quarta-feira, 3 de julho de 2019

Qual o Papel do Endomarketing na Cultura Organizacional da Empresa?

Quando se fala em gestão de pessoas, um dos primeiros conceitos que vem à mente dos gestores e proprietários de empresas é o de cultura organizacional.
Dentro desse contexto, as ações de endomarketing aparecem como uma poderosa ferramenta para modificar, aperfeiçoar ou manter uma boa cultura na empresa.
No post de hoje, você entenderá melhor o conceito de endomarketing e o seu papel na cultura organizacional. Além disso, conhecerá e poderá analisar os motivos que as empresas têm para desenvolver o endomarketing e como isso pode ser feito.
  • O que é o endomarketing?
É bastante comum que nas empresas haja confusão entre os conceitos de comunicação interna e endomarketing, que erradamente são tidos, muitas vezes, como sinônimos. Portanto, entender a diferença entre essas duas terminologias é importante.
A comunicação interna engloba todas as ações que uma empresa faz para comunicar algo aos seus colaboradores. Fazem parte dessas práticas a produção de avisos e memorandos, envio de newsletter, produção de jornal ou revista interna, entre outros.
endomarketing, por sua vez, vai mais além e está relacionado com a cultura da empresa.
Trata-se de uma metodologia que tem vistas à implantação de uma conscientização coletiva entre os colaboradores, para que eles se sintam valorizados, se tornem mais produtivos e realizem os seus trabalhos com mais qualidade.
Isso não quer dizer, no entanto, que comunicação interna e endomarketing não podem andar juntos, pois os estrategistas de endomarketing utilizam das ferramentas da comunicação interna para efetivar muitas de suas ações.
  • Qual é o papel do endomarketing no desenvolvimento da cultura organizacional?
Primeiramente, é preciso ter em mente que o termo cultura é bastante amplo e possui múltiplos significados, como a representação das artes, da educação e até mesmo do cultivo de produtos agrícolas. Quando falamos em cultura organizacional, no entanto, estamos nos referindo aos valores, crenças e comportamentos das pessoas que fazem parte de uma empresa.
Desse modo, as ações de endomarketing visam a estabelecer entre todos os colaboradores, independentemente do nível hierárquico que ocupam, um padrão cultural fundado pela alta cúpula administrativa da organização.
De acordo com os estudiosos Davel e Vasconcelos, na cultura brasileira, devido à herança do período colonial, as estruturas familiares são embasadas na figura do pai como a pessoa que gerencia a casa e toma as decisões do lar.
Nas empresas, por muito tempo, esse conceito também foi adotado, com os donos ou diretores assumindo o papel centralizador do “pai”.
Acontece que os jovens das gerações Y e Z não se adaptam mais a esse tipo de cultura, pois cresceram em uma época em que o pai já não é necessariamente uma figura centralizadora nas suas famílias, de modo que as organizações tiveram que se adaptar e adotar uma estrutura mais linear, em que todos têm voz, e não somente as chefias.
Esse é um exemplo de mudança na cultura organizacional, que pode ser feita com o uso das estratégias de endomarketing.
  • Quais são os motivos que as empresas têm para desenvolver a cultura organizacional por meio do endomarketing?
Ao longo das décadas, as grandes empresas solidificaram um modelo cultural muito paradigmático e baseado nos princípios tayloristas e fordistas, no período pós-revolução industrial. Wood Jr., conceituado estudioso do meio organizacional, acredita que o modelo foi o responsável pela decadência de muitas empresas ocidentais.
Por esse motivo, estabelecer uma nova cultura, mais moderna e baseada na confiança e troca mútua de relações entre as pessoas é tão importante.
Dentro desse contexto, elencamos alguns motivos que as empresas têm para desenvolver a cultura organizacional por meio do endomarketing. Veja!
1. Motivação dos colaboradores
O psicólogo norte-americano Abraham Maslow desenvolveu uma hierarquia que se popularizou com o nome de Pirâmide de Maslow.
Segundo essa teoria, as pessoas são motivadas por cinco fatores básicos: necessidades fisiológicas, necessidades de segurança, necessidades sociais, necessidades de status ou estima e necessidades de autorrealização.
Um nível hierárquico leva a outro, sendo que após suprir suas necessidades fisiológicas, o indivíduo buscará suprir as suas necessidades de segurança e assim sucessivamente.
A ideia é que nas empresas, por meio de ações de endomarketing como um programa de carreiras ou crescimento profissional, os colaboradores atinjam o ápice da pirâmide e se sintam realizados em fazer parte da empresa.
2. Diminuição do turnover
Engana-se quem pensa que os altos índices de turnover nas empresas se dão apenas pelo pagamento de baixos salários.
Muitas vezes, as pessoas deixam empregos em que têm uma boa remuneração para trabalhar em um local que paga menos, mas que oferece melhores condições para a sua realização profissional.
É comum que os trabalhadores passem mais tempo na empresa do que em suas casas com suas famílias. Por isso, é normal que busquem por um ambiente agradável. Ações de endomarketing como programas que premiam sugestões de melhorias na empresa, portanto, diminuem a rotatividade de colaboradores na organização.
3. Melhora no relacionamento entre equipes
Gareth Morgan é um respeitado teórico da administração que classifica as organizações como metáforas. Em uma das suas alusões, o teórico vê a organização como uma máquina, em que várias partes se interligam e quando uma delas para, compromete o funcionamento de todo o restante do equipamento.
A partir dessa visão, podemos interpretar que o bom relacionamento entre as equipes de uma empresa deve ser incentivado pelos empresários.
O endomarketing também tem um importante papel nesse sentido, de modo que o relacionamento entre as equipes pode ser trabalhado em estratégias como os eventos de integração.
4. Desenvolvimento intelectual dos colaboradores
Outro princípio importante do endomarketing é fazer com que as empresas tenham times qualificados. Para isso, é comum que seja instigada nos colaboradores a vontade de se desenvolver cada vez mais como profissionais e seres humanos.
Ações simples como o convênio com escolas técnicas e universidades, bem como a criação de uma biblioteca colaborativa na empresa, podem fazer com que os profissionais se desenvolvam intelectualmente e consequentemente tragam resultados mais positivos para a organização.
Agora que você já sabe mais sobre o papel do endomarketing na cultura organizacional das empresas, já pode colocar isso em prática!

terça-feira, 2 de julho de 2019

Ferramentas da Qualidade

Para que seja implantado o sistema de gestão da qualidade são necessárias algumas ferramentas para analisar fatos e auxiliar na tomada de decisão.
Esses instrumentos são conhecidos como ferramentas da gestão da qualidade. O objetivo de utilizá-las é chegar a um grau de eficiência/eficácia em uma determinada atividade ou processo.
Mas, deve-se ter profissionais capacitados para que as ferramentas sejam aplicadas de maneira correta, pois senão corre-se o risco de ter resultados incorretos.

Técnicas e Ferramentas da Qualidade

Quando se trata de gestão de qualidade, não se pode esquecer de um dos precursores desse ramo: Walter Andrew Sherwart. Idealizador da técnica conhecida como PDCA (Plan, Do, Check, Act), que significa, traduzindo para o português, Planejar, Fazer, Verificar, Agir (PFVA). Esse é um processo fundamental do processo de melhoramento e qualidade.
Primeiramente, se usa o planejar, que consiste em estabelecer metas, objetivos e modelos de desempenho, rotinas, etc. Em segundo lugar, vem o fazer: medir o desempenho real. A próxima etapa é o verificar, onde o indivíduo fará um balanço entre os objetivos e o desempenho e determinará a diferença deles. Por último, vem o agir: executar tudo e aperfeiçoar sem esbanjar.
Essas técnicas são necessárias para agradar o cliente, uma vez que na gestão de qualidade a preocupação não é apenas com a produção, mas com a qualidade. Outra coisa é aumentar a capacidade de cumprimento dos objetivos traçados no plano inicial.

Modo de Produção no Fordismo

A preocupação de Ford foi apenas com a produção da sua indústria. Visava o lucro das produções em massa, tanto é que, ele só produzia carros na cor preta, pois secavam rápido e daria tempo de montar mais automóveis. Não há dúvida de que seu modelo mecânico inovou no segmento industrial, mas não houve preocupação com a qualificação e supervisão em todos os setores de produção.

Modo de Produção Japonesa

Ao contrário de Ford, os japoneses desenvolveram técnicas de gestão em qualidade onde realizavam o planejamento da qualidade, garantia de qualidade e compraram equipamentos necessários para cada tipo de serviço. Os funcionários da Toyota foram treinados, estudavam os modelos norte-americanos. Tudo isso faz parte das ferramentas e técnicas de gestão de qualidade nas empresas.
Não havia pressa na produção; antes, verificava-se todo o material recebido, em todos os níveis de produção, desde a primeira peça até o processo de montagem. Tinha fiscalização por meio de auditores para ver se estava tudo funcionando satisfatoriamente. Além disso, havia inspeção dos equipamentos utilizados em cada etapa, bem como a avaliação dos fornecedores.
Os japoneses da Toyota, com seu novo sistema de gestão flexível e inteligente, procuravam investir na fiscalização de possíveis falhas internas e externas. As internas são os desperdícios, com trabalhos desnecessários, problemas na comunicação, materiais. Possíveis despesas com produtos inválidos, que não tinham mais função, correção dos objetos com defeito, um reexame dos produtos e do trabalho, bem como a triagem de peças de carro, por exemplo, que poderiam ser vendidas a preços inferiores.

Outra coisa era a análise de falhas. As falhas externas são em relação a produtos que não agradaram o cliente e retroagem; outros que apresentam defeitos, que é o custo da garantia dos produtos. Custos com as reclamações, alterações contratuais e o impacto na reputação da empresa.
Um detalhe é a questão dos recalls, quando é necessário chamar os proprietários de um produto para encaminharem a empresa, para que essa efetue a troca de alguma peça com defeito. Esses recalls custam caro, dependendo do caso, são milhões que a indústria desembolsa.

Técnicas para Gerenciamento da Qualidade

Em relação as técnicas da gestão de qualidade, agora, no sentido do gerenciamento de qualidade existe:
1) Planejamento: consiste na identificação dos padrões de um projeto.
2) Garantia de Qualidade: está relacionado a garantia da qualidade;
3) Controle de Qualidade: está relacionado a fiscalização e supervisão. Dentro do controle de qualidade, há três ramificações do conceito: gerenciamento das diretrizes, por processo e da rotina. A principal ideia desse primeiro gerenciamento, por mais que pareça redundante, é o modelo IDEIA: Incentivar a geração de ideias; Desenvolver iniciativas com produtos significativos; Estabelecer consenso em relação a melhoria; Intensificar contatos; Assegurar a coerência entre as normas e ações, com objetivos claros e definidos.
As normas e técnicas da gestão de qualidade são importantes para intensificar tão somente a qualidade das empresas. E ela não é de difícil compreensão, uma vez que é algo bem prático. Qualquer cidadão pode observar que nem todas as empresas e instituições planejam, de fato, o processo de andamento das empresas.

Ferramentas de Gestão da Qualidade

Utilizar as técnicas e ferramentas da qualidade podem auxiliar uma empresa a ganhar o mercado e ter clientes fiéis. Deve-se pensar nos vários aspectos e não somente no lucro. Veja algumas ferramentas da qualidade:
  • Diagrama de Pareto: técnica em que os problemas são separados em partes, assim eles são analisados entre si. Geralmente, para a produção do diagrama é utilizado um gráfico de barras verticais;
  • Diagrama de causa-efeito ou Diagrama de Ishikawa: técnica muito empregada para descobrir a relação entre um efeito e as causas para que esse efeito esteja ocorrendo. Também é chamado de Espinha de Peixe, por causa do formato do seu diagrama. Primeiramente, foi aplicado em 1953, no Japão;
  • Histogramas: responsável por mostrar a variação entre um processo em determinado período;
  • Folhas de Verificação: é um documento feito na forma de planilha ou tabela para auxiliar na coleta de dados;
  • Gráficos de Dispersão: gráficos de dispersão ou diagrama de dispersão é um modelo representativo de duas ou mais variáveis dentro de um gráfico;
  • Cartas de Controle: são gráficos utilizados para acompanhar um processo;
  • Fluxograma: nessa ferramenta utiliza-se apoio gráfico para listar todas as atividades de um processo. Ele apresenta uma sequência lógica de tudo que é realizado nas etapas do processo;
  • Brainstorming: em português, significa tempestade de ideias e é uma técnica usada para gerar ideias dentro de um grupo de pessoas através de soluções interessantes e criativas para resolver o problema;
  • Benchmarking: ferramenta que faz a comparação entre os processos de uma empresa com outras empresas bem-sucedidas. Ao final, todas as ideias são analisadas;
  • 5W2H: utilizada para ajudar a planejar as ações. Assim é preciso elaborar um quadro e responder as perguntas: O quê? Quando? Por que? Onde? Como? Quem? Quanto?;
  • 5S: modelo que surgiu no Japão em 1950. São cinco princípios (Seiri, Seiton, Seisou, Seiketsu, Shitsuke) – Senso de Utilização, Organização, Limpeza, Saúde ou Melhoria Contínua, Autodisciplina, que podem ser implantados na empresa para gerar a qualidade;
  • PDCA: é uma ferramenta de gestão utilizada nas empresas, feita por Walter A. Shewart na década de 20. Ela possui as etapas planejar, executar, checar e agir para controlar um processo de uma empresa.

Copiado: http://gestao-de-qualidade.info/

segunda-feira, 1 de julho de 2019

23 Habilidades Necessárias para Ingressar no Mercado de Trabalho


Habilidades técnicas são essenciais se você deseja conquistar a vaga dos sonhos naquela empresa que tanto admira. 
Mas só elas não bastam.
Não é novidade que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, certo?
Por isso, alcançar o cargo que você almeja exige grande preparação.
Essa capacitação vai muito além da educação formal e de ter uma excelente faculdade no currículo.
Atualmente, as empresas buscam profissionais que detêm competências mais complexas do que aquelas assinaladas no portfólio.
São habilidades que ultrapassam o perfil técnico e avançam sobre a esfera comportamental.
Uma delas é a inteligência emocional, a capacidade de lidar com as emoções em diálogos, conflitos e desafios empresariais.
Ficou interessado para descobrir quais são as outras habilidades valorizadas pelo mercado de trabalho?
Continue a leitura e descubra.
  • Qual o significado de habilidades?
Habilidade, segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, é a qualidade ou característica de quem é hábil e possui aptidão, destreza, disposição.
Habilidade designa a capacidade para fazer algo, a competência para executar determinada tarefa ou lidar com uma situação específica.
A boa notícia é que as habilidades não são imutáveis.
Elas podem ser adquiridas, desenvolvidas e aperfeiçoadas.
No mercado de trabalho, muitas habilidades são desejadas pelos empregadores.
Portanto, para ingressar no mercado de trabalho, você precisa saber quais são elas para que possa investir em seu potencial e se destacar como um profissional de alta performance.
Agora, vamos entender um pouco melhor sobre habilidades profissionais e pessoais e de que forma elas se interconectam.
  • O que são habilidades profissionais
As habilidades profissionais são características que permitem que se obtenha sucesso profissionalmente.
De forma simples: são competências ligadas ao ambiente corporativo.
São essas as características que realmente vão distinguir você de outros candidatos.
Sabe por quê?
É porque o conhecimento acadêmico, por si só, já não é suficiente para suprir as demandas e os desafios que o mercado de trabalho apresenta.
O conhecimento técnico se tornou um pressuposto, ou seja, é o mínimo desejado.
Segundo os dados mais recentes do IBGE, referentes ao 1º trimestre de 2018, cerca de 13,7 milhões de brasileiros ainda enfrentam o desemprego atualmente.
Em um contexto econômico desfavorável, é ainda mais importante questionar: o que as empresas estão procurando nos candidatos quando abrem uma vaga?
Em artigo publicado em seu blog Personal Branding, Ken Sundheim, CEO da KAS Placement Sales and Marketing Recruiters, empresa de recrutamento e desenvolvimento de Recursos Humanos, aponta algumas das características dos profissionais que cativam empresas.
Entre elas, ele menciona a criatividade, a resiliência e a capacidade de liderança.
Mas não são apenas essas, é claro.
Liderança, capacidade de persuasão e habilidade em negociação são habilidades recorrentemente almejadas pelos recrutadores.
Isso sem falar nas habilidades relacionadas à flexibilidade, boa comunicação e integridade, por exemplo.
Percebe como os atributos profissionais mais valorizados pelas empresas dizem respeito a características comportamentais?
Ou seja, perfil técnico e comportamental estão conectados.
Afinal, estamos falando de pessoas.
  • O que são habilidades pessoais
De forma simples, podemos afirmar que as habilidades pessoais são as potencialidades do seu perfil.
São aquelas aptidões relacionadas ao seu comportamento, que vão muito além dos seus atributos profissionais.
Mas que não deixam de ter influência sobre eles, claro.
Atualmente, as empresas buscam pessoas que tenham uma visão holística da organização.
Elas querem colaboradores que não apresentem apenas o foco em uma habilidade profissional, mas que tenham inteligência emocional para lidar com demandas mais complexas.
Essa inteligência emocional, portanto, é uma das habilidades pessoais que podem ser utilizadas no ambiente de trabalho.
A facilidade de comunicação, a motivação, o espírito de equipe, o bom senso, a calma, a coragem e o comprometimento são outros exemplos de habilidades pessoais que se convertem em diferenciais importantes dentro da empresa.
  • 23 habilidades profissionais que grandes empresas procuram
Como vimos, as habilidades pessoais e profissionais, atualmente, estão intimamente conectadas.
Mas quais são as principais?
Confira, abaixo, 23 habilidades profissionais que grandes empresas buscam e que você só tem a ganhar ao desenvolver:
  • 1. Integridade
Pode parecer óbvio, à primeira vista, que o profissional deva ser íntegro.
Mas nem sempre o sentido abrangente da palavra fica claro para os candidatos.
O profissional íntegro é aquele cumpre prazos, que dá retorno para os clientes e que não foge de novos desafios.
  • 2. Autoconhecimento
Conhecer a si mesmo é a melhor maneira de desenvolver os seus pontos fortes e saber lidar com os seus pontos fracos.
Tente perceber como as pessoas ao seu redor enxergam você e, se possível, procure um especialista para aprimorar as suas capacidades pessoais.
Todos nós agimos sob padrões de comportamentos, bons e ruins.
Quando você consegue identificá-los, é capaz de reforçar aqueles que são positivos e minimizar os negativos.
  • 3. Autoconfiança
autoconfiança é essencial para assumir riscos com segurança.
O autoconhecimento e a autoconfiança estão intimamente ligados, pois, a partir do momento em que você se conhece bem, terá muito maior confiança para agir, tomar decisões, improvisar e lidar com conflitos.
Não é à toa que as empresas valorizam muito essa habilidade.
  • 4. Autocontrole e equilíbrio emocional
Ter autocontrole e equilíbrio emocional não significa ser um profissional frio ou que não demonstra suas emoções.
Equilíbrio emocional é saber lidar com os sentimentos e emoções no ambiente profissional, sabendo, inclusive, o momento propício de externá-los.
Nem sempre é fácil conter as emoções no ambiente de trabalho. É normal, em algumas situações, sentir-se frustrado ou até raivoso.
Mas lidar de forma adequada com as emoções tem a ver com a inteligência emocional, uma habilidade extremamente desejada no mundo corporativo.
Inteligência emocional é a capacidade de reconhecer e avaliar os seus sentimentos e os dos outros e lidar com eles de forma racional.

  • 5. Flexibilidade
O mundo corporativo pede profissionais cada vez mais flexíveis, capazes de se adaptar às constantes mudanças do mercado.
A flexibilidade está relacionada, também, à criatividade.
Afinal, ser flexível engloba encontrar novas soluções para lidar com problemas e situações adversas.
Profissionais flexíveis estão um passo à frente porque conseguem compreender e agir em situações de mudanças.
Momentos de crise também exigem esse tipo de habilidade, pois é nos momentos críticos que as organizações clamam por pessoas de atitude para lidar com imprevistos.
  • 6. Iniciativa
Todas as empresas desejam profissionais com iniciativa, que transformem as ideias em ações.
Para isso, não tenha medo de correr riscos calculados e esteja preparado para atuar em situações difíceis.
Essa é uma habilidade que pode ser treinada no dia a dia, em pequenas ações.
Nunca deixe de propor novos projetos e apresentar ideias inovadoras diante de problemas e demandas.
  • 7. Análise Crítica
As empresas não querem colaboradores que só reclamam, ou seja, que encontram os problemas, mas não as soluções.
Elas buscam pessoas com análise crítica, que consigam analisar o ambiente macro da organização e fazer críticas construtivas.
  • 8. Prestatividade
Não é preciso estar disponível 24 horas, mas quando estiver no seu trabalho, é muito importante demonstrar que você está disponível para ajudar nas tarefas – muito além do que está na definição do cargo.
Ser prestativo significa fazer o possível para auxiliar e, consequentemente, contribuir com um ambiente de trabalho agradável.
Pessoas que colaboram umas com as outras têm mais chances de serem ajudadas também.
  • 9. Polivalência
Ter amplo conhecimento na sua área de atuação é excelente, mas você não pode se acomodar e parar por aí.
Ser polivalente ou interdisciplinar é conseguir transitar por temas e áreas diferentes daquela de sua formação original.
Diferentemente do que a faculdade ensina, os problemas de trabalho não são sempre tão práticos, objetivos e definidos.
Eles surgem em um formato complexo, com muitas questões envolvidas, e você precisa lidar com todas elas de forma singular.
Por isso, invista em cursos, leia e se aperfeiçoe sobre aquilo que você desconhece.
As empresas estão exigindo uma visão integrada, mapeando profissionais que entendam as diferentes etapas de um processo.
  • 10. Competitividade
Ter competitividade significa propor metas claras e querer ir além do objetivo comum.
A competitividade sadia é um dos passos para o sucesso.
Buscar a inovação é uma característica de quem concorre para ser o melhor.
E as empresas adoram isso.
  • 11. Compreensão e empatia
A compreensão e a empatia são habilidades muito valorizadas nos dias de hoje.
Isso porque as empresas não buscam somente bons profissionais, mas também profissionais mais humanos.
Saber ouvir o outro e colocar-se no lugar dele, seja o colega ou o cliente, é fundamental para a manutenção saudável do ambiente de trabalho.
A empatia contribui, inclusive, para seu crescimento pessoal e profissional.
Ao compreender as dores do outro, você pode entregar além do que esperam de você.
  • 12. Liderança
Muitos acreditam que a habilidade da liderança só é necessária para gestores.
Trata-se de um grande engano.
Saber liderar e gerir pessoas garante destaque entre os demais e é necessário para trabalhar em equipe em várias ocasiões.
A liderança exige inteligência emocional, resiliência, capacidade para delegar e motivar.
É uma competência que pode ser adquirida em cursos específicos ou na prática do dia a dia.
  • 13. Persuasão
A habilidade de persuadir não é simplesmente impor as suas ideias e pontos de vista.
Pelo contrário.
É a capacidade de apresentar sua perspectiva com bons argumentos.
Sabe aquele profissional que, quando traz uma nova ideia, consegue convencer a todos de que é a melhor alternativa?
Essa é uma pessoa com alto poder de persuasão.
  • 14. Capacidade de trabalhar em equipe
A capacidade de trabalhar em equipe pode até parecer óbvia, mas não é.
Muitas pessoas não demonstram essa habilidade na prática.
Não sabem delegar tarefas, não escutam o outro e, quando se comunicam, tentam impor em vez de propor.
Trabalhar em equipe significa entender que somente um trabalho conjunto garante resultados positivos.
Fazer parte de um grupo quer dizer que você ajuda e é ajudado, sem egoísmo.
  • 15. Boa capacidade de comunicação
Quem sabe se comunicar conquista as pessoas no ambiente trabalho, construindo um marketing pessoal interessante.
Mas a importância de saber se expressar bem vai muito além disso.
São as habilidades de comunicação que ajudam a evitar equívocos decorrentes de ruídos no processo de diálogo no dia a dia de uma corporação.
Comunicar-se bem faz com que você se conecte aos demais e também se destaque.
E aqui não estamos falando somente de palavras, mas também da linguagem corporal, que dirá muito sobre você e os outros.
  • 16. Técnicas de negociação
Se acha que não precisa negociar porque não trabalha com vendas, você está enganado.
Em qualquer área, há negociação: para discutir os próximos passos da equipe, para definir metas, para persuadir colegas, para decidir quem ficará com a vaga, etc.
Por isso, mesmo que você não passe por um treinamento específico, vale a pena levar em consideração a importância da capacidade de ponderar as alternativas, agir de forma diplomática e propor soluções win-win, em que todos ganham.
  • 17. Capacidade de aprender rapidamente
Novos sistemas, métodos e organizações surgem a todo momento no mundo corporativo.
Quem tem a capacidade de aprender rapidamente, portanto, tem uma habilidade muito requisitada pelas empresas e já está um passo à frente.
Vale a pena, portanto, sair da zona de conforto e desafiar-se a aprender algo novo todos os dias, por menor que seja.
E no ambiente de trabalho, não tenha medo de ir atrás da inovação e do uso da tecnologia para acelerar sua rotina.
  • 18. Capacidade de improvisação
Com a evolução constante e rápida dos modelos de negócios, a capacidade de improvisação tornou-se uma habilidade muito apreciada.
Como ninguém tem bola de cristal, muitas vezes não é possível antecipar-se aos fatos.
Por isso, identificar possíveis ameaças e agir rápido diante delas é uma aptidão desejada.
A capacidade de improvisação diz respeito a agir diante de imprevistos, utilizando quaisquer que sejam os recursos disponíveis.
  • 19. Foco no cliente
Um profissional preocupado com o cliente irá investir tempo nas necessidades das outras pessoas e buscar meios de satisfazê-las.
Para isso, precisará desenvolver sua comunicação e a habilidade de lidar com diferentes tipos de pessoas.
Lidar com pessoas é uma das tarefas mais difíceis, pois exige empatia.
Então, manter o foco no cliente é entender o que ele busca e procurar solucionar os seus problemas.
  • 20. Ética e confiabilidade
Trabalhar com ética é fundamental.
Muitos locais de trabalho são contaminados por quem age de má fé ou espalha fofocas e discórdia.
Não seja esse profissional.
Seja uma pessoa em quem seus colegas e superiores possam confiar.
Lembre-se de que você pode vestir a camiseta da organização, mas você não é a empresa e, por fim, diante de um equívoco, é a sua reputação profissional que ficará manchada.
  • 21. Criatividade
As empresas desejam colaboradores criativos, que apresentem soluções e ideias inovadoras.
Aquele que consegue trazer ideias criativas vai além do que é esperado e, para completar, ainda ajuda a contagiar a equipe, traçando novos objetivos e metas
Pense diferente.
  • 22. Resiliência
Segundo o dicionário, resiliência é a propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica.
Portanto, a resiliência é a capacidade de se recuperar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças.
Essa é uma habilidade muito desejada pelas empresas no cenário atual.
Afinal, é muito importante o profissional ser capaz de lidar com situações de crise sem se deixar abater, nem afetar a sua produtividade.
  • 23. Comprometimento
Sabe aquele profissional que não está na empresa simplesmente para cumprir horário?
Aquele que se empenha, busca soluções e age com pró-atividade?
No fim das contas, as portas estão sempre abertas para ele.
Afinal, a credibilidade e a imagem da empresa dependem de colaboradores que vestem a camiseta.
  • Conclusão: desenvolva suas habilidades para crescer profissionalmente
Então, gostou de conhecer algumas das habilidades que vão ajudar você a se destacar no próximo processo seletivo?
Com esse conhecimento em mãos, você pode transformar a sua trajetória.
Afinal, é disto que as organizações precisam: pessoas conectadas com o mercado de trabalho, proativas, com uma visão holística, sem receio de mudanças e com muito jogo de cintura.
As habilidades que mencionamos são necessárias para ingressar e se manter no mercado de trabalho e também muito valorizadas por grandes empresas.
Com elas, você estará preparado para atuar em qualquer mercado.
Mas como desenvolver essas habilidades com maestria?
Infelizmente, a educação formal, por si só, não prioriza o desenvolvimento de habilidades profissionais e comportamentais.
E depois da formação, é um desafio constante não ficar acomodado e se contentar em entregar o mínimo esperado.
Mas é totalmente possível.
Fazer um treinamento de coaching, por exemplo, é um excelente caminho.
O coaching é um conjunto de competências e habilidades que podem ser aprendidas e desenvolvidas para que as pessoas possam alcançar objetivos na vida pessoal, profissional ou espiritual.
Com essa metodologia, você reconhece melhor suas habilidades e desenvolve aquelas necessárias para se destacar profissionalmente.
Em todo o processo, o autoconhecimento é uma peça fundamental.
Quando você olhar de fato para dentro de si, será capaz de desenvolver seus talentos e potenciais e valorizar suas aptidões.
Nessa hora, você vai ver: lidar consigo mesmo é o maior desafio.
Mas, se você o fizer, não haverá limites para o sucesso.