sábado, 17 de abril de 2010

O que é Marketing Cultural?

1) O que é marketing cultural?
É toda ação de marketing que usa a cultura como veículo de comunicação para se difundir o nome, produto ou fixar imagem de uma empresa patrocinadora. Para se fazer marketing cultural não há fórmula fechada, pois há variáveis que, conforme combinadas, podem resultar numa excelente ação de marketing. O que manda é a criatividade para atingir o público alvo de forma a atender os objetivos de comunicação da empresa com os recursos disponíveis. Ao patrocinar um show, por exemplo, a empresa pode não só associar sua marca àquele tipo de música e público como pode também oferecer amostras de produto (promoção); distribuir ingressos para os seus funcionários (endomarketing); eleger um dia exclusivo para convidados especiais (marketing de relacionamento); enviar mala-direta aos consumidores/clientes informando que o show está acontecendo e é patrocinado pela empresa (marketing direto); mostrar o artista consumindo o produto durante o show (merchandising); levantar informações gerais sobre o consumidor por meio de pesquisas feitas no local (database marketing); fazer uma publicação sobre o evento (marketing editorial); realizar uma campanha específica destacando a importância do patrocínio (publicidade) e muitas outras ações paralelas que tem o poder de ampliar o raio de alcance da ação de marketing cultural.

2) Por que as empresas fazem marketing cultural?

Ele vem ganhando força no meio empresarial porque apresenta soluções relativamente baratas a três novas exigências do mercado: 1) necessidade de diferenciação das marcas; 2) diversificação do mix de comunicação das empresas para melhor atingir seu público; e 3) necessidade das empresas se posicionarem como socialmente responsáveis. Ao patrocinar um projeto cultural a empresa se diferencia das demais a partir do momento em que toma para si determinados valores relativos àquele projeto (por exemplo tradição, modernidade, competência, criatividade, popularidade etc.). Também amplia a forma como se comunica com seu público alvo e mostra para a sociedade que não está encastelada em torno da sua lucratividade e de seus negócios.

3) Como uma empresa pode fazer marketing cultural?

A partir do momento em que uma empresa empreende uma ação de marketing usando como ferramenta a cultura, ela está fazendo marketing cultural. Nem sempre o patrocínio vem em forma de dinheiro vivo - pode ser uma permuta por passagens áreas (companhias aéreas), estadia (hotéis e pousadas), refeições (restaurantes). Importante é que a ação de marketing deve se encaixar perfeitamente ao perfil da empresa, ao público alvo e ao objetivo buscado. Sem equalizar esses três quesitos (público alvo, identidade, objetivos) fica difícil garantir a eficácia da ação. Também é importante frisar que marketing cultural pode (e deve) vir associado a outras ações de marketing.

4) O que uma empresa ganha fazendo marketing cultural?

Inicialmente as empresas começaram a investir em marketing cultural porque, devido às leis de incentivo, financeiramente era um bom negócio. Depois, elas compreenderam que essas ações de marketing solidificavam a imagem institucional da empresa e davam visibilidade para a marca. Desse modo, o investimento em cultura pode ser visto como uma oportunidade para as empresas participarem do processo de incremento e manutenção dos valores culturais da sociedade e, principalmente, a possibilidade de construir uma imagem forte e bem posicionada para o consumidor, garantindo a curto, médio e longo prazo sua perpetuação. Nesse aspecto, o marketing cultural trabalha a imagem da empresa, por meio da marca, de forma consciente e inconsciente. Por que comprar este ou aquele sabonete? A resposta para essa pergunta vem da competitividade do produto, mas também é fruto do trabalho de marketing dessa empresa.

http://www.marketingcultural.com.br

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Saiba quais as profissões que as mulheres ganham mais do que os homens

Pesquisa aponta 20 profissões em que a porcentagem salarial
para cargos ocupados pelo sexo feminino ultrapassa em até 
25% dos conquistados pelos homens

Apesar da participação das mulheres no mercado de trabalho
ter aumentado consideravelmente nas últimas décadas, a 
diferença salarial entre profissionais do sexo masculino e 
feminino que ocupam cargos similares, geralmente, pesa a 
favor da ala masculina. No Brasil, esse percentual ainda é 
acentuado em algumas profissões. No ranking "Desigualdade 
Global de Gênero de 2009" realizado pelo Fórum Econômico
Mundial, que avalia a desigualdade entre homens e mulheres, 
o país ficou apenas na 82ª posição.

Ainda sim, é notável em pesquisas divulgadas pelo mundo 
sobre o tema, uma tendência gradativa na diminuição entre 
a diferença na remuneração ganha por homens e mulheres. 
Em alguns casos, o salário já é até maior para o sexo feminino. 
Um recente levantamento divulgado pela empresa Catho Online, 
classificado online de currículos e empregos, relatou algumas 
dessas profissões em que a remuneração feminina alcança valor 
maior, comparado com os pares masculinos.

O resultado da pesquisa identificou áreas em que as mulheres 
recebem salários de 3% (Arquiteto Pleno) a 25% (Professor – Doutor)
maiores, quando comparados com os dos homens.

De acordo com Marco Soraggi, diretor da Pesquisa Salarial da 
Catho Online, "nem sempre vale a regra de que os homens 
ganham mais do que as mulheres. Elas se destacam em profissões
onde estão mais presentes, como nas áreas de moda, letras,
psicologia, enfermagem, recursos humanos, nutrição, entre outras".

A 31ª Pesquisa Salarial e de Benefícios aponta maior diferença 
de salários entre homens e mulheres nos cargos de professores 
com doutorado, modelistas e gerentes de hotéis. Confira os 
20 cargos divulgados na pesquisa.



Fonte: www.administradores.com.br

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Citações de Marketing 01

 1 – "A mágica das mídias sociais não é o que acontece nelas, mas o que acontece fora delas, por causa delas." - Paul Isakson


2 - "Nossa primeira obrigação não é com a velha curva de vendas, mas com o público." - Howard Gossage

3 - "Uma idéia é um ponto de partida e nada mais. Tão logo você a elabora, ela é transformada pelo pensamento." - Pablo Picasso

4 - “Enquanto houver sofás, existirão TVs.” - Rupert Murdoch

5 - “Há apenas uma razão para alguém escrever um brief ou envolver o pessoal da criação em um briefing, que é ajudar a deixar a propaganda melhor do que se eles fossem deixados com seus próprios mecanismos.” - Jon Steel

6 - “Mais difícil do que ter uma grande idéia é reconhecer uma. Especialmente se for de outra pessoa." - Washington Olivetto

7 - “Adapte a técnica à sua ideia, não a sua ideia à técnica.” - Bill Bernbach

8 – “Se você não consegue expressar sua posição em oito palavras ou menos, você não tem uma posição.” - Seth Godin

9 - "Confie nos seus pressentimentos. Eles normalmente são baseados em fatos arquivados abaixo do nível da consciência." - Dr. Joyce Brothers

10 - “Quando todos pensam igual é porque ninguém está pensando.” - Walter Lippman
 
http://www.chmkt.com.br/

Danos à Empresa Originados pelo Alto Turnover

Turnover significa a rotatividade de pessoal de uma empresa e é um excelente indicador de saúde da mesma.

Quando excessivo, indica que algo está errado na organização. É o momento de analisar o por quê dessa alta rotatividade, afinal, não podemos esquecer que os chamados funcionários são antes de tudo pessoas. Essas pessoas tem necessidades e criam vínculos dinâmicos de relacionamento com os colegas da empresa, ou mesmo com clientes e fornecedores.

Os colaboradores de uma organização detêm o conhecimento das rotinas de trabalho, o que a empresa produz ou quais serviços ela presta e, após algum tempo na mesma, esses profissionais passam a dominar essas atividades e a desempenhá-las sem maiores problemas.

Quando alguém da equipe sai, as atividades sofrem mudanças que em maior ou menor grau afetam a organização. Assim como um motor que para de funcionar caso alguma engrenagem se deteriore, a empresa também sente essa saída.

Apesar de muitas empresas acreditarem que, quando uma saída de colaborador é por sua decisão e portanto, não a afetará, isto é um engano. Qualquer saída é traumática para a organização, por mais argumentos que existam a seu favor. Basta imaginar o quanto foi gasto com treinamento dessa mão-de-obra, com a burocracia contratual, benefícios, encargos e outros gastos operacionais não tão facilmente mensuráveis, para notarmos que de uma forma ou de outra, a empresa sempre sai perdendo nesse caso. Talvez uma política de contratação mais adequada ou um processo de contratação melhor executado, ou mesmo, uma melhor definição das atribuições do cargo poderiam ter evitado esses gastos inúteis e o trauma gerado ao colaborador demitido.

RETENDO TALENTOS
Apesar de óbvio, será que as empresas realmente estão valorizando seus talentos e suprindo suas necessidades, a fim de não perdê-los para a concorrência? Será que melhores salários, treinamento adequado, concessão de benefícios e melhora do ambiente de trabalho poderão retê-los?

Para saber o que motiva um colaborador a deixar a empresa, utilize a entrevista de desligamento para isso. Questione o por quê da saída, não perca essa oportunidade de saber o que está ocorrendo.

Em se tratando de reter talentos na empresa, notamos que o treinamento sempre é fundamental. Uma prática que está se tornando comum nas grandes empresas, é o chamado e-learning, ou seja, a possibilidade de aprendizagem a distância, proporcionada pelo uso cada vez mais freqüente da internet e de intranets nas organizações. O e-learning é uma maneira rápida de permitir que uma quantidade maior de funcionários tenha acesso a treinamentos, que podem ser realizados em horários diferentes, conforme a disponibilidade de cada um, e que tem conseguido índices superiores de retenção em relação aos treinamentos tradicionais, principalmente porque o controle do aprendizado está nas mãos do próprio estudante e não nas do instrutor.

Outra técnica interessante, denominada job rotation (aplicável também para a diminuição dos conflitos), está muito em voga. Leva em consideração o fato de que se não há possibilidade de ascensão profissional vertical (promoção) de um funcionário, em vez de vê-lo sair para trabalhar na concorrência, novas possibilidades lhe são abertas quando ocorre a promoção horizontal, ocasionada pela troca de função e atribuição de novas responsabilidades, sem perda do padrão. Isso faz com que ele se torne um profissional polivalente, capaz de atuar em diversas atividades diferentes, bem como o incentiva através de novos desafios e aumento de conhecimentos, obtidos na organização. No mundo de hoje, ele será um profissional mais valioso do que se for apenas especialista em uma coisa. Para a empresa, além de manter um bom funcionário em seus quadros, também estará formando um possível futuro ocupante de cargos de chefia.

Creiam-me, se um funcionário puder, ele preferirá crescer dentro da própria empresa em que trabalha e possui o círculo de amizades, a mudar para outra que é uma incógnita. Vivenciei muito disso em meus anos de trabalho.

NOVAS COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS
Nos dias atuais, os profissionais não podem mais comportar-se como antigamente, sob pena de tornarem-se obsoletos. E para adaptarem-se ao esquema da Produção Flexível (baseado no aumento da produtividade e flexibilidade do trabalhador e das empresas), devem se esforçar para desenvolver as novas competências que os tempos atuais exigem.

Segundo a Profª Ana Beatriz Carvalho, da FGV Management, essas competências abordam essencialmente:

- Iniciativa e capacidade de julgamento e liderança.
- Uma atenção maior aos detalhes, manutenção de raciocínio crítico e criativo.
- Um aumento na autoconfiança, segurança e persistência.
- Espírito de colaboração.
- Um compromisso e envolvimento maior com a organização, bem como manter atitudes pró-ativas em relação aos valores da empresa.
- Aprimoramento do conhecimento técnico.
- Preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas.
- Estimular a comunicação.
- Manter sempre o foco no cliente.
- Orientação contínua para o aprendizado, produtividade e busca por resultados.
- Busca contínua pela qualidade.

Essas competências podem ser adquiridas no dia-a-dia, através das atividades desempenhadas e por meio de treinamentos e devem ser sempre exercidas de forma ética.

Por sua vez, a empresa deve incentivá-las, permitindo sua aplicação sem entraves de qualquer tipo. A retenção de talentos e o incentivo à obtenção por parte dos colaboradores de novas competências profissionais, gera benefícios mútuos e duradouros.

Por: Henrique Montserrat Fernandez é Administrador de Empresas com pós-graduação em Análise de Sistemas e MBA em Tecnologia da Informação / E-management pela Strong/FGV.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Gestão: Seis competências essenciais para a nova realidade das empresas

Confira seis questões específicas e essenciais para a evolução em novas práticas, comportamentos e relações das empresas

Enquanto, e lamentavelmente, uma parcela expressiva das empresas, cooptou por todos os novos apetrechos e ferramentais do wikiworld - única e exclusivamente para se mostrar moderna, esquecendo-se de jogar a velha moldura fora, como recomendou Drucker, muitas evoluem de forma consistente e verdadeira em novas práticas, comportamentos e relações.

Dentro dessa ‘nova realidade’ que já caracteriza o novo mundo dos negócios, demonstrar de forma cabal competências específicas é essencial. Confira abaixo seis destas competências:

1 – Confiança
Não existe uma segunda maneira de se conseguir a lealdade dos clientes que não seja o estabelecimento de uma relação de absoluta e total confiança. Os novos consumidores só permanecerão para sempre junto a marcas em que verdadeiramente possam confiar. Assim como, irão confiar em empresas que em eventuais dúvidas e mal entendidos não percam um único segundo em questionar o desconforto revelado por seus clientes. Hoje, mais do que nunca, o cliente tem sempre razão. Nenhuma empresa é obrigada a atender todas as pessoas que a procuram. Mas, uma vez estabelecida a relação, e tendo demonstrado seu interesse, e a aceita como cliente, daí para frente não existe espaço para discussões. O cliente, mais do que nunca, e sempre, tem razão.

2 – Minha empresa
Estabelecida a relação, o cliente não é mais um. É o Pedro, a Joana, a Paula, o Olavo. De novo como no tempo do freguês de caderneta, passamos a lidar com o cliente igual ao dono do armazém, que fidelizava sua clientela pelo nome, endereço e preferências. Bom dia, Pedro! é tudo o que o Pedro espera ao ingressar na loja onde se considera Cliente. Pessoas querem ser tratadas e reconhecidas no mundo analógico, da mesma forma como são tratadas e reconhecidas no mundo digital. É você, Pedro?

3 – Antecipar-se com Educação
A maior parte dos novos consumidores frequentam redes sociais abertas. Onde as empresas podem acompanhá-los e manterem-se informadas sobre suas manifestações de apreço ou desapreço, conforto ou desconforto, felicidade ou decepção. E nas duas situações, sempre pedindo licença antes de se manifestar, agradecer e recompensar, ou, tentar superar pequenos tropeços, e também recompensar.

4 – Máquina nunca mais!
Pessoas querem falar com pessoas. Um contato humano. Muitas empresas surpreendem seus clientes que ao acessá-las encontram do outro lado da máquina um ser humano, de carne, cara e osso, que fala, ouve, sorri, se revela preparado, educado, cordial, amigo. Pode até não ter todas as respostas mas ouvirá com atenção, vai atrás da solução, e em pouco tempo, responde. URA nem pensar!

5 – Não se terceiriza a mina de ouro
Boa parte das melhores companhias que terceirizaram seus serviços de atendimento ao consumidor estão reconsiderando essa decisão. A terceirização é uma das principais características da sociedade de serviços, o que não quer dizer que tudo, obrigatoriamente, tenha que ser terceirizado. A terceirização física pode até acontecer, mas a gestão, acompanhamento, responsabilidade, e consideração e aproveitamento de todas as informações decorrentes, como diria um certo ministro brasileiro, são “interceirizáveis”.

6 – Check-list
* Pessoas não se sentem atraídas pelo feio: como está o Design de sua empresa?
* Pessoas só reconhecem um Design sedutor e atraente, quando no contexto adequado: em que contexto sua empresa se insere?
* Pessoas fogem de desconhecidos até mesmo por segurança: como anda a narrativa de sua empresa?
* Pessoas não têm mais tempo para o complicado, difícil, inacessível: como anda a componente lúdica de sua empresa?
* Pessoas precisam se sentir queridas e desejadas: sua empresa exala empatia em todos os seus movimentos?
* Pessoas exigem a verdade: sua empresa tem autenticidade?
* E pessoas, preferem empresas que transcendem: o estilo e personalidade de sua empresa é único e distingue-se do das empresas concorrentes?

Francisco Alberto Madia de Souza (Diretor-presidente do MadiaMundodoMarketing). famadia@madiamundomarketing.com.br - www.madiamundomarketing.com.br
HSM Online

terça-feira, 13 de abril de 2010

Pensamento do dia

"Os ventos que às vezes nos tiram algo que amamos, são os mesmos que nos trazem algo que aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado. Pois tudo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre...(Bob Marley)

Contribuição ... Magna Rafaela

4 sugestões para recapturar potenciais clientes

1 - O processo de vendas deve permitir retomar o contato com o potencial cliente – Se você estabelece um contato com alguém que eventualmente abandona o processo de compra e não tem formas de entrar em contato com a pessoa novamente, a oportunidade está perdida. Existem diferentes maneiras de garantir a possibilidade de um contato posterior, desde um simples cadastro até uma busca no Google.

2 - Compreender o motivo da desistência – Entenda por que o potencial cliente abandonou a compra. Isso permitirá ações pontuais que melhorarão o índice de conversão de vendas. Claro que você pode ter algumas estratégias prontas e predefinidas. No entanto, elas nem sempre se aplicarão a todos os clientes.

3 - Definir uma estratégia para recuperar o cliente – Se você vai retomar o contato com o cliente apenas para insistir no mesmo, não perca seu tempo. Isso provavelmente só o irritará e dificultará ainda mais uma venda futura. Para atrair o potencial cliente novamente, você tem três principais opções: retirar fatores bloqueantes, oferecer mais valor e agregar menos custo – minha preferência é nessa mesma sequência!

4 - Melhorar o processo de vendas com base nos motivos de desistência – Melhor que recuperar clientes perdidos é não perdê-los. Sempre que estiver tentando atrair o consumidor novamente, estará em uma posição de negociação enfraquecida e o negócio dificilmente será tão bom para você quanto nas condições iniciais. Avalie continuamente os motivos de desistência e as estratégias de recuperação que funcionam e adapte seu processo de vendas para que os negócios se concluam cada vez mais na primeira tentativa.

Wagner da Silva Rosa é consultor de vendas.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Trilogia da incompetência


"Tudo aquilo que algum Idiota diz que é urgente,
é algo que algum Imbecil não fez em tempo hábil e quer que você,
o Otário, se arrebente para fazer em tempo recorde."