terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Processo Seletivo Inclusivo – Desconstruindo vieses nos RHs das Empresas


O Linkedin é uma rede social corporativa onde são publicadas milhões de vagas de empregos por todo o mundo. 

E para cada vaga existe uma lista de exigências que são determinantes na hora de filtrar os milhares de currículos, que vão fazer parte da pré seleção para as entrevistas. 

É nessa fase que entra (ou deveria entrar) o processo seletivo inclusivo. 

Porém, como isso de fato acontece?

Durante essa etapa de triagem, alguns profissionais de RH não consideram o fato de que por trás de cada currículo existem candidatos e candidatas que não tiveram acesso às mesmas oportunidades, cursos e universidades. 


Uma diversidade de talentos que muitas vezes fica de fora, por não preencher requisitos que, além de não serem essenciais, não avaliam as competências que realmente importam.


Empresas têm sido questionadas a respeito da forma como divulgam suas oportunidades de trabalho e atuam nos processos de seleção, ao enumerar requisitos que acabam excluindo potenciais candidatos.


Em resumo, sobram exigências nas qualificações mas falta diversidade e inclusão nestes processos.


 “Lamento, mas você não tem o perfil para a vaga”

 E agora? 

Receber esse feedback após várias etapas não é nada fácil e tampouco agradável. 

A ideia de uma pessoa não ser adequada para determinada vaga, diz muito sobre como a diversidade e inclusão nas empresas deve fazer parte do mapeamento para a criação do perfil de uma vaga. 

Gestores e profissionais de RH precisam conversar muito para que essa construção do perfil reflita uma prática que já aconteça no ambiente de trabalho. 


Ou seja, se a organização não tiver como prioridade dentro da sua cultura organizacional, criar um ambiente seguro e colaborativo onde transitem funcionários com diferentes perfis, gêneros, raças, classe social e orientação sexual, por exemplo, ela não será capaz de avaliar de forma efetiva e com equidade o perfil de um candidato ou candidata.


Existem muitas bolhas no mercado de trabalho que tendem a segregar profissionais por conta do acesso que alguns têm e outros não, a educação de qualidade, origem social cercada de privilégios, poder aquisitivo etc. 


E são essas bolhas que alimentam os vieses inconscientes, que norteiam as decisões do RH na hora de decidir quem passa ou não para a próxima fase. 


Obviamente que não são todos que agem assim, mas o viés de alguma forma está sempre ali.


Como os processos seletivos podem ser mais inclusivos?

Derrubar o vilão do viés inconsciente é de extrema importância para garantir processos seletivos mais inclusivos. 


Como fazer com que isso aconteça? 


Trouxemos alguns exemplos possíveis de serem aplicados de dentro para fora das organizações::

 §  ter uma política de preservação da diversidade dentro da empresa já é um sinal de quais são os valores que uma marca prioriza;

§  ter mulheres, pessoas negras, indígenas, pessoas com deficiência e LGBTQIA+ ocupando posições gerenciais e de liderança conversa muito sobre a pluralidade que circula entre os cargos mais altos e estratégicos;

§  ter uma consultoria de contratação diversificada que auxilia gestores e RH na atração de talentos; 

§  oferecer programas de desenvolvimento profissional, como ensino de idiomas e cursos específicos na área de TI, por exemplo. 

Não ser fluente em uma língua ou não dominar um determinado sistema, jamais devem sobrepor as competências que realmente importam – soft skills – que são as habilidades subjetivas e das vivências de um profissional.

 Recursos Humanos cada vez mais humanizados

A diversidade deve ser o principal critério de avaliação para derrubar as desigualdades sociais e abrir um espaço inclusivo, transparente e justo, onde prevaleçam as escolhas por diferentes formações profissionais, experiências, cultura , identidade, raça, gênero, orientação sexual ou quaisquer limitações. 


O profissional ideal não possui um perfil já pronto, estático e padrão. 


É justamente por trás das diferenças que existem as trocas de experiências, de ideias, a criatividade, fatores que irão refletir diretamente no alcance dos melhores resultados da empresa, na inovação e, o mais importante, na construção de uma cultura corporativa que prioriza um ambiente de trabalho saudável, seguro e produtivo.


A dica de ouro é saber valorizar e respeitar o ser humano que existe além do profissional. 


Este é o primeiro passo para se desconstruir (pré)conceitos e garantir um processo seletivo inclusivo de sucesso!

 Copiado: https://simaigualdaderacial.com.br/

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

QUANDO VOCÊ MORRER, NÃO SE PREOCUPE


 Não se preocupe com o seu corpo porque os seus parentes, cuidarão do que for necessário.

Eles:
  • Vão tirar suas roupas.
  • Vão te lavar.
  • Vão te vestir.
  • Vão te tirar da sua casa.
  • Vão te levar para a sua nova morada...
Muitos virão se "despedir" de você no seu funeral. Alguns cancelarão seus compromissos e até faltarão ao trabalho e compromissos por causa do seu enterro.
Embora a maioria deles nunca o tenha feito enquanto estavas em vida.

Seus pertences, até aqueles, que você não gostava nem de emprestar, serão queimados, jogados fora sem a menor cerimônia. Alguns de um pouco mais valor, alguém até irá ficar com eles ou talvez doá-los.
  • Suas chaves
  • Seus livros
  • Seus CDS
  • Suas malas
  • Seus sapatos
  • Suas roupas...
Se sua família for inteligente e solidária os doarão em caridade para que possam obter para alguém algum benefício.
E tenha certeza:
  • O Mundo não vai parar para chorar por ti.
  • A economia vai continuar.
Em seu trabalho, serás substituido, outra pessoa com as mesmas capacidades, ou melhores, assumirá seu lugar.
Seus " Bens" irão para seus herdeiros.

Considerando que você continuará a ser: Citado, julgado, questionado... sobre todas as pequenas e grandes ações em vida.

Haverá 3 tipos de "LUTO" sobre ti:
  • As pessoas que te conheciam apenas pelo valor da face, dirão : Pobre Homem...
  • Seus amigos vão chorar por dias, ou no máximo horas, mas depois retornarão ao riso.
  • Aqueles "amigos" que te encorajavam a pecar vão esquecer de ti mais rápido.
Seus animais serão doados, se apegarão ao novo dono, e aos poucos sua lembrança será apagada.

Suas fotos:
  • "Por algum tempo" ficarão penduradas numa parede, ou sobre algum móvel.
  • Mas logo serão guardadas, esquecidas, em caixas, ou no fundo de uma gaveta.
Seu sofá, mesa, ou cadeira preferidos, certamente serão doadas. Ou... Queimadas.

A dor "profunda" na sua casa durará uma semana, duas,um mês, dois...
E depois disso sua família vai te adicionar apenas às memórias deles.

E então, sua história aqui, terminou...

Terminou para este mundo...

Terminou para este mundo, entre as pessoas.
Mas a sua história com a sua nova realidade, começa.
E essa realidade, é a vida (após a morte.)

E estas coisas ficarão para trás:
  • Corpo
  • Beleza
  • Aparência
  • Sobrenome
  • Conforto
  • Crédito
  • Status
  • Posição
  • Conta bancária
  • Casa
  • Carro
  • Profissão
  • Carreira
  • Títulos
  • Diplomas
  • Medalhas
  • Troféus
  • Amigos
  • Lugares
  • Cônjuge
  • Família...
E lá, do outro lado, nenhuma destas coisas lhe fará falta ou terá valor algum, de nada, lhe servirá
.

Por isto Cuide:
  • Do seu Espírito.
  • Da sua vida com Deus.
  • Da sua alma.
  • É ela, que sofre e sente dores.
  • Faça o bem.
  • Perdoe.
  • Seja justo.
  • Busque-o.
  • Siga-o.
  • Ore, fale com Deus
  • Aprenda sobre Deus
  • Pratique o que Deus, ensinou.
  • E afaste-se de qualquer ato que desagrade a Deus.
E tudo aqui ficará...

COPIADO DE UM TEXTO MAÇONICO, QUANDO VOCÊ MORRER, NÃO SE PREOCUPE - https://www.linkedin.com/in/gerardi-ademir-

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Privacidade na Internet: Saiba Proteger Seus Dados


privacidade na internet é o nível de privacidade e proteção individual que uma pessoa  tem enquanto está conectada à internet. Para ter privacidade na internet, é preciso uma certa quantidade de segurança disponível para o usuário e seus dados financeiros, pessoais e de comunicação. 

Internet avança na América Latina, mas desigualdade permanece

É comum que usuários tentem aumentar sua privacidade na internet por meio do uso  de softwares de antivírus, senhas fortes, localização desligada, leitura da segurança do site e configurações de privacidade mais rígidas. Os problemas envolvidos na falta de privacidade na internet vão desde o phishing — enganar pessoas para conseguir dados pessoais — até roubo de identidade. 

Por que a privacidade na internet é importante? 

Na internet, os dados têm alto valor. A necessidade da privacidade na internet vai além do que um indivíduo faz on-line. Na verdade, a questão da privacidade está ligada aos dados pessoais que um indivíduo fornece on-line. Sem cuidado, ou privacidade na internet, dados podem ser roubados, vendidos, coletados e analisados por terceiros. 

Para entender melhor, é preciso separar os dados em duas categorias:

Quem você é: sua informação pessoal, que consiste no seu nome, seu aniversário, seus dados de identificação, seu número ou suas informações de trabalho;

O que você faz: as pesquisas realizadas, os sites que são visitados, os artigos lidos e o que é comprando on-line. 

Com o desenvolvimento da tecnologia, as pessoas passaram a exercer mais funções on-line. Isso mostra como a privacidade na internet se tornou ainda mais importante para a sociedade. Afinal, quando um indivíduo usa um aplicativo, site ou rede social em seu celular ou em seu computador, essas plataformas estarão coletando seus dados. 

Quando alguém faz buscas simples na internet, desde o resultado de um exame até um objeto que está tentando comprar, ele deixa um rastro de dados digitais. Mesmo que essas ações não revelem informações pessoais de identificação, elas ainda serão usadas por empresas para uma análise de suas preferências. 

É possível notar a falta de privacidade na internet quando se pesquisa uma blusa para comprar. Depois dessa busca, o indivíduo vai notar que todos os anúncios em seu celular, ou outros dispositivos, vão remeter àquela peça de roupa – mesmo que seja apenas com uma roupa parecida. 

O que pode ser feito com seus dados? 

Existem empresas, chamadas de data brokers, que trabalham com a coleta de dados de milhões de pessoas ao redor do mundo. Essas informações são analisadas, armazenadas e vendidas sem o consentimento do usuário, infringindo sua privacidade na internet.

As data brokers coletam e vendem dados para outras empresas. Os motivos são os mais diversos: publicidade, avaliação do risco de crédito e marketing direto. No entanto, a venda de dados pessoais, como números bancários ou de identificação,  não é comum entre esse mercado.

Qual a necessidade de aprender sobre privacidade na internet?

Um estudo da University of Canberra, na Austrália, revelou que existe uma desigualdade etária em relação à privacidade na internet. A pesquisa mostrou que o público jovem (de 15 a 32 anos) é mais preocupado com sua privacidade na internet do que o público mais velho (de 33 anos até pessoas idosas). 

A população mais jovem teve maior contato com as tecnologias, e por isso, tem conhecimento sobre a importância da privacidade na internet. O contrário do que acontece com pessoas mais velhas, que comumente não têm tanto contato sobre essas informações de segurança digital. 

De acordo com os dados do estudo, é possível notar que indivíduos de idade avançada são propensos a sofrerem golpes on-line. Por isso, qualquer idade é o momento certo para aprender sobre privacidade na internet.

Esconder dados pessoais não é algo ruim. Todas as pessoas têm o direito de não compartilhar informações de maneira pública, a não ser sob intimação da justiça. Além do déficit de privacidade na internet dar espaço para crimes, como golpes e roubos, ele também é responsável pela exposição desnecessária da vida dos indivíduos. 

Quais as leis que existem para proteger a privacidade na internet? 

Marco Civil da Internet 

Em 2014, o Brasil sancionou o Marco Civil da Internet (Lei n° 12.965). O intuito do Marco Civil é garantir a privacidade na internet, o não fornecimento a terceiros de dados pessoais, incluindo registros de conexão e outras questões relacionadas com a violação do sigilo digital. 

Para saber mais sobre o papel do Marco Civil na privacidade na internet, confira o documento na íntegra: Marco Civil da Internet no Brasil

Lei Geral de Proteção de Dados 

Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/2018) no Brasil tem papel importante para a privacidade na internet. O principal objetivo da lei é assegurar direitos fundamentais de liberdade e de privacidade. Além do livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

O regulamento define o que são dados pessoais e explica que alguns deles precisam de cuidados mais específicos. Dados que precisam de atenção extra são aqueles relacionados à vida de crianças e adolescentes. A regulação tem poder não apenas no meio físico, mas também com a privacidade na internet

Direito ao Esquecimento 

O direito ao esquecimento é significativo não só para a privacidade na internet brasileira, mas em todo o mundo. Cada país tem suas regulações que fornecem o direito ao esquecimento de sua população. 

Esse direito, no Brasil, está assegurado pelos artigos CF/88 (art. 5º, X) e CC/02 (art. 21). Para a constituição brasileira, o direito de esquecimento está diretamente ligado à privacidade, intimidade e honra à moral e imagem do indivíduo. Alguns especialistas em direito também acreditam que esse código é assegurado pelo direito à dignidade da pessoa humana (art. 1º, III, da CF/88).

Quais problemas relacionados à privacidade na internet? 

Rastreamento de usuários de buscadores

As ferramentas de pesquisa, como o Google, não buscam apenas coisas que você está procurando. Eles também rastreiam websites que você visitou depois de fazer sua pesquisa. Caso a ferramenta de busca que você usa também seja seu navegador, ele irá manter todo o seu histórico de navegação.

Ferramentas de busca conseguem e coletam:

  • Histórico de pesquisa;
  • Cookies;
  • Endereços de IP;
  • Histórico de cliques.

Quando esses dados formam um conjunto, eles são usados para “traçar um perfil” do usuário para possíveis empresas de vendas. Esses perfis são usados também com o intuito de personalizar os anúncios que o usuário verá em sua rede.

Coleta de dados nas redes sociais

A coleta de dados das redes sociais tem ganhado espaço de discussão quando se trata de privacidade na internet. Um exemplo recente do que pode resultar é a brecha de dados do Facebook que aconteceu em 2019. Nessa ocasião, a rede social liberou dados pessoais de 533 milhões de usuários, incluindo seus nomes completos, número de telefone, localização, data de nascimento e endereço de e-mail. 

Cookies e rastreio on-line

Cookies servem para coletar informações de busca e permitir que sites relembrem o seu login, suas preferências e suas configurações de linguagem. Quando os cookies coletam uma quantidade exagerada de informação, sem o consentimento do usuário, isso é um ataque à privacidade na internet

Aplicativos móveis e privacidade

Ao instalar um aplicativo, ele pode solicitar sua localização, seu e-mail, número de telefone ou nome de usuário. No entanto, alguns aplicativos vão um pouco mais longe e pedem acesso ao microfone do seu celular, à câmera, aos contatos ou às mensagens. O que pode ser um risco para a privacidade na internet. 

É possível negar acesso do aplicativo a essas configurações e informações se você não se sentir confortável em compartilhar. Desta forma, garantindo que se tenha um pouco de privacidade na internet.

Roubo de identidade 

O roubo de identidade, quando se trata de privacidade na internet, é quando alguém aplica um golpe para ter acesso aos dados pessoais de outro indivíduo. Ele pode ocorrer de quatro formas:

Phishing: criminosos fingem que são contatos confiáveis, como instituições financeiras, e enganam o usuário para que ele forneça suas informações identificáveis;

Malware: um software malicioso pode invadir o sistema operacional de seu aparelho e permitir que hackers roubem suas informações pessoais; 

Pharmingsequestro de informação feito com o uso de vírus, sem o conhecimento do usuário. Essa situação acontece comumente através de um site falso; 

Computadores e telefones descartados: certifique-se de checar e limpar seus eletrônicos antes de descartá-los, para evitar o roubo de dados pessoais. 

10 maneiras de manter sua privacidade na internet 

Uma pesquisa, realizada com internautas estadunidenses, mostrou que 81% dos entrevistados acreditam não ter poder nenhum sobre os dados coletados por empresas privadas na internet. O número de pessoas que acreditavam não poder controlar sua privacidade na internet aumentou para 84% quando a pesquisa mencionou a coleta de dados feita pelo governo. 

Internet e novas tecnologias reduzem emissões, diz ONU

Porém, existem formas de evitar que sua privacidade na internet seja violada. Para isso, existem algumas técnicas simples a seguir:

  1. Uso de antivírus confiáveis;
  2. Ferramenta anti-tracking para impedir que os websites recolham os seus dados;
  3. VPN para esconder o seu endereço IP e atividade on-line;
  4. Ferramenta anti-spyware para impedir que os hackers o espiem;
  5. DNT, que significa “do not track” (não rastrear), que — quando conectado a seu navegador — diz para websites que você não quer ser rastreado;
  6. Bloqueadores de cookies, extensões que limitam a troca de dados;
  7. Restringir o acesso de aplicativos a suas informações pessoais;
  8. Sempre leia as políticas de privacidade com cuidado, para evitar violação de sua privacidade na internet;
  9. Use a guia anônima do seu navegador. Ela não irá guardar seu histórico de internet;
  10. Por fim, tome cuidado com tudo que clicar. Leia antes de aceitar algo que pode invadir sua privacidade na internet. 

Copiado: https://www.ecycle.com.br/