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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Geração Y Força Renovação na Gestão de Pessoas

Com nascimento entre 1980 e 1990, a geração Y chega ao mercado de trabalho e com ambições diferentes das de seus pais e avós.
Eles almejam trabalhar em empresas que compartilhem de seus valores e crenças, conforme aponta pesquisa da consultoria Deloitte.
Para atender esta nova força profissional, os Recursos Humanos, que antes era mais uma área burocrática, agora se reinventa para reter os talentos.
“O antigo ‘departamento pessoal’ era um cartório”, diz João Baptista Brandão, professor de liderança e gestão de pessoas da FGV (Fundação Getulio Vargas) em entrevista à Folha de S. Paulo. “A nova geração é questionadora, e isso passou a ser aceito. Hoje, o RH desenha o ambiente da empresa”, afirma.
O maior desafio é manter esse jovem interessado, por isso, vale desenvolver os mais criativos ambientes de trabalho, até métricas de performance que permitam uma ascensão rápida.
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Editoria de Arte/Folhapress
Exemplo disso é a multinacional do setor de bebidas Diageo. Em dias de apresentar resultados, oferece drinks do portfólio da casa em um bar que fica dentro da empresa.
“Porém, o bar está inserido num ambiente de trabalho e só opera em ocasiões especiais”, afirma o diretor de RH João Senise.
Já a norte-americana Staples, que vende materiais de escritório e papelaria, oferece doces nos encontros com o diretor de RH, Alexandre Fleury.
Segundo Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP (Associação Brasileira de Recursos Humanos), só salário não motiva mais a equipe. “Uma empresa se torna desejada por ter políticas que indicam ser possível realizar alguns sonhos ali”, explica.
Outras empresas foram além nessa reformulação.
A Just Digital, companhia de tecnologia, acabou com seu RH e cada área é responsável por sua gestão e contratação. “Os líderes vão nascendo de forma orgânica. Eles se organizam e sempre há um que se destaca”, diz o CEO Rafael Cichini.
“Isso estimula uma maior autonomia do funcionário. Para mim foi muito positivo”, diz o colaborador Daniel Santos.
Já no Grupo Votorantim, eles mantém no radar seus ex-trainees. “Fiquei muito honrado por ser cotado pela empresa após dois anos longe”, conta André Carloni, hoje gerente da área de gestão imobiliária.
Tudo isso é lindo, concorda Brandão, da FGV, mas ressalta que o mais importante de tudo é escutar os pedidos dos funcionários. “Não ter tempo para falar com a equipe é um tiro no pé”, avisa.
Para Andrea Clemente, da Whirlpool, a questão são os gêneros e a diversidade no mercado. “É preciso preparar os líderes para entender como essa representatividade pode contribuir com a empresa”, diz.
Copiado: http://inquietaria.99jobs.com/

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