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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

FALÊNCIA MOTIVACIONAL


Divido com vocês um texto que desconheço a autoria, contudo nos remete a uma importante reflexão:

FALÊNCIA MOTIVACIONAL

O presidente mundial da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, o homem que tirou a Nissan da falência e é considerado o Henry Ford do século 21 diz o seguinte:



‘”A única coisa que faz a diferença é a motivação. Se você perder a motivação, aos poucos você perde tudo’”.


O próprio pensamento de Henry Ford nos traz à tona a importância do caminho que escolhemos com foco em motivação e atitude quando disse:


“Se você pensa que pode ou pensa que não pode, de qualquer

forma você estará certo”.


Uma empresa nunca quebra hoje. Quebra cinco anos antes.


Não é falência financeira, é falência motivacional.
Vivemos num mundo onde o futuro não é uma repetição do passado. Lamentavelmente, algumas pessoas ainda continuam com a cabeça no século 19 e o corpo no século 21.


As certezas de hoje se tornarão os absurdos de amanhã.
Os motivados enxergam oportunidades nas dificuldades… Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades!


Os positivos fazem… Os negativos reclamam.


Motivação não é cesta básica, não é festa de final de ano…


Motivação é coisa séria, é ciência.

E quanto mais competitividade, quanto mais feroz uma economia, mais ousadas serão as ações de marketing e mais importância ganha a motivação humana.

Desde que o mundo é mundo passamos por duas situações, ou seja: o bem e o mal.



A escolha entre ser otimista ou pessimista é de cada ser humano e construirá toda uma estrada em que ele irá trilhar.

82% das maiores empresas do mundo vieram do ‘”absolutamente nada’”, vieram da garra de seus fundadores, do compromisso dessas equipes de trabalho que acreditaram no seu talento, no seu modelo de ação e construíram a sua grande diferença em relação aos outros no mercado.


Apenas 18% foram heranças de uma geração para outra.

Lembro-me da história do burro que movimenta o carro enquanto seu dono fica balançando uma cenoura à frente do seu nariz.


O dono do burro pode estar indo aonde deseja ir, mas o burro está correndo atrás de uma ilusão. Amanhã só haverá outra cenoura para o burro.

O que faz a diferença entre ricos e pobres no mundo é a maneira de se pensar e o plano de ação após idéias que podem ser maravilhosas desde que colocadas em prática… Caso contrário elas irão se juntar no cemitério de milhões de idéias que “iriam” revolucionar o mundo.


Iriam, porque não saíram do papel ou sequer do pensamento.


A questão é: 

  • O que você está fazendo com suas idéias? 
  • O que faz com os seus pensamentos? 
  • Como anda o planejamento de sua vida e de seu trabalho?

Você que administra, é sócio ou como alguns gostam, dono do seu escritório de advocacia, como vê a motivação?
Você treina sua equipe?


Vocẽ investe em atividades que possam fazer a diferença, como ginástica laboral, quick massage, ergonomia ou ainda máquinas adequadas as funções, licenciadas, entre outras possibilidades?


Não???


Ah! O problema é investimento… Entendo…


Vamos tocar neste assunto com verdade: Sem cortar a própria carne não há como resolver nada nesta vida. Os positivos fazem, lembra?
Em bom português: É melhor um pró-labore menor durante alguns meses do que falta de investimento que pode proporcionar queda de faturamento real e um pró-labore muito menor sempre!


Faça acontecer a mudança no seu escritório.

Como consultor de bancas jurídicas vejo todos os dias escritórios criando espaços no mercado, inovando em atendimento ao seu público alvo e público interno, investindo em alianças estratégicas, ou seja, crescendo.


A crise passou, vamos olhar para frente, investir no presente e colher no futuro.

Não venha me dizer que sou otimista. Sou realista. Não estou divagando futuro do mercado. Estou dizendo o que está acontecendo hoje nos meus clientes…


Reflita sobre estes temas e seja o verbo transformador das atitudes no seu escritório.

Então parafraseio: Não afunde seu escritório, consulte um consultor!


Por: Gustavo Rocha - http://www.administradores.com.br

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