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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O que é Comércio Eletrônico? Definições e Conceitos

Entende-se por comércio eletrônico todo o processo de compra, venda e troca de produtos, serviços ou informações através da internet ou outras redes de computadores. O comércio eletrônico envolve também comunicar-se, colaborar e descobrir informações eletronicamente. Envolve também aprendizagem a distância (e-learning), governo eletrônico (e-government), dentre outros.
Com o crescimento nos acessos à internet, que aumenta dia a dia, novas formas de negócios vão sendo criados e até mesmo reinventados.

PERSPECTIVAS PARA DEFINIR A CE

Segundo Kalakota e Whinston (1997), existem quatro perspectivas para definir o CE:

• A perspectiva da comunicação: o CE é a distribuição de produtos, serviços, informação ou pagamentos por meio de redes de computadores ou outros meios eletrônicos.
• A perspectiva de processo comercial: o CE é a aplicação de tecnologia para a automação de transações e do fluxo de trabalho.
• A perspectiva de serviços: o CE é uma ferramenta que satisfaz a necessidade de empresas, consumidores e administradores quanto à diminuição de custos e à elevação nos níveis de qualidade e agilidade de atendimento.
• A perspectiva on-line: o CE é a possibilidade de compra e venda de produtos e informações pela Internet e por outros serviços on-line.

Efraim Turban e David King (2004), adicionaram mais duas perspectivas à lista:
• A perspectiva da cooperação: o CE é um instrumento de mediação inter e intracooperativa dentro de uma organização.
• A perspectiva comunitária: o CE é um ponto de encontro para o membros da comunidade poderem aprender, realizar negócios e cooperar uns com os outros.

E-BUSINESS

Alguns definem o termo “comércio” como transações efetuadas entre parceiros de negócios. Por essa definição, pode-se concluir que a expressão “comércio eletrônico” é um tanto restrita. É por isso que muitos preferem o termo e-business, uma definição mais ampla de CE que não inclui somente compra e venda de produtos e serviços, mas também a prestação de serviços a clientes, a cooperação com parceiros comerciais e a realização de negócios dentro de uma organização.

Por meio do CE (comércio eletrônico), podemos incluir:
• Compra e venda de produtos e serviços
• Prestação de serviços a clientes
• Cooperação com parceiros comerciais
• Realização de negócios eletrônicos dentro de uma organização
• dentre outros.
 

 Podemos então dizer que comércio eletrônico (ou CE, ou ainda e-commerce), é um tipo de transação comercial feita especialmente através de equipamento eletrônico, como por exemplo, um computador. Enxergamos que CE é uma forma de negócios bem mais ampla do que diz-se conceitualmente.

CE PURO VERSUS CE PARCIAL

O CE pode exibir diversas formas, dependendo do grau de digitalização (transformação do elemento físico em digital) do produto ou serviço vendido, do processo e do agente de entrega (ou intermediário).

Podemos ter as seguintes dimensões ao pensarmos em CE:
• Um produto pode ser físico ou digital.
• O processo pode ser físico ou digital.
• O agente de entrega pode ser físico ou digital.

Se houver ao menos uma dimensão digital, a situação é considerada CE, mas somente parcial. Por exemplo, se compramos uma televisão no site americanas.com, a compra foi digital (online), mas tanto o produto quanto o agente de entrega foram físicos. Agora, se compramos uma assinatura em uma revista digital, tanto o produto, processo e agente de entrega foram digitais. Ou seja, esta situação mostra uma CE pura.

Da mesma forma, temos organizações (empresas) totalmente físicas, onde a sua estrutura de negócios não possui qualquer relação com a CE, temos as físicas que além de atuarem em endereço certo, possuem também suas transações virtuais, no qual podemos chamar de CE parcial e por fim temos as organizações totalmente virtuais, que podemos chamar de CE puro.

 Também podemos, a partir das dimensões acima descritas, exemplificar modelos de negócios que envolvem a comercialização de bens e serviços físicos e digitais.

VANTAGENS E DESVANTAGENS NO CE

Embora muito já se tenha dito sobre vantagens e desvantagens da adoção de processos de CE, o que percebe-se é que devido a projeções muito otimistas, as empresas passaram a ver o tema com desconfiança, como sinônimo de altos custos e baixos retornos. Mas estudando e compreendendo melhor o assunto, pode-se perceber uma excelente estrutura de negócios.

Boar (2002, p.4) identifica que o CE está se tornando o assunto predominante nas comunidades de negócios em questões de TI e comerciais, devido à rapidez com que ciclos têm se processado. Mas na pressa de implementação de novas tecnologias, o pensamento estratégico de longo prazo tem sido ignorado, levando a um perigoso jogo que pode culminar na diminuição das vantagens estratégicas e tecnológicas no horizonte das empresas.

Todo negócio, seja ele qual for, possui seus riscos. No caso do CE, não foge à regra. O diferencial é o conhecimento que se tem e qual o caminho certo a seguir.

Fonte: O que é Comércio Eletrônico? Definições e Conceitos   By - SucessoEmpresarial.com

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