QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Conhecimento x Competência

Para pensar: “Você só pode tropeçar se estiver andando”  Roberto Goizueta

Quando você pensa em um profissional competente, o que lhe vem à mente? Que características essa pessoa possui que a tornam um(a) profissional de destaque? Ao falarmos sobre competências, o termo mais conhecido e que melhor sintetiza seu significado é o famoso CHA (conhecimentos, habilidades e atitudes). De volta ao questionamento anterior, o que lhe vem à mente ao pensar em um(a) profissional competente? Alguém com muito conhecimento, bastante habilidade ou muita atitude?
Hoje, somos expostos a novas informações e a novos conhecimentos a cada instante, e por inúmeras fontes: jornais, revistas, TV, sites, e-mails, redes de relacionamento, etc. Diante desse cenário, deixo mais uma pergunta: o conhecimento se transforma em competência de maneira automática?
Costumo dizer que a atitude é o que nos faz desenvolver a habilidade sobre um conhecimento adquirido. Isso significa que não basta dominar um determinado assunto ou ser profundo conhecedor de um tema em especial se, ao ser submetido a situações em que esse conhecimento precise ser colocado em prática, não concretizá-lo. Nesse contexto, não houve o “A” de atitude nem a materialização/entrega de competência.
Significa que o conhecimento tácito, aquele que está em nossas mentes, só se transforma em competência quando é explicitado, posto em prática e vivenciado de forma real. Para fazer uma analogia com uma questão prática do nosso dia a dia, dou um exemplo: muitos de nós dirigimos automóveis e, para obter a carteira de habilitação, foi necessária a realização de exames teórico e prático.
Agora, pense no momento em que você se preparou para os exames realizados e foi aprovado(a). Após essa breve reflexão, deixo mais uma pergunta: a aprovação nos exames teórico e prático para a obtenção da licença para dirigir garante que você seja um(a) motorista preparado(a) para enfrentar o trânsito caótico de nossas cidades? Há um ditado popular que ouvi muitas vezes e que confesso ser partidário: “Uma coisa é ter a habilitação, outra é saber dirigir”.
Pense sobre isto: conhecimento não é competência. Competência, em sua essência, só existe quando somamos seus três pilares – conhecimento, habilidades e atitudes (CHA). Portanto, adquira conhecimentos e desenvolva habilidades por meio de suas atitudes ou tenha atitude para desenvolver habilidades sobre os conhecimentos que adquiriu.
Euclides Júnior é consultor da Leme Consultoria.

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