quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Muita fe em Deus

Pai nosso que estas no céu, obrigado pela oportunidade de começar mais um dia em tua companhia. Abençoe este dia e que no decorrer dele, eu possa fazer o bem e que todas as minhas decisões me façam evoluir como ser humano. Livra-me de tudo aquilo que não vem de ti e proteja-me, assim como a minha família, funcionários e amigos. Em nome do teu filho amado Jesus. Amém.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Definitivo


Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Negociar hoje é diferente do passado

Saiba quais são as principais mudanças de pensamento e postura na negociação dentro do mundo corporativo

No mundo dos negócios, as mudanças são constantes e rápidas, mas não são acompanhadas na mesma velocidade por muitos gestores de vendas. Interessante, que muitos desses gestores são conscientes disso e falam com frequência que precisam mudar, pois o cliente de hoje está cada vez mais exigente na hora de negociar.
Por outro lado, a mudança fica somente no pensamento, porque para mudar é necessária uma tomada de decisão firme, a qual exige também mudança de atitude. Mas mudar de atitude não é tão fácil, pois é consequência também de decisão.
 Sendo assim, muitas empresas vão perdendo clientes por continuarem negociando com base em posturas do passado. Vejamos, portanto, como sair do passado para a postura de hoje, a fim de negociar melhor nesse mercado competitivo e exigente.
 POSTURA INTRANSIGENTE X POSTURA FLEXÍVEL: No passado o cliente se submetia às exigências das empresas em face da pouca oferta de produtos. Mas no mercado altamente competitivo de hoje, com a grande variedade de produtos com qualidades e preços similares, só tem sucesso quem tiver a capacidade de se adaptar rapidamente às mudanças.
 FOCO NO PRODUTO X FOCO NAS NECESSIDADES: O cliente moderno, bem informado e esclarecido, não compra mais produto, como muita gente ainda pensa. Está interessado em resolver seus problemas e necessidades. Portanto, o sucesso da negociação está em descobrir necessidades e problemas e solucioná-los com competência e rapidez.
 RELAÇÃO DE CURTO PRAZO X RELAÇÃO DE LONGO PRAZO: Infelizmente, muitas empresas ainda querem ganhar sozinhas em cima dos clientes, não conseguindo assim mantê-los por muito tempo. Uma coisa é certa, a fidelização do cliente e a longevidade da empresa são consequências da relação ganha-ganha.
 NEGÓCIOS FORMAIS X RELACIONAMENTOS: Estamos em plena era dos relacionamentos, mas muitos gestores ainda não acordaram para esse fato. Por isso, vão tentando fazer negócios puramente profissionais sem construir e estreitar relacionamentos saudáveis com os clientes, essenciais nas transações modernas.
VENDA DE PRODUTOS X PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS: No mercado moderno, leva vantagem a empresa que agrega valor aos seus produtos pela excelente prestação de serviços: atendimento ágil e eficiente, rapidez na entrega, prontidão, atendimento a reclamação, entrega em domicílio, troca de produtos, pós-venda etc. Quem não presta bons serviços, tem de amargar os prejuízos da negociação baseada na prática de preços baixos.
 MERCADO GARANTIDO X MERCADO COMPETITIVO: Foi-se a época do mercado consolidado, quando a demanda era maior que a oferta e havia pouca variedade de produtos. Hoje, para se negociar com um cliente por muitos anos são necessários grandes esforços e atenção total a ele.
 FALAR MUITO X OUVIR MAIS: Numa negociação, tem mais sucesso quem melhor se comunica. E a comunicação positiva é aquela onde predomina a audição, pois é ouvindo com atenção que se descobre a real necessidade do cliente.
 BUROCRACIA X TECNOLOGIA: Os clientes de hoje vivem correndo contra o tempo, não estando mais dispostos a negociar com empresas emperradas por excesso de burocracia. As empresas de visão, mesmo as pequenas, usam com eficiência a tecnologia, agilizando o atendimento e prestação de serviços, facilitando a vida dos clientes e pavimentando a estrada do seu sucesso.

SUBESTIMAÇÃO X EMPATIA: Uma negociação só é saudável, com resultados positivos para ambas as partes, quando se olha também o lado do cliente. Do contrário, a relação é ganha-perde e não haverá fidelização por parte do perdedor, que é o maior patrimônio de qualquer empresa.
 
Antônio P.B. Braga é palestrante e instrutor de Vendas e Qualidade no Atendimento da Sagra Consultoria em Vendas. É autor do livro "QUER VENDER BEM? DEIXE DE SER VENDEDOR!"

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mitos e verdades: veja a validade de expressões utilizadas no trabalho

No mundo corporativo, várias palavras surgem e acabam sendo repetidas inúmeras vezes. Conheça algumas dessas frases e veja sua real aplicabilidade nos negócios e nas vendas

Quem nunca escutou alguma expressão ou frase feita dentro do seu ambiente de trabalho. "Em time que está ganhando não se mexe" e "casa de ferreiro, espeto de pau!" são dois exemplos de expressões que acabam sendo bastante utilizadas no trabalho, às vezes, até como conceitos estratégicos para empresas.
Mas o que será verdade ou mito na aplicação dessas expressões para o ambiente profissional? Será que seguir o conceito dessas frases ajuda no mundo dos negócios ou dentro do segmento de vendas?
 Ivan Corrêa, sócio diretor da GS&MD e líder das práticas de gestão de mercadorias da Unidade de Consultoria de Operações, descreveu algumas dessas expressões bastante usadas no trabalho e revelou quais delas são verdades ou mitos dentro do trabalho. Confira:
 1
Em time que está ganhando não se mexe!

Verdade se você deseja somente uma vitória temporária. O momento mais adequado para mexer em um time é exatamente quando ele está ganhando, quando é possível analisar a situação com mais tranquilidade e tomar decisões sem atropelos. Quando o time está perdendo, mexer não é mais uma opção: passa a ser necessidade. Com isso, a pressão por mudanças compromete a serenidade para os ajustes demandados.
 2Estoque é investimento!

Verdade, em ambientes altamente inflacionários. Para economias estáveis, o dito deveria ser outro: "estoque bom é aquele que deixa saudade!". Infelizmente parece perdurar a visão esperançosa de que altos níveis de estoques vão garantir sucessos de vendas. E os inventários vão descobrindo mercadorias fossilizadas, estocadas há dois, três, quatro anos.
 3


Vendas é barriga no balcão!
Verdade desde que a rede seja composta por uma ou poucas lojas. Na medida em que a rede de lojas cresce, a barriga no balcão impede que se tenha a visão do todo, dificultando tremendamente os processos de gestão comercial. E se o crescimento da empresa alcança novas regiões, com distâncias geográficas crescentes, a complexidade das operações cresce junto, principalmente em relação às mercadorias.

4O olho do dono é que engorda o gado!

Verdade, se você é dono de um único boi e assim desejar permanecer. Esse ditado é seguido à risca por diversas empresas de varejo, principalmente na área de compras. A justificativa se ampara em lendas urbanas como a de que só o dono é confiável (como se não houvesse problemas familiares); que somente o dono pode dar credibilidade às negociações (como se o conceito de delegação não existisse); ou ainda que ninguém tem o tino comercial do dono (também conhecida como Síndrome da Mão de Deus).
 Basta olhar para as redes de varejo que cresceram e se tornaram empresas de verdade, e não apenas negócios tratados como meio de vida. Via de regra, essas empresas possuem executivos de mercado competentes e estruturas de governança para assegurar que o seu futuro não dependa somente de quem está ali para engordar o boi.

Casa de ferreiro, espeto de pau!

5Verdade para as redes que são negócios e não empresas de verdade. Por vezes, abusa-se desse ditado. É frequente que o ambiente e os produtos oferecidos aos clientes não reflitam a estrutura interna da empresa aos seus funcionários. Alegações como controle de custos e cultura econômica, dentre outras, criam a base para que esse ditado seja tão amplamente praticado.
 Mesmo redes que comercializam produtos e serviços de alta tecnologia, por vezes possuem sistemas de informação totalmente defasados, rodando em plataformas obsoletas. Isso gera uma economia somente na aparência, pois a perda de produtividade das equipes raramente é aferida. Nas empresas de verdade, a estrutura interna é tão valorizada quanto aquela oferecida aos clientes, principalmente os sistemas de informação, que são a base para a produtividade. E isso não é feito por mero status corporativo, ou para impressionar. É que as empresas de verdade sabem que seus funcionários também são seus clientes.

Farinha pouca, meu pirão primeiro!

6Verdade, se você não pretende comer pirão com aquela pessoa novamente. Apliquemos esse ditado à área de compras das empresas, onde ocorrem diariamente vários processos de negociação. Em ambientes altamente competitivos, parece certo que para uma das partes se dar bem, a outra parte, necessariamente, tem que se dar mal. E entram-se em batalhas cansativas, onde ambos tentam garantir o seu "pirão", independente de quanto vai sobrar para o outro (se sobrar). Mas o que temos observado é que os processos de negociação nessa área têm sido mais cooperativos do que competitivos, buscando-se assim maior longevidade na relação comercial.
 Tem-se reduzido o volume de fornecedores, justamente para fortalecer as relações com aqueles com os quais vale a pena trabalhar. Assim, pode-se obter maior equilíbrio de forças nas negociações, oportunidades de melhorias e ganhos bilaterais. Obviamente, sem perder de vista que o maior beneficiado deve ser o consumidor. Tudo isso parece fazer crer que, mesmo quando a "farinha" é pouca, vale à pena dividi-la
.
Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.

 Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos, não importa o nome que damos.
O que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida,
serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus irmãos..
Todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações,
mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas.
Portanto, às vezes ganhamos e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa,
que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos,
promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa...
Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba.
Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
 Acerte em tudo que puder acertar, mas, não se torture com seus erros.
 Texto de Paulo Coelho

sábado, 31 de julho de 2010

Transforme-se em um líder referência

Veja as características indispensáveis para uma liderança de sucesso e o novo perfil desse profissional.
Carisma e inteligência são qualidades frequentemente associadas ao perfil de grandes líderes. Segundo o senso comum, quem não dispõe desses atributos tende a se sair mal nos cargos de comando.
 Nos últimos anos, porém, os gestores de pessoas e responsáveis pelos processos de recrutamento passaram a elencar outras qualidades tão desejáveis quanto estas nos profissionais que contratam para ocupar cargos de gerência e até de direção.
 Mais do que "senso de autoridade", o mercado de hoje valoriza o profissional flexível, que se adapta às características do grupo e, dessa forma, evita choques desnecessários. Em vez de se impor o tempo todo, ele conquista o apreço dos colegas, desperta o desejo de cooperação e fortalece a unidade da equipe.
 Também está claro que não adianta o líder ter um altíssimo quociente de inteligência e não ser capaz de interagir com o restante do time. Mais do que uma mente brilhante, ele precisa ter a chamada "inteligência emocional", imprescindível para a construção de bons relacionamentos.
 Diante dessa nova abordagem, deixa de fazer sentido o delineamento de um único "perfil de liderança" – o que se busca, na realidade, é a pessoa certa para estar à frente de cada grupo, com suas peculiaridades e natureza específica.
Mas, se não é um conjunto de características específicas, o que, afinal, torna uma pessoa talhada para a liderança?
Estudos conduzidos pelo professor Glenn Rowe, da Faculty of Business Administration da Memorial University of Newfoundland (Canadá), indicam que líderes eficazes são indivíduos que, por um lado, personificam as características do grupo, e, por outro, têm qualidades que os diferenciam positivamente de seus pares. Em outras palavras, é importante que um líder tenha afinidades que lhe permitam criar uma espécie de sinergia com a equipe, pois essa empatia profunda se traduzirá em cumplicidade, companheirismo e, consequentemente, em trabalhos executados com mais entusiasmo e eficiência. Por outro lado, o líder eficaz deve ter talentos que o façam merecer sua posição de destaque – e estes devem ser muito bem evidenciados, para que não passem despercebidos por aqueles que estão sob seu comando.

Marcelo Gonçalves - sócio-diretor da BDO, quinta maior rede do mundo em auditoria, tributos e advisory services.