segunda-feira, 11 de abril de 2011

Empresas se despedem da geração BABY BOOMER

Em 2011 inicia-se uma década de mudanças intensas na organização das empresas. Neste ano, os primeiros "baby boomers" nascidos no pós-guerra, entre 1946 e 1964 -- completam 65 anos e começam a se aposentar.
Os representantes dessa geração cresceram e ingressaram no mercado no período em que o Brasil vivia uma ditadura militar. Não apenas aqui, mas em boa parte do mundo, esses trabalhadores se acostumaram a seguir estruturas hierárquicas rígidas.
"São pessoas que têm como princípio "vestir a camisa da empresa", explica Irene Azevedo, professora da Brazilian Business School.
As gerações seguintes, denominadas X, de nascidos de 1965 a 1977, e Y, de nascidos de 1978 a 2000, se preocupam mais com o ambiente de trabalho e com o crescimento imediato na carreira.
A saída dos "baby boomers" promove agora uma alteração mais intensa na estrutura das empresas que passam, entre outros fatores, a ser menos austeras.
Ao perceber reestruturações na multinacional em que trabalhou por 21 anos, Osmar Bergamaschi, 62, largou o emprego como diretor. Passou a se dedicar a consultorias e à propriedade rural.
"Quando entrei na empresa, havia sensação e perspectiva de crescer e terminar a carreira nela. Quando saí, não havia preocupação em reter o empregado por muito tempo, mas, sim, em ter executivos com mais energia e menos profundidade."
SUCESSORES
Passar o bastão tem sido um grande desafio para companhias em fase de renovação de diretoria.
O profissional da geração "baby boomer" preparou-se para ter aquele posto por toda a carreira e apresenta dificuldades em fazer um sucessor na empresa, por ver nele diferenças significativas tanto de atitude quanto de personalidade.
"Surge um desafio organizacional: como preparar esses executivos [da geração X], que vêm de trajetórias mais curtas nas companhias, para assumir uma posição estratégica?", questiona o diretor-executivo da consultoria Produtive, Rafael Souto.
A franquia multinacional Sunbelt, especializada em compra e venda de empresas, registra que o principal motivo para que um negócio seja vendido é a dificuldade em encontrar alguém de dentro da companhia que possa assumi-la após a saída do presidente ou diretor.
Batista Gigliotti, máster-franqueado da Sunbelt no Brasil, diz que, nas empresas menos dependentes da figura do presidente ou do diretor e mais bem organizadas em relação à sucessão, a transição é menos "dolorosa".
Para ele, a preparação do substituto deve ser compatível com a estratégia de médio e longo prazos da empresa. O tempo para essa transição varia. "Menos de um ano é muito pouco, e mais do que três é demais", considera. Deixar de preparar um sucessor tem como explicação também a insegurança do superior, que teme perder importância e status.
APEGO
A CEO da consultoria Lens e Minarelli, Mariá Giuliese, diz que a geração "baby boomer", por ser mais apegada à posição na empresa, muitas vezes não ajuda no desenvolvimento de sucessores, trazendo-os de fora da empresa.
Ela teve um exemplo disso na própria família. Seu filho, André Giuliese, 36, engenheiro de tecnologia da informação, era gerente em uma empresa na qual havia a possibilidade de ser diretor assim que seu chefe alcançasse uma nova posição.
Ele, no entanto, afirma que não recebia preparação para assumir o cargo de direção. "Recebi uma proposta para ser diretor em outra empresa e aceitei", conta André.

Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Veja os riscos de a mentira se misturar com a rotina profissional

Quem se vale diariamente das artimanhas da mentira acaba deixando a realidade de lado para viver algo irreal
"A hipocrisia dá espaço para as mentiras". A frase é da professora de Psicologia Organizacional e do Trabalho da PUC (Pontifícia Universidade Católica), Carmem Lúcia Arruda Rittner.
De acordo com ela, muitas empresas, por exemplo, possuem regras de premiação aos melhores funcionários que, para atingirem êxito, mentem para fechar um negócio ou efetuar uma venda.
Além disso, Carmem explicou que a mentira faz parte dos traços da personalidade da pessoa. Quem se vale diariamente das artimanhas da mentira acaba deixando a realidade de lado para viver algo irreal, ou seja, se apoia na falsidade para obter sucesso.
A mesma opinião é compartilhada pela diretora de projetos da Great Place to Work, Roberta Hummel. Para ela, o "pinóquio profissional" irá seguir sua carreira apenas em empresas que não prezam a ética e a transparência.
Comportamento
Para Carmem, algo que não é verdadeiro não pode ajudar o funcionário a progredir na vida. Ele não consegue enganar todo mundo para sempre, e um dia essa 'maré' pode se voltar contra ele.
"Se alguma coisa na empresa está levando o funcionário a mentir, o gestor dessa organização deve tomar as providências corretas para identificar a frequência desses atos errôneos", afirma a psicóloga.
"Ele [mentiroso] precisa apresentar algo que não é verdadeiro, para suprir algo. Aqueles que têm auto confiança estudam e se esforçam e, consequentemente, descartam a mentira", completa Carmem.
Roberta, da Great Place to Work, sustenta que, dentro de uma empresa, o ideal é que as pessoas confiem umas nas outras. Ela diz que "o espaço para mentira acaba não sendo tolerado dentro de uma companhia séria, que visa a fidelidade com fornecedores e clientes".
Mentira corporativa
Engana-se, contudo, quem acha que a mentira se resume apenas ao funcionário. Ela pode ter origem em profundezas muito mais densas, como o próprio gestor ou na política comumente empregada pela companhia.
"O profissional que trabalha em empresas que não possuem código de ética e de conduta, uma empresa que permite esse tipo de atitude, pode possivelmente aplicar esse tipo de comportamento em ações muito maiores. O mentiroso é incentivado e estimulado por organizações que não se preocupam em ter relações saudáveis com seus clientes", explica Roberta.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Criatividade não é privilégio e pode ser desenvolvida; conquiste a sua em 7 passos

 No mercado de trabalho, os criativos se destacam. Para os especialistas, com disciplina, é possível desenvolver a habilidade.
Diante das dinâmicas aceleradas do mercado de trabalho, muitos profissionais correm em busca de aprimoramento a fim de conquistar os melhores postos nas melhores empresas. Preocupados com isso, contudo, muitos esquecem de desenvolver habilidades e competências mais intangíveis e que são cada vez mais valorizadas pelo mercado. A criatividade é uma delas e pode ajudar a determinar quem sobreviverá nesse cenário competitivo.
Um profissional criativo enxerga soluções onde os demais veem apenas problemas, cruza referências para alcançar o novo e inova práticas utilizadas no passado. “É importante diferenciar a criatividade pura da criatividade aplicada, que é utilizada no mercado de trabalho”, explica o gerente de Projetos em Desenvolvimento de Pessoas do Idort-SP, Danilo Afonso. “O artista utiliza dessa criatividade mais pura, da criação. A criatividade aplicada foge um pouco disso, porque não é tão ousada como a criatividade pura, mas resolve problemas”, afirma. Para ele, um profissional criativo conhece, entende e aplica as regras e os processos, mas sabe quando é hora de escapar disso tudo para ter melhores resultados.
E profissionais que resolvem problemas, sem criar outros, de maneira inovadora e que ainda geram resultados satisfatórios para as empresas são raros. Mas não são impossíveis de serem achados, pois você pode ser um deles. Nessa hora, muitos devem estar se perguntando: “Como isso é possível, se não me considero nada criativo?”. “É que existem muitas formas de ser criativo”, afirma a diretora da consultoria especializada em Gestão de Pessoas Projeto RH, Teresa Gama. “O criativo não é só aquela pessoa que pinta quadros, mas aquela pessoa que enxerga novas possibilidades, ainda que tenha uma rotina mais engessada”, afirma.
Para a especialista, todo mundo pode desenvolver a criatividade. Alguns têm uma maior predisposição que outros, mas é possível chegar lá com algum esforço e muita disciplina. “Todos nós temos esse potencial”, considera. Aliados a essa predisposição, alguns fatores podem favorecer o desenvolvimento dessa habilidade. Por outro lado, outros podem retardar esse processo. “Em determinadas empresas, pelas próprias características delas, fica mais difícil ser criativo”, alerta o presidente executivo do Insadi (Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual), Dieter Kelber.
Ele atenta que embora seja possível desenvolver a criatividade, os profissionais devem ficar atentos ao que é possível mudar. “Se na empresa você não tiver situações diferentes do padrão, ficará mais difícil a criatividade fluir”, acredita. Independentemente da situação, ainda que ela não seja muito favorável, tentar ser mais criativo pode ajudar no desenvolvimento da carreira. E o resultado dessas tentativas pode ser a conquista dos melhores postos nas melhores empresas.
Conquiste a sua criatividade
A criatividade é alcançável a todos, mas é mais fácil desenvolvê-la quando se tem facilidade de lidar com o campo das ideias. “O criativo prefere trabalhar no campo das ideias, pois ele tende a ser mais inovador, ao passo que fica mais difícil inovar quando se tem mais facilidade de trabalhar com o campo dos fatos”, explica Afonso. Saber em qual lado se está (ou se está nos dois) não é fácil, por isso, o especialista aconselha aos profissionais consultarem alguém de confiança que possa lhes dizer se o caminho rumo à criatividade começou bem.
O caminho fica melhor se a área e a empresa para qual se atua permitirem um clima para sustentar essa habilidade. “O ambiente de trabalho contribui muito para isso, pois você tem que ter a possibilidade de ser mais criativo”, considera Kelber. “Se o profissional ficar amarrado dentro dos processos da empresa, terá mais dificuldades”, afirma. Nessa hora, é preciso tentar romper as amarras e tentar criar, ainda que internamente, um cenário propício para a criatividade se manifestar. E como fazer isso? Confira abaixo os sete passos listados pelos especialistas consultados para você desenvolver a criatividade:
  • "Não sou criativo!" Se você pensa assim, começou mal. Para Teresa, da Projeto RH, ter consciência de que se pode desenvolver essa habilidade é o passo, e talvez o primeiro, para se tornar um profissional mais criativo. “É preciso olhar para essa sentença e questioná-la. O profissional precisa valorizar e reconhecer as alternativas criativas que ele encontra para resolver um problema do dia a dia”, explica. Isso abrirá caminhos para novas e mais ideias.
  • Mente aberta... Mas poucas ideias se sustentam com pouco repertório. Por isso, um dos requisitos mais importantes para a conquista da criatividade é investir em conhecimento. Não em aprimoramento técnico, mas sim em repertório humano e social. “Um repertório limitado devido à falta de informação dificulta esse processo”, afirma Afonso, do Idort. “Com conhecimento, é possível fazer associações entre as referências, o que ajuda na busca por soluções dos problemas”, explica.
  • ... E sem preconceitos Ir a algum lugar que você tem certeza de que não vai gostar, ler um livro que só pela capa você não achou em nada a sua cara só ajuda a mente a criar novas conexões. “Para ser mais criativo, você precisa se desafiar a fazer coisas que nunca fez e ir a lugares que nunca foi”, aconselha Afonso. Quebrar alguns preconceitos inerentes à nossa criação dá chances para termos novas e diferentes referências.
  • Mente sã... Além de cuidar da “cabeça”, é preciso também cuidar do corpo. Para Afonso, estar fisicamente bem também contribui com esse processo. Por isso, insira as atividades físicas e a alimentação saudável na sua rotina. Sem preocupações com o corpo, você abre espaço para os pensamentos (e as ideias) fluírem.
  • Não deixa-a escapar! Você estava tomando banho quando uma ideia, a princípio boba e que nada tem a ver com o seu trabalho, surgiu? Saia do banho e a anote. “Quando você dá atenção àquilo que surge espontaneamente, você abre espaço para as ideias amadurecerem”, afirma Teresa. E dessa ideia “boba” pode surgir a solução de algum problema e um projeto inovador.
  • Não guarde na gaveta! E não adianta nada anotar aquela ideia genial e esquecê-la jogada em uma gaveta. Colocá-la na roda de discussão dos amigos mais confiáveis pode render bons frutos. “Discutir ideias é uma forma de tentar ver a vida diferente”, afirma Teresa. E ela defende que o criativo se resume, basicamente, a isso. Ele enxerga o diferente. Além disso, o debate pode tornar aquela ideia ainda mais inovadora e mais possível de ser realizada. E ainda gerar outras e outras ideias, como em um ciclo virtuoso.
  • Nada de bagunça E para quem pensa que o criativo é aquele que acorda com aquela ideia genial errou de novo. Todos os passos anteriores exigem muita disciplina. Para se tornar criativo, é preciso mais que conhecer profundamente sua área de atuação, sua empresa e as relações que ela estabelece. É preciso estar atento ao que ocorre em sua volta e fazer tentativas. “Aquele escritor que você acha genial não nasceu assim. Ele acordou cedo e escreveu por horas até acertar”, afirma Afonso. Para quem quer ser criativo, as tentativas devem ser constantes.
*Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br

Só tem mulher quem pode!

Um homem Inteligente Falando das Mulheres 


O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana. Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha "Salvem as Mulheres!" Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam: 
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

Alimentação Correta

Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um "eu te amo" no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

Flores

Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

Respeite a Natureza

Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

Não tolha a sua vaidade

É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.

Cérebro feminino não é um mito

Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

Não faça sombra sobre ela

Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

E, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.

Luiz Fernando Veríssimo - Escritor

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Tudo sobre o Bacalhau (Biografia e Culinária)

O Peixe, sua cabeça e os vikings: A Biografia do Bacalhau
Esse pequeno guia vai garantir a conversa no almoço de páscoa
Thor ou Manoel? Saiba mais sobre o Bacalhau 

Esse peixe, tão apreciado no mundo inteiro, gera algumas polêmicas. As pessoas associam de forma errada a sua origem, tem dificuldades em prepará-lo e tem até aqueles que na mesma linha dos conspiradores do Chester acham que bacalhau não é um peixe mas uma invenção química, científica e manipulada.

O Peixe, sua cabeça e os vikings:
A Biografia do Bacalhau

  • Uma dúvida que as pessoas costumam ter é se “bacalhau” é uma espécie de peixe ou a tradicional forma de preparo que se dá ao pescado, ou seja, a sua salga. 

A resposta, não é uma coisa nem outra, basicamente o que hoje conhecemos como Bacalhau, consiste em uma família de peixes, os Gadídeos, que quase exclusivamente são preparados, salgados e secos antes de seu consumo. Daí a analogia "gillete" da questão.

Cod Gadus Morhua: O Bacalhau do Atlântico Norte, o legítimo e mais conhecido. O suculento e saboroso. Mais nobre e mais caro.
Fique atento, o verdadeiro bacalhau conhecido como Bacalhau do Porto, quando cozido se derrete em lascas claras e tenras. Junto com o Morhua, Cod Gadus Macrocephalus, o Bacalhau do Pacífico ou do Alaska, é ainda mais esbranquiçado e de carne parecida com o principal. Também caríssimo.

Já a segunda divisão, temos o Saithe, mais escuro, sabor marcante, barato e campeão de vendas.
O Ling, magro e estreito, próprio para se grelhar. Por fim o Zarbo, o menor da espécie. Todos são habitantes das águas congelantes ao norte do planeta, principalmente capturados nas regiões próximas a Rússia, Groênlandia, Alaska, Noruega e Islândia. São quase como esquimós dos mares.

Os Vikings entre uma pilhagem aqui, um saqueamento lá e uma parada na taverna para tomar hidromel, a sua cachaça de mel, pescavam através dos mares, e como forma de conservação deixavam os peixes limpos e abertos secando às temperaturas e os ventos extremos do ártico. Processo que por vezes passavam-se semanas.

Sem cabeça, obviamente, e então, ei-lo pronto, o Bacalhau. Talvez nesse ponto você já esteja inconformado: “Mas e o bacalhau do Porto?”. Você não vai ver pesca de bacalhau na cidade do Porto nem nos mares próximos a Portugal.

  • No período de glórias marítimas lusitanas e seu respectivo pioneirismo ao desbravarem os mares além das colinas de Hércules, os portugueses foram aqueles primeiros latinos a desbravarem os mares do norte, descobrindo a pesca do Cod, utilizando o processo de salga e comercializando o produto com exclusividade e vanguardismo. Daí para criarem suas próprias receitas foi algo quase como um pulo.

A arte da Salga: Das velhas às contemporâneas tradições
Enfim, toda esta história consiste em uma única tradição. Pegar os Cods e e secá-los ao sal de forma a atingimos o resultado esperado. 

  • O processos ao longo de eras faz as tradições serem mantidas até hoje.
  • Depois da pesca se retira a pele do peixe para limpá-lo retirando suas entranhas. 
No processo tradicional, e hoje ainda utilizado por pescadores boreais, o peixe ainda é exposto, sempre já, sem a tal da cabeça, aos varais a neve, onde perpassa pelo verão.

Este bacalhau é o mais raro e caro do mundo, sendo concorridíssimo em restaurantes três estrelas em países como Espanha, Itália e Portugal. Por incrível que pareça, além de seus pescadores e produtores, o bacalhau é um prato quase desconhecido em locais como Noruega e Suécia. 
Todo o fruto da pesca é colocado em tóneis repletos de sal e após uma longa temporada, são secos em camêras térmicas. Após isso, é pesado, embalado e distribuído ao mundo através de containers entre 2 e 4 graus.
Apesar de ser feita em larga escala, toda pesca e comercialização do bacalhau é ainda bem natural sem nenhuma adição de produtos ou processos químicos, o que faz juz a fama do "peixe" entre as melhores mesas do Brasil e do mundo, tanto pelo seu sabor marcante, quanto pelas suas características nutricionais, sendo hoje unanimidade entre médicos. É o famoso Omega 3!

Como troco de toda esta brincadeira, ainda nos sobra o óleo preferido de nossas avós, o temido óleo de rícino ou figádo de bacalhau, famoso cura-tudo enquanto que a bexiga é utilizada para fazer cola. Vai entender...

Oscilações de Mercado: O preço e o valor do bacalhau ao longo da história
Na época medieval o bacalhau era um prato muito consumido já que a população pobre que vivia em cidades longe do mar não conseguia comprar peixe fresco. Basicamente este era o único meio de conserva.
Outro fator que contribuiu foi a própria igreja católica que, soberana na época, impunha dias de jejum às sextas-feiras, 40 dias de quaresma e outros vários feriados da religião cristã. Em mais da metade do ano não era permitido comer carne vermelha. Dessa forma os dias de “jejum” passaram a ser os dias de bacalhau.
Hoje não é mais assim (infelizmente). O preço do bacalhau vive nas alturas (lembre-se de todo o processo e compare com a produção de tilápia em pesqueiros ou a pesca de atum marítima).

Na Páscoa o consumo explode e a mão invisível que controla o mercado faz o preço explodir.
Além de ser uma carne nobre devido ao seu processo de produção, a pesca do bacalhau tem se tornado cada vez mais controlada. A população dos peixes no mundo diminuiu 70% nos últimos 30 anos devido ao alto consumo. Se continuasse nesse ritmo o bacalhau ( poor cod) poderia entrar para a lista dos animais ameaçados de extinção.

Curiosidade sobre Bacalhau: Arrase no almoço de Páscoa ou impressione o amor da sua vida

  • Na Noruega poucos comem bacalhau. Para eles é como aqui comermos Charque ou algo do genêro. Seu consumo é restrito a localismos. 
  • O Brasil é disparado o maior consumidor de Bacalhau do mundo. O que faz  com que tenhamos superávit comercial com a Noruega, o que é raro para um país exportador de commodities como o nosso. O segundo consumidor é Portugal.
  •  Um dos blocos de carnaval mais famosos do Brasil é o Bacalhau do Batata. Certo dia, Seu Batata, garçom, que não pôde trabalhar durante o carnaval, em plena quarta-feira de cinzas deveria fazer uma importante entrega a domicílio: Uma belíssima peça de bacalhau. Os foliões ao verem tão inusitada cena, começaram a segui-lo e tudo virou festa. A entrega não foi feita e o resto ficou para história. Desde 1962 a tradição continua e este é um dos ultimos atos do carnaval de Olinda - PE.
  • Peixes marinhos, uma boa parte deles pelo menos, pode alojar nematóides (lembra dos vermes cilíndricos que você estudou na quinta série, quando estava vendo os filos?). Apesar de nojento, na pior das hipóteses isso não é tão ruim já que nenhuma das larvas sobrevive ao processo de salga seca, e dessa forma não fazem mal para os humanos. Aqui vale a frase, o que os olhos não veem, o estômago não sente também.
  • É importante dessalgar o bacalhau logo após a compra e é bem mais fácil retirar a pele antes de dessalgar.
Enfim o que interessa: Uma volta ao mundo através do ato de comer o Bacalhau
 As pessoas comem bacalhau de todas as formas possíveis e imagináveis, combinando receitas locais e antigas tradições. Se você for um Viking não precisa ler isso e pode continuar comendo seu bacalhau cru seco na pedra.

  •  Japão - Ovas como iguaria:  Conhecendo os orientais não é novidade falar que peixe para eles deve ser fresco e a preferência no caso é pelas ovas de bacalhau, conhecido como Tara. A brincadeira com esse tipo de caviar costuma sair por 450 reais pelo quilo do produto. 
  •  França - Lá é conhecido como Morue ou Cabillaud: Sempre chiques os franceses criaram a espuma de batata com bacalhau, uma receita fácil de encontrar na internet e possível de fazer se você tiver horas para ficar na cozinha. Mestres da culinária que são entre as mil receitas que criam a cada segundo, nem todas são muito originais como por exemplo a Morue à la mode de Porto.
  •  Itália - Baccalà di Natale: Nada mais característico do país do que uma bela lasanha. Os italianos fizeram um mashup e criaram a lasanha de bacalhau. A combinação da massa com o peixe é capaz de liberar o Garfield que há dentro de cada um, aquele espírito gordo e egoísta que não quer dividir sua comida. Na Itália também o bacalhau é obrigatório na comemoração do Natal. 
  •  Espanha - Uma Paella Incrível: Amantes dos frutos do mar, aqui o peixe também aparece com um prato tradicional: Paella de bacalao. Como vocês devem saber, a paella foi criada por camponeses do século XV que nas épocas de vacas magras pegavam tudo que estava no fundo do armário, temperos grãos e os últimos legumes para comer na forma desse prato. Eles não acrescentavam tomate, ingrediente comum nos dias de hoje, pois este só chegou da América por Cristóvão Colombo, nem frango porque era algo muito caro para os padrões campestres. Já hoje o prato típico acompanhado de camarões e bacalhau é digno de se apreciar diferentemente daquela pizza que foi pedida no domingo e após passar pelo microondas será deglutida, na falta de verbo melhor, na quarta-feira.
  •  Inglaterra - Bolo de Bacalhau:  O prato típico desse país é e sempre será o Fish and chips, afinal batata e peixe nunca é demais. Mas uma receita que também é bastante interessante é o Codfish Cake, onde você mistura os fatídicos ingredientes, bacalhau e batata e amassa na forma de bolinhos para depois fritar.
  •  Noruega - Um clássico: Os noruegueses são realmente chegados a peixe, comendo os animais se possível recém-saídos do barco. Salmão, arenque, sardinha e bacalhau, são devorados frescos, defumados, salgados ou em conservas. Mas um prato peculiar é o lutefisk, que pode ser traduzido como peixe com soda cáustica, já que de fato o hidróxido de potássio participa da receita.
  •  Portugal - Pioneirismo e tradição: O país poderia ser chamado de fato reino do Bacalhau, ou "vacalhau" conforme pronuncia. Lá você irá encontrar o peixe em todos os restaurantes, caros ou populares na mais diversas preparações. Alguns preparos bem populares levam o nome de seus criadores, conheça os mais ilustres:
  •  Bacalhau à Gomes de Sá - O cozinheiro de um restaurante lisbonense criou a receita do bacalhau em pequenas lascas que ficam de molho no leite quente e depois são levadas ao forno com azeite e acompanhadas de alho, cebola, azeitonas pretas, salsa e ovos cozidos. 
  •  Bacalhau à Zé do Pipo - Dono de um famoso restaurante do Porto, ele criou essa receita onde postas do peixe são cobertas com maionese e levadas ao forno para gratinar.
  • Bacalhau à João do Buraco:  Também conhecido como João Pereira, a sua versão consiste em lascas do bacalhau  com cebola, salsa, amêndoas, camarões, molho branco, duas gemas de ovo, purê de batata e claras em neve.
  •  Brasil - Massificação e inovação
 Não podíamos deixar de citar, afinal qualquer boteco que se preze, tem que ter bolinho de bacalhau!
 Para apreciar a delícia em clima de bar recomendamos ir até O Famoso Bar do Justo ou então no Mercado Municipal acompanhado de um bom chope! 

USANDO O CELULAR DE FORMA ÉTICA

No mundo atual é bem difícil encontrarmos um profissional que não tem celular, inclusive tem pessoas que tem dois ou até mais aparelhinhos no bolso ou na bolsa.
O problema está na forma como usar esse importante meio de comunicação sem incomodar as outras pessoas
Hoje somos muitas vezes obrigados a ouvir conversas que não nos diz respeito. Um verdadeiro absurdo.
Se estamos numa fila de banco ou de supermercado alguém a nossa frente ou mesmo atrás atende uma ligação ou telefona para alguém e começa a ter um diálogo que não gostaríamos de forma alguma escutar.
Podemos classificar essas pessoas como antiéticas, ou seja, não respeita o direito do outro de não querer ouvir seus assuntos pessoais.
Portanto, já que não conseguimos viver sem esse aparelhinho tão imprescindível no nosso dia a dia profissional, o melhor mesmo é usá-lo de forma ética e bem profissional.
Então:
• Seja discreto ao falar ao celular.
• Só use em lugares permitidos.
• Jamais coloque no seu aparelho aquelas "musiquinhas" infantis.
• Quando ligar, pergunte se a outra pessoa está podendo falar.
• Seja breve, não alugue o seu interlocutor por muito tempo.
• E principalmente, fale baixe.
O mundo não quer saber o que você está conversando. Essas são regras simples e objetivas que ajudarão você a ser mais ético e profissional.
Pense nisso e use bem o seu celular para fazer excelentes negócios.

*Eugênio Sales Queiroz http://www.eugeniosales.com.br/

terça-feira, 5 de abril de 2011

Meritocracia, o mérito para quem merece

"Meritocracia é o sistema de recompensa ou promoção fundamentado no mérito pessoal. Tem mérito aquele que é mais trabalhador, mais inteligente, mais criativo, e assim por diante. Esse mérito lhe rende mais poder, privilégios ou prêmios." São com essas palavras de Içami Tiba, em seu livro Família de Alta Performance, que começo a escrever este texto.
Antes de voltar a citar Içami, peço a paciência do leitor para fazer referência a outro autor muito conhecido no mundo corporativo. Há algum tempo atrás, venho lendo alguns comentários de autores que citavam a meritocracia que essa pessoa implantou em sua organização, porém, apenas recentemente tive acesso ao seu livro Paixão por Vencer, no qual pude me deparar com um capítulo que trata exclusivamente sobre o tema. Você já deve saber de quem estou falando, acertou quem pensou em Jack Welch, o lendário ex-CEO da GE.
Separei um trecho em que o autor fala sobre como ele abordou o fator diferenciação dentro de sua empresa, em suas palavras, "as empresas ganham quando os gerentes estabelecem distinções claras e inequívocas entre os negócios e as pessoas de alto e baixo desempenho, quando cultivam os fortes e extirpam os fracos. As empresas sofrem quando todos os negócios e pessoas são tratadas da mesma maneira".
Segundo o autor, as empresas hoje, dispõem de uma quantidade limitada de dinheiro e de tempo. Os lideres vencedores devem investir onde o retorno é maior, ou seja, em quem realmente trará retorno para a organização. E quanto aos funcionários inferiores, Jack não mede suas palavras.... "é preciso extirpá-los". (Recomendo a leitura do livro para conhecer e entender o método que ele chama de 20-70-10).
E para quem acha que a meritocracia é aconselhada somente para o mundo dos negócios, está enganado. Voltando a citar Içami Tiba, a meritocracia deve ser utilizada dentro de casa desde muito cedo, afinal, "essa é a realidade fora de casa. Nenhum profissional consegue vencer a concorrência fazendo birras ou gritando. Portanto, pais que mantém os privilégios dos filhos que não os merece, esta na contramão da educação saudável. Premiar quem não merece desmerece quem tem mérito."
Após ler essas palavras, não é difícil fazer a ligação de exemplos dentro de casa ou dentro de alguma empresa não é mesmo? Vamos supor que você, chefe de família ou gerente de uma empresa, tem sobre sua responsabilidade dois filhos, ou dois funcionários. O primeiro, sempre cumpre com suas obrigações e horários, o segundo, nunca respeitou seus colegas/superiores/família e vive em uma completa desordem. Ao premia-los, vamos supor que seja com um extra em seu salário no final do mês (no caso dos funcionários), ou liberar os filhos para uma festa que eles tanto desejavam, você acaba por premiar os dois de forma igual, sem distinção alguma. Agindo assim, o que você acha mais fácil de acontecer futuramente, o filho/funcionário exemplar se sentir injustiçado e começar a ter um rendimento abaixo do esperado, ou o filho/funcionário indisciplinado entender que foi premiado injustamente e começar a se esforçar mais? Eu já presenciei diversas vezes este exemplo, e não tenho dúvidas quanto a resposta.
Ao ler obras como essas, me torno ainda mais fã do uso da meritocracia. Como todo método, tem suas vantagens e desvantagens, porém quando bem implantada, e isso leva tempo advertem os autores, não há duvidas que as vantagens superam em muito suas desvantagens. Para quem, assim como eu, gosta do tema, aconselho a ler o livro Paixão por Vencer do Jack Welch para um melhor entendimento, nele o autor responde a diversas perguntas que costuma receber de pessoas que querem colocar a prova a meritocracia.

Artigo originalmente publico no Blog: Diego Andreasi

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A Arte de Gerenciar Funcionários

Aprenda Como Liderar Alguns Tipos de Funcionários Existentes Nas Organizações
Desde a época da Escola de Relações Humanas de Elton Mayo já se sabe que, dentro das empresas, além de máquinas, também existem pessoas que têm diversos sentimentos e diferentes reações aos estímulos motivacionais. Dessa forma, o jeito de tratá-las determinará como você será tratado.
Diante disso, a primeira regra de um bom Gerente é tentar obter uma visão otimista sobre seus funcionários, pois isso tende a criar pessoas mais colaborativas, afirmam alguns estudiosos em Liderança. Outros, mais radicais, afirmam que “se você tratar seu funcionário como um cachorro, mais cedo ou mais tarde ele vai lhe dar uma mordida”.
Antigamente, gerenciar significava “a arte de obter resultados através das pessoas”. Porém, as Relações Humanas foram se desenvolvendo e hoje o Líder precisa entender as aspirações humanas. As pessoas costumam ter variadas aspirações, mas apenas para simplificar podemos reduzi-las a:
• Aspirações Simples: São as condições básicas de um emprego, sem as quais os empregados nem aceitam trabalhar, tais como um salário compatível, emprego próximo à casa, conforto no local de trabalho, garantias de continuar empregado, ambiente de amizade e atenção. Note-se que as aspirações simples são requeridas por uma minoria dos trabalhadores brasileiros.
• Aspirações Complexas: A maioria das pessoas possui aspirações complexas, gostando de ser diferenciadas das demais e de terem seu valor reconhecido pelo Líder. Elas gostam de aprender, enfrentar desafios significativos e de tarefas difíceis. Aqueles com aspirações complexas obtêm seu crescimento pessoal e recompensas financeiras de seus próprios esforços.
Diante disso, pode-se perceber que a arte de gerenciar pessoas nas organizações exige muita criatividade do Líder, pois em vez de controlá-las é preciso energizá-las, buscando atender suas expectativas e aspirações mais complexas. Dessa forma, podemos afirmar que a principal função de um gerente moderno é “energizar” as pessoas. E, energizar significa atender ás aspirações complexas dos funcionários.
Mas, antes de energizar as pessoas o Gerente deve conhecer o “sentido de prontidão” dos funcionários, pois existem funcionários que estão “prontos” e os que ainda não estão. Ou seja, aqueles que estão prontos têm experiência técnica no ramo – eles são funcionários experientes. E os que têm pouca prontidão são os funcionários inexperientes.
Sendo assim, ao cruzarmos essas duas variáveis – aspirações e prontidão – encontramos quatro (4) tipos de funcionários e, antes de qualquer próxima análise, é necessário afirmar que as pessoas tendem ser muito mais complexas do que apenas quatro tipos. Mas, apenas para compreendermos melhor a forma de tratá-las – gerenciá-las – vamos classificá-las em grupo de quatro tipos:
A) Os Aprendizes: Perfil – São aqueles funcionários inexperientes e que só possuem aspirações simples, os quais – na sua maioria – obtêm o primeiro emprego. Eles não têm experiência alguma e preferem trabalhar apenas por ser perto de casa e pelo pequeno salário. Tratamento – trate-o com pouca flexibilidade, informando-o detalhadamente o que fazer e conferindo se as tarefas foram realizadas conforme o escrito. Ou seja, o Líder deve usar uma supervisão rígida.
B) Os Frios: Perfil – São aqueles funcionários que até têm experiência técnica, mas possuem aspirações simples. Ou seja, eles não estão energizados ou motivados a alcançar suas aspirações. Eles sabem trabalhar, mas não vibram com isso porque talvez tenham sido punidos na sua criatividade – em empregos anteriores. Tratamento – O Líder deve envolvê-lo nas decisões do setor, fazendo-o sentir-se importante e aumentando sua auto-estima. Na verdade o cuidado do Líder não deve ser técnico, mas humano. Esse tipo de funcionário precisa de envolvimento emocional e o Líder deve estimulá-lo a ter “a coragem de errar”. Não estamos estimulando o erro freqüente, mas a tentativa da inovação pode levar às pessoas ao erro e isso não deve ser reprimido para esse tipo de funcionário.
C) Os Potenciais: Perfil – São aqueles que, embora não tenham experiência, têm aspirações complexas. Ou seja, eles estão energizados, motivados e com vontade de crescer (é o “sonho” de todo Gerente). Eles têm iniciativa e garra, mas ainda não estão prontos porque não têm experiência. Tratamento – Na verdade, talvez seja necessário o Gerente conter um pouco esse ânimo para que o funcionário não cometa erros infantis. Eles precisam de treinamento, instruções claras e acompanhamento técnico. Além disso, ele deve ter envolvimento com os mais experientes para assimilar conhecimentos e habilidades.
D) Os Empreendedores: Perfil – São aqueles que têm muita experiência técnica e aspirações complexas. Ou seja, são funcionários que estão prontos, energizados e motivados. Tratamento – Esse tipo de funcionário não deve ser tratado com rigidez, controle ou cobrança por resultados. Trate-o com “agradinhos” e ele ficará “doente”, pois sua energia vem dele e não de você. Eles precisam de desafios, tarefas difíceis e participação nos resultados. Dessa forma o Líder deve envolvê-lo nas decisões, dando-lhes autonomia porque os empreendedores são capazes – em muitos casos – de fazer melhor que o próprio Líder.
OBSERVAÇÃO: O Gerente não pode se conformar em ter na sua equipe apenas funcionários classificados como aprendizes, frios ou até mesmo os potenciais. Na verdade, seu principal objetivo deverá ser o de transformar todos eles em empreendedores, pois assim o Gerente só cuidaria da estratégia da sua empresa.

Por: JULIO CESAR DE SOUZA SANTOS