quarta-feira, 10 de março de 2010

30 razões que levam uma empresa a fechar as portas

Confira quais são os 30 erros mais comuns das empresas, seja na administração de pessoas, processos ou finanças
Provavelmente nunca ninguém lhe falou as principais falhas que você micro ou pequeno empresário pode estar cometendo na gestão financeira da sua empresa. Aproveite este artigo, o qual foi sugerido por um aluno e empresário.
“Eu já montei e tive que fechar cinco empresas, depois dessa cruel experiência decidi voltar para a sala de aula”. Este foi o desabafo que um dos alunos do curso de Planejamento e gestão financeira, fez no primeiro dia de aula. A resistência para sair da rotina de trabalho, originada quase sempre pelo conforto é grande, mas chega uma hora que não tem outra saída. Foi o caso deste empresário, que depois dessa triste experiência, que aconteceu entre os 33 e 58 anos de idade, decidiu buscar conhecimento e se atualizar.
Vejamos as principais falhas que temos percebido na área financeira, tanto em trabalhos de consultoria e assessoria, como em cursos abertos e fechados:
1. Acreditar que basta colocar um software de gestão financeiro para controlar as contas da empresa.
2. Acreditar que somente um funcionário pode tomar conta das finanças, dependendo do tamanho da empresa.
3. Acrescentar às contas da empresa, suas contas particulares e até as contas da família, para o funcionário controlar.
4. Misturar as contas da empresa com as contas particulares, inclusive com cartões de crédito pessoal, transferências de contas (pessoa física/pessoa jurídica), etc.
5. Fazer retiradas avulsas das contas da empresa durante o mês de acordo com sua necessidade particular.
6. Valor do pró-labore crescente e/ou indefinido (variável) todo mês.
7. Não registrar as entradas e saídas de dinheiro com precisão e no instante do fato.
8. Não dispor de um plano de contas gerencial (não tributário) que identifique e agrupe as principais contas da empresa (entradas e saídas no caixa e receita e despesa no demonstrativo de resultados).
9. Exigir do funcionário melhor controle, sem este dispor das condições da segurança e da autonomia para controlar o caixa.
10. Colocar o funcionário do financeiro para fazer outros serviços ou serviço externo.
11. Pegar dinheiro do caixa, sem comunicar o responsável pelo controle.
12. Acreditar que o saldo do caixa no final do mês é o lucro da empresa.
13. Não controlar e fazer inventários periódicos, valorizando o estoque.
14. Não dispor de controles a fim de conhecer com precisão o estoque inicial, estoque final e o custo da mercadoria vendida (ou custo da matéria prima).
15. Gastar o saldo do caixa para pagar contas particulares e outros negócios.
16. Não fazer uma reserva de caixa para despesas eventuais de final e inicio de ano.
17. Acreditar que é difícil (ou impossível) fazer uma previsão de fluxo de caixa.
18. Confundir lucratividade com rentabilidade.
19. Confundir fluxo de caixa com demonstrativo de resultados.
20. Confundir custos fixos com variáveis e vice-versa.
21. Acreditar que acrescentando uma porcentagem “X” aos custos operacionais, é a forma correta de formar o seu preço de venda.
22. Não considerar descontos, devoluções, garantias e as despesas escondidas como: encargos sociais, depreciação, seguros, etc, na apuração de resultados.
23. Confundir contas de caixa com contas de resultados.
24. Confundir regime de caixa com regime de competência.
25. Não calcular e atualizar o capital de giro necessário para a empresa.
26. Não conhecer e nem calcular o seu ponto de equilíbrio para controle, tomada de decisões e criação de estratégias sazonais.
27. Não saber com precisão qual o lucro (ou prejuízo) da empresa.
28. Acreditar que são os funcionários que precisam da empresa (emprego).
29. Contratar mais parentes baseado somente pela confiança e/ou por pena.
30. Prescindir das novas tecnologias da informação.
Como consequência dessas inconformidades, a empresa estagna, não consegue mais crescer e logo em seguida passa a pagar seus compromissos com atraso. Depois passa a depender de empréstimos bancários e por último passa a demitir funcionários para diminuir a folha de pagamentos. Com isso cai a produtividade e a qualidade dos serviços.
Daí os clientes começam a migrar para os concorrentes mais atualizados e agressivos, terminando com o fechamento do negócio. Essa é a triste história deste aluno e de milhares de empreendedores e pequenos empresários do Brasil e do planeta inteiro. O negócio era bom em quanto era pequeno – dava para administrar e ganhar dinheiro.
Agora, as condições externas e internas estão muito diferentes, os clientes estão cada vez mais exigentes, existem muito mais opções no mercado para atender as mesmas necessidades. Depois que a empresa começa a crescer, a situação fica mais difícil de administrar.
Se pelo menos cinco destas situações estiverem acontecendo com você (ou com seu amigo), sua situação é delicada e muito perigosa. A tendência é piorar cada vez mais.
Federico Amory (Consultor da Eficaz consultoria de gestão, especialista em reestruturação organizacional e empresas familiares. http://www.empresa-eficaz.com.br - ee@empresa-eficaz.com.br )

terça-feira, 9 de março de 2010

As 16 Tendências de Marketing

Por Rafael Mauricio Menshhein

Com a evolução do mercado, o conhecimento adquirido pelo consumidor sobre os produtos e serviços ofertados, foi elaborada uma Pesquisa que apontou para dezesseis tendências culturais que estão afetando o mercado diretamente.
Logicamente o mercado evolui com as novas gerações, novas tecnologias, exigências do consumidor, novos concorrentes e tendências.
Nesta Pesquisa apontam-se essas tendências como:

  1. Retorno às origens: a tendência de utilizar práticas antigas como âncoras ou suporte para os estilos de vida modernos;
  2. Viver: o desejo de viver mais e desfrutar mais a vida;
  3. Mudança de vida: o desejo de seguir um estilo de vida mais simples e menos agitado;
  4. Formação de clãs: a crescente necessidade de se associar e pertencer a grupos para enfrentar um mundo mais caótico;
  5. Encasulamento: o impulso de proteção quando o que acontece lá fora é muito difícil e assustador;
  6. Volta ao passado: a tendência de as pessoas agirem e se sentirem como se fossem mais jovens que sua idade cronológica;
  7. Egonomia: o desejo de oferecer a si mesmo posses e experiências;
  8. Aventura da fantasia: a necessidade de encontrar válvulas de escapes emocionais para compensar as rotinas diárias;
  9. FemininaMente: o reconhecimento de que homens e mulheres agem e pensam de maneira diferente;
  10. Queda de ícones: a idéia de que ’se é grande, é ruim’;
  11. Emancipação: a emancipação dos homens de seus papéis masculinos estereotipados;
  12. 99 vidas: a tentativa de aliviar as pressões do tempo fazendo muitas coisas de uma vez só;
  13. Revanche do prazer: busca clara e ‘assumida’ do prazer, em oposição ao autocontrole e à privação;
  14. S.O.S (Salve O Social): o desejo de tornar a sociedade mais responsável com relação à educação, à ética e ao meio ambiente;
  15. Pequenas indulgências: uma inclinação para se satisfazer com pequenos exageros, a fim de obter um estímulo emocional ocasional;
  16. Consumidor vigilante: a intolerância para com produtos de baixa qualidade e serviços inadequados.
Todos os pontos são percebidos e sentidos pelo consumidor, o mercado necessita estar atento aos desejos e necessidades deste consumidor mais ativo que está controlando muito mais as ações das organizações.
É importante que o profissional de Marketing saiba qual é a tendência do seu Segmento ou nicho de mercado, quem é seu consumidor e qual é o conhecimento deste consumidor com relação aos produtos ofertados, pela própria empresa e a concorrência.
Fonte: POPCORN, Faith, The Popcorn report. Nova York, 1992.

Fonte do Ribeirao - Sao Luis - MA



Fonte do Ribeirão está situada entre as ruas do Ribeirão, das Barrocas e dos Afogados, a fonte situada num pequeno largo, começou em 1796. Tem piso revestido de pedras de cantaria e a água jorra de biqueiras de bronze instaladas nas bocas de carrancas esculpidas em pedra. Segundo uma lenda bastante conhecida na cidade, em seu interior habita uma serpente que cresce sem parar, e que destruirá a ilha de São Luís no dia em que a cabeça se encontrar com a cauda.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Vista da Ponta D`areia Sao Luis - MA

PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

DOZE CONSELHOS
Dr. Ernesto Artur - Cardiologista

Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo.  As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.
Duvido que voce não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!!!


OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos..
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo(direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram... Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se  numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.. NÃO SE DEITE !!!!
Contribuição de SEVERINO MIRANDA

A mulher e a educação


Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 11:35 hs.
Mulher e educação são intrínsecas. Por sua concepção, a mulher exala cuidado, orientação, maternidade, estímulo ao aprender, planejamento, apoio, dentre outras qualidades.

A sociedade moderna abre as portas à atuação da mulher em todos os setores. No mercado de trabalho, em que pese as restrições demonstradas pelas pesquisas comparativas quanto às oportunidades de trabalho para os gêneros masculino e feminino com resultados vantajosos para o primeiro, historicamente a mulher vem impondo sua presença de forma progressiva. A consultoria Bain & Company publica pesquisa realizada com 1.834 executivos seniores, revelando que a alta administração de 75% das empresas não considera a paridade entre os sexos como uma prioridade e destaca que é um problema global, pois somente 3% das companhias listadas na "Fortune 500", por exemplo, têm CEOs mulheres.

Por outro lado, a Fundação Carlos Chagas destaca em suas pesquisas, a partir dos dados do IBGE, que a força de trabalho feminina no Brasil cresceu nos últimos 30 anos. O contingente feminino registrado na PEA - população economicamente ativa, cresceu de 1976 com 29% para 40% em 2007 e mais da metade delas (53%) encontram-se em franca atividade.

No âmbito educacional, entretanto, o cenário se transforma e aponta a presença feminina com longa margem percentual de atuação e na educação básica, há muitos anos atinge os mais altos percentuais na responsabilidade do processo de ensino-aprendizagem de crianças e adolescentes.

O Censo da Educação Superior 2008 demonstra a maioria feminina nas matrículas dos cursos presenciais atingindo 55% no total do Brasil, permanecendo esta média nas regiões. Os concluintes apontam também a maioria feminina com 60%, variando nas regiões entre 55% a 62%. A mesma tendência ocorre também no âmbito dos trabalhadores no ensino superior, com média de 52% de mulheres nas funções técnico-administrativas no Brasil e regiões. Somente quanto às funções docentes os números apontam maioria masculina com média de 55% na Brasil e nas regiões.

Estes números se refletirão no mercado de trabalho nos próximos anos, provocando a expansão da presença da mulher nos mais diferentes setores, que sentirão e se adaptarão ao profissionalismo feminino com suas nuances específicas, interferindo nas visões e abordagens de gestão, planejamento, comunicação e execução e, quem sabe, este movimento embase a equiparação salarial entre os sexos, tão almejada pelas mulheres.

No dia-a-dia, a não ser pelas publicações das pesquisas, o trabalho intenso nos impede de refletir sobre o papel da mulher na sociedade e suas tendências. Que o dia internacional da mulher crie este espaço e provoque a tomada de consciência da importância do papel da mulher e sua influência nas futuras gerações.

Parabéns a todas as mulheres por este dia!
Fonte: CM Consultoria

sábado, 6 de março de 2010

Water Temperature

SUA MAJESTADE, O PROFESSOR

Marta Avancini

Num tempo em que a concorrência entre as instituições de ensino superior se acirra, a questão da sobrevivência das organizações coloca-se como preocupação central para muitos gestores. O que faz a diferença nesse contexto? A infra-estrutura, a gestão ou o relacionamento entre alunos, professores e funcionários?

Uma pesquisa realizada pelo sociólogo Gilson Borda, que resultou na sua tese de doutorado, defendida na Universidade de Brasília, contém algumas idéias que podem ajudar as instituições a se posicionarem nesse contexto. A partir de questionários e entrevistas aplicadas a 351 alunos de duas instituições de ensino superior particulares do Distrito Federal, Borda concluiu que um bom professor vale mais do que instalações luxuosas. O resultado é válido para 80% dos estudantes que participaram do estudo e está relacionado, segundo o autor do trabalho, a uma mudança das relações que estão em curso no mundo contemporâneo.

Além de alunos, que responderam a um questionário com questões semi-abertas, foram entrevistados 14 gestores e profissionais das duas instituições. Uma delas existe há mais de 40 anos e localiza-se no Plano Piloto (área central de Brasília); a outra é pequena, nova e fica numa cidade-satélite (periferia). O autor conta que optou por investigar instituições com perfis diferentes para obter mais abrangência de resultados.

"Na segunda metade do século passado prevaleciam o capital econômico e o capital intelectual como valores das organizações. No cenário atual, o capital social está ganhando cada vez mais espaço como fundamento da relação de confiança que uma organização estabelece com as pessoas", diz Borda, explicando que capital social diz respeito às relações das instituições com clientes, prestadores de serviço, funcionários ou a comunidade em geral. Na opinião dele, a importância do capital social só tende a aumentar.

E, nesse processo, os professores desempenham um papel fundamental, afinal, são eles que convivem com os estudantes no dia a dia, constituindo-se na face mais visível da instituição. "O professor consolida ou não a confiança que o aluno mantém com a instituição de ensino", sintetiza o pesquisador. Ele considera que a sobrevivência das instituições está relacionada ao estabelecimento de relações de confiança, sobre as quais se constrói a credibilidade.

Para Borda, esse resultado implica o rompimento de algumas idéias preconcebidas, como a de que a imagem se constrói apenas por meio de uma comunicação eficiente. "A espiral de confiança é construída à medida que são reforçados os valores fundamentais", explica o pesquisador. Ele constatou um grau de satisfação maior dos alunos da instituição mais nova e menor, onde os resultados indicam a existência de maior engajamento dos professores. Por isso, ele reitera que o capital econômico e tudo que se associa a ele (investimento em infraestrutura, por exemplo) está vinculado ao capital social (o bom ou mau relacionamento com alunos, por exemplo).

Novamente, os docentes são fundamentais nesse processo: o estudo aponta que a qualificação dos professores é o principal fator de atração de uma instituição.

Para Fábio José Garcia dos Reis, diretor de operações do Centro Unisal, em Lorena, no interior de São Paulo, o reconhecimento da importância do professor numa instituição educacional é algo que se constata ao longo da história e continua valendo até hoje. "Os professores tornam-se referência pelas suas publicações, pelo relacionamento com o mercado, pela sua capacidade de elaborar novos projetos e serviços e pelas diversas conversas com os alunos na orientação para o estudo, pesquisa ou trabalho", afirma.

Para Roberto Lobo Leal e Silva Filho, diretor da consultoria Lobo & Associados, o professor é o "DNA da instituição". "Não adianta ter um salão de mármore se os professores forem omissos", sintetiza. Entretanto, ele considera que o professor tem peso maior ou menor dependendo do perfil da instituição. "Nas instituições de massa, o valor da mensalidade pode ser um forte fator de atração", analisa. Mas mesmo nessas instituições, ressalva o consultor, não se pode esperar a oferta de um ensino de qualidade somente com professores horistas.

Reis se contrapõe, enfatizando que a credibilidade não está relacionada, necessariamente, ao tempo de dedicação do professor, embora reconheçam que é importante ter muitos docentes vinculados a fim de se levar adiante projetos de pesquisa, ensino e extensão. "É ideal, mas o alto custo torna isso inviável para muitas instituições privadas."

Ao realizar a pesquisa para a sua tese de doutorado pela Universidade de Brasília, o sociólogo Gilson Borda pediu, em questionário distribuído aos alunos, que eles enumerassem, de forma classificatória (1º, 2º, 3º lugar), o que mais os atraiu no momento de escolha de uma instituição de ensino superior.

Para 86,6% dos participantes, a qualificação e a titulação dos professores foram marcadas como um dos cinco atrativos mais importantes para a escolha da instituição, distribuídos da seguinte forma: 32,5% dos alunos consideram a qualificação dos professores como o item mais importante; 20,7% como o segundo item; 13,6% como terceiro; 9,3% indicaram como quarto item e 10,5% marcaram como quinto fator. Apenas 1,9% dos participantes enumeraram a qualificação e a titulação dos professores como item menos importante entre os expostos.

Em sua tese, Borda observa que a marca da instituição também é um fator de referência para a credibilidade. "Em um momento inicial, caso o aluno não conheça o professor, ou não tenha informação suficiente sobre ele, é [a instituição educacional] quem pode validar o docente e sua formação", escreve. Em outros casos, especialmente se a instituição está em fase de desenvolvimento de sua imagem institucional, é o professor, pelo seu bom currículo, que gera valor e atratividade para a marca.

Contribuição: Adm. Fernando Viana - Consultor Empresarial / fernando.viana@ola.org.br