segunda-feira, 15 de maio de 2023

INTELIGENCIA ARTIFICIAL e ÉTICA: até onde as máquinas podem ir?


 A inteligência artificial (IA) tem sido um tema cada vez mais presente em nossas vidas, desde assistentes virtuais em nossos smartphones até robôs em nossas fábricas. 

O ChatGPT está aí para provar que estamos tão abraçados com a Inteligência Artificial que chega a ser natural falar sobre ela e usá-la nos nossos dias. 

No entanto, com o avanço da tecnologia, também surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada. 

Neste artigo, vamos explorar os desafios da ética na inteligência artificial e a importância de se considerar os limites das máquinas.

Segurança e Privacidade AI

Os desafios da ética na IA

A inteligência artificial já é tão parte da nossa vida quanto qualquer outra tecnologia dos últimos 50 anos. Mas com o aumento do uso dessa tecnologia, também surgem questionamentos éticos sobre seu desenvolvimento e aplicação. 

A seguir, veja alguns dos principais desafios da ética na IA:

  • Criação de conteúdo e Autoria

A IA é capaz de gerar conteúdo de forma automática. Essa tecnologia é capaz de gerar informações coesas, textos legíveis e produções que se passam por humanas com facilidade. 

Mas, como todo uso tecnológico, levanta questões éticas. 

Afinal, muitas vezes, a IA é treinada com base em dados históricos, o que pode perpetuar preconceitos e desigualdades.

Quando se trata de criação de conteúdo, a questão da autoria é um ponto crítico. 

A inteligência artificial pode gerar conteúdo sozinha, o que levanta questões sobre a originalidade e autoria do material produzido. 

IA como armas de guerra:

Outra questão importante que precisa ser discutida sobre a Inteligência Artificial é o uso dessa tecnologia como arma de guerra, seja em drones, robôs terrestres ou em sistemas de defesa automatizados. 

O uso de IA em armas de guerra tem levantado questões éticas, incluindo a falta de controle humano sobre a tomada de decisões em conflitos armados, o risco de danos colaterais e a possibilidade de que a IA seja hackeada e usada contra seus próprios criadores. 

É importante pensar em como regular o uso de IA em conflitos armados para garantir que sua utilização seja feita de forma ética e responsável.

Responsabilidade e transparência:

A IA pode ser usada para tomar decisões em uma ampla variedade de contextos, incluindo em áreas críticas como cuidados médicos, justiça criminal e finanças. 

No entanto, isso levanta questões sobre quem é responsável quando a IA toma uma decisão errada ou prejudica alguém. 

É importante garantir que as empresas que criam e implementam sistemas de IA sejam responsabilizadas por danos causados por esses sistemas. 

Além disso, a transparência em relação aos algoritmos utilizados na tomada de decisões da IA é crucial para garantir que esses sistemas sejam justos e imparciais.

Vieses algorítmicos na IA:

Os algoritmos utilizados na tomada de decisões da IA são projetados para identificar padrões e fazer previsões com base nesses padrões. No entanto, esses algoritmos podem estar sujeitos a vieses, que podem resultar em decisões injustas e discriminatórias. 


Os vieses algorítmicos podem surgir de várias fontes, incluindo dados históricos que refletem preconceitos e desigualdades sociais. É importante reconhecer e mitigar esses vieses algorítmicos para garantir que a IA seja utilizada de forma justa e equitativa.

Privacidade e segurança de dados

A coleta e uso de dados pessoais pela IA podem levantar questões sobre privacidade e proteção de dados. 

Além disso, é preciso garantir que a IA não seja usada para monitorar indivíduos sem seu consentimento ou para fins discriminatórios.

governo italiano proibiu o uso do ChatGPT. O país alega que a inteligência artificial do aplicativo estaria coletando dados pessoais dos usuários ilegalmente. A alegação é de que haveria uma violação da privacidade e dos dados dos usuários. 

Dias depois, a Samsung anunciou publicamente que está limitando a partilha de dados com o ChatGPT. O problema surgiu quando um trabalhador supostamente usou o ChatGPT para verificar erros em uma programação confidencial.

O problema está nas diversas acusações que o ChatGPT tem sofrido de vazar informações de seus usuários e violar a privacidade das conversas e dados trocados na ferramenta. 

O que nos leva ao debate de até onde vai o limite dessas tecnologias e como devemos interagir com elas. 

 Inteligência Artificial versus Trabalho Humano

A inteligência artificial tem a capacidade de automatizar muitas tarefas que antes eram realizadas por seres humanos. Isso pode levar a uma preocupação sobre o futuro do trabalho humano e o impacto da tecnologia na economia e na sociedade.

No entanto, a inteligência artificial também pode ser vista como uma ferramenta para aumentar a eficiência e a produtividade das empresas, permitindo que os seres humanos se concentrem em tarefas mais complexas e criativas.

Por isso, é fundamental que empresas e desenvolvedores de IA considerem cuidadosamente esses desafios éticos e adotem medidas adequadas para garantir que seus produtos e serviços sejam desenvolvidos e utilizados de maneira responsável e transparente.

 A importância da ética na IA

Com a crescente influência da inteligência artificial em nossas vidas, é crucial considerar os aspectos éticos dessa tecnologia. As empresas devem se esforçar para garantir que suas aplicações de inteligência artificial estejam em conformidade com as leis e regulamentações, além de serem éticas e moralmente responsáveis.


A importância da ética na inteligência artificial se estende além das empresas, também afetando governos e legisladores. É necessário haver um diálogo aberto e transparente sobre os limites da tecnologia e como ela deve ser usada para beneficiar a sociedade.

Diante desse debate, muitos já tomam partido. Alguns são a favor completo da liberdade de uso e aplicação de uma tecnologia que, de fato, mudou a nossa forma de produzir e consumir conteúdo. Outros, são contra o uso indiscriminado. 

Um exemplo disso é a polêmica Carta Aberta assinada por grandes nomes do setor tecnológico como Elon Musk, Steve Wozniak e outras 1.000 pessoas. A carta pede a interrupção do desenvolvimento de novas variações de inteligência artificial. 

O argumento da carta é: sistemas avançados de inteligência artificial podem representar riscos profundos para a sociedade, ainda mais em grande expansão e sem um controle para medir seus reais impactos na terra e na vida humana. 

Os participantes da carta alegam que o avanço da IA está acontecendo sem um olhar atento e sem um gerenciamento capaz de entender e controlar as mentes digitais poderosas que estão surgindo. 

Em conclusão, a inteligência artificial é uma tecnologia poderosa e em constante evolução. Embora ofereça inúmeras possibilidades, também apresenta desafios éticos e morais que precisam ser considerados. É importante que as empresas e governos adotem uma abordagem ética para a implementação da inteligência artificial e considerem cuidadosamente os limites das máquinas.

Copiado: Rapadura Tech

quinta-feira, 11 de maio de 2023

A População Atual da Terra é de cerca de 8 bilhões de Habitantes (2022)


A população atual da Terra é de cerca de 8 bilhões de habitantes (dezembro/2022).

Esse é um número "inimaginável", no entanto, se apresentado em termos percentuais, podemos entendê-lo em uma dimensão mais "acessível".

Desse total, ou seja, dos 100% da população, temos:

DISTRIBUIÇÃO GEOGRAFICA 
  • 11% estão na Europa
  • 5% estão na América do Norte
  • 9% estão na América do Sul
  • 15% estão na África
  • 60% estão na Ásia.
CIDADE/CAMPO
  • 49% moram no campo e 
  • 51% vivem em cidades.
LINGUAS FALADAS: 
  • 12% falam chinês, 
  • 5% falam espanhol, 
  • 5% falam inglês, 
  • 3% falam árabe, 
  • 3% falam hindi, 
  • 3% falam bengali, 
  • 3% falam português, 
  • 2% falam russo
  • 2% falam japonês e 
  • 62% falam sua própria língua nativa.
HABITAÇÃO:
  • 77% têm casa própria e 
  • 23% não têm onde morar.

ALIMENTAÇÃO: 
  • 22% são superalimentados, 
  • 63% podem comer uma refeição completa e 
  • 15% estão desnutridos, comeram a última refeição, mas não terão o que comer na próxima.
AGUA POTÁVEL:
  • 87% têm acesso à água potável e 
  • 13% não têm.
COMUNICAÇÃO DIGITAL:
  • 75% têm telefones celulares.
  • 30% têm acesso à internet e 
  • 70% não têm condições de se conectar.
EDUCAÇÃO SUPERIOR:
  • 7% receberam educação universitária e 
  • 93% não frequentaram a faculdade.
ALFABETIZAÇÃO:
  • 83% sabem ler e 
  • 17% são analfabetos.
RELIGIÃO:
  • 33% são cristãos, 
  • 22% são muçulmanos, 
  • 14% são hindus, 
  • 7% são budistas, 
  • 12% são de outras religiões e 
  • 12% não têm crenças religiosas.

  • TEMPO DE VIDA:
  • 26% vivem menos de 14 anos, 
  • 66% morreram entre 15 e 64 anos e 
  • 8% têm mais de 65 anos.
SUA VIDA HOJE:

Se você tem casa própria, faz refeições diárias completas e bebe água limpa, tem celular, pode navegar na internet e conseguiu fazer faculdade, você está no minúsculo grupo de privilegiados que representa menos de 7% de toda a população mundial.

Nas condições atuais, de cada 100 pessoas no planeta, apenas 8 podem viver ou ultrapassar os 65 anos. 
  • Independentemente da sua idade, aprecie a vida e aproveite cada momento.
Se você não deixar este mundo antes dos 64 anos, como as 92% das pessoas que partiram antes de você, você já é abençoado.

Pense nisso!

Te incentivo a viver cada momento restante com paixão, integridade e muito amor a você.

Copiado: Rapadura Tech

sexta-feira, 5 de maio de 2023

Google anunciará em breve a remoção de indicadores de sites seguros no Chrome 117.


Nesta semana, em 2 de maio, o Google anunciou que o ícone de cadeado, há muito considerado um sinal de segurança e confiabilidade do site, passará por uma transformação.

O atual ícone de cadeado será substituído por um novo ícone que não implica, por si só, que um site seja seguro ou deva ser confiável.

O ícone de cadeado foi introduzido inicialmente para indicar que um site estava usando criptografia HTTPS para proteger conexões.

No entanto, como mais de 99% de todas as páginas da web são atualmente carregadas no Google Chrome por HTTPS, o símbolo perdeu sua relevância. 

Infelizmente, isso também inclui sites usados como páginas de destino em ataques de phishing ou outros fins maliciosos, que exploram o ícone de cadeado para enganar os usuários, fazendo-os acreditar que estão protegidos contra ataques.

"Esse mal-entendido não é inofensivo - quase todos os sites de phishing usam HTTPS e, portanto, também exibem o ícone de cadeado", alertou o Google

Até o FBI e outras organizações publicam orientações explícitas afirmando que o ícone de cadeado não é um indicador de segurança do site.


No Chrome 117, o ícone de cadeado será substituído por uma "variante do ícone de música", um elemento da interface do usuário comumente vinculado às configurações do aplicativo e projetado para mostrar que é um item clicável.

O Google ainda exibirá o bloqueio no submenu 'sintonizar' quando as conexões do site estiverem seguras.

Essa mudança foi anunciada pela primeira vez em agosto de 2021, quando a empresa informou que os indicadores de sites seguros não são mais necessários e seriam removidos da barra de endereços do Google Chrome, uma vez que mais de 90% das conexões são feitas por HTTPS.

"Quando o HTTPS era raro, o ícone de cadeado chamava a atenção para as proteções adicionais fornecidas pelo HTTPS.

Hoje, isso não é mais verdade, e o HTTPS é a norma, não a exceção, e estamos evoluindo o Chrome de acordo", afirmou o Google.

O novo ícone está programado para ser lançado no Chrome 117 no início de setembro de 2023, como parte de uma atualização geral de design para plataformas de desktop.

O ícone de cadeado também será substituído no Google Chrome para Android em setembro, mas será removido do iOS, pois não pode ser tocado e é exibido apenas para transmitir informações adicionais sobre o site carregado.


Vale ressaltar que o Google Chrome continuará alertando os usuários sobre conexões HTTP inseguras de texto simples em todas as plataformas.

Você também achava que site seguro era sinônimo de site confiável ?

Copiado:https://www.linkedin.com/in/luizmoura-cybersecurity

quinta-feira, 4 de maio de 2023

Se Para Corrigir; Você Precisa Humilhar; Você Não Sabe Ensinar.


Um jovem encontra um senhor de idade e lhe pergunta:
- Se lembra de mim? 

E o velho diz NÃO.
Então o jovem diz que ele era aluno dele.

E o professor pergunta:
- O que você está fazendo, o que você faz para viver?

O jovem responde:
- Bem, eu me tornei professor.
- Ah, que bom, como eu? (disse o velho)
- Pois sim.

Na verdade, eu me tornei professor porque você me inspirou a ser como você.

O velho, curioso, pergunta ao jovem que momento foi que o inspirou a ser professor.

E o jovem conta a seguinte história:

- Um dia, um amigo meu, também estudante, chegou com um relógio novo e bonito, e eu decidi que queria para mim e eu o roubei, tirei do bolso dele.
Logo depois, meu amigo notou o roubo e imediatamente reclamou ao nosso professor, que era você.

Então, você parou a aula e disse:
- O relógio do seu parceiro foi roubado durante a aula hoje.

Quem o roubou, devolva-o.

Eu não devolvi porque não queria fazê-lo.
Então você fechou a porta e disse para todos nós levantarmos e iria vasculhar nossos bolsos até encontrarmos o relógio.


Mas, nos disse para fechar os olhos, porque só procuraria se todos tivéssemos os olhos fechados.

Então fizemos, e você foi de bolso em bolso, e quando chegou ao meu, encontrou o relógio e o pegou.

Você continuou procurando os bolsos de todos e, quando disse:

- "Abra os olhos. Já temos o relógio."

Você não me disse nada e nunca mencionou o episódio.

Nunca disse quem foi quem roubou o relógio.

Naquele dia, você salvou minha dignidade para sempre.

Foi o dia mais vergonhoso da minha vida.

Mas também foi o dia em que minha dignidade foi salva de não me tornar ladrão, má pessoa, etc. 

Você nunca me disse nada e, mesmo que não tenha me repreendido ou chamado minha atenção para me dar uma lição de moral, recebi a mensagem claramente.

E, graças a você, entendi que é isso que um verdadeiro educador deve fazer.

Você se lembra desse episódio, professor?

E o professor responde:

- "Lembro-me da situação, do relógio roubado, que procurava em todos, mas não lembro de você, porque também fechei os olhos enquanto procurava."

Esta é a essência do ensino:

Se para corrigir; você precisa humilhar; você não sabe ensinar.

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Storytelling: separando as Marcas que Vêm a Passeio daquelas que Vêm pra Ficar

 


Uma história que comove e permanece: o storytelling nada mais é do que a apropriação pelo mercado de consagradas técnicas narrativas. 

Conheça mais aqui.

De quando em quando, a sociedade – e, em consequência, o mercado – adota certos termos para colocá-los no mais alto e reluzente dos pedestais. 

E estes termos invariavelmente se tornam vedetes – ou melhor, verdadeiras manias, buzzwords que, quando analisadas com cuidado, têm muito a dizer sobre a própria sociedade que as cultua. 

É o caso de storytelling

Comumente associado ao marketing, o termo é, sem sombra de dúvida, uma das mais cobiçadas vedetes dos tempos atuais. E isso nas áreas mais distintas, como o próprio marketing, o cinema e a indústria de games.

Pode fazer uma pesquisa informal: você vai descobrir que o termo storytelling foi definitivamente incorporado ao vernáculo atual. 

  • É storytelling na embalagem de iogurte,
  • é storytelling na apresentação mensal de resultados da empresa, 
  • é storytelling no cardápio da padaria do bairro,
  • é storytelling nos posts dos seus amigos nas redes sociais, 
  • é storytelling na homilia do padre na missa… 
Não tem para onde fugir: embora recente, o fenômeno do storytelling é onipresente e, aparentemente, definitivo.

Mas será mesmo recente? Ou apenas inventamos uma nova forma de chamar algo que sempre fizemos, desde quando o mundo é mundo? 

A discussão é riquíssima; talvez nem seja o caso de tomar parte nela. 

De toda forma, vale aqui uma reflexão sobre storytelling – sobretudo para você avaliar como a prática pode beneficiar a sua gestão. 

Afinal, é para isso que estamos aqui.

O que é exatamente storytelling?

A definição que se costuma dar é que storytelling é a prática de se contar uma boa história

E este “boa”, na imensa maioria das vezes, quer dizer relevante. Ou seja, uma história que consiga reter a atenção do interlocutor – esteja ele onde estiver – e que, de preferência, marque-o, fique em sua memória. 

Uma narrativa bem articulada, com começo, desenvolvimento e final específicos, e que de alguma forma capture o público – seja por meio do drama, da tragédia, da comédia ou da ação, não importa.

Afinal de contas, tudo se resume a esta questão: relevância.

No caso do mercado da comunicação, com a dispersão dos públicos das mídias de massa, foi ficando mais e mais difícil que anunciantes se mantivessem significativos. 

O latifúndio que tinham na mente dos consumidores foi se transformando em uma fazenda, depois em sítio, depois em chácara, casebre, e por aí vai. 


Até que se descobriu que uma possível solução para isso estava muito mais perto do que qualquer pessoa imaginasse: nas cabeceiras, nas estantes, nas prateleiras… 

O livros, claro. Os clássicos universais, que se mantêm relevantes há muito tempo.

É compreensível, então, que o mercado de comunicação se aproprie de consagrados recursos de narrativa para combater a dispersão. 

E não apenas o mercado de comunicação: no fundo, a prática de storytelling pode trazer proveitos nas mais diversas áreas da sua vida

Afinal, quase toda comunicação envolve contar uma história – do cafezinho no trabalho ao discurso de formatura.

Por que storytelling é tão importante para os meus negócios?

Pois é. Não daria para explicar a importância do storytelling sem uma reflexão como essa aí de cima. 

Mas o conceito é importante justamente por conta do momento em que vivemos, de comunicação frenética e relações superficiais. 

Para se tornar significativa, a sua marca precisa ampliar a presença na memória do consumidor.

E não só; o storytelling pode fazer um imenso bem a questões do seu cotidiano. 

Afinal, se você pensar bem, faz parte do seu dia de empreendedor convencer as pessoas. E aprimorar as suas narrativas pode ser extremamente útil para conquistar a atenção e conseguir o engajamento de seus interlocutores.


Encontre a mensagem a ser transmitida: é o momento de definir a mensagem principal da sua apresentação. Para isso, faça-se a seguinte pergunta: “se a minha audiência precisasse se lembrar de uma única coisa, o que seria?” Você encontrará a resposta ao refletir profundamente sobre seus objetivos – e, claro, sobre o interesse do público nele.

Encontrou a mensagem? Transforme-a em slogan: ou seja, uma frase concisa, forte e significativa, que resuma todo o teor da mensagem a ser passada. 

Abuse da criatividade; e, caso não seja seu forte, peça ajuda para aquele amigo que conhece do assunto. Assim, ficará muito mais fácil para sua audiência se lembrar da sua mensagem.

Elabore o começo, o meio e a conclusãosua mensagem só será passada com eficiência caso seja construída aos poucos, de forma consistente. 

Utilize outras mensagens para levar àquela aonde você quer chegar, como exemplos e metáforas. 

E busque um desfecho retumbante, uma conclusão poderosa, que ajude a manter a mensagem nas memórias de quem assistir à apresentação.

Copiado: https://endeavor.org.br