QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, VIATNT e AGUASHOW), Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

As Características de um Líder e os Melhores Líderes da História!

conceito de liderança vem sendo revisado ao longo do tempo, principalmente em função de discussões que envolvem o papel do líder dentro do universo corporativo.
Mas de fato, liderança define a capacidade de influenciar outras pessoas, incentivando-as a trabalhar com entusiasmo, em prol de um projeto comum.
Assim, esse conceito tem sido moldado para ganhar um formato gerencial.E neste ponto, vale lembrar que empresas são, em linha gerais, entidades organizadas com a finalidade de obter lucros financeiros por meio da atuação de profissionais especializados em diversas áreas do conhecimento.
E o líder é justamente o responsável por interagir com todos os colaboradores, exercendo essa influência, de modo que as equipes realizem determinadas tarefas, garantindo que os objetivos planejados, sejam atingidos.

O estilo de liderança

Porém, existem diversos estilos de liderança.Essa variação acontece, pois as atitudes e comportamentos do líder estão fundamentados em algumas questões particulares – como experiências anteriores, crenças, ideologias e no próprio modelo mental.
E essa “bagagem” faz com que os estilos de liderança se distingam, sendo mais ou menos eficientes, de acordo com as características e peculiaridades de cada equipe.Assim, é possível encontrar líderes democráticos, meritocráticos, liberais, autoritários, paternais ou motivadores, além do líder transformador, servidor e coach.
Sendo que esses três últimos estilos – ou uma mescla deles – tem demonstrado melhores resultados, a curto, médio e longo prazos.De fato, o maior propósito da liderança deve ser ajudar o time a se desenvolver em vários aspectos, fazendo com que todos atinjam um desempenho extraordinários.
Assim, líder derruba as antiquadas barreiras hierárquicas e consegue horizontalizar a gestão.Além disso, o líder deve orientar e dividir com o grupo, uma visão sistêmica e abrangente do negócio – de modo que os liderados compreendam as possibilidades e principalmente, o que deve ser feito.
Ao mesmo tempo, precisa fornecer ferramentas e criar condições para que todos possam evoluir, superar metas e vencer desafios.E ainda, inspirar através do exemplo – com uma postura positiva, que inclui ética, honestidade, imparcialidade, coerência, humildade, equilíbrio emocional e muita determinação.
Deste modo, é possível conquistar a confiança, a admiração e até mesmo, a simpatia da equipe.Paralelamente, consegue estar presente e acessível, orientando, aprendendo e ensinando, assim, é capaz de reter talentos e construir um clima organizacional colaborativo.

A teoria dos 9 Cs

Segundo Lee Iacocca – lendário executivo do setor automobilístico – as características de um líder são marcantes e balizam a teoria dos 9 Cs. Confira agora quais são essas características:

Curiosidade - A curiosidade é um elemento indispensável para o processo de aprendizado contínuo.

Por isso, o líder busca sempre novas informações – através de leituras, pesquisas e participação em eventos, seminários e feiras. Desta forma, se mantém atualizado sobre novas tendências, tecnologias, concorrência e nichos de mercado.Além disso, o líder também está sempre disposto a ouvir opiniões e sugestões, com empatia. Afinal, colaboradores, parceiros do negócio, fornecedores e clientes são fontes inesgotáveis de ideias e soluções.
Essa habilidade lhe garante diferentes perspectivas, que podem ser muitos úteis no dia a dia – principalmente para a tomada de decisões estratégicas.A curiosidade mantém o líder em movimento, procurando novas possibilidades para ampliar a operação.

Criatividade

A criatividade costuma ser alimentada pela curiosidade e pelo conhecimento.Assim, o líder é capaz de enxergar alternativas para os problemas atuais e também, novas oportunidades para a empresa.
Essa criatividade é importante para a otimização de processos, redução de custos, racionalização de recursos, eliminação de gargalos, desenvolvimento de novos produtos ou serviços e claro, para a identificação de chances de expansão.A flexibilidade e a versatilidade também fazem parte deste mesmo contexto.
O líder incentiva a inovação e reconhece a necessidade de uma adaptação rápida às mudanças, eliminando as resistências e bloqueios – pessoais e da equipe.

Comunicação

Uma das características de um líder é ser também um bom comunicador.Neste sentido, é preciso incluir a utilização de mecanismos eficazes para compartilhar informações, disseminar condutas, indicar prioridades, direcionar os trabalhos, além de esclarecer dúvidas.
Atualmente já existem diversas soluções que podem agilizar a comunicação entre líder e liderados. Os softwares integrados, aplicativos, chats e redes sociais corporativas, são bons algumas opções.Mas o contato pessoal não pode ser esquecido e por isso, as reuniões são tão importantes. Nestes encontros, o líder consegue alinhar expectativas, tratar objeções, responder a perguntas e principalmente, encorajar a participação e a colaboração de todos.
Essa prática garante a formação de equipes mais completas, atuantes, questionadoras e críticas – o que favorece o desempenho e a produtividade coletiva.

Caráter

O caráter é a integração entre as virtudes e defeitos morais do indivíduo e é evidenciado por uma série de posturas, demonstradas no cotidiano.Altruísmo, retidão, neutralidade e isenção, suportam as iniciativas e as decisões do líder.
Saber a diferença entre o certo e o errado, ter humildade para reconhecer as próprias falhas e manter a firmeza de propósito – são atitudes que complementam esse perfil.E o caráter é confirmado também pela coerência na gestão, que preza pela reputação e pela imagem da empresa – repudiando condutas ilícitas e eliminando desvios, fraudes e a corrupção, ativa ou passiva.
Também é preciso separar caráter de habilidade.Enquanto o primeiro determina que o profissional é, a segunda indica sua capacidade de realização.Por isso, muitos líderes chegam ao topo, mas não se sustentam, pois são tomados por orgulhos e vaidades.Ou seja, a falha de caráter se evidencia diante do sucesso, da bajulação e do aliciamento.

Coragem

Neste caso, é preciso lembrar que arrogância e intolerância são sinais de imaturidade e insegurança, por isso, não podem ser confundidas com coragem.De fato, coragem é uma força interior, que evita a prostração, mesmo diante do medo, de incertezas ou de intimidações. Está diretamente relacionada ao caráter e ao comprometimento com uma causa.
E a coragem também é um componente que garante a distância da zona de conforto – afinal, zona de conforto é definida pela psicologia, como um conjunto de ações, pensamentos e comportamentos, que um indivíduo mantém e que o coloca em uma situação conveniente, longe de temores ou ameaças.Nessa condição, o profissional fica preso a um desempenho mediano e limitado. Por isso, o líder assume uma posição contrária a essa comodidade, buscando sempre novos desafios.

Convicção

A convicção é a certeza que um indivíduo possui, sobre algo em que acredita. O líder defende suas opiniões, valores e aspirações, com paixão.Mesmo que pareça visionário ou pouco realista, insiste em uma argumentação rica e entusiasmada, para convencer a todos, através da influência.
E essa convicção é um dos fatores que inspiram os seus liderados, pois muitos compartilham destes mesmos princípios e veem no seu líder, um verdadeiro representante.Além disso, na esfera empresarial, há sempre uma certa instabilidade e claro, uma forte dependência em relação a situação econômica do país.
Crises, inflação, variação do câmbio, restrição ao crédito e queda nas vendas – são alguns aspectos que  impactam diretamente nos resultados operacionais.Assim, surgem as incertezas, que afetam negativamente o desempenho das equipes.Nestes momentos, a convicção do líder produz a tranquilidade e a motivação necessárias, para que os profissionais voltem a atuar com excelência.

Carisma

Carisma é uma habilidade inata, que gera encantamento e fascinação nos demais – através de atitudes, comportamentos e resoluções.O líder é carismático pois possui um conjunto de qualidades que o caracteriza como um profissional notável, admirável, confiável – e dentre essas qualidades estão a autoestima, a aptidão para assumir riscos, altos níveis de energia interna, o poder de persuasão, bom humor, gentileza e a vocação para a articulação.
Na verdade, a palavra carisma vem do grego e significa ter a capacidade de agradar, atrair e cativar as pessoas, despertando atenção e interesse.Está associado, principalmente, a profissionais bem-sucedidos, em diversas áreas de atuação, e que se sobressaem devido a uma personalidade forte e impactante.

Competência

Um líder, precisa desenvolver competências técnicas, gerenciais e comportamentais, para então ser capaz de conduzir sua equipe com eficiência.Assim, o aprendizado deve ser contínuo, através de cursos de atualização, especialização ou pós-graduação e também, de iniciativas para o aperfeiçoamento do potencial de liderança – como o coaching de carreira, o mentoring, os feedbacks e as autoavaliações.
Assim, é possível trabalhar o autoconhecimento, reconhecer os próprios defeitos, preferências, ambições e aptidões – e definir um plano para corrigir as fraquezas e aperfeiçoar as habilidades mais exigidas no universo corporativo e no ambiente empreendedor.Com essa preparação, é mais fácil conquistar resultados importantes para o negócio – com o envolvimento de equipes talentosas e engajadas.Por isso, essa competência deve se refletir também na gestão do capital humano.

Senso comum (common sense)

Senso comum é o modo de pensar da maioria das pessoas, ou seja, são noções admitidas por praticamente todos os indivíduos.Trata-se da sabedoria adquirida a partir de experiências, vivências e observações.O senso comum se caracteriza por conhecimentos acumulados e que permitem enxergar a longo prazo.
Por isso, outra característica de um líder é compreender o mercado, as demandas, os concorrentes e os impactos provocados por variáveis externas. Todas essas informações possibilitam um planejamento consistente e evitam o imediatismo.Assim, é possível manter o foco em questões estratégicas.E ao compartilhar essa visão com a equipe, o líder indica claramente o caminho a ser seguido para a obtenção dos resultados esperados e ainda demonstra controle sobre a situação.
Desta forma, também consegue conquistar a confiança de seus liderados.Há quem advogue que é necessário incluir mais um item à esta teoria.De fato, não seria exatamente de uma característica pessoal a ser acrescentada e sim, uma habilidade.De acordo com executivos, empresários e gestores, a capacidade de gerenciar a Crise, deveria fazer parte desta lista.

Exemplos de líderes mundiais que inspiram os empreendedores

Alguns líderes são reconhecidos mundialmente – por sua visão sistêmica, coragem, persistência ou pela paixão.E por isso, são exemplos para novos empreendedores.Dentre os mais famosos e admirados, estão:

Bill Gates - Com 21 anos já era um dos empreendedores mais bem-sucedidos da história. Ao lado de seu amigo e parceiro empresarial, Paul Allen, fundou a Microsoft — a mais importante empresa desenvolvedora de softwares de todo o planeta.

Bill Gates construiu um império e modificou definitivamente, a forma como a sociedade se comunica e relaciona.Como líder, Gates recomenda que todos os empresários exercitem suas ideias e o pensamento criativo, diariamente – evitando rotinas, de modo a aguçar a percepção sobre detalhes, alternativas e possibilidades.

Jorge Paulo Lemann - Dono de uma das maiores fortunas do país, Lemann é um dos controladores da AB InBev, a maior cervejaria do mundo, além da Burger King, ALL e Lojas Americanas, apenas para citar as principais.

Foi o precursor na introdução da meritocracia na gestão de suas empresas – através de metas agressivas de crescimento e redução de custos, atreladas a altos bônus em dinheiro e ascensão profissional.É conhecido por sua determinação, disciplina e capacidade de inovar.

Walt Disney - Walt Disney faleceu antes mesmo de inaugurar seu famoso parque.

Criou uma empresa que é referência mundial e que tem como foco, buscar a perfeição e conquistar resultados cada vez maiores e melhores – através de clientes satisfeitos e fidelizados.A Disney tem como premissa, valorizar a cultura organizacional voltada para o sucesso, com líderes de alta performance, que estimulam um ambiente colaborativo.Entre os ensinamentos deixados por esse líder, está a valorização do indivíduo e adoção de práticas que garantam o engajamento e motivação dos liderados.

Steve Jobs - Falecido em 2011, foi responsável pela fundação da Apple. Com sua criatividade, perfeccionismo e espírito de liderança, Jobs conquistou não apenas consumidores, mas também, fãs da marca.

Provou que uma cultura organizacional bem definida é um elemento indispensável para a competitividade de uma empresa.Como líder, Jobs procurava compartilhar sua visão com seus colaboradores, de forma a reforçar o comprometimento de todos com o negócio, com a missão e com os valores corporativos.

Bernardo Rezende - Um dos técnicos mais vitoriosos do mundo, é conhecido por ter conquistado muitos títulos para o vôlei no Brasil.

Bernadinho valoriza, acima de tudo, a motivação de seus jogadores, com uma liderança impecável.Determinado, firme e passional, é um apaixonado pelo esporte e possui diversas características de um líder, como autenticidade, transparência e capacidade de realização.
By  - http://saiadolugar.com.br/

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

4 VANTAGENS DE CONTRATAR FUNCIONÁRIOS MAIS VELHOS


Em um momento crítico na empresa, a experiência faz toda a diferença
Com o avanço da medicina, a população acima dos 50 anos aumenta no país. Atualmente, 47 milhões de brasileiros estão nessa faixa etária, o que equivale a ¼ da população. 

De acordo com o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, em 2045, essas pessoas representarão metade do povo brasileiro.


A idade pode chegar, mas a tendência é que essas pessoas se mantenham ativas no mercado de trabalho por cada vez mais tempo. E isso é defendido por muitos especialistas. “A mistura de idades dentro de uma equipe é uma política que está se solidificando. Ela permite uma troca de experiências que é extremamente benéfica”, afirma Maria Ester da Cruz, gerente do Núcleo de Carreiras do Insper. 
Para o presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, Nilton Molina, a longevidade entrou na sociedade de vez. “As empresas começaram a entender que, dependendo da atividade, o recurso mais velho é mais produtivo que o recurso mais novo”, diz. Pensando nisso, ele e Maria Ester listaram algumas vantagens na contratação de funcionários mais velhos.
1. Decisão
Em um momento crítico na empresa, a experiência faz toda a diferença. Os profissionais mais velhos tendem a ser mais ágeis na tomada de decisões. “Esse funcionário faz um diagnóstico mais rápido. Ele coloca mais a mão na massa”, afirma Maria Ester.
2. Resiliência
Funcionários mais jovens, em sua maioria, estão deslumbrados com sua carreira e se decepcionam rapidamente com algumas limitações encontradas no trabalho. De acordo com Maria Ester, o profissional com mais de 50 anos “dobra, mas não quebra”. Por ser mais experiente, está acostumado a ouvir “não” em diversas situações. Isso faz com que ele seja mais resiliente.
3. Mentoria
Os profissionais mais experientes podem atuar até mesmo como mentores dos membros mais jovens de uma equipe. Nisso, também entra outra característica muito forte desse tipo de funcionário: a paciência. Molina, inclusive, afirma que pessoas acima de 50 anos são mais indicadas para lidar com clientes: “Eles são mais pacientes e conseguem entender um consumidor mais velho, por exemplo.”
4. Qualificação
Os profissionais precisam se manter por cada vez mais tempo no mercado de trabalho - ou simplesmente não querem sair dele. “Para se destacarem e, consequentemente, serem contratadas, essas pessoas estão se mantendo atualizadas ganham mas qualificação”, explica Maria Ester. Com a diminuição de novos profissionais qualificados, o funcionário mais velho e com uma melhor formação pode ser mais rentável à empresa.

Copiado: http://revistapegn.globo.com/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A Inveja e a Síndrome de Solomon

Você conhece a síndrome de Solomon?
Ela foi desenvolvida pelo psicólogo americano Solomon Asch, em 1951. Para comprová-la, Solomon realizou um teste com 123 voluntários, que acreditavam participar de um teste de visão. Para isso, Asch combinou as respostas com um grupo de sete alunos escolhidos anteriormente por ele, para que assim a 'vítima' do teste fosse analisada durante o experimento.
O psicólogo mostrou três linhas de diferentes comprimentos e as juntou com uma quarta. Os alunos tinham que dizer em voz alta qual (ou quais) das três linhas verticais era igual à outra desenhada ao lado. Os sete alunos respondiam primeiro, visando induzir o aluno 'vítima' a errar. Como? Através da opinião.
Os estudantes escolhiam sempre a mesma resposta (a incorreta), seguindo a orientação de Solomon. Para não ficar muito óbvio, um ou dois alunos escolhiam outras alternativas, desde que elas também estivessem erradas. Ao todo, o exercício foi repetido 18 vezes pelos 123 voluntários que participaram do experimento.
O resultado
Só 25% dos participantes seguiram com a sua escolha inicial, sem sofrer interferência dos 7 estudantes que sabiam do teste. Ou seja, 75% dos alunos cobaias responderam incorretamente mais de um terço das vezes para não ir contra o que dizia a maioria.
No fim, os alunos que erraram a alternativa alegaram que conseguiam distinguir a linha correta sem problemas, mas que não tinham feito isso por "medo de se equivocar, de ser exposto ao ridículo ou de ser o elemento discordante do grupo”.
Segundo Solomon, nós seres humanos estamos muito condicionados em relação ao que pensam da gente.
Segundo Borja Vilaseca, escritor e palestrante internacional, "padecemos da síndrome de Solomon quando tomamos decisões ou adotamos comportamentos para evitar sobressair, se destacar ou brilhar em um determinado grupo social, e também quando nos boicotamos para não sair do caminho trilhado pela maioria", diz o autor em um artigo do El Pais.
Segundo o especialista, o medo de chamar atenção em excesso é gerado de forma inconsciente, onde o a "vítima" não sabe quando parar com aquilo e o quanto isso atrapalha na vida pessoal e profissional do indivíduo.
"Muitos tememos chamar atenção em excesso – e inclusive triunfar – por medo de que nossas virtudes e nossas conquistas ofendam os demais. Esta é a razão pela qual, em geral, sentimos um pânico atroz ao falar em público. Não em vão, por uns instantes, nos transformamos no centro das atenções. E ao nos expormos abertamente, ficamos à mercê do que as pessoas possam pensar de nós, o que nos deixa em uma posição de vulnerabilidade.", relata Vilaseca.
Segundo Vilaseca, essa síndrome mostra o nosso lado obscuro, revelando a nossa falta de autoestima e de confiança, ao mesmo tempo que mostra uma verdade pouco vista: "continuamos fazendo parte de uma sociedade na qual se tende a condenar o talento e o sucesso alheios.", comenta.
Mas, o que é inveja?
Podemos citar, por exemplo, quando você se compara com alguma outra pessoa e conclui que tem menos que ela. É natural que você se sinta menor, mais 'pobre', simples, inferior. As reações são as mais variadas possível, claro. Há quem sinta tristeza e há quem sinta vontade de destruir aquilo que a outra pessoa tem, visando superá-la ou simplesmente tirar dela o que, na teoria, a faz feliz.
A inveja não é algo que existe apenas nos 'sete pecados capitais'. Todos os dias, em diversas situações, várias atividades geram inveja sobre algo ou alguém, muitas vezes - ainda - causando problemas graves.
"Sob o feitiço da inveja, somos incapazes de ficar felizes com as alegrias alheias. De forma quase inevitável, essas atuam como um espelho onde costumamos ver refletidas nossas próprias frustrações. No entanto, reconhecer nosso complexo de inferioridade é tão doloroso, que necessitamos canalizar nossa insatisfação julgando a pessoa que conseguiu o que invejamos. E para encontrar motivos para criticar alguém basta ter um pouco de imaginação.", explica Borja.

Como abandonar o complexo de Solomon?
Segundo Vilaseca, é preciso - inicialmente - superar a obrigação de sempre acreditar nas opiniões alheias. Melhor dizendo, não ouvi-la ou, no mínimo, interpretá-la como algo construtivo e não necessariamente como algo que cause inferioridade.
"O primeiro passo para superar o complexo de Solomon consiste em compreender a futilidade que é se deixar incomodar pela opinião que as outras pessoas têm sobre nós. Se pensarmos minuciosamente, temos medo de nos destacar devido ao que certas pessoas – movidas pelo desgosto gerado por seu complexo de inferioridade – possam dizer de nós para compensar suas carências e sentir-se melhor consigo mesmas.", orienta o especialista.
E com a inveja?
"Muito simples: deixando de demonizar o sucesso alheio para começar a admirar e a aprender com as qualidades e com os pontos fortes que permitiram que outros realizassem seus sonhos.", afirma Vilaseca.
Segundo ele, a inveja é uma espécie de "mestre" que pode ser utilizada para nos revelar os dons e talentos inatos que nós podemos desenvolver.

Ou seja, ao invés de tentar "expulsar" isso de dentro de si, é possível utilizá-la para um aperfeiçoamento interior, gerando bons frutos daquilo que - quando mal utilizado - gera problemas. Com isso, acredita o especialista, poderemos abandonar o complexo de Solomon, possibilitando assim "que cada um contribua – de forma individual – com o melhor de si mesmo para sociedade.".
Copiado: http://www.administradores.com.br/

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Diferenças entre o Modelo Burocrático e o Modelo Contemporâneo

Analisando o processo de relações interpessoais (ou o relacionamento com as demais pessoas no ambiente de trabalho) e os tipos ou modelos existentes nas empresas atuais, podemos destacar dois tipos: 
  • o Burocrático e 
  • o Contemporâneo. 
Ora, mas quais seriam as diferenças entre ambos?
Muito simples.
O modelo burocrático possui a bagagem do próprio nome, que é um modelo excessivamente administrativo e esse excesso interrompe ações que, normalmente, deveriam ser rápidas. 

Algumas das características de uma empresa burocrática é o formalismo, não o formalismo no cumprimento e no trato entre as pessoas, mas o formalismo no sentido do “engessamento da autonomia”. 

No formalismo não há espaço para autonomia, e sim para a centralização do poder, com regras e diretrizes. 

Em uma empresa burocrática, todas as decisões são tomadas por um superior e tudo é decidido via diretriz rígida e incapaz de fugir ao planejamento rígido. 

Além do formalismo, outra característica do sistema burocrático e é consequência do formalismo é a impessoalidade. As pessoas não se relacionam entre si, o relacionamento ocorre entre cargos e funções. 

As pessoas não falam além do necessário, não se comunicam, não se conhecem. Conhecem o Diretor de Operações, mas não conhecem a pessoa que dirige o departamento de operações. 

Este tipo de comportamento leva a uma outra característica do modelo burocrático, que é o profissionalismo, onde as competências técnicas tem muito mais valor do que competências interpessoais.

Já nos modelos contemporâneos, o que vale mesmo é compartilhamento, colaboração e confiança. 

A base da pirâmidade, que é o pessoal operacional, tem muito mais autonomia para trabalharem e, com isso, as empresas ganharam em flexibilidade e agilidade nos processos. 

Neste modelo, a atuação em equipes é privilegiada e a autonomia dos colaboradores é muito maior. Autonomia maior significa comprometimento maior com a empresa, refletindo na produtividade e nos resultados de uma forma geral.

Agora que analisamos, qual o melhor modelo?
Sem dúvida, o modelo contemporâneo. Pelo simples fato de fazer com que os colaboradores tenham autonomia e sintam-se co-proprietários dos processos organizacionais. 

Esta autonomia reflete em responsabilidade, comprometimento. O ambiente fabril comprometido com os resultados torna-se mais produtivo, mais amistoso, mais sociável e não menos responsável.
Além disso, o ambiente contemporâneo favorece a inovação. Sabemos que muitos fatores inibidores à inovação ainda existem – tais como chefias contrárias às mudanças, cultura da empresa, recursos escassos, falta de visão da empresa, missão conflitante, etc, porém a inovação apenas ocorre em ambientes favoráveis que, como vimos é o ambiente contemporâneo, pois onde todos estão comprometidos com os objetivos da empresa, torna-se mais produtivo. 
E comprometimento traduz-se em atitude de aprendizado, liderança, trabalho em equipe, comunicação participativa e, principalmente em prazer ao realizar o trabalho. 
Tudo isto favorece a um ambiente inovador, desde que o transgressor (aquele que é considerado inovador, pois sairá da zona de conforto, do lugar comum) saiba identificar o que é permitido e o que é proibido.
Copiado: https://sandrocan.wordpress.com

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

As 25 Senhas Mais Comuns do Mundo


Cerca de 17% de todas as senhas usadas em sites em 2016 eram “123456”, segundo dados de pesquisa da empresa de segurança digital Keeper divulgados na última semana. A companhia analisou cerca de 10 milhões de registros originários de vazamentos de bancos de dados no ano e que estavam disponíveis na internet. A Keeper listou também as 25 senhas mais comuns que, segundo a empresa, seriam usadas em mais de metade dos registros analisados.

O uso de senhas comuns, com poucos caracteres, pouco elaboradas, sequenciais ou com muitas repetições é apontado pelos especialistas em segurança digital como uma brecha de segurança. A fragilidade em usar senhas comuns ocorre porque um dos métodos de conseguir acesso indevido a um sistema consiste em usar um programa que “testa” senhas a partir de uma lista pré-definida – e o mais provável é que as mais populares estejam nessa lista. A Keeper diz que os administradores de sites deveriam ser mais responsáveis em relação à segurança de senhas.
Outra forma de evitar que hackers descubram os dados de login através de programas específicos para isso, segundo a empresa, é usar senhas compridas e que misturem letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais. Cada site, porém, tem restrições próprias em relação às senhas que aceita cadastrar.

As senhas mais simples são mais facilmente quebradas por programas que utilizam um método de descoberta baseado em tentativa e erro, conhecido como brute force (força bruta, em inglês).  Enquanto uma senha curta poderia ser descoberta em segundos, uma feita com 51 caracteres aleatórios, por exemplo, demoraria milhares de anos para ser quebrada, segundo estimativa da Keeper.

As 25 senhas mais comuns em 2016, segundo a Keeper

1 – 123456
2 – 123456789
3 – qwerty
4 – 12345678
5 – 111111
6 – 1234567890
7 – 1234567
8 – password
9 – 123123
10 – 987654321
11 – qwertyuiop
12 – mynoob
13 – 123321
14 – 666666
15 – 18atcskd2w
16 – 7777777
17 – 1q2w3e4r
18 – 654321
19 – 555555
20 – 3rjs1la7qe
21 – google
22 – 1q2w3e4r5t
23 – 123qwe
24 – zxcvbnm
25 – 1q2w3e

Copiado: http://veja.abril.com.br/

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

5 Principais diferenças entre Lucro Presumido e Lucro Real

Atender as exigências do fisco, a cada dia que passa, é uma tarefa mais complicada e onerosa para os empreendedores, já carregados de dúvidas na condução de suas empresas. O peso das obrigações e tributos é uma ameaça à viabilidade do negócio e devem ser bem estudadas para garantir a melhor relação com o governo. 

O primeiro passo é entender os regimes tributários presentes no sistema brasileiro, com destaque para o Lucro Real e o Lucro Presumido. Certamente, são os mais complexos e que pedem mais rigor no trato das informações.
A seguir, apresentamos as 5 principais diferenças entre esses regimes tributários para que você compreenda melhor como sua empresa está se relacionando com o fisco. Confira!

  • Critérios para enquadramento

Por padrão, as empresas ficam enquadradas dentro das regras do Lucro Real, porém, dependendo de algumas características do seu negócio, é possível optar pelo Lucro Presumido. Mesmo assim, existem alguns fatores que, obrigatoriamente, condicionam aos princípios do Lucro Real. O faturamento anual, a atividade desempenhada e operações no exterior são os critérios mais usuais.
As empresas devem calcular seus tributos com base no Lucro Real caso atinjam um mínimo de 78 milhões de reais de receita bruta no ano-calendário anterior, ou uma média mensal de 6,5 milhões de reais quando o período de atividade for menor que 12 meses.
O segmento de atuação também é definitivo para o regime tributário. Empresas como bancos, seguradoras, a maioria das instituições financeiras e securitização de créditos, por exemplo, têm a obrigação de seguir as regras do Lucro Real.
Além disso, mesmo que sua empresa não se encaixe nessas atividades, mas possua lucros, rendimentos ou ganhos de capital no exterior, a tributação com base no Lucro Real é obrigatória. Prestação de serviços e exportação de produtos e mercadorias não se encaixam nessa regra, desde que não ocorram via empresas filiais, coligadas e controladas sediadas no outro país.

Tratamento para IRPJ e CSLL

Talvez a diferença mais significativa entre o Lucro Real e o Lucro Presumido seja a maneira de calcular o valor a pagar referente ao IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), os tributos que incidem diretamente sobre o resultado líquido de sua empresa. Vejamos como cada um se comporta:

IRPJ e CSLL no Lucro Real

Tudo começa com a apuração de receitas, custos e despesas para a DRE (Demonstração do Resultado do Exercício), através de uma série de lançamentos contábeis efetuados por seu contador. O resultado positivo do confronto dessas contas é o lucro, que ainda será ajustado no Lalur (Livro de Apuração do Lucro Real), conforme regras da Receita Federal sobre adições e exclusões de receitas e despesas para fins de apuração da base de cálculo dos tributos sobre o lucro.
Com a base de cálculo estabelecida, aplicam-se as alíquotas de cada tributo. No caso da CSLL, a alíquota é de 9% para a maioria das empresas, com exceção das instituições financeiras, que devem contribuir com 15%. Para o IRPJ, a alíquota básica é de 15%, podendo incidir, ainda, um adicional de 10% sobre a parcela excedente comparada com o resultado da multiplicação de 20 mil reais pelo número de meses do período em questão.
É possível pagar o IRPJ e a CSLL, pelo Lucro Real, de forma trimestral ou anual. No caso da segunda opção, é necessário incorrer em pagamentos mensais sob a regra do Lucro Presumido, para, ao final do ano, efetuar o recolhimento definitivo, descontando o que foi pago antecipadamente. Se os valores mensais superarem o cálculo anual dos tributos, a empresa ficará com um crédito perante a Receita Federal. Ainda é permitido o levantamento de balancetes mensais para suspender os pagamentos em caso de ocorrência de prejuízo.

IRPJ e CSLL no Lucro Presumido

A sistemática de cálculo no Lucro Presumido segue regras bem específicas. Não existe a necessidade de apresentar movimentação contábil, justamente porque a apuração do lucro é feita com base em alíquotas de presunção. É como se o fisco desse uma estimativa do resultado de sua empresa, com base em estudos prévios sobre as atividades comerciais praticadas no país. O “lucro” será o resultado da incidência das alíquotas de presunção sobre a receita bruta do período.
É necessário ressaltar que existem alíquotas de presunção para fins de cálculo do IRPJ e outras destinadas à apuração da CSLL. No caso de uma loja de roupas, por exemplo, o Lucro Presumido para o IRPJ será determinado com base em 8% da receita bruta, enquanto que, para a CSLL, a alíquota de presunção é de 12%. Já numa empresa que presta serviços, a alíquota é a mesma para ambos os tributos: 32%.
O pagamento dos tributos sobre o lucro, nesse regime, deve ser feito trimestralmente. As alíquotas de IRPJ e CSLL são as mesmas aplicadas às empresas do Lucro Real: 15% (com possível adicional de 10%) e 9% (15% para instituições financeiras), respectivamente.

Tratamento para PIS e COFINS

O PIS (Programa de Integração Social) e a COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) são outros tributos que assumem formatos diferentes entre o Lucro Real e o Lucro Presumido. A legislação a respeito dessas figuras tributárias é extremamente complexa e possui diversas variações. No geral, para sua estratégia, você deve considerar os seguintes aspectos:

PIS e COFINS no Lucro Real

No Lucro Real, a maioria das empresas apura o PIS e a COFINS sob o regime da não-cumulatividade, sendo permitido o desconto de créditos sobre o valor a pagar para o fisco, o que pode vir a reduzir o peso da carga desses tributos. A alíquota para o PIS é de 1,65% e, para COFINS, 7,6%.

PIS e COFINS no Lucro Presumido

O PIS e a COFINS funcionam de forma diferente no Lucro Presumido, pois são tratados no regime da cumulatividade, quando não há permissão para o desconto de créditos na apuração desses tributos. Contudo, as alíquotas são menores: 0,65% para o PIS e 3% para a COFINS.

Estratégias no planejamento tributário

Se sua empresa possui características que possibilitam optar por um outro regime, o planejamento tributário é indispensável nesse momento. É hora de tomar decisões que vão impactar diretamente nos ganhos de sua empresa ao escolher o sistema de tributos menos oneroso para o seu negócio. Escolher entre o Lucro Real e o Lucro Presumido necessita que você, empreendedor, tenha uma informação muito importante a respeito de sua empresa: a margem de lucro.
Inicialmente, é preciso comparar as alíquotas de presunção do Lucro Presumido com a margem de lucro de sua empresa. Você deve optar por esse regime tributário caso seu lucro seja maior que a estimativa presumida pelo governo. Uma loja de produtos de beleza, por exemplo, identifica que sua margem de lucro é de 15%, então, nesse caso, é vantajoso seguir as regras do Lucro Presumido, já que as alíquotas de presunção em empresas do comércio são 8% e 12% para IRPJ e CSLL, respectivamente. Dessa forma, a loja não recebe toda a carga tributária em cima dos 15% previstos para lucro.
No entanto, se a margem identificada fosse de 5%, seria mais vantajoso optar pelo Lucro Real e evitar receber uma tributação em cima de um lucro entre 8% e 12%, percentual que a empresa, na realidade, não está alcançando. Contudo, você precisa pesar na sua decisão o esforço que será desempenhado para o cumprimento das obrigações do Lucro Real, que são bem mais complexas e expõem sua empresa a uma alta possibilidade de multas fiscais. Seguir esse caminho é aconselhável apenas se você contar com um time altamente qualificado e equipado com um software contábil atualizado com as exigências do governo.

ECD e ECF

A ECD (Escrituração Contábil Digital) e ECF (Escrituração Contábil Fiscal) são obrigações acessórias que compõem o projeto Sped (Sistema Público de Escrituração Digital) e que influenciam diretamente nas rotinas das empresas optantes pelo Lucro Presumido e pelo Lucro Real.
A ECF trata-se das informações prestadas a respeito da composição da base de cálculo dos tributos sobre o lucro, ou seja, o IRPJ e a CSLL. Ela é obrigatória para empresas dos dois regimes, Presumido ou Real. No entanto, o nível de complexidade dos dados é muito superior para as empresas que estão sob os princípios do Lucro Real, demandando uma maior dedicação, equipe mais treinada e softwares mais eficientes.
A ECD é direcionada para todas as empresas do Lucro Real, pois trata-se da versão digital dos antigos livros contábeis físicos do Diário, Razão e Balancetes, ou seja, toda a movimentação e lançamentos contábeis do período. Para as empresas do Lucro Presumido, a ECD só é exigida caso a distribuição de lucros entre sócios ou acionistas tenha sido superior à base de cálculo do IRPJ e CSLL.
A gestão fiscal é um procedimento que deve ser conduzido com muita cautela dentro de sua empresa. O Lucro Presumido e o Lucro Real são regimes tributários complexos, mas que devem ser considerados em sua estratégia caso possibilitem maiores ganhos para o negócio.
Copiado:http://saiadolugar.com.br/

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Faça a MELHORIA CONTÍNUA e saia da crise !!

Melhoria
Infelizmente o Brasil entrou em recessão e agora mais do que nunca as empresas e os profissionais precisam
  • identificar todos os pontos que necessitam de melhorias na organização
  • melhorar a Qualidade,
  • aumentar a Produtividade,
  • eliminar Desperdícios,
  • reduzir Custos,
  • promover um Ótimo Ambiente de Trabalho e
  • fidelizar os Clientes,
para enfrentar a crise e sobreviver até a situação do país melhorar, mas quando melhorar, se tornar uma empresa mais próspera, sólida e com crescimento sustentável.
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Então que tal:
– Não resista às mudanças necessárias;
– Pesquise, visite e converse com os seus clientes para identificar o que pode ser melhorado e o que está causando a insatisfação dos mesmos. Exemplos: Prazo de entrega, Qualidade, Atendimento, Preço, etc;
– Promova um Ótimo Ambiente de Trabalho, adote a meritocracia e lembre-se: “Pessoas é a parte mais importante dos processos organizacionais e a base de qualquer programa de melhoria”;
– Identifique todos os problemas e não conformidades da empresa, relacionadas aos clientes e fornecedores e adote ações corretivas para evitar a reincidência dos mesmos;
– Controle todos os custos fixos e variáveis;
– Combata as perdas e desperdícios em todos os processos;
– Procure inovar sempre;
– Estude a viabilidade de fabricação e venda de cada item quanto ao “Custo x Benefício x Risco”;
– Invista em Tecnologia: “Automação, menor consumo de energia elétrica e água, formas mais rápidas e baratas de produzir, etc.”;
– Implante a manutenção preventiva de instalações, máquinas e ferramentas;
– Aproveite a energia do sol e dos ventos para gerar energia elétrica ou aquecer a água, invista em eficiência energética, equipamentos e tecnologias que gastem menos energia elétrica e que gastem menos água;
– Treine e crie equipes de melhoria na empresa;
– Aproveite a água da chuva e a água de reuso;
– Identifique e elimine tudo o que possa causar LER, acidentes ou qualquer coisa que possa prejudicar os colaboradores da empresa;
– Combata o assédio moral e sexual dentro da empresa;
– Estabeleça objetivos e metas, monitore e motive todos dentro da empresa para obter o que foi planejado;
– Identifique e combata todas as formas de desperdícios, principalmente de água, energia elétrica, matéria prima, recursos, etc;
– Ajude a cuidar e preservar o meio ambiente, adote a SUSTENTABILIDADE (Meio ambiente, Social e Econômico) na sua empresa;
– Adote ações e ferramentas preventivas, tais como o “FMEA de projeto e processo” para evitar falhas e problemas de qualidade em processos e produtos;
– Implante o 5S em toda a organização e crie uma cultura voltada ao combate dos desperdícios, a melhoria da organização, segurança, limpeza e disciplina por toda a empresa;
– Incentive e adote treinamento, valorização e motivação dos colaboradores;
– Implante treinamentos visando superar as expectativas dos Clientes internos e externos;
– Incentive “com premiação” a participação dos colaboradores com ideias para resolver os problemas e não conformidades da empresa e a inovação de processos e produtos;
– Invista no aprimoramento do departamento comercial visando formar vendedores técnicos que além do produto, vendam também solução aos clientes;
– Adote comissão variável, “quanto mais o vendedor chega próximo da meta de vendas, mais a comissão do mesmo aumenta”. Vendas com Qualidade, ganha os clientes, empresa e os vendedores;
– Implemente a gestão por processos e crie indicadores de eficácia e eficiência em todos os processos organizacionais;
– Pesquise e desenvolva novos mercados e novos produtos;
– Monitore continuamente o mercado e os clientes, “tendências, objetivos, investimentos, insatisfações, satisfações, necessidades, etc.”
– Monitore os seus concorrentes e trabalhe em cima das deficiências dos mesmos para oferecer o melhor aos seus clientes;
– Trabalhe somente com os melhores fornecedores, crie especificações de compras detalhadas para os fornecedores não errarem e desenvolva parceria e bom relacionamento com os seus fornecedores;
– Adote a melhoria contínua e acabe com os erros e não conformidades em todos os processos organizacionais da empresa, de vendas até a expedição;
– Controle os estoques de diretos e indiretos, no almoxarifado, no processo e na expedição, estoque é dinheiro parado;
segunda51– Invista continuamente em melhorias visando a redução de custos, prazos de entrega, melhoria da qualidade, aumento da produtividade, satisfação dos clientes, satisfação dos colaboradores, etc.;
– Implante o gerenciamento instantâneo do chão de fábrica usando a tecnologia da informação;
– Implante ferramentas de gestão como por exemplo: ISO 9001, ISO 14001, Lean Manufacturing, Lean Office, Seis Sigma e treine todos, do proprietário até os ajudantes para haver comprometimento e bom funcionamento destas ferramentas;
– HOJE MELHOR DO QUE ONTEM, AMANHÃ MELHOR DO QUE HOJE !! 
– HOJE MELHOR DO QUE ONTEM, AMANHÃ MELHOR DO QUE HOJE !! 


Exemplo de melhoria visando a economia de água, redução de custos e sustentabilidade.  Motorista de ônibus teve a ideia de aproveitar a água do ar condicionado para limpar os para-brisas e utilizar na descarga do banheiro do ônibus de viagem, gerando uma economia com a troca de para-brisas riscados por falta de água e a economia de 1,5 milhão de litros de água com toda a frota de ônibus da empresa.  https://www.youtube.com/watch?v=O5nUF-Wp9NA
 Vídeos sobre: Qualidade, Produtividade, Eliminação de desperdícios, Redução de custos e Sustentabilidade.
– Gestão pela Qualidade, Produtividade e Sustentabilidade https://www.youtube.com/watch?v=oCCBFoJ5vME
– 5S e ISO 9001 para Qualidade, Produtividade, Limpeza,  Organização e Segurança !! https://www.youtube.com/watch?v=TF180NeZM-I
– Dicas de CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL para qualquer organização https://www.youtube.com/watch?v=xQq99mwNTMc
– Ação Corretiva para Resolver Problemas e Não Conformidades https://www.youtube.com/watch?v=xsF7V9Bz9Wk
– Guia de Redução de Custos e Eliminação de Desperdícios https://www.youtube.com/watch?v=AeTKI8IVv9o
– Qualidade, Produtividade e Sustentabilidade com o WCM https://www.youtube.com/watch?v=Ju4ZwUylOvU
– GESTÃO POR PROCESSOS e MELHORIA CONTÍNUA https://www.youtube.com/watch?v=QMwYn7hAQhA
– As Ferramentas do Lean Manufacturing para a Qualidade & Produtividade https://www.youtube.com/watch?v=_V9kh28QB4Q
– KAIZEN e Exemplos de Melhoria Contínua https://www.youtube.com/watch?v=DjsmLFwlmv4
– Práticas Sustentáveis nas Organizações Modernas https://www.youtube.com/watch?v=xq0yfofks7I
– Produção Mais Limpa  https://www.youtube.com/watch?v=z302Ts3tZJI 
– E-books gratuitos sobre Excelência da Gestão. Desde junho de 2014, a Fundação Nacional da Qualidade disponibiliza e-books para download gratuito sobre assuntos relacionados à gestão empresarial e, principalmente, sobre o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG).
O objetivo dessas publicações é ajudar aqueles que pretendem fazer um processo de capacitação na área e, também, querem conhecer o MEG. site: http://www.fnq.org.br/informe-se/publicacoes/e-books
– Guia GPTW para construir um Excelente Ambiente de Trabalho na sua empresa. Conteúdos gratuitos para download feitos especialmente para acelerar a trajetória da sua empresa para se tornar um excelente ambiente de trabalho.
Clique no site abaixo para fazer o download dos materiais!http://www.greatplacetowork.com.br/component/content/article/1018
– Como construir um Plano de Crescimento para sua empresa.. https://rdstation-static.s3.amazonaws.com/cms%2Ffiles%2F6588%2F1425317954Guia_Como_Crescer_EY.pdf
– Artigos técnicos sobre Lean Manufacturing e LeanOffice.  http://www.lean.org.br/artigos.aspx
Por Edson Miranda da Silva - https://qualityway.wordpress.com