QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Fake News e a Comunicação Interna nas Empresas...

Notícias falsas perturbam o dia a dia das empresas há muito tempo.

As fake news digitais deram um upgrade na sua rádio corredor!

Atualmente, as narrativas mentirosas e as notícias falsas ganharam pernas mais longas e correm muito mais rápido pelos corredores das empresas, ganhando espaço e atenção através de plataformas digitais e interlocutores que não se desligam das sua telinhas. 

Se as tais fake news são um termo moderninho, as notícias falsas perturbam o dia a dia das empresas há muito tempo. Mas a diferença é que antes dos sistemas digitais ganharem o mercado e invadirem os ambientes corporativos, a mentira tinha pernas curtas. 

A rádio corredor com suas variadas versões e percepções dos fatos que acontecem dentro das empresas foi turbinada pela facilidade de distribuição de percepções erradas e intrigas maliciosas através das novas linguagens tecnológicas. 

Mais velozes, elas deixam rastros históricos que podem ganhar releituras permanentes e voltar a causar danos de imagem, reputação e confiança na palavra dos líderes e dos gestores. As lideranças precisam ser rápidas no gatilho e atingir o poder da maledicência e das notícias falsas de forma completa. 


Fake news internas são uma ameaça ao ambiente de trabalho. E vamos combinar, com tantos problemas que o mercado já coloca, as empresas deveriam cuidar para que a comunicação interna fosse um estímulo poderoso para a produtividade e a confiança nos rumos do negócio, bem como uma vacina contra a proliferação de crises. 

O antídoto imediato contra todo tipo de notícias infundadas e abordagens inverídicas.

A transparência deve ser a base da comunicação interna, mas como sabemos, se a mentira ganhou velocidade digital, a gestão ainda não acompanhou o ritmo e muito executivo tecnicamente competente continua com dificuldades para falar com os empregados de forma franca, honesta e cara a cara. 

A situação só piora se a empresa tiver esqueletos no armário, aquele tipo de problema que tentou ser jogado para debaixo do tapete da sala de reunião mas que virou um cadáver robusto esquecido num canto que de repente, caiu como uma bomba em pleno expediente. 

O cenário ideal para as fake news, no qual a boa e velha rádio corredor vai reverberar de forma avassaladora. 

Por isso, é melhor cuidar da sua comunicação interna com a devida competência: bom planejamento, feedback permanente, canais e veículos eficientes e frequentes com conteúdo relevante e em sintonia com o trabalho das outras áreas e departamentos. E claro, com a mesma velocidade que o mundo digital demanda! Pense nisso.

Copiado: http://www.aberje.com.br

Qual é a Relação da Ética com a Administração?

Como a ética se relaciona com a administração das organizações? 

Primeiro, vamos entender qual é o conceito de ética. 

A origem da própria palavra nos ajuda. Do grego éthos, ética pode ser entendida como os costumes, usos e princípios que regem uma comunidade.
Aristóteles usa o termo êthos referindo-se ao caráter, ao modo habitual de ser, mais pessoal do que social. Ressalta que a ética não diz respeito tanto ao saber, mas ao saber viver; a agir bem, a viver uma vida boa. Em resumo e de forma simplificada, portanto, ética significa pensar e agir bem.
Na administração, essa afirmação reveste-se da maior importância. Não seria exagero ver a ética como sobrevivência da empresa e parte essencial da avaliação de sua sustentabilidade.
Na prática, como desenvolver um raciocínio ético na administração? 

Três abordagens são propostas para isso: individual, organizacional e macro.
Individual - cada profissional deve agir com correção e competência. Robert Solomon, autor de "A melhor maneira de fazer negócios: como a integridade pessoal leva ao sucesso corporativo", propõe um rol de dezenas de virtudes, de hábitos bons que toda pessoa deve possuir se quiser ser bem-sucedida nos negócios sem perder a dignidade. 

Pode-se dizer que uma pessoa é o seu comportamento moral. De uma forma simples, três critérios básicos servem de referencial: qualquer ação deve ser boa; a intenção ou a finalidade com que se pratica essa ação deve ser boa; as circunstâncias e as consequências da ação devem ser boas. Se um só desses critérios falhar, certamente estará faltando ética à pessoa.
Organizacional - um sistema de valores - definido pelos proprietários ou executivos da instituição - deve ser claramente exposto a todos os colaboradores da empresa para que se crie uma conduta ética favorável ao desenvolvimento moral individual e dos negócios. Há necessidade de um documento escrito para que se solidifique o clima ético de um estabelecimento ou empresa? 

Sim e não. Sim, especialmente quando se pensa em uma organização de grande porte. Não, quando a empresa é pequena e conta com poucos funcionários. Nesse caso, o tom ético é vivido e irradiado a partir do próprio dono ou administrador principal.
Macro - questões de caráter social, tecnológico, legal e de relações internacionais passam a constar das agendas dos executivos, em qualquer parte do mundo. Por quê? Dentre várias hipóteses, para que os gestores - de um modo geral - estejam mais sensíveis aos benefícios institucionais que advêm do bem comum promovido pela ética e das correspondentes responsabilidades. As organizações devem estar atentas para o melhor meio ético de desenvolver sua atividade econômico-mercantil.
O foco da ética na administração de empresas
A importância da ética na administração de empresas, ou ética empresarial, ficou mais evidente depois de uma série de escândalos que denotaram procedimentos imorais em relação à administração dos negócios, envolvendo organizações de grande porte e de alta rentabilidade.
Transparência e sustentabilidade são termos que surgiram desse afã de fazer o bem na administração dos negócios. Eles traduzem o princípio de alcançar os lucros e mesmo a lucratividade dentro de padrões morais mais elevados. 

O importante dessa fase pós-escândalos é que parece existir um consenso sobre a importância da ética nos negócios.
Os aspectos éticos foram introduzidos no discurso dos executivos e, hoje, faz-se urgente a necessidade de constarem da pauta das suas preocupações, decisões e ações. 

A vida das empresas, atualmente, envolve mais a opinião pública do que há dez anos. A adoção de estratégias, como fusões, aquisições, downsizing e privatização, já não se restringe ao âmbito da administração dos negócios ou do cenário executivo. Tais estratégias são amplamente discutidas na imprensa e nas redes sociais.
A sociedade começa a se organizar para cobrar a conduta ética em todos os âmbitos e setores da economia e do governo. Dentro da empresa, a alta administração é mais fortemente observada. Espera-se uma coerência e uma consistência entre o que é dito e o que é vivido, o que é solicitado e o que é feito. Quando a administração se apoia em princípios éticos claramente estabelecidos, os padrões morais são respeitados, as energias dos empregados se concentram no trabalho e o resultado é um ganho de produtividade.
Essa equação deve e costuma levar ao equilíbrio dos negócios: uma produtividade crescente assegura que se cumpram as metas estabelecidas, que se respondam às demandas e pressões globais, sem deixar de atender ao imediato e ao local, respeitando o meio ambiente.
No longo prazo, a ética é sempre rentável para a empresa. No curto e no médio prazo, pode não ser para o negócio, mas aí está o desafio do administrador: imprimir uma visão estratégica tal que os objetivos da organização sejam alcançados no mais curto prazo possível, dentro dos limites morais.
O importante é resolver a equação tridimensional, em que se busca o ponto ideal entre os custos ocultos e os explícitos e entre os benefícios ocultos e os explícitos. Uma organização ética procura alcançar o bem para si próprio, para a sociedade e para a humanidade como um todo.
Administração com ética
O conceito de administração pressupõe uma dimensão econômica da vida, em que a empresa e o mercado desempenham um papel fundamental. Além disso, a ética empresarial conduz à ética econômica, em que se define o sistema capitalista, principal ambiente para a administração de empresas ou de negócios e outros sistemas que vão absorvendo o conceito, por sua ampla gama de aplicações possíveis.
Aristóteles parece ter sido o primeiro filósofo a mencionar com clareza o valor moral da riqueza, o que nos leva a compreender a eticidade dos negócios e, por extensão, da administração: “O que nos impede, portant
o, de chamar feliz ao que age de acordo com a vida perfeita e está suficientemente provido de bens externos, não por algum período fortuito, mas durante toda a vida?”
Aristóteles já considerava evidente que: “...a felicidade também necessita de bens exteriores, pois é impossível, ou não é fácil, fazer o bem quando não se conta com recursos (...) então, a felicidade parece necessitar também de tal prosperidade e, por essa razão, alguns a identificam com a boa sorte, enquanto outros a identificam com a virtude.”
Apoiados nessa base filosófica, os negócios passam a ser um dos campos de maior riqueza na administração. Em última análise, sua missão é oferecer à sociedade os bens, os serviços e as ideias que os cidadãos - consumidores - necessitam para atingir o seu fim último, a felicidade a que se referia Aristóteles.
Para isso, a relação de troca - e tudo o que dela deriva - pode e deve estar permeada pela ética. Todas as especialidades da administração, sem exceção, podem desenvolver-se com ética.

Copiado: http://www.fnq.org.br

terça-feira, 17 de julho de 2018

Os 9 Tipos de Inteligência Humana: quais as suas?

teoria das inteligências múltiplas foi desenvolvida pelo psicólogo americano Howard Gardner. Segundo ele, o cérebro dos homens e mulheres possui oito tipos diferentes de inteligência.

No entanto, segundo a mesma teoria, a maioria das pessoas possui um ou dois tipos de inteligências mais desenvolvidas que as outras. Isso explica porque uma pessoa pode ser muito boa com cálculos matemáticos e ter dificuldade com atividades artísticas.
A teoria ainda afirma que é praticamente impossível dizer que uma pessoa é "mais inteligente" que a outra. Uma criança que aprende a multiplicar números facilmente não é necessariamente mais inteligente do que outra que tenha habilidades mais forte em outro tipo de inteligência.
Depois de mais alguns anos de pesquisa, Gardner ponderou que existe uma 9ª inteligência que talvez seja importante incluir na lista: a inteligência existencial.

Os tipos de inteligência:

Lógico-matemática

A capacidade de confrontar e avaliar objetos e abstrações, discernindo as suas relações e princípios subjacentes. Habilidade para raciocínio dedutivo e para solucionar problemas matemáticos. Cientistas possuem esta característica.

Linguística

Caracteriza-se por um domínio e gosto especial pelos idiomas e pelas palavras e por um desejo em os explorar. É predominante em poetas, escritores, e linguistas.

Musical

Identificável pela habilidade para compor e executar padrões musicais, executando pedaços de ouvido, em termos de ritmo e timbre, mas também escutando-os e discernindo-os. Pode estar associada a outras inteligências, como a linguística, espacial ou corporal-cinestésica. É predominante em compositores, maestros, músicos e críticos de música.

Espacial

Expressa-se pela capacidade de compreender o mundo visual com precisão, permitindo transformar, modificar percepções e recriar experiências visuais até mesmo sem estímulos físicos. É predominante em arquitetos, artistas, escultores, cartógrafos, geógrafos, navegadores e jogadores de xadrez, por exemplo.

Corporal-cinestésica

Traduz-se na maior capacidade de controlar e orquestrar movimentos do corpo. É predominante entre atores e aqueles que praticam a dança ou os esportes.

Intrapessoal

Expressa na capacidade de se conhecer, é a mais rara inteligência sob domínio do ser humano pois está ligada a capacidade de neutralização dos vícios, entendimento de crenças, limites, preocupações, estilo de vida profissional, autocontrole e domínio dos causadores de estresse.

Interpessoal

Expressa pela habilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Encontra-se mais desenvolvida em políticos, religiosos e professores.

Naturalista

Traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os objetos, fenômenos e padrões da natureza, como reconhecer e classificar plantas, animais, minerais. É característica de biólogos e geólogos, por exemplo.

Existencial

Investigada no terreno ainda do "possível", carece de maiores evidências. Abrange a capacidade de refletir e ponderar sobre questões fundamentais da existência. Seria característica de líderes espirituais e de pensadores filosóficos.
Copiado: https://catracalivre.com.br/

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Como Ser Mãe no Mundo Corporativo

Ser mãe nos dias de hoje não é tarefa fácil. A mulher atual tem que dividir seu tempo entre os filhos e a carreira. Pode parecer algo comum e já resolvido pela sociedade. No entanto, muitas mulheres que desejam a maternidade ainda enfrentam o monstro do preconceito.
O estudo Mulheres e o Mundo Corporativo publicado pela empresa de recrutamento Robert Half no ano passado revela que mesmo com novos valores sendo disseminados, algumas empresas ainda têm certo receio de contratar ou permanecer com as colaboradoras após o período de licença-maternidade.
Feito com 293 profissionais, o levantamento aponta que 27% das mulheres têm dificuldades de retomar o cargo depois da licença-maternidade e 64% das entrevistadas afirmam não receber os benefícios específicos como licença-maternidade estendida, auxílio creche e berçário.
Mesmo diante desse quadro pouco favorável, as mulheres podem ter e manter uma posição de destaque em seus trabalhos sendo mães ao seguir alguns passos importantes.
Em qualquer ocasião, a gravidez deve ser planejada. Trazer uma criança ao mundo é assumir uma responsabilidade vitalícia. Planeje e escolha o melhor momento na vida pessoal e profissional. No entanto, imprevistos acontecem. Não se desespere. Você terá 9 meses para se preparar.
A gravidez traz mudanças tanto no campo profissional como no pessoal e você deve procurar tomar consciência desse momento de transformação na sua vida e atestar o aumento da sua potência após a maternidade.
Afinal de contas, você protagonizou o milagre da vida. É sério e importante analisar o que significa esse momento e sentir essa sensação. Essa é a sua grande força para validar o quanto é possível ser mãe e executiva, superando os obstáculos que possam surgir. Atitude é fundamental.
A pressão por parte dos empregadores vai existir. Para superar este obstáculo é preciso estar consciente e segura de que você agora pode ser mais forte, mais madura e posicionar-se com serenidade em qualquer situação de enfrentamento. No calor do dia a dia, isso deve ser sempre lembrado. É treino.
Outro ponto importante: ao comunicar a gravidez ao chefe, mostre que nada mudará em relação a sua performance. Uma mulher feliz e realizada certamente trabalhará melhor, uma vez que a gravidez pode tornar-se uma grande inspiração para as mulheres que a desejam, o que consequentemente influencia positivamente no desempenho do trabalho realizado.
Não se prive desse direito, mas pense e converse com outras mães executivas para construir sua teia de segurança no trabalho e aproveite esse período. É mágico.
Copiado: http://reginanogueira.com.br

sexta-feira, 13 de julho de 2018

'Boom' Vegano?

Ninguém dotado de olhos pode negar que nos últimos três anos vivemos um tremendo boom do vegetarianismo. É claro que o interesse pela alimentação vegetariana experimentou um aumento significativo e, embora possamos ver isso em muitas frentes, hoje quero abordar o aumento da presença de produtos rotulados como “veganos” nas lojas de alimentos.

O fato de um produto ter o selo “vegano” apenas alude à origem dos ingredientes que o compõem. Não diz absolutamente nada sobre sua salubridade

Nos supermercados de bairro, as bebidas vegetais já ocupam quase o mesmo espaço que o leite de vaca nas prateleiras. Na geladeira de laticínios há cada vez mais sabores de iogurtes de soja e há lugar para vários itens de sobremesas vegetais à base de aveia, arroz ou coco. Na área de produtos pré-cozidos encontramos vários tipos de hambúrgueres e salsichas vegetais, seitan, tofu, falafel e homus de vários tipos. Nos corredores dos congelados há croquetes veganos, lasanha e sorvetes de vários tipos 100% vegetais. Ao lado das massas, está a soja texturizada. Existe sushi vegano e até veganese (maionese vegana). E provavelmente, em breve, haverá muitos outros produtos que farão as delícias de parte do grupo que os consome com prazer.
Tudo isso, aliás, convenientemente rotulado como vegano, assim como produtos que já são veganos em si, como o gazpacho ou alguns vegetais processados, como o tomate refogado. Também são rotulados como tais alguns itens de bolos e pães.
Se as redes de supermercados fazem esse esforço para expandir seu sortimento de produtos voltados para os interessados em alimentação vegetariana e em adaptar sua rotulagem é porque detectaram uma demanda e um nicho de mercado suficientemente grande para que isso seja lucrativo tanto economicamente como no que diz respeito à imagem.
Mas não são apenas os supermercados. Marcas como Campofrío, o imperio da carne espanhola que em 2008 ridicularizava os vegetarianos em sua publicidade, lançou em 2017 uma linha de linguiças vegetais e também vende salsichas de soja. Essa onda já havia sido aproveitada por outra marca bem conhecida de produtos de carne processada: a Noel. Por sua vez, a empresa de embutidos Argal também lançou uma linha de pratos pré-cozidos com selo vegano. E a La Piara vende cremes vegetais para passar no pão. Eu não sei se você está percebendo: a indústria da carne está abrindo um nicho de mercado vegetariano, como fez a indústria de laticínios anos atrás.
E isso não é uma boa notícia?
Não nego que pessoalmente gostaria de ver que o movimento vegetariano está no auge, porque isso significaria que cada vez há mais pessoas conscientes, comprometidas com a justiça social, a sustentabilidade, com o tratamento justo aos animais e que estão reconsiderando o atual padrão de consumo. Tenhamos em mente que uma grande porcentagem de vegetarianos, e especialmente de veganos, também são ativistas em algum campo. Tudo isso nos torna uma sociedade melhor, que caminha para um futuro mais justo e mais sustentável.

A indústria alimentícia está aproveitando a conotação saudável que envolve o vegano para nos vender os ingredientes mais baratos e menos saudáveis

Mas se olharmos de um ponto de vista estritamente nutricional ou de saúde, o panorama já não parece tão bom. A boa notícia seria que cada vez se vendessem menos produtos pouco saudáveis e mais frutas e verduras, não o contrário, por mais bem rotulados que estejam.
Hoje é fácil ter uma alimentação vegana baseada em produtos ultraprocessados sem pisar em nada além de um supermercado de bairro, conforme vou demonstrar:
  • Café da manhã: bebida açucarada de soja batida com cacau adoçado e um croissant vegano.
  • No meio da manhã: refrigerante de cola e um sanduíche de pão de fôrma com mortadela vegana e margarina.
  • Aperitivo: uma cerveja e amendoins fritos com sal.
  • Almoço: arroz branco com tomate refogado e salsichas veganas. Na sobremesa, um sorvete de soja de baunilha.
  • Lanche: café com bebida vegetal adoçada e biscoitos rotulados como veganos, por exemplo os Oreo.
  • Jantar: croquetes de espinafre veganos pré-cozidos com batatas fritas e veganese. De sobremesa, um iogurte de soja sabor frutas do bosque adoçado.
Aí está, um cardápio 100% vegano que seria impensável há poucos anos por falta de disponibilidade de produtos. Um cardápio no qual o mais saudável que podemos encontrar é o café, se ele não tiver uma bebida vegetal açucarada, é claro. Um cardápio em que o mais parecido com um vegetal é o tomate refogado e o espinafre dos croquetes. E a coisa mais próxima de uma fruta é a amora desenhada no pote do iogurte.

“Vegano” não significa “saudável”

É óbvio que, dada a enorme e crescente oferta, todos esses produtos não estão sendo consumidos apenas pela população vegetariana. Eu gostaria, mas não são tantos. Essas bebidas vegetais adoçadas e os hambúrgueres vegetarianos feitos de cereais refinados, óleo de girassol, 10% de verduras e míseros 5% de um alimento proteico vegetal, estão sendo levadas para casa por muitas famílias que pensam que são escolhas saudáveis. Uma salsicha vegana é amido, gordura de má qualidade, aromatizantes e sal. Mas as pessoas veem o “vê” de cor verde, algumas folhinhas desenhadas no pacote e um “100% vegetal” e acreditam que estão praticamente comprando alface.
E a indústria de alimentos está aproveitando muito essa conotação saudável que envolve o produto vegano para nos vender os ingredientes mais baratos e menos saudáveis que podemos comprar, pois os ingredientes que tornam pouco recomendáveis os produtos altamente processados não são de origem animal: açúcar adicionado em qualquer formato (sacarose, xaropes, melaço, dextrose, glicose...). Praticamente todo o açúcar adicionado é de origem vegetal, com exceção do mel. Gorduras pouco saudáveis como gorduras hidrogenadas, óleos refinados e óleo de palma. Farinhas refinadas e sal. Esse é o quarteto que inunda os produtos altamente processados e os torna insalubres, e o veganismo não está imune a nenhum deles.

A boa notícia seria que cada vez se vendessem menos produtos pouco saudáveis e mais frutas e verduras, não o contrário, por mais que tenham o rótulo vegano

Por isso é importante ter em conta uma coisa: o fato de um produto ter o selo “vegano”, o “V-label” ou qualquer outra legenda que o identifique como produto 100% vegetal só se refere à origem dos ingredientes que o compõem. Não diz absolutamente nada sobre sua salubridade.
Você sabe quais produtos veganos são saudáveis? Frutas, verduras e hortaliças, legumes e seus derivados (tofu, tempeh, soja texturizada), frutas secas, azeite de oliva, sementes, cereais integrais... E quase nenhum deles é rotulado como vegano.
Se você quiser reduzir o consumo de produtos de origem animal e comer de modo saudável, não troque o salsichão por salsichas veganas, troque-o por amêndoas. Não troque as Frankfurt por salsichas ou hambúrgueres veganos, troque-as por leguminosas. Não troque o pudim por uma sobremesa de aveia, troque-o por fruta.
Um alerta para os vegetarianos:

Sim, os vegetarianos também compram esses produtos. E me dá pena ver como um grupo que tinha tudo a favor para liderar o movimento por uma alimentação mais rica em frutas, verduras e legumes locais e sazonais, que é algo que se encaixa completamente com os valores que defende, está obnubilado pelos novos produtos veganos e fazendo festa nas redes sociais sempre uma novo produto vegano ultraprocessado é lançado, com a desculpa de que é ótimo que exista mais oferta, que têm o direito de escolher e pode pelo menos haver alguém que compre a versão vegana em lugar da tradicional, diminuindo assim a demanda por produtos animais.
E eu digo que estamos nos conformando com muito pouco. Estão nos conquistando como clientes com muita facilidade, nós, que somos o reservatório do consumidor crítico e que lemos os rótulos por excelência, estão nos ganhando com um “vê” verde desenhado em uma embalagem. Pense nisso.
Por: Lucía Martínez Argüelles - https://brasil.elpais.com

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Competitividade Empresarial - Conceito



Na hora de definir a competitividade empresarial existe várias possibilidade segundo o ponto de vista do seu autor. De modo geral, podemos considerar que a competitividade empresarial é o conjunto de ações na qual as entidades comerciais implantam com o objetivo de potencializar seus resultados e fazer com que sejam os mais importantes dentro do seu setor.

Há quem simplifique esta definição comparando com a capacidade de uma empresa em gerar rendimentos, no entanto, uma empresa competitiva é aquela que alcança a melhor rentabilidade possível sobre determinado investimento.



A definição mais comum de competitividade empresarial está associada à competitividade com produtividade. Esta relação é quase que um princípio no mundo dos negócios modernos, sendo um objetivo para as grandes multinacionais.



Pontos chaves da competitividade empresarial



A competitividade é o fator principal das empresas atuais. Estas empresas reforçam suas vantagens competitivas sobre os competidores buscando uma diferenciação.



Toda empresa que quer melhorar sua competitividade deve enfatizar certos pontos, como seguir sempre as últimas tendências do mercado ou desenvolver um bom departamento de IDI.



A globalização se estendeu no campo de batalha empresarial apenas há 20 anos

Atualmente são muitas empresas que não competem apenas como concorrentes dos seus locais, mas sim com todo o planeta, pois o fato de deixar de lado as novidades do setor pode ser um fator primordial que afeta sua competitividade.


O quadro de trabalhadores é um dos agentes principais que determinam a competitividade
É essencial uma pessoa qualificada, brilhante e identificada com a empresa. As empresas competitivas se destacam por não ter medo de dividir com seus trabalhadores os rendimentos obtidos, em contraparida, uma pessoa pouco motivada ou com pouca vontade de crescer será uma perda para a competitividade da empresa.

Por último, vale destacar que uma das principais características das grandes empresas competitivas é o fato de não se acomodar com o sucesso. A competitividade empresarial determina que sempre haverá uma nova empresa querendo chegar às posições de privilégio, inclusive as empresas de maior êxito devem lutar para que a distância que lhes separam de seus competidores nunca diminuam ao ponto de colocar em risco sua liderança ou posição de líder no mercado.

Copiado: https://conceitos.com/

quarta-feira, 11 de julho de 2018

ESocial Passa a Valer Para Todas as Empresas do País a Partir de 16 de Julho

A partir do dia 16 de julho, todas as empresas privadas do país, incluindo micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs) que possuam empregados, deverão utilizar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) .

Esse grupo representa 4 milhões de empregadores e cerca de 30 milhões de trabalhadores. Nessa fase inicial, que se estenderá até 31 de agosto, os empregadores deverão enviar apenas informações referentes à empresa, ou seja, cadastros dos empregadores e tabelas.

A obrigatoriedade da utilização do eSocial para empresas (primeira etapa de implantação) começou em 8 de janeiro, para as empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões.
A ferramenta, no entanto, está sendo implantada aos poucos. Quando todas as etapas estiverem concluídas, os empregadores passarão a comunicar ao governo, de forma unificada, todas as informações relativas aos empregados.
eSocial Empresas é um novo registro, elaborado pelo Governo Federal, para facilitar a administração de informações relativas ao mundo do trabalho. Por meio desse sistema, as empresas terão de enviar periodicamente, em meio digital, informações relativas aos trabalhadores para a plataforma do eSocial.

Todos esses dados já são registrados, atualmente, em algum meio, como papel e outras plataformas online. Porém, com a entrada em operação do novo sistema, o caminho será único, exclusivamente por meio do eSocial.
De acordo com o auditor-fiscal do Trabalho José Maia, no dia 16 de julho também deverá entrar em operação um portal específico para os microempreendedores individuais (MEIs).
Um ambiente simplificado, semelhante ao eSocial do Empregador Doméstico, no qual não será necessário o uso de certificado digital. O empregador poderá acessá-lo por meio de código. “É importante observar que somente os 155 mil MEIs que possuem empregados estarão obrigados ao eSocial”, ressalta Maia.
A implantação da segunda etapa do eSocial será realizada em cinco fases:

Fase 1: Julho/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas.
Fase 2: Setembro/18 – Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos.
Fase 3: Novembro/18 – Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento.
Fase 4: Janeiro/19 – Substituição da GFIP (Guia de informações à Previdência Social).
Fase 5: Janeiro/19 – Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador.
Fonte: Blog Guia Trabalhista

terça-feira, 10 de julho de 2018

Estilos de Tomadas de Decisões


No mundo da administração existem quatro estilos de tomadas de decisões. Esse estilo refere-se às diferenças entre as pessoas em relação como elas percebem os problemas que as envolvem. 

Os estilos são diretivo, analítico, conceitual e comportamental.



O primeiro estilo é o diretivo, esse é usado por administradores que preferem soluções claras e bem definidas todas essas baseadas nas informações que conseguem reunir. Suas decisões são rápidas. Os administradores se baseiam na racionalidade e na eficiência para conseguir melhores resultados.


O segundo estilo é o analítico, nesse estilo as pessoas buscam soluções complexas onde se baseiam em quantas informações são providas a eles. Os tomadores dessa decisão usam dados objetivos e racionais para as tomadas de decisões.

O terceiro estilo é o conceitual, nesse estilo os administradores gostam de considerar uma quantidade ampla de informações, buscando varias fontes. Essas pessoas são mais socialmente orientadas, gostam de conversar com outras pessoas sobre os problemas que têm que enfrentar e sobre as soluções possíveis.

O último estilo é o comportamental, esse é adotado por gerentes que tem a preocupação com outros indivíduos, eles gostam de entender os sentimentos sobre os problemas e o efeito da decisão sobre as pessoas. Os administradores com esse estilo de decisão estão preocupados com o desenvolvimento pessoal das outras pessoas a sua volta e podem tomar decisões para ajudar alcançarem as metas declaradas.

Não importa o estilo de decisão que os gestores efetuem, a função desses é conseguir visualizar os problemas da corporação e definir metas claras para solucionar os problemas encontrados.


Copiado: http://administracao1c.blogspot.com