segunda-feira, 17 de abril de 2023

Salário Emocional: o Que É, Importância e Como Implementar na Empresa!


Nos últimos anos temos visto uma grande virada de cultura e pensamento no mercado de trabalho. Hoje em dia, os profissionais estão cada vez mais em busca de empresas que proponham um ambiente de trabalho seguro, com uma cultura forte e que ofereça a possibilidade de crescimento. Ou seja, o conjunto de fatores motivacionais e emocionais têm sido o principal fator de atração e 
retenção de talentos, e o nome dado a este conjunto é salário emocional.

Foi-se a era em que as pessoas escolhiam as empresas que trabalhavam, levando em consideração apenas o valor do salário propriamente dito.

Vale destacar que, a importância dos tipos de remuneração, se fixa e variável, para o trabalhador não diminuiu, mas ele começa a colocar outros pontos como prioridade.

busca por profissionais qualificados está cada vez maior, e as empresas que querem se destacar perante o mercado oferecem muito mais que um salário fixo competitivo.

As empresas mais desejadas por esses profissionais, geralmente oferecem um plano de carreira bem estruturado, a possibilidade de adquirir novos conhecimentos e de desenvolvimento pessoal, além de um bom plano de saúde, e outros benefícios garantidos pela CLT.


Por ser um momento muito delicado, o “novo normal” tem feito com que muitas empresas melhorem os pacotes de benefícios oferecidos aos colaboradores, essa estratégia tem melhorado indicadores como turnover e atratividade de vagas, além da melhora na qualidade de vida dos colaboradores.


Preparamos esse conteúdo para que você entenda tudo sobre o salário emocional, um tema que está cada vez mais em evidência. 

Conceito de salário emocional

O salário emocional é relativo de empresa para empresa. Não existe uma regra de quais benefícios e possibilidades devem ser oferecidos aos colaboradores para que a empresa possa dizer que oferece esse tipo de salário.

Ele é composto pela soma de benefícios subjetivos como a perspectiva de crescimento dentro da empresa, cultura das pessoas do time, reconhecimentos e um ambiente que possibilite aumento na curva de aprendizado e desenvolvimento de habilidades profissionais.

Em linhas gerais, os principais objetivos que as empresas possuem em oferecer o salário emocional, são: melhorar o engajamento dos colaboradores, diminuir o volume de demissões voluntárias, aumentar a produtividade das equipes e aumentar a atratividade para as vagas abertas.

O pacote desses benefícios subjetivos e intangíveis podem variar de acordo com as características dos funcionários da empresa ,e com as necessidades que a mesma possui.

Geralmente eles são oferecidos por organizações que possuem a visão de que os colaboradores são o principal motor de eficácia dos negócios, ou seja, o seu recurso mais valioso.

Além de tudo, segundo Chiavenato, os profissionais podem satisfazer as suas necessidades através do trabalho que prestam às organizações, então oferecer o salário emocional pode ser uma estratégia para que os colaboradores realmente se sintam bem e satisfeitos. Fazer a gestão dos cargos e salários é fundamental.

Quais os principais tipos de salário emocional?

Como falamos acima, cabe a cada organização decidir o que oferecerá como salário emocional aos seus funcionários. Vale lembrar que, esse pacote de benefícios intangíveis deve ser estruturado de acordo com o perfil dos colaboradores da empresa.

Abaixo, pontuamos alguns dos exemplos mais comuns de salário emocional oferecido pelas empresas, veja:

  • Ambiente profissional agradável, positivo, saudável e estimulante;
  • Reconhecimento por parte da liderança;
  • Rotina de treinamentos focados na motivação e desenvolvimento dos colaboradores;
  • Comunicação sem ruídos;
  • Possibilidade de criar networking com profissionais que são referências de mercado;
  • Plano de carreira bem estruturado, possibilitando crescimento interno;
  • Flexibilidade na rotina de trabalho;
  • Estímulos a novos desafios;
  • Programas de lazer;
  • Liderança inspiradora e eficiente;
  • Planos de Desenvolvimentos Individuais (PDI);
  • Cuidado com o colaborador no ambiente externo à empresa.

Como pudemos observar, todos os benefícios mencionados acima não possuem um valor representado por uma cifra ($), e não são mencionados nos contratos de trabalho

Por este motivo, é importante que as empresas consigam passar credibilidade de confiança durante o processo de contratação de novos colaboradores.

Como promover e implementar o salário emocional na organização?

Na teoria, a implementação do salário emocional dentro da empresa pode parecer algo simples. Na prática, os profissionais de RH sabem que esse é um desafio e tanto.

A implementação do salário emocional é um desafio complexo, porque precisa de fatores pessoais para dar certo. Por exemplo, para que a empresa tenha uma cultura forte, ela depende que os funcionários tenham esse valor enquanto pessoas.

Ou seja, se o processo seletivo possuir alguma brecha, podem ocorrer contratações de profissionais que não tenham a cultura alinhada com a empresa, e isso com certeza vai impactar de maneira negativa no clima organizacional.

Para que isso não aconteça na sua empresa, trouxemos algumas dicas de como implementar o salário emocional:

  • Liderança engajada: Os gestores devem trabalhar focados no desenvolvimento dos profissionais de suas equipes. Esse é o primeiro passo para que seja estabelecido um clima organizacional positivo. Caso a liderança não consiga engajar seus liderados de maneira que o ambiente de trabalho seja transformado, dificilmente os resultados alcançados, nesse quesito, serão satisfatórios.
  • Sem distinções entre os colaboradores: Todos devem receber a mesma oportunidade de crescimento dentro da empresa. É claro que os fatores promotores de cada posição serão relativos, mas é necessário que 100% dos colaboradores tenham a chance de se desenvolver e, consequentemente, serem promovidos para posições mais estratégicas. Isso deve acontecer de maneira completamente imparcial, desconsiderando gênero, religião, orientação sexual, raça e idade.
  • Departamentos com objetivos alinhados: Oferecer o salário emocional é uma das formas de envolver todas as áreas da empresa em um mesmo propósito. Os diferentes departamentos devem agir de maneira conjunta, buscando tornar o ambiente de trabalho cada vez mais leve e alinhado.
  • Perfil dos colaboradores: Para saber quais serão os benefícios subjetivos que motivam os membros das equipes, é necessário entender qual é o perfil desses profissionais. Acompanhar a satisfação dos funcionários por meio de pesquisas é de suma importância, para que o salário emocional seja cada vez mais assertivo.
  • Rotinas de treinamentos: Manter uma rotina de treinamentos com os colaboradores faz com que eles sintam que estão aprendendo e se desenvolvendo. A partir daí, eles começam a entender que a importância de suas entregas se tornam cada vez maior para a empresa. Isso é um dos fatores que manterá seus funcionários motivados e engajados em seus papéis.

O salário emocional está diretamente relacionado com o engajamento e, consequentemente, com a cultura da organização como um todo.


A partir do momento em que as empresas propõem para os seus colaboradores um ambiente seguro, motivador, leve, saudável e principalmente, com os processos organizados, a satisfação e entregas dos funcionários tendem a ser melhores.


Qual a importância do salário emocional para os colaboradores? 

Os colaboradores que possuem a possibilidade de se aperfeiçoarem, desenvolverem e de trabalharem em um ambiente seguro, tendem a ter uma  satisfação maior com seu trabalho. Isso é muito importante para a saúde e bem-estar dos membros da equipe.



E quais os benefícios que o salário emocional traz para as empresas?

As empresas que proporcionam o salário emocional, geralmente conseguem reduzir o turnover, que é um dos principais indicadores de performance da área de RH, aumentar a atratividade das vagas e, mais importante, conseguem melhorar os índices de engajamento dos colaboradores.

O salário emocional aumenta a valorização da empresa por parte dos colaboradores?

Uma vez que for bem implementado, o salário emocional pode sim aumentar a valorização da empresa aos olhos dos colaboradores. Muitas vezes, os profissionais que trabalham em empresas que possuem este tipo de salário, pensam duas vezes antes de abrir mão de suas posições.

Papel do RH na implementação do salário emocional

A área de recursos humanos tem um papel fundamental na implementação do salário emocional. Vale reforçar que, ele é um dos principais responsáveis por entender o perfil dos colaboradores, saber quais são os tipos de benefícios intangíveis que os agradam, fazendo com que os mesmos se sintam motivados e engajados com os papéis de suas funções.

É claro que, toda essa responsabilidade não fica somente nas mãos do RH. Como vimos acima, a implementação desse tipo de salário é uma das estratégias de fazer com que a empresa como um todo fique mais unida, propondo um ambiente mais saudável para os seus funcionários.

Conclusão

Como pudemos observar no texto acima, o salário emocional tem ganhado um peso cada vez maior nas empresas. Ele é estratégico tanto para aumentar a atratividade de vagas quanto para reter os talentos do time.

Para que ele seja bem sucedido, as empresas devem conhecer muito bem os perfis, necessidades e desejos de seus colaboradores. Desta forma, elas conseguem implementar benefícios subjetivos que, realmente, façam a diferença no rendimento e motivação dos funcionários.

Essa motivação faz com que as pessoas tornem o clima organizacional mais leve e os ganhos com isso são grandiosos. Uma vez que for bem estruturado e implementado da forma correta, as empresas conseguem alcançar melhoras significativas nos seus indicadores-chave de performance.

A cultura da empresa fica cada vez mais consistente, é um fator muito importante visto por talentos que estiverem buscando novas oportunidades no mercado.

Em suma, o valor do salário fixo vem deixando de ser uma prioridade aos profissionais, e o pacote de benefícios tangíveis e intangíveis vem ganhando um maior posicionamento nessa escala. 

Como você e sua equipe têm se preparado para esse movimento?

Copiado: https://www.pontotel.com.br/

quinta-feira, 13 de abril de 2023

8 Bons Caminhos Para Superar os Próprios Erros


 Ninguém gosta de errar, seja no trabalho, seja na vida pessoal. É evidente que todas as pessoas estão sujeitas a erros, mas o que as diferencia é a forma como lidam com eles. Superar os próprios erros é fundamental no ambiente corporativo, pois o profissional tem de levantar a cabeça e correr para corrigi-los.

O artigo de hoje traz oito dicas decisivas para você superar os próprios erros e seguir sempre em frente.

Por mais que façamos de tudo para acertar sempre, há momentos em que acabamos falhando. O grande problema não é errar, mas ter dificuldade para absorver o golpe e aprender com ele.

1. Aceite o que aconteceu

Quando algo não sai conforme planejado, é comum as pessoas recorrerem à negação. Essa postura não ajuda em nada, pois impede que o erro seja compreendido e superado em seguida.

Evite ignorar, negar ou esconder as falhas que forem cometidas. É a velha história de “não chorar sobre o leite derramado”. Se você aceitar o que aconteceu, terá condições de extrair lições do erro para que não se repita futuramente.

Uma boa forma de facilitar esse processo de aceitação é se conscientizar de que erros são corriqueiros. Não se trata de achar que falhar sempre faz parte, mas de não deixar que cada falha seja suficiente para derrubar você.

2. Evite ser tomado pela emoção

Quando erramos, a frustração pode levar a uma postura totalmente emocional. Arrepender-se, em um primeiro momento, pode ser positivo, mas isso não deve levar você a se fechar. Por vezes, as pessoas até sentem vontade de chorar depois de um grande erro, porém, essa tristeza inicial precisa dar lugar a uma postura proativa.

Sentir pesar por conta da falha ou ter pena de si mesmo são atitudes negativas. Insistir nesse tipo de conduta pode provocar infelicidade e levar a novos erros.

3. Assuma sua responsabilidade

Além da negação, há uma postura bastante comum na administração de erros. Muitos falham e correm para apontar outros culpados ou dividir a responsabilidade como uma forma de aliviar a carga sobre si. No ambiente profissional, essa conduta é, sobretudo, antiética e capaz de queimar colegas de trabalho injustamente.

Ao cometer um erro, o mais correto é assumir sua responsabilidade de forma integral. No entanto, se o problema de fato envolver outras pessoas, obviamente que é importante cada um assumir sua parcela de culpa.

4. Compreenda o erro em sua totalidade

O nervosismo inicial causado por um erro pode tirar qualquer um do eixo. Respirar fundo e buscar uma abordagem mais racional são atitudes decisivas em direção à superação da falha.

A análise ponderada sobre o que aconteceu vai lhe ajudar a evitar outro erro no futuro e também a justificar o erro internamente.

Talvez essa observação mais detalhada mostre, por exemplo, que certas coisas foram feitas da maneira correta, mas um ponto específico estava incorreto. Separar o joio do trigo em um erro faz toda a diferença.

Cabe ao gestor de equipes transmitir essa estratégia para seus colaboradores, assim eles poderão lidar melhor com os próprios erros.

5. Desenvolva um novo mindset

Erros são como obstáculos a serem superados para que as pessoas possam seguir em frente. Não é recomendável enxergar os erros como um fim em si, mas muitos assumem essa postura.

O correto é desenvolver um novo mindset mais positivo para superar o erro. Essa mentalidade também contribui na absorção de outras falhas que, provavelmente, acontecerão no futuro.

Em resumo, a dica é não deixar que os erros subtraiam a sua confiança. Mantenha uma atitude positiva diante das falhas, assim você vai sempre manter seu mindset em desenvolvimento.

6. Não tenha medo

Ter uma reação de medo após cometer um erro é mais comum do que imaginamos. O medo se dá pelo impacto e pela consequência que a falha terá e, também, pela possibilidade de recorrência.

O grande problema é que o medo pode paralisar a pessoa e impedi-la de superar o erro. Por isso, evite temer pelo resultado negativo que virá a seguir e procure pensar em como seguir em frente.

Pessoas bem-sucedidas se caracterizam por não temer o fracasso. Muitas das personalidades que conquistaram grandes feitos cometeram sérios erros e tiraram lições deles.

7. Escute o que os outros têm a dizer

A capacidade de ouvir outras pessoas é mais uma lição importantíssima na superação dos próprios erros. Muitas vezes, uma segunda opinião pode lhe ajudar a clarear as ideias e compreender o que levou àquela falha.

Ouvir os outros pode ser difícil quando cometemos erros, pois existe uma tendência de retração. Não tenha vergonha do que aconteceu e procure fazer disso uma situação de aprendizado.

8. Pense sempre em recomeçar

Já sabemos que erros são frustrantes e podem derrubar o ânimo em um primeiro momento. Mas eles servem também para o início de uma reconstrução e um recomeço.

Quando você cometer uma falha, pense em recomeçar logo na sequência. Essa capacidade de apertar o botão “reset” diferencia as pessoas com um mindset mais firme na reparação de erros.

Falhas não podem representar a desistência de metas e sonhos. Talvez elas retardem as conquistas, é verdade, mas isso tem de ser encarado da forma mais positiva possível. Permita que os erros tornem você uma pessoa mais forte e apta a reiniciar com um ânimo redobrado.

Superar os próprios erros faz grande diferença

Como diria Theodore Roosevelt, grande líder norte-americano no início do século XX, “o único homem que não erra é aquele que nunca faz nada”. Henry Ford, por sua vez, disse que “o único erro é aquele do qual não tiramos nenhuma lição”.

Portanto, superar os próprios erros é um processo de amadurecimento que todos têm de enfrentar em algum momento. Falhas acontecem e devem ser entendidas como oportunidades de aprendizado. Com isso, os erros não se repetirão e você se tornará uma pessoa mais forte. Por falar em erros, você sabia que no planejamento de projetos é possível prevê-los e, consequentemente, evitá-los?

Como não cometer o mesmo erro?

Para evitar os mesmos erros e saber como lidar, o principal é entender onde você está errando e refletir.

É necessário usar a inteligência emocional, afinal, temos que evitar a negação, aceitar o erro e assumir responsabilidade, que é uma parte bem difícil para muitas pessoas. Mas não tenha medo: escute feedbacks e a opinião de outras pessoas, absorva informações e comece a trabalhar no seu mindset.

Para comementar, confira o vídeo abaixo do Christian Barbosa sobre como lidar com erros.

Como aprender com os erros

O primeiro passo é ter humildade e adimitir que errou. Depois, comece a mudar seu midset e dê outro significado para o erro: imagine que foi um aprendizado e olhe por outra perspectiva.

Depois, é hora de analisar seu erro e examinar de perto. Nesta hora, escute outras pessoas e entenda onde pode melhorar.

Por fim, reflita e coloque em prática o que aprendeu.

Copiado: https://gestaodeequipes.com.br/

quarta-feira, 12 de abril de 2023

O Golpe do “Falso Especialista"


Começando a semana por aqui com uma SUPER DICA de utilidade pública pra você!

Tem o “golpe do ZAP”, o “golpe do Bilhete Premiado” e, na Era Digital em que vivemos, infelizmente também tem o Golpe do “Falso Especialista”. 

Portanto, fique atento!
 
Esse tipo de golpista costuma “atacar” principalmente nas redes sociais. 

É aquele “profissional” que se apresenta como “mentor disso”, “expert naquilo”, mas que na verdade nada mais é do que um “espertalhão” capaz de enganar muita gente.
 
Como identificar, um “falso especialista” nas redes sociais? 

Confira quatro dicas:
 
1 – Verifique a formação do “Especialista”

Ninguém se torna “Especialista” em algo “do nada”

É preciso estudar! 

Portanto, antes de contratar qualquer pessoa, verifique se ela tem formação na área em que se apresenta como “Expert” – principalmente Formação Acadêmica!

Se um profissional se apresenta como “Especialista em Marketing”, por exemplo, precisa ter, no mínimo, algum curso ou especialização em Marketing, Publicidade, Comunicação e áreas afins.


 2 – Verifique a Experiência

Você checou e o “Especialista” tem formação na área em que atua. 

Porém, isso não basta. 

Você conferiu se ele tem Experiência? 

Preste atenção nisso, porque há muitos “Profissionais” por aí com formação na área “X” ou “Y”, mas sem qualquer experiência no mercado. 

Especialista “de verdade” é aquele que adquiriu conhecimento e aplicou isso na prática;
 
3 – Busque referências do trabalho desse “Especialista”

Além de conhecimento e experiência, é importante saber se esse “Especialista” é um bom profissional. 

Por isso, é fundamental buscar informações e pedir referências sobre o “Especialista”

Você pode começar checando as “Recomendações” do profissional no perfil dele aqui mesmo no LinkedIn. 

Se você ainda não se sentir seguro, fale com ex-clientes dele.

 
4 – “Autoridade Digital” não é “cheque em branco”

“Ah, Stefan, mas o cara tinha 300 mil seguidores nas redes sociais!”. 
  • E daí, cara-pálida? 
  • Seguidor é garantia de qualidade? 
Você seguiu os passos mencionados acima? 

Há vários casos por aí de “Digital Influencers Top das Galáxias” que, na vida real, eram apenas “Charlatões”

Volte para o item 1 e comece de novo!
 
Gostou dessas dicas? 

Então curta, comente e compartilhe sem moderação!
 
E você, tem alguma dica para identificar os “falsos especialistas” nas redes sociais?

Copiado: https://www.linkedin.com/in/stefanligocki/