quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Tendências 2023: 3 Temas para o Pessoal de RH ficar de Olho

 


Pensando nas tendências para a área de RH, neste artigo, trouxemos três assuntos para você ficar de olho. 

Se você ainda não sabe em quais ferramentas, serviços e soluções apostar para melhorar a sua gestão de pessoas, já fica o primeiro alerta: cuidado com os conteúdos que oferecem fórmulas mágicas e geram aquela curiosidade prometendo revelar tudo o que você precisa saber sobre o futuro de alguma coisa. É improvável que a mesma receita de bolo agrade a todas as empresas e que necessidades tão diferentes sejam satisfeitas com o mesmo “prato”.

Justamente por isso, o segundo alerta é: este conteúdo não é uma receita pronta. Ele não traz respostas absolutas e definitivas para todas as suas inquietações como RH.

Porém, o que eu garanto com toda a certeza é que ele pode, sim, satisfazer o seu apetite por conhecimento, além de regular sua fome sobre temas que valem a pena incluir na “dieta” do seu trabalho. 

Para isso, você precisa conhecer bem a realidade da sua organização e avaliar constantemente tanto o nível de maturidade da gestão de pessoas quanto as urgências da área.

Afinal, de nada adianta ficar faminto para investir em Inteligência Artificial no recrutamento, por exemplo, ou seguir quaisquer outras tendências, se nem sequer existe um processo estruturado de seleção, critérios bem definidos para as vagas, clareza sobre as competências necessárias para o desafio atual e por aí vai.

Então, antes de sair correndo para abocanhar as maiores novidades do mercado, entenda em que ponto a sua gestão de talentos está e, na dúvida, busque especialistas para orientar melhor sobre cada uma das tendências de mercado. Nós, do Grupo Cia de Talentos, estamos sempre de braços abertos para receber quem for!

Bem, mas vamos ao que interessa: os temas que eu vou ficar de olho em 2023 e que, na minha opinião, você também deveria incluir no seu menu.

1. Automatização nos processos e humanização nas condutas

Li muitos conteúdos prevendo que, em 2023, teremos feedbacks mais automatizados, decisões sobre pessoas com base em IA, avaliações mais completas por meio de dados detalhados e, veja bem, acho que a adoção de tecnologia é tanto necessária quanto urgente em qualquer campo profissional. O problema é quando a motivação para isso vem de um modismo, da vontade de acompanhar tendências ou de uma tentativa quase de delegar as pessoas para as mãos de outro — a de um “robô”.

A questão do modismo pode levar ao que comentei logo no início deste artigo: a empresa fica com ares mais modernos, porém, o problema permanece porque a decisão para a adoção da tecnologia foi baseada mais no calor do momento do que na real necessidade.

Algo que me chamou a atenção na minha viagem recente para conhecer melhor o ecossistema de inovação em Israel foi como as startups e as empresas que trabalhavam com elas canalizavam suas energias para um ou poucos desafios por vez. Ao invés de fazer mil projetos misturando machine learning, metaverso e computação quântica, elas pareciam estudar muito um assunto e focar na sua aplicação.

Esse cuidado me parece importante para evitar desperdício de orçamento e de tempo com novidades tecnológicas que não fazem tanto sentido para o seu momento de gestão de pessoas. Acho que esse cuidado de não perder o foco no que realmente importa também ajuda a lembrar porque tudo aquilo está sendo feito: para resolver uma questão humana.

Os recursos que a tecnologia nos traz devem ser usados para tornar as nossas decisões mais embasadas, para superar limitações, para usar o tempo de forma mais inteligente… Mas isso não exclui a necessidade de continuarmos usando nossas competências comportamentais. O mundo do trabalho não precisa só de tecnologia, mas de humanização. Tanto é que o segundo item dessa lista tem a ver com isso.

2. Visão ampliada sobre a experiência

Customer experience, employee experience e user experience já estiveram na lista de tendências de anos passados. E, de certa forma, elas continuam.

A mudança tem a ver com o quanto a experiência passa a fazer parte de todas as etapas. Está no cuidado de proporcionar uma vivência positiva para aquelas pessoas que passam pelo processo seletivo e são aprovadas, mas também aquelas que passam pela seleção e não são contratadas para a vaga. Está na preocupação de desenhar um onboarding que vai, de fato, fazer com que a pessoa se sinta imersa naquele novo ambiente, criar rituais corporativos que marquem a vida profissional e pessoal, e até cuidar para que a saída da organização seja humanizada.

Talvez você esteja pensando que isso não é exatamente novo e, realmente, existem empresas que já colocam essa ideia da experiência em toda a jornada profissional em prática. No entanto, quando eu falo da visão ampliada sobre a experiência, me refiro a esse movimento que parte da organização contratante, vai para quem passou na seleção e continua alcançando todos os que estão fora dos “muros organizacionais”, mas fazem parte do ecossistema da marca. Estou falando de clientes, fornecedores, comunidades…

Com essa visão ampliada, o que era uma jornada linear vira um ciclo que se retroalimenta: a organização proporciona uma experiência positiva para quem está dentro; profissionais proporcionam uma experiência para quem está fora, e clientes, fornecedores e comunidade divulgam essa experiência para mais pessoas que ainda não conhecem a experiência daquela empresa. Mas que integram um grupo que pode fazer parte desse ecossistema se encantando com a marca de consumo, se tornando cliente, ou com a marca empregadora, se tornando parte da equipe. Ou ainda, quem sabe, os dois!

3. Conversas maduras e frequentes sobre modelos de trabalho

Quem continua torcendo o nariz para o home office, quem achou que essa conversa ficou para trás por causa da maior contenção da pandemia ou que isso deixou de estar entre as tendências, pode sentir certa decepção em 2023. É que, ao que tudo indica, a discussão não só continua firme, mas sofrerá uma evolução.

Em vez de apenas discutir se a empresa permite ou não trabalhar de casa, da praia, do campo etc., o pessoal de RH pode se preparar para falar sobre modelos de trabalho em diferentes áreas e para diferentes funções. Tudo no plural!

Muitas pessoas já chegam no mercado de trabalho partindo do pressuposto de que, sim, a sua organização tem um modelo de trabalho mais flexível e que, portanto, você, líder, demonstra abertura para discutir possibilidades adequadas para cada situação. Um onboarding presencial para gerar proximidade entre as pessoas, mas a flexibilidade de ficar em casa quando precisar se concentrar em uma entrega. Uma reunião de área estratégica na sede da empresa para fomentar o brainstorm, mas um alinhamento rápido e rotineiro por celular no aeroporto a caminho de outra cidade.

O que deve mudar no próximo ano é a maturidade sobre o assunto e a frequência da sua discussão. Definir uma regra extremamente rígida impondo a quantidade de horas exatas de modelo presencial e remoto pode não fazer mais sentido em um mundo com mudanças tão velozes e para pessoas com necessidades tão diferentes. Melhor é se abrir para falar sobre isso constante e naturalmente.

Essa velocidade intensa, inclusive, aponta para outro tema que deve circular pelas rodas de gestão: a necessidade crescente de investir em upskilling e reskilling. Mas esse e outros dois temas quentes que são tendências de RH em 2023 vão ficar para outro artigo. Fique de olho no blog!

Por Sofia Esteves, especialista em Gestão de Pessoas e Presidente do Conselho do Grupo Cia de Talentos 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

Calendário 2023: DIVERSIDADE - leve esta pauta para sua empresa


A diversidade é, sem dúvida, um dos pilares que fomenta qualquer tipo de negócio. 

Afinal, hoje não basta apenas ter um faturamento acima da média para se destacar no mercado.

Uma empresa que é referência no seu ramo possui também uma cultura de respeito às diferenças e tratamento inclusivo.

Mas, para ser essa empresa referência em diversidade, um gargalo costuma surgir: a etapa de sensibilização das pessoas colaboradoras.

Não que a companhia em si seja problemática, pelo contrário, é das mais importantes fases do processo de implementação nos Programas de Diversidade & Inclusão.

Contudo, ela é uma das etapas mais difíceis, porque age diretamente na cultura e status quo dos colaboradores.

Para facilitar esse processo que é um verdadeiro abridor de mentes das pessoas, existe o Calendário 2023 da Profissas.

Uma ferramenta criada para guiar o RH e os líderes diante dos temas mais importantes em D&I durante o ano.

O que é o calendário da diversidade?

Existem datas que são tão tradicionais no nosso calendário que são facilmente lembradas, como o Natal, Ano Novo e Dia das Mães.

Isso acontece porque essas datas, além de serem extremamente comercializadas, já fazem parte da cultura, festejos e tradições mais populares.

No entanto, o Calendário da Diversidade tem o objetivo de trazer datas que evidenciam dias de luta. 

Aqui entram temas que abraçam as pessoas LGBTQIA+, negras, indígenas, mulheres, com deficiência, entre outros grupos sub representados.

Trata-se de um material valioso que tem o intuito de direcionar o olhar das empresas e da sociedade para celebrar e refletir sobre datas marcantes, históricas ou de conquistas ao longo do tempo.

Assim sendo, o material da Profissas reúne os principais eventos nacionais e internacionais ligados à Diversidade e Inclusão, o que agrega um auxílio valioso para as campanhas e ações corporativas.

A seguir, veja algumas das datas inseridas no nosso calendário:

Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Comemorado anualmente em 21 de janeiro, a data é considerada um marco pela luta ao respeito da diversidade religiosa.

Além de alertar para a discriminação no âmbito religioso, a data tem o objetivo de propor a igualdade para professar as diferentes religiões e crenças pelo mundo.

Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil

O dia 24 de fevereiro foi instituído como o Dia Nacional da Conquista do Voto Feminino. Foi somente nessa data, em 1932, que as mulheres tiveram o direito de votar, por meio do decreto nº 21.076 do então presidente Getúlio Vargas. 

Essa conquista era direcionada, em primeiro momento, para as mulheres casadas, desde que tivessem autorização dos maridos, enquanto as viúvas e solteiras só exerceriam esse direito se fosse comprovada a autonomia financeira.

Com a promulgação da Constituição de 1934, o voto feminino foi ampliado e as restrições derrubadas.

Dia Nacional do Orgulho Gay

Celebrado no dia 25 de março no Brasil, o Dia Nacional do Orgulho Gay mobiliza milhares de pessoas em todo o país a favor da luta contra a homofobia, apoiando pessoas do grupo LGBTQIAP+ a terem orgulho da sua orientação sexual.

Dia Mundial dos Refugiados

O Dia Mundial dos Refugiados, adotado na Assembleia Geral das Nações Unidas, é celebrado anualmente a 20 de junho.

O intuito é lembrar de todas as pessoas que tiveram que fugir de suas terras natais por causa de guerras e perseguições, assim como por questões de raça, religião e nacionalidade.

Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher

O dia 10 de outubro tornou-se o Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher graças ao movimento que começou em 1980, em São Paulo.

Na data, um grupo de mulheres se reuniu nas escadarias do Teatro Municipal para um protesto contra o aumento do número de crimes de gênero no Brasil.

De lá para cá, a legislação mudou para proteger mulheres vítimas de violência. A Lei Maria da Penha (Lei n.º 11.340/2006) é um exemplo e já passou por uma série de mudanças para a consolidação do enfrentamento de abusos, agressões e crimes motivados por discriminação de gênero. 

Essas são apenas algumas dentre as muitas pautas existentes no Calendário da Diversidade, que pode conectar sua empresa aos diversos públicos sub representados e gerar discussões e evolução da cultura organizacional.

Copiado: https://www.profissas.com.br/

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

O Rei Pelé pelas frases dos Súditos...

  • “Filho, Deus lhe deu o dom de jogar futebol. Então, você tem a obrigação de treinar mais do que os outros.” - Dondinho aconselhando o pequeno Pelé
  • “A perfeição não existe, mas quem chegou mais perto dela foi o Pelé.” - Zito
  • “Pelé é um dos poucos craques que contrariaram minha tese. Em vez de 15 minutos de fama, terá 15 séculos.” - Andy Warhol, artista americano criador da Pop Art
  • “Na cabeça de muito jogador não passa nada no momento de fazer uma jogada. Na cabeça de Pelé passa um longa metragem.” - Nilton Santos
  • “Pelé é a figura suprema do futebol. Como Garbo e Picasso, basta-lhe um só nome.” - Dail Express, jornal de Londres 
  • “Pelé entrava em campo com corpo, genialidade, alma e coração. Ele desequilibrou o mundo.” - Gylmar 
  • “Pelé nunca será superado, porque é impossível haver algo melhor que a perfeição. Ele teve tudo: físico, habilidade, controle de bola, velocidade, poder, espírito, inteligência, instinto, sagacidade…” - Sunday Mirror, de Londres
  • “Pelé não é um rei por hereditariedade. Seu reinado não é de força nem de leis. Não foi eleito nem designado, mas reconhecido como Monarca dessa democracia ideal e universal que constitui o futebol.” - France Football 
  • “Qual a diferença entre mim e Pelé? É simples. Eu fui craque e ele, gênio.” - Leônidas da Silva
  • “No momento que a bola chega aos pés de Pelé, o futebol se transforma em poesia.” - Pier Paolo Pasolini, cineasta italiano
  • “Posso ser um novo Di Stéfano, mas não posso ser um novo Pelé. Ele é o único que ultrapassa os limites da lógica.” - Johan Cruyff
  • “Após o quinto gol, eu queria era aplaudi-lo.” -Sigge Parling, zagueiro sueco encarregado de marcar Pelé na final da Copa de 58
  • “Eu pensei: ‘Ele é feito de carne e osso, como eu.’ Eu me enganei.” - Tarciso Burnigch, zagueiro italiano que marcou Pelé na final da Copa de 70.
  • “Muito prazer, sou o presidente dos Estados Unidos. Você não precisa se apresentar, porque Pelé todo mundo sabe quem é.” - Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos, ao receber Pelé na Casa Branca
  • “O maior jogador de futebol do mundo foi Di Stefano. Eu me recuso a classificar Pelé como jogador. Ele está acima de tudo.” - Ferenc Puskas
  • “Subimos juntos, fora do tempo, para cabecear uma bola. Eu era mais alto e tinha mais impulsão. Quando desci ao chão, olhei pra cima, perplexo. Pelé ainda estava lá, no alto, cabeceando a bola. Parecia que podia ficar no ar o tempo que quisesse.” - Fachetti, zagueiro italiano na Copa do México, em 1970
  • “Jogava com grande objetividade. Seu futebol não admitia excessos, enfeites nem faltas. Ele quase não fazia embaixadas, não driblava para os lados, mas sempre em direção ao gol. Quando tentavam derrubá-lo, não caía, devido à sua estupenda massa muscular e equilíbrio.” - Tostão
  • “Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racionalmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis. Em suma: Ponham-no em qualquer rancho e sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor.” - Nélson Rodrigues, dramaturgo e cronista esportivo
  • “Senti medo, um terrível medo quando vi aqueles olhos. Pareciam olhos de um animal selvagem, olhos que soltavam fogo.” - Overath, jogador alemão nas Copas de 1966 a 74
  • “Maradona só será um novo Pelé quando ele ganhar três Copas do Mundo e marcar mais de mil gols.” - Cesar Luis Menotti, técnico campeão mundial pela Argentina em 1978
  • “O difícil, o extraordinário não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé.” - Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro
  • “Em alguns países as pessoas queriam tocá-lo, em outros queriam beijá-lo. Em outros até beijaram o chão que ele pisava. Eu achava tudo isso maravilhoso, simplesmente maravilhoso.” - Clodoaldo
  • “Cheguei com a esperança de parar um grande jogador, mas fui embora convencido de que havia sido atropelado por alguém que não nasceu no mesmo planeta que nós.” - Costa Pereira, goleiro do Benfica, sobre a derrota por 5 a 2 para o Santos na final do Mundial de 1962 
  • “Quando vi o Pelé jogar, fiquei com a sensação de que eu deveria pendurar as chuteiras.” - Just Fontaine
  • “Você pode estar certo, mas não sabe nada de futebol e eu vi o Pelé jogar.” - Vicente Feola, técnico da Seleção Brasileira, ao psicólogo que afirmou que Pelé era jovem demais para jogar na Copa de 1958
  • “O Pelé estava muito determinado a levantar a taça Jules Rimet pela terceira vez. Era como se ele soubesse que esse era o seu destino. Ele parecia uma criança esperando pelo Natal.” - Mário Américo, massagista da Seleção Brasileira, sobre o Mundial de 1970
  • “O grande segredo dele era o improviso, aquelas coisas que ele fazia do nada. Ele tinha uma percepção extraordinária do futebol.” - Carlos Alberto Torres
  • “Às vezes fico com a sensação de que o futebol foi inventado para esse jogador fantástico.” - Sir Bobby Charlton
  • “Pelé jogou futebol por 22 anos e, durante aquele tempo, fez mais para promover a amizade e a fraternidade mundial do que qualquer outro embaixador.” - J.B. Pinheiro, embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas
  • “Força e beleza. Rapidez e precisão. A elasticidade e a firmeza no gesto que poderia ser de bailarino.” - Oldemário Touguinhó, jornalista esportivo
  • ”Pelé é um jogador especial, com ele começou uma nova era no futebol.” - José Luis Garci, cineasta espanhol
  • “Pelé é um mito. Todo jogador que ama o futebol tem que se informar sobre ele.” - Zvonimir Boban, ex-jogador croata
  • “Pelé chegou.” - Jornal chileno anunciando a chegada da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1962
  • “Passam os anos, aparecem jogadores excelentes, mas todos sempre se lembram de Pelé.” - Fernando Torres
  • “Comparar o Pelé com qualquer jogador é impossível. Pelé é Pelé. Ele está em um nível completamente diferente.” - Rivellino
  • “Pelé foi um jogador excepcional, estupendo. Nós, brasileiros, devemos dar graças a Deus por ele ter nascido aqui.” - Zico
  • “Quando o Pelé chegou ao Santos, falaram que seria o melhor jogador do Brasil. Erraram, foi do mundo.” - Pepe
  • “Pelé é onipresente. É a referência do Brasil. Em qualquer parte do mundo em que eu esteja, ao constatarem que sou brasileiro, dizem: Pelé!” - Antônio Carlos de Almeida Braga, banqueiro brasileiro 
  • “Como se soletra Pelé? D-E-U-S.” - The Sunday Times, jornal inglês

Copiado: https://www.santosfc.com.br/

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Um Eterno Calouro!


 Um Eterno Calouro!

E isso é bom.

Durante a jornada da vida, a gente para e faz algumas reflexões. 

Certo? 

Eu pelo menos faço muitas vezes. 

Como diz o Marcelo D2: “a procura da batida perfeita”.

A gente sabe que perfeita jamais será.

Mas alguns momentos são tão marcantes que fica muito explícito a sensação da necessidade de virar a página e começar rápido um novo capítulo.

Desde que me conheço por gente, nunca me entregaram um manual de instruções de como viver. 

Claro, a gente vai aprendendo com o conjunto da vida, com 
  • observações, 
  • exemplos, 
  • culturas, 
  • estudos, 
  • vivencias, 
  • alegrias,
  • tristezas, 
  • dificuldades, 
  • prazeres… 
Na prática, seguimos na base da tentativa erro, mas lógico, buscando aprender com experiências anteriores equilibrando com a tomada de risco ao novo para que possamos evoluir.


Voltando a história do manual, quando adolescente comecei a namorar. 

Pronto, de repente me vi dentro de outras famílias e me sentindo como um calouro vivendo aquilo pela primeira vez.

Passou um tempo me tornei adulto: e agora, pra onde vou? 

Será que é esse o caminho? 

Escolhi um e lá fui eu pra mais uma condição de calouro (faculdade, trabalho, baladas, motorista…)

Quando eu já me sentia um “adulto veterano”, veio a condição de noivo, e logo a seguir de Marido. (Calouro e calouro).

Mais um tempo e passei ao papel de calouro pai de meninas. 

As filhas cresceram e agora sim, me tornei um Veterano mermão, qualé!

Hummm, até parece. 

Após 16 anos sendo um pai de meninas veterano, voltei a ser calouro. 

Por que? 

O papel agora começa a ser o de Sogrão. 

Isso mesmo, SOGRÃO. Ou seja, o sarrafo só vai subindo. 

Claro que outros momentos calouros virão, e eu torço para que venham. 


Mas esse último, confesso, estou precisando de um manual. 

Alguém tem? Rs.

Deixei de fora a fase do “Tio” pai da Letícia e da Mariana, porque esse eu fingi que nem ouvi. 🤣

SIGAMOS COMO ETERNOS CALOUROS, ETERNOS APRENDIZES. 

E naquilo que você se considera veterano, compartilhe! 

Isso é bom até para você viver de forma intensa e plena a sua nova fase de CALOURO que irá chegar muito em breve. 

E torça para chegar. 👍

Bom, vou seguir os conselhos da minha caçula Mariana: 
  • “Só vai” 
  • “Segue o Flow”. 
Talvez esses sejam os manuais mais verdadeiros que existam. 🤣

COPIADO: https://www.linkedin.com/in/nelsonrangel

sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

O Que 2023 Pode Esperar de Cada Um de Nós?


Com a proximidade do final do ano é frequente fazermos uma série de reflexões sobre os desafios vividos e os planos para o ano seguinte, seja do ponto de vista individual ou coletivo como, por exemplo, uma empresa ao realizar seu planejamento estratégico. 

Os últimos três anos, em especial, foram bastante desafiadores: a crise da pandemia da Covid-19, que provocou graves consequências sociais e econômicas e, como se isso não bastasse, em 2022 nos deparamos com a guerra na Ucrânia trazendo grandes incertezas em diversos setores da economia e dos negócios.

Do ponto de vista empresarial, ao planejar o ano seguinte das operações costumamos fazer análise de cenários, coletamos centenas de dados, buscamos o máximo de informações possível com analistas econômicos e estudamos o mercado em um exercício de responder à pergunta: o que esperar de 2023?

Eu sugiro inverter a pergunta: o que o ano de 2023 pode esperar de nós, como indivíduos e como empresas? 

Inverter a pergunta traz mais clareza sobre nossas responsabilidades e nosso papel na construção de um mundo melhor, mais justo, mais equânime e mais feliz. 

Vivemos em um mundo interdependente e isto ficou evidente nos últimos tempos. 

Nossas ações têm reflexos em nosso entorno, sejamos um pequeno negócio ou uma grande empresa global.

As expectativas da sociedade em relação ao papel das empresas e suas lideranças crescem a cada dia. Tomemos como exemplo o conteúdo apresentado no relatório Edelman Trust Barometer 2022. 

A Edelman é uma agência global que estuda o nível de confiança e a reputação de quatro instituições em vinte e sete países, incluindo o Brasil: empresas, organizações não governamentais, mídia e governo. 

O resultado da pesquisa realizada aqui no Brasil mostrou que as empresas são a instituição mais confiável para o brasileiro, na frente das ONGs, da mídia e do governo, porém todos os stakeholders cobram responsabilidade delas: 63% das pessoas entrevistadas afirmaram que compram ou defendem marcas com base em seus valores e crenças, 58% escolhem um lugar para trabalhar com base e seus valores e crenças e 60% fazem o mesmo em relação aos seus investimentos.

As expectativas também são grandes em relação às lideranças de negócios. 

A pesquisa da Edelman também revelou que 83% dos brasileiros entrevistados afirmaram que esperam que a principal liderança, pessoalmente, tenha visibilidade quando se discute política pública com stakeholders externos ou sobre o trabalho que a empresa tem realizado para beneficiar a sociedade. 

E entre os empregados entrevistados, 62% deles ao considerarem um emprego esperam que a principal liderança da empresa fale pessoalmente sobre questões sociais e políticas.

  • O que o ano de 2023 pode esperar de nós como cidadãos, como consumidores, como profissionais e como lideranças em nossas esferas de atuação? 
  • Se queremos um ano melhor do que o que está finalizando daqui a poucos dias e com melhores resultados nos campos ambiental, social e de governança, o que temos feito para isso? 
  • E como estamos contribuindo para os avanços em direção aos objetivos de desenvolvimento sustentável, os ODS, que representam as grandes demandas da sociedade?

No campo empresarial, para que possamos avançar de fato, precisamos de uma abordagem de gestão que favoreça a construção de negócios com um propósito maior do que o lucro. 

O lucro é fundamental para a sobrevivência de um negócio, mas ele é um meio para se chegar a um objetivo maior, e a forma como ele é conquistado e o que é feito com ele diz muito sobre a empresa e suas lideranças. 

Precisamos de um novo perfil de liderança, mais humanizada, mais cuidadosa e não por isso menos assertiva. 

Uma liderança que inspire as pessoas em torno de uma causa, que enxergue os negócios como uma forma de exercer um impacto positivo no mundo. 


Uma liderança que conte três histórias: 

  • quem eu sou, 
  • quem somos nós e 
  • para onde vamos juntos.

Que 2023 possa receber o melhor de nós!

Copiado: https://diariodocomercio.com.br/