quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Gamificação nas Empresas: o que é e como implantar com sua equipe?


Você já se imaginou colhendo os frutos da implementação da gamificação nas empresas? 

Aliás, você tem ideia de tudo o que sua organização pode ganhar por meio da gamificação empresarial?

Pesquisas mostram que o mercado da gamificação — cujo conceito passa pela utilização de elementos dos games em diferentes setores, incluindo os corporativos — cresce exponencialmente no mundo. A projeção é que seu valor de mercado salte de US$9.1 bilhões em 2020 para US$30,7 bilhões até 2025. Isso representaria uma taxa anual de crescimento próxima dos 28%.

Se você ainda não sabe ao certo como pode implementar a gamificação nas empresas, não se preocupe. Falaremos sobre isto ao longo deste artigo.

1.   O que é gamificação?

O termo gamificação é a adaptação de gamification, em inglês. O conceito foi originalmente criado pelo programador e designer de jogos britânico, Nick Pelling, em 2002, e trata da prática de utilização de conceitos relacionados ao universo dos jogos (games, em inglês), em diferentes setores, como vendas, marketing, relações sociais, saúde, educação, etc.

Embora o termo tenha sido oficializado em 2002/2003, a prática da gamificação já era utilizada antes disso de forma intuitiva por empresas e instituições de ensino que buscavam caminhos para potencializar seus resultados. Busque na memória, por exemplo, as gincanas escolares das quais participou. São um exemplo de gamificação. Os programas de pontos dos cartões de crédito também.

Elementos básicos da gamificação

Para que uma prática corporativa seja configurada como gamificação, é necessário que ela cumpra alguns requisitos. A seguir, listamos os elementos básicos que devem fazer parte de todos os jogos de gamificação desenvolvidos nas empresas.

1.   Convite à participação

A participação dos colaboradores nas atividades corporativas, tal qual em um jogo de lazer, deve ser voluntária.

A ideia é que os estímulos propostos pela atividade (regras, dinâmica de funcionamento, reconhecimentos etc) façam com que o colaborador convidado sinta vontade de integrar o momento.

2.   Regras

Assim como em qualquer jogo, a atividade gamificada deve se manter alinhada às diretrizes e políticas da empresa. Para isso, é importante estipular um conjunto de regras e orientações para a realização da atividade, assegurando que os colaboradores envolvidos sigam as normas estabelecidas para avançar as etapas.

O que as regras do seu jogo corporativo devem ensinar?

  • o que é preciso fazer para avançar etapas;
  • prêmio para cada etapa avançada;
  • objetivo final do jogo;
  • modalidade de jogo (individual, em duplas ou times);
  • o que não é permitido;
  • atitudes eliminatórias;
  • sistema de pontuação; etc.

3.   Metas

Atribuir metas à sua atividade de gamificação nas empresas é uma forma estratégica e leve de estimular a alta performance do time.

Busque caminhos para sincronizar as metas corporativas com os objetivos do jogo e torne o trabalho muito mais produtivo e motivador.

Exemplos de metas possíveis na realidade (e nos jogos):

  • aumentar o volume de vendas em X%;
  • reduzir o tempo de resposta aos tickets de suporte em X minutos.

4.   Feedback

Para que funcione como uma ferramenta de gestão, a gamificação nas empresas precisa caminhar em paralelo com o feedback. Afinal, as equipes precisam entender por que não atingiram as metas ou por que não avançaram para a fase seguinte.

Sempre que possível, o retorno atrelado à gamificação deve acontecer em tempo real, apontando aos times se as ações realizadas ao longo de cada fase ou desafio foram positivas (alinhadas às expectativas da empresa ou inovadoras) ou se não cumprem os requisitos pré-determinados pela organização da dinâmica.

5.   Recompensa

Por fim, é importante que, ao colocar a gamificação nas empresas em prática, a equipe de composição reflita sobre a melhor forma de recompensa para os envolvidos.

A recompensa, neste caso, pode vir de diferentes formas: bônus, folgas, brindes, bottons, convites para eventos etc. O importante é mostrar que a empresa acompanha e valoriza os esforços dos colaboradores para superar os desafios propostos.

Por que usar gamificação nas empresas?

Investir em gamificação empresarial pode trazer diversos benefícios às empresas e aos colaboradores. Se você ainda não tem clareza sobre cada um deles, é hora de conhecê-los.

Para os times

Foco

Uma atividade gamificada estimula a concentração das equipes e ajuda a priorizar tarefas em meio às rotinas cada vez mais dinâmicas e atribuladas.

Motivação

Estimular a motivação nos colaboradores é um grande desafio para as empresas, sobretudo para aquelas cujo core business está no departamento comercial. É bastante comum que os membros das equipes se sintam sobrecarregados, desestimulados e desengajados pelo excesso de demandas e a dificuldade de organização do dia a dia.

A gamificação é um caminho efetivo para conduzir esta organização e, de quebra, dar um motivo a mais para o esforço no desempenho de cada tarefa.

Colaboração

Utilizar a gamificação nas empresas como estratégia para estimular o trabalho em equipe pode ser uma boa ideia. Especialmente se sua empresa tem episódios de desentendimento entre as equipes ou se os setores não se veem como partes de um mesmo organismo (algo bastante comum quando pensamos em força de vendas, por exemplo), vale o exercício de construir equipes mescladas (com membros de times e setores diferentes) e estimular a colaboração de todos.

Competição saudável

Por outro lado, se o seu objetivo é despertar nos colaboradores a desejada “gana” pelo trabalho, uma competição saudável pode ser a melhor alternativa.

Ranquear o desempenho nas atividades, oferecer recompensas simbólicas às melhores performances e, claro, estimular o diálogo contributivo para auxiliar aqueles que não se saíram bem são alguns dos benefícios de dar esta característica à atividade.

Senso de urgência e prioridade

As atividades do gamification podem ser formuladas de acordo com as demandas da empresa. Tarefas com tempo marcado ou com inúmeros desafios simultâneos podem ajudar a estimular o senso de urgência e prioridade nas equipes.

Para os negócios

É claro que, com tantos benefícios para os times, a prática da gamificação nas empresas também seria positiva para as organizações, não é mesmo? A seguir, você confere uma lista de vantagens de apostar nesta ferramenta nos ambientes de trabalho.

  • Mais produtividade para o time
  • Estímulo às relações sociais e à integração de equipes;
  • Tomadas de decisão mais seguras;
  • Mais organização;
  • Domínio sobre as demandas e a rotina de trabalho;
  • Diálogo aberto entre as equipes;
  • Maior entendimento sobre o propósito do negócio;
  • Cumprimento de metas;
  • Estímulo à criação de times de alta performance

Como implantar a gamificação nas empresas?

A implementação da gamificação nas empresas, como todo projeto corporativo, deve ser segmentada em etapas, as quais descrevemos brevemente a seguir.

  1. Faça um levantamento de necessidades: ajuda a compreender qual o estilo de jogo e as regras que serão levadas em conta;
  2. Defina o objetivo do jogo;
  3. Componha o time de elaboração: ter uma equipe multidisciplinar na construção das fases e etapas do jogo pode ajudar na criação de desafios mais criativos e inovadores;
  4. Faça testes com um grupo focal: para avaliar o funcionamento das regras, a fluidez das etapas e o cumprimento dos desafios;
  5. Realize ajustes e coleta de feedbacks;
  6. Hora do lançamento e comunicação do jogo: é importante que todos os convidados entendam qual o objetivo da atividade e por que foram incluídos no projeto. Ter clareza sobre a importância da participação aumenta o engajamento e estimula o espírito competitivo;
  7. Mensure os resultados: crie metas e avalie a experiência com a ajuda da equipe de execução e de uma amostra dos participantes.

Exemplos de gamificação nas empresas

E aí, pronto para colocar a gamificação em prática na sua empresa? Aqui vão alguns exemplos para te inspirar.

Gamificação em vendas

O setor de vendas se beneficia amplamente de uma estratégia de gamificação.

Além de trabalhar os aspectos pontuados no tópico anterior, jogos comerciais estimulam o atingimento de metas e o conhecimento da jornada de compra das equipes de venda.

Não à toa, de acordo com o portal Finances, a taxa de conversão em empresas que usam gamificação em vendas é até 7 vezes maior do que naquelas que não usam.

Gamificação em treinamentos

De acordo com uma pesquisa realizada pela Talent LMS, em 2019, 83% dos colaboradores que participam de treinamentos com a metodologia da gamificação são mais motivados no trabalho.

Além disso, substituir práticas rotineiras e cansativas (como as longas apresentações de slides) de treinamentos por jogos ágeis e dinâmicos ajuda na assimilação do conteúdo transmitido.

Gamificação em processos seletivos

Selecionar e receber novos colaboradores com a ajuda da gamificação é uma forma de reforçar a identidade da empresa e surpreender os candidatos com processos que fogem do tradicional padrão de entrevistas e avaliações.

Elaborar um jogo com as características da empresa e testar a “compatibilidade” dos candidatos pode ser uma boa ideia, bem como receber novos colaboradores com um boardgame que o leve até a área em que irá trabalhar, passando por todos os setores de apoio e as informações essenciais atreladas a eles.

Empresas que usam a gamificação — e seus resultados

Conheça algumas empresas globalmente reconhecidas e que utilizam a gamificação como estratégia de captação e fidelização de clientes, no âmbito externo, e engajamento e motivação de colaboradores, no âmbito interno.

  • De acordo com a Scavify, a rede geossocial Foursquare, ao incorporar a gamificação em seu aplicativo móvel, cresceu 10 vezes em cinco anos;
  • O Duolingo, que aproveita a gamificação no ensino de idiomas para usuários gratuitamente via celular, aumentou sua base de usuários para mais de 300 milhões (Citrusbits, 2020).
  • As operações gamificadas da Microsoft levaram a 3,5 vezes mais funcionários engajados que usaram informações atualizadas do produto para vender (Datanyze, 2020).
  • A M&M’s criou um aplicativo de jogos que ajudou a marca a acumular 25.000 novas curtidas no Facebook e 6.000 compartilhamentos (Gamify, 2021).
  • Após a implantação do aplicativo Starbucks Rewards, a Starbucks registrou um aumento de receita de US$ 2,65 bilhões, enquanto seu programa de associação atraiu 25% mais clientes fiéis (Gamify, 2021).

Transforme as lições do game em práticas de rotina com a ajuda da tecnologia

Autonomia, tomadas de decisão mais seguras, cooperação, alta performance. E se fosse possível turbinar ainda mais as características desenvolvidas com a ajuda da gamificação nas empresas?

Com a ajuda da tecnologia, é possível. Um bom CRM de vendas, por exemplo, estimula a ideia de integração entre equipes e fornece aos agentes todas as informações necessárias para embasar suas tomadas de decisão e enriquecer a base de conhecimento da força de vendas.

Dessa forma, as decisões são tomadas de forma segura e a gestão de tickets e demandas acontece com fluidez e organização.

Copiado: https://www.zendesk.com.br/

terça-feira, 17 de janeiro de 2023

NADISMO, a Arte de Fazer Nada – Permita-se perder um tempo


Nadismo
é um movimento que consiste em incentivar as pessoas a passar algumas horas do seu dia fazendo nada. 

Isso mesmo: nada. 

Basta ficar sentado ou deitado e se colocar em estado de inatividade, desfrutando de coisa nenhuma.

O Nadismo é para todos, mas especialmente para aqueles que nunca têm tempo. 

Aqueles que estão sempre correndo, vivem ocupados e, ainda assim, não conseguem dar conta de todas as suas demandas. 

Se você quer fugir desse estresse diário, a prática indica parar e ficar sem fazer nada, sem cobrança, sem culpa e sem estresse, para viver melhor com o seu tempo.

Criado pelo designer brasileiro Marcelo Bohrer, o Nadismo tem como objetivo quebrar a cultura da aceleração e fazer com que as pessoas recuperem seu equilíbrio.

Até mesmo em cidades urbanas agitadas é possível praticar o método. Basta sentar ou deitar em um lugar confortável, abandonar o celular, e, com os olhos abertos, tentar não fazer nada por pelo menos 15 minutos. Apenas observar as pessoas e contemplar o mundo ao redor, de maneira consciente de tudo que está acontecendo.

“Não perca tempo…”, “O que você faz aí sem fazer nada?”, “Levante-se e aproveite o dia”

Durante a infância, surge constantemente a ideia de que o tempo é ouro. E se não tirarmos proveito das horas das quais dispomos, somos preguiçosos ou seremos fracassados.

No final, essa mensagem corre o risco de ser traduzida como na vida adulta em comportamentos parecidos com o do Coelho Branco da “Alice no país das maravilhas”. 

Sempre correndo, sempre atrasado e com alguma coisa muito importante para fazer.

Colégio, piano, inglês, natação, academia, etc… conhecemos longas listas de atividades nas quais algumas crianças  são imersas, as quais fazem com que acabem sua jornada só na hora de ir para a cama.

Em muitos casos, a educação transmite às crianças que devem ser os melhores, os mais produtivos, e sublinha constantemente a ideia de que sempre, sempre, sempre, se pode melhorar. Não há tempo a perder.

Duas consequências podem ser derivadas disso: a hiper-responsabilidade e a intolerância ao tédio.

·   Hiperresponsabilidade: ser responsável é uma virtude. Ser hiper-responsável é uma armadilha do cérebro construída ao longo dos anos, que pode se refletir na maturidade em forma de ansiedade, perfeccionismo, elevada auto-exigência, baixa autoestima, insegurança, culpa e até vergonha.

·   Intolerância ao aborrecimento: não ter a oportunidade de “perder tempo” na infância freia a criatividade e o desenvolvimento pessoal das crianças e dos adolescentes, para mais tarde, se manifestar em adultos como processos ansiosos.

Perder tempo pode ser muito benéfico para os processos de adaptação ao meio e o desenvolvimento de capacidades intelectuais nas crianças. 

Quando se cresce, essa intolerância aprendida não permite que saibamos estar com nós mesmos.

Muitas pessoas se entediam, simplesmente por não saberem como ficar a sós com seus próprios ecos.

Filosofia 24×7: você se reconhece?

Vivemos em um mundo interconectado. Em qualquer momento e em qualquer lugar podemos realizar tarefas relacionadas ao nosso ócio, nossa formação ou nosso crescimento pessoal.

Cursos, especializações, academias, coisas de casa, escritório, trabalho… Se não fizermos, outras pessoas que compartilham suas atividades em redes sociais se encarregassem de nos lembrar do tempo que estamos perdendo.

Tudo isso constrói nosso dia a dia e alimenta a ideia de que “deveríamos” ser. 

A filosofia do 24×7 quer dizer estar fazendo “alguma coisa”, sete dias por semana e 24 horas por dia. No entanto, este conceito pode não ser tão bom quanto parece.

É óbvio que a busca da realização pessoal através da atividade e de ocupação é fundamental, mas até que ponto isso é controlável?

No final, para esse tipo de pessoa, é inimaginável e trágico não realizar nenhuma atividade em um dado momento, e ela vê no descanso algo quase desprezível. Na realidade, não se é um inútil por perder tempo.

Experimente fazer nada

Estruturar nossa semana em volta de atividades profissionais  e sociais é uma rotina atraente e necessária. Enquanto isso, encontrar momentos para “perder” é muito benéfico para nossa saúde física e mental.

Reservar uns minutos por dia ou por mês para não realizar nenhuma atividade pode nos contribuir com serenidade para desfrutar de tudo isso que realizamos e que deixou de ser satisfatório, para quê?:

·   Para tomar distância daquilo no qual nos vemos arrastados e reduzir o drama.

·   Para evitar a saturação de alguma coisa que começou como estimulante e que se tornou uma carga.

·   Para compartilhar momentos distintos com os que nos rodeiam.

·   Para relaxar o corpo. Reduzir o estresse e a ansiedade.

·   Para reorganizar as ideias e tomar impulso.

·   Para distinguir o importante do urgente.

Se você for daqueles que desfrutam da corrente de atividades e precisam dela para seu funcionamento, vá em frente. 

Mas se de algum jeito sua fonte de satisfação depende do tempo cheio, mais do que da tarefa em si mesmo, dê uma oportunidade ao relógio.

No final, o “tempo perdido” pode ser convertido em ganho pessoal.

“O tempo é a moeda da sua vida. É a única moeda que você tem, e só você pode determinar como será gasta. Seja cuidadoso e não permita que outras pessoas o gastem por você”.  Carl Sandburg

Por: Paula Parende - https://www.portalraizes.com/

sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Posse e Eleição da Diretoria CFA - Conselho Federal de Administração - 2023/2024


Dois terços do plenário do Conselho Federal de Administração (CFA) foi renovado nas Eleições do Sistema CFA/CRAs, que aconteceram em novembro de 2022. 

Nesta quinta-feira, 12, eles foram diplomados e empossados.  

O trabalho dos representantes da profissão tem como objetivo normatizar e discutir os caminhos da Administração, por meio das Resoluções Normativas, projetos e ações em prol dos profissionais da área. 

Os administradores vão compor efetivamente o plenário da autarquia para o quadriênio 2023/2026.

Os novos conselheiros federais desta legislatura são:

Acre – Adm. Fábio Mendes Macêdo

Amazonas – Adm. Inácio Guedes Borges

Bahia – Adm. Roberto Ibrahim Uehbe

Ceará – Adm. Leonardo José Macedo

Distrito Federal – Adm. Rui Ribeiro de Araújo

Espírito Santo – Adm. Manoel Carlos Rocha Lima

Minas Gerais – Adm. Gilmar Camargo de Almeida

Pará – Adm. Mauro dos Santos Leonidas

Paraíba – Adm. Geraldo Tadeu Indrusiak da Rosa

Paraná – Adm. Gelson Luiz Uecker

Pernambuco – Adm. Adriana Rodrigues da Silva

Piauí – Adm. Roberthy dos Santos Barbosa

Rio de Janeiro – Adm. Francisco Carlos Santos de Jesus

Rio Grande do Sul – Adm. Sérgio José Rauber

Roraima – Adm. Emerson Clayton Arantes

São Paulo – Adm. Walter Sigollo

Sergipe – Adm. Adelmo Santos Porto

Tocantins – Adm. Francisco Almeida Costa

 Câmaras do CFA

Ainda no dia de hoje (12), o Plenário do Conselho Federal de Administração elegeu a composição das Câmaras e das Comissões Permanentes da autarquia. São sete Câmaras, cada qual com suas competências estabelecidas no Regimento Interno. Veja como ficou a formação das Câmaras:

Câmara de Administração e Finanças:

Diretor – Adm. Francisco Almeida Costa

Vice-Diretor – Adm. Roberthy dos Santos Barbosa

Membro – Adm. Evandro Fortunato Linhares

Câmara de Fiscalização e Registro:

Diretor – Adm. Sérgio José Rauber

Vice-Diretor – Adm. Roberto Ibrahim Uehbe

Membro – Adm. Geraldo Tadeu Indrusiak da Rosa


Câmara de Formação Profissional:

Diretor – Adm. Gelson Luiz Uecker

Vice-Diretora – Adm. Herlígenas Corrêa de Oliveira Araújo

Membro – Adm. Emerson Clayton Arantes

Câmara de Comunicação e Marketing: 

Diretor – Adm. Mauro Leonidas

Vice-Diretor – Adm. Alex Sandre Rodrigo Pereira Cazelli

 Membro – Adm. Walter Sigollo


Câmara de Relações Internacionais e Eventos:

Diretor – Adm. Júlio Francisco Dantas Rezende 

Vice-Diretor – Adm. Emerson Clayton Arantes

Membro – Adm. Adriana Rodrigues da Silva

Câmara de Estudos e Projetos Estratégicos:

Diretor – Adm. Jorge Henrique Mariano Cavalcante

Vice-Diretor – Adm. Inácio Guedes Borges

Membro – Adm. Manoel Carlos Rocha Lima

Câmara de Gestão Pública:

Diretor – Adm. Rui Ribeiro de Araújo

Vice-Diretor – Adm. Fábio Mendes Macêdo

Membro – Adm. Tiago Nóbrega Stival



Assessoria de Comunicação CFA - Ana Graciele Gonçalves

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