumas razões do motivo pelo qual você não é convidado para as reuniões de equipe ou eventos sociais fora do local de trabalho. Ou é o último a saber sobre os recentes acontecimentos da empresa. Para começar, você não foi capaz de encontrar uma panelinha. Apesar da amizade não ser a principal razão do porquê você ama seu trabalho, definitivamente, o expediente flui suavemente quando se tem um colega de trabalho. Outra razão pode ser porque seu chefe, ou colega, não valoriza suas contribuições e ideias. Quando as pessoas não escutam suas opiniões, é fácil entender por que você não se sente um membro importante da equipe.

3. O trabalho não vem naturalmente 

Você vê isso o tempo todo no local de trabalho. Sempre tem aquele funcionário que é incansável. Ele é tão produtivo e habilidoso em sua função que faz todos os outros parecerem ruins. E tem aquele funcionário que está com dificuldades para se manter nos prazos e entender tarefas simples. Isso significa que um é mais inteligente e mais determinado que o outro? Não necessariamente. Aquele funcionário está jogando com suas forças, então, o trabalho vem naturalmente. Você, por outro lado, não possui as mesmas habilidades. Então, pode acontecer do seu sucesso e da sua fugirem completamente pela janela.

4. Sentindo-se frustrado com seus objetivos pessoais 

Todos temos sonhos que nunca abandonamos. Mas, acredite ou não, às vezes um trabalho pouco interessante pode nos ajudar a alcançar esses sonhos. Por exemplo, se você sempre quis ser um escritor de ficção científica, mas trabalha como redator em uma agência, então, você está melhorando suas habilidades de escrita com o tempo. E, talvez, aprendendo alguns caminhos de marketing que te ajudarão a ter sucesso como autor.

5. Você não está sendo usado corretamente 

Se você foi contratado para ser um excelente redator em uma agência, mas eles sequer publicaram um texto seu, por que você deveria continuar? Seus talentos estão claramente sendo desperdiçados e isso aumenta o tempo que você levará para encontrar uma nova empresa que vai realmente usá-los.

 6. Seu chefe te ignora 

Apesar de você não ser o melhor amigo do seu chefe, houve um tempo em que você podia conversar, compartilhar ideias ou, até mesmo, recapitular Game of Thrones durante o almoço. Então, um dia, essas conversas pararam. Isso é confuso e podem existir fatores desconhecidos, como o chefe passando por problemas pessoais. Mas, se você é ignorado continuamente, torna-se difícil achar que está tudo bem, como frequentemente nos perguntamos: “O que fiz de errado?”.

 7. Você recebe feedbacks ruins 

Há muito tempo, eu era amigo de um barman que sempre recebia pouca gorjeta, junto com um monte de comentários negativos dos clientes. Esse amigo, então, reclamava dos clientes (até para outros clientes) ao invés de admitir que ele não era um bom barman. Não importa a posição que você está, se você recebe feedbacks negativos dos clientes, colegas de trabalho ou em avaliações de performance, então, este é um sinal claro de que você não serve para o trabalho ou o trabalho não é o certo para você.

8. A empresa não combina com seus valores e objetivos de vida 

“Sua empresa te ajuda a realizar sua missão pessoal?”, perguntam Jack Welch, ex-CEO da GE e Suzy Welch, famosa autora. “Essencialmente, é uma pergunta que quer saber se sua empresa combina com seus valores e objetivos de vida”. Por exemplo, é exigido que você “viaje mais do que gostaria, dado o equilíbrio vida-trabalho que você espera? A empresa oferece chances de crescimento de acordo com o seu nível de ambição?”. Lembre-se que não há resposta certa ou errada para tais questões, apenas uma ideia para saber se você está investindo seu tempo na empresa certa ou errada para você.

9. Menos trabalho chegando à sua mesa 

Se você está recebendo menos atribuições, este é um indicador de que houve uma decisão pela alta gerência de que você não deveria ter tantas responsabilidades. Se isso significa que seu empregador perdeu a fé em você ou que seu trabalho pode estar em jogo, este é um sinal de que você deve começar a polir seu currículo.

10. Você não se encaixa 

Quando eu estava na faculdade, era amigo de alguém que queria ser professor. O problema? Essa pessoa não aguentava crianças e só queria entrar na área por causa dos benefícios e das férias (nota da editora: sim, isso nos Estado Unidos). Pouco essa pessoa sabia que professores trabalham duro e que precisam gastar muito tempo com crianças. Essa pessoa não durou muito como professor e voltou para a faculdade para se tornar um advogado. Se você sente que não se encaixa com uma posição ou cultura específicas, é interesse repensar o caminho.

11. Você não está tão desesperado pelo salário 

Primeiro, são poucas pessoas que não necessitam, de fato, dos ganhos. Em nossa sociedade, nós precisamos de dinheiro para pagar despesas de casa, transporte, comida e roupas. Por isso, dependemos de um emprego ou de empreender. Mas, se você for uma exceção e não estiver nessa situação de necessidade, lembre-se do que Paul Graham disse: “Para ser feliz, você tem que fazer algo que admire, não necessariamente do que goste. Você tem ser capaz de achar incrível o que consegue realizar”.

12. Você tem um chefe horrível 

Merideth Ferguson, co-autora de um estudo sobre local de trabalho e professora assistente ma Baylor, disse: “Muitas pessoas deixam os supervisores, não o emprego”. Trabalhar sob um gestor horrível não impacta apenas sua performance, isso afeta sua vida pessoal e até sua saúde, fazendo você se estressar e se sentir ansioso.

13. Você sempre está sobrecarregado 

Você fica facilmente sobrecarregado ou se irrita com a menores tarefas e questões? Eu tive um emprego que não suportava e, toda vez que meu chefe me atribuía um tarefa simples, como responder um e-mail, meu sangue fervia. Mesmo quando meu chefe não fazia absolutamente nada de errado e me pedia algo simples, o trabalho em si me frustrava tanto que não demorava muito para eu me irritar.

14. Você não fala sobre seu emprego ou empresa 

Richard Branson é um dos meu empreendedores favoritos. Seu carisma, transparência e sua história de sucesso me motivam sempre que preciso de um pouco de inspiração. Uma das coisas que admiro é que ele é o maior líder de torcida da companhia que ele fundou, a Virgin. Esse entusiasmo contagia os funcionários. Se você está envergonhado e evita falar sobre sua empresa, isso é, definitivamente, uma bandeira vermelha. Se você não se sente parte do projeto e dos objetivos da empresa, este não é o seu lugar.

15. Sua relação vida-trabalho está desequilibrada 

Não deveria ser novidade mas o equilíbrio entre vida e trabalho é essencial quando se trata da felicidade, motivação e produtividade dos funcionários. Afinal, se você se sente esgotado ao fim do dia e sente que só trabalha, então é hora de encontrar um trampo que permita que você tenha mais liberdade para aproveitar a vida fora do escritório.

16. Você não se sente desafiado 

Robert O’keane, consultor internacional da Charles Francis Cooper, escreveu: “Se você perceber que sua atribuição se tornou confusa ou que pessoas em cargos de gerência começam a dar conselhos conflitantes, então pode valer a pena considerar outras opções”. Ele adiciona: “Ninguém quer ficar preso em uma situação onde não se pode ganhar e, se seu trabalho faz você se sentir assim, por que não procurar outra coisa? Seu cargo deveria fazer você se sentir estimulado e desafiado – como se estivesse avançando em algo, ao invés de fazer você sentir que está perdendo uma luta e não está alcançando nada”.

17. Você não pode ser autêntico 

Há uma rede de restaurantes na Inglaterra, chamada Wagamama, que tem um dos melhores slogans que já vi: “Seja você. Seja Wagamama”. Abaixo desse slogan está a frase: “Nós celebramos as coisas que te fazem diferente”. Essa empresa adota as variadas habilidades e personalidades que os funcionários possuem e as utiliza para criar um negócio de sucesso. Se você sente que não pode ser você mesmo, talvez esteja na hora de procurar pastos mais verdes.

18. Você não consegue se imaginar na empresa por mais de um ano 

Outra ótima questão dos Welches: “Você pode se imaginar na sua empresa daqui um ano?”. Usamos esse prazo porque é, normalmente, o tempo necessário para encontrar um trabalho novo e melhor após a pessoa decidir sair. Então, olhe para o futuro, o melhor que puder, e preveja se estará na empresa, qual trabalho estará realizando, quem estará gerenciando e quem gerenciará você. Se este cenário te trouxer excitação, então, você está prestes a ficar muito tempo. Demitir-se é uma opção?

Caso esses sinais esteja muito evidentes em sua vida, está na hora de repensar seus objetivos. Às vezes, entramos em uma zona de conforto por acreditar que não temos alternativas. 

Se você tem condições de buscar uma nova experiência, pode ser uma grande mudança na sua vida.

Fonte: https://tutano.trampos.co/11742-razoes-demitir-procurar-outro-emprego/

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

PRECONCEITO e TRANSFORMAÇÃO CULTURAL

 


Vamos falar de PRECONCEITO e TRANSFORMAÇÃO CULTURAL? 

Mas vamos falar de peito aberto mesmo... Nasci mulher, preta, num bairro pobre do Rio de Janeiro, e demorei muito pra entender que o preconceito sempre esteve presente na minha vida, só que por vezes com um doce disfarce. 

Cresci ouvindo que eu tinha que ser a melhor em tudo o que eu fizesse, caso contrário o mundo me engoliria (o que de certa forma é verdade), e assim o fiz. 

Melhores notas, disciplina extrema, e cada vez mais regras e padrões que eu tinha que me encaixar pra ser aceita: Não fale alto, sente direito, seja uma mocinha, seu cabelo não é bom (tem que alisar), e assim fui crescendo. E achei de fato que era verdade, que eu não era boa o suficiente, e que tinha que me adequar pra ser alguém. 

Passei pela escola, pela universidade, iniciei minha vida profissional, mas sempre com um incômodo interno muito grande. 

Comecei então a duvidar: será que eu realmente tinha que mudar a minha essência pra me encaixar? 

Só que o que antes era um doce preconceito camuflado, passou a ficar mais evidente e escancarado, como mãe, profissional e mulher. Como mãe, por vezes ouvi comentários como "Nossa, você é mãe dela? Não parece, ela é tão branquinha!"... Sim, o mais adequado é que eu fosse a babá da minha filha branca. Isso doeu! 

Como profissional, me vi ganhando menos e trabalhando mais, mesmo tendo por vezes mais competência e preparo. Vi julgamentos absurdos e comparações inadequadas.


 
Me transformei... Passei a falar, questionar, me posicionar. E a primeira reação foram comentários como "Você é muito bruta!" ou "A Helen não tem controle emocional". Sim, porque mulheres não podem questionar ou argumentar. Passei a ouvir "A Helen é forte, parece um homem!". Me indignei! Não, não pareço um homem! Sou mulher e por isso sou forte! Porque tenho que parecer um homem, ou aceitar esse tipo de comparação? Ouvia isso de pares, líderes e etc. 

Fui assediada de algumas formas absurdas. Mas mulher não pode reclamar né? Tem que ouvir "Passa um batom que assim ele vai te ouvir" ou "Ah, mas ele só te trata bem porque você é mulher!". 

Enfim, me libertei! E hoje eu entendo que não, não tenho que mudar pra me adequar, eu sou suficiente! Sou mulher, preta, forte! A transformação cultural vem de dentro pra fora, e não com textos prontos e palavras bonitas. 

Transformar é entender que eu posso fazer a minha parte pra um ambiente saudável e justo. Que eu não preciso ter um cabelo liso pra ser adequada profissionalmente (ou na sociedade), que eu não tenho que me calar por ser mulher, que eu não preciso ter medo de ser julgada por me posicionar, e que eu posso ser agente do bem pra outras pessoas. 

Só quando você se cura de pensamentos equivocados é que pode pensar em trazer o mundo a sua volta pra essa jornada de transformação. E então, vamos transformar? #transformacaocultural #precisamosfalar #vale #women

Copiado.Helen Facci  https://www.linkedin.com/in/helen-facci-ab44a04b/

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Afinal, é Velho e Velha? Terceira idade? Melhor Idade? Idoso e idosa?


Os meios de comunicação e as nossas conversas cotidianas refletem bem os valores, conceitos e preconceitos que temos em relação a alguém ou ao grupo social do qual essa pessoa faz parte. O texto de hoje vai discutir termos comumente usados para se referir as pessoas que já envelheceram. E não será uma tarefa fácil.

  • · Não será tão fácil porque o primeiro ponto que coloco é: o que é envelhecer?
  •  É atingir uma certa idade e adotar isso como um critério? 
  • É perceber as mudanças fisiológicas e anatômicas no corpo humano, reflexo dos anos vividos, como pele mais enrugada, manchas, mudança na distribuição dos dentes, a massa muscular diferente da fase adulta, o cabelo, a cor dele ou a falta dele? 
  • É pensar no quanto estamos ainda dispostos a viver, a aprender e estar ativo na vida?

Veja que a definição de velho ou velha já causa dificuldade e mostra uma complexidade que nos convida e pensar para além do campo da saúde. Ser velho ou velha também pode ser uma postura em relação a aceitação de novos modos de vida e de relações sociais.

Aqui não caberia qualquer desprestígio ao que é velho, seria o oposto ao novo, a novidade. Mas sabemos que muitas sociedades agregam valor financeiro a isso e, a partir desse momento, tudo que é velho não serve mais.

No nosso mundo capitalista, países subdesenvolvidos e em desenvolvimento definem como pessoa idosa aquela com 60 anos ou mais, e para países desenvolvidos é a partir dos 65 anos. Dessa forma, o Brasil adota como idoso, velho, idosa ou velha quem tem 60 anos ou mais.

Ainda que estejamos passando por uma rápida mudança demográfica, que se caracteriza por um maior envelhecimento populacional, começar a adotar aqui o critério de 65 anos pode ser perigoso. Tal mudança pode aumentar a vulnerabilidade de grupos de pessoas idosas que, seja pela cor da pele, pelo local onde reside, pelo seu gênero, pela sua classe social, já tem muitas (às vezes, enormes) dificuldades para chegar aos 60 anos.

Pode-se afirmar que chegar bem aos 60 anos de idade ainda seja uma possibilidade, uma maior chance para um grupo seleto de pessoas que residem no nosso país. E o que dirá chegar aos 80 anos ou mais!

Precisamos também considerar o impacto da covid-19 na expectativa de vida da nossa população. Pesquisadores e pesquisadoras já apontam para uma redução de dois a três anos na expectativa de vida, dependendo do estado onde a pessoa reside.

Seguimos definindo os termos. Terceira idade acaba sendo as pessoas que já foram crianças/adolescentes, adultas e agora estão na tal terceira idade. Um conceito bem subjetivo.

Muitas pessoas velhas e estudiosos da gerontologia não gostam desse termo. Alguns dizem que tudo é melhor na terceira idade, outros que tudo é ruim. Sem consenso, só discussão. Foi uma tentativa de minimizar o preconceito e a discriminação em relação às pessoas que não são crianças, nem adolescentes, nem adultas.

Há um outro termo definido como "melhor idade", já que seria uma fase da vida onde tudo estaria bem resolvido: poucas obrigações com o trabalho remunerado necessário, a realização do trabalho por prazer ou voluntariado, mais tempo para viajar, praticar hobbies, ficar mais com a família, cuidar mais da saúde e estar saudável, com companheira e companheiro presentes e também saudáveis, filhos e filhas com bons empregos e cuidando dos seus filhos a maior parte do tempo.

É um quase paraíso e que está muito longe de acontecer para a maior parte da população. Muitas pessoas envelhecem com problemas de saúde, dificuldades para manter sua autonomia ou sua independência física para deslocamentos, com dívidas, com sonhos não realizados, pagando aluguel e enterrando o plano da casa própria, gastando mais de um terço do salário com plano de saúde ou medicamentos, viúvas, trabalhando na informalidade para complementar a renda. Bem, melhor idade parece não ser o melhor termo também.

Velho e velha. Para algumas pessoas poderá parecer preconceituoso ou discriminatório. Mas se falamos para quem tem sete anos que ela é uma criança ou para quem tem os seus 28 anos que ela é adulta, por que seria errado falar para uma pessoa de 78 anos que ela é velha?

Não deveria ser problema se não existisse o peso da discriminação por ter muitos anos de vida, o que é definido como etarismo, idadismo ou ageísmo. Algo "velho" está, infelizmente, associado com o não servir, estar ultrapassado, sem serventia, sem importância, obsoleto, desnecessário.

Como se não bastasse, ainda vivemos em uma sociedade que busca tornar patológico o ser velho, velha e ainda mais velhes, pensando na perspectiva de gênero e que poderia ser ainda mais ampliada quanto a sua orientação sexual.

São milhares de profissionais e empresas prometendo a jovialidade, a negação dos cabelos grisalhos, da pele enrugada, da postura um pouco mais curvada. Houve um episódio do grupo Portas dos Fundos cuja cena mostrou uma pessoa idosa tratada de forma infantilizada, como que seus comportamentos tivessem que ser acompanhados por uma pessoa adulta.

E o que isso nos mostra? Cenas de idadismo, etarismo, ageísmo. E isso constitui o olhar da sociedade sobre a pessoa velha e também dela sobre ela mesma. E tudo isso repercute também nas diversas áreas da nossa vida: trabalho, conjugalidade, aprendizado e lazer, por exemplo. Para o Porta dos Fundos, por que não incluir atores e atrizes mais velhas no seu elenco fixo?

Negamos o que é muito evidente. Já parou para perceber que boa parte dos nossos presidentes eram velhos quando assumiram o cargo ou tornaram-se velhos enquanto estavam na gestão do país? Mas quantos defenderam a bandeira em defesa dos direitos da população idosa?

Por que incomoda tanto "a musa" de uma certa década agora ter envelhecido e não mais trazer uma imagem jovial? Por que ainda queremos elogiar as pessoas dizendo que elas parecem mais jovens do que a idade que possuem? No Brasil, o velho ou a velha é sempre a outra pessoa.

Estamos a todo momento praticando um pouco ou muita discriminação contra a pessoa idosa ou negando o fato de que envelhecer é uma conquista da sociedade, uma oportunidade para se fazer muito para si e para outras tantas pessoas. É um momento ainda de crescimento pessoal, de novos relacionamentos, de novos projetos, de novas descobertas. Na cultura do Mali, um país do continente africano, há um provérbio que diz que "cada ancião que morre é uma biblioteca que se queima".

A velhice é desigual para muitos idosos e idosas negras e indígenas que morrem precocemente, sem usufruir dessa fase da vida, sem nos contemplar com seus ensinamentos, sem escrever mais páginas das suas histórias, sem nos ajudar a fazer um mundo melhor.

Quem é a velha ou o velho aqui? A escolha é sua. A construção ou redefinição dos termos é nossa. Velho pode ser uma qualidade positiva para um bom vinho, para um conhecimento atemporal, para amizades duradouras, para enaltecer uma árvore frondosa, um rio que nunca deixou de abastecer gerações de pessoas de um povoado, é uma profissional extremamente competente no que faz e que alia prática com conhecimentos, é uma obra de arte como um quadro ou uma obra arquitetônica do Egito.

Enfim, ser velho ou velha pode ser bom.      Na dúvida, chame pelo nome. Isso sintetiza a coluna de hoje.

Copiado: Alexandre da Silva -  https://www.uol.com.br/vivabem/


quarta-feira, 6 de outubro de 2021

"ATITUDE É TUDO"


 Luiz é o tipo de cara que você  gostaria de conhecer. 

"Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo  de positivo para dizer". 

Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a  resposta seria logo: 

"Ah.. Se melhorar, vira FESTA!". 

Ele era um gerente especial em um restaurante, pois  seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. 

Ele era um motivador nato. 

Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luiz estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.  

Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia  lhe perguntei: 

"Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo". 

 "Como faz isso" ? 

Ele me respondeu: 

"A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo": 

"Luiz, você tem duas escolhas hoje: 

 Pode ficar de bom humor ou de mau humor. 

Eu escolho ficar de bom humor".  

Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher  bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. 

Eu escolho aprender algo. 

Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar  a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. 

Certo, mas não é fácil - argumentei. 

É fácil sim, disse-me Luiz.

A vida é feita de escolhas. 

Quando você examina a fundo, toda situação sempre  oferece escolha. 

Você escolhe como reagir às situações. 

Você escolhe como as pessoas afetarão o seu  humor. 

É sua a escolha de como viver sua vida. 

Eu pensei sobre o que o Luiz disse e sempre lembrava  dele quando fazia  uma escolha.  

Anos mais tarde, soube que Luiz um dia cometera um  erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã. 

Foi rendido por assaltantes. 

Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão  tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. 

Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. 

Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e  levado para um hospital.. 

Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de  tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo. 

Encontrei Luiz mais ou menos por acaso. 

Quando lhe perguntei como estava, respondeu: 

"Se melhorar, vira FESTA!". 

Contou-me o que havia acontecido perguntando: 

"Quer ver minhas cicatrizes"?  

Recusei ver seus ferimentos,  mas  perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do  assalto. 

A primeira coisa que pensei foi que deveria ter  trancado a porta de trás, respondeu. 

Então, deitado no chão, ensangüentado,    lembrei  que tinha duas escolhas: 

"Poderia viver ou morrer". 

"Escolhi viver"!  

Você não estava com medo? Perguntei. 

"Os para-médicos foram ótimos". 

" Eles me diziam que tudo ia dar certo e  que ia ficar bom". 

"Mas quando entrei na sala de emergência e vi a  expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado". 

Em seus lábios eu lia: 

"Esse aí já era". 

Decidi então que tinha que fazer algo. 

O que fez ? Perguntei.  

Bem.. Havia uma enfermeira que fazia muitas  perguntas. 

Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. 

Eu respondi: "sim". 

Todos pararam para ouvir a minha resposta. 

Tomei fôlego e gritei; "Sou alérgico a balas"!  

Entre risadas lhes disse: 

"Eu estou escolhendo viver, operem-me como um  ser vivo, não como um morto". 

Luiz sobreviveu graças à persistência dos médicos...  mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira. 

E com isso, aprendi que todos os dias, não importa  como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente. 

Afinal de contas, 

"ATITUDE É TUDO".  

Autor Desconhecido

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Marketing Digital para idosos: Crescimento exponencial e muita oportunidade para sua empresa


 Marketing
 Digital para idosos: Segundo a OMS (Organização mundial da Saúde) a faixa etária da terceira idade se inicia aos 60 anos. Falando sobre os estágios do envelhecimento populacional, temos:

  • Meia-idade: 45 a 59 anos
  • Idoso: 60 a 74 anos
  • Ancião: 75 a 90 anos
  • Velhice extrema: acima de 90 anos

 Pela predominância do público mais jovem nas redes digitais (internet), por muito tempo o público mais idoso foi deixado em segundo plano pela publicidade digital.

 As alterações na rotina das pessoas durante a pandemia mundial nos trás a oportunidade de reparar esse erro com as pessoas mais velhas.

 O setor de Marketing das empresas deve olhar com mais cautela para esse público que se comunica de uma forma diferente.

Segundo estudos, somente em 2020, tivemos 85% dos idosos conectados na internet e pesquisando por produtos e serviços de seu interesse. Ainda 75% desse montante efetivaram compras pelos canais digitais.

 Em sua grande maioria, graças as restrições impostas em relação à circulação de pessoas e estabelecimentos fechados durante a pandemia.

 A solução foi efetuar suas compras no modo on-line – Digital.

 Continue a leitura desse PostBlog para entender um pouco mais o que os profissionais devem se atentar, o que será tendência daqui pra frente no Marketing Digital para idosos.

 Qual a importância do Marketing Digital para os Idosos?

 Com o crescimento e envelhecimento da população mundial, além das pessoas que entram nessa categoria (idosos) a cada ano, é muito importante que direcionemos esforços para se comunicar melhor com esse público.

 A pandemia acentuou muito mais essa tendência, não é mesmo? Já mostramos o tamanho desse público em números. Dessa forma, o marketing digital não deve focar apenas nos mais jovens. 

No primeiro semestre de 2021, o público entre 45 e 65 anos cresceu mais de 20% e isso representa uma grande mudança de comportamento nos meios digitais. 

Se as empresas ignorarem esse movimento, estarão nos mostrando que falta estratégia em seu portfólio e que estão deixando muitas oportunidades em cima da mesa. 

Vamos ver a seguir o que pode ser feito para atrair a atenção do público mais velho com o Marketing Digital. 

Por que fazer Marketing para idosos

Vamos analisar um pouco dos números antes, ok? A previsão da OMS é que até 2050, a fatia desse mercado seja de aproximadamente 2 bilhões de pessoas no mundo todo.

 A população idosa mundial avança à medida que o aumento da expectativa de vida cresce ao mesmo tempo. Sem falar da redução das taxas de fecundidade que crescem a todo vapor.

 Segundo pesquisas da Bloomberg, mais de 70% da receita disponível está concentrada nas mãos dessa fatia de mercado (pessoas acima dos 50 anos) e até o final dessa década, é previsto que esse montante chegue à aproximadamente 15 trilhões de dólares (valor do mercado).

 Dito isto, temos um potencial mercado comprador com renda elevada e que faz brilhar os olhos de qualquer gestor de Marketing.

Sem falar que as pessoas mais velhas são as que mais aderem as redes sociais atualmente.

72% dos novos idosos já realizaram pelo menos uma compra no âmbito digital e 83% deles fizeram ao menos uma pesquisa antes de comprar um produto, seja online ou em uma loja física.

 Com a popularização da internet, os idosos conseguiram ficar mais próximos dos familiares, mantendo contato ativo e também com pesquisas e descobertas de boas promoções.

 Resumindo: Eles possuem renda, vão representar cada vez mais a população e estão cada vez mais ativos no âmbito digital.

 Por tanto, é imprescindível ter ações de Marketing digital para os idosos daqui pra frente nas estratégias de Marketing Digital da sua empresa.

 Como as empresas podem atrair a atenção do público mais velho?

 Primeiramente, as empresas devem observar o melhor canal para se comunicar com o público da terceira idade.

 Traçar o perfil ideal do cliente (ICP) e desenhar sua persona para entender melhor suas dores, anseios, costumes e todas as características peculiares aos costumes dos idosos, deve ser seu ponto de partida.

 Segundo pesquisas recentes, esse público se encontra majoritariamente no Facebook e WhatsApp para se comunicar com amigos e familiares.

 Pesquisam e consomem produtos de Saúde, Higiene e Alimentação de forma mais constante na internet através dos e-commerces.

 Em relação à serviços eles pesquisam e consomem notícias de forma variada (Jornais), Bancos e instituições financeiras e sites ligados ao turismo.

 E as coisas que eles mais sentem falta: Roupas adequadas, celulares com números e letras maiores, turismo exclusivo, locais com público da mesma idade, produtos de beleza focados na terceira idade, entre outros.

 Portanto, se você quer fazer marketing para a terceira idade, estude com carinho os canais de aquisição, os melhores dias e horários para impactá-los.

 Vamos listar agora algumas características importantes para nos comunicarmos com o público da terceira idade, vejamos:

 Ganhe a confiança do seu público-alvo (terceira idade)

 Com uma característica interessante, os mais velhos costumam ser um público muito fiel a uma determinada marca.

 Não gostam de muita mudança e preferem a cautela na aquisição de produtos e serviços.

Por isso, é preciso criar e gerar confiança durante toda a jornada de compra e mostrar que vale a pena acreditar na sua empresa.

 Mantenha seu foco nos benefícios que a sua solução oferece, não no preço ou qualquer outro dado com pouca relevância.

 O foco deve ser no benefício, o que realmente sua solução vai trazer para solucionar a dor principal dele.

 Uma boa ideia é investir em conhecimento da marca. Contar sua história, mostrar seus valores e sua missão e visão de futuro.

 Utilize técnicas de Storytelling para alinhar sua marca com o produto e valores.

 Utilize técnicas de prova social. Um bom depoimento de uma pessoa que caracteriza exatamente o perfil do seu cliente fará bastante diferença na decisão de compra. Gere identificação entre o problema e como seu produto solucionou aquilo.

  •  Mostre como é seguro comprar com a sua empresa e como ela é comprometida com o cliente.
  •  Seja direto, se comunique com clareza e seja objetivo no MKT para terceira idade
  • Tenha atenção com o excesso de criatividade e brincadeiras na hora de pensar sua estratégia de marketing para os idosos.
  •  Seguramente eles não estão por dentro de todos os memes que existem na internet, diferentemente dos jovens, certo?
  •  Aposte em uma comunicação para a terceira idade que seja leve e criativa, direta e clara, sem entrelinhas e gírias que não façam parte do seu cotidiano.
  •  Esse público quer reconhecer e entender do que se trata a sua comunicação em poucos segundos.
  •  Tenha muito cuidado com a experiência e usabilidade para esse público mais sênior
  •  Pense em uma criação das peças publicitárias e conteúdos de forma que eles sejam intuitivos, onde o consumidor tenha liberdade para agir sozinho.
  •  Esse tipo de público gosta de ser independente e navegar na internet por conta própria, mesmo que às vezes, tenham o auxílio de familiares mais jovens.
  •  Um exemplo disso, é utilizar letras maiores, focadas em quem já possui certa dificuldade para enxergar as informações por conta da idade.
  •  Pense em todos os detalhes que fariam diferença para um público que exige uma atenção especial.
  •  Tenha conhecimento do melhor dispositivo para impactá-lo e mapeie também dia e horário da sua audiência.

 Coloque foco no atendimento e Contato com seu público

 Esse perfil de público demanda mais atenção “one to one”. Disponibilize sempre um telefone de contato para que eles possam resolver um problema ou retirar uma dúvida antes de adquirir algo.

 Coloque sempre a informação em evidência para que eles não precisem ficar procurando. A terceira idade gosta e tem costume de um contato humanizado e prezam por um bom atendimento.

 Diferentemente do público mais jovem que prefere o formato self-service, a terceira idade não gosta de ficar procurando as coisas e preferem que alguém os guie para obter confiança e avançar na compra.

 Um erro comum dentro das estratégias é quando a empresa foca somente na venda. Para o público mais antigo isso não vai funcionar muito bem.

Conclusão sobre o Marketing digital para idosos

 Em resumo, temos uma oportunidade muito grande de inclusão e estratégias para o mercado de Marketing Digital.

 Com o aumento exponencial dos idosos na internet, as oportunidades de vendas trazem uma enorme possibilidade de ganhos para diversas empresas.

 É indispensável que as marcas olhem com carinho para os mais velhos e tracem estratégias de marketing mais adequadas para esse público-alvo (focada neles).

 Ajude o público a converter nas suas campanhas. Forneça informações claras e dê opções de contatos fáceis para que eles se sintam mais confiantes em sua empresa.

 A melhor forma de fazer Marketing para idoso é pensar em um caminho curto e intuitivo para as campanhas.

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