sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Peter Drucker – O Futuro

Peter Drucker foi daquelas pessoas que, mesmo quem não é administrador já deve ter ouvido falar, pois é considerado o “pai” da Administração. Reconhecimento que honrou durante todos os seus 95 anos de vida. Mesmo sendo jornalista de profissão e com doutorado em direito público e internacional, sua vida e suas contribuições mais relevantes foram no campo da Administração de empresas.

Um de seus comentários que podem servir de reflexão para todas as pessoas foi sobre o tema “futuro”. Ele disse: “tentar fazer o futuro acontecer é arriscado; mas é uma atividade racional. E é menos arriscado do que continuar a trajetória com a confortável convicção de que nada vai mudar... O propósito da tarefa de construir o futuro não é decidir o que deve ser feito amanhã, mas o que deve ser feito hoje, para que haja um amanhã... Impor ao futuro, que ainda não nasceu, uma nova idéia que tenda a dar uma direção e um formato ao que está por vir. Isso poderia ser chamado de FAZER O FUTURO ACONTECER.” (grifo meu. O melhor de Peter Drucker – A Administração).

O que Drucker tenta passar é que o marasmo e a inércia que assolam a maioria das pessoas em várias situações de suas vidas, sejam no campo pessoal, familiar e/ou profissional devem ser substituídos por uma postura mais pro-ativa, uma atitude mais reflexiva e intervencionista no nosso futuro. Podem-se resumir suas palavras em relação à frase acima como se quiser garantir o seu futuro então o construa. Assiste-se cotidianamente pessoas esperando o “pacote” que o futuro, aqui denominado destino apresenta às mesmas, mesmo percebendo que, na grande maioria das vezes é bem distante do que se sonhou.

É necessário sonhar. Sonhar sempre. Contudo é necessário planejar, ter perseverança, ter disciplina e determinação para ver seus sonhos realizados. O simples processo de desejar não representa dizer que se está garantindo o futuro. Os livros de auto-ajuda, em sua maioria são mestres em frases de efeito que quase sempre passam a falsa idéia de que basta desejar ardentemente uma coisa que a mesma de materializará. O pior de tudo é que muitas pessoas crêem nisso. É necessário muito mais. É necessário ampliar o desejo e o sonho para o campo da ação.

Quantos sonhadores conhecemos e damos méritos, mas que não seriam nada a mais que sonhadores se não se dispusessem a trabalhar arduamente para concretizar seus sonhos?, lembremos-nos de Galileu, Michelangelo, Thomas Edison, Santos Dumont, Gandhi e tantos outros que poderiam ser citados, é uma lista praticamente interminável, incluindo aqui Peter Drucker, um sonhador e realizador no campo da Administração. Um realizador que conseguiu imprimir uma marca incontestável no pensamento político, econômico e social da humanidade.

Muito provavelmente fará falta para a Administração de empresas, principalmente nesse período de transição, com cada vez mais influência, do fenômeno globalização que estamos vivenciando. Todavia, Peter Drucker e suas teorias, dificilmente perderão o ar de modernidade, pois pensamento sempre a frente do seu tempo ainda lhe dará muitos anos de lembranças e servirá de referência para muitas áreas em vários países.

Mesmo tendo partido dessa vida desde 11 de Novembro de 2005, ele estará presente em cada discussão acerca do futuro da Administração. Isto porque Peter Drucker não foi apenas um pensador ou sonhador, mas antes de tudo alguém que pensou no futuro para poder realizá-lo no tempo presente. Ensinamento esse que é sem fronteira, quer seja de profissão, quer seja de cultura ou quer seja de país.

Quer garantir um futuro promissor, então o crie!

por: Luiz Carlos de Assunção Lula Filho - http://cideduc.blogspot.com 

GERENCIE SUA MENTE E VIVA MELHOR

Se ao longo da sua vida você teve   por hábito acumular tarefas inacabadas, juntar papelada inútil em suas gavetas, atulhar sua mesa de trabalho, com projetos que foram abandonados e guarda magoas por problemas de relacionamento interpessoal mal resolvidos, eu diria que você tem sérios problemas relacionados ao acúmulo de lixo mental.
Saiba que os compromissos não concluídos consomem nossa energia mental, a qual poderia ser usada de forma útil e produtiva através da administração correta mente, começando pela faxina mental.
Ao ignorarmos o acúmulo de pequenas pendências acabamos por ter que lidar constantemente com muitos pequenos incêndios que geram crises constantes, que nos sobrecarregam de tarefas a realizar, e que nos transformam em ansiosos crônicos, com preocupação orientada para as incertezas futuras.
Posso dizer que eu também ainda não consegui me livrar totalmente desse mal, já que estamos no final de novembro de 2010, e percebo que acumulei bastante sujeira em minha mente; sendo assim, é chegada a hora de eu por mãos-a-obra  e limpar a minha mente, finalizando, imediatamente, as tarefas pendentes mais urgentes e importantes.
Todo final de ano, costumamos prometer para nós mesmos, que no próximo ano tudo será diferente, que entraremos na academia para modelar nosso corpo, que nossa alimentação será mais saudável, que seremos capazes de manter nosso controle emocional diante de clientes desagradáveis, colegas chatos, subordinados reativos e sem comprometimento, além dos chefes autoritários e prepotentes,  entretanto, entra ano, sai ano,  e as coisas continuam quase do mesmo jeito, percebemos que pouca coisa mudou, e o pior de tudo, é que quando não conseguimos cumprir os acordos que firmamos com nós mesmos, o estresse aparece.
A tudo que resistimos persiste. É importante que tenhamos uma idéia clara acerca de quais sejam as nossas prioridades. O momento é agora! Sejamos, pois, generosos para com o futuro dando o melhor de nos no momento presente, e tudo ficará cada vez mais fácil e  melhor em nossas vidas.
Aos invés de nos preocuparmos apenas em administrar o tempo, é  melhor que comecemos a gerenciar nossa mente, e ocupar nosso precioso tempo nos policiando em relação aos nossos pensamentos, palavras e ações.


As pessoas ficam esgotadas pelos seguintes motivos:
- desperdício de energia, pela falta de iniciativa em fazer as coisas acontecerem através de comportamento proativo;
- pelo excesso de tarefas inconcluidas;
- falta de organização de lembretes de assuntos pendentes;

- por deixarem de fazer um inventario completo em relação à hierarquia de relevância de seus objetivos e compromissos.

Ao me perguntar: Qual a relevância do meu trabalho para os mim e para as pessoas que me são importantes, e  também para a sociedade? O que mais importa para mim? Porque eu estou neste planeta? Qual meu propósito de vida?
Eu começaria respondendo que a produtividade em meu trabalho é algo importante na medida em que consigo produzir mais com menos esforço, para assim, tornar-me um elemento útil  para a sociedade.
Já, a motivação para o trabalho tende a aumentar, na medida em que aquilo que fazemos esteja alinhado com nossos valores e objetivos de vida. Tudo tende a melhorar na medida em que gostamos do que fazemos.
Parece-nos que a “vida de verdade”, esta sempre prestes a começar, e os obstáculos que aparecem a todo instante, cria em nós a ilusão de que as coisas ainda não aconteceram, que a nossa hora ainda não chegou, porque teria algo importante  ainda por acontecer,  por haverem tarefas que ainda não foram finalizadas, ou até por existirem dividas que não foram pagas.
Para que consigamos ter uma visão mais límpida em relação ao nosso desenvolvimento profissional e crescimento como ser humano, precisamos comecar limpando nosso quarto de bagunças, local onde quardamos as coisas que um dia fizeram parte de nossas vidas e de nossos familiares, já que as bagunça no nosso espaço físico tem reflexos em nosso mundo mental.
Precisamos criar estratégias de desenvolvimento, pois, de nada adianta você ter um planejamento estratégico de vida e trabalho magnificos, se você não consegue sequer, limpar a edícula da sua casa ou o depósito da sua empresa.
A administração saudável de sua mente abrirá espaço para a criatividade que é o fator primordial para a quebra de paradigmas paralisantes. Devemos  usar nossa inteligência emocional para conseguirmos manter relações humanas harmoniosas e salutares, para termos mais tempo livre com nossa família e amigos,  enfim, para podermos ter melhor qualidade de vida, com menos  ansiedade e estresse.
Nelson Tanuma - É palestrante, professor e escritor
http://www.guialog.com.br/artigo/Y696.htm

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Eu sempre fiz assim!!!

Vícios: Atire A Primeira Pedra Quem Não Os Tem...
Senso de oportunismo : Junte As Pedras E Construa Uma Casa ...
As pequenas e médias empresas brasileiras vêm sofrendo o que podemos chamar de verdadeiro “terremoto” em seus princípios e conceitos de gerir seus processos organizacionais na busca de maior ganho de competitividade. A obrigatoriedade de adesão às novas exigências da realidade empresarial colocam em xeque-mate os vícios administrativos que foram passados de pai para filho, mas como mudar após 20, 30 ou 40 anos de práticas administrativas arcaicas e comprovadamente inadequadas ao hoje?
Deixar o antigo decadente e se lançar ao novo desconhecido é um passo importante, definitivo e incerto, afinal a mudança traz em seu cerne a dúvida, o medo. Mas ignorar o fato da necessidade de mudanças, com certeza é mais perigoso e se assemelha com um atestado prematuro de óbito..... empresarial.

Analise os tópicos abaixo e procure identificar se isto acontece dentro de sua empresa :

- Inexistência total ou parcial de treinamento ou processos de melhoria dos colaboradores;
- Cetralização do poder na figura do chefe, dono ou gerente;
- Processos absolutamente informais nas tomadas de decisão;
- Política feudal;
- Perspectiva de ascensão de cargos inexistentes;
- Informática utilizada apenas para o “básico” ( isso quando existe);
- Idéias enraizadas em métodos que deram certo no passado;
- Falta de um planejamento estratégico de médio e longo prazo;
- Canal ineficiente e ineficaz de comunicação dentro e fora da empresa;
- Política de Recursos Humanos falha ou inexistente;
- Ausência de investimentos em Mídia de forma constante;
- Postura de bombeiros ou quebra conserta;
- Exclusão dos colaboradores no processo de tomada de decisão;
- Ausência de canal de sugestões para melhorias;
- Premiações e penalidades “humanas”;
- Indecisão;
- Ações baseadas no “achismo”;
- Considerar a máquina mais importante do que o homem, entre diversos outros.

Estes fatores (entre outros) denunciam que a competitividade da empresa não “anda bem das pernas”, e ninguém quer ser micro, pequeno ou médio para sempre, e mais ainda, ninguém pensa em falir, portanto mudar ainda é o melhor caminho.
É preciso estar ciente de que o mercado esta exigindo e cada vez exigirá mais profissionais que tenham a capacidade de repensar a cada dia sua postura, os caminhos a serem seguidos pelas empresas e acima de tudo terem a capacidade de visualizar ameaças a serem contornadas, aliviadas ou eliminadas e oportunidades a serem aproveitadas no presente e no futuro.
Mudar é preciso, mas cuidado, posturas como incendiário-revolucionário ou rebelde sem causa tem poucas chances de sucesso, é preciso revolucionar mas de forma planejada e consciente para evitar o máximo de percalços possível.
As oportunidades existem para quem é ágil no reconhecimento de quais providencias devam ser tomadas para gerar vantagem competitiva, então mãos a obra, afinal as palavras de ordem atualmente são...competência e inteligência.
Caso você ache que isto é bobagem, a concorrência agradece.

Fábio Luciano Violin - Mestre em Estratégias e Organizações - UFPR -

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL


GLÓRIA KALIL

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é ser discreto.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.
É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo...falsidade.
Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.
Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!
Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

GLÓRIA KALLIL

Workaholic, o herói que virou vilão

O workaholic é visto como um profissional moralmente manco, que penaliza os demais pela sua própria falta de planejamento. Ser muito compulsivo com o trabalho pode ser ruim no mundo corporativo
São Paulo - O talentoso jovem profissional brasileiro, recém chegado aos Estados Unidos, cheio de gás, ralou sem trégua dias seguidos no novo trabalho.
Queria impressionar a direção: todos os dias ele entrou mais cedo e saiu mais tarde, com almoço de 20 minutos, fim de semana nem pensar. Estava crente de que abafava, mas levou um tremendo susto. Chamado pela gerência para uma conversa séria, ouviu a advertência: ou diminuía aquele ritmo alucinado ou seria demitido. A sua atuação frenética não interessava, provocava estresse nele próprio e em todos à volta. Pior: dedicar tantas horas ao trabalho para fazer algo que os demais colegas resolviam dentro do expediente, era sintoma de baixa produtividade ou incompetência.
Parte de um grupo cada dia menor – dos que transformam a atividade profissional em principal e única meta da vida –, o compatriota fogoso não soube interpretar os sinais dos novos tempos. Se observasse melhor, notaria que foi-se a moda em que o adepto compulsivo do trabalho, também conhecido como workaholic, foi valorizado pelo mercado. Hoje pária banido à vala comum dos viciados, seus integrantes perfilam ao lado dos alcoólatras, drogados e de uma nova classe em ascensão, os fumantes, na categoria “indesejável social”. O workaholic é visto como um profissional moralmente manco, que penaliza os demais pela sua própria falta de planejamento, má gestão do tempo, incapacidade de trabalhar em equipe e, quem sabe, distúrbios psicológicos.
Pessoas que fazem do trabalho a razão de ser na vida não são propriamente uma novidade. Esse comportamento bizarro ganhou destaque há uns vinte anos, a partir do incêndio que a globalização provocou sobre a economia, usando como combustível a comunicação instantânea da internet. A propagação da nova ordem aguçou a competitividade entre nações e empresas. No roldão, holofotes da fama glamurizaram o profissional dedicado ao extremo – geralmente gente com necessidade imperiosa de demostrar valor para si própria e para os outros.
O que ninguém esperava era que, como um bônus não solicitado, junto surgisse um subproduto: vaidade e ganância. Com o pretexto de trabalhar para sobreviver, a praga transmissível do workaholismo passou a afetar colegas, amigos e familiares. Contabilizados ganhos e perdas, pesaram bem mais as segundas. Assim, de herói, o workaholic virou vilão.
Mas é preciso cuidado nessa rotulagem. Nem sempre é fácil distinguir um trabalhador legitimamente dedicado ao que faz de um workaholic. Um médico que se entrega de corpo e alma durante 70 horas por semana à saúde de seus pacientes pode ser menos viciado em trabalho que um contador que se dedica 40 horas aos livros de caixa. Nesse caso, o que define o viciado é o tipo de vida que leva fora do trabalho.
Assim, o médico laborioso ao extremo pode ter uma equilibrada vida social e familiar, enquanto o contador pode ser do tipo que não quer nem voltar para casa. O workaholic sobe uma escada que o conduz à compulsão. O que o diferencia dos demais trabalhadores é a capacidade de se apaixonar pelo processo em si, o que inclui um desempenho interminável e neurótico em seu fazer. É tão absurdo quanto o turista que deixa de prestar atenção ao roteiro da viagem para se ater apenas ao movimento do veículo que o transporta. Fazendo a transição para o mundo corporativo: conhece alguém apaixonado pelo Blackberry ou iPad, 24 X 7? Ok, você já entendeu.
Com o workaholic, cada vez mais identificado como um babaca funcional, não deu outra: brotaram especialistas de todos os tipos que oferecem suas panaceias para tirar o coitado dessa fria. Nesse arco-íris de curandeiros, há gurus que fazem palestras sobre qualidade de vida, outros que preconizam o uso inteligente do tempo e até uma organização que ajuda workahólatras anônimos. Difícil separar os sérios dos picaretas.
Um norte-americano, Howard Stone, anuncia-se na internet como “personal transition coach” – algo como um personal trainer de workaholic. Ele promete a cura por meio de doses diárias de acompanhamento, sem provocar efeitos colaterais, como a perda total do apetite pelo trabalho. Há alguém aí interessado?
Você trabalha demais?
Não precisa ser guru. Basta bom senso e pesquisa para montar um checklist básico que define o perfil do viciado em trabalho:
- Você estimula conversas sobre trabalho permanentemente?
- Discute sempre desempenhos de colegas e do empregador?
- Seu sono é constantemente interrompido por questões de trabalho?
- Costuma ir ao trabalho ou verificar email fora do expediente?
- Trabalha mais de cinco dias por semana, 8 horas por dia?
- Trabalha durante o almoço?
- Sempre que tira férias, leva trabalho na bagagem ou fica conectado?
- Costuma cancelar viagens de lazer por excesso de trabalho?
- Toda vez que vai para casa, dá boa noite ao último colega do escritório, funcionário da limpeza noturna ou vigia do prédio?
- Ao escovar os dentes, você faz a lista das atividades profissionais do dia?
Resposta: responder sim a todas as perguntas não significa necessariamente que você seja um workaholic — mas sem dúvida um trainee aplicado. O que determina a seriedade do problema é a frequência com que isso ocorre em sua vida.

Fonte: Portal Exame - www.cmconsultoria.com.br às

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Estamos com fome de amor...(JORNAL O DIA! Arnaldo Jabor)

O que temos visto por ai ???
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.
Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???
Chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
E não é só sexo não!
Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama .... sexo de academia .. . Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos,
sem se preocuparem com as posições cabalisticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...
Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...
Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...
Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?
Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.

Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...
Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!

Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

Colaboração: Magna Rafaella Ribeiro

Cresça e apareça” com o blog

Você possui uma empresa e precisa criar novas maneiras de alavancar as vendas e se fazer percebido no mercado. Isso não é nenhuma novidade no mundo competitivo e em constante transformação em que estamos vivendo.
A cada dia descobrimos novas maneiras de nos comunicar, propostas inovadoras que deram certo e pensamos: o que é melhor para minha empresa? Qual a melhor forma de me destacar diante desse mercado em plena mudança?
Mas não é tão difícil explicar por que algumas empresas crescem e aparecem mais que outras. O que acontece é que as companhias de sucesso apostam na modernidade e na comunicação de marketing estratégico. Sabe aquela velha história de estar no lugar certo, na hora certa? Pois é, com investimentos em informação, as empresas conseguem estar sempre atualizadas e assim, conseguem acompanhar essa “metamorfose ambulante” dos dias atuais.
Sim, existem milhares de maneira de você fazer isso. A internet trouxe um leque interminável de opções para as empresas que buscam o diferencial em marketing e, posso dizer com toda certeza, que o blog é uma aposta válida e que pode trazer resultados expressivos para seu negócio.
Com a evolução do mundo da web, o blog se transformou em uma fonte inesgotável de renda, permitindo atingir ótimos resultados em sua campanha de marketing. Isso porque ela coloca a informação em primeiro lugar, necessita de baixo investimento e com a vantagem de fazer isso de uma maneira informal, sem parecer “intocável”. Além disso, ele ainda é a melhor forma de se destacar em resultados de ferramentas de busca, isso aumenta a visibilidade da empresa e o número de pessoas que acessam suas informações.
Outro ponto a destacar é a proximidade. Os blogs oferecem a liberdade dos stakeholders se envolverem com a empresa, criando um ambiente de troca de opiniões, colaboração e inteligência. Isso porque as pessoas gostam de ser ouvidas e de sentir que sua opinião tem relevância, por isso ouvi-las é essencial para uma empresa que quer aproveitar as informações do blog para sua área estratégica.
Muitas empresas de sucesso encontraram no blog o meio mais simples e mais estruturado para lançar produtos, serviços, divulgar grandes conquistas, realizar jogos de entretenimento ou promoções de itens.
Pelos argumentos descritos, fica clara a importância do blog corporativo. Não só para a eficiência da comunicação da empresa com seus clientes, como também para o fortalecimento do negócio da organização. Feita da maneira correta, com a otimização de recursos que envolvem aspectos internos e externos da página, o blog acaba se tornando um aliado estratégico para sua empresa.
  
http://www.hsm.com.br/blog/

O paradoxo da inovação

“Quanto mais inovamos mais difícil se tornam as próximas inovações e a manutenção de uma estratégia competitiva baseada na inovação”.
O enorme crescimento da competição fruto da globalização e do salto tecnológico e, uma maior maturidade do capitalismo criou nas empresas um comportamento obsessivo que requer atenção.
Hoje, os maiores interessados em tornar nossos produtos obsoletos somos nós mesmos; e devemos fazer isto antes que a concorrência o faça. Com o avanço da tecnologia ficou cada vez mais fácil fazer benchmarking e engenharia reversa, possibilitando a oferta de produtos tecnicamente parecidos, a preços semelhantes no mercado.
Frente a esta realidade, torna-se indispensável a criação contínua de novos diferenciais competitivos. Redescobrindo o poder da sedução dos consumidores pelo novo, as empresas se lançaram em uma busca nem sempre refletida de inovações.
Ainda que a inovação seja uma premissa atual, ela tende a ser, por outro lado, cada vez mais difícil e onerosa de manter-se ao longo do tempo. E é exatamente nisto que consiste o paradoxo da inovação:
“Quanto mais inovamos mais difícil se tornam as próximas inovações e, portanto, a manutenção de uma estratégia competitiva baseada na inovação”.
A implantação de cada inovação tende a custar mais que a anterior porque para inovar são necessários novos aportes financeiros para pesquisa, desenvolvimento, planejamento, produção, marketing e comercialização. Eis o risco de cada inovação; se o mercado assimilar como valor este “novo” que estamos ofertando, todo nosso dispêndio terá sido investimento. Se não responder desta maneira, nosso dispêndio transforma-se imediatamente em custo!
Todo produto possui um ponto “ótimo”, a partir do qual as novas modificações (inovações) começam a agregar um valor percebido cada vez menor. Partindo da clássica visão de marketing onde quem compra uma furadeira não precisa dela e sim dos furos, vemos que enquanto algumas empresas estão insistindo em inovar furadeiras (inovação redundante), outras podem investir em um novo paradigma para obter furos (inovação consistente).
A inovação ingenuamente conduzida pode estar na contramão de outra característica da competitividade atual: a redução de custos. Como lidar com estas ambigüidades?
O primeiro desafio é justamente vencer o comportamento obsessivo de fazer as coisas compulsiva e repetidamente sem a devida reflexão sobre suas repercussões no curto, médio e longo prazo. Ao adotar tal comportamento, as empresas se esquecem de perguntar qual é realmente a melhor estratégia para chegar ao resultado esperado.
Considerar apenas os aspectos positivos da estratégia centrada na inovação é equivalente a idealizar ingenuamente a diferenciação como o remédio para todos os males.
 A inovação não traz apenas benefícios, assim como o aumento do crédito e das exportações também não; é difícil encontrarmos no mundo algo que traga somente benefícios!
É fundamental observarmos a inovação dentro do contexto geral do negócio e não isoladamente; o vício de isolar uma só variável é a causa de muitas lacunas nas estratégias empresariais.
Esta não é apenas a era da inovação, mas também a da inclusão, da redução de custos, das margens estreitas, da concorrência globalizada, da análise do risco, da busca de clusters, da inteligência competitiva, etc.
Cada uma destas variáveis altera as repercussões de cada inovação que introduzimos no mercado e seus efeitos sobre o nosso negócio.
Ainda que teoricamente as possibilidades de inovar sejam ilimitadas, há um momento em cada mercado onde uma inovação adicional não compensa os esforços necessários para introduzi-la.
Veja este exemplo envolvendo a IBM, Apple e Intel. A Apple sempre foi reconhecida por seu foco em inovação e performance. Como a Apple hoje representa uma parcela pequena dentro dos negócios da IBM, tornou-se desinteressante para a IBM continuar investindo nas inovações solicitadas pela Apple na fabricação de processadores.
Para a Apple fazia-se necessária uma redução no custo de produção dos chips para ofertar seus computadores a preços competitivos no mercado, aumentando sua base de clientes. Como a Intel disponibiliza chips de excelente qualidade a preços muito competitivos, estamos diante de uma grande mudança de paradigmas na fabricação do Macintosh, que a partir de 2006 deverá contar com chips da Intel.
Por que a IBM optou por não continuar investindo nas inovações solicitadas pela Apple?
A IBM, possuindo outras oportunidades de mercado muito mais lucrativas e com maior participação no seu negócio, percebeu que obteria melhores resultados abrindo mão de inovar esta linha de chips demandada pela Apple e focando seus esforços nos negócios que realmente lhe são mais lucrativos. Como vemos, não insistir na inovação de determinados produtos pode ser uma estratégia alternativa.
Outro grande perigo da inovação compulsiva é o aumento do estresse da decisão de compra.
Há no mercado infinitas variações para um mesmo produto. Diante de, por exemplo, oitenta opções de creme dental, um consumidor sente uma ansiedade de decisão (decidir custa tempo) e, por mais que seja um experimentador nato, ele tende a buscar diminuir o estresse elegendo uma marca/opção e, uma vez obtendo satisfação, acaba fidelizando sua escolha. No longo prazo este fenômeno faz com que o perfil dos experimentadores torne-se gradativamente mais conservador.

Assim, quanto maior o volume de inovações em um curto espaço de tempo, mais difícil ficará a partir de um determinado momento que os consumidores queiram tão intensamente o novo em função do estresse de decisão de compra e de uma racionalidade de compra crescente. Cada inovação a partir daí tem que ser muito significativa e para conseguir-las teremos que investir corretamente em P&D.
 Peter Drucker, disse com sua sabedoria de sempre:
 “A inovação depende, ao mesmo tempo, de concepção e percepção. A inovação produtiva e sistemática começa com a análise das oportunidades”.
 Precisamos analisar se estamos ampliando ou diminuindo as oportunidades futuras introduzindo inovações de pequena relevância, que possuem ciclo de vida cada vez mais curtos, e custam cada vez mais caro. Isso pode funcionar no curto prazo, mas impossibilitar estratégias de médio e longo prazo.
Estratégias não são como o vinho, ao contrário, são como as uvas e possuem sua época própria. Consumi-las fora de época e sem refletir sobre o futuro é ingenuidade e falta de planejamento. Nosso foco é obter resultados crescentes para o negócio e não apenas a diferenciação dos produtos e serviços. O futuro do negócio, para algumas empresas, pode significar abandonar absolutamente estes produtos e serviços e até migrar para outros mercados transformando a própria natureza do negócio. No capitalismo, o capital migra sempre para onde estão as maiores oportunidades de lucratividade.
A grande questão não é inovar, mas sim quando e como inovar e, quando buscar outra estratégia. A busca obsessiva e irrefletida pela inovação pode significar miopia estratégica.
O foco da inovação excessivamente centrada no produto não condiz com a era pós-industrial. Enquanto insistem em inovar seus produtos, muitas empresas não percebem que seria melhor inovar seu marketing, seu estilo de gestão, sua imagem institucional e demais estratégias frente ao mercado.
Nosso foco deve ser resultado e para obtê-lo devemos considerar que o custo dos erros de um projeto hoje em dia comparado com o de dez anos atrás é exponencialmente maior. Errar tornou-se infinitamente mais caro e inadmissível. Portanto a decisão de inovar deve ser amplamente refletida e não apenas um impulso frente à tendência atual.
Encontre, especificamente para a sua empresa e o seu negócio quais são as melhores estratégias. Inovação é apenas uma delas!

Por Carlos Hilsdorf (economista, pós-graduado em marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante .