Um médico, ao explicar a gestão de stress para uma turma de alunos, levantou um copo de água e perguntou:
- Qual é o peso deste copo de água?
As respostas foram de 20g a 500g.
O médico respondeu:
- O peso absoluto não é importante.
Depende de quanto tempo você o segurar.
Se o segurar por um minuto, não há problema.
Se o segurar por uma hora, ficará com uma dor no braço.
Se o segurar por um dia, terá que chamar uma ambulância.
Em qualquer dos casos, é o mesmo peso, mas quanto mais tempo o segurar, mais pesado se torna.
Ele continuou:
- E funciona da mesma forma com a gestão de stress. Se carregarmos os nossos problemas durante o tempo todo, mais tarde ou mais cedo, à medida que os
problemas se tornam incrivelmente pesados, não iremos conseguir carregá-los.
Tal como um copo de água, você tem que largá-lo por algum tempo e descansar antes de o agarrar novamente. Quando tiver descansado, podemos carregá-lo novamente.
Assim, antes de você voltar a casa hoje, largue o peso do seu trabalho. Não o carregue para casa. Você pode agarrá-lo amanhã.
Qualquer que sejam os pesos que esteja carregando neste momento, pouse-os durante um momento, se puder.
Assim, qualquer que sejam os problemas que esteja carregando agora, pouse-os.
Não lhes toque até que tenha descansado por um momento.
Aqui estão algumas dicas para os pesos da vida:
* Aceite que uns dias você será o pombo, outros dias será a estátua.
* Mantenha sempre as suas palavras macias e doces, no caso de você ter que as engolir.
* Lembre-se de preencher os seus sentidos com alguma coisa que o anime: Musica que gosta, um por do sol maravilhoso, uma refeição realmente fantástica, beijos apaixonados, uma conversa de coração com alguém que você gosta.
* Conduza com cuidado, não são somente os carros que podem ser devolvidos ao seu criador.
* Se não puder ser bondoso, pelo menos tenha a decência de ser vago.
* Se emprestar R$ 100,00 e nunca mais ver essa pessoa novamente, provavelmente já valeu a pena.
* Pode ser que o propósito da sua alma na vida seja simplesmente ser bondoso com outros.
* Ninguém quer saber se você não souber dançar bem. Simplesmente dance.
* Quando tudo vai contra si, é porque você está na via errada
* Os aniversários são bons para si. Quantos mais tiver, mais tempo vai viver.
* Alguns erros são demasiados divertidos para os cometermos somente uma vez.
* Podemos aprender muito com os lápis… Alguns são afiados, alguns são bonitos, alguns são feios. Alguns têm nomes estranhos, e todos têm cores diferentes, mas todos têm que viver na mesma caixa.
* Uma pessoa verdadeiramente feliz é aquela que consegue apreciar a paisagem quando se engana no caminho.
http://oveneta.blogspot.com/
Este Blog foi criado para postar idéias na área de Administração de Empresas, Empreendedorismo, Esporte e outras Informações de cunho Social, Técnico, Cultural e Dicas para Profissionais e Estudantes de Administração.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Photoshop: para o bem ou para o mal?
Projeto de Lei quer obrigar a colocação de mensagens de alerta em fotografias que tenham sido editadas com o intuito de alterar a aparência dos fotografados. O que você acha disso?
Com a popularização das câmeras digitais e o boom das redes sociais na internet, a fotografia se tornou algo quase onipresente no dia a dia das pessoas. Não só a festa de casamento, o aniversário do caçula ou a formatura do filho mais velho são motivos para um clique. O happy hour depois do trabalho, o show com os amigos, um dia qualquer no shopping, tudo é convertido em bits e, facilmente, vai parar em alguma página pessoal na web.
Sem precisar de filmes, químicos, papéis e todo o aparato que era necessário até pouco tempo para transformar uma imagem em fotografia, clicar e depois compartilhar não é mais tarefa difícil. Para mostrar seus álbuns, ninguém precisa, agora, tirá-los da gaveta, basta fazer um upload dos arquivos para a internet. E como ninguém nunca quer sair mal na foto, o exercício de fazer aqueles retoques antes de postar para centenas de pessoas verem, acabou sendo aprendido por quase todo mundo. Quem não sabe, pede a um amigo.
Se entre amadores amantes da fotografia o uso de softwares como o Photoshop, editor de imagens da Adobe, é tão comum, no meio especializado é que ele não seria dispensado. Mas os profissionais do setor andam agitados por conta de um Projeto de Lei apresentado pelo deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), que quer obrigar a colocação da seguinte mensagem em fotos que tenham sido editadas com o intuito de interferir na fisionomia das pessoas fotografadas: "Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada". Quem desobedecer pode pagar multa de até R$ 50 mil.
Certo ou errado?
Na justificativa da proposta, o parlamentar diz que o objetivo é evitar a idealização do corpo humano. "São reforçados padrões de beleza que não resultam da real aparência das pessoas", diz o texto do PL-6853/2010, que não trata só de fotografias publicitárias, mas de qualquer imagem publicada em veículos de comunicação. Assim, caso aprovada, a lei obrigaria, por exemplo, a colocação do aviso nas fotos de revistas masculinas.
Para o designer gráfico Eric Peleias, que é diretor de arte da revista Capital Aberto, apesar da boa intenção, a medida prevista pelo Projeto de Lei não foi bem avaliada. "É bastante difícil acreditar seriamente que o consumidor é inocente a ponto de presumir que o produto pode causar o efeito da imagem manipulada, mas desconfiado o suficiente para ler com atenção um dispositivo como esse".
Já Carlos Costa, diretor de criação da WEBTraffic, empresa de comunicação para a web, não acredita que a Lei terá efeito. "Não acho que isso vá mudar a opinião de alguém ao ver um corpo, ou um rosto numa revista", afirma.
Usados largamente para a produção de peças publicitárias, os softwares de edição normalmente passam despercebidos. Por mais que alguém comente "ah, aqui usaram Photoshop!", intervenções feitas por bons profissionais quase sempre são sutis e, no máximo, seriam percebidas apenas se a foto original e a editada fossem colocadas lado a lado. Para o deputado Wladimir Costa, isso é um problema. Segundo ele, o fato de as alterações não serem evidentes cria a impressão de que a imagem veiculada corresponde à realidade, quando isso não é verdade.
Os publicitários veem por outro lado. "Eu acho que uma imagem retocada em uma revista é infinitamente menos prejudicial do que, por exemplo, a imposição de modelos e futuras modelos serem ultra magras para poderem desfilar", afirma Carlos Costa. E ele complementa: "Será que uma atriz famosa toparia posar para uma revista, sabendo que abaixo de sua foto tem um aviso dizendo 'e aquilo que você está vendo não é aquilo'?"
Excessos no uso do Photoshop
Opiniões à parte, recentemente alguns casos causaram polêmica por conta de excessos no uso do Photoshop. O mais famoso foi o de uma campanha da marca de roupas Ralph Lauren, em que a modelo ficou com o corpo deformado por conta da edição. A empresa assumiu a responsabilidade depois, em um comunicado onde dizia que "retoques de baixa qualidade resultaram em uma imagem muito distorcida do corpo de uma mulher".
Na Europa
Uma proposta semelhante à do deputado Wladimir Costa também está sendo discutida no parlamento da França. A justificativa da autora do projeto é a mesma do parlamentar brasileiro. No Reino Unido também existe uma proposta semelhante.
Simão Vieira, www.administradores.com.br
domingo, 11 de abril de 2010
A Escolha da Profissão
Uma análise do Censo de 2000 do IBGE feita pelo Observatório Universitário indicou a correlação entre a profissão exercida e o curso superior realizado pelos profissionais. Enquanto 70% dos dentistas, 75% dos médicos e 84% dos enfermeiros trabalham na mesma área em que se formaram, apenas 10% dos economistas e biólogos e 1% dos geógrafos segue o mesmo caminho.
Exame atento de outras profissões ainda nos indicará que apenas um em cada quatro publicitários, um em cada três engenheiros e um em cada dois administradores faz carreira a partir do título que escolheu e perseguiu.
É evidente que faltam vagas no mercado de trabalho. O emprego formal acabou. Se nas décadas de 1960 e 1970 o paradigma apontava como colocação dos sonhos um cargo no Banco do Brasil , na Petrobras ou em outra empresa pública; nos anos de 1980 experimentamos o boom das multinacionais e empresas de consultoria e auditoria, que recrutavam os universitários diretamente nos bancos escolares; e na década de 1990 o domínio de um segundo idioma, da microinformática e a posse de um MBA eram garantia plena de uma posição de destaque, nada disso se aplica hoje.
As grandes empresas têm diminuído o número de vagas disponíveis e são as pequenas companhias as provedoras do mercado de trabalho atual. Ainda assim, a oferta de trabalho é infinitamente inferior à demanda – e, paradoxalmente, muitas posições deixam de ser preenchidas devido à baixa qualificação dos candidatos.
Assim como todos os produtos e serviços concorrem pela preferência do consumidor, osprofissionais também disputam as mesmas oportunidades. Engenheiros que gerenciam empresas, administradores que coordenam departamentos jurídicos, advogados que fazem estudos de viabilidade, economistas que se tornam gourmets. Uma autêntica dança das cadeiras que leva à insegurança os jovens em fase pré-vestibular.
Há quem defenda a tese de que adolescentes são muito imaturos para optar por uma determinada carreira. Isso me remete a reis e monarcas que com idade igual ou inferior ocupavam o trono de suas nações à frente de grandes responsabilidades, diante de uma expectativa de vida da ordem de apenas trinta anos…
O que falta aos nossos jovens é preparo. Um aparelhamento que deveria ser ministrado desde o ensino fundamental através de disciplinas e experiências alinhadas com a realidade, promovendo um aprendizado prazeroso e útil, despertando talentos e desenvolvendo competências. Um ensino capaz de inspirar e despertar vocações. Ensino possível, porém distante, graças à falta de infra-estrutura das instituições, programas curriculares anacrônicos e, em especial, desqualificação dos professores.
Em vez disso, assistimos a estudantes com dezessete anos de idade, onze deles ou mais na escola , que às vésperas de ingressar no ensino superior sequer conseguem escolher entre Psicologia e Comunicação Social, entre Arquitetura e Educação Física, entre Veterinária e Direito.
A escola e a família devem propiciar ao aluno caminhos para o autoconhecimento e descoberta da própria personalidade e identidade. Fornecer informações qualificadas e estimular a reflexão, exercendo o mínimo de influência possível. Muitos são os que direcionam suas carreiras para atender às expectativas dos pais, aos apelos da mídia e da moda, à busca do status e do sucesso financeiro, em detrimento da auto-realização pessoal e profissional. E acabam por investir tempo e grandes somas de dinheiro numa formação que não trará retorno para si ou para a sociedade.
Orientação vocacional não se resume aos testes de aptidão e questionários. Envolve conhecer as diversas profissões na teoria e na prática. Permitir aos estudantes visitarem ambientes de trabalho e ouvirem relatos de profissionais sobre os objetivos, riscos, desafios e recompensas das diversas carreiras. Tomar contato com acertos e erros, pessoas bem sucedidas e que fracassaram. Provocar o interesse e, depois, a paixão por um ofício.
Precisamos voltar a perguntar aos nossos filhos: “O que você vai ser quando crescer?”. A magia desta indagação é que dentro dela residem os sonhos e a capacidade de vislumbrar o futuro. Aliás, talvez também devamos colocar esta questão para nós mesmos, pais e educadores…
* Tom Coelho, com formação em Publicidade, Economia, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP
sábado, 10 de abril de 2010
Uma Visão de Planejamento
Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitada a sua ação.
Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana convidando outros amigos caçadores para à África. Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato o caçador pôsse a tocar a flauta e milagrosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado a queima roupa. Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma arvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se de agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram o mataram com vários tiros.
E foi assim flauta sendo tocada, animas ferozes dançando, caçadores matando. Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente um leão faminto. A flauta soou mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois devorou o segundo. O tocador de flauta desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava, o caçador foi devorado.
Dois macacos, em cima de uma arvores próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria:
- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um surdinho...
Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana convidando outros amigos caçadores para à África. Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato o caçador pôsse a tocar a flauta e milagrosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado a queima roupa. Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma arvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se de agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram o mataram com vários tiros.
E foi assim flauta sendo tocada, animas ferozes dançando, caçadores matando. Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente um leão faminto. A flauta soou mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois devorou o segundo. O tocador de flauta desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava, o caçador foi devorado.
Dois macacos, em cima de uma arvores próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria:
- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um surdinho...
Moral da História:
Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo. Um dia podem não dar.
Tenha sempre planos de contingência;
Prepare alternativas para as situações imprevistas;
Preveja tudo que pode dar errado e prepare-se.
Esteja atento as mudanças e não espere as dificuldades para agir.
"CUIDADO COM O LEÃO SURDO"
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Pensamento do dia
"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."
Autor Desconhecido
Autor Desconhecido
Temperamento explosivo - Saiba como lidar e até transformá-lo a seu favor
Para especialista, temperamento explosivo é prejudicial quando o profissional tem dificuldades de lidar com as próprias emoções
Existem pessoas que são naturalmente competitivas, estressadas, ansiosas e até mesmo agressivas, comportamentos que, conforme especialistas, se trabalhados, podem até ser positivos no ambiente de trabalho. Entretanto, quando essas características passam do limite e a pessoa passa a adotar uma postura intimidatória, de enfrentamento, é melhor ligar o sinal amarelo.
De acordo com o gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, o temperamento explosivo torna-se prejudicial quando o profissional começa a ter dificuldades para lidar com as próprias emoções. Nessas horas, diz ele, é preciso parar, refletir e tentar reverter a situação.
“Uma dica que pode mostrar ao profissional que ele está com este tipo de problema é o andamento das relações interpessoais. Se a pessoa percebe que está sendo excluída dos eventos sociais, por exemplo, ela deve repensar a própria postura. Contudo, se a dificuldade for grande, vale procurar a ajuda de um coach ou mesmo de um terapeuta”, diz.
O que leva à explosão?
O estresse do dia a dia, juntamente com algumas situações que podem ocorrer no ambiente de trabalho, podem levar uma pessoa à explosão. Dentre estas situações, a vice-presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Sâmia Simurro, destaca o ambiente hostil, a injustiça, o assédio moral, a falta de reconhecimento, de autonomia para tomar algumas decisões, e até mesmo de comunicação clara.
"A pessoa precisa saber claramente o que o chefe espera dela. Trabalhar em um ambiente hostil e constantemente engolir sapos podem fazer com que, uma hora, a pessoa se manifeste de maneira agressiva".
Entretanto, antes de chegar a esta situação, diz ela, é preciso tentar resolver a situação, procurando, por exemplo, conversar sobre o motivo com a pessoa causadora do estresse. Porém, caso isso não resolva e acabe acontecendo a explosão, Raffa orienta ao profissional que ocorra à famosa desculpa.
"Somos humanos e momentos de raiva podem ocorrer com qualquer um. Se houver o exagero, um pouco de humildade não faz mal e o melhor a fazer é pedir desculpas. Contudo, antes que isso ocorra, é melhor tentar conversar e reverter a situação".
A raiva é sempre má?
Como já dito anteriormente, contudo, se bem trabalhada, a raiva pode trazer resultados positivos ao profissional, que podem se traduzir em aumento de criatividade e produtividade.
Assim, diz Raffa, algumas situações podem ser utilizadas como estímulos para que o profissional melhore. Porém, para que isso aconteça, acrescenta Sâmia, ele precisa adotar uma postura conciliatória e desenvolver a assertividade.
Além disso, diz ela, é importante que o profissional saiba se observar, seja honesto em suas colocações e diga claramente o que pensa e deseja.
Ainda no que diz respeito à transformação da raiva em algo positivo, dizem os especialistas, o líder pode ajudar, administrando conflitos, estimulando um ambiente tranqüilo e conhecendo cada membro da equipe para saber como e quando intervir.
"É importante entender que a liderança é o modelo. Na maior parte das vezes, o clima da equipe reflete a postura do líder", finaliza Sâmia.
Por Gladys Ferraz Magalhães, InfoMoney
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Classes B e C sustentam o franchising
O crescimento do setor de franchising em 2009 foi de 14,7% em relação a 2008 e um dos fatores que contribuiram para essa evolução foi a penetração nas classes B e C.
O recente aumento do consumo das classes B e C interferiram positivamente no crescimento do setor de franquias em 2009, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising ).
Além do maior poder aquisitivo obtido por essa parcela da população, outros fatores podem ser apontados como decisivos na evolução do setor como por exemplo, os novos pólos de consumo abertos em diferentes regiões do Brasil, que antes não eram exploradas e passaram a receber unidades franqueadas como estratégia de expansão geográfica dos franqueadores. Isso permitiu o estímulo da demanda dos novos consumidores residentes nestas localidades, principalmente os oriundos das classes B e C.
Coincidência ou não, o setor de franquias brasileiro como um todo passou pela crise econômica mundial de 2009 sem qualquer turbulência, pois teve um crescimento de 14,7% sobre o mesmo período de 2008, chegando ao faturamento de R$ 63 bi, segundo pesquisa realizada pela ABF.
Esse estudo, realizado junto as 1.643 marcas atuantes no mercado brasileiro registrou, mais uma vez, a força do franchising como canal de vendas.
Trata-se de um sistema comercial de grande atratividade em função das suas inúmeras vantagens comerciais e operacionais que vem chamando a atenção de muitos empreendedores iniciantes e também dos empresários já estabelecidos no mercado que buscam novas oportunidades de comercialização.
Os números mostram isso, pois só em 2009 foram 264 novos players, responsáveis pela abertura de 8.034 novos pontos de vendas, absorvendo 72 mil postos de trabalho, um indicativo não só do potencial econômico como também do social do franchising, que já detém 700 mil empregos diretos no país.
A tendência do franchising para 2010 é de crescimento ( cerca de 16% segundo a ABF), pois o cenário visto acima deverá permanecer inalterado e além disso, a flexibilidade do sistema de franquias permite a formatação de negócios para vários segmentos, de produtos a serviços, não importando o porte da empresa, como os pequenos negócios por exemplo, que se encaixam no sistema através das microfranquias, onde os níveis de exigências são baixos e os patamares de investimentos não ultrapassam os R$ 50 mil.
Por Carlos Casartelli
http://administradores.com.br/
O recente aumento do consumo das classes B e C interferiram positivamente no crescimento do setor de franquias em 2009, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising ).
Além do maior poder aquisitivo obtido por essa parcela da população, outros fatores podem ser apontados como decisivos na evolução do setor como por exemplo, os novos pólos de consumo abertos em diferentes regiões do Brasil, que antes não eram exploradas e passaram a receber unidades franqueadas como estratégia de expansão geográfica dos franqueadores. Isso permitiu o estímulo da demanda dos novos consumidores residentes nestas localidades, principalmente os oriundos das classes B e C.
Coincidência ou não, o setor de franquias brasileiro como um todo passou pela crise econômica mundial de 2009 sem qualquer turbulência, pois teve um crescimento de 14,7% sobre o mesmo período de 2008, chegando ao faturamento de R$ 63 bi, segundo pesquisa realizada pela ABF.
Esse estudo, realizado junto as 1.643 marcas atuantes no mercado brasileiro registrou, mais uma vez, a força do franchising como canal de vendas.
Trata-se de um sistema comercial de grande atratividade em função das suas inúmeras vantagens comerciais e operacionais que vem chamando a atenção de muitos empreendedores iniciantes e também dos empresários já estabelecidos no mercado que buscam novas oportunidades de comercialização.
Os números mostram isso, pois só em 2009 foram 264 novos players, responsáveis pela abertura de 8.034 novos pontos de vendas, absorvendo 72 mil postos de trabalho, um indicativo não só do potencial econômico como também do social do franchising, que já detém 700 mil empregos diretos no país.
A tendência do franchising para 2010 é de crescimento ( cerca de 16% segundo a ABF), pois o cenário visto acima deverá permanecer inalterado e além disso, a flexibilidade do sistema de franquias permite a formatação de negócios para vários segmentos, de produtos a serviços, não importando o porte da empresa, como os pequenos negócios por exemplo, que se encaixam no sistema através das microfranquias, onde os níveis de exigências são baixos e os patamares de investimentos não ultrapassam os R$ 50 mil.
Por Carlos Casartelli
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
MBA para quê?
Currículo recheado de títulos nem sempre é sinônimo de profissionais verdadeiramente capacitados
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Há mais de cem anos, o mestrado em administração de negócios deu aos empresários norte-americanos a base teórica para aquilo que eles só conheciam na prática. Hoje, esse modelo de pós-graduação é um grande diferencial em qualquer mercado de trabalho, valorizado por empresas e desejado por profissionais. Mas um currículo recheado de títulos nem sempre é garantia de sucesso na carreira.
Currículo cheio de MBAs não é tudo
O status que o MBA dá, devido à importância que adquiriu no mercado de trabalho, tem levado profissionais a fazer diversos cursos com o objetivo de se colocar à frente na hora de ser contratado. Por isso, não é raro uma empresa se deparar com um currículo recheado de títulos, muitos dos quais, inclusive, sem tanta utilidade, na prática, para quem os possui. Para os que optam por esse caminho, todo cuidado é pouco.
As empresas e seus recrutadores estão cada vez mais cuidadosos nas seleções, e levam em consideração, sempre, qualidade em vez de quantidade. "Alguns colecionam MBAs como se currículo fosse árvore de natal. Faça um só, mas de excelência", afirma Luiz Affonso Romano, presidente do IBCO - Instituto Brasileiro de Consultores de Organização.
Para o presidente do IBE, instituto de educação em negócios conveniado à Fundação Getúlio Vargas - FGV, Heliomar Quaresma, é fundamental acertar na hora de escolher o curso. "Para o currículo do profissional, cada experiência acadêmica e executiva diz (algo) de sua trajetória, capacidade e intencionalidade. Por isso é importante ter o MBA, mas não qualquer MBA", afirma.
Esse curso é mesmo MBA?
É comum que alguns institutos utilizem o nome MBA para dar notoriedade a pós-graduações em outras áreas, o que, de certa forma, banalizou a nomenclatura no meio acadêmico e criou ressalvas no mercado de trabalho. Quem pretende cursar um Master Business Administration com o objetivo de adquirir conhecimentos para a gestão de negócios realmente, precisa ficar atento às diferenças em relação a outros tipos de pós. "Ele (o MBA) não está no mesmo patamar de outras especializações, pelo nível de aprofundamento teórico / prático", lembra Quaresma. "O MBA é muito mais voltado à realidade do mercado e intensifica a interação mercado / teoria / troca de experiências", complementa o presidente do IBE.
No Brasil, a Associação Nacional de MBA (Anamba), formada por algumas das principais escolas de negócios do país, desenvolve parâmetros que norteiam as estruturas curriculares e oferece aos candidatos informações relevantes na hora de escolher um curso. Para obter mais informações, acesse o site http://www.anamba.com.br/.
MBA para quê?
Heliomar Quaresma ressalta a importância do MBA para a gestão, o que, segundo ele, não se restringe aos conhecimentos focados no tradicional mundo dos negócios. "O MBA possibilita o aprofundamento dos conhecimentos da área de gestão e propicia o desenvolvimento de habilidades requisitadas pelas empresas e organizações do setor público e do chamado terceiro setor", afirma.
A capacidade de aliar teoria e prática e o discernimento para desenvolver soluções rápidas, coisas que o MBA ajuda a desenvolver, são valores que nunca deixam de estar em voga. "Como uma economia em crescente ascensão, o mercado brasileiro demanda profissionais capazes, que saibam aliar teoria e prática, capacidade gerencial e relacional para que sejamos líderes mundiais nos diversos setores da economia, sob a ótica da sustentabilidade ambiental e social", afirma Heliomar Quaresma.
Mas o profissional não pode achar que o curso simplesmente vai colocá-lo à frente dos outros no mercado de trabalho. "Por si só, o MBA nada garante quanto à ‘performance' do eleito. Outros aspectos certamente devem ser avaliados. Por exemplo, o candidato quer um emprego ou um trabalho? Ele continua cuidando de seu aperfeiçoamento?", diz Luiz Affonso Romano.
No Brasil ou no Exterior
Os cursos de MBA brasileiros e os oferecidos nos EUA, por exemplo, têm algumas diferenças, principalmente no que diz respeito à dedicação exigida do aluno. Por isso, escolher entre estudar aqui ou lá fora depende muito do perfil do estudante.
Para jovens recém-graduados, que ainda não têm uma carreira, sair do país para cursar um mestrado em administração de negócios pode valer muito a pena. "Nos Estados Unidos, os MBAs de excelência geralmente exigem em torno de dois anos de dedicação quase exclusiva. Essa duração, mais a sua qualidade e metodologia do ensino, são vantagens indiscutíveis sobre os que vemos por aqui", afirma Luiz Affonso Romano.
Por outro lado, para o profissional que já está no mercado, cursar um MBA oferecido no Brasil mesmo pode ser uma boa alternativa. O país já dispõe de boas escolas e, na maioria das vezes, as próprias empresas financiam os cursos de seus executivos. "No Brasil, o MBA seguiu outra estrutura (diferente da norte-americana), adaptada à realidade da nossa cultura e também do nosso mercado", lembra Heliomar Quaresma. Os chamados MBAs Executivos, voltados para administradores que já têm, em média, 10 anos de carreira, permitem que os alunos estudem e trabalhem ao mesmo tempo.
Estar atento ao reconhecimento das instituições que oferecem MBA, ver se realmente há adequação do tipo de curso oferecido a seu perfil profissional e ter consciência de que ser um "master in business" no papel não basta. Com isso em prática, a pós mais desejada por quem lida com administração de negócios poderá, sim, ser capaz de dar um upgrade em sua carreira e garantir sucesso no mercado de trabalho.
Por Simão Vieira, www.administradores.com.br
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