sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

EMPREGABILIDADE - COMO SER RARIDADE NO MUNDO DOS IGUAIS

Este artigo surgiu através de uma reflexão sobre vários treinamentos que já ministrei sobre o mercado de trabalho e suas tendências. Ao ser indagado por vários participantes sobre oportunidades de colocação e recolocação no mundo do trabalho, senti-me incomodado ao perceber que várias pessoas não tem a mínima idéia de qual caminho trilhar e se posicionar diante de tais mudanças, face a nova economia.
Ao analisar o desenvolvimento da economia do Brasil, percebo grandes avanços, não só no setor secundário, como o desenvolvimento exponencial do setor terciário que vem aumentando em grandes proporções suas necessidades por mão de obra. Já se tratando de Pernambuco e os investimentos que vem sendo continuadamente aplicados, percebe-se que as oportunidades estão surgindo e que o próprio Governo do Estado já percebeu que o grande problema é encontrar pessoas qualificadas para suprir essas demandas.
Ao conversar com alguns amigos que atuam nas áreas de Recursos Humanos, muitos me afirmaram que não conseguem encontrar alguém que seja qualificado o suficiente para assumir determinadas vagas, por vezes a mesma fica em aberto 2 a 3 meses sem aparecer um candidato que se enquadre dentro do perfil especificado a vaga.
O perfil de muitos profissionais que estão a certo tempo fora do mercado de trabalho, não diverge muito de uma grande massa de jovens que estagnaram no tempo, com o ensino médio concluído e que não buscaram se qualificar para o mercado de trabalho, para as novas exigências que as empresas estabelecem.
Desde que ocorreu a revolução industrial e as relações do trabalho, o salário tem a mesma regra como afirma WALDEZ: "A política de remuneração do salário é a mesma desde que o mundo existe as pessoas recebem por sua raridade e importância e não pelo fato de querer receber aumento". Deste modo muitas pessoas encontram-se desmotivadas em seus atuais empregos e trabalham mal, fazendo notório o baixo nível produtividade e colaboração, muitos destes, quando questionados, afirmam que o motivo é por causa de baixo salário, e a não valorização profissional, porém percebe-se que ninguém faz nada para mudar esta situação.
Como diz o Dr. Augusto Cury "Seja líder de si mesmo", administre sua vida, a sua carreira, as oportunidades estão surgindo e as pessoas perdendo por falta de qualificação profissional. Seja diferente, torne-se raridade no mundo dos iguais, mas para isso o profissional precisa se qualificar, estudar, estar atento as novas tendências e mudanças que estão surgindo, as instituições profissionalizantes das prefeituras, as escolas técnicas do Estado, universidades federais vêm projetando-se para qualificar a população do estado de Pernambuco, para assumir essas vagas tão cobiçadas por brasileiros de outros estados.
A qualificação pode ser também através de instituições filantrópicas, a exemplo: CIEE-PE, Junior Achievement etc. onde o candidato não paga para fazer cursos de aperfeiçoamento profissional, geralmente essas intituições oferecem uma grande variedade de cursos gratuitos, podemos lembrar que também através da própria internet o profissional deve buscar o desenvolvimento pessoal, através de sites que oferecem cursos com certificações gratuitas.
Hoje uma das exigências das empresas e que não podemos mais classificar como um diferencial para alcançar uma boa colocação profissional, é um idioma estrangeiro, idioma esses como "Inglês, Espanhol, Francês, e Alemão" são bastante requisitados principalmente para cargos de trainee em grandes corporações.
Há uma década atrás o inglês era considerado um diferencial nos processos seletivos. Hoje esse papel inverteu e tornou-se uma exigência para o profissional do futuro.
E quando o candidato tem a qualificação e não tem experiência? O que fazer? Como proceder? Tais perguntas surgem principalmente por jovens recém formados tanto do ensino médio como na universidade, muitos se frustram quando não conseguem uma oportunidade. Nestes casos, uma dica para aos que ainda não possuem experiência, é o trabalho voluntário, o mesmo proporciona aos que se comprometem em fazê-lo, bem estar por ajudar ao próximo, e uma experiência ímpar de auto-desenvolvimento e aperfeiçoamento profissional. Muitas empresas vêem o trabalho voluntário com bons olhos, e reconhecem isso no profissional.
Mas o trabalho voluntário não deve ser encarado com o fim para obtenção de experiência ou marketing pessoal para empresas contratantes, os candidatos devem ter a plena consciência de que outras pessoas precisam e contam com a sua ajuda. Deste modo para que se consiga a oportunidade de ouro é necessário estar preparado, conectado com as novas tendências e tecnologias do mundo moderno, acompanhando de perto a metamorfose das relações de trabalho e trabalhador.

Jessé Barbosa de Araújo - Formado em Gestão de Recursos Humanos pela IPESU e Pós Graduado em Administração de Empresas pela FADEPE  -  http://www.artigonal.com/

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Mude o seu jeito de pensar

Cuidado com os seus pensamentos, pois eles irão determinar a sua atitude

Cogito, ergo sum é uma conclusão do filósofo e matemático francês René Descartes, que significa penso, logo existo.
Ele quis dizer que o fato de pensar assegura à mente o fato da própria existência psicológica. Em outras palavras, quando ela se dá conta de que está pensando, pode ter certeza de que existe.
Então lembre-se sempre das palavras de Gandhi, "Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas atitudes. Mantenha suas atitudes positivas porque suas atitudes tornam-se seus hábitos. Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores. Mantenha seus valores positivos porque seus valores tornam-se seus destinos".
Tenho observado que a maioria das pessoas se irrita quando algo não ocorre como planejavam ou gostariam. Às vezes isso acontece, mas a vida não precisa ser assim. Nem sempre as coisas correm como aquilo que pretendíamos, mas ficar mal humorado e tratar os outros como se eles fossem os culpados não é o correto!
Por isso se você ainda espera que algo ou alguém o salve de todos os problemas que criou em sua vida, esqueça, ninguém aparecerá para salvá-lo. O trabalho é seu, todo seu. Esse é o grande aprendizado desta era que se inicia.
Cada vez mais vejo as pessoas descarregarem nos outros aquilo que é somente culpa delas.
Isso acontece, pois nossos pensamentos têm papel fundamental na busca da qualidade de vida, diuturnamente, nosso cérebro é bombardeado por pensamentos, positivos e negativos, os quais achamos muitas vezes inofensivos. Até quando dormimos e o corpo está recuperando suas energias, continuamos pensando.
Mas o que fazer com os pensamentos negativos? Muitas pessoas não têm idéia do que fazer com eles, e assim eles permanecem na mente as assombrando. O segredo é substitui-los. Tente sempre substituir imediatamente pensamentos negativos por pensamentos positivos, como o pensamento é criativo, o que quer que acreditemos ser verdade na mente será manifestado ou criado na realidade. Lembre-se tudo começa com um simples pensamento.
Certa vez, Enrico Caruso, o grande tenor, foi assaltado pelo medo do palco. Contou que sua garganta ficou paralisada pelos espasmos causados pelo medo intenso, o qual lhe contraía os músculos da garganta. O suor começou a escorrer copiosamente pelo seu rosto. Estava envergonhado porque em poucos minutos teria de entrar em cena. No entanto, tremia de medo. E pensou: "Vão rir de mim. Não posso cantar". E, então, na presença das outras pessoas que se encontravam nos bastidores, Caruso gritou. "O Pequeno Eu quer estrangular o Grande Eu que há dentro de mim".E acrescentou para o Pequeno Eu: "Afaste-se, pois o Grande Eu quer cantar por meu intermédio", com isso afastou seu medo, estava tudo em sua mente.
Joseph Murphy em seu livro "O Poder do Subconsciente", encontrou uma maneira simples de exemplificar como funciona a mente, consciente e subconsciente. Considere-a como um jardim onde você é o jardineiro que fica plantando sementes (pensamentos) em seu subconsciente o dia inteiro. Na medida em que você semeia em seu subconsciente, terá colheitas em seu corpo, mente consciente e ambiente.
Quais são os seus pensamentos habituais? O que você está semeando em sua mente? Quem planta rosas colhe rosas, quem planta milho colhe milho, quem planta amor colhe amor, quem planta ódio colhe ódio, quem planta fracasso colhe fracasso, enfim seus pensamentos determinam sua atitude.
Aprenda a não se prender ao fatalismo, dizendo que tudo é o destino, que não adianta se esforçar. Isto é uma incompreensão das leis do pensamento. Você criou seu próprio destino pelos seus pensamentos e pelas suas ações.
O subconsciente não julga valores, mas procura a impressão que é deixada de agradável ou desagradável. Por exemplo, é mais provável repetirmos uma ação que o cérebro registrou como agradável do que repetir a que foi registrado como desagradável. É como se ficasse na nossa memória que fazer ou agir daquela forma traria um bom resultado, o que nem sempre é verdade, levando em consideração as circunstâncias.
Não estou fazendo apologia ao fato de que simplesmente o pensamento positivo irá resolver todos os seus problemas e lhe garantirá o sucesso, isso seria uma imensa irresponsabilidade. Senão bastaria deitar-se em uma rede e ter pensamentos positivos o dia inteiro que tudo se resolveria como em um passe de mágica. Isso somente acontece em filmes, na vida real, alem do pensamento temos que agir. Mexa-se. O pensamento é o ponto de partida não o de chegada.
Para você alcançar os seus objetivos é necessário ter consciência que o elemento principal é você mesmo, cultive cobranças interiores, elas são necessárias para se poder aprender mais na vida, mas não se torne refém delas. Aprenda a sentir e a valorizar as suas pequenas e grandes conquistas. Não se torne áspero somente porque as coisas não estão saindo como você deseja.Tudo tem seu tempo. Tempo de plantar, tempo de colher, cada semente tem seu tempo de maturação.
Voltaire, escritor e filósofo iluminista comparou a vida a um jogo de cartas. Os jogadores recebem um numero "x" de cartas. No entanto, uma vez com aquelas cartas em mão, somente eles é que escolhem como irão jogá-las. São eles que decidem que riscos correr e ações praticar.
Como são tantos os pensamentos que fluem em nossa mente, na maioria das vezes não nos damos conta do quanto somos invadidos por atitudes mentais destrutivas. Basta seguirmos um ínfimo pensamento negativo para desencadearmos uma série de dúvidas e frustrações! Nossos pequenos pensamentos negativos são como um vírus, que rapidamente se multiplica e cresce, contaminando assim nossas atitudes.
O pensamento é a causa e a atitude seu efeito direto. Suponha que você se proponha a fazer caminhada todos os dias nas primeiras horas da manhã.
Você, então, pode pensar como é aborrecido acordar cedo, sair da cama com sono e nas possíveis dores que a caminhada lhe proporcionará. Com este tipo de pensamento é muito provável que você nem levante da cama, enfim são auto-sabotadores. Agora, ajudaria muito pensar que durante a caminhada você poderia aproveitar para relaxar e descontrair a mente, que apesar de estar com um pouco de sono você possui muita energia física, que seus músculos vão responder bem aos treinos, que enfim terá uma oportunidade bem mais realista de chegar mais perto do seu objetivo.
Você concorda que esta maneira de pensar é bem mais eficaz do que a primeira?
Este é um exemplo do chamado pensamento positivo. A atitude mental positiva nada mais é do que enxergar o lado bom das coisas. É mudar o seu ponto de vista.
Você deve conhecer a historia do vendedor de calçados que foi enviado para a uma cidade distante e retornou justificando que não vendera nada, pois ninguém usava sapatos, já o segundo vendedor voltou eufórico com a oportunidade de vender sapatos para todo mundo naquela cidade, já que o mercado era totalmente inexplorado.
A atitude mental positiva é a maior arma que possuímos para vencer medos, cansaços, frustrações, descrenças, mentiras, etc. Ela gera atitudes positivas e atitudes positivas é tudo o que precisamos para alcançar nossas metas.
Pense nisso!
Roberto Recinella - http://www.rrecinella.com.br/

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

CIRURGIA de LIPOASPIRAÇÃO?


Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração?
Uma coisa é saúde outra é obsessão.
O mundo pirou, enlouqueceu.
Hoje, Deus é a auto-imagem. Religião é dieta.
Fé, só na estética. Ritual é malhação.
Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo,sentimento é bobagem.
Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção.
Roubar pode, envelhecer não. Estria é caso de polícia. Celulite é falta de educação.
Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?
A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem.
Imagem, estética, medidas, beleza. Nada mais importa.
Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.
Não importa o outro, o coletivo.
Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição política.
Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.
Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar correr, viver muito, ter uma aparência legal mas…
Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados aos vinte anos não é natural. Não é, não pode ser.
Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude. Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.
‘ Cuide bem do seu amor, seja ele quem for ‘

Composição de Herbert Vianna

As dez características do profissional de vendas

Ter objetivos bem definidos – Só desta forma sabemos exatamente o rumo que queremos dar às nossas vidas e, consequentemente, o que precisamos fazer para chegar lá.
Ser ambicioso e ajudar os clientes a satisfazer as ambições – Ambições são sonhos que precisam ser realizados. O profissional de vendas precisa sonhar e ajudar seus clientes a também concretizá-los.
Gostar do que faz – Esta é a grande diferença entre o bom e o mau profissional. Quem, na sua opinião, entrega-se mais a uma causa: aquele que por ela sente amor ou quem a executa por não ter nada mais a fazer?
Conhecer – Estamos em plena era do conhecimento. Cada vez mais, as pessoas de modo geral, e de forma muito especial os profissionais de vendas, valerão pelo que sabem e pelo que são capazes de fazer com o que sabem.
Gostar de se relacionar com gente – Vender é puro relacionamento. Clientes gostam de respeito e atenção. Eles dividem seus salários com os diversos vendedores que satisfazem suas necessidades.
Ser criativo e audaz – Ser criativo significa ter jogo de cintura para transpor certos obstáculos. Audácia significa coragem e força de vontade para transpor esses mesmos obstáculos.
Ser capaz de evoluir de acordo com o mundo que o cerca – Por que ainda há vendedor que não utiliza o computador e os meios de comunicação para estreitar o relacionamento com os seus clientes? Por que lutar contra a evolução? O que seríamos se não tivéssemos evoluído? Macacos? Ou, no máximo, homens da caverna?
Assumir responsabilidades – O bom profissional não tem hora. Deve estar sempre disponível para atender seus clientes e resolver seus problemas. Por outro lado, precisa assumir a responsabilidade pelo que promete e entrega. Para muitos vendedores, os problemas terminam quando entregam o produto ao cliente. Mas, para o cliente, muitas vezes é a partir daí que começam seus problemas.
Ter visão empresarial – As pessoas que apenas fazem aquilo para o qual são pagas não merecem o que ganham. É preciso ir além, vestir a camisa, estar comprometido com os resultados globais da empresa, sugerir, participar, dar ideias e trabalhar em equipe.
Ser capaz de pensar – A diferença entre um bom e um mau profissional é que o primeiro pensa e o segundo não. É comum ver profissionais de vendas agirem exatamente da mesma forma, qualquer que seja o cliente. Pensar significa analisar o cliente e suas necessidades, definir a melhor forma de com ele se relacionar para, enfim, tomar a decisão correta.

Aline Xavier - Agente comercial: apoggian@yahoo.com.br
www.vendamais.com.br

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Licões que aprendi sendo um empreendedor em 2010...

O ano de 2010 foi uma escola para mim, aprendi muitas lições e, pela primeira vez, estive inteirado de todas as funções estratégicas das minhas empresas e isto me ensinou muito. Assim, para começar bem o ano de 2011, vou compartilhar com vocês algumas coisas que aprendi este ano. Espero que elas o ajudem a aprender um pouco mais para ter muito sucesso neste novo ano, confira:
Empreender não é nada fácil: Ter a responsabilidade de toda empresa na suas costas, dos pagamentos, dos controles e tudo que envolve a gestão de um negócio não é fácil. Isto é um dos motivos que fazem com que as pessoas prefiram o caminho mais estável de serem colaboradores, ao invés de se arriscarem como empresários, muitas vezes este risco costuma parecer alto demais.
Os planejamentos sempre precisam ser revisados: Não importa o cuidado que você teve ao montar um planejamento, algo nele vai dar errado. São muitas variáveis a se considerar e se você tiver miopia para isto, pode acabar perdendo tudo que lutou para conseguir. Revise, revise e revise.
Ao começar uma empresa, tudo vai custar mais do que esperava: Minha empresa está gastando mais do que eu planejei em meu plano de negócios, precisei estar bem preparado para isso. Acredito que você vá gastar até 3 vezes mais do que tem planejado, então espere ter alguma reserva para isto, se planeje para não ser pego de surpresa.
Não existe fórmula de bolo dentro da administração: Cada empresa é uma empresa, cada mercado é um mercado, cada cidade é uma cidade, tudo é diferente e confuso se você for tentar copiar algo de uma empresa e implantar exatamente igual em outra. Por isso, tome cuidado com alguns serviços que são oferecidos à sua empresa, procure saber se existirá um estudo prévio antes de implantar alguma ferramenta de gestão em sua empresa.
Postergar na gestão de uma empresa é igual a estresse e prejuízo: Se algo pode ser feito agora, faça, se você não pode fazer delegue para alguém fazer, não deixe nada para depois. A chance disto virar uma bola de neve é absurda, e ai você vai sofrer com o estresse e a amolação.
Procure sucessos pequenos ao invés de procurar eternamente um grande sucesso: Você pode conseguir lançar um produto que mude o mercado, mais isto é muito difícil de acontecer nos dias de hoje. Porém, você pode fazer o que todo mundo faz de uma forma melhor e mais bem desenvolvida, e de pouco em pouco chegar no mesmo nível de sucesso que esperava com um tiro no escuro.
Bom, estas foram algumas lições que aprendi empreendendo em 2010 que gostaria de compartilhar com vocês.
Claudio Henrique de Castro, formado em Administração. É empresário do ramo de alimentos e eventos. É editor do blog www.papoempresario.blogspot.com .

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

REFLEXÃO PARA HOJE - (Chico Xavier)

Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamento, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.
Uns queriam um carro;  outros, andar.
Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.

Tenha a sabedoria superior.
Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera; a inferior, julga;
a superior, alivia; a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior, condena.

Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!

Chico Xavier

sábado, 8 de janeiro de 2011

O VALOR DA MARCA...

Marca é uma palavra germânica, originária da Suábia, região da Europa no séc. XVI. Seu significado pode ser obtido através do verbete a seguir, de acordo com Ferreira (1975, p. 887).


Marca. [Do suevo *marka, ou dev. De marcar.] S.f. [...] 2. Sinal que se faz num objeto para reconhecê-lo: Pôs uma marca nos embrulhos. 3. Desenho ou etiqueta de produtos industriais:A marca desta seda são três estrelas. 4. Categoria, espécie, tipo: esta é a marca preferida de café pelo mercado externo. [...] De marca. 1. De qualidade; de importância; marcante; personalidade de marca.
Através de seu verbete podem ser extraídas características e funções relevantes da marca como a consciência cultural de propriedade e comercialização de produtos, além da associação da marca com o valor, através do termo cultural de marca. 
Alguns dos significados de marca encontrados no verbete anteriormente citado são abordados por autores, como Kotler (2000). A marca, segundo ele, pode ser nome, termo, símbolo, desenho, ou mesmo a combinação desses elementos que têm a importante função de identificar bens ou serviços de uma empresa com o objetivo de diferenciá-los da concorrência. Em conformidade, Aaker (1998) afirma que uma marca é um nome diferenciado e/ou símbolo (tal como um logotipo, marca registrada, ou desenho de embalagem) destinado a identificar os bens ou serviços de um vendedor ou de um grupo de vendedores e a diferenciar esses bens e serviços daqueles dos concorrentes. Assim, uma marca sinaliza ao consumidor a origem do produto e protege, tanto o consumidor quanto o fabricante, dos concorrentes que oferecem produtos que pareçam idênticos (AAKER,1998, p. 7).
A marca, portanto, está atrelada, principalmente, às funções de identificar e diferenciar produtos e serviços dos concorrentes, com o objetivo de resguardar seus valores intrínsecos.
Na Antigüidade, as mercadorias eram distinguidas por sinetes, selos, siglas e símbolos. Na Grécia, as cargas de interesse especial eram anunciadas a viva voz por arautos. Os romanos escreviam mensagens com endereços de pontos-de-venda de calçados e vinhos, e a pintura auxiliava aos analfabetos a identificarem os comerciantes e o que eles vendiam. Na Idade Média, as corporações e ofícios de mercadores adotaram o uso de marcar como procedimento para controlar a quantidade e a qualidade do que era produzido.
Com a adoção das trademarks foram adotadas medidas para o ajuste da produção com a demanda do mercado. No século XI, as marcas individuais tornaram-se obrigatórias, adquirindo sentido comercial (PINHO, 1996). No começo do século XVI, os barris de madeira, transportados pelas destilarias, traziam gravado a fogo o nome do produtor, evitando a substituição por produto mais barato (AAKER, 2000).
No início do século XX, devido ao sucesso de marcas lançadas pelas indústrias e divulgadas intensamente pela publicidade comercial, cooperativas, organismos oficiais e grupos econômicos estimularam-se a criarem e divulgarem suas marcas. A crise de 1929 deslocou a publicidade de produtos e marcas para uma forte concorrência de preços. Após a Segunda Guerra Mundial, surgiu uma nova era do marketing na qual as marcas estabeleceram expressões da economia moderna por meio do uso de instrumentos da comunicação mercadológica (PINHO, 1996).
O marketing moderno enfoca a criação de marcas diferenciadas, lembrando que hoje a construção de marcas é mais difícil do que no passado, devido ao custo da propaganda e à competitividade pela multiplicação do número dessas marcas. Só nos supermercados, por exemplo, são lançadas três mil marcas todos os anos (AAKER, 1998).
Ries e Trout (2002) retratam um problema cujas conseqüências acabam por afetar marcas de forma generalizada: o excesso de comunicação na sociedade. São veículos, meios de comunicação, ações de marketing e propaganda crescendo em volume, enquanto a capacidade do homem em absorver tais informações continua limitada. Esse cenário maniqueísta resulta na progressiva ineficácia destas ações, ou mesmo no exagero crescente da utilização da propaganda para expor grande volume de informações.

Fonte: www.Artigos.com 
Frederico Rafael Vargas Rocha é administrador:
frederico_funcionalcard@yahoo.com.br

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Bom Humor é Bom, estimula a criatividade, mas exige cautela ...

Você já ouviu falar que o bom-humor é favorável e até conta ponto no ambiente de trabalho. Afinal, essa é também uma característica onde poderá nascer a criatividade. E, convenhamos, conviver todos os dias com aquele tipo sempre de mal com a vida, ainda que extremamente competente não é nada fácil. Você vive este drama? Mas é bom ficar alerta para não passar da conta, pois a linha que separa o engraçado do inconveniente por vezes é muito tênue.
O engraçadinho de plantão quase sempre desperta sentimentos ambivalentes, que podem ir do amor ao ódio. Quando ele falta, sempre tem quem dá graças a Deus porque vai poder trabalhar em paz, como os que lamentam porque o dia vai ficar sem graça. Às vezes não é fácil lidar com a situação. Mas é bom não bater de frente com o piadista e reprimi-lo, primeiro porque isso vai gerar um clima desagradável e depois porque, muitas vezes são suas atitudes que conseguem amenizar o estresse do dia-a-dia.
Alertar a pessoa em questão dos seus limites, entretanto, é aconselhável. O humor no ambiente de trabalho, na medida certa é bom, pois ajuda as pessoas a ficarem mais descontraídas e muitas soluções criativas podem surgir de sátiras e brincadeiras. Sempre aconselho, quando estiver criando brinque com a idéia, dê risada, vire criança, pinte e borde com a nova idéia, ela vai melhorando e aprimorando. Para mostrar seus exageros uma boa dose, também de bom humor e amizade, pode dar certo.
Observe a cena: Você está diante de uma pessoa chata, aquele de plantão, por vezes inconveniente, você começa a ficar nervoso, prestes a ter um ataque de nervos o que faz? Conforme conselho popular: Comece a contar até dez. Porque será? Será um número cabalístico? Apesar de que podemos encontrar pessoas que nem contando até 1000 consegue minimizar a raiva.
Cabe uma explicação científica. O nosso cérebro determina o nosso pensamento e como eu penso eu me comporto, quanto mais eu conheço sobre ele, maior a chance de modificar minhas atitudes. Diante da ira, como você já sabe, há um desequilíbrio entre os dois lados do cérebro e isso é perceptível por todos, as vezes, menos pelo irado. Quando está à beira de um ataque de nervos o que está predominando é o lado direito do cérebro (lado da emoção), quando começa a contar até dez, outros até 1000, você está reativando o lado esquerdo do cérebro (lado da razão) e não adianta contar aleatoriamente é preciso que seja seqüencial, ai o que acontece? Você disponibiliza respostas mais centradas e comportamento mais controladas agindo pela razão. Não significa que não deverá expressar suas emoções, mas sim controla-las.
Agora se o engraçadinho do plantão persistir, e continuar deixando você a beira de um ataque de nervos, expresse o seu descontentamento, pois ele também deverá respeita-lo, mesmo porque paciência tem limites.
Exercícios cerebrais contribuem para ajudar na tomada de decisão e posicionamento diante da vida e também poderá aprender a perceber que onde há fumaça há fogo. Com os hemisférios bem relacionados sua vida será mais saudável.
O humor é na verdade um antídoto para a chatice e um remédio para quase todas as coisas. Para o pensamento criativo é recomendado e não tem contra indicação. Em situação de conflito, tensão e constrangimento o humor poderá ajudar a persuadir ou convencer as pessoas, sem contar que ativa o pensamento criativo, favorecendo a inovação, assim como uma boa gargalhada pode quebrar o constrangimento causado por algumas gafes. Afinal, quem já não pisou na bola atire a primeira pedra. Considere-se fazendo parte do grupo dos normais.
O bom humor é uma das características das pessoas criativas. Veja por exemplo Mozart, cuja biografia revela que por mais difícil que tenha sido sua vida ele nunca perdia o bom humor. Comece. Você vai aprender, acredite.
Quando sou convidada para desenvolver um programa de criatividade, ao conversar com presidentes, diretores e diversos profissionais na empresa, durante o levantamento preliminar, logo percebo como está o humor dentro da organização e assim entre outras coisas, defino o tempo de horas que vou utilizar para desbloquear e estimular a criatividade nos participantes, por incrível que pareça, para mim isso funciona como um termômetro.
Mantenha o bom humor, aproveite do bom humor dos colegas, juntos buscarem respostas criativas, inovadoras para os problemas ou chatices do dia a dia.

Maria Inês Felippe - Artigo extraído do site http://www.consultores.com.br/