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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, VIATNT e AGUASHOW), Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

11 Erros Fatais Que Fariam Dilma Ser Demitida de Qualquer Empresa Séria no Mundo

Dilma Rousseff sobreviveria ao mercado corporativo apenas sendo... Dilma Rousseff? A resposta é: jamais
Demitir um CEO parece improvável, mas acontece com mais frequência do que supõe nossa vã filosofia de rede social. CEOs ou presidentes, o topo da cadeia – ou da cadeira – sofrem, sim, sanções pesadas por terem a língua solta demais, serem arrogantes demais, tranquilos demais ou até ousados demais.
Neste milênio mesmo, vieram à tona casos bizarros de demissão, como a do CEO histórico do Yahoo!, Scott Thompson, acusado de maquiar o próprio currículo com uma faculdade de Ciências da Computação quando, na verdade, só tinha um curso de contabilidade. 
O desligamento de Andrew Mason, fundador e CEO do Groupon, foi ainda mais estranho: saiu por excesso de otimismo – ele acreditava tanto na plataforma do Groupon, que ignorava a queda do número de cupons vendidos. 
Já a demissão do CEO da HP, Mark Hurd, teve ares cinematográficos: Jodie Fisher, ex-atriz de filmes eróticos nos anos 1990, foi o pivô de um escândalo de assédio sexual e falsificação de relatórios de despesas por parte dele.
Estar no topo da cadeia não é fácil e isso só explica os altos salários e benefícios compatíveis com tantas responsabilidades. Cabe ao presidente, líder ou CEO colocar todos acomodados confortavelmente em seus assentos e pilotar esse Boeing sem solavancos e acima de nuvens e tempestades.
E se?
Governo não é empresa e o Brasil não é a Coca-Cola, Ambev ou Johnson & Johnson. Mesmo assim, muitos governantes valem-se de sua “experiência de mercado” na hora de se candidatar a esse ou aquele cargo.
E se o exercício fosse o contrário? Se o governante se candidatasse ao cargo de CEO de uma grande empresa, seus skills e estilo de liderança fariam a diferença? E se esse governante em questão fosse Dilma Rousseff, presidente cujo destino político será traçado nessa semana pelo Senado federal?
Sobreviveria ela ao mercado corporativo apenas sendo... ela mesma?                    A resposta é não. A presidente da República, eleita em 2010 e reeleita em 2014, peca em 11 posturas essenciais que, juntas ou em separado, jamais seriam toleradas em nenhuma organização séria do Brasil ou do mundo. A elas:
1. Não delegar - Marca dos dois governos Dilma Rousseff, a centralização de poder não apenas afastou a presidente de ministros e aliados, como a isolou em momentos-chave de sua caminhada no Palácio do Planalto, fosse em votações importantes no Congresso, nas disputas com a oposição e, na reta final de seu segundo mandato, durante os pedidos de apoio dentro e fora do PT.
2. Não dialogar - Dilma sempre deixou claro sua abordagem top-down, isto é, de cima para baixo, no pior estilo “eu mando, vocês obedecem”. Um estilo de liderança ultrapassado, isolacionista e comprovadamente ineficaz. Além disso, vai de encontro ao ideal de diálogo democrático pregado por ela. A presidente ignorou parlamentares pró e contra o governo e todos aqueles se se mostravam contra sua gestão. Chegou ao cúmulo de isolar (com grades) os opositores em comícios e contar com barulhentas claques para seus discursos e inaugurações.  
3. Não admitir erros - Demorou alguns anos para ver a presidente reconhecer alguma falha em seus fraquíssimos governos. Quando o fez, e dá para contar esses episódios nos dedos de uma mão, as lambanças creditadas à “contabilidade criativa” e dezenas de benesses a correligionários nunca vieram acompanhadas de um pedido sincero de desculpas. Nenhum ao menos que convencesse a população. Será lembrada por não saber ganhar sem tripudiar nem saber perder. 
4. Descumprir promessas públicas - Apenas para citar duas delas: a volta da CPMF e o aumento descontrolado da tarifa de energia elétrica. Menos de um ano depois de ser reeleita, Dilma acenou com a volta de um imposto detestado pelos brasileiros. E até com possíveis outros impostos – algo amplamente combatido por ela em seus discursos pró-reeleição de 2013 e 2014. A decepção generalizada também ficou evidente durante o aumento vertiginoso da conta de luz – que baixou meses antes, pré-eleição – para depois ressurgir cara como nunca. 
5. Expor-se voluntariamente ao ridículo - Por que seguir roteiros? Para quê ouvir assessores? São tantos os exemplos de discursos disconexos, respostas atravessadas a jornalistas, fotos sem contexto e outros comportamentos bizarros, que não caberiam nesse texto. Mas fiquemos com uma frase, apenas: “Temos a mandioca e aqui nós estamos e, certamente, nós teremos uma série de outros produtos que foram essenciais para o desenvolvimento de toda a civilização humana ao longo dos séculos. Então, aqui, hoje, eu tô saudando a mandioca, uma das maiores conquistas do Brasil”.
6. Faltar com transparência - Controladora, centralizadora e pouco afeita a ser contrariada, Dilma sempre alegou que a incompetência administrativa, corrupção e a formação e organização criminosa em tantos setores ocorreram sob seu nariz sem que ela jamais se desse conta. Quando identificou, bilhões e bilhões de reais desviados depois, perseguiu os envolvidos – ou quase isso. Pergunta: teria sido Dilma, a primeira presidente mulher do Brasil, mãe do PAC, brava lutadora contra a ditadura, enganada por tantos e por tanto tempo? Para refletir.
7. Faltar com ética - Dilma é produto de Lula e, apesar do discurso contrário, ela nunca negou nem escondeu isso. Reuniões secretas e, com o tempo, escancaradas, foram realizadas para salvaguardar o pouco crédito que ainda restava à presidente no primeiro e segundo mandatos. Quando, a pedido do juiz paranaense Sergio Moro, Lula foi levado para depor coercitivamente, em março, após suspeita de envolvimento em crimes da Operação Lava Jato, Dilma não só foi a São Bernardo prestar solidariedade (??), como ainda o reconduziu à Casa Civil. A manobra quase circense, negada pela Justiça, custou caro aos dois.
8. Tomar decisões equivocadas em série - A condução equivocada da política econômica brasileira já havia sido evidenciada no primeiro mandato pelo empresariado – uma classe que, incrivelmente, não era considerada por Dilma. E mesmo com as portas fechadas para o comércio exterior, a perda de graus de investimento sucessivas, a indústria nacional ruindo e todas as tendências econômicas em queda, Dilma preferiu seguir culpando, literalmente, o mundo. Quando acordou para a realidade, sem apoio algum, era tarde.
9.  Comunicar-se mal e menosprezar as vozes contrárias - Dilma será lembrada como uma oradora ruim. Mais ainda: uma oradora ruim e prepotente. Desprezava opositores, em vez de combate-los com argumentos, e rebatia críticas com ironias e frases grosseiras. Também foram necessárias algumas manifestações, black blocs e panelaços para que ela se posicionasse ante a voz das ruas. No início, a presidente simplesmente ignorou os protestos. Em junho de 2013, ainda em seu primeiro mandato, limitou-se a enviar ministros como mensageiros para acalmar os ânimos e a imprensa, em vez de assumir aquilo para que foi eleita: as rédeas da nação. A Dilma forte, que pegou em armas para encarar os militares na ditadura, estava acuada, para decepção inclusive dos eleitores dela. Postura semelhante aos últimos meses, quando elegeu o advogado José Eduardo Martins Cardozo como sua segunda voz.
10. Escolher os inimigos errados - A última briga de Dilma foi também aquela que sepultou o seu mandato. A pá de cal foi justamente contra uma das biografias mais sujas da política nacional: Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ao se posicionar contra a candidatura de Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados, em fevereiro do ano passado, Dilma assumiu um embate mortal, afinal, ele era estratégico no encaminhamento das pautas do governo federal no Congresso. O peemedebista anunciou o rompimento com o governo, contaminou a base, aliou-se ao vice Michel Temer – velha raposa do Congresso, um verdadeiro animal político – e, como estamos acompanhando, o resto é história viva – gostemos ou não.
11. Mentir - Não foi apenas a contabilidade destrutiva e as fraudes fiscais que pairam sobre a figura da presidente. Basta dar um rasante pela imprensa para verificar que as acusações contra ela, baseadas em fatos e datas, estão na boca de jornalistas, delatores e até, pasme, do mentor maior Luiz Inácio Lula da Silva. 
A herança dos anos Dilma, em números
  • Quando Dilma Rousseff tomou posse, em janeiro de 2011, o Brasil crescia 7,5%, a maior taxa desde 1986. 
  • Passados cinco anos, o País amarga queda de 3,8% no PIB, contas públicas deterioradas, desemprego em 8,5% (já são 11,5 milhões de desocupados) e uma inflação de dois dígitos, que penaliza os mais pobres.
  • O governo caminha oficialmente para fechar 2016 com o terceiro rombo anual seguido em suas contas e um deficit primário recorde, de R$ 170,5 bilhões. 
  • As expectativas indicam que, no final deste ano, a economia terá encolhido quase 8% desde 2014. A última vez que isso aconteceu foi em 1931, em meio à Grande Depressão. A dívida pública pode chegar a 80% do PIB em 2018.

E você, contrataria Dilma Rousseff para comandar a sua empresa?
Por: 

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

O Problema São os Homens ou as Mulheres?


O nosso mal-estar amoroso

Faltam homens ou mulheres? E quem está querendo só pegação: os homens ou as mulheres?

NA SEMANA PASSADA, graças ao IBGE (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, migre.me/1hb92), aprendemos que, em média, no país, há 105 homens solteiros por cada cem mulheres com o mesmo estado civil.

Claro, em cada Estado a situação é diferente. No Distrito Federal há mais solteiras do que solteiros, no Rio de Janeiro dá empate e Santa Catarina é o paraíso das mulheres (122 solteiros por cada cem solteiras). De qualquer forma, no Brasil como um todo, é impossível afirmar que "faltam homens no mercado".

A Folha, na última quinta (9/9), entrevistou algumas mulheres; uma delas comentou: pouco importa que haja mais homens do que mulheres, o problema é que os homens, depois de um encontro ou dois, dão "um chá de sumiço". Ou seja, pode haver muitos homens, mas eles só querem pegação.

No domingo passado, um leitor escreveu à ombudsman do jornal para protestar: segundo ele, quem não quer nada sério são as mulheres, que são "fúteis e fáceis", salvo quando o homem começa "a conversar sobre algo sério", aí ELAS dão o tal chá de sumiço.
Em suma, faltam homens ou mulheres? E, sobretudo, números à parte, quem está querendo sópegação: os homens ou as mulheres?

Acredito na queixa dos dois gêneros. Resta entender como é possível que a maioria tanto dos homens quanto das mulheres sonhe com relacionamentos fixos e duradouros, mas encontre quase sempre parceiros que querem apenas brincar por uma noite ou duas. Se homens e mulheres, em sua maioria, querem namorar firme, como é que eles não se encontram?

Haverá alguém (sempre há) para culpar nosso "lastimável" hedonismo -assim: todos esperamos "naturalmente" encontrar uma alma gêmea, mas a carne é fraca.
Homens e mulheres, desistimos da laboriosa construção de afetos nobres e duradouros para satisfazer nossa "vergonhosa" sede de prazeres imediatos.

Os ditos prazeres efêmeros nos frustram, e voltamos de nossas baladas (orgiásticas) lamentando a falta de afetos profundos e eternos.
Obviamente, esses afetos não podem vingar se passamos nosso tempo nas baladas, mas os homens preferem dizer que é por culpa das mulheres e as mulheres, que é por culpa dos homens: são sempre os outros que só querem pegação.


De fato, não acho que sejamos especialmente hedonistas. E o hedonismo não é necessário para entender o que acontece hoje entre homens e mulheres. Tomemos o exemplo de um jovem com quem conversei recentemente:

1) Com toda sinceridade, ele afirma procurar uma mulher com quem casar-se e constituir uma família.

2) Quando encontra uma mulher que ele preze, o jovem sofre os piores tormentos da dúvida: será que ela gostou de mim? Por que não liga, se ontem a gente se beijou? Por que ela leva tanto tempo para responder uma mensagem?
Essa mistura de espera frustrada com desilusão é, em muitos casos, a razão de seu pouco sucesso na procura de um amor, pois, diante das mulheres que lhe importam, ele ocupa, inevitavelmente, a posição humorística da insegurança insaciável: "Tudo bem, você gosta de mim, mas gosta quanto,exatamente?" Se uma mulher se afasta dele por causa desse comportamento, ele pensa que a mulher só queria pegação.

3) Quando, apesar dessa dificuldade, ele começa um namoro com uma mulher de quem ele gostou e que também gostou dele, muito rapidamente ele "descobre" que, de fato, essa nova companheira não é bem a mulher que ele queria.

4) Nessa altura, o jovem interrompe a relação, que nem teve tempo de se transformar num namoro, e a mulher interpreta a ruptura como prova de que ele só queria pegação.

Esse padrão de comportamento amoroso pode ser masculino ou feminino. Ele é típico da cultura urbana moderna, em que cada um precisa, desesperadamente, do apreço e do amor dos outros, mas, ao mesmo tempo, não quer se entregar para esses outros cujo amor ele implora.

Em suma, "ficamos" e "pegamos", mas sempre lamentando os amores assim perdidos, ou seja, procuramos e testamos ansiosamente o desejo dos outros por nós, mas sem lhes dar uma chance de pegar (e prender) nossa mão. Esse é o roteiro padrão de nosso mal-estar amoroso.

Para quem gosta de diagnóstico, é um roteiro que tem mais a ver com uma histeria sofrida do que com o hedonismo.

(Texto publicado na Folha de São Paulo em 16 de setembro de 2010)

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

MAMÃE, ME FORMEI! E AGORA?

Dados do senso do Ministério da Educação, mostram que no Brasil se formam em média cerca de 1 milhão de acadêmicos por ano, que apesar de ser um número baixo pela grandeza populacional de nosso país, representam uma parcela considerável dos futuros profissionais que, cedo ou tarde, estarão no mercado de trabalho.
Não é de hoje que o egresso (seja ele do ensino técnico ou superior) encontra certas dificuldades para iniciar sua vida profissional, principalmente em um cenário de crise e incertezas pelo qual atualmente estamos passando.
Depois de passar alguns anos na faculdade (ou mesmo no curso técnico), a oportunidade do posicionamento imediato no mercado é crucial para que o recém formado possa ter a tranquilidade necessária a partir de então. Isso vai muito mais além muito do que uma mera questão financeira ou salarial, às vezes trata-se da satisfação de atuar na área de formação. Ou seja, uma questão de honra e reconhecimento por todo o tempo e esforço, além de outros recursos, que foram investidos até a tão sonhada formatura.
Aquele sentimento de insegurança sobre o futuro da atuação profissional, que perpassa por olhar para si mesmo, familiares ou amigos, de ter colocado o "diploma na gaveta", em certos momentos podem até levar o indivíduo a pensar em não ter valido a pena os anos de estudo (o famoso: "tando esforço para nada").
Mas isso não é verdade! A seguir listo algumas ações podem ser tomadas no intuito de estancar quaisquer possibilidades de desistir de uma carreira promissora antes tão almejada.
  • Continue estudando
Apesar de estar supostamente cansado da rotina de estudos é exatamente ela que lhe confere a sensação de liberdade. Segundo estudos realizados pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) pessoas que estudam mais sentem-se mais felizes, realizados e longevos. Então continuar separando uma parcela do seu tempo para continuar estudando é fundamental tanto para continuar evoluindo, quanto para não ser atingido pela sensação de "impotência profissional".
  • Utilize os conhecimentos adquiridos
Em 2, 3, 4, ou até 5 anos de curso certamente você desenvolveu alguma habilidade ou conhecimento que pode te ajudar a trabalhar em algo útil e que seja aplicável à certa necessidade de mercado ou de uma empresa. Revisite suas potencialidades, pois por mais que você julgue que alguma delas não seja tão importante, já é mínimo necessário para iniciar alguma coisa.
  • Esteja atento a tudo e a todo instante
Manter se atualizado é o mínimo se deve fazer. A fantástica evolução dos veículos de comunicação como a internet, mídias sociais etc. podem ajudar muito nesse momento. A grande questão é utilizar corretamente as ferramentas à disposição e tomar cuidado para não perder tempo com coisas que não irão contribuir com o seu objetivo (caso de fato tenha um).
  • Defina e planeje suas metas
Quer seja arrumar um emprego ou empreender em sua área de formação, ter metas é imprescindível. Caso não tenha feito isso nos anos de graduação, aproveite e não desperdice novamente essa oportunidade. Defina um rumo profissional, planeje-o e lute para que ele se realize. Assim como nas empresas faz-se necessário um planejamento no mínimo de curto prazo. Apenas não se comporte como uma pessoa perdida, pois como no trecho clássico do desenho Alice no País das Maravilhas diz
Quando não se  sabe para onde vai qualquer caminho serve
  • Saia da inércia de repouso ("Just do it")
Essa é a maior oportunidade que você precisava. Aquelas preciosas horas "gastas" entre deslocamento, permanência na faculdade, estudos para as provas ou Happy-Hour com os colegas da turma, agora podem ser incrivelmente utilizadas em para realizar alguma atividade prática após formado. Com uma boa dose de disposição pode-se fazer muito mais do que você imagina. Experimente movimentar-se aplicando ao menos 50% desse tempo, atrás de oportunidades de emprego, desenvolvendo algum projeto específico, ou até mesmo sendo voltário em alguma atividade importante. Só não fique em casa dormindo, pois os sonhos acabam tão rápidos quanto um piscar de olhos.
  • Posicione-se no mercado
Outra coisa fundamental para se alcançar colocação e objetivos profissionais é a postura que o profissional assume. Não há mais espaço para excesso de comportamentos introspectivos, como medo de se apresentar em público, conversar com pessoas sobre negócios ou coisas do gênero. Isso reflete diretamente na construção de uma boa imagem profissional, o que seguramente, ajudará  na ampliação de seu network, assim oportunizando novas perspectivas no mercado.
  • Viva apenas o seu projeto de vida
É importante salientar que você deve estar extremamente envolvido com suas tarefas e projetos que nem terá tempo para importar se com o que o seu colega está fazendo. Provavelmente ele deve ter objetivos pessoais e profissionais que, dificilmente, serão iguais aos seu.
Se aquele seu amigo de faculdade conseguiu entrar aparentemente com um bom cargo em uma determinada empresa, não significa que você deva obrigatoriamente seguir o mesmo caminho. Ao invés disso, trabalhe em seus próprios projetos, você irá conseguir fazer muito mais se parar de viver o sonho dos outros.
O tempo que você gasta reparando se o gramado do vizinho é mais verde do que o seu, pode ser utilizado para regá-lo!
  • Acredite no seu sucesso
Estudos recentes apontam que somente e 11% da população brasileira consegue ingressar no ensino superior. Desses, apenas cerca de 30% chegam a concluir o respectivo curso. Fazendo-se uma simples matemática, estimativamente você já está entre os 3,3% das pessoas de nosso país que conseguiu essa conquista. Ou seja, considere-se um vitorioso e continue acreditando em seu potencial. Nada vai ser fácil, mas indubitavelmente, com dedicação e muito trabalho você pode alcançar uma carreira grandiosa
O que te faz desistir não é o cansaço, mas sim quando se acredita que não vai conseguir alcançar. Então chegue cansado, mas, por favor, nunca desista no meio do  caminho.
Em linhas gerais, fatores comportamentais como postura, relacionamento, inciativa, determinação, coragem para encarar os desafios, dentre outros, são preponderantes para se ter sucesso como pessoa ou profissional. Seja ele recém formado ou já experiente, do setor público ou privado, em busca de emprego ou de empreender.
Sê forte e corajoso. Não temas e não te apavores!
Por: Prof. Engº. Wescley Santos. - https://www.linkedin.com/pulse

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Abordagem Contingencial da Administração, O Que É Isso?

O significado da palavra Contingência é algo como incerto ou eventual, que pode acontecer ou não. Considerando um aspecto mais amplo, a Abordagem Contingencial reforça que não se obtém a eficácia organizacional seguindo um único e exclusivo modelo organizacional, ou seja, não existe uma forma única que seja melhor para organizar no sentido de alcançar os objetivos altamente variados das organizações dentro de um ambiente também altamente variado - vários estudos atuais sobre as organizações complexas nos conduzem até uma nova perspectiva teórica: a estrutura de uma organização e seu funcionamento depende da interface com o ambiente externo.

A mais evidente contribuição dos autores da abordagem contingencial se encontra na identificação das variáveis que produzem maior impacto sobre a organização, como ambiente e tecnologia, para então predizer as diferenças na estrutura e no funcionamento das organizações devidas às diferenças nestas variáveis.
A Abordagem Contingencial marcou uma nova etapa no estudo da Teoria Geral da Administração, assumindo uma abordagem eclética, comparando as demais teorias administrativas existentes à luz dessas variáveis, aplicando seus diversos princípios em cada situação distinta de cada organização.
Isso significa dizer que a Teoria da Contingência é um passo além da Teoria de Sistemas em Administração - a visão contingencial da organização e de sua administração sugere que uma organização é um sistema composto de subsistemas e delineado por limites identificáveis em relação ao seu supra sistema ambiental.

TEORIA DA CONTINGÊNCIA

 A Teoria da Contingência surgiu a partir de uma série de pesquisas feitas para verificar os modelos de estruturas organizacionais mais eficazes em determinados tipos de indústrias. Os pesquisadores, cada qual isoladamente, procuraram confirmar se as organizações eficazes de determinados tipos de indústrias seguiam os pressupostos da Teoria Clássica, como a divisão do trabalho, a amplitude de controle, a hierarquia de autoridade etc. Os resultados surpreendentemente conduziram a uma nova concepção de organização: a estrutura de uma organização e o seu funcionamento são dependentes da interface com o ambiente externo. Em outros termos, não há uma única e melhor forma de organizar (the best way).

                   Foram apresentadas pelos autores da escola contingencial, duas variáveis principais que determinam toda a organização da empresa e os relacionamentos entre suas partes: o ambiente e a tecnologia.

·  Ambiente - Ambiente é tudo aquilo que envolve externamente uma organização (ou um sistema). É o contexto dentro do qual uma organização está inserida. Como a organização é um sistema aberto, ela mantém transações e intercâmbio com seu ambiente. Isto faz com que tudo o que ocorre externamente no ambiente passe a influenciar internamente o que ocorre na organização.

                   Como o ambiente é vasto, complexo, envolvendo tudo o mais ao redor da organização, ele pode ser analisado em dois segmentos:

o   Ambiente Geral: é o macro ambiente, ou seja, o ambiente genérico e comum a todas as organizações. O ambiente geral é constituído de um conjunto de condições semelhantes para todas as organizações. As principais dessas condições são:

*    Condições tecnológicas
*    Condições econômicas
*    Condições políticas
*    Condições legais
*    Condições demográficas
*    Condições ecológicas
*    Condições culturais

o   Ambiente de Tarefa: é o ambiente mais próximo e imediato de cada organização, é o segmento do ambiente geral do qual uma determinada organização extrai as suas entradas e deposita suas saídas. Esse ambiente tarefa é constituído por:

*    Fornecedores de entradas
*    Clientes ou usuários
*    Concorrentes
*    Entidades reguladoras

O grande problema com que as organizações atuais se defrontam é a incerteza - aliás, a incerteza sempre será um grande desafio para a Administração. Contudo, a incerteza não está no ambiente. A incerteza está na percepção e na interpretação das organizações e não na realidade ambiental percebida. Parece mais adequado falar-se em incerteza na organização, pois o mesmo ambiente pode ser percebido de maneiras diferentes por duas organizações.

·      Tecnologia - Sob um ponto de vista administrativo, consideraremos a tecnologia como algo que se desenvolve predominantemente nas organizações, em geral, e nas empresas, em particular, através de conhecimentos acumulados e desenvolvidos sobre o significado e execução de tarefas - know-how - e pelas suas manifestações físicas decorrentes - máquinas, equipamentos, instalações - constituindo um enorme complexo de técnicas usadas na transformação dos insumos recebidos pela empresa em resultados, isto é, em produtos e serviços. A tecnologia pode estar ou não incorporada a bens físicos. A tecnologia incorporada está contida em bens de capital, matérias-primas intermediárias e componentes etc. (hardware).  tecnologia não incorporada encontra-se nas pessoas - como técnicos, peritos, especialistas, engenheiros, pesquisadores - sob formas de conhecimentos intelectuais ou operacionais, facilidade mental ou manual para executar as operações, ou em documentos que a registram e visa assegurar sua conservação e transmissão - como mapas, plantas, desenhos, projetos, patentes, relatórios (software).
Em suma, tecnologia é o conhecimento que pode ser utilizado para transformar elementos materiais em bens ou serviços, modificando sua natureza ou suas características. A tecnologia tem a propriedade de determinar a natureza da estrutura e do comportamento organizacional. Existe um forte impacto da tecnologia sobre a vida, natureza e funcionamento das organizações - a tecnologia, em nome do progresso, cria incentivos em todos os tipos de empresas, para levar os administradores a melhorarem cada vez mais a eficácia, mas sempre dentro do critério normativo de produzir eficiência.

Encerramos este post afirmando que a Abordagem Contingencial é eminentemente eclética, manifestando uma tendência a absorver os conceitos das diversas teorias administrativas - cada qual criticando as demais - no sentido de alargar os horizontes e mostrar que nada é absoluto. A tese central da abordagem contingencial é: Não há um método ou técnica geralmente válidos, ótimos ou ideais para todas as situações - o que existe é um leque com várias alternativas de métodos e técnicas que são proporcionadas pelas diversas teorias administrativas, o que significa dizer que algum desses métodos poderá ser apropriado para uma situação específica. A abordagem contingencial vem sendo aplicada em quase todos os campos da teoria administrativa com resultados animadores.
Copiado:http://administracaonoblog.blogspot.com.br/

terça-feira, 23 de agosto de 2016

3 Atitudes "Infalíveis" de Quem Conseguiu Um Emprego

Muito se fala sobre como conquistar um emprego. Aqui mesmo já postei alguns artigos que traziam reflexões sobre esse desafio. De fato, diante do cenário atual, há uma busca incrível por um emprego de qualidade e toda ajuda que estabelece algum tipo de referência confiável é muito bem recebida, mesmo quando já se sabe que boa parte do sucesso em conquistar uma vaga, depende muito mais das atitudes e do preparo do candidato, do que das “dicas e fórmulas” apresentadas.
Na verdade, é importante saber que o recrutador estará muito mais atento às suas atitudes do que ao seu currículo. Ele buscará prioritariamente, as informações sobre como você e suas competências podem contribuir para os resultados da empresa. Além disso, estará atento em como você estabelece sua rede de relacionamentos, pois isso certamente influenciará no seu trabalho com os demais funcionários.
Então, se as atitudes são fundamentais, melhor saber quais são algumas das atitudes infalíveis que levaram muitos candidatos a conquistar seu emprego.

  • Postura pessoal - Jamais esqueça que a primeira impressão é determinante.
Muitas vezes, acreditamos que é possível mostrar como somos com o tempo e com o cenário apropriado, contudo não esqueça que na entrevista, os holofotes estão sobre você e tudo fica ampliado, ou seja, se eventualmente houver algo desalinhado, isso não será visto como um pequeno descuido, mas sim como um grande desleixo.
Claro que isso não significa ter que ir com "traje social" em todas as entrevistas, deixando a impressão de artificialidade. Melhor é pesquisar antes, qual é a cultura da empresa e se apresentar de forma equivalente. Mas saiba que essa atitude só será válida, se a cultura da empresa estiver de acordo com suas expectativas pessoais.
Vale lembrar que pontualidade é também um importante fator de avaliação de postura, por isso, seja sempre rigoroso com prazos e horários combinados.

  • Coerência digital - Nunca descuide de suas redes sociais
Houve um tempo que nossa vida pessoal era privada e somente alguns aspectos eram conhecidos publicamente. Essa realidade não existe mais, por isso é fundamental assumir o controle de tudo que é publicado sobre você nas redes sociais. 
Afinal, seja pessoal ou profissional, qualquer publicação será fonte de consulta de suas atitudes, tanto na entrevista de emprego, como quando já estiver empregado.
A melhor forma de fazer isso é manter-se atento às publicações de suas redes de relacionamentos e sempre avaliar o quanto que suas publicações, “curtidas” e “compartilhadas” podem representar sobre suas atitudes, principalmente aquelas publicações “polêmicas” ou de caráter duvidoso.

  • Planejamento e preparação – Ninguém consegue um emprego improvisando.
Nunca acredite que um emprego legal “caiu do céu”. Se alguém conquistou uma boa vaga, é porque se preparou muito. Quando estava buscando o emprego, se preocupou em estudar a empresa, mas isso é quase um “clichê” que todos dizem fazer antes de ir para uma entrevista.
Quem já conquistou uma boa vaga, teve que realmente estudar muito sobre o negócio da empresa, identificando as oportunidades em que poderia contribuir. Ele teve o cuidado de pesquisar sobre as atribuições do cargo pretendido, avaliando onde seus pontos fortes poderiam ser determinantes e se preparou muito para o momento da entrevista, algumas vezes até ensaiando essas conversas com amigos.
Claro que você pode achar que isso tudo dá muito trabalho, pois o que todos buscam é apenas um emprego que pague bem, seja divertido, permita ter vida pessoal como prioridade e que tenha um chefe legal que não pressione. Se pensa assim, boa sorte na sua busca, afinal ela até é uma boa intenção.
Agora, se você já sabe que “ter um trabalho” dá trabalho, então tenha atitudes assertivas, pois são elas que irão trazer o emprego que busca e não suas intenções.
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