quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

O Uso dos PORQUÊS - A forma correta a ser utilizada.


É muito comum que haja dúvidas sobre qual “porquê” empregar em determinadas situações. É certo que a linguagem da internet facilitou bastante a vida dos falantes, já que muitos abreviam (“pq”) e se livram de um possível emprego errado.

No entanto, em situações mais formais e fora da rede, não podemos utilizar a abreviação. Por isso, é muito importante entender qual forma deve ser utilizada. Neste post, entenderemos de uma vez por todas o uso dos porquês.

1. POR QUE

A forma “por que” – “separado”, como chamamos, é utilizada em perguntas diretas e indiretas. Vamos entender melhor:

a) Junção da preposição “por” + pronome interrogativo “que” – essa é a forma que utilizamos no início de perguntas diretas (I) ou no meio de perguntas indiretas (II).

  • Ex.: (I) Por que há tanta crueldade no mundo?

  • (I) Por que você não gosta dela?

  • (II) Não sei por que há tanta crueldade no mundo.

  • (III) Não entendo por que você não gosta dela.

Obs.: Uma dica é perceber que, nesses casos, as palavras “razão” e “motivo” podem ser inseridas. Veja os exemplos:

  • Por que (motivo) há tanta crueldade no mundo?

  • Não entendo por que (razão) você não gosta dela.

b) Junção da preposição “por” + pronome relativo “que” – essa forma é equivalente a “pelo qual” e suas variações. Não é muito comum usarmos essa construção; por isso, muitas vezes, causa estranhamento. Veja:

  • Ex.: Os países por que passamos marcaram nossa história. (= os países PELOS QUAIS passamos...)

  • A razão por que te liguei será revelada quando nos encontramos. (= a razão PELA QUAL te liguei...)

2. POR QUÊ

Essa forma é utilizada no final de frases interrogativas (diretas ou indiretas). Dessa forma, sempre virá acompanhada de pontuação.

  • Ex.: Ele estava muito triste ontem, por quê? (interrogativa direta)

  • Ele estava muito triste ontem sem saber por quê. (interrogativa indireta)

Obs.: Nesse caso, a lógica é a mesma do “por que” (separa sem acento); a única diferença é a posição na frase.

3. PORQUE

Esse é o famoso “porque da resposta”. Chamamos assim, pois é uma conjunção que indica causa e explicação. Vejamos os exemplos:

  • Ex.: Ele estava triste ontem porque brigou com o irmão.

  • Cheguei atrasada porque o trânsito estava caótico.

Obs.: Uma dica é tentar substituir o “porque” pela conjunção “pois”.

 PORQUÊ

A forma “porquê” é sempre um substantivo. Dessa forma, deve sempre vir precedida de palavras que a determine, como, por exemplo, artigos e numerais. Além disso, tem o mesmo sentido da palavra “motivo”.

  • Ex.: Não sei O PORQUÊ de ele ter faltado à aula.

  • Dê-me UM PORQUÊ para a sua rebeldia.

5. Comparação do uso dos porquês

Para ajudar ainda mais a entender a diferenciação dos porquês, vamos a aplicação em frases semelhantes.

  • Ex.: Por que você não me telefonou?

  • Não te telefonei porque cheguei tarde.

  • Não me telefonou, por quê?

  • Não sei o porquê de você não ter me telefonado.

  • Copiado: https://descomplica.com.br/

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Conheça os 'pixsexuais' que utilizam o PIX como app de paquera

 


O PIX, meio de pagamento eletrônico do Brasil, acaba de anexar um novo tipo de transação às suas funcionalidades: aplicativo de paquera. 

O uso alternativo do sistema de pagamentos do Banco Central já tem até nome para seus usuários no Twitter: são os pixsexuais, que publicam stories que têm viralizado com a tag “PIXTinder”.

A colunista do blog do Uol "Descomplique", Júlia Mendonça, explica como o PIX foi parar no mundo da paquera: como o novo sistema gratuito permite receber e fazer transações sem burocracia dos bancos, a ferramenta pede apenas o cadastramento de uma chave pessoal, que pode ser o telefone, o CPF ou um número aleatório.

Segundo a blogueira, há duas semanas uma garota bloqueada em todas as redes sociais do ex teve uma ideia brilhante para tentar a reaproximação: fez várias transações de R$ 0,01 para o boy, com mensagens de texto (permitidas pelo app para informar o motivo da transferência) pedindo para reatar o relacionamento.


Recebendo grana dos contatinhos

A historia bombou nas redes sociais e extrapolou o terreno das perseguições amorosas, para chegar ao campo dos investimentos afetivos com algumas pessoas usando o PIX para falar com o contatinho e paquerar. 

Uma profissional de relações públicas entrevistada pelo blog declarou: “Recebi R$ 2 do meu contatinho”.

Ela confessou ter visto a brincadeira sobre os pixsexuais no Instagram e resolveu aderir compartilhando em seus Stories: “Aqui é ruim de conversar, anotem o número do meu PIX”. Sem esperar nada, ela acabou recebendo um crédito de R$ 2 de um contato do passado, e uma mensagem com o endereço do moço.


Embora o caso citado possa estar se encaminhando para um final feliz, Júlia alerta que “não é uma coisa legal você sair por aí passando o seu contato para todo mundo, nem mesmo o CPF. 

Esse é o principal problema da ferramenta, informar dados pessoais para desconhecidos”. Por isso, aconselha que, para desconhecidos, utilize como chave um número aleatório.

Copiado: https://www.tecmundo.com.br/

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

CFA - CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO - GESTÃO 2021-2022

 Nesta quinta-feira, 14, o Conselho Federal de Administração (CFA) realizou a solenidade de diplomação e posse dos seus novos conselheiros federais. O plenário é composto por 27 administradores – sendo um representante de cada Estado e do Distrito Federal. Eles se dividem em grupos para trabalhar nas Câmaras Profissionais da autarquia. Mas, afinal, o que elas são?

As câmaras são setores do CFA responsáveis por atuarem a favor da Ciência da Administração sob diversos aspectos. Elas são  compostas por conselheiros federais efetivos eleitos pelo plenário, por maioria simples, para exercerem mandatos de dois anos.

Ontem, logo após a eleição que reconduziu o administrador Mauro Kreuz ao cargo de presidente do CFA, os 27 conselheiros federais elegeram os novos membros das Câmaras profissionais. Saiba a função de cada uma delas e quem será a equipe que as conduzirá no biênio 2021-2022.

 

Equipe CAF

Câmara de Administração e Finanças – CAF

Cabe a ela gerenciar as demandas administrativas do CFA. Questões como gerenciamento de recursos, supervisão do controle da arrecadação, planejamento e execução de políticas de Recursos Humanos do CFA, analisar os demonstrativos orçamentários, contábeis e financeiros dos regionais e oferecer parecer sobre as prestações de contas anuais dos CRAs são algumas das atividades desenvolvidas pela CAF.

Confira a equipe que comandará a Câmara nos próximos dois anos:

Diretor: Adm. Francisco Rogério Cristino

Vice-diretor: Adm. Roberto Ibrahim Uehbe

Membro: Adm. Diego Cabral Ferreira da Costa

 

 

 

Equipe CFR

Câmara de Fiscalização e Registro – CFR

A fiscalização é a razão de ser dos conselhos profissionais e não poderia ser diferente no CFA. É por meio dela que o Sistema CFA/CRAs protege a sociedade de maus profissionais, impedindo que pessoas sem formação e registro atuem de forma ilegal no mercado de trabalho.

Cabe aos CRAs a efetiva fiscalização, mas é na CFR/CFA que são elaboradas e propostas alterações das normas que visem o aperfeiçoamento das atividades de fiscalização e registro do Sistema CFA/CRA. É nesta Câmara, por exemplo, que são analisados os processos que os regionais encaminham em grau de recurso. É na CFR ainda, que os conselheiros federais e os colaboradores da autarquia elaboram pareceres técnicos sobre os campos de atuação privativos dos profissionais de Administração.

No biênio 2021-2022, a equipe que estará a frente deste trabalho será composta pelos seguintes conselheiros:

Diretor: Adm. Carlos Alberto Ferreira Júnior

Vice-diretor: Adm. Evandro Fortunato Linhares

Membro: Adm. Hércules da Silva Falcão

 

Equipe CFP

Câmara de Formação Profissional – CFP

O trabalho de promover a Ciência da Administração começa cedo, ainda nas Instituições de Ensino Superior. Afinal, os futuros profissionais da área são preparados nas faculdades e universidades e, por isso,  o CFA não poupa esforços para garantir  que esta formação seja adequada às exigências do mercado.

Todo esse trabalho nasce na CFP cujo objetivo é, entre outros,  estudar e propor ações de estímulo ao processo de avaliação e o debate da educação superior em Administração, como forma de contribuir para o processo de melhoria da formação dos alunos dos cursos de Bacharelado em Administração e dos cursos considerados nas Resoluções Normativas editadas pelo CFA. E não só isso: é nesta Câmara que são elaboradas ações para fomentar a participação dos profissionais de Administração nas MPEs, é onde é planejado e executadas as ações do Prêmio Belmiro Siqueira de Administração e da pesquisa que revela o perfil dos profissionais de Administração.

Confira a composição da CFP:

Diretora: Admª. Claudia de Salles Stadtlober

Vice-diretor: Adm. Mauro dos Santos Leonidas

Membro: Admª. Ellen Regina dos Santos Lobo

 

Equipe CCM

Câmara de Comunicação e Marketing – CCM

Como dizia Chacrinha, “quem não se comunica, se trumbica”. É por isso que o CFA investe em comunicação. Por meio do CFPlay, da Rádio ADM, da revista RBA, do site, das redes sociais, das campanhas publicitárias e material gráfico, do relacionamento com a imprensa e de tantos outros produtos de comunicação que são produzidos pela CCM, a autarquia divulga suas ações e se relaciona com seus públicos de norte ao sul do país.

Nada passa despercebido pela CCM e, certamente, é a comunicação do Conselho que fará chegar até os profissionais de administração todas as novidades do Sistema CFA/CRAs e do mundo da profissão. Quer saber quem é que liderará essa equipe pelos próximos dois anos? Confira abaixo:

Diretor: Adm. Diego Cabral Ferreira da Costa

Vice-diretor: Adm. Tiago Nóbrega Stival

Membro: Admª. Jociara Márcia da Silva Correia

 

 

Equipe CRIE

Câmara de Relações Internacionais e Eventos – CRIE

Não basta trabalhar para promover a ciência da Administração no Brasil. O CFA quer ir além e romper as fronteiras nacionais a fim de garantir a atuação deste profissional em todo mundo. É por isso que existe a CRIE: é ela quem atua para clarificar a identidade do profissional de Administração em nível internacional por meio de convênios e parcerias com entidades, associações, professores e universidades ligadas à Administração de vários países, além de participar do processo de integração das Américas, em especial a do Mercosul.

Além disso, a CRIE participa do planejamento e execução de eventos nacionais e internacionais, promove parcerias com eventos da área da Administração e fomenta a realização de fóruns, congressos, seminários e encontros regionais. Confira a equipe de conselheiros federais que estará a frente dessa missão no biênio 2021-2022.

Diretor: Adm. Gilmar Camargo de Almeida

Vice-diretora: Admª. Ivanilda Frazão Tolentino

Membro: Admª. Herligenas Correa de Oliveira Araújo

 

Equipe CEPE

Câmara de Estudos e Projetos Estratégicos – CEPE

Sabia que os problemas de saneamento no Brasil são fruto da má gestão? Quem mostrou isso para o país foi a CEPE por da análise, discussão e prospecção de temas relacionados a programas, planos e projetos estratégicos, não afetos às outras Câmaras do CFA, com vistas ao planejamento e à implementação de ações que desenvolvam a ciência da Administração e o Sistema CFA/CRAs, em benefício da sociedade.

Desse estudo nasceram muitas iniciativas que estão melhorando a gestão da água e esgoto em muitos municípios. Esse é apenas um dos trabalhos que vão continuar na próxima gestão do CFA, mas a CEPE tem outros projetos para desenvolver ao longo dos próximos dois anos.

Diretor: Adm. Marcos Kalebbe Saraiva Maia Costa

Vice-diretora: Admª. Norma Sueli Costa de Andrade

 

Equipe CGP

Câmara de Gestão Pública – CGP

Avaliar e propugnar pela implementação de políticas e projetos afetos à modernização no âmbito da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional é apenas uma das competências da CGP. Desde a sua criação, sua equipe tem se articulado por meio de projetos e parcerias a fim de garantir a inserção do profissional de Administração na carreira pública.

Afinal, boa parte dos problemas do país está ligada a problemas graves de má gestão. E um dos carros chefes da CGP – Índice CFA de Governança Municipal – está aí para provar que os municípios brasileiros sofrem em vários setores como saúde, educação e segurança. Como mudar tudo isso? A CGP responde: fomentar a atuação dos profissionais da administração na área pública. Para promover isso, a Câmara conta com uma equipe renovada para os próximos anos.

Diretor: Adm. Fábio Mendes Macêdo

Vice-diretor: Adm. Alex Sandre Rodrigo Pereira Cazelli

Membro: Adm. Julio Francisco Dantas Rezende

 

O ouvidor do CFA, José Carlos de Sá Colares, ladeado pelo presidente e vice-presidente do CFA.

Ouvidoria

A ouvidoria é um dos principais setores do CFA. Ele é um canal utilizado para fortalecer e ampliar a comunicação entre a autarquia e os profissionais de Administração. Em média, o setor chega a receber 50 solicitações mensais, entre reclamações, sugestões, elogios, informações e denúncias.

Todas as demandas são recebidas por um profissional, que encaminha aos setores para providencias. Após tratamento da área responsável, o solicitante é contactado, seja por e-mail ou telefone, para receber informações sobre a finalização da solicitação.

O ouvidor eleito pelo plenário do CFA foi o conselheiro federal José Carlos de Sá Colares. Ele e sua equipe de colaboradores da autarquia continuarão a atender as demandas do público externo a fim melhorar cada vez mais esse trabalho.

 Assessoria de Comunicação CFA - Ana Graciele Gonçalves

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Gerencie e Controle de Forma Correta a Saída do Seu Estoque

 


Realizar com precisão a análise das entradas e saídas dos produtos armazenados é imprescindível para o controle do estoque. Contudo, é comum nos depararmos com empresas que não realizam essa gestão de forma eficaz, apresentando divergências de informações que podem comprometer a saúde financeira de um negócio.

Outro deslize bastante comum entre os empreendedores é não criar padrões para o cadastramento de produtos. Esse erro acontece, sobretudo, quando a unidade de medida da entrada for diferente da unidade de medida da saída, gerando informações equivocadas e que podem comprometer a gestão das empresas.

Para reduzir essa margem de erro, é imprescindível realizar monitoramentos constantes, além de investir em soluções tecnológicas, capazes de gerenciar em tempo real tudo o que acontece no estoque de uma empresa.

Neste artigo, explicaremos o que é o controle de estoque de empresas e quais são os erros mais cometidos. Além disso, compartilharemos algumas das vantagens do uso de software para essa gestão. Acompanhe!

O que é controle do estoque?

A gestão de estoque é uma função administrativa essencial para que as empresas operem de maneira eficiente e rentável. De maneira resumida, trata-se do controle de todas as entradas e saídas de produtos.

O que nem todos sabem é que controlar um estoque de forma eficaz pode aumentar o faturamento das empresas. Isso acontece, pois a ferramenta permite diagnosticar quais são os itens mais vendidos e quais ficam “encalhados”.

Além disso, com uma boa gestão, é possível reduzir erros cotidianos, como a compra duplicada de insumos e até mesmo o desabastecimento de um negócio.

Quais são os erros mais comuns desse processo?

A seguir, listamos alguns dos equívocos mais cometidos pelos gestores quando o assunto é controle do estoque.

Não realizar o inventário de produtos

Já não é de hoje que os inventários de estoque são uma realidade para esse gerenciamento. Contudo, agora é preciso realizar o monitoramento com mais frequência, preferencialmente em tempo real.

A visão detalhada permite às equipes saberem, a qualquer momento, qual é a real situação do estoque das empresas.

Não criar padrões para o armazenamento

É mais comum do que se imagina encontrarmos empresas que não registram as entradas de mercadorias de forma padronizada, ou seja, um mesmo produto pode ser cadastrado várias vezes e com códigos ou descrições diferentes.

Não encontrar produtos em estoque está entre os problemas que esse erro pode ocasionar. Além disso, ao registrar de formas diferentes um mesmo item, você raramente saberá o que exatamente tem ou não em seu estoque.

Portanto, é fundamental criar um padrão de código e descrição para cada produto. Dessa maneira, será mais simples gerenciar o armazenamento e melhorar os resultados financeiros da empresa.

Não usar softwares de gestão

Muitos empresários ainda optam por fazer controles manuais das entradas e saídas de produtos. Contudo, além de demandarem muito tempo, controles manuais estão mais sujeitos a erros — isso pode prejudicar bastante a gestão de um negócio.

Diante disso, a utilização de softwares voltados para o controle de estoque é ideal para garantir precisão e agilidade nesse processo. Hoje, o mercado dispõe de inúmeras soluções que se adequam de acordo com as necessidades de cada empresa.

Com elas, podemos ter acesso a informações como os índices de produtos mais e menos vendidos, quais são períodos de pico de vendas, entre outras informações valiosas.

É o caso do Fortes Compra e Estoque, que reúne funcionalidades que permitem a gestão de custos, fornecedores, entradas e saídas, entre outros mecanismos — como você entenderá melhor mais à frente.


Não abastecer de forma correta a empresa

O processo de abastecimento é extremamente importante para a gestão do estoque e pode ser decisivo para o sucesso de um negócio. Se o setor de compras adquirir itens em excesso, faltará espaço para o armazenamento e, consequentemente, terá investido em vão nessa compra. Caso a compra seja menor do que o necessário, a empresa ficará desabastecida e poderá perder vendas por conta desse erro.

Para contornar essa situação, é importante que o setor de compras esteja alinhado com o gestor de estoque e também com o departamento de vendas, para ter uma visão ampla das necessidades da empresa naquele momento.

Manter em estoque produtos com baixa procura

Um produto que não vende é dinheiro parado em uma empresa. É por isso que manter itens com baixa procura estocados é um dos erros mais comuns cometidos pelos empresários.

Entretanto, com uma boa gestão de estoque, é possível identificar todas as entradas e saídas de produtos, entendendo quais itens estão encalhados e como criar formas de estimular sua venda. Com esses levantamentos podemos, inclusive, diagnosticar se é ou não vantajoso manter determinados itens no mix de produtos da empresa.

Como um sistema de controle de estoque pode auxiliar nessa tarefa?

Para melhorar o controle na sua empresa, a Fortes Tecnologia possui o Fortes Compra e Estoque, um sistema que permite o controle de estoque e gerenciamento de fornecedores com facilidade e precisão.

Entre seus recursos, o software dispõe de um cadastro de unidade de medida com fator de conversão, que pode, por exemplo, ser usado para calcular a quantidade de itens no momento da saída do estoque.


Saiba como utilizar esse recurso no sistema:

  • marque a configuração desejada;

  • descreva as unidades de medida no cadastro de itens;

  • informe o valor de conversão para cada unidade;

  • selecione, no momento da saída dos produtos, a forma que determinado item sairá do estoque (peça, quilos, caixa, entre outros);

  • por fim, com o valor de conversão informado, o sistema identificará qual a quantidade exata de produtos que estão saindo do estoque.

Além de dinamizar o processo de gestão, essa funcionalidade permite aos gestores terem acesso à real situação do estoque com a precisão necessária para aumentar a lucratividade da empresa.

Com a concorrência cada dia mais acirrada, é fundamental que os empreendedores invistam em diferentes soluções para melhorar aspectos operacionais e se tornarem mais competitivos no mercado. Como é o caso do controle do estoque que, com um bom gerenciamento, pode reduzir gastos desnecessários e aumentar a rentabilidade das empresas

Copiado: https://blog.fortestecnologia.com.br/