segunda-feira, 8 de março de 2021

O Que Caracteriza Assédio Moral no Trabalho?

 


O ambiente de serviço pode desencadear uma série de prejuízos para os empregados.

Nesse contexto, precisamos falar sobre o assédio moral no trabalho. É fato ser muito chato ter a atenção chamada na frente de outros colegas e ser cobrado para atingir metas impossíveis, por exemplo. Essas situações excessivamente constrangedoras podem gerar o direito a uma indenização por danos morais.

Muitas empresas têm trabalhadores que já passaram por esse problema ou, então, presenciaram ou conhecem algum colega que está enfrentando essa situação desconfortável.

Contudo, os empregadores precisam saber que a lei trabalhista protege os funcionários e que eles podem lutar contra o assédio moral e ter os seus danos morais reparados, pleiteando os seus direitos perante a Justiça do Trabalho.

Se você é um empresário que combate o assédio moral no trabalho e quer evitar que esse tipo de situação aconteça no seu estabelecimento, continue a leitura deste artigo!

O que é assédio moral no trabalho?

Assédio moral é uma espécie de violência que consiste em uma série de situações vexatórias de perseguição por atos repetitivos, causando humilhação, constrangimento e ofendendo a dignidade de um trabalhador.

Elas visam diminuir, inferiorizar, isolar e desestabilizar mentalmente o empregado no seu próprio ambiente de trabalho, causando abalos físicos e mentais no indivíduo.

Apesar de ainda ser um tema pouco debatido nas empresas e, às vezes, até confuso para os empregados, o assédio moral é uma prática muito comum no ambiente de trabalho.

Quais situações caracterizam assédio moral no trabalho?

Existem várias situações que fazem com que um empregado seja vítima desse tipo de violência. São alguns exemplos de reclamações que configuram assédio moral:

·       – Acusar o trabalhador de erros que não existem de fato;

·       – Forçar o empregado a pedir demissão;

·       – Impor metas abusivas ou de difícil atingimento;

·       – Xingamentos e agressões verbais;

·       – Brincadeiras ofensivas e constrangedoras;

·       – Humilhações públicas ou privadas;

·       – Ameaça de punição ou demissão;

·       – Causar punições injustas;

·       – Determinar horários e jornadas de trabalho excessivos;

·       – Dar instruções erradas para prejudicar;

·       – Não dar as instruções necessárias;

·       – Retirar os instrumentos de trabalho, como computador, telefone etc;

·       – Atribuir apelidos vexatórios ou pejorativos.

Quais são as consequências?

Algumas situações podem causar diversos danos à saúde psicológica e física do funcionário e comprometer as suas relações afetivas e sociais.

Outras, podem ser graves e desestabilizar o empregado, chegando a interferir na sua vida pessoal. A prática constante pode acarretar a incapacidade para o trabalho e, em alguns casos, até a morte.

Vamos citar alguns exemplos de problemas causados pelo assédio moral no trabalho:

·       – Desmotivação;

·       – Perda da capacidade de tomar decisões;

·       – Estresse e ansiedade;

·       – Isolamento;

·       – Depressão;

·       – Síndrome do pânico,

·       – Pressão alta;

·       – Insônia;

·       – Irritabilidade

·       – Crises de choro;

·       – Problemas gástricos;

·       – Palpitações;

·       – Abandono do emprego;

·       – Suicídio.

Qual deve ser a conduta da empresa frente a esse tipo de situação?

Sofrer assédio moral dentro da empresa é um assunto sério e que deve ser encarado. É preciso que o empregador saiba quais atitudes configuram, de fato, o assédio. Afinal, o conhecimento é o primeiro passo para a adoção de atos de combate e prevenção.

Logo, evitar situações de assédio moral é obrigação do empresário. Ou seja, a melhor forma é sempre a prevenção da sua ocorrência.

Para isso, a organização deve realizar avaliações que estudem os riscos porventura existentes no ambiente do trabalho e, a partir daí, traçar condutas de prevenção, como a instituição de políticas que visam a proteger a dignidade do funcionário. Do mesmo modo, deve fornecer condições adequadas de trabalho, a fim de evitar estresse e outras complicações.

A vítima poderá procurar o setor de Recursos Humanos ou a ouvidoria da empresa para comunicar o fato ocorrido. Por isso, é importante que os empregadores tenham o cuidado de treinar toda a equipe para lidar com esse tipo de situação.

Quais são as consequências do assédio moral para as empresas?

O assédio moral no trabalho pode acarretar para a empresa as seguintes consequências:

·       – Diminuição da sua produtividade;

·       – Maior rotatividade dos funcionários;

·       – Aumento de erros e acidentes de trabalho;

·       – Faltas e licenças médicas;

·       – Aposentadoria prematura;

·       – Danos para a marca;

·       – Prejuízos causados por indenizações de passivos trabalhistas;

·       – Custos decorrentes de tratamento médico e fisioterapia;

·       – Multas administrativas.

Quais os riscos ocasionados se a empresa não adotar a conduta correta?

Infelizmente, o Código Penal não prevê uma tipificação específica para esse tipo de prática. Contudo, autoriza que a conduta do agressor se encaixe nos chamados crimes contra a honra, tais como difamação e injúria, e até mesmo constrangimento ilegal e ameaça.

Por outro lado, a conduta está descrita no art. 484 da CLT, que prevê que algumas maneiras de assédio moral são causas justificantes que autorizam o trabalhador a sair do emprego por meio de rescisão indireta do contrato.

Temos um exemplo de responsabilidade subjetiva, ou seja, agressor e empresa poderão ser responsáveis direta ou indiretamente pelo dano causado.

Assim, a Justiça do Trabalho entende que, caso reste provada a situação de abuso psicológico causado pelo assédio moral no trabalho, a vítima passará a ter direito à reparação por danos morais e físicos.

Caso a empresa não tome uma atitude, poderá ser feita uma denúncia perante o sindicato daquela classe de trabalhadores ou até mesmo ao Ministério Público do Trabalho.

Assim, caso o assédio moral seja comprovado, poderá ser desencadeada uma ação judicial, na qual o trabalhador terá o direito a receber uma indenização correspondente aos danos morais que sofreu. Logo, a empresa deverá responder pela conduta de assédio que foi praticada contra o empregado dentro das suas dependências. Esse processo deve contar com o apoio de um advogado trabalhista.

É importante mencionar que não há valor predeterminado para a reparação do dano. De qualquer forma, este deve ser suficiente para coibir e inibir que outras situações desse tipo aconteçam novamente. O juiz deve levar em conta a situação e manter a razoabilidade, ou seja, balancear a proporção existente entre o dano suportado pela vítima e as responsabilidades e possibilidades da empresa.

O assédio moral no trabalho é uma prática muito recorrente nos ambientes de trabalho das organizações, e a sua discussão ainda pode gerar polêmicas. Por isso, é muito importante que a empresa adote medidas que identifiquem, previnam e coíbam a ocorrência desse tipo de situação abusiva dentro das suas dependências, evitando, assim, que o problema se agrave.

Copiado: https://chcadvocacia.adv.br/

sexta-feira, 5 de março de 2021

Alzheimer: tentar entender o que esta doença pode me ensinar


Quando o Alzheimer tomou conta da pessoa a quem devoto meu carinho e amor...eu tive duas escolhas, lamentar e entrar em profunda depressão ou tentar entender o que esta doença poderia me ensinar.

Quem me conhece sabe a escolha que fiz.

A Doença é terrível, pois o doente começa esquecendo as coisas pequenas até ao ponto de não saber mais quem é, onde vai, não reconhece mais seus entes queridos.

Pequenos lampejos de consciência encarcerados na hibernação das emoções, encontram espaço nos cantos de um sorriso ou no desejo de um abraço.

Hoje mais do que nunca ,quero a cura para o Alzheimer e as demências de qualquer espécie; quero mais apoio para as famílias e mais direito aos cuidados!

Há um motivo pessoal, para pedir a todos colocarem esta mensagem no seu status pelo menos uma hora.

O meu desejo é que em 2021, haja mais direitos para estes doentes e suas famílias.

Seria bom ver a mensagem na página de todos os meus amigos.

Não compartilhar, mas copiar e colar, obrigado...

Para a pesquisa!!!

Para a vida!

Cada vez vemos mais casos aumentar.

Muito triste!!
Profa. Geralda Coutinho

terça-feira, 2 de março de 2021

Luto: Adm. Samuel Melo Júnior deixa legado no Sistema CFA/CRAs

 

É com grande pesar que os presidentes do Conselho Federal de Administração (CFA) e do Conselho Regional de Administração do Maranhão (CRA-MA), Mauro Kreuz e Jaylson Mendonça, respectivamente, comunicam o falecimento do administrador José Samuel de Miranda Melo Júnior. Samuel, como gostava de ser chamado, fazia parte do Sistema CFA/CRAs e sua história de amor pela Administração o levou a fazer muitas coisas pela profissão e pelos profissionais de Administração de todo o país, principalmente os do Maranhão, estado que representava.

Samuel estava com Covid e encontrava-se internado em São Luís (MA), desde início de janeiro deste ano, em decorrência de complicações causadas pela doença. Nas últimas eleições do Sistema CFA/CRAs, ele foi eleito conselheiro federal pelo estado do Maranhão. Contudo, por conta da sua saúde, ele ainda não havia tomado posse como conselheiro federal no CFA e sua ausência no plenário da autarquia era sentida e mencionada por todos os colegas.

O administrador foi conselheiro regional efetivo de 2005 a 2008 e, depois, de 2017 a 2020. O seu último cargo no Sistema foi o de presidente do CRA-MA, posto que exerceu no biênio 2019-2020. Na sua gestão, ele realizou muitas ações e uma das mais significativas foi, sem dúvida, a inauguração, em 2019, da nova sede do regional que era, há muito tempo, uma solicitação antiga dos profissionais de Administração daquele estado.

Doutor em Administração, Samuel também era muito ligado à área acadêmica e, no CRA-MA, ajudou a conduzir importantes eventos como o já consolidado Encontro Maranhense de Administração (Emad). Além disso, Samuel foi conselheiro federal pelo Maranhão no CFA e, na autarquia, ele também fez história e deixou um legado de inúmeras ações.


No CFA, ele foi diretor de Formação Profissional de 14 de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014 e ajudou a retomar a Pesquisa Perfil do Administrador, e também a executar outros projetos da Câmara como o prêmio Belmiro Siqueira e a implantação do Programa de Certificação Profissional em Administração do Sistema CFA/CRAs. Além disso, representou o CFA em importantes reuniões no Ministério da Educação, momento em que defendeu calorosamente mudanças significativas no ensino da Administração e os interesses dos profissionais e estudantes de ADM de todo o Brasil.

Outra contribuição valorosa do administrador Samuel foi sua participação na construção das novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) dos cursos de Administração, aprovadas no ano passado. Na época, ele disse: “A busca é tornar a formação em Administração além dela mesma”.

No CFA, o administrador passou por outras áreas. De abril de 2015 até 2 de junho de 2016, Samuel foi membro da Câmara de Fiscalização e Registro Profissional do CFA. A partir do dia 3 de junho de 2016, ele passou a ser diretor da Câmara de Registro Profissional, cargo que exerceu até dezembro daquele mesmo ano.

Samuel também era presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ele era, ainda, doutor em Administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e mestre em Economia com ênfase em Comércio Exterior e Relações Internacionais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Foi professor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) desde 2003, com especialização em Gestão Pública, pela Fundação João Pinheiro, e em Educação, pela Uema. Na Organização Latinoamericana de Administração (OLA), Samuel era coordenador da Comissão Tecnologia Observatórios.


Samuel tinha apenas 52 anos e deixa cinco filhos: Samuel, Pedro, Matheus, Davi e Alice. Estes dois últimos, os mais novos, são frutos do casamento com a administradora Alinne Andrade, por quem era apaixonado. No último aniversário da esposa, ele não poupou elogios à companheira. “Mulher meiga, harmoniosa, autêntica e com o amor no coração. Mãe metódica, disciplinadora, acolhedora e acima de tudo, guerreira com eles: Davi subindo no telhado, Alice pulando do berço. Além de meiga e amiga com Samuel, Pedro e Matheus. E comigo tudo que um homem espera de uma grande mulher: companheirismo, diálogo, carinho e muito amor! Te amo!”.

Plenário em luto

A morte do administrador José Samuel de Miranda Melo Júnior ocorreu no mesmo dia em que os conselheiros federais do CFA estão reunidos na reunião plenária de março. Ao iniciar o presidente do CFA, Mauro Kreuz, lamentou o falecimento do amigo.

“Tive o prazer de sucedê-lo na Câmara de Formação Profissional e aguardava, esperançoso, por sua recuperação para que viesse a tomar posse e tomar assento em sua cadeira. Desde a sua internação, começamos uma corrente de orações”, disse.


Indignado, Mauro culpou o negacionismo com relação a Covid-19 pela morte de Samuel e das mais de 250 mil vítimas fatais da doença. “Temos que banir essas pessoas, pois elas não merecem estar onde estão. Isso é inadmissível! Nós não podemos mais compactuar com insanidades”, afirmou.

Todos os demais conselheiros também fizeram suas homenagens a Samuel. Em nome de todo Sistema, Mauro prestou condolências a todos amigos e familiares do administrador Samuel Melo Júnior e lembrou que, agora, ele encontrou a paz. “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. (João 11:25-26).

Assessoria de Comunicação CFA


segunda-feira, 1 de março de 2021

Funcionário Feliz Produz Mais? Descubra aqui!


 É senso comum no mercado de trabalho dizer que funcionário feliz produz mais. E essa ideia não existe à toa: a satisfação dos colaboradores realmente está relacionada aos resultados da empresa. Segundo um estudo feito pela Forbes, profissionais realizados no trabalho são até 20% mais produtivos que aqueles que não se sentem assim.

Em um mercado cada vez mais competitivo, contar com pessoas dispostas a dar tudo de si é extremamente importante. Afinal, isso representa mais inovação, menos custos operacionais e uma larga vantagem sobre os concorrentes.

Neste artigo, você conhecerá mais vantagens da felicidade no trabalho e descobrirá como tornar seus funcionários mais satisfeitos. Confira!

 O que é felicidade no trabalho?

felicidade no trabalho ocorre quando o colaborador está 100% satisfeito com todos os aspectos do seu dia a dia na empresa.

Isso envolve fatores como saláriobenefícios, relacionamento com os colegas, identificação com a cultura e desafio profissional. Com tudo alinhado, o grau de satisfação da equipe aumenta, melhorando a motivação e o engajamento.

Dessa forma, como dito anteriormente, o funcionário feliz produz mais, pois se sente mais realizado pessoalmente. Mas essa não é a única vantagem de investir na satisfação dos colaboradores.

Confira, a seguir, mais benefícios que cuidar do bem-estar dos profissionais da sua equipe:

 Redução do turnover

Quando o assunto é satisfação, as organizações normalmente colocam seus clientes à frente dos colaboradores.

O raciocínio é simples: quando o cliente não está feliz, ele procura outra empresa, e isso é péssimo para os negócios. Mas você já parou para pensar que com os funcionários acontece a mesma coisa?

Se os profissionais não estão felizes, vão buscar satisfação em outro ambiente de trabalho, o que aumenta o turnover. Junto com ela, sobem os gastos com processos seletivos, treinamentos e integração de novos funcionários.

Segundo dados do Work Institute, um turnover alto aumenta os custos em cerca de 33% da folha salarial.

Portanto, ter colaboradores felizes significa redução do turnover e dos custos da empresa. Além disso, muito menos tempo e esforço são gastos em recrutamento e seleção.


 Redução do absenteísmo

Equipe feliz não falta ao trabalho. Se você transforma o ambiente de trabalho em um lugar onde os colaboradores querem estar, o resultado é uma redução significativa na taxa de absenteísmo.

De acordo com uma pesquisa americanacolaboradores satisfeitos ficam dez vezes menos ausentes por motivos médicos que funcionários desmotivados ou infelizes.

Assim, investir na felicidade do time pode poupar a empresa de precisar procurar pessoas para substituir ausências de última hora.

Além disso, a equipe não fica sobrecarregada, eliminando a necessidade de horas extras e o risco de problemas de saúde por excesso de trabalho.

 Aumento da satisfação do cliente

Funcionário feliz produz mais e aumenta a satisfação do cliente. Você provavelmente já saiu de uma loja irritado por ter sido atendido por alguém que claramente estava de mau humor, ou que claramente não queria estar ali.

Na sua empresa, não é diferente: para fazer o cliente feliz, o profissional precisa estar feliz.

O colaborador é o responsável pelas principais interações com os clientes. Se ele estiver satisfeito com o trabalho, será muito mais solícito ao tirar dúvidas e oferecer soluções.

Por outro lado, gente desmotivada deixa transparecer isso no dia a dia, e quem compra de você percebe isso com facilidade.

Mesmo se a pessoa não trabalhar diretamente com atendimento, a qualidade das suas entregas será muito melhor se ela estiver feliz. E isso também impacta na satisfação do consumidor final, já que um serviço ou produto bem feito é a base para o sucesso de uma empresa.

 Como promover a felicidade dos colaboradores?

Agora que você já sabe a importância de promover a felicidade dos funcionários, é hora de conhecer estratégias para colocar isso em prática.

Cada profissional, dependendo do seu momento de vida, vai valorizar aspectos diferentes. Por isso, é importante observar cada caso individualmente e traçar um plano personalizado para a sua equipe.

No entanto, algumas táticas são essenciais para aumentar a satisfação em qualquer ambiente de trabalho, seja ele qual for. Veja abaixo algumas delas!

 Construa um clima positivo

São muitos os fatores que influenciam na qualidade do clima organizacional. Mas, no geral, pode-se dizer que tudo tem a ver com relacionamento.

Se o funcionário se sente acolhido pelos gestores e colegas, já é meio caminho andado para ele se sentir feliz.

Uma boa forma de conseguir isso é investindo em eventos para descontrair a equipe e fortalecer vínculos. Happy hours, almoços em grupo e confraternizações são ótimas alternativas.

No dia a dia, é preciso que os líderes tenham abertura para o diálogo e estejam sempre de olho nas necessidades dos funcionários.

 Ofereça um plano de carreira

Com um plano de carreira bem estruturado, o funcionário saberá que tem chance de crescer na empresa. Isso é fundamental para qualquer profissional se sentir mais feliz e motivado.

Para usar isso favor da empresa, o plano deve ser sempre personalizado para cada colaborador, levando em conta seus objetivos e competências. Além disso, precisa ser acompanhado por treinamentos e feedbacks.


Dessa forma, o funcionário saberá exatamente o quê precisa melhorar no seu trabalho e terá todo o apoio da empresa para conseguir isso.

As metas estabelecidas também ficam mais evidentes, o que facilita a evolução do profissional dentro da organização.

 Reconheça o bom trabalho

A relação entre felicidade e produtividade funciona como um ciclo. O funcionário feliz produz mais e tem seus esforços reconhecidos. A valorização, por sua vez, aumenta a satisfação e ajuda a melhorar ainda mais a produtividade.

Por isso, todo resultado diferenciado deve ser recompensado de alguma forma. Pode ser um elogio público, um bônus financeiro ou uma promoção de cargo, entre outras alternativas.

O importante é que o profissional perceba que está sendo observado e que seu empenho não é em vão.

Essa atitude, além de valorizar o colaborador em questão, inspira os outros a produzir mais para conquistar reconhecimento.

 Invista em benefícios diferenciados

Os benefícios são muito importantes para promover a felicidade no trabalho. É importante ir além do pacote básico, com vale-refeição e plano de saúde. Pense em vantagens criativas e relevantes para a vida do funcionário.

Hoje, muitas empresas investem em convênios com academiapagamento on-demand e até períodos sabáticos depois de certo tempo de casa.

Para descobrir o que os colaboradores gostariam de receber, uma boa dica é fazer uma pesquisa entre eles. Assim, fica mais fácil investir com precisão e acertar nos benefícios.

Agora que você já entendeu por que funcionário feliz produz mais, que tal colocar o que aprendeu em prática?

Observe de perto a sua equipe e entenda o que eles precisam para ficarem mais satisfeitos no ambiente de trabalho. Com certeza sua empresa terá ótimos ganhos em produtividade e satisfação do cliente.

 Copiado: https://www.xerpa.com.br